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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

A boca pode dar sinais de HIV

Problemas dentários podem ser os primeiros sinais clínicos da doença

Problemas bucais associados ao HIV/AIDS
O HIV (vírus de imunodeficiência humana) é o vírus que causa a AIDS. Este vírus é transmitido de uma pessoa para outra através do contato com o sangue (transfusões de sangue, agulhas infectadas com HIV) e relação sexual. Além disso, uma mulher grávida que esteja infectada pode transmitir o HIV para o seu bebê durante a gestação ou parto, como também através da amamentação. AIDS (síndrome de imunodeficiência adquirida) ocorre quando a infecção pelo HIV enfraquece o sistema imunológico da pessoa até o ponto em que ela não consegue combater certas doenças e infecções. Infecções "oportunistas" também podem ocorrer, aproveitando-se da fraqueza do sistema imunológico. 

Como saber se estou com HIV/Aids?
Problemas dentários como gengivas machucadas e sangrando, feridas de herpes na boca e infecções por fungos (sapinho), podem ser os primeiros sinais clínicos de AIDS. No entanto, se você tiver alguns destes sintomas não deve concluir que está infectado pelo vírus, uma vez que eles ocorrem também na população em geral. A única forma de se saber ao certo se está infectado é fazendo o teste de HIV. Consulte seu médico ou qualquer outro profissional da área de saúde. Um teste de HIV positivo não significa que você tenha AIDS. A AIDS é um diagnóstico feito pelo médico, com base em critérios específicos. Também não se pode confiar nos sintomas para saber se está ou não infectado pelo HIV. Muitas pessoas que estão infectadas pelo vírus não apresentam nenhum sintoma durante muitos anos. Os sinais abaixo podem servir como alerta para a infecção pelo HIV:

- Perda de peso acelerada
- Tosse seca
- Febre constante ou sudorese noturna intensa
- Glândulas linfáticas inchadas nas axilas, virilha e pescoço
- Diarreia que dura mais de uma semana
- Manchas brancas ou manchas estranhas na língua, na boca ou na garganta
- Pneumonia
- Manchas vermelhas, marrons, rosas ou púrpuras na pele, ou dentro da boca, nariz ou pálpebras
- Perda de memória, depressão e outras alterações neurológicas

Como evitar o HIV/Aids?
A transmissão pelo HIV pode ocorrer quando o sangue, sêmen, fluido vaginal ou leite materno de uma pessoa infectada penetra no seu corpo. A melhor maneira de evitar a contaminação pelo HIV é não praticando atividades de risco que permitam que o vírus entre em seu corpo. Para maiores informações sobre a prevenção contra o HIV/AIDS, consulte um médico ou outro profissional da área de saúde. Informações podem ser também obtidas na Secretaria da Saúde do Estado ou da Prefeitura de sua cidade. Muitas pessoas se preocupam com o risco de infecção através da transfusão de sangue. Doar sangue não oferece nenhum risco de contrair o vírus HIV. 

Posso contrair HIV no consultório dentário?
Devido à natureza do tratamento dentário, muitas pessoas temem que o HIV possa ser transmitido durante o tratamento. Precauções universais são utilizadas para a limpeza do consultório, dos equipamentos e instrumentos utilizados pelo dentista, entre cada um dos pacientes a fim de prevenir a transmissão do HIV e outras doenças infecciosas. Isto é a lei! Estas precauções exigem que os dentistas e assistentes utilizem luvas, máscaras e proteção para os olhos, e que esterilizem todos os instrumentos manuais (motores) e outros instrumentos dentários para cada paciente, utilizando os procedimentos de esterilização específicos determinados pela Vigilância Sanitária.

Os instrumentos que não puderem ser esterilizados devem ser descartados em lixos especiais. Após cada consulta, as luvas são descartadas, as mãos são lavadas e um novo par de luvas é utilizado para o próximo paciente. Se você estiver ansioso, alguns minutos de conversa com seu dentista para tirar quaisquer dúvidas que possa ter sobre saúde e medidas de precaução podem deixá-lo mais tranqüilo. Como tratar HIV/Aids? 

Como tratar HIV/Aids?
Atualmente existem tratamentos médicos que podem retardar a velocidade com que o HIV enfraquece o sistema imunológico. Existem outros tratamentos que podem prevenir ou tratar algumas das doenças associadas à AIDS. Assim como outras doenças, o diagnóstico precoce oferece mais opções de tratamento.

Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive.

Fonte Minha Vida

Veias saltadas nos pés podem ser sinal de má circulação

Há risco do surgimento de varizes, que pode ser perigosas

O surgimento de veias saltadas nos pés pode ser sinal de que o sistema vascular não funciona corretamente.

Os médicos dizem que apresentar veias saltadas é comum em pessoas de pele clara. No entanto, é preciso ficar atento. Alterações no sistema vascular podem desenvolver veias dilatadas e com o tempo elas se desenvolvem em varizes.

As varizes são veias doentes, que se tornam progressivamente dilatadas, alongadas e tortuosas. Elas surgem quando a pessoa passa muito tempo em pé ou deitada. A falta de exercício físico também contribui para o seu aparecimento.

Os sintomas são dores, queimação nas pernas e planta dos pés, inchaço, coceira, câimbras e sensação de peso nos membros inferiores.

Uma vez instaladas, as varizes precisam ser tratadas e para seu combate existem muitos tratamentos à disposição, que vão desde cirurgia até a escleroterapia, um tratamento sem operação. Mas cada caso precisa ser avaliado por um médico especialista.

Fonte R7

Especialistas explicam que o fetiche por determinadas situações é normal

Algumas pessoas acham natural, válido, saudável. Outras consideram doença ou desvio. O fato é que as parafilias, termo que define desejo sexual condicionado a atos, determinados tipos pessoas ou de situações, estão, a cada dia, conquistando mais espaço nas rodas de discussão.

Muitas vezes citadas como uma forma de “apimentar” a relação, em determinados casos, porém, as brincadeiras entre quatro paredes podem causar sofrimento tanto para quem é adepto quanto para o parceiro.
De acordo com o terapeuta sexual João Luiz Azevedo Borzino, a parafilia é um desvio de objeto, no qual o foco do desejo deixa de ser uma pessoa específica. Em vez do indivíduo, o que se torna atraente são vestimentas, situações inusitadas ou determinados tipos físicos. Aí, incluem-se fetiches como roupas de couro, algemas e práticas sadomasoquistas, entre outros. “Sem isso, o parafílico não tem tesão”, salienta.
Henrique Viviani, psicólogo e pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas do Instituto Paulista de Sexualidade (Gepips), lembra que variar o cardápio das preferências sexuais na busca pelo prazer não é algo novo. “Estamos falando da possibilidade de ter prazer sexual com outros objetivos que não a reprodução, ou diferentes daquelas mencionadas como ideologicamente corretas”, diz. Hoje, com maior liberdade sexual e mais meios para debater o assunto, como os fóruns na internet, o especialista acredita que o preconceito diminuiu, mas ressalta que a parafilia ainda é compreendida de diferentes modos.
“Socialmente, pode-se considerar alguns casos como problema, pois o fetiche foge das normas sociais”, diz. “Em outros casos, há os prejuízos morais e legais, como a pedofilia (sexo com crianças) ou a necrofilia (sexo com mortos). Contudo, pensando na possibilidade de variação de prazer, é possível entender que a parafilia só se tornará patológica quando isso causar sofrimento ou dano”, afirma.

O pesquisador ressalta, ainda, que, como qualquer obsessão, a prática torna-se uma psicopatologia quando é compulsiva, fazendo com que o indivíduo perca horas de trabalho, por exemplo, para se dedicar às manias sexuais. “Nos casos de obsessão, a parafilia pode ser considerada uma psicopatologia”, afirma. Nesses casos, ele recomenda ajuda especializada. O terapeuta sexual João Luiz Azevedo Borzino concorda. “É um mecanismo parecido ao do vício”, explica. Por isso, o tratamento indicado é semelhante aos prescritos nos casos de dependência química ou de jogo, por exemplo.

Segundo ele, o paciente vai ter que aprender a encontrar satisfação com outras formas mais comuns de atividade sexual. “Geralmente, ele só entende isso quando percebe que o prejuízo social é maior”, diz. Em casos como a pedofilia, Borzino explica que o tratamento consiste em fazer o paciente entender exatamente que seu comportamento é muito prejudicial a ele e à sociedade. “A partir disso, podemos ajudá-lo a aprender a ter prazer com situações sexuais normais”, conta. No entanto, não há cura para um problema sobre o qual também não se sabem as causas. “É como o alcoolismo. Depois de tratado, o indivíduo não deixa de ter parafilia, mas vai ser sempre um parafílico controlado”, diz.

ÉticaMas variar na hora do sexo, desde que sem caráter fixo e exclusivo, nem com prejuízo social, é absolutamente aceitável, pondera Henrique Viviani. “Para que isso seja possível, é necessário que o indivíduo seja sincero consigo e se adapte à condição”, explica. Ele lembra, ainda, que muitos praticantes estão incluindo em clubes e fóruns específicos questões sobre ética em suas discussões.

Carlos*, 32 anos, conta que as práticas sadomasoquistas surgiram em sua vida por meio da experiência com outros parceiros e, com o tempo, foram sendo incluídas nas relações sexuais. Mesmo gostando e se excitando com as brincadeiras, ele explica que não faz disso uma regra. “A vontade varia de acordo com o momento. O sadomasoquismo é só uma pimentinha para o sexo, algo que não se faz todo dia”, afirma. Para ele, esse tipo de prazer está relacionado a uma relação de entrega e cumplicidade, porque o casal precisa entender e respeitar os limites um do outro. “Muitas vezes, é uma válvula de escape. Geralmente, a pessoa que tem posição de comando na vida profissional ou familiar é a que precisa deixar o comando na mão do outro. No meu caso, acho que tem um pouco disso, porque gosto de ter o controle das situações no cotidiano. Então, na cama, prefiro um parceiro que mantenha o controle, que dê ordens, que seja meu mestre me diga como devo me comportar”, descreve.

Já Pedro, 20 anos, precisou passar por uma situação desagradável para conhecer os próprios limites. Ele conta que, desde os 12, quando iniciou a vida sexual, tem curiosidade sobre o sexo aliado à dor e à dominação ou submissão. “Parece mais uma coisa instintiva, natural; às vezes, até fora do controle”, revela. Pedro explica que, no caso dele, o prazer vem da mão pesada e da dor. Apesar de não ver a preferência sexual como uma doença, ele confessa que ficou traumatizado na última experiência, por ter fugido ao seu controle. “Na hora, não senti, mas fiquei com manchas roxas no rosto e no corpo, marcas de mordida e dores musculares. Foi um trabalhão esconder isso da minha mãe e inventar desculpas para os amigos. Isso me fez repensar os limites.”

(*) Nomes fictícios a pedido dos entrevistados

Grego
Parafilia é um termo de origem grega. A raiz para quer dizer “fora de”, e o sufixo filia significa “amor”. Ou seja, ao pé da letra, é uma forma de amar fora dos padrões considerados comuns.

Crime
A pedofilia é considerada crime, de acordo com a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, com penas que podem variar de reclusão de três até oito anos e multa. Inclui-se no conceito desde a utilização de imagens de crianças até o sexo com menores.

Fonte Correio Braziliense

Pesquisa comprova que motoristas de táxi têm a estrutura cerebral alterada

Segundo o estudo, nesses profissionais a parte posterior do hipocampo ''ligada à orientação espacial e à memória'' é mais desenvolvida do que a das demais pessoas

Levar passageiros por toda parte e com a preocupação de fugir de engarrafamentos e encontrar endereços pouco conhecidos. A vida de taxista exige, além de uma boa dose de paciência, muito conhecimento sobre a cidade. A necessidade de memorizar mapas inteiros é tão grande para esses profissionais que a estrutura de seus cérebros acabam sofrendo alterações, aponta uma pesquisa da Universidade College London, do Reino Unido.

No estudo, publicado na revista científica Current Biology, uma equipe de pesquisadoras lideradas por Eleanor Maguire acompanhou 110 pessoas durante quatro anos. Dessas, 79 treinavam para ser taxistas em Londres enquanto as demais apenas costumavam dirigir pela cidade, que tem cerca de 25 mil ruas. Ao longo da análise, apenas 39 dos candidatos a taxistas passaram nos exames exigidos para o exercício da profissão na capital inglesa. As cientistas fizeram imagens do cérebro de todos os voluntários no começo e no fim da análise.

Os resultados revelaram que as pessoas que se tornaram taxistas apresentavam, depois de quatro anos, mais massa cinzenta na região posterior do hipocampo — ligada à orientação espacial e à memória — do que os demais participantes. Esse mesmo grupo, porém, teve uma queda no volume de massa cinzenta na parte da frente dessa área cerebral. “Provavelmente, a redução foi a maneira que o órgão encontrou para se adaptar e dar espaço às novas informações adquiridas”, estima Eleanor, que é especialista em neuroimagem do Instituto de Neurologia da universidade. Além disso, notou-se que os candidatos a taxistas, independentemente de terem sido aprovados ou não, se saíram melhor em testes de memória do que os outros motoristas.

Para Eleanor, a principal descoberta de sua pesquisa é a comprovação de que o aprendizado intensivo em adultos causa mudanças estruturais no cérebro. “Com essa pesquisa, nós mostramos que a plasticidade é possível a partir da realização de estudos de alto nível. Isso pode ter implicações na educação ao longo da vida, bem como para a reabilitação de pacientes que têm a memória debilitada”, afirma.

Para a vice-coordenadora do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sonia Brucki, o estudo reforça a teoria da plasticidade neuronal, segundo a qual o número de células e sinapses aumenta no cérebro à medida que a pessoa o exercita. “Cada vez mais tem se buscado métodos para fazer com que o envelhecimento seja melhor e para descobrir como o cérebro pode lidar com eventuais lesões. E o estudo mostra que existe essa plasticidade do órgão, que pode aumentar determinadas áreas e que algumas regiões podem se tornar mais ativas que outras, ajudando o corpo humano a executar suas funções”, destaca Sonia.

Cláudio Carneiro, neurologista e neurofisiologista do Hospital Santa Lúcia, também ressalta a importância do estudo para a compreensão de diversos males. “Um fator protetor para o Mal de Alzheimer, por exemplo, é a maior escolaridade. Um maior número de anos de estudo gera um maior número de conexões (sinapses).”

A brasileira fica intrigada, no entanto, com algumas das conclusões da pesquisa. “É curioso que o aumento de massa cinzenta tenha sido só na parte posterior do hipocampo, já que a anterior também está relacionada à memória e às funções espaciais. Esse crescimento pode ser porque o funcionamento da região em si foi mais exigido”, esmiúça.

GPS
Se o treinamento para se tornar taxista fez com que uma área específica do cérebro se desenvolvesse, o uso de aparelhos como o GPS, que fornece mapas e indicações para que as pessoas cheguem ao endereço desejado, poderia causar um efeito inverso? Sonia Brucki esclarece que não. “Talvez o indivíduo não vá desenvolver a área, mas manterá a estrutura que sempre teve. Não acredito que usar aparelhos desse tipo reduza a massa cinzenta no hipocampo”, explica.

Já Cláudio Carneiro adverte que o GPS, por servir de substituto da memória espacial, pode tornar o cérebro mais preguiçoso. “O treinamento contínuo e diário da memória geraria melhora constante dessa qualidade”, afirma. Com o dispositivo, o neurofisiologista comenta que essa boa memória não é mais necessária, por ter sido substituída pela tecnologia.

Paulo Gilvan, 36 anos, é motorista de táxi desde os 26 e trabalha sem o equipamento que ajuda na localização. “Algumas pessoas dizem que a maior vantagem dele é alertar onde tem radar, mas, para a segurança do meu passageiro, eu não vou acima da velocidade da via. Então, para mim, nem adianta”, afirma. Mineiro, Gilvan mudou-se para Brasília em 1992. “Fiquei no Exército por 9 anos, mas, como o emprego era temporário, juntei um dinheiro nesse período e comprei meu táxi em 2001. Como andava muito na viatura do exército, conheci todo o Distrito Federal”, descreve. Ele acha que a experiência é o que o torna um profissional de qualidade. “Aprendemos todos os dias, porque sempre surgem ruas novas”, acrescenta Paulo.

Seu colega de profissão Romero César, 40 anos, é outro que dispensa o GPS e prefere confiar na própria memória. “Às vezes, o equipamento indica um caminho que faz a corrida ser mais longa do que se você fosse pelo trajeto que conhece. Já usei e não gostei. Prefiro pegar um mapa, estudar o local e aprender”, diz. César ressalta que os endereços de Brasília são “branco no preto” e que a cidade “é a mais fácil do Brasil para dirigir”.

Estímulo
A plasticidade neuronal não ocorre apenas com relação à memória. Quando uma pessoa sofre um acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, há lesão em alguma parte do cérebro, com consequente sequela. A reabilitação com fisioterapia e fonoaudiologia serve para estimular essa capacidade do cérebro de estabelecer
conexões novas.

'' A parte mais complexa do nosso trabalho foi manter contato com todos os avaliados ao longo de todo o estudo. Tivemos a sorte de eles continuarem com a gente, o que nos deixou muito agradecidas''
Eleanor Maguire, principal autora do estudo

Fonte Correio braziliense

Somos o novo EUA? Governo finaliza plano para reduzir obesidade em 10 anos

Aumentar a oferta de alimentos frescos, promover campanhas educativas e incentivar hábitos de vida saudáveis estão entre as metas


Os ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social, em parceria com outros 17 ministérios, finalizaram um documento que vai subsidiar as metas para controle e redução da obesidade no Brasil para os próximos 10 anos. O plano deve ser lançado em janeiro. O Plano Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade tem como objetivos principais reverter a curva de crescimento da obesidade reduzindo drasticamente os índices entre crianças de cinco a nove anos e estacionar a evolução do problema entre adultos.

Segundo Maya Takagi, secretária nacional de segurança alimentar e nutricional do Ministério de Desenvolvimento Social, o plano terá três eixos para atingir as metas: o primeiro é aumentar a disponibilidade e a oferta de alimentos frescos (frutas, hortaliças, grãos e peixes), fortalecendo o programa de alimentação escolar, ofertando cardápios mais saudáveis em restaurantes populares e ampliando a comercialização das 15 frutas e das 10 hortaliças mais consumidas.

O segundo eixo é de educação e informação, detalhando como a alimentação saudável deve ser trabalhada em escolas e em políticas públicas. A ideia é atualizar os guias alimentares levando em consideração as condições regionais e elaborar materiais de orientação à população, com campanhas educativas na TV, rádio, jornais, redes sociais etc.

O terceiro eixo é a promoção de modos de vida mais saudáveis, com incentivos para a construção de ciclovias, academias populares e outras ações que tenham como foco a adoção de hábitos para uma vida saudável.

— Esse é um plano que temos fomentado. As metas são para dez anos porque mudar hábito alimentar não é uma coisa que se muda de uma hora para outra. Por isso, nossa proposta é lançar o plano já com ações operacionais no início de 2012 — diz Maya.

Metade dos brasileiros adultos está acima do peso
A obesidade é considerada uma epidemia pelo Ministério da Saúde. Isso porque, em 1975, 18,5% dos homens adultos estavam com excesso de peso — em 2010, esse índice saltou para 50,1%. Os dados apontam que na década de 70, apenas 2,8% deles eram obesos, enquanto em 2010 esse valor saltou para 12,4%. Entre as mulheres adultas os valores também preocupam o governo: na década de 70, 28,7% delas tinham excesso de peso e 8% eram obesas. Em 2010, 48% delas estavam acima do peso e 16,9% eram obesas.

Evitar o avanço da obesidade infantil é uma das principais metas do plano.

— Se conseguirmos barrar o crescimento da obesidade entre adultos já será um grande avanço. Por isso nosso foco será reduzir os índices entre crianças. Elas estão cada vez mais gordinhas e ainda estão adquirindo os hábitos alimentares — explica Maya.

Enquanto em 1975 apenas 2,9% dos meninos de 5 a 9 anos eram obesos, em 2009 eles somavam 16,6%. A meta é chegar ao patamar de 1998, de 8%.

Entre as meninas da mesma idade, em 1975, 1,8% delas eram obesas. Em 2009, 11,8% estavam obesas. Nesse caso, a meta também é chegar ao índice de 1998, que era de 5%.

— Se mantivermos essa tendência de crescimento da obesidade entre as crianças, em 13 anos chegaremos a um nível inaceitável. Deter o avanço dessa epidemia é uma questão de saúde pública — afirmou Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Barbosa, do Ministério da Saúde, diz que uma das ações para tentar estimular a prática de atividade física entre a população foi o lançamento das academias da saúde em várias regiões do País. São academias ao ar livre e com equipamentos públicos, instaladas em regiões mais pobres, em que um profissional orienta a população sobre prática de exercícios. O objetivo é inaugurar 4 mil unidades em quatro anos.

— O fato de ter uma academia pública perto de casa aumenta em quatro vezes a prática de exercícios físicos — diz Barbosa.

Outra ação de combate à obesidade foi o acordo que o ministério fez com a indústria para redução dos teores de gordura, sódio e açúcar dos alimentos industrializados.

— É um processo lento, ainda não é o ideal, mas a gente tem de começar de alguma maneira — diz o secretário.

Fonte Zero Hora

Saiba como a deficiência de minerais afeta o organismo

Terapia ortomolecular é alternativa para alcançar o equilíbrio químico do corpo


Retenção de líquidos, dificuldades para perder peso, dores de cabeça, compulsão por doces, cabelos e unhas fracas e até problemas de memória podem ser tratados pela terapia ortomolecular. Esses problemas costumam estar ligados à deficiência de vitaminas e minerais. Quem explica é o médico ortomolecular e geriatra Iragildo Machado.

Dificuldade para emagrecer pode estar ligada à deficiência de ácidos graxos essenciais e vitamina A. Nesse caso, o tratamento inclui uma dieta especial, com alimentos como linhaça, cenoura e salmão e suplementos específicos de acordo com o diagnóstico do paciente — mas é preciso aliar alimentação à prática de atividades físicas.

Se o problema é a retenção de líquidos, que causa desconforto e inchaço em várias regiões do corpo, principalmente na área abdominal, o desequilíbrio está relacionado com a ausência de potássio, fósforo e sódio. Alimentos como pêssego, ameixa, figo, nozes, acelga, azeitona e água de coco ajudam a repor os níveis adequados desses minerais. A falta de potássio, associada à ausência de magnésio, também causa câimbra e dores de cabeça. Para equilibrar o organismo, recomenda-se o consumo de banana, milho, laranja e acerola.

Fraqueza, indisposição e mal estar são sinais de que o corpo está precisando aumentar os níveis de vitaminas A, C e E e do mineral ferro. Para amenizar os sintomas, a dieta deve ser rica em frutas, verduras e carnes magras. Além das alterações na dieta, quem se submete ao tratamento ortomolecular também recebe a indicação de consumir suplementos que potencializam o reequilíbrio químico do organismo.

— Até mesmo a forma de cozinhar pode influir no processo. Não recomendamos o uso de panelas de alumínio, pois este metal é tóxico, e nem o cozimento dos alimentos acima dos 100 graus, para evitar a oxidação da comida — orienta Machado.

Sobre a medicina ortomolecularA abordagem ortomolecular surgiu na metade do século 20 e chegou no Brasil nos anos 1980. A terapia tem como princípio a busca do equilíbrio químico do organismo, combatendo os radicais livres — prováveis causadores de doenças e do envelhecimento do corpo. Para atingir esse objetivo são utilizadas substâncias antioxidantes, como aminoácidos, minerais e vitaminas.

— A especialidade ficou famosa depois que várias atrizes e modelos emagreceram com a terapia e divulgaram o tratamento publicamente — afirma Machado.

Segundo ele, a terapia contribui para a prevenção de doenças e para a promoção da saúde.

— É fundamental a associação de hábitos saudáveis e atividades físicas regulares para que os resultados apareçam. Não existe milagre — destaca.

O principal objetivo da terapia ortomolecular é restaurar a quantidade de vitaminas e minerais até que eles fiquem em níveis considerados ideais para o organismo. O tratamento deve ser totalmente personalizado, levando em conta a rotina e o metabolismo de cada paciente.

Fonte Zero Hora

Proteja seus olhos das ameaças de verão

A claridade pode causar desde inflamações até o comprometimento da visão

Os cuidados com a pele, durante o verão, são preocupação bastante difundida, só que as precauções não param aí. "As pessoas estão começado a se conscientizar de que é preciso cuidar da pele durante o verão, mas esquecem que os olhos também necessitam de cuidados", afirma a oftalmologista Andréa Barbosa, da Clínica de Olhos São Francisco de Assis.

A principal ameaça da estação, sem dúvida, consiste no contato sem proteção com os raios solares. Entre as alterações mais comuns estão as ceratites (inflamações na córnea), a formação de pterígio (uma espécie de tecido carnoso que cresce sobre a córnea, podendo comprometer a visão) e até problemas graves, sem possibilidades de cura, na retina.

O uso dos óculos escuros ajuda na prevenção, mas sozinhos eles não afastam todas as ameaças. Também é preciso ficar atento aos casos de conjuntivite e também às bactérias presentes na água das piscinas e do mar, assim na areia da praia. Para garantir que seu verão será completamente livre de qualquer incômodo, tome nota das dicas que seguem.

Exposição solar
Para se expor ao sol com segurança, é preciso comprar bons óculos escuros, com certificado de proteção. O uso de acessórios sem lentes devidamente adaptadas é mais perigoso do que, simplesmente, sair por aí com os olhos desprotegidos. A decisão de compra dos óculos de sol deve levar em conta o nível de proteção contra a radiação ultravioleta (UVA e UVB) que as lentes oferecem: sua visão é preservada, assim como a pele das pálpebras e das bordas palpebrais (um tecido mais fino e, portanto, mais vulnerável ao câncer de pele).

 "A luz solar é composta de radiações oriundas do sol e que, em seu conjunto, são formadas pelos raios infravermelhos, ultravioletas e seu espectro visível. Cada um traz malefícios específicos para os olhos", afirma o oftalmologista Renato Braz. Os ultravioletas podem causar queimaduras e câncer (pele das pálpebras), conjuntivites actínicas (conjuntivas), ceratites actínicas (córnea), aceleração da catarata (cristalino) e possibilitar a degeneração macular (retina), por exemplo.

Já os infravermelhos podem acelerar a catarata, principalmente nos casos de exposição prolongada. Os óculos não protegem só porque são escuros. É preciso atentar para a presença dos filtros e o certificado de garantia das lentes. Além disso, tome cuidado para escolher modelos que fecham também as laterais. Nos ambientes escuros, suas pupilas se dilatam, permitindo a passagem de mais luz. Caso use óculos que deixam a claridade entrar, lateralmente, você fica mais suscetível à ação nociva dos raios.

A conjuntivite da estação
As conjuntivites costumam ser mais freqüentes no verão e podem oferecer diversos riscos para a saúde dos olhos. A conjuntivite viral é a mais importante delas, pois é de fácil transmissão e, pelo intenso convívio social desta estação, está mais presente. Existe também a conjuntivite actínica, causada pela exposição intensa e prolongada à luz solar, sem a devida proteção, levando ao ressecamento e queimaduras da conjuntiva. "O problema causa dor intensa e fotofobia, levando as pessoas a procurar o serviço de emergência dos hospitais. É muito comum em praticantes de esportes como surf, wind surf, e similares", afirma a oftalmologista Andreá Barbosa.

Irritou? Cuide da maneira certa
Ao perceber qualquer irritação nos olhos é preciso tomar providências imediatas, para evitar problemas maiores. Comece lavando bem com água corrente. Outra dica importante é preferir água mineral ou fervida. "O ideal mesmo é utilizar água corrente, e procurar um médico se o caso persistir. Colírios só devem ser usados com prescrição médica, já que o uso indevido pode até mesmo piorar o caso", lembra a oftalmologista.

Soro Fisiológico ou água?
A solução fisiológica nada mais é do que água com sal, sendo assim, fica claro que a água em seu estado puro é mais adequada para o uso ocular. "Não que o soro seja proibido, na ausência de água limpa ele pode se tornar uma opção viável. Mas evite usar o líquido de um frasco já aberto, mesmo que ele tenha sido conservado em geladeiras. As chances de que ele esteja contaminado por bactérias são grandes", diz Andréa.

Proteção para a garotada
As crianças desconhecem os riscos e estão sempre mais expostas aos problemas, por isso os cuidados precisam ser ainda maiores. Elas estão sempre coçando os olhos e aumentando o contágio de problemas como a conjuntivite. Por isso, é preciso que os adultos fiquem atentos. Quando a criança reclama de dores ou outros sintomas oculares deve ser imediatamente levada ao especialista.


Fonte Minha Vida

EUA: Comer hambúrguer piora a asma de crianças

Hamburguer criança
Crianças com a doença devem comer peixe, grutas e verduras

Um estudo nos EUA constatou que o alimento preferido dos americanos coloca a saúde dos asmáticos em risco. Segundo a pesquisa, a ingestão de hambúrgueres está relacionada à piora da asma infantil.

Três ou quatro sanduíches desses por semana são o suficiente para elevar o risco de asma e os sintomas da doença.

A alimentação correta para combater a asma e amenizar os seus sintomas é um cardápio rico em peixes, frutas e verduras, dizem os envolvidos no estudo. Esses três são apontados como inibidores da asma.

A explicação é que o peixe, as verduras e as frutas são ricas em propriedades anti-inflamatórias e fortalecem o organismo. Consequentemente, os pulmões também ficam mais fortalecidos.

Fonte R7

Plano brasileiro contra obesidade prevê academia popular

Objetivo é reduzir índice de obesos, principalmente crianças

Os ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social, em parceria com outros 17 ministérios, finalizaram um documento que vai subsidiar as metas para controle e redução da obesidade no Brasil para os próximos dez anos. O plano deve ser lançado em janeiro.

O Plano Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade tem como objetivos principais reverter a curva de crescimento da obesidade, reduzindo drasticamente os índices entre crianças de cinco a nove anos e estacionar a evolução do problema entre adultos.

Segundo Maya Takagi, secretária nacional de segurança alimentar e nutricional do Ministério de Desenvolvimento Social, o plano terá três eixos para atingir as metas: o primeiro é aumentar a disponibilidade e a oferta de alimentos frescos (frutas, hortaliças, grãos e peixes), fortalecendo o programa de alimentação escolar, ofertando cardápios mais saudáveis em restaurantes populares e ampliando a comercialização das 15 frutas e das dez hortaliças mais consumidas.

O segundo eixo é de educação e informação, detalhando como a alimentação saudável deve ser trabalhada em escolas e em políticas públicas. A ideia é atualizar os guias alimentares levando em consideração as condições regionais e elaborar materiais de orientação à população, com campanhas educativas na TV, rádio, jornais, redes sociais etc.

O terceiro eixo é a promoção de modos de vida mais saudáveis, com incentivos para a construção de ciclovias, academias populares e outras ações que tenham como foco a adoção de hábitos para uma vida saudável, diz Maya.

– As metas são para dez anos porque mudar hábito alimentar não é uma coisa que se muda de uma hora para outra. Por isso, nossa proposta é lançar o plano já com ações operacionais no início de 2012.

Fonte R7

Oferta de medicina alternativa mais que dobrou em SP em sete anos

Unidades públicas de saúde que têm as terapias passaram de 183 (2004) para 477 (2011

A oferta de tratamentos da medicina alternativa, como acupuntura e meditação, mais que dobrou na cidade de São Paulo em sete anos. O número de unidades públicas de saúde que oferecem práticas corporais ou terapias desse tipo passou de 183, em 2004, para 477, em 2011 - levando-se em conta UBS (Unidades Básicas de Saúde), pontos de AMA (Assistência Médica Ambulatorial), Caps (Centros de Atenção Psicossocial) e centros de referência. Em 1991, por exemplo, existiam apenas dez locais.

O movimento reflete o maior interesse dos paulistanos pela área. Só de 2010 para 2011, o total de praticantes de atividades da medicina chinesa oferecidas pela Secretaria Municipal de Saúde passou de 34 mil para 37 mil. Atualmente, há 1.199 grupos semanais dedicados a práticas como lian gong, xian gong, tai chi pai lin ou dao in. De pronúncia difícil, esses nomes chineses representam exercícios corporais que agem como coadjuvantes contra vários males de saúde: hipertensão, diabete, dores e até depressão.

No Centro de Convivência e Cooperativa da Vila Guarani, na zona sul, 250 pessoas participam dos grupos semanais de práticas chinesas. Segundo a gerente da unidade, Fátima Fernandes Biscaro, a maioria dos frequentadores chega ali com queixas de dores, artrites, artroses e depressão. Grande parte é encaminhada a partir de alguma UBS, mas alguns comparecem espontaneamente. Após alguns meses de prática, o principal efeito observado pelos participantes é a diminuição na necessidade de tomar remédios.

Fonte R7

Com festas, doações de leite materno caem no país

Órgãos públicos tentam garantir estoque para bebês prematuros

As festas de fim de ano são responsáveis pela queda de 50% nas doações de leite humano. Para garantir um bom estoque para os bebês prematuros internados, a Secretaria estadual de Saúde de São Paulo convoca as mães em período de amamentação. A lista completa pode ser consultada no site da Fiocruz.
Segundo a coordenadora do banco de leite da maternidade estadual Leonor Mendes de Barros, Andrea Penha Spínola Fernandes, o consumo médio de leite no hospital é de 140 litros por mês, mas, em dezembro, por enquanto, a quantidade de doações não ultrapassou os 60 litros.

Atendendo a algumas regras, qualquer mulher que tem sobra de leite materno pode colaborar com o banco de leite. Podem ser doadora todas as mulheres que estejam amamentando exclusivamente com leite materno, saudáveis e que não tomem medicamentos.

Fonte R7

Após a ingestão de bebida em excesso, fígado precisa de alguns dias para se recuperar

Quem bebe diariamente tem mais risco de desenvolver problemas no órgão

Quem exagerou na dose deve ficar três dias longe da bebida, aconselham cientistas britânicos. Segundo eles, a pessoa que bebe diariamente corre mais risco de desenvolver problema no fígado do que aquele que bebe esporadicamente.

Pessoas que costumam ingerir uma certa quantidade de álcool por dia têm mais chances de desenvolver problemas no fígado. O consumo ideal de acordo com os especialistas é de zero a 21 unidades por semana para homens e um máximo de 14 unidades para as mulheres.

Quando se atinge essa quantidade, pesquisadores recomendam que a pessoa fique de dois a três dias sem beber. A longo prazo o álcool em grande quantidade pode provocar câncer de mama, câncer oral, doenças cardíacas, derrames e até cirrose hepática. Em doses elevadas ele também causa perda de memória e diminuição da fertilidade.

Fonte R7

Liderança e Motivação: como liderar nos momentos difícies?

Perdeu um cliente importante, o projeto foi rejeitado e o chefão não está satisfeito com a sua equipe?

Liderar e manter a equipe motivada quando o time está ganhando, o sol brilha e o vento está a favor não é tão difícil assim. Mas o líder (ou *algum* líder) também precisa atuar quando o tempo fecha, o vento muda e o time perde de goleada – ou então a derrota em uma batalha acaba significando também perder a guerra.

No meu trabalho, algumas situações acabam levando ao risco constante de o tempo fechar e o vento mudar, e aposto que no seu o sol também não brilha eternamente. E felizmente – tanto no meu caso quanto no seu, a não ser que a sua equipe esteja a ponto de desistir – sempre há um líder (mesmo que não seja o responsável formal) para conduzir o grupo nos momentos difíceis, colocando a equipe de volta nos trilhos e a caminho da recuperação. Este líder acaba sendo reconhecido quando o sol volta a brilhar, portanto acaba sempre sendo um investimento de esforço para as pessoas que conseguem pensar além do curto prazo.

Se você é, ou pretende ser, este líder, há alguns pontos nos quais você pode focalizar para aperfeiçoar seu talento de liderar também nas horas difíceis.

Liderando e inspirando nas horas difíceis
Eis alguns pontos a considerar quando a situação ficar difícil. A intenção de todos os aspectos mencionados é colocar a equipe novamente em condições de avançar, aprender com os erros, e evitar a entrada em uma espiral negativa.

•Atenção ao que virá: identifique o próximo projeto ou desafio, da forma mais concreta possível, e envolva a equipe nele, tão cedo quanto possível. Não faça promessas falsas, especialmente não prometa a vitória. Ao invés disso, construa um plano de ação concreto, atingível, e que possa conquistar a confiança de todos, dando uma razão para seguir em frente.

•Aprenda com os erros: Identifique e registre as lições aprendidas. Sempre há algo a aprender com a derrota. Descubra o que fez você perder. Se algum adversário saiu ganhando, tente descobrir o que lhes deu a vantagem. Descubra o que a equipe poderia ou deveria ter feito melhor. Divulgue estas informações internamente, e aplique-as ao próximo projeto.

•Ouça: não se limite à sua própria análise. Fale com os membros da equipe e peça que identifiquem pontos altos e pontos baixos do projeto fracassado, e também que falem sobre oportunidades e ameaças. Se for possível, e não conflitar com seu controle de dano, converse também com os principais parceiros, fornecedores e até clientes.

•Resolva: Liderar não se resume a motivar. A equipe espera que você vá além de identificar e comunicar as falhas. Resolva ou promova a resolução dos problemas. Se não puder resolver algum deles, encontre uma forma de contorná-lo.

•Reforce e renove: Se os recursos disponíveis não eram os melhores, encontre mais e melhores recursos, e integre-os. Se não for possível, adapte e promova melhorias nos seus próprios recursos o quanto antes.

•Enfatize os acertos: Conhecer os pontos de falha é essencial para a melhoria, mas para a motivação é necessário algo mais: a consciência do que foi bem feito. Identifique e discuta com o grupo quais foram os aspectos positivos e os acertos do projeto.

•Reconheça o esforço de todos: apesar de não ter sido alcançado o resultado esperado, provavelmente a maior parte da equipe se esforçou. Seja generoso no momento de reconhecer isto perante a equipe toda. Seja legal com os indivíduos também: a quem merecer, dê os parabéns e cumprimente de forma sincera, espontânea e pessoal. Se possível, realize alguma atividade de fechamento (um jantar, um churrasco, um happy hour…) com o grupo todo.

E o mais importante:

•Mantenha-se motivado: tire da sua própria cabeça os pensamentos negativos. A derrota é parte da vida e da carreira, mas para sair dela você precisa continuar em frente, inspirando o grupo. É impossível fazer isso com efetividade máxima se você mesmo estiver desmotivado.

Fonte efetividade.net

Babosa (Aloe Vera)

Resumo
Aloe (babosa, no Brasil): Planta medicinal antiinflamatória e desinfetante utilizada para feridas e queimaduras, é geralmente apresentada sob forma de gel ou pomadas.

Nomes
Nomes em português: aloe, babosa (no Brasil), aloés (em Portugal)
Nome latim: Aloe vera (L.), Aloe barbadensis Mill.
Nom inglês: aloe
Nome francês: aloé, aloé vera
Nome alemão: Aloe
Nome italiano: aloe

Família
Liliaceae

Constituintes
Mucilagens, antraquinonas, aloína, aminoácidos, vitaminas (E, C...), saponinas

Partes utilizadas
Folhas (gel das folhas=suco concentrado)

Efeitos da aloe vera
Uso externo (em pomada, gel,...)
- Antiinflamatório, hidratante, antisséptico, fungicida, desinfetante

Uso interno (xarope, líquido,...)
- Laxante (estimulante do intestino grosso), purgante, emenagogo

Indicações da aloe vera - Indicações babosa

Uso externo
- Queimadura de pele, ferimentos, queimadura de sol, inflamações, cortes, aftas, irritações da pele

Uso interno
- Constipação ocasional (utilização por curto período), vômitos


Efeitos secundários
Possível, porém raro: risco de desenvolver uma alergia (como todas as plantas), distúrbos gastrintestinais (uso excessivo), queira ler a bula e pedir conselhos a um especialista.

Contra-indicações
Gravidez em uso interno, hemorróidas (uso interno), crianças (uso interno), mulheres durante a menstruação (uso interno), queira ler a bula e pedir conselhos a um especialista.

Interações
Desconhecemos

Preparações à base de babosa

- Gel de aloe vera

- Pomada de aloe vera

- Protetor solar a base de aloe vera

- Solução de aloe vera

- Enxaguatório bucal a base de aloe vera (contra as aftas)

Onde cresce a aloe vera ?
A aloe vera cresce em países quentes (África), mas pode também crescer em diversos lugares do mundo inteiro. Ideal como remédio caseiro para se ter por perto em caso de pequenas queimaduras.

Quando colher a aloe vera ?
Você pode cortar a folha de aloe vera todo ano, para extrair o gel.

Observações
Trata-se de uma planta muito utilizada em cosméticos, assim como em hidratantes e pós-sol. A aloe vera é certamente a planta mais « marketizada » do momento. Do líder dos cosméticos franceses, aos heróis da série de sucesso Lost, todos estão interessados e tentando integrar a planta em algum de seus produtos. Chegamos ao ponto em que devemos nos perguntar se após a célebre frase « sex sells », teremos também “aloe sell”! Difícil explicar por que esta planta, mais do que qualquer outra, conhece tal sucesso. Mesmo se o seu efeito é comprovado e que o nome soa bem ao ouvido, é difícil entender essa visibilidade. Deixemos passar a moda e observemos se daqui a dez anos, esta planta ainda terá tanta propaganda.

De qualquer forma, do ponto de vista mais científico, se você estiver em uma ilha deserta ou até mesmo na sua casa, faça como os heróis de Lost, faça um corte na folha de aloe vera e deixe escorrer o suco sobre o ferimento ou queimadura.

Fonte criasaude.com.br

Planejamento estratético muda perfil financeiro da Unimed Franca

Do endividamento bancário para a posição de aplicador de quase dois faturamentos mensais

Em 2003 nasceu o primeiro planejamento estratégico da Unimed Franca, período em que a disputa política era bastante intensa na operadora. Naquele ano, a decisão de desenhar metas e objetivos reuniu dois grupos políticos divergentes, numa composição única de projetos e interesses coletivos.

Anualmente, a cooperativa, presidida por Elson Rodrigues, faz uma revisão no planejamento estratégico e cada área tem suas metas específicas e indicadores de desempenho “calibrados”. Periodicamente, a empresa é submetida a uma verificação de resultados, em que a eficiência é reconhecida publicamente e os desvios de rumo são corrigidos.

A Unimed Franca hoje tem cinco diretores eleitos (Presidente, Controladoria, Provimento em Saúde, Mercado e Hospital) e um grupo de gestores especialistas para coordenar as principais áreas: Assistência em Saúde, Promoção de Saúde, Controladoria, Vendas, Relacionamento com Cliente e Tecnologia da Informação, além de um Assessor de Gestão Estratégica que, ligado diretamente ao presidente, responde pelas áreas de: Recursos Humanos, ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), Planejamento e Qualidade, Intercâmbio e Marketing.

“Nos últimos sete anos, a operadora contratou um grupo de profissionais de mercado, para, junto com a diretoria executiva, formada por médicos cooperados, levar a empresa a um patamar diferenciado de gestão”, afirma o responsável pela Gestão Estratégica da Unimed Franca, Paulo Cruz Neto, ao destacar que desta maneira a empresa tem funcionado de forma enxuta e eficiente, com sinergia e colaboração.

Neste período, a operadora teve conquistas importantes, como a acreditação ONA nível Pleno no hospital próprio, na medicina preventiva e no serviço de atendimento domiciliar; além de Certificação ISO 9001 na operadora de planos de saúde.

De acordo com o executivo, a Unimed Franca também apresentou evolução de 77% no Índice de Desempenho na Saúde Suplementar. “Entre as 1,1 mil operadoras avaliadas, temos 30% a mais no desempenho”. Também foi comprovada a mudança do perfil financeiro de endividamento bancário, de R$ 6 milhões para a posição de aplicador de quase dois faturamentos mensais.

Após alcançar os objetivos do planejamento estratégico, a operadora criou um documento que guia os passos da gestão, chamado de Mapa Estratégico. Nele, a valorização do médico cooperado ganha destaque. “É com esse compromisso registrado no DNA da estrutura organizacional que a diretoria e os gestores vêm promovendo mudanças, que proporcionam maior conforto e tranquilidade para os médicos cooperados exercerem suas atividades, seja na forma de benefícios, como o descanso remunerado, que paga um mês de férias, por ano, ou com impacto direto na folha de pagamento”.

A Unimed Franca vem evoluindo em seu modelo de remuneração desde o início da década passada. Na primeira fase, houve a implantação da consulta bonificada, que abrangia apenas a relação de custo gerado. Após alguns anos utilizando esse modelo, evoluiu-se para o pagamento por performance, em que critérios de resolutividade e satisfação do beneficiário também tinham peso na análise. “Neste momento, estamos construindo um modelo mais evoluído do pagamento por performance, uma terceira fase da remuneração médica na operadora”, diz Neto.

Enquanto isso, em 2010, foi implantado um modelo provisório, que ficou conhecido dentro da operadora como projeto Meta, com o compromisso de repassar a economia gerada com despesas hospitalares para os próprios cooperados. Nos seis primeiros meses do projeto, foi possível contabilizar uma economia superior a R$ 1 milhão, valor integralmente repassado para os 300 cooperados.

Dois anos antes, a operadora elaborou um plano diretor de informática, que contemplava desde a substituição da estrutura técnica de servidores, que foi migrada para uma plataforma virtualizada com foco em alto desempenho, disponibilidade e segurança, passando pela mudança total do sistema de gestão, chegando até a forma de atuação da equipe de suporte, que deixou de lado a postura de desenvolvedor de soluções provisórias e passou a atuar na análise do que é melhor para o negócio. “Em pouco mais de oito meses, houve uma mudança completa na cultura de TI da empresa”, completa o executivo.

Atualmente, a Unimed Franca conta com um sistema integrado de gestão do plano de saúde, que abrange desde a prospecção do cliente, pelo departamento de vendas, até o fechamento da contabilidade, além de gerenciar negócios satélites como medicina preventiva e saúde ocupacional, entre outros. Segundo o executivo, isso permite estreitar a relação com um só fornecedor, poupando tempo e dinheiro. “Nossa estratégia é proporcionar informação útil para diretores e gestores de uma forma clara, rápida e correta, garantindo, assim, maior agilidade nas decisões e independência na utilização dessa importante ferramenta”.

Fonte SaudeWeb

Unimed Porto Alegre desenvolve ações para comunidades

Objetivo da empresa é ser reconhecida como parceira e, para isso, planeja conjunto de ações voltadas para as comunidades da região em que atua

Cerca de 560 mil vidas são asseguradas pela Unimed Porto Alegre em 46 municípios do Rio Grande do Sul. Tamanha quantidade demonstra o porquê de um conjunto de ações desenvolvidas especialmente para as comunidades da região. Com o objetivo maior de ser reconhecida não apenas como prestadora de serviços de saúde, mas sim como parceira, a Unimed Porto Alegre tem focado em atender as necessidades e anseios da população também em aspectos esportivos e culturais.

Uma das ações é o patrocínio da Unimed na área cultural e em dois grandes times de futebol na região Sul. “Procuramos entregar um conjunto de ações, para que as comunidades entendam que podem ter a cooperativa como parceira em quase todas as suas necessidades”, explica o diretor de Relações com o Mercado da Unimed Porto Alegre, Ângelo Chaves.

Para que todas as ações sejam postas em prática, a cooperativa conta com 15 conselheiros, entre os 6 mil médicos cooperados, que elegem a cada três anos uma diretoria executiva que, consequentemente, convida três diretores para as áreas de Provimento de Saúde, Relações com o Cooperado e Relações com o Mercado. Segundo Chaves, as eleições antes aconteciam anualmente, fato que exigia certo retrabalho para a cooperativa, que optou pelo triênio em 2010.

Todos os conselheiros da Unimed Porto Alegre participam de cursos profissionalizantes. A iniciativa faz parte do projeto de Governança Corporativa da cooperativa, vinculado ao Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). “Trabalhamos fortemente essa questão dentro da Unimed, em todos os aspectos”, comenta o executivo.

Um ponto-chave é a criação da diretoria específica para relacionamento com os médicos cooperados. “Temos uma relação cada vez mais estreita e transparente em todas as atividades da cooperativa, para que eles possam participar e ter acesso a todas as informações”.

Tanto a Governança Corporativa quanto o Planejamento Estratégico da Unimed Porto Alegre baseiam-se na metodologia Balance Scorecard, com revisões anuais e planejamentos para cinco e dez anos. De acordo com Chaves, avaliações mensais também são realizadas para acompanhamento de toda a vida útil dos projetos.

Novos modelos de remuneração
A Unimed Porto Alegre pôs em andamento, em 2010, estudos a respeito de novos modelos de remuneração para os médicos cooperados, atualmente remunerados de acordo com cada paciente atendido.

Segundo o diretor de Relações com o Mercado da Unimed Porto Alegre, Ângelo Chaves, a ideia é encontrar uma maneira de remunerar pela boa saúde de seus clientes. “Quanto mais saudável o paciente, mais o médico receberá. Por isso optamos por investir fortemente na Medicina

Preventiva e nas ações de relacionamento com os clientes”, conta. A expectativa é que os usuários da Unimed Porto Alegre façam um extenso controle periódico, para que não necessitem de médicos apenas em casos de doença. “Estamos estudando e trabalhando nesse modelo para que os médicos cooperados fiquem mais satisfeitos e os pacientes, melhor atendidos”.

Com 1.171 funcionários, a cooperativa procura incentivar todo o seu time com oportunidades de carreira profissional dentro da empresa e planos de auxílio-ensino, que, em determinados casos, liberam o colaborador de parte de sua carga horária para cursar uma especialização, pós-graduação, mestrado ou doutorado. As formas de pagamento dos cursos também são facilitadas pela Unimed Porto Alegre. “Este estímulo é para que eles cresçam dentro da cooperativa e com isso estamos cada vez mais qualificando o nosso quadro de funcionários”, comenta Chaves.

A cooperativa utiliza uma metodologia de avaliação trimestral dos colaboradores, com reuniões com as chefias, para ter acesso ao grau de satisfação e produtividade da equipe. Segundo o executivo, o objetivo é conhecer cada vez mais os funcionários, para colocar em prática o plano de carreira dentro da Unimed Porto Alegre. “Um processo de recrutamento interno é aberto sempre que há novas oportunidades, dando espaço para o pessoal de fora somente quando a vaga não é compatível com nenhum dos nossos colaboradores”, conclui Chaves.

Fonte SaudeWeb

Intermédica inaugura centro clínico dentro de shopping no Rio de Janeiro

Pronto-Atendimento 24 horas, atendimento ambulatorial com especialistas, exames e pequenos procedimentos estão entre os serviços médicos disponíveis

A operadora Intermédica, pioneira em medicina preventiva, inaugura Centro Clínico dentro do Shopping Unigranrio, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A nova unidade está equipada e preparada para realizar mais de 10 mil atendimentos mensais, incluindo pronto-atendimento 24 horas (a partir da segunda quinzena de janeiro de 2012) e atendimento ambulatorial em diversas especialidades. Para colocá-la em operação, foram investidos cerca de R$ 2 milhões, incluindo projeto, espaço, obras de adequação e equipamentos.

Trata-se do primeiro centro clínico próprio de uma operadora de saúde no interior de um shopping center no Rio de Janeiro. “A ideia surgiu a partir da necessidade de instalar uma unidade em um local que dispusesse de segurança, infraestrutura, facilidade de acesso e proximidade de todos os outros serviços no município”, afirma, em comunicado, o diretor médico do Grupo NotreDame Intermédica, Pedro Onófrio. O município de Duque de

Mais de 20 mil beneficiários já são atualmente atendidos pela Intermédica naquela região, demandando a ampliação das opções de atendimento com uma unidade própria.

A unidade contará com pronto-atendimento e terá serviços ambulatoriais em Clínica Médica, Cardiologia, Ortopedia, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Dermatologia, Cirurgia Geral e outras especialidades. Exames radiológicos e pequenos procedimentos de baixa complexidade poderão ser realizados.

O Centro Clínico não terá internação, mas está localizado próximo aos hospitais-base credenciados na Baixada Fluminense. Além disso, funcionarão no local as atividades dos Programas de Medicina Preventiva da Intermédica, como o Programa Gestação Segura (PGS) e o Programa de Apoio ao Paciente com Doenças Crônicas (PAC).

Fonte SaudeWeb

Dois hospitais de Bauru entram em greve

Cerca de 1,2 mil funcionários reivindicam pagamento de 13º e melhores condições de trabalho

Os 1,2 mil funcionários do Hospital de Base (HB) e Maternidade Santa Isabel, de Bauru, entraram em greve nesta segunda-feira (26), por tempo indeterminado, para reivindicar o pagamento do 13.º salário e melhores condições de trabalho.

Os dois hospitais, referência para 60 municípios da região, estão sob intervenção estadual desde que, há dois anos, foram encontrados desvios de verbas públicas pela Associação Hospitalar de Bauru, mantenedora das unidades de saúde. A greve ocorre uma semana após os 200 médicos do HB e da maternidade darem prazo de 30 dias para o Estado transferir para outra instituição a gestão dos dois hospitais.

Segundo o diretor jurídico do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Bauru, José Marques, apenas a escala de plantão de urgência e emergência está funcionando nos hospitais. Ele diz que pagamento do 13.º deveria ter sido feito até a sexta-feira passada. “A Diretoria Regional de Saúde e a Associação Hospitalar alegam que o Estado não repassou os recursos de R$ 1,5 milhão necessários para o pagamento”, conta.

Além da falta de pagamento, segundo Marques, funcionários e médicos convivem com a precariedade no atendimento. “Pacientes são obrigados a serem transferidos para outros hospitais, porque faltam remédios, materiais e equipamentos.” Como exemplo, ele citou exames de endoscopia que foram suspensos. “Assim acontece com outros exames e atendimentos.”

Segundo ele, a solução estaria na transferência de gestão dos dois hospitais para outras instituições, como a Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp), de Botucatu, responsável pelo hospital da Faculdade de Medicina da Unesp de Botucatu, que manifestou interesse pela maternidade.

Fonte SaudeWeb

Proposta: Maiores de 60 anos poderão ter atendimento preferencial na rede pública

Idosos anos não poderão esperar mais de 60 minutos. Caso haja necessidade de cirurgia, esta será marcada para até 30 dias

Maiores de 60 anos poderão ter atendimento preferencial na rede de saúde pública. A Câmara está analisando o Projeto de Lei 2171/11, que além de prever a prioridade, estabelece prazos máximos para o atendimento dos idosos.

Pela proposta do deputado Nelson Bornier (PMDB-RJ), ao chegar para realizar um exame ou uma consulta, os maiores de 60 anos não poderão esperar mais de 60 minutos. Caso haja necessidade de cirurgia, esta será marcada para até 30 dias.

Os idosos também não poderão esperar mais de uma hora para marcar exames e consultas. Esse tempo deverá ser contado a partir do momento em que receberem a senha para este fim, que deverá obrigatoriamente conter a data e hora.

Exames e consultas deverão ser agendados para até sete dias após a data de marcação. De acordo com a Agência Câmara de Notícias, Bornier justifica sua proposta afirmando que os idosos são os mais afetados pelo estado precário em que se encontra a saúde pública do País.

Ele lembra que são frequentes as notícias divulgadas pela imprensa sobre o estado precário dos serviços de saúde pública no Brasil. Essa situação acarreta danos a toda a população e, portanto, torna-se preciso assegurar ao idoso a prioridade no atendimento.

Fonte Saudeweb

Veja remuneração para profissionais da área de Psicologia Clínica

Em média, um psicólogo clínico ganha R$ 2.255,88 no Brasil

Confira a remuneração da área de Psicologia:

Cargo: Psicólogo Clínico
Média Salarial: R$ 2.255,88

Cargo: Psicólogo Hospitalar
Média Salarial: R$ 1.994,81


Metodologia
O estudo é atualizado a cada três meses e traz dados de mais de 1.800 cargos, de 218 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa.

Fonte SaudeWeb

Viva Planos tem auditoria Baker Tilly como braço direito

Consultoria internacional é parceira da operadora para disputar o, cada vez mais concentrado, mercado da saúde suplementar

Difícil sobreviver no mercado de planos de saúde, ainda mais nos últimos anos, quando o processo de aquisições se tornou constante. Mas isso está longe de ser um percalço para a Viva Planos de Saúde, empresa de medicina de grupo com três anos de mercado. Para brigar dentro de um segmento tão competitivo, a operadora é gerida pela consultoria e auditoria internacional Baker Tilly.

A Baker Tilly é muito mais que uma consultoria dentro da operadora. Além de responsável pela gestão, ela tem o representante da filial no Brasil, Marcelo Sávio, como sócio da própria Viva Planos. A empresa foi idealizada por Sávio e o outro sócio, Ricardo Almeida, após atuarem como consultores na área de saúde em diversas empresas pelo Brasil. ”O que desenvolvemos na Viva é fruto de um trabalho de 15 anos. Idealizamos uma operadora de saúde a partir do benchmark que fizemos em varias empresas de saúde do País. Identificamos o que poderia ser melhor nesse mercado”, conta Almeida.

Além de operadora, a empresa oferece serviços como saúde ocupacional, medicina preventiva e programa de medicamentos com lista de remédios gratuitos e com descontos para usuários. Já na contratação de um plano corporativo é traçado o perfil epidemiológico daquela população e as informações são usadas para o gerenciamento de crônicos e programas de medicina preventiva. Um desses programas é o Qualiviva – que tem foco na qualidade de vida dos funcionários. Ele é realizado em parceria com os gestores de RH das empresas no processo de acompanhamento de consultas médicas, peso e alimentação daqueles que pertencem a grupos de risco como é o caso dos doentes crônicos.

A operadora tem atuação local, suas 30 mil vidas estão na Região Metropolitana de Recife (PE) e municípios vizinhos, totalizando 50 cidades. Neste semestre, a operadora lançou um plano de expansão para interior do estado envolvendo cidades do Agreste e Sertão pernambucano.

As mudanças não se restringem aos locais de atendimento, a carteira da Viva Planos também está se transformando. Apesar de o segmento pessoa física representar 58% da carteira, a realidade dos novos contratos tem seguido a tendência do mercado geral, ou seja, planos empresariais. “Nós iniciamos a operação crescendo de carteira pessoa física, mas nos últimos dois anos a empresa está focando nos planos corporativos. Na comercialização atual temos um volume maior de pessoa jurídica do que pessoa física”, afirma o executivo.

A empresa pretende fechar 2011 com R$ 38 milhões de faturamento. Para 2012, a perspectiva é que a cifra fique entre R$ 60 e R$ 70 milhões. Para os próximos anos, a operadora pretende consolidar a marca no estado pernambucano, mas já tem em vista, a expansão para outras regiões brasileiras.

Gestão
Para brigar no mercado de saúde suplementar, a Viva aposta no relacionamento com a rede prestadora. Sem a menor pretensão de verticalizar sua atuação, a operadora investe em treinamento para rede credenciada e para seus próprios corretores. De acordo com Almeida, são cerca de R$ 700 mil por ano gastos em treinamento. “Não tem como nos dias de hoje não pensar na qualificação e capacitação de pessoas que participam da nossa prestação de serviços”, diz o executivo.

São oferecidos cursos para recepcionistas a líderes de clínicas, laboratórios e hospitais, além dos próprios corretores da Viva. Os treinamentos englobam desde temas como administração financeira, Balanço Scored Card, técnicas de comercialização e motivação, entre outros.

Este é um diferencial da operadora apontado por Almeida, e uma das estratégias para garantir uma boa relação com a rede credenciada para a disputa no mercado pernambucano. “É preciso muita coragem para enfrentar esse mercado de gigantes. Ele é extremamente difícil, pois são vários atores: médicos, hospitais, justiça, a judicialização da área de saúde, o próprio associado que às vezes não entende o que está contratando, órgãos reguladores. Tem que fazer um trabalho focado na qualidade e respeito ao consumidor, pois é fundamental que a operadora de saúde tenha a visão de entrega do produto final, ou seja, o usuário tem que receber o produto conforme adquiriu”, finaliza.

Fonte SaudeWeb