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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Adesivo com microagulhas pode substituir vacinas convencionais contra sarampo

Comparação entre conjunto de agulhas hipodérmicas com microagulhas utilizadas para administrar a vacina do sarampo
Foto: Gary Meek/Georgia Tech
Comparação entre conjunto de agulhas hipodérmicas com microagulhas
utilizadas para administrar a vacina do sarampo
Imunização permanece eficaz durante pelo menos 30 dias e pode eliminar gastos de transporte e conservação de agulhas hipodérmicas
 
Cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos EUA, descobriram que a vacina contra sarampo dada por meio de adesivos de microagulhas indolores e de fácil administração oferece imunidade tão eficaz quanto a fornecida por via subcutânea.
 
O estudo, que utilizou uma técnica para estabilizar a vacina do sarampo, mostrou que a imunização permaneceu eficaz durante pelo menos 30 dias após ter sido dada por meio das microagulhas.
 
Os resultados mostraram que a vacina foi rapidamente liberada na pele e capaz de induzir uma resposta imune potente em um modelo animal.
 
A equipe acredita que a técnica de microagulhas pode fornecer uma nova ferramenta para programas internacionais de imunização contra o sarampo, que matou cerca de 140 mil crianças em 2010.
 
"Mostramos neste estudo que vacina contra o sarampo entregue usando as microagulhas produziu uma resposta imune muito semelhante com a resposta produzida quando a vacina é fornecida por via subcutânea", afirma o autor Chris Edens.
 
Programas atuais de vacinação contra o sarampo usam agulhas hipodérmicas convencionais para entregar o vírus inativado. Grandes programas de imunização globais, no entanto, necessitam de apoio logístico significativo, pois a vacina tem de ser mantida refrigerada.
 
Como exige uma injeção de agulha hipodérmica, programas de imunização devem ser realizados por pessoal médico qualificado. Finalmente, agulhas e seringas usadas devem ser descartadas adequadamente para evitar a transmissão da doença ou a reutilização.
 
O uso de microagulhas adesivas poderia eliminar a necessidade de transporte de agulhas, seringas e água estéril, reduzindo as exigências logísticas.
 
A vacinação pode ser feita por pessoal com menos formação médica, que vão simplesmente aplicar os adesivos na pele e removê-los depois de alguns minutos.
 
A equipe agora está trabalhando para melhorar a estabilidade da vacina com o objetivo de eliminar a necessidade de refrigeração. Eles também estão estudando o uso de microagulhas a base de polímero que seriam totalmente dissolúveis na pele, eliminando a necessidade de descarte em lixos.
 
A vacina ainda precisa ser avaliada quanto à segurança e eficácia em um modelo de primata não humano e em vários ensaios clínicos antes de poder ser utilizada na prática clínica em humanos.
 
 
Fonte isaude.net

Brasileiros descobrem associação entre toxina do Alzheimer e depressão

Testes com camundongos revelam que oligômeros ligados à perda de memória em doentes também provocam sintomas depressivos
 
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriram como uma toxina encontrada em pacientes com Alzheimer pode causar depressão.
 
O estudo revela que oligômeros presentes no cérebro de pessoas com Alzheimer e ligados a perda de memória também provocam sintomas depressivos.
 
 
A depressão é um dos sintomas psiquiátricos mais comuns na doença de Alzheimer e evidências sugerem que o transtorno depressivo maior aumenta o risco dessa doença neurológica, no entanto, até o momento, os mecanismos moleculares subjacentes à associação entre a depressão clínica e Alzheimer ainda não eram claros.
 
Oligômeros solúveis do peptídeo beta-amiloide (AßOs), ou oligômeros de Abeta, se acumulam nos cérebros de pacientes com Alzheimer e são cada vez mais reconhecidos como as neurotoxinas responsáveis pela falha de sinapse e déficits de memória característicos do Alzheimer.
 
A equipe decidiu investigar se os AßOs podem estar mecanicamente ligados a mudanças comportamentais no Alzheimer. A fim de testar esta hipótese, eles injetaram uma única dose da toxina em ratos que foram posteriormente avaliados em três tipos de testes utilizados para diagnosticar casos de depressão em roedores.
 
Os animais foram avaliados em dois períodos distintos: durante as primeiras 24 horas após a aplicação da toxina e oito dias depois da injeção dos oligômeros.
 
Em comparação com ratinhos injetados com um placebo, os camundongos que receberam AßOs exibiram um aumento significativo nos sintomas depressivos.
 
Os resultados mostraram que os animais com Alzheimer e sintomas depressivos que foram tratados com o medicamento antidepressivo fluoxetina apresentaram melhoras na perda de memória e nas alterações do humor.
 
Como o déficit de memória é o principal sintoma clínico do Alzheimer, a equipe investigou o impacto dos AßOs na memória dos camundongos usando a tarefa de reconhecimento do objeto.
 
Os resultados mostraram que 24 h após a injeção, os camundongos tratados com AßO gastaram quantias iguais de tempo explorando tanto objetos antigos (familiares) quanto novos, indicando déficit claro na memória de reconhecimento, enquanto os animais que receberam placebos exibiram preferência pelo objeto novo.
 
O tratamento com a fluoxetina também impediu o déficit de memória induzido por AßOs.
 
Segundo os pesquisadores, os resultados indicam que AßOs têm um impacto agudo na aprendizagem, memória e humor em camundongos, e que o tratamento com fluoxetina impediu tanto o comprometimento cognitivo quanto o comportamento depressivo induzido por AßOs.
 
Resposta inflamatória
As ações benéficas da fluoxetina foram parcialmente atribuídas ao seu efeito anti-inflamatório. Isso levou os pesquisadores a perguntar se AßOs desencadearam uma resposta inflamatória no cérebro dos ratos.
 
Eles então analisaram os cérebros dos animais para os níveis de citocinas pró-inflamatórias após a injeção de AßOs ou placebo.
 
Animais injetados com a toxina mostraram níveis cerebrais significativamente elevados de interleucina-1ß e a-fator de necrose tumoral em comparação com animais injetados com o placebo.
 
Os resultados mostraram que AßOs ligam problemas de memória e comportamento depressivo em camundongos. De acordo com os cientistas, isso fornece evidências clínicas que associam o Alzheimer com o transtorno depressivo.
 
Fonte isaude.net

Dispositivo a vácuo pode substituir cirurgia para corrigir deformidade do tórax

Pectus excavatum
Aparelho consiste em copo de sucção colocado fora do tórax que é acionado por uma bomba manual e levanta a cavidade do peito
 
Cirurgiões do Children's Hospital of The King's Daughters, nos EUA, demonstraram que um dispositivo a vácuo pode eliminar a necessidade de cirurgia em alguns pacientes com uma das deformidades torácicas mais comuns, pectus excavatum, muitas vezes chamada de síndrome de peito escavado.
 
Pectus excavatum é a deformidade congênita causada por um crescimento excessivo da cartilagem entre as costelas e o osso esterno. Sua característica principal é uma depressão, ou recuo, no meio do peito.
 
O novo aparelho consiste em um cálice de sucção que é colocada do lado de fora da parede da caixa torácica. O paciente usa uma bomba manual entre 30 minutos a duas horas duas vezes por dia para criar pressão no interior do dispositivo que lentamente levanta a parede do peito durante um período de cerca de um ano.
 
O dispositivo ainda está em fase experimental, mas os cirurgiões receberam permissão para usá-lo depois que cientistas alemães submeteram uma papelada à Food and Drug Administration (FDA), classificando o aparelho como dispositivo médico Classe 1.
 
Esses dispositivos são não invasivos e apresentam um nível tão baixo de risco que não requerem os mesmos testes rigorosos que aqueles de classes mais altas, como marca-passos.

Não cirúrgico
Até os anos 1980, a correção de pectus excavatum era feita por meio de uma cirurgia radical que envolvia a remoção de cartilagem e costelas.
 
No final de 1980, o cirurgião pediátrico Donald Nuss, desenvolveu uma técnica minimamente invasiva, que envolve a colocação de uma barra côncava no peito e depois a inverte para que ela empurre a depressão do peito para cima. O procedimento de Nuss desde então se tornou o padrão cirúrgico.
 
Agora, os especialistas têm explorado técnicas menos invasivas, como uma investigação que está sendo realizada em São Francisco com ímãs implantados na parede torácica que são atraídos para uma cinta torácica e restaura a deformidade.
 
O novo processo a vácuo marca a primeira utilização de um dispositivo não cirúrgico e não invasivo por cirurgiões. "Sempre fizemos esforços para minimizar a intervenção cirúrgica e acreditamos que esse método pode eliminar a necessidade de cirurgia em alguns pacientes com pectus excavatum", afirma o médico Robert J. Obermeyer, que tem sido fundamental na inserção da tecnologia nos EUA.
Na Europa, o conceito de um dispositivo a vácuo para corrigir síndrome peito escavado tem sido discutido por décadas, mas a tecnologia estava defasada. O engenheiro alemão Eckart Klobe, que sofreu pectus excavatum, desenvolveu centenas de protótipos antes de desenvolver um dispositivo que trabalha de forma confiável.
 
O aparelho tem sido usado na Europa há vários anos, e as pesquisas sugerem que a correção pode ser permanente.
 
Enquanto o dispositivo é não cirúrgico, ele deve ser usado sob a supervisão de um especialista em pectus porque condições cardíacas subjacentes podem tornar o dispositivo perigoso.
 
O Children's Hospital of The King's Daughters realizou esta semana os dois primeiros procedimentos nos Estados Unidos e irá monitorar seu progresso, bem como a eficácia a longo prazo do procedimento não cirúrgico.
 
Fonte isaude.net

Alemanha investe 1 milhão de euros na produção de genéricos para África

Kandeh Yumkella, diretor-geral da Organização da ONU para o Desenvolvimento Industrial (Unido)
Foto: UN Photo/Devra Berkowitz
Kandeh Yumkella, diretor-geral da Organização da ONU
para o Desenvolvimento Industrial (Unido)
País já liberou mais de 80 milhões de euros para desenvolver a indústria farmacêutica no continente africano desde 2006
 
A Organização da ONU para o Desenvolvimento Industrial (Unido) anunciou ter recebido um financiamento de 1 milhão de euros para apoiar a produção de medicamentos genéricos essenciais para África. Considerado o maior doador para a iniciativa, a Alemanha já liberou mais de 80 milhões de euros para desenvolver a indústria farmacêutica e fomentar a produção de medicamentos essenciais no continente africano desde 2006.
 
Gana e Quênia estão entre os primeiros países beneficiados com o montante doado pelo Governo da Alemanha. A ação terá início em janeiro de 2013.
 
Numa fase posterior, o número de países será ampliado e terá Moçambique como um dos beneficiados, ao lado de países como Nigéria, Tanzânia, Uganda e Zimbabue.
 
Segundo informou a agência, o objetivo é acelerar a implementação do Plano de Fabricação de Produtos Farmacêuticos para a África. A parceria para a implementação do projeto está sendo desenvolvida entre o órgão da ONU e a União Africana.
 
Para o diretor-geral da Unido, Kandeh Yumkella, potencializar fabricantes locais pode garantir uma fonte de medicamentos de qualidade, especialmente para os mais pobres.
 
Segundo defendeu, a produção local certificada é também uma forma de combater a falsificação de fármacos.

Com informações da ONU
 
Por isaude.net

Conheça os países mais e menos emotivos do mundo

Em uma pesquisa que envolveu mais de 150 países, estudiosos conduziram entrevistas com cerca de 1000 pessoas com mais de 15 anos de idade em cada nação entre os anos de 2009 e 2011.
 
Na entrevista, os cientistas perguntavam se o participante tinha vivenciado dez emoções diferentes no dia anterior: raiva, estresse, tristeza, dor física, preocupação, se sentir bem descansado, rir ou sorrir muito, ser tratado com respeito, lazer e aprendizado.
 
Os pesquisadores analisaram a porcentagem média de residentes dos países que responderam ‘sim’ para as perguntas. De acordo com os dados encontrados, Singapura é a nação menos emotiva, com 36% dos seus moradores vivenciando essas emoções diariamente.
 
Do outro lado estão as Filipinas, o país mais emotivo do mundo, com 60% dos seus residentes tendo essas sensações positivas e negativas com mais frequência.
 
Países menos emotivos:
  • Singapura: 36%
  • Geórgia: 37%
  • Lituânia: 37%
  • Rússia: 38%
  • Madagascar: 38%
  • Ucrânia: 38%
  • Bielorússia: 38%
  • Cazaquistão: 38%
  • Nepal: 38%
  • Quirguistão: 38%

Países mais emotivos:
  • Filipinas: 60%
  • El Salvador: 57%
  • Bahrein: 56%
  • Omã: 55%
  • Colômbia: 55%
  • Chile: 54%
  • Costa Rica: 54%
  • Canadá: 54%
  • Guatemala: 54%
  • Bolívia: 54%
  • Equador: 54%
  • República Dominicana: 54%
  • Peru: 54%
  • Nicarágua: 54%
  • Estados Unidos: 54%
 
Fonte Boa Saúde

Nova terapia pode ajudar na prevenção de AVC

Cientistas da Grã-Bretanha dizem que podem ter encontrado uma nova maneira de prevenir acidentes vasculares cerebrais (AVC) em pacientes de alto risco, usando uma ultrasonografia da artéria carótida no pescoço.
 
O estudo, realizado por pesquisadores da Warwick Medical School e da University Hospitals Coventry and Warwickshire, utilizou ultrassom para analisar pacientes com doença da artéria carótida, uma das principais causas de AVC.
 
Coágulos podem se formar na artéria carótida no pescoço quando essa apresenta alguma alteração, e pequenas partes desses coágulos podem ser liberadas, formando uma condição conhecida como microembolia, que pode viajar para bloquear as artérias importantes do cérebro levando a distúrbios como fala lenta, perturbação mental, perda de visão e outras síndromes graves, como o AVC.
 
Geralmente, o padrão de tratamento para esses casos incluem medicamentos antiplaquetários, como a aspirina, que podem não impedir totalmente a formação de microêmbolos prejudiciais.
 
O uso da técnica de varredura proposta pelos pesquisadores da Grã-Bretanha pode identificar os pacientes com elevado risco de AVCs causados por microêmbolos, independente de o paciente ter recebido medicação antiplaquetária anterior.
 
Os resultados foram publicados no periódico Stroke.
 
Fonte: UPI 25 de novembro de 2012

Alimentos probióticos podem ajudar no emagrecimento

Suplementos alimentares probióticos (que contém bactérias vivas) podem ajudar na perda de gordura.
 
De acordo com uma nova pesquisa, esse tipo de alimento pode prevenir a absorção da gordura no intestino e pode funcionar como uma ferramenta eficiente para a perda de peso.
 
“Normalmente nós digerimos toda a comida e absorvemos todas as calorias. Nós achamos que os probióticos interferiram na absorção dessas calorias, de forma que mais calorias saíram (do corpo) e tinha menos calorias para guardar na gordura abdominal”, explica o pesquisador Peter Jones, da Universidade de Manitoba, no Canadá.
 
O estudo foi feito com um grupo pequeno de pessoas ligeiramente acima do peso e o efeito emagrecedor foi modesto. Mesmo que os resultados encontrados sejam confirmados, pessoas tentando perder peso ainda precisariam manter uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos.
 
A pesquisa foi encomendada pela companhia Micropharma, que produz os suplementos, e publicada no periódico Journal of Functional Foods.
 
Fonte: Live Science, 20 de novembro de 2012

Carboidratos à noite pode ser uma ótima ideia para quem quer emagrecer

 
Uma dieta experimental desenvolvida por pesquisadores israelenses demonstrou que concentrar a ingestão de carboidratos na janta pode ajudar as pessoas a emagrecer.
 
A afirmação é de uma pesquisa que acompanhou quase 65 pessoas durante 6 meses e que mudaram seus hábitos alimentares, concentrando boa parte do seu consumo diário de carboidratos na refeição noturna.
 
Os pesquisadores da Universidade de Jerusalém, liderados por Zecharia Madar e Robert Smith, diz que a dieta influencia a secreção de hormônios relacionados com a fome e saciedade, assim como aqueles que controlam o metabolismo do corpo.
 
“O hormônio da saciedade, a leptina, normalmente fica com níveis baixos durante o dia. A grelina, – hormônio da fome – ao contrário, aumenta seus níveis de dia e diminui a noite. Já a adiponectina é um hormônio que controla a resistência a insulina e, em pessoas obesas, costuma ter uma média baixa e constante durante todo o dia”, explica Madar.
 
Mudança nos ritmos alimentares
Na pesquisa feita por Madar e Smith os resultados demonstraram que comer os carboidratos a noite fazia com que a leptina ficassem altos durante o dia – o que levava a maior saciedade – e diminuía durante a noite. Nesse horário a curva da grelina aumentava e era quando os indivíduos consumiam os carboidratos.
 
Essa nova dinâmica, afirmam os autores, fez com que a adiponectina ficasse alta, o que levava a uma maior resistência à insulina. Quanto maior essa resistência à insulina, de acordo com outros estudos, menor o risco do desenvolvimento ou agravamento do sobrepeso e obesidade, além de diminuir os riscos de diabetes.
 
“Chegamos a uma conclusão positiva sobre o consumo de carboidratos durante a noite, mas nossos dados não chegaram aos reais mecanismos por trás dessas mudanças. Agora pretendemos observar melhor essa dinâmica mais de perto e talvez chegar a uma ótima estratégia para quem precisa emagrecer ou controlar o próprio peso”, diz Madar, cuja pesquisa foi publicada no periódico Obesity.
 
Fonte O que eu tenho

Sete minutos diários: o tempo mínimo de exercícios para crianças manterem a saúde

Crianças precisam de ao menos de alguns minutos de exercício intenso por dia para que mantenham sua saúde física em dia.
 
É isso o que defende uma pesquisa canadense recente feita por pesquisadores da Universidade de Alberta. Entre 5 e 10 minutos de atividades físicas intensas – aquelas onde o indivíduo fica ofegante ao final delas – pode ser o suficiente para garantir que as crianças durmam melhor, controlem seu peso e fiquem fora da faixa de risco para obesidade.
 
“Diversas matérias de jornais e revistas já afirmavam isso. E parte dos profissionais de saúde muitas vezes são céticos quanto a esse tipo de informação. Mas nossa pesquisa concluiu que crianças, em especial, não precisam de muito mais que isso para terem uma boa saúde no geral”, diz Richard Lewanczuk, principal autor da pesquisa publicada no periódico Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine.
 
“Uma média de 7 minutos diários – quanto mais melhor, claro – pode ajudá-las a ter uma saúde melhor”, completa o autor. Os dados vieram do acompanhamento de mais de 600 crianças e adolescentes com idade entre 9 e 17 anos monitoradas durante uma semana em outro estudo feito com os estudantes.
 
Aproximadamente 70% do tempo dessas crianças era gasto com atividades sedentárias, 23% com algum tipo de atividade física e apenas 0,6% com atividades mais intensas. No geral os meninos tinham média de sedentarismo mais alto que as meninas, mas quanto mais exercícios faziam melhor sua resposta ao teste feito pelos pesquisadores.
 
Resultados melhores do que o esperado
“Nós não esperávamos respostas tão boas quanto começamos o estudo. Mas quando começamos a aumentar o tempo dessas atividades físicas mais intensas os resultados se tornaram cada vez melhores. Um mínimo de 7 minutos diários resultava em respostas muito positivas na saúde. Quando o tempo aumentava, obviamente, essas respostas se tornavam melhores, especialmente para aquelas crianças e adolescentes fora da faixa ideal de peso”, detalha Lewanczuk.
 
Os pesquisadores lembram ainda que apenas brincadeiras não eram o suficiente. “Estamos falando de perder o fôlego, ir até o limite pessoal de cada criança”, explica.
 
A regularidade das atividades também é muito importante, conclue a pesquisa. Não adianta tentar somar os tempos e fazer exercícios apenas nos finais de semana, alertam os autores.
 
“Criar uma cultura de fazer essas atividades diariamente, além do controle nutricional, parece ser algo essencial para ue essas crianças cresçam com mais saúde, bem estar e, como se sabe por outros estudos, melhorem seu desempenho acadêmico. E isso não deve ser papel apenas da escola, mas dos pais também”, lembram os autores.

Fonte O que eu tenho

Transtornos alimentares também podem ocorrer na terceira idade

Os transtornos alimentares normalmente são associados a mulheres jovens e adolescentes. Mas entre aquelas com mais de 50 anos de idade aproximadamente 11% também podem desenvolver o transtorno.
 
Uma pesquisa americana mostrou que quase 70% das mulheres nessa faixa de idade estão muito preocupadas com seu peso e se engajam repetidamente em dietas de restrição alimentar. Além desse grupo a pesquisa ainda identificou que 3,5% das mulheres com mais de 50 anos afirmaram ter comportamentos de binge – restrição alimentar intensa seguida de descontrole sobre o que come – e 8% indicaram ter hábitos purgativos (induziam o vômito após as refeições).
 
Os resultados assustadores vieram do estudo publicado no periódico International Journal of Eating Disorders, liderado por Cynthia Bulik, da Universidade da Carolina do Norte, e que acompanhou mais de 1.800 mulheres que participaram de outro estudo amplo sobre a saúde na terceira idade.
 
“Por motivos diversos há poucos dados sobre as mulheres na faixa dos 50 anos de idade e de como elas se sentem sobre sua imagem e corpo. A insatisfação com o próprio corpo por causa do envelhecimento natural parece ter relação com esse aumento dos transtornos alimentares nessa população, mas descobrimos apenas que os números parecem cada vez mais altos. O que realmente causa isso ainda não foi comprovado”, explica a autora.
 
A prevalência alta dos transtornos observados nas mulheres com média de 50 anos começava a diminuir após os 60 anos mas voltava a aumentar quando a idade das entrevistadas chegava na média dos 75 anos, outro mistério ainda não resolvido pela ciência.
 
“Outro dado importante é o quanto isso preocupa essas mulheres: 41% delas afirmavam se pesar diariamente, e outros 40% faziam isso ao menos duas vezes na semana. Além disso 79% afirmavam que não gostavam da forma de seu corpo, 62% diziam que isso impactava sua vida e 64% apontava que pensava nisso ao menos uma vez ao dia”, diz Bulik.
 
Essa insatifação também se reflete em hábitos danosos à saúde, como o uso indiscriminado de remédios para emagrecer, excesso de exercício, uso de diuréticos ou laxativos e os hábitos purgativos e episódios de binge.
 
“Nossa principal conclusão é que os dados apontam diretamente que os transtornos alimentares não são limitados a uma faixa de idade. Esses sintomas não devem ser deixados de lado por profissionais que lidam com essas mulheres, pois a saúde física e mental delas é ainda mais sensível e a idade piora cada vez mais os problemas que os transtornos alimentares acarretam”, finaliza.
 
Fonte O que eu tenho

Mãe e filho descrevem drama desencadeado por acne

Um jovem de 15 anos afirma à BBC que um problema comum entre jovens mudou completamente a sua vida: a acne.
 
Will, da região inglesa de Yorkshire, foi um dos entrevistados de um documentário da BBC sobre pessoas que tomam medidas extremas contra a acne.
 
O adolescente conta que o problema pode ser grave para alguns jovens, e precisa ser levado a sério.
A mãe revela que ele estava desesperado para se livrar do problema de pele.
 
Ela conta que Will está fazendo um tratamento em uma clínica e que sua autoestima estava tão baixa que o jovem sequer conseguia olhar os pais nos olhos.
 
Medicação
O documentário Dying for Clear Skin também conta a história de jovens que tomam o remédio Roaccutane. Segundo alguns especialistas, o medicamento pode causar sintomas como depressão e pode levar até mesmo ao suicídio.
 
Dermatologistas britânicos estão preocupados com sinais de que alguns dos adolescentes que tomam o remédio, em tese, não precisariam do medicamento.
 
'O Roaccutane é usado em demasia', diz o médico Tony Chu, que diz só prescrever a medicação em casos extremos.
 
Os pais de Jesse Jones, um jovem de 24 anos da região de Dorset, culpam em parte o remédio pelo suicídio do filho no ano passado.
 
Derek Jones, pai de Jesse, diz que o rapaz estava profundamente deprimido devido à acne.
 
'Seu desprezo a si mesmo era todo devido à acne. No começo, a culpa era da acne, mas o Roaccutane piorou a situação', diz Derek.
 
A Roche, empresa fabricante do remédio, afirma que não há estudos que comprovem nenhum elo entre o Roaccutane e depressão. Segundo a companhia, apenas uma pessoa em cada 10 mil tem sintomas deste tipo.
 
Mais de meio milhão de pessoas usam o Roaccutane em todo o mundo - entre elas, nove pessoas que usam o remédio cometeram suicídio entre setembro de 2010 e setembro de 2011.
 
Fonte R7

Misturar remédios e grapefruit pode causar sérios danos à saúde

Entre os fármacos que interagem com o grapefruit há anticancerígenos,
remédios para o coração, analgésicos e remédios
para o tratamento da esquizofrenia
O número de medicamentos que, misturados ao grapefruit, podem gerar graves problemas de saúde, entre eles a morte súbita, disparou, alertou um pesquisador canadense.
 
Em artigo publicado no Canadian Medical Association, David Bailey, um cientista do instituto Lawson Health Research Institute de Londres, Ontário (sudeste), disse que mais de 85 medicamentos, muitos deles muito prescritos para transtornos médicos comuns, interagem com essa fruta, também conhecida como toranja.
 
Seu consumo traz riscos quando é misturada a certos fármacos, pois inibe uma enzima que metaboliza os medicamentos ingeridos e, consequentemente, os fármacos entram na corrente sanguínea com uma potência tal que podem causar overdose.
 
Entre os fármacos que interagem com o grapefruit há anticancerígenos, remédios para o coração, analgésicos e remédios para o tratamento da esquizofrenia. Todos são administrados por via oral.
 
Não é preciso comer muito grapefruit para que esta associação faça efeito. Beber um copo de suco de grapefruit com a medicação pode causar efeitos colaterais graves, como hemorragia gastrointestinal, insuficiência renal, problemas respiratórios e até morte súbita.
 
Bailey detectou o vínculo tóxico pela primeira vez há 20 anos.
 
Mas o número de medicamentos que potencialmente podem interagir com o grapefruit e causar graves efeitos para a saúde saltou de 17 a 43 nos últimos quatro anos, disse Bailey.
 
"Quão problemáticas são estas interações? A menos que os profissionais de saúde estejam conscientes de que o evento adverso que observam pode se dever à recente incorporação da toranja na dieta do paciente, é muito pouco provável que este assunto seja investigado", disse Bailey.
 
No geral, os pacientes não dizem que comem toranjas e os médicos não perguntam, lamentou o especialista no artigo.
 
O fruto traz risco quando misturado com certos fármacos, pois inibe uma enzima que metaboliza os medicamentos ingeridos e, consequentemente, os fármacos entram na corrente sanguínea com uma potência tal que podem causar overdose.
 
Entre os fármacos que interagem com o grapefruit há anticancerígenos, remédios para o coração, analgésicos e remédios para o tratamento da esquizofrenia. Todos são administrados por via oral.
 
Não é preciso comer muito grapefruit para que esta associação faça efeito. Beber um copo de suco de grapefruit com a medicação pode causar efeitos colaterais graves, como hemorragia gastrointestinal, insuficiência renal, problemas respiratórios e até morte súbita.
 
Outras frutas cítricas, como a laranja, podem produzir efeitos similares. Mas há menos estudos a respeito.
 
Fonte R7

Um pouco de luminoterapia nos pontos de ônibus no inverno sueco

Trinta paradas de ônibus da cidade de Umeaa, no norte da Suécia, vão oferecer um pouco de luminoterapia aos passageiros à espera de seu ônibus durante o longo inverno sueco, anunciou nesta terça-feira a companhia de energia que planejou a iniciativa.
 
"Nós ficamos cansados nesta época do ano, e conseguir uma pequena dose de luz a mais é fantástico", disse à AFP a diretora de marketing da Umeaa Energy, Anna Norrgaard.
 
Devido ao inverno em Umeaa, cerca de 500 km ao norte de Estocolmo, os dias são muito curtos. O sol brilha apenas durante quatro horas e meia no auge do inverno, no final de dezembro.
 
Lâmpadas especiais substituem temporariamente as propagandas. Cinco pontos de ônibus chegaram a ser cobertos com painéis reflexivos para aumentar ainda mais a sensação de estar sob o sol.
 
"Você tem que se colocar de frente para as lâmpadas (...) e manter os olhos abertos para deixar entrar a luz", aconselhou Norrgaard.
 
Os passageiros também podem considerar ir para o ponto de ônibus mais cedo do que de costume para que a terapia tenha um efeito melhor. É geralmente recomendado se expor à luz por meia hora, embora o tempo "possa variar de acordo com a pessoa", acrescentou.
 
Os amantes do bronzeamento vão ficar decepcionados: as lâmpadas não emitem radiação ultravioleta para proteger os olhos.
 
A luminoterapia é um tratamento contra a depressão sazonal, o "blues do inverno", distúrbio causado pela falta de luz solar.
 
Fonte R7

Mulher conta como luta contra depressão sete anos após 1º transplante de rosto

Isabelle Dinoire diz que pensa constantemente na mulher
morta cuja face recebeu no transplante
Cão labrador arrancou um pedaço do rosto da dona para tentar acordá-la após uma tentativa de suicídio
 
Ao se olhar no espelho, o que a francesa Isabelle Dinoire, 45 anos e mãe de dois filhos, vê é uma mistura de duas pessoas — ela própria e a mulher cujo rosto recebeu no primeiro transplante facial da história, há sete anos.
 
— O mais difícil é me encontrar outra vez, como a pessoa que eu era, com a face que eu tinha antes do acidente. Mas eu sei que isso não é possível. A doadora está sempre comigo.
 
Após um momento ela complementa: "Ela salvou minha vida".
 
Dinoire regularmente recusa pedidos da mídia por entrevistas e raramente concorda em ser fotografada. Na entrevista à BBC ela parece relaxada e autoconfiante, mas sua experiência traumática deixou suas marcas, físicas e mentais.
 
Ela ainda tem uma cicatriz visível que passa por cima de seu nariz e sob o queixo, onde os médicos especialistas do Hospital Universitário de Amiens, no norte da França, passaram 15 horas costurando o rosto da doadora ao seu. Um de seus olhos ainda parece levemente caído.
 
Poça de sangue
Falando com um pouco de dificuldade — e com uma simplicidade quase alarmante — ela conta como, em uma crise de depressão em maio de 2005, tomou uma overdose de pílulas para dormir em uma tentativa de suicídio.
 
Ela acordou ao lado de uma poça de sangue, com seu cão labrador ao seu lado. O cachorro aparentemente encontrou-a inconsciente e, desesperado para acordá-la, arrancou um pedaço de seu rosto.
 
— Não podia nem começar a imaginar que era minha cara ou meu sangue — ou que o cachorro havia mastigado meu rosto.
 
Os ferimentos em sua boca, seu nariz e seu queixo eram tão graves que os médicos imediatamente descartaram uma reconstrução facial de rotina. Em vez disso, eles propuseram um pioneiro transplante de face.
 
— Desde a primeira vez que eu me vi no espelho após a operação sabia que era uma vitória. Eu não parecia bem por causa de todos os curativos, mas tinha um nariz, tinha uma boca — era fantástico. Eu podia ver nos olhos das enfermeiras que tinha sido um sucesso.
 
Incapaz de falar direito por causa da traqueostomia feita para a operação, tudo o que ela podia murmurar era um simples "obrigado".
 
Olhares curiosos
A felicidade de Dinoire ao ver sua nova face, porém, rapidamente azedou. Ela estava completamente despreparada para a atenção que o caso atraiu para ela.
 
Perseguida pela mídia, acossada por gente na rua e por olhares curiosos, Dinoire passou meses após a operação escondida em sua casa, sem se aventurar do lado de fora.
 
— Foi penoso. Eu vivo em uma cidade pequena, então todo mundo sabia da minha história. Não foi fácil no começo. As crianças riam de mim e todos diziam: "Olha, é ela, é ela".
 
Ela diz ter se sentido como "um animal de circo". Dinoire passou um tempo reclusa após o transplante por temor à atenção recebida da mídia. Hoje em dia, as pessoas ainda a reconhecem na rua, mas a atenção não é "tão brutal" como antes, ela diz.
 
— Com o tempo eu me acostumei à minha própria cara. É assim que eu me pareço, como eu sou. Se as pessoas me olham com insistência, eu não ligo mais, só fico olhando de volta.
 
Riscos e benefícios
Mas será que sua personalidade mudou também com sua aparência exterior? "Não", ela responde rapidamente.
 
— Eu ainda sou a mesma, só com uma face diferente.
 
De acordo com a professora Sylvie Testelin, uma das médicas que operou Dinoire em Amiens, nem todos os pacientes com ferimentos faciais graves podem receber um transplante.
 
Em 2005, ninguém estava realmente seguro sobre os efeitos de longo prazo em pacientes que tomavam coquetéis de drogas para o resto de suas vidas para prevenir a rejeição do novo tecido pelo corpo.
 
Mas no caso de Dinoire — e de duas outras pessoas na França que passaram com sucesso por transplantes de face desde então - os benefícios de longe superam os riscos.
 
— Ninguém pode imaginar o que é viver sem um rosto. Ela (Dinoire) pode. Mas precisamos garantir que é a opção correta para o paciente.
 
Em todo o mundo, já houve cerca de uma dezena de operações do tipo com sucesso — nos Estados Unidos, na Espanha, na Turquia e na China.
 
— Você não pode imaginar o número de pessoas que querem transplantes, mas não é um jogo ou uma corrida para fazer mais e mais.
 
Segundo Testelin, um dia Dinoite poderá ter que enfrentar a possibilidade de uma rejeição da face por seu corpo. Como sua médica, ela também tem que estar preparada para isso, mas diz esperar que isso nunca ocorra.
 
Dinoire é mais serena sobre seu futuro.
 
— Eu digo a mim mesma que tudo vai ficar bem. Se eu tomar meus remédios, tudo vai ficar bem.
 
'Doação mágica'
Ela passa seus dias visitando alguns poucos amigos próximos e passeando com seu novo cão de estimação - ela ficou arrasada quando o labrador que ela tinha em 2005 teve que ser sacrificado.
 
Ainda sujeita a crises de depressão, ela diz pensar constantemente sobre a mulher morta cuja face recebeu. Logo após a operação, ela se via surfando na internet à procura de detalhes sobre a doadora anônima - cuja identidade deverá ficar protegida, de acordo com as leis francesas.
 
— Quando me sinto para baixo, ou deprimida, eu me olho no espelho outra vez e penso nela. E digo a mim mesma que não posso desistir. Ela me dá esperança.
 
Dinoire diz que gostaria até mesmo de um dia poder encontrar a família da doadora, para agradecê-los pelo que descreve como sua "doação mágica".
 
Fonte R7

Amaranto é uma boa alternativa nutricional

O amaranto é pode ser considerado um cereal de importância econômica em várias partes do mundo por sua variada forma de uso.
 
De acordo com a pesquisadora da Unicamp, Liane Murari Rocha, possui excelente perfil nutricional e funcionalidade.
 
Com valor energético mais alto do que os cereais conhecidos, o amaranto é muito consumido em regiões montanhosas, principalmente onde alimentos energéticos e os de fonte de proteína animal são escassos.
 
O amaranto possui vitamina C e pró-vitamina A em níveis significativos. Apresenta lignina e celulose, mostrando-se uma excelente fonte de fibras insolúveis.
 
Pode ser utilizado o grão inteiro, devido ao seu reduzido tamanho; em forma de farinha integral; e como pipoca, apresentando sabor e odor atraentes, como o conhecido milho de pipoca.
 
Suas folhas podem ser incluídas nas saladas.
 
Fonte R7

Medicina tradicional chinesa prioriza técnicas como a acupuntura

Os 5 elementos na Medicina Tradicional Chinesa
A acupuntura está entre as técnicas mais utilizadas pela medicina tradicional chinesa, que existe há mais de cinco mil anos, muito conhecida por suas diversas técnicas de prevenção, promoção e recuperação da saúde.
 
Ela é muito utilizada para todos os males do corpo e muito eficiente nos casos de lesões na coluna.
 
Em pesquisa publicada na revista InterfaceComunicação, Saúde, Educacão, estudiosos da Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade Federal da Grande Dourados explicam que este tipo de especialidade médica é baseada no sistema dos cinco elementos ou cinco manifestações da energia (água, madeira, fogo, terra, metal), presentes no ser humano e, a partir dos quais, todos os fenômenos naturais são classificados.
 
Essa classificação dos cinco elementos atua também sobre os alimentos, sendo que cada elemento corresponde a um sabor específico, relacionado a recomendações individuais e a contextos específicos, dependendo do estado de saúde do indivíduo e do ambiente em que vive.
 
Fonte R7

Vegetarianos têm vida sexual melhor, diz estudo

Pesquisa observa relação entre os chamados fitoestrógenos,
hormônios encontrados em plantas e primatas selvagens


Plantas podem influenciar nos níveis hormonais e aumentar a atividade sexual
 
Pessoas que comem tofu, legumes e verduras podem desfrutar de uma vida sexual melhor do que aquelas que consomem carne.
 
Acredita-se que certos vegetais podem influenciar os níveis hormonais e aumentar a atividade sexual, segundo o site Daily Mail.
 
Na pesquisa, publicada na revista Hormones and Behavior, observa-se a relação entre os hormônios sexuais chamados fitoestrógenos, encontrados em plantas e em primatas selvagens.
 
O estudante Michael Wasserman, da Universidade de Berkeley, e sua equipe acompanharam um grupo de macacos vermelhos, por mais de onze meses, e registraram o que os primatas comiam.
 
Durante a análise, eles focaram no nível de agressão, que foi medido pelo número de perseguições e lutas, a frequência do acasalamento e a higiene dos animais. Além disso, eles coletaram amostras fecais para avaliar as mudanças nos níveis hormonais.
 
Os pesquisadores descobriram que os machos vermelhos que ingeriram as folhas da Milletia dura – árvore tropical que contém estrogênio e compostos semelhantes – tiveram os níveis de estradiol (hormônio do sexo) e cortisol (hormônio do estresse) elevados.
 
Segunda opinião
Pesquisadores da Universidade Belarmino, de Louisville, Kentucky, nos Estados Unidos, descobriram que os homens acreditam que comer carne os torna mais viris.
 
No entanto, a pesquisa realizada por Wasserman insiste que as frutas e os vegetais são a chave para a virilidade.
 
Fonte R7

Campanha alerta população sobre riscos do câncer de próstata

São Paulo – O câncer de próstata é o câncer mais comum entre os homens e em 2012 o número de casos no Brasil deve chegar a 60.180. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2010 o número de mortes decorrente da doença ultrapassou 12.778. Por isso, o Instituto Lado a Lado pela Vida com apoio da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) organizou uma ação de conscientização ao público na Avenida Paulista, região central da capital, chamada de Um Toque, Um Drible.
 
Durante o evento, foram distribuídos folhetos informativos sobre a doença para explicar o que é a próstata, fatores de risco, prevenção, diagnóstico e sintomas. De acordo com a coordenadora de Instituto de Projetos do Instituto Lado a Lado pela Vida, Denise Blaques, a campanha pretende chamar a atenção dos homens para a importância do exame de toque retal.
 
A próstata é uma glândula do tamanho de uma castanha que só o homem tem e está localizada na parte baixa do abdômen, logo abaixo da bexiga, à frente do reto. Como os outros exames não conseguem chegar até a região, com o toque o médico é possível sentir se há algum aumento, anomalia ou endurecimento da região.
 
“O instituto detectou que o preconceito do homem em ir ao médico continua muito forte. No caso do câncer de próstata é necessário que o homem consulte um urologista e faça o exame de sangue PSA, além do toque retal. Só com esses dois exames o médico consegue avaliar se a próstata está saudável ou não”, disse Denise Blaques.
 
Ela explicou que os principais sintomas são dificuldade para urinar, pouca urina, dor ao ejacular, dor nos ossos e sangue na urina ou no sêmen. Entretanto, muitos homens não apresentam sintomas, o que acaba dando a ilusão de que está tudo em ordem e assim afastando-o do médico. “Geralmente quando a doença apresenta os sintomas já está em estágio avançado, ficando mais difícil reverter a situação e dar maior sobrevida ao paciente”, disse.
 
O indicado é que a partir dos 50 anos o homem procure atendimento específico e faça todos os exames, ou aos 45 se houver histórico de câncer na família. “O exame é rápido e indolor. O único caminho é se conscientizar, não ter preconceito e cuidar da saúde. A proposta do instituto é continuar insistindo na importância da informação”. Denise ressaltou que dados do Inca apontam que além da faixa etária e do histórico familiar, os negros também apresentam maior incidência da doença.
 
O tratamento depende da avaliação da doença, variando de pessoa para pessoa e podendo chegar até à retirada total da glândula. “Pode haver algumas sequelas, mas nada que não possa ser corrigido com medicamentos existentes no mercado. O ideal é diagnosticar o mais cedo possível. Se detectado em estágio bem inicial, há chances de cura de 90%”. A visita ao urologista deve ser anual.
 
O ajudante Erivaldo Dias Tavares, de 40 anos, contou que nunca fez o exame, mas pretende começar a fazê-lo devido a sua idade. Ele contou que conheceu pessoas que sofreram com a doença e por isso aprendeu que é preciso ter atenção com a próstata. “A doença é terrível, muitas dores, dificuldade para andar. E eu, vendo isso, pensei que quando chegasse na idade iria começar a me prevenir. Tenho um tio que faleceu há uma semana por não fazer o exame e quando descobriu já estava muito avançado”.
 
Aos 68 anos, o marmorista Adalberto Francisco Gualberto, disse que tentou fazer o exame em uma ocasião, mas não foi possível e ele acabou não voltando ao posto de saúde. Mas ele reforçou que está com pressa para voltar ao posto e agendar seu exame. “Eu não tenho preconceito e acho muito importante fazer o exame. Tenho medo da doença, apesar de não ter tido ninguém na família que teve câncer. Mas como se fala muito, vou fazer a prevenção”, disse.

Fonte Agência Brasil

Casos graves de dengue caem 64%, indica boletim do Ministério da Saúde

Brasília – De janeiro a novembro deste ano, foram confirmados 3.774 casos de dengue em todo o país, contra 10.507 no mesmo período de 2011. Dados do Ministério da Saúde divulgados ontem (27) mostram ainda que o número de casos graves da doença caiu 64% em relação ao ano passado.
 
O balanço epidemiológico indica que 23 dos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, apresentaram reduções significativas de casos graves de dengue em 2012. O estado com maior queda é o Amazonas (-96%), seguido pelo Acre (-94%), por Roraima (-94%), pelo Paraná (-93%), por São Paulo (-83%), pelo Espírito Santo (-78%) e pelo Rio de Janeiro (-76%).
 
Em números absolutos, o Rio de Janeiro é o estado que apresentou maior redução, registrando 891 casos graves de janeiro a novembro deste ano, contra 3.783 no mesmo período do ano passado.
 
No acumulado do ano, foram confirmadas 247 mortes decorrentes da dengue, contra 481 no mesmo período de 2011, uma queda de de 49%. Ao todo, 15 estados e o Distrito Federal registraram redução nos óbitos pela doença, sendo que o Amapá, Santa Catarina, o Rio Grande do Sul e o Distrito Federal não apresentaram nenhuma morte em 2012.
 
Entre janeiro e setembro deste ano, foram registradas 44.569 internações por dengue no Sistema Único de Saúde (SUS), contra 72.091 no ano passado. De acordo com o ministério, houve economia de R$ 11,7 milhões para os cofres públicos.
 
O total de casos notificados da doença somou 565.510 de janeiro a novembro de 2012, ante 727.803 no mesmo período de 2011. A queda foi observada em 16 estados e no Distrito Federal. A maior redução ocorreu no Amazonas (-93%).
 
Oito estados concentram 76% dos casos notificados de dengue no período: Rio de Janeiro (179.518), Ceará (54.591), Bahia (48.653), Pernambuco (33.487), Mato Grosso (29.910), São Paulo (28.767), Rio Grande do Norte (27.230) e Alagoas (27.743).
 
Já os municípios com população acima de 100 mil habitantes que mais registraram casos da doença entre janeiro e novembro são o Rio de Janeiro (134.720), Fortaleza (39.187), Maceió (13.729), Natal (12.057), São Gonçalo (9.919), o Recife (9.602), Cuiabá (8.751), Goiânia (8.693), Teresina (7.039) e Niterói (6.461).
 
Fonte Agência Brasil

Estudo indica crescimento de 149% nos gastos do SUS até 2030

São Paulo – Os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com assistência ambulatorial – como consultas e exames diagnósticos – e internação hospitalar podem atingir, em 2030, R$ 63,5 bilhões, uma elevação de quase 149% em relação aos R$ 25,5 bilhões gastos em 2010. A estimativa foi divulgada ontem (27) pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess).
 
De acordo com o instituto, a projeção é baseada no aumento e envelhecimento da população brasileira, com o consequente crescimento na utilização do sistema de saúde e nos gastos de atendimento. Segundo o Iess, em 2010, o Brasil contava com 190,8 milhões de habitantes, dos quais 11% de idosos (a partir de 60 anos de idade). Para 2030, a estimativa é que o total de idosos atinja 40,5 milhões, ou 19% da população, prevista para 216,4 milhões.
 
As despesas com internação de idosos, por exemplo, podem atingir R$ 14,3 bilhões em 2030, valor 4,7 vezes superior ao registrado em 2010. “Apenas com o impacto do aumento e envelhecimento da população, os gastos com serviços ambulatoriais e hospitalares seriam de R$ 35,8 bilhões em 2030. Considerando, ainda, o crescimento das taxas de utilização do SUS e dos gastos médios por atendimento, projeta-se o cenário mais realista, no qual as despesas atingirão R$ 63,5 bilhões”, conforme trecho do relatório.
 
O Iess questiona ainda se o país terá orçamento suficiente para arcar com as despesas da saúde. Com um crescimento de 2% ao ano, o orçamento do SUS, segundo o instituto, será de R$ 37,9 bilhões em 2030. “Em um cenário otimista, de crescimento do PIB de 4% ao ano, o orçamento do SUS ficaria em R$ 56 bilhões”, inferior aos R$ 63,5 bilhões estimados para as despesas hospitalares e ambulatoriais.
 
A assistência ambulatorial compreende procedimentos realizados por profissionais de saúde no âmbito do ambulatório, sem necessidade de internação hospitalar, como consultas, exames diagnósticos, terapias e procedimentos clínicos e cirúrgicos.
 
O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar. O instituto é um braço acadêmico das principais operadoras de saúde do país. Suas mantenedoras são Golden Cross, Amil, Bradesco Saúde, SulAmérica, Intermédica e Odontoprev.
 
A pesquisa que projetou os gastos do SUS foi coordenada pelo Iess, com apoio técnico do professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), Antonio Carlos Coelho Campino.

Fonte Agência Brasil

Inca aponta menor incidência de alguns tipos de câncer no país

Rio de Janeiro - Estudo do Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta queda nas taxas de incidência e mortalidade para tipos da doença em algumas cidades do país. Curitiba (PR) é a capital com a maior queda de casos novos de câncer (9,4%) e mortes (7,9%). São Paulo (SP) e Goiânia (GO) também apresentaram redução significativa (7,4% dos casos e 3,6% das mortes ) e (4,9% dos casos e 3,2% das mortes), respectivamente.
 
Para o câncer de colo de útero, o estudo aponta que das 11 cidades com Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP), com pelo menos oito anos de informações consolidadas, nove apontam tendência de queda nos casos e nas mortes, duas registraram tendência de alta na incidência e uma tendência de alta da mortalidade. Em Salvador, por exemplo, entre os anos de 1997 e 2004, houve redução de 5,3% na incidência e 3,5% na mortalidade. A estimativa do instituto, até o fim do ano, é que quase 18 mil mulheres, em todo o país, sejam diagnosticadas com a doença.
 
Para o diretor-geral do Inca, Luiz Antônio Santini, o declínio é resultado das campanhas de prevenção feitas no país nos últimos 20 anos e do diagnóstico precoce das doenças. Ele destacou a importância dos dados para a continuação das pesquisas sobre o câncer. "Isso não é motivo para nos contentarmos, ao contrário, isso é motivo para nos estimular a dizer: 'Olha, tem sido feito coisas que estão dando certo, então precisamos aumentar ainda mais a vigilância e a eficiência e produzir esses documentos que permitem fazer as análises de acompanhamentos e projeções'", avaliou.
 
O câncer de mama também apresentou redução nas taxas de incidência e morte. Estima-se que 80% das mulheres diagnosticadas com a doença têm sobrevida, percentual superior ao demais países da América Latina. Das 11 cidades avaliadas, a maioria apresentou taxas estáveis para incidência e mortalidade. Quatro apontaram tendência de alta na incidência e três, na de mortalidade, de acordo com o estudo Informativo Vigilância do Câncer.
 
Apesar do resultado positivo em relação ao câncer de mama, Santini ressalta que é preciso fazer um esforço para melhorar a qualidade dos exames de mamografia. "O exame da mamografia é o mais importante para a detecção precoce do câncer de mama. Ele já detecta a existência do câncer. A mamografia, se feita e analisada de forma correta, é fundamental para reduzir a mortalidade. Não é só garantir o acesso ao exame, mas sim garantir o acesso com qualidade", destacou.
 
Além desses dois tipos, foram analisados também as tendências de incidência e mortalidade dos cânceres de próstata, estômago e de cólon e reto. Em relação ao de pele, devido à baixa letalidade, foi analisada apenas a tendência de incidência.
 
O Rio de Janeiro, sede do Inca, ficou de fora dos estudos. De acordo com Santini, a "falha" é em decorrência da dificuldade na implementação das políticas de saúde pública. "É uma questão bastante complexa. Isso não é negligência da atual administração, mas sim, uma consequência da superposição de autoridades na história da saúde pública do Rio de Janeiro. É uma história de competição e não de cooperação", disse.
 
O lançamento do estudo marca o Dia Nacional de Combate ao Câncer. O estudo reúne informações coletadas em 22 estados que têm o RCBP, indicador do Inca, com pelo menos um ano consolidado. Ainda engloba 11 cidades que têm o RCBP por pelo menos oito anos, com o objetivo de analisar as tendências da doença no país. Os dados coletados são de 1987 a 2009, dependendo da cidade avaliada.
 
Fonte Agência Brasil

Aprenda a controlar o estresse em até 3 minutos

Saiba como relaxar no trabalho. Exercícios ajudam a gerenciar o estresse
Especialistas sugerem técnicas rápidas de respiração que podem ser feitas no trabalho e até no trânsito
 
A respiração profunda, afirmam os especialistas, é o mecanismo mais rápido para o gerenciamento do estresse.
 
Por meio dela, é possível controlar os batimentos cardíacos e liberar hormônios, como a endorfina, que alivia a tensão e é um importante aliado no combate a doenças, já que fortalece o sistema imunológico.
 
Sabendo disso, especialistas da Escola de Medicina de Harvard ensinam, no site da instituição, formas rápidas de amenizar o estresse e relaxar em apenas três minutos, informa o material de divulgação. É possível praticar as técnicas em qualquer lugar, seja num engarrafamento ou nos momentos que antecedem uma reunião importante.
 
Veja como:
 
Em um minuto
Coloque uma das mãos na barriga, logo abaixo do umbigo, para sentir o movimento dela durante a respiração profunda. Inspire em três segundos e expire em outros três segundos. Para ajudar no ritmo, enquanto é realizada a inspiração pense na frase “eu estou”. Já na expiração, mentalize a frase “em paz”. Repita estes movimentos por um minuto.
 
O exercício pode ser feito sentado, com as costas apoiadas no encosto da cadeira, as pernas descruzadas e os pés totalmente apoiados no chão.
 
Em dois minutos
Conte lentamente de zero a dez. A cada número, faça uma respiração completa, inspirando e expirando. Por exemplo, inspire profundamente, dizendo "dez" mentalmente. Expire de forma bem lenta repetindo o mesmo número. Entre um algarismo e outro, aumente o espaçamento, reforçando a respiração. Isso evita possíveis tonturas.
 
Repita a sequência três vezes, sentado e com as costas eretas. Relaxe os ombros e deixe as mãos soltas e abertas, apoiadas nos joelhos.
 
Em três minutos
Sentado, deixe todo o corpo solto. Relaxe os músculos faciais e permita que a mandíbula fique levemente aberta. Solte os ombros e empurre os braços para baixo. As mãos também devem ficar soltas, com os dedos entreabertos. Descruze as pernas e coloque os pés no chão. Sinta as coxas afundarem na cadeira, colocando todo o peso do corpo nas panturrilhas. Inspire e expire lentamente por três minutos.
 
Fonte iG