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domingo, 21 de outubro de 2012

Reflexologia auxilia organismo através de estimulos nos pés

As plantas dos pés formam um imenso mapa do corpo humano em que cada área, ou pontos reflexos nos pés e mãos corresponde a cada órgão, glândula e estrutura no corpo. Esse é o princípio da reflexologia, uma terapia que trabalha com estimulos sensoriais nas mais de 70 mil terminações nervosas que existem nos pés.
 
Ao se trabalhar nesses reflexos, de acordo com os terapeutas, a tensão em todo o corpo é reduzida. A energia está sempre fluindo através de canais ou zonas no corpo que terminam formando os pontos reflexos nos pés e mãos.
 
Quando esse fluxo flui permanecemos saudáveis. E quando estamos tensos, ansiosos, com dor de cabeça ou má digestão – as principais queixas de quem procura a reflexologia – ocorre doença. Com o tratamento dos reflexos, segundo os terapeutas, os bloqueios são desfeitos, e a harmonia é restaurada a todo o organismo. Com uma massagem em certos lugares, os órgãos são estimulados e elimimam toxinas. Um dos benefícios da reflexologia é o relaxamento. Ao reduzir a tensão e melhorar a irrigação sanguínea, faz aflorar um funcionamento nervoso desimpedido, restabelece a harmonia entre as funções do corpo e combate o estresse.
 
Apesar de ajudar no bem-estar, a reflexologia não é prática médica ou psicoterapêutica; não faz diagnóstico clínico; não prescreve medicamento alopático e nem tira os medicamentos prescritos; não interrompe nenhum tipo de tratamento em andamento. Pessoas diabéticas, hipertensas, cardiopatas e com doenças neurológicas só receberão os estímulos com acompanhamento médico.
 
Um dos gurus mundiais da reflexologia, o holandês Imre Somogyi, autor do livro “A linguagem dos pés” diz que é possível reconhecer traços atuais de uma pessoa, além de avaliar suas condições físicas e emocionais, apenas com uma olhada nos pés. Segundo o autor, dedão e unha levantados para cima indica que a pessoa é sonhadora, vive no mundo da lua e se desliga rapidamente; joanete é indicativo de tendência a colocar os interesses dos outros em primeiro lugar e só depois pensar em si próprio; dedos bem separados é uma caractéristica de pessoas independentes, sem apego a questões familiares; no pé harmonioso se as pontas de todos os dedos formarem um traço giagonal reto, a pessoa expressa bem seus sentimentos.
 
Já os dedos muito juntos indicam pessoas que tendem a ser apegadas a tudo e todos, principalmente à família; os dedos de ponta quadrada refelte uma pessoa direta, determinada, que não tem meio-termo; os pés com calosidades são indicadores de mágoas ainda não superadas; dedos virados par baixo em forma de garra são marcas de pessoas perfeccionistas e que gostam de fazer tudo do seu jeito; os dedos murchos, sem viço significam apatia em relação a algum aspecto da vida (dependedo do dedo) e o dedão mais curto do que os outros dedos é sinal de que a pessoa é rápida no falar e no agir. Normalmente acha que os outros são lentos.
 
Fonte Corposaun

Homeopatia contra a Síndrome Pré Menstrual

Cerca de 65% das brasileiras sofrem de TPM, que de uns tempos para cá também tem sido chamada de Síndrome Pré Menstrual por alguns médicos, pois agrega mais de 150 sintomas, entre os quais a tensão é apenas um deles.
 
A medicina convencional ainda não conseguiu descobrir a causa efetiva deste mal, e o tratamento muitas vezes acaba sendo invasivo, com grandes concentrações de hormônios e substâncias alopáticas. Para quem não é muito fã desse tipo de abordagem, a homeopatia pode ser uma boa alternativa, obtendo sucesso em mais de 80% dos casos.
 
O sucesso da abordagem se deve ao fato de que os desequilíbrios hormonais do Eixo Hipotálamo-Hipofisário (EHH) são a principal origem das moléstias peri-menstruais que aparecem na segunda fase do ciclo da menstruação. As terapias homeopáticas trabalham diretamente para estabilizar o EHH, além de abordar também todos os outros aspectos possíveis.
 
“A homeopatia pode entender melhor os mecanismos da Síndrome Pré Menstrual, por considerar a totalidade dos diversos aspectos femininos. Ao ver a mulher como um todo e, principalmente, sua feminilidade, transcendemos o convencional. Aliás, esse tipo de visão deveria se estender às demais patologias da mulher”, defende o ginecologista e homeopata Eliezer Berenstein.
 
Mas é bom lembrar que o ritmo das terapias mais sutis é outro. Os benefícios do tratamento homeopático costumam aparecer após três meses aproximadamente. Alguns dos medicamentos homeopáticos que tem mostrado melhores resultados são Lycopodium, Pulsatilla, Óleo de Primula com Magnésio e Piridoxina (vitamina B6). Mesmo conhecendo os remédios, é indispensável consultar um homeopata para ele indicar as dinamizações adequadas para cada caso, ou até formulações mais específicas. Isso porque existem pelo menos quatro tipos de TPM, nos quais predominam mais algum tipo de sintoma específico ou um mix de todos eles. Por isso, o tratamento individualizado e especifico da homeopatia apresenta uma vantagem. O tratamento homeopático à TPM ou SPM é um tema é tão importante que será um dos principais destaques do Congresso da Associação Paulista de Homeopatia, que acontece de 24 a 27 de setembro.
 
Conheça outras medidas naturais que mulheres podem adotar para combater os sintomas desagradáveis que antecedem a menstruação são:

Acupuntura – geradora de equilíbrio dos sintomas hormonais e emocionais, como depressão, ansiedade e irritabilidade.
 
Dieta – reduzir drasticamente o consumo de sal, tomar muito líquido, evitar frituras e condimentos para dar menos trabalho possível ao fígado (metabolizador hormonal) e consumir fibras, que ajudam a eliminar estrogênio. A quantidade de cálcio e magnésio diminui cerca de dez dias antes da menstruação, então, tente consumir pelo menos duas porções diárias de alimentos ricos nesses nutrientes, que entre outros benefícios geram equilíbrio hormonal e acalmam a tensão. Também pode-se evitar açúcar demais, álcool e café, mas atenção – dietas muito restritivas para quem está na TPM podem ser uma bomba para detonar o mal humor e falta de energia.
 
Usar o poder das plantas, ervas e flores – pode-se fazer muitos chás que fazem bem ao sistema porta hepático, como dente-de-leão, boldo, bradana, carqueja e artemísia; Alguns fitoterápicos à base de ginseng, angélica, alecrim, agno, jasmim-manga regulam os hormônios e combatem cólicas; florais podem ser utilizados para combater os sintomas emocionais como irritabilidade, depressão, insônia e ansiedade, e a aromaterapia é um ótimo complemento para combater cólicas, desânimo, irritabilidade, insônia, tensões musculares e enxaqueca. Alguns cheirinhos básicos para o tratamento são camomila, lavanda, funcho, gerânio e sálvia.
 
Exercícios – dispensa explicação, exercício é sempre bom, e ainda existem algumas técnicas de alongamento que aliviam cólica e dores.
 
Shiatsu e drenagem linfática – contra cólicas, dores lombares e inchaço.
 
Fonte Corposaun

Terapia floral para restabelecer o equilíbrio

A terapia floral, ainda pouco conhecida pela população brasileira, é recomendada desde 1983 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas, em alguns hospitais públicos do país é aplicada como terapia complementar com excelentes resultados.
 
Baseada na essência das flores, seus efeitos são benéficos ao organismo, entretanto é necessário ter disciplina em seu uso. Porque, para uma boa resposta do organismo, é preciso injetar de três a cinco gotas embaixo da língua, quatro vezes ao dia.
 
Inventada na década de 1930 pelo médico inglês Edward Bach, por isso muitos a conhecem como os florais de Bach, a terapia parte do conceito de que cada ser humano pode curar a si mesmo. Mas não adianta comprar florais sem antes agendar uma consulta com um profissional, é o terapeuta quem deve definir os compostos essenciais a cada indivíduo, conforme suas necessidades.
 
Segundo José Joacir dos Santos, doutor em Psicologia Oriental e mestre em Medicina Oriental, é a partir de uma conversa franca e direta com o profissional, que é indicada uma combinação de florais – no máximo cinco essências de cada vez – que atenda à necessidade de equilíbrio do cliente.
 
Cada flor possui uma característica própria que se encaixa nos aspectos emocionais do paciente. No Brasil, existem vários sistemas de florais, como os de Saint Germain, de Minas, da Amazônia e, também os Florais de Bach. Embora os brasileiros sejam mais indicados para quem vive no país que os importados, porque suas propriedades são mais eficazes para quem enfrenta os problemas daqui, explica o mestre José Joacir.
 
Atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores de essências entre os países do mundo ocidental. A terapia floral é mais indicada e ótima para ansiedade, tensões pré-menstruais, apatia, depressão e outros tantos males.
 
E para quem deseja se tratar com essas técnicas e não sabe como marcar uma consulta o ideal é procurar um terapeuta credenciado na Associação dos Terapeutas Florais.
 
Fonte Corposaun

Mamão papaya pode ajudar na cura do câncer

Uma pesquisa recente aponta que o mamão papaya pode ser um grande aliado para quem luta contra o câncer.
 
No estudo, cientistas da Universidade da Flórida, nos Estados unidos, aplicaram uma espécie de chá das folhas do mamoeiro em dez culturas de células, com dez tipos de câncer diferentes, entre eles câncer de útero, mama, fígado, pulmão e pâncreas.
 
Após 24 horas, os pesquisadores observaram que a velocidade do crescimento do tumor diminuiu em todos os casos.
 
Os cientistas alertam que a pesquisa ainda está em estágio inicial. Mas pode se tornar um tratamente médico ou auxiliar na produção de medicamentos.
 
Fonte Corposaun

Dispositivo intrauterino (DIU) pode ajudar no tratamento de câncer de endométrio em estágio inicial

Pesquisadores da Georgia Health Sciences University, EUA, descobrem que um dispositivo comum de controle de natalidade é eficaz também no tratamento de câncer de endométrio em estágio inicial.
 
Segundo a pesquisa, o dispositivo intrauterino (DIU) pode oferecer um tratamento de baixo custo para todas as mulheres com este tipo de câncer.

O câncer de endométrio, que inicia no revestimento do útero, é o terceiro câncer ginecológico mais comum, chegando a atingir mais de 47 mil mulheres americanas por ano. O pesquisador Sharad Ghamande explica o processo. “Histerectomia total, às vezes, com a remoção de gânglios linfáticos, é o tratamento padrão para este tipo de câncer. Mas as mulheres que estão com obesidade mórbida ou que possuem fatores de risco cardíaco não podem receber a cirurgia”.
 
Por dois anos, Ghamande, juntamente a sua equipe, seguiu um pequeno grupo de pacientes de alto risco com adenocarcinoma endometrióide em estágio inicial, um subtipo comum de câncer de endométrio, e aqueles com hiperplasia endometrial atípica, ou espessamento da mucosa uterina, que pode provocar câncer.
 
Os pacientes foram tratados com o dispositivo intrauterino que libera o hormônio progestina levonorgestrel, utilizado com sucesso como método contraceptivo.
 
A espessura do endométrio foi medida com ultrassom transvaginal antes do estudo e também despois de três e seis meses, apresentando uma diminuição progressiva da espessura em cada fase, o que demonstrou a eficácia do tratamento.
 
Biópsias endometriais subsequentes mostraram reversão do crescimento anormal de células, conhecidas como alterações neoplásicas, em todos os pacientes.
 
A equipe também analisou 13 estudos já publicados e encontrou uma resposta patológica completa em 91,3% dos casos, sem progressão da doença, confirmando suas conclusões.
 
O estudo também valida a utilização de ultrassom transvaginal, utilizado para diagnosticar o câncer endometrial, como ferramenta útil na avaliação do tratamento da doença.
 
“Os tratamentos tradicionais pode resultar em complicações pós-operatórias e de morbidade, não apenas em pacientes de alto risco. Mas nós podemos ter sucesso na criação de uma abordagem de baixo risco e mais eficaz para gerenciar este tipo de câncer em todas as mulheres”, explica Ghamande.
 
Fonte Corposaun

Postura pode alterar níveis de humor

Você anda com seus níveis de humor alterados ou com depressão? Isso pode ser sinal de que você está andando errado! De principio essa afirmação pode não fazer muito sentido, mas seguindo um estudo feito pelos pesquisadores da San Francisco State University, EUA, andar com postura corporal desleixada ou desanimada piora o humor e pode até causar quadros de depressão.

A pesquisa sugere que esses sentimentos podem ser revertidos com um trabalho de correção da postura, que ensina uma posição mais ereta. Já que adquirir uma posição corporal mais ereta aumenta taxas de felicidade e energia imediatamente

Estudos anteriores também têm demonstrado que o movimento e o exercício podem abrir caminhos biológicos que aumentam a felicidade e energia. E nesse estudos, os pesquisadores mostraram que esses sentimentos podem ser acessados também conscientemente quando as pessoas escolhem uma postura corporal mais ereta.
 
O investigador Erik Peper e os outros participantes da pesquisa entrevistaram 110 pessoas e as fizeram caminhar com os ombros para frente e depois com as costas retas. Passado alguns minutos, pediram a eles que dissessem como se sentiam, apontando níveis de energia e relatando se sentiam-se deprimidos.
 
Os resultados apontaram que os participantes ficaram mais descontentes e deprimidos após caminhar com as costas curvadas, mas que melhoraram de humor após adquirirem melhor postura.
 
Também foram preenchidos questionários para avaliar os níveis de depressão em geral. Estudantes que eram geralmente mais deprimidos relataram níveis muito mais baixos de energia depois de andar com as costas curvadas do que aqueles que não eram depressivos.
 
Segundo os pesquisadores participantes deste trabalho, a descoberta pode oferecer uma explicação para como alguns fatores como a postura podem aumentar a tendência para um ciclo de depressão. “Há outros fatores que influenciam a depressão e os níveis de energia, mas o que demonstramos é que nesta epidemia de depressão, há intervenções simples que você pode fazer para ajudar a si mesmo”, explica Peper.
 
Fonte Corposaun

Exercícios físicos ajudam pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

 
 
Pesquisadores brasileiros e canadenses promovem estudo que mostra que a prática de exercícios físicos é a maneira mais eficiente para reduzir os sintomas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que não tem cura.

Os pesquisadores apresentaram um resumo durante o simpósio de abertura da FAPESP Week 2012 em Toronto, no Canada.

Dina Brooks, da Universidade de Toronto, aponta que uma consequência imediata do diálogo com o Brasil foi a constatação de que 90% dos pacientes de DPOC também sofrem com quadros de asma.
 
Um dos primeiros resultados da pesquisa faz parte do acordo de cooperação entre a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e as Universidades de Toronto e Western Ontário, no Canadá.
 
O trabalho da pesquisa também é realizado em conjunto com as equipes dos professores Celso Ricardo Fernandes Carvalho, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e Dina Brooks, da Universidade de Toronto na área de tratamento de doenças respiratórias com atividades físicas.
 
Segundo os dados conseguidos com a pesquisa, a constrição brônquica (provocada pela asma) costuma aumentar durante ou logo após a prática de exercícios físicos, o que leva muitos enfermos a diminuí-la ou mesmo eliminá-la.
 
Sendo que a partir deste fato é comum ocorrer casos de obesidade ou sobrepeso entre pessoas com asma. A falta de esportes causa piora da condição geral de saúde e de agravamento da própria asma, pois quanto mais aptos fisicamente eles estiverem, menores e menos frequentes são os sintomas. Tais apontamentos são comprovados pelas pesquisas.
 
Também é demonstrado por essa pesquisa que quanto mais grave for a constrição, maior é a recuperação do paciente que se trata com terapia física. Uma pesquisa de 2011 revela que pessoas que apresentavam sintomas em um dia a cada dois antes de passar por fisioterapia, passaram a apresentá-los em um dia a cada sete após os trabalhos de recuperação física.
 
Carvalho e Brooks explicam que apesar de já se saber que exercícios aeróbicos, como caminhada e bicicleta, e fortalecimento muscular são muito eficientes, é ainda necessário pesquisar mais para saber exatamente quais tipos de exercício podem ser mais
 
Fonte Corposaun

Peixes: saiba como escolher qual o melhor tipo para o seu cardápio

Assim como as carnes vermelhas se diferenciam uma das outras, tanto em qualidade nutricional quanto em sabor, também existem diversos tipos de peixes, cada qual com sua característica.
 
Por ser um alimento saudável e recomendado na rotina alimentar de pessoas de todas as idades, é importante reconhecer as propriedades de cada espécie antes de escolher a melhor opção.
 
“Peixes são ricos em proteínas de fácil digestão, possuem grande quantidade de minerais, como sódio, potássio, ferro, magnésio e cálcio, e são fontes de vitaminas do complexo B. Seu consumo regular age no controle da pressão arterial, colabora com a coagulação do sangue e auxilia na proteção da pele dos raios UV”, explica a nutricionista Rosangela Monteiro.
 
O ômega-3, apesar de associado ao consumo de peixes, não é encontrado em todas as espécies. A presença desse tipo de ácido graxo essencial é característica de peixes de águas profundas, sejam estas doces ou salgadas. Atum, arenque, bacalhau, sardinha e salmão são bons exemplos de espécies ricas no nutriente.
 
“O ômega-3 age no combate a inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosas, colaborando no tratamento de depressão, ansiedade e insônia”, completa a especialista.
 
Cada peixe um sabor
 
• Salmão: este peixe tem sabor único. Costuma ser consumido assado ou grelhado, além de ser usado cru na culinária japonesa. O produto é o carro-chefe da Marcomar e está presente em diversas linhas do portfólio da empresa. Valores em 100 gramas: 170 calorias, 24 g de proteína e 6 g de gordura
 
• Robalo: considerado uma iguaria fora do Brasil, o peixe de coloração clara comercializado pela Marcomar é criado no País. Valores em 100 gramas: 72 calorias, 18 g de proteína e 8 g de gordura
 
• Merluza: importada da Argentina, esta espécie tem sabor semelhante ao bacalhau, sendo muito usada em receitas tradicionais. Valores em 100 gramas: 90 calorias, 19 g de proteína e 1,2 g de gordura.
 
• Pescada amarela: proveniente do Brasil, este peixe tem baixo valor calórico e de gordura, por isso é ideal para dietas de redução de peso. Valores em 100 gramas: 80 calorias, 17 g de proteína e 1,3 g de gordura.
 
Fonte O que eu tenho

Ser motivo de piada é fobia universal, aponta pesquisa

O riso é uma expressão emocional que é inata dos seres humanos. Isso quer dizer que rir dos outros também é universal. Entretanto, o medo de ser o motivo da risada pode causar enormes problemas para a vida social de algumas pessoas. Isso é conhecido como “geliotofobia”, um transtorno que afeta pessoas em todas as culturas aponta pesquisa feita por diversas universidades no mundo todo.
 
Mas qual a diferença entre uma pessoa que é apenas tímida e aquela que sofre de geliotofobia? Esse foi um dos focos de uma pesquisa publicada no periódico científico International Journal of Humor Research, e que foi liderada por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, com a participação de pesquisadores de mais de 73 países. A pesquisa tentou entender a universalidade desse tipo de transtorno.
 
“Pessoas riem por diferentes motivos”, diz Victor Rubio, pesquisador da Universidade Autônoma de Madri, na Espanha, e que contribuiu com a pesquisa. “Isso causa ansiedade ou uma resposta ligada ao medo da pessoa que é o alvo, levando ela a evitar determinadas circunstâncias que podem aparecer, e caso essa resposta seja intensa isso pode impactar negativamente a vida social desse indivíduo”, explica Rubio.
 
Os autores da pesquisa encaminharam um questionário, traduzido para 42 línguas, para mais de 93 outros pesquisadores. Foram entrevistadas mais de 22 mil pessoas em 73 países – e que sofriam com algum tipo de dificuldade de interação social – para determinar quantas podiam sofrer de geliotofobia – palavra que tem origem do grego “gelos” ou risada.
 
“Com o estudo foi possível distinguir perfeitamente entre as pessoas que sofrem desse tipo específico de fobia, além de tentar mostrar uma escala de diferenças culturais, o que é importante para qualquer estratégia para um possível tratamento psicológico”, indica Rubio.
 
Insegurança e evitação
De acordo com os pesquisadores é possível classificar dois pólos opostos envolvendo esse medo específico de ser motivos de risadas. O primeiro foi denominado “reação de insegurança”, ou seja, uma tentativa de esconder a falta de autoconfiança dos outros, ou acreditando que determinados atos ou trejeitos próprios são naturalmente hilários (a pessoa pode achar que tem um jeito engraçado de andar e considerar que todos riem dela por conta desse fato).
 
O segundo foi chamado “reação de evitação”, ou seja, o indivíduo passa a evitar qualquer situação onde ele acha que pode estar exposto a ser motivo de alguma graça. Em níveis menores, essa reação pode levar a uma crença do indivíduo de que, se alguém em um ambiente está rindo, com certeza está rindo dele.
 
Universal mas com ajustes culturais
Além de mostrar que o transtorno é universal, o estudo também localizou certas diferenças culturais. Em países do sudeste asiático aqueles que sofriam de geliotofobia tendiam a apresentar mais reações de insegurança, enquanto em países do Oriente Médio as reações de evitação eram mais frequentes.
 
Na Tailândia 80% dos entrevistados diziam ter certeza que eram o alvo de risadas em determinados ambientes. No extremo oposto, os finlandeses dificilmente eram categorizados nessa condição. Já os resultados colhidos na Espanha se mostrou equilibrado. O estudo comprova que, apesar da universalidade dessa fobia, os cenários culturais também contribuem para determinadas predominâncias comportamentais.
 
Fonte O que eu tenho

França treina profissionais da saúde de Minas para Copa das Confederações

Foto: Jerusia Arruda/Saúde MG
A partir de 22 de outubro, primeira etapa do curso vai
treinar 150 profissionais de saúde do SAMU de MG
Como preparação para a Copa das Confederações, a Associação dos Hospitais de Paris e o SAMU de France promovem, entre os dias 22 e 27 de outubro, em Belo Horizonte (MG), a primeira etapa do curso de preparação dos SAMUS (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), para situações que envolvem múltiplas vítimas em grandes eventos, como a Copa do Mundo.
 
Os franceses vivenciaram a Copa de 98 além de outros megaeventos e hoje são considerados uma referência mundial no pronto atendimento no caso de acidentes com múltiplas vítimas. Todo o curso será feito com tradução simultânea. Ao todo, a comitiva francesa ministrará 14 disciplinas de catástrofe.
 
A primeira capacitação vai beneficiar mais de 150 profissionais da saúde, dentre enfermeiros e médicos. " Do corpo clínico capacitado, 50 profissionais atuarão como multiplicadores de conhecimento. Nossa prioridade como política pública sempre será a prevenção, mas em casos de acidentes, temos que prestar atendimento rápido, eficiente e humanizado" , explica o secretário de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques.
 
O curso será dividido em dois módulos, composto por cinco turmas de 30 alunos. Para as três primeiras turmas o módulo 1 será entre os dias 22 e 27 de outubro. No mês de dezembro, entre os dias 10 e 13, serão capacitadas os outros dois grupos.
 
Já a segunda parte, ou o módulo dois, ocorrerá no primeiro semestre de 2013. Após a capacitação, os profissionais passarão ainda por um teste previsto para o mês de abril, no qual será realizada a simulação de um grave acidente no Aeroporto de Confins e no Mineirão.

Próximas ações
Está é a primeira atividade da cooperação técnica, entre as duas delegações. Para as próximas ações estão previstos estruturação das capacidades de resposta dos SAMUs, dos Hospitais da Região Metropolitana de Belo Horizonte e, posteriormente de todo o estado, em situações de crise sanitária e desastres/catástrofes na área de saúde.
 
Na terceira etapa da atividade estão previstas ações como o auxílio no desenvolvimento de uma legislação mineira específica para a resposta a situações de crise sanitária e desastres/catástrofes na área de saúde. Na quarta atividade está o detalhamento de estruturas, equipamentos, materiais e logística de atendimento para a resposta a situações de crise sanitária e desastres/catástrofes na área de saúde, em especial para os jogos de 2013 e 2014.
 
Fonte isaude.net

Proteína produzida pelo vírus da gripe desativa processos ligados ao câncer

Estudo sugere novo caminho para o desenvolvimento de terapias anticâncer que imitem as estratégias utilizadas pelos vírus
 
Cientistas do Salk Institute for Biological Studies, nos EUA, descobriram que o vírus da gripe pode ser um aliado valioso na luta contra o câncer.
 
A pesquisa revela que o adenovírus, um tipo de vírus da gripe, desenvolveu ferramentas moleculares, ou proteínas, que permitem a ele ' sequestrar' mecanismos celulares envolvidos na replicação, crescimento e supressão do câncer.
 
Os resultados, publicados na revista Cell, sugerem um novo caminho para o desenvolvimento de terapias anticâncer, imitando as estratégias utilizadas pelos vírus.
 
"O câncer era como uma caixa preta. A chave que abriu a caixa revelou interações entre proteínas pequenas de DNA de vírus e complexos supressores tumores celulares. Mas, sem conhecer a estrutura das proteínas que os vírus usam para atacar as células, nós não entendíamos como essas armas pequenas prevalecem sobre supressores de tumor muito maiores", afirma a líder da pesquisa Clodagh O'Shea.
 
O'Shea e seus colegas estudaram E4-ORF3, uma proteína cancerígena codificada pelo adenovírus, que impede a proteína supressora de tumor p53 de se ligar aos seus genes-alvo. Conhecida como "guardiã do genoma", p53 normalmente suprime tumores, fazendo com que as células com danos de DNA se autodestruam. A via p53 é inativada em quase todos os cânceres humanos, permitindo que as células cancerosas escapem do controle de crescimento.
 
Do mesmo modo, através da inativação de p53, a proteína E4-ORF3 permite que a replicação do adenovirus em células humanas infectadas ocorra sem ser notada.
 
Há dois anos, os pesquisadores descobriram que E4-BLI3 abre caminho para o adenovírus se proliferar desativando genes que ajudam a célula a se defender contra o vírus.
 
E4-BLI3 se monta no interior das células de uma maneira desordenada que captura e inativa diferentes complexos de proteínas supressoras de tumores.
 
Segundo os pesquisadores, a proteína é incomum e funciona de maneira diferente das outras. "A maioria dos polímeros celulares e filamentos se forma de maneira uniforme com cadeias rígidas. Mas E4-BLI3 é altamente versátil. Ela tem a capacidade de se construir em todos os tipos de formas e tamanhos diferentes que podem capturar e desativar muitas defesas de uma célula hospedeira", explicam os pesquisadores.
 
A equipe notou que essa capacidade de flexibilidade permite que a proteína se ligue a alvos supressores tumorais muito mais agressivos.
 
A descoberta pode ajudar os cientistas a desenvolver moléculas pequenas como base para medicamentos, capazes de destruir tumores através da ligação e interrupção de grandes complexos que permitem que os componentes celulares das células cancerosas cresçam e se espalhem.

 

 
Fonte isaude.net

O futuro da saúde e da medicina

Por Carlos Vital Correa Lima, 1º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).
 
Desde 1998, as pesquisas de opinião encomendadas pelo Palácio do Planalto apontam a saúde como a área mais criticada pela população. Aos poucos, consolidou-se como o calcanhar de Aquiles das sucessivas gestões. O pico da insatisfação foi registrado na última pesquisa de avaliação de governo feita pelo Ibope, em parceria com o Instituto Trata Brasil, em 2012. Do total de entrevistados, 61% apontaram a saúde como o principal problema do país.
 
Diante desse quadro e na ânsia de simplificar a complexidade da assistência em saúde, o governo reduziu os problemas no acesso e na qualidade dos serviços à máxima de que "faltam médicos no país". Desde então, argumentos têm sido enfileirados para justificar a abertura de escolas médicas e de vagas nas já existentes.
 
Tais medidas têm gerado insegurança pelo impacto na qualidade da formação dos jovens médicos e pela exposição dos brasileiros a pessoas sem o devido preparo para o diagnóstico e a prescrição. Trata-se de um dilema de vida e de morte.
 
A opção do governo ignora propositalmente a tomada de decisões de caráter estruturante, como o aumento dos repasses para o setor, o aperfeiçoamento da gestão e a adoção de políticas de reconhecimento e valorização dos médicos e outros profi ssionais da saúde. De forma específi ca, essas lacunas comprometem o futuro do SUS.
 
Mas, o sistema público não morreu. Apesar das inúmeras complicações que o afetam, ainda é possível reverter este quadro. É fundamental a vontade política para que as mudanças não ocorram por interesses demagógicos ou midiáticos. Afinal, todos sabem que um médico, sozinho, por mais bem intencionado que seja, não terá condições plenas de tratar e salvar vidas.
 
É preciso entender a necessidade de ampliar o fi nanciamento da saúde no Brasil. Países com maior razão médico/habitante, como Alemanha, França, Espanha, Uruguai, Argentina e Inglaterra, contam com forte participação do Estado no financiamento. Ou seja, entende-se que essa relação entre o número de profi ssionais e o tamanho da população não é o bastante para garantir bom atendimento, sendo necessário também maior investimento para manter de pé os programas e as políticas assistenciais.
 
Do grupo de países com modelos de acesso universal, o Brasil é o que tem a menor participação do Estado em seu fi nanciamento. Esse percentual fica em 44%, pouco mais que a metade do que é investido pelo Reino Unido (84%), Suécia (81%) e França (78%). Até a vizinha Argentina investe mais (66%).
 
O reduzido investimento público em saúde no Brasil, incoerente com o sistema universal preconizado na Constituição, também faz com que as desigualdades na distribuição de médicos sejam amplificadas. Não existe falta generalizada de médicos. Há desequilíbrio na distribuição, com focos de escassez em determinadas localidades e no serviço público.
 
O país carece de uma política que qualifique a formação de novos médicos, buscando mais a qualidade do que a quantidade de profissionais. É preciso repensar o modelo em curso, em que critérios mínimos para a criação de escolas não são observados.
 
Para estimular a migração do médico a regiões menos favorecidas, o governo deve buscar a valorização direta desse profissional. Mais que a recomposição dos valores pagos, o país precisa de uma carreira de Estado para o médico. Esta é a única saída para garantir sua presença em zonas de difícil provimento.
 
Além de remuneração digna e coerente com a responsabilidade e o comprometimento exigidos, o gestor será obrigado a ofertar todo o suporte ao trabalho do médico: infraestrutura adequada, equipamentos, insumos e equipe multidisciplinar.
 
Tal contexto não é benefício apenas para o médico. Traz avanços para toda a comunidade. Defendemos mudanças estruturais no SUS, a começar pelo fim do subfinanciamento, aumento da presença do Estado e fortalecimento de políticas de recursos humanos com foco na valorização dos médicos e de outros profi ssionais de saúde. Somente assim será levado adiante o projeto de uma nação estável, justa e que reconhece o direito humano à saúde com qualidade.
 
Fonte isaude.net

Poucos pacientes com Alzheimer aderem ao tratamento que controla progressão da doença

A doença de Alzheimer (DA), tipo mais comum de demência, afeta 36 milhões de pessoas no mundo e cerca de 1,5 milhão de pessoas no Brasil.
 
Progressiva e degenerativa, a enfermidade representa de 50% a 70% das demências e apresenta três características principais: esquecimento ou problemas de memória, alterações no comportamento e perda de habilidades para as tarefas do dia a dia (dirigir, vestir-se, cozinhar).
 
Lamentavelmente, o diagnóstico de DA demora, em média, três anos. E apenas 20% dos pacientes diagnosticados aderem ao tratamento.
 
“O diagnóstico precoce, aliado ao tratamento medicamentoso e às terapias de apoio, é fundamental para melhorar a qualidade de vida do paciente e do cuidador, além de diminuir a velocidade de progressão da doença, que não tem cura, mas pode ser controlada”, explica o psiquiatra e psicogeriatra Tíbor Rilho Perroco. Ele é membro do Centro de Referência em Distúrbios Cognitivos (Ceredic) e do Programa Terceira Idade (Proter) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
 
“É importante os cuidadores procurarem médicos especialistas, como neurologistas, psiquiatras e geriatras, habilitados para realizar o diagnóstico da doença de Alzheimer, assim que aparecerem os primeiros sintomas”, frisa Perroco. “Quanto mais precoce for o diagnóstico, melhor será a resposta dos pacientes aos medicamentos e, assim, será mais lenta será a evolução da doença.”
 
Infelizmente, isso não é uma realidade no Brasil, onde a família da pessoa com Alzheimer demora a procurar um médico, ao achar que os esquecimentos são um sinal natural da idade.
 
Importante informar que a DA afeta primeiramente a memória recente, aquela que armazena as informações mais novas. Durante a evolução da enfermidade, é comum o acometimento da linguagem – habilidade de encontrar palavras, dar nome a objetos, lembrar-se de nome de parentes.
 
A DA tem basicamente três fases: a inicial, a moderada e a grave. Os sintomas mais frequentes entre a fase moderada e a grave são as alterações no comportamento e a perda da memória, em um ritmo mais acelerado.
 
“Embora não haja cura para a doença, alguns medicamentos podem melhorar a agitação do paciente e também diminuir a velocidade de progressão dos sintomas cognitivos, pois agem como neuroprotetores”, informa Perroco.
 
* Mais informações sobre Alzheimer: www.doencadealzheimer.com.br.
 
Fonte casasaudavel.com.br

Adolescentes obesas associam magreza à felicidade, revela estudo

É difícil ser cheinha, enquanto jovem, numa época em que se dita a magreza a todo o custo. Pelo menos, adolescentes que convivem com quilos extras acreditam que a felicidade está relacionada com a magreza.
 
Essa é a conclusão de um estudo da mestre em saúde pública, pela Universidade de São Paulo (USP), Dressiane Zanardi Pereira. A pesquisa, intitulada A representação social de um corpo magro por adolescentes obesas, foi base para a dissertação de mestrado de Dressiane, que defendeu o trabalho em maio deste ano.
 
No primeiro semestre de 2010, ela entrevistou individualmente 32 alunas participantes do Programa de Atividades ao Paciente Obeso (Papo), oferecido gratuitamente desde 1996 por uma equipe de profissionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
 
O Papo tem como objetivo envolver as adolescentes em práticas de atividade física, alimentação adequada e autoconhecimento. A meta final do programa é fazer com essas jovens percam peso.
 
A turma entrevistada pela pesquisadora era composta por garotas entre 13 e 16 anos, com condições sociais e físicas semelhantes. Essa triagem evitaria que alguma delas se sentisse excluída dentro da turma.
 
O questionário apresentado às garotas trazia três perguntas abertas. A primeira era “A que se deve o fato de você estar acima do peso?”. A maioria das respostas culpava maus hábitos alimentares e compulsão alimentar devido a emoções negativas.
 
“Muitas delas diziam que não tinham bons hábitos alimentares em casa e culpavam os pais por isso. É claro que os familiares têm parcela de responsabilidade, mas menos do que elas diziam. A maior responsabilidade é delas mesmas”, afirma Dressiane.
 
Vale frisar que meninas cujas famílias ajudaram nas mudanças de comportamento tiveram melhoras muito mais significativas do que aquelas que não tinham tanto apoio.
 
A segunda pergunta era “O que você espera com o programa Papo?”. Todas as garotas responderam que esperavam emagrecer. Muitas acrescentaram que pretendiam melhorar autoestima e a estética ou melhorar a saúde. “Algumas delas chegavam com doenças associadas à obesidade, como o colesterol alto. Por isso elas tinham consciência da questão médica”, explica Dressiane.
 
A terceira questão era “Se você for bem sucedida com o programa, se acontecerem as coisas que você espera, o que você acha que vai mudar na sua vida?”. A maior parte das respostas dizia que o sucesso no programa aumentaria a aceitação das pessoas, melhoraria a sociabilidade e acabaria com os preconceitos sofridos pela obesidade.
 
“Elas acreditavam que, com o emagrecimento, a vida delas melhoraria em vários aspectos. Era como se tudo mudasse num passe de mágica. Mas não é assim que as coisas acontecem”, diz a pesquisadora.
 
* Com informações da Agência USP de Notícias
 
Fonte casasaudavel.com.br

Transtornos alimentares podem atingir até 60% dos esportistas

Endocrinologistas e nutricionistas da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso) têm alertado para a relação entre a prática de atividades físicas e o risco do surgimento de transtornos alimentares em pessoas suscetíveis.
 
Pesquisas revelam que até 60% dos esportistas podem apresentar quadros de transtornos alimentares não especificados, caracterizados por sintomas parciais de distúrbios alimentares, bulimia e anorexia, entre outros problemas que atingem atletas e não-atletas.
 
No primeiro grupo, os transtornos apresentam maior correlação com a busca por melhores desempenhos. No segundo, aparecem relacionados ao controle de peso.
 
Em ambos os casos, a incidência varia de acordo com a modalidade esportiva praticada – há esportes em que o índice de transtornos é próximo de zero. Artigo da endocrinologista e diretora da Abeso Claudia Cozer e da nutricionista Fernanda Pisciolaro mostra que, entre os indivíduos com transtornos alimentares, o exercício físico exagerado desponta entre os principais métodos para perda de peso sem controle.
 
Fazem parte da rotina desse público treinos superiores a duas horas, obrigatoriedade em se exercitar (mesmo quando há indisposição) e compensações quando ocorre uma maior ingestão calórica. Entre aos atletas, a incidência de transtornos alimentares é maior, sobretudo em mulheres.
 
Os esportes que exigem rigoroso controle de peso por categoria (lutas e fisiculturismo), que expõem o corpo (ginásticas, nado sincronizado, patinação e balé) ou que trabalham com a resistência são os que apresentam maior número de participantes com transtornos.
 
Não raramente, esse quadro prejudica a qualidade de vida e desempenho do esportista. É importante, então, um trabalho de prevenção nos grupos de riscos e uma intervenção precoce assim que os distúrbios começarem a se desenvolver.
 
Fonte casasaudavel.com.br

Tratamento para apneia do sono melhora pressão arterial em homens

Pesquisa sugere que aplicação adequada da terapia também pode auxiliar na saúde de homens com diabetes tipo 2
 
Estudo realizado por pesquisadores da American Academy of Sleep Medicine sugere que, quando prescrito por médicos e utilizado de forma adequada pelos pacientes, o tratamento para apneia obstrutiva do sono pode reduzir a pressão arterial em homens com hipertensão.
 
"Todos os tipos de pacientes podem se beneficiar deste tratamento, mesmo aqueles com outras doenças crônicas", afirma o líder da pesquisa Bharati Prasad.
 
A pesquisa, publicada no Journal of Clinical Sleep Medicine, analisou a eficácia do tratamento de apneia sobre a pressão arterial alta e o controle do diabetes.
 
Os pesquisadores recrutaram cerca de 221 homens com pré-disposição à hipertensão ou diabetes tipo 2.
 
Os resultados mostraram que tanto a pressão arterial sistólica quanto a pressão diastólica diminuíram de forma considerável. De acordo com os pesquisadores, os benefícios foram notáveis tanto de 3 a 6 mesmo do início do tratamento, quanto entre os 9 e os 12 meses de acompanhamento.
 
Segundo os autores, este é o primeiro estudo a examinar a eficácia do tratamento da apneia obstrutiva do sono em relação à hipertensão e ao controle do diabetes na prática clínica.

 
Fonte isaude.net
Modelo mostra sutiã que é equipado com uma série de sensores
capazes de captar mudanças de temperatura no tecido mamário
Produto é equipado com sensores que detectam mudanças de temperatura no tecido mamário e acusam presença de células malignas

Cientistas da empresa norte-americana First Warning Systems desenvolveram um ' sutiã inteligente' capaz de diagnosticar o câncer de mama. Resultados de três ensaios clínicos mostram que o sistema não invasivo é muito mais sensível e eficaz do que a mamografia tradicional.

O produto é equipado com uma série de sensores capazes de captar mudanças de temperatura no tecido mamário e oferecer uma impressão digital que detecta a presença de células malignas.
 
As mulheres podem usá-lo por 12 horas para acumular uma leitura precisa da temperatura. A partir disso, são gerados quatro tipos de resultados: normal, benigno, suspeita de anormalidades do tecido mamário ou prováveis anormalidades do tecido mamário.
 
A ideia de usar a temperatura para diagnosticar a doença deriva do conhecimento de que os tumores precisam de nutrientes para crescer e acumular células. Assim, esse trabalho metabólico gera calor.
A empresa recrutou mais de 650 mulheres para testes preliminares que produziram resultados promissores, segundo os cientistas.
 
As análises demonstraram precisão média de 92,1% (porcentagem de classificação correta), sensibilidade média de 94,7% (casos positivos) e uma especificidade média de 91,1% (casos negativos).
 
Em comparação, a especificidade e sensibilidade da mamografia padrão são de cerca de 70% e a precisão da interpretação é sujeita à habilidade e capacidade do radiologista.
 
Uma pesquisa de mercado independente, com médicos e pacientes também foi concluída indicando que este é um sistema potencialmente atraente, que aborda a necessidade não atendida no campo da detecção do câncer de mama, mostrando anormalidades do tecido da mama de forma mais confiável e muito mais cedo do que outras modalidades de diagnóstico.
 
Apesar dos resultados positivos e promissores, os especialistas alertam que o produto precisa de mais estudos para que sua precisão seja comprovada.
 
 
Fonte isaude.net

Drogas podem ajudar a remover memórias traumáticas durante o sono

O estudo usa terapias de sono com apoio de drogas que bloqueiam proteinas em área ligadas ao medo no cérebro
 
A manipulação de memórias traumáticas durante o sono é a mais nova saída para tratar casos como Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), diminuindo a sensação de medo causado por estas memórias.
 
Atualmente, um dos tratamentos mais comuns para o TEPT requer que o paciente recorde o trauma original (como um acidente, por exemplo) no consultório psiquiatra. Com repetidas exposições seguras ao fato causador deste trauma, os pacientes podem realizar novas associações que reduzem o poder de ruídos altos, fogo, ou outras características que possam trazer de volta a memória do acidente.
 
De acordo com um dos responsáveis pela pesquisa, Asya Rolls, muitos pacientes que se submetem a este tipo de terapia têm recaídas. " Acreditamos que isto aconteça porque a técnica torna-se fortemente associada com o escritório do psiquiatra e não reflete o ambiente encontrado no dia a dia do paciente.
 
Como alternativa a esta abordagem, a equipe da Stanford University sugere que durante o sono estas lembranças podem ser manipular de forma muito mais definitiva, com ajuda de medicamentos.
 
No estudo, os ratos treinados para que temerem o cheiro de jasmim. Depois de várias baforadas de acetato de amilo seguidas de fracos choques elétricos nos pés, eles passaram a congelar (uma resposta clássica ao medo) ao sentir o cheiro do amilo.
 
Os ratos, então, foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo recebeu terapia de exposição convencional: foi exposto repetidamente ao amilo, desta vez sem tomar os choques elétricos. Os animais, em geral, conseguiram superar o medo do jasmim, mas quando retirados da gaiola onde havia sido realizada a terapia, muitos voltaram a apresentar os sintomas.

O segundo grupo recebeu um medicamento para bloquear a produção de proteína na amígdala basolateral, uma área do cérebro associada com o armazenamento de memórias do medo, antes de dormirem. Durante o sono os ratos foram expostos várias vezes ao jasmim, ao acordar, apresentaram menores reações de medo, mesmo em novos ambientes.
 
De acordo com os pesquisadores, síntese de proteínas usada na pesquisa ainda não seria segura para humanos, mas eles acreditam que os atuais medicamentos anti-ansiedade poderiam ter efeitos similares quando usado paralelamente com o sono baseado e terapias de exposição. " A idéia de que você pode realmente apagar memórias durante o sono, que você pode manipulá-las, é emocionante," completa Rolls.
 
Fonte isaude.net

Mais de 30% das mulheres terão osteoporose após a menopausa, diz estudo da Abrasso

São Paulo – Uma em cada três brasileiras vai desenvolver osteoporose, doença que enfraquece os ossos, após a menopausa, aponta estudo da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). Apesar do alto percentual entre a população feminina, apenas 39% das mulheres com mais de 45 anos já fizeram algum exame para detectar a doença.
 
Para reforçar a necessidade de prevenção e do diagnóstico precoce, a associação promoveu ontem (20), no Dia Mundial de Combate à Osteoporose, a campanha nacional Seja Firme Forte.
 
A costureira Maria Bueno Dedin, de 69 anos, descobriu a doença há apenas cinco anos, quando fez a primeira densitometria óssea. “Descobri em um exame de rotina. Nunca senti nenhuma dor que indicasse a doença. Agora faço o exame todo ano para acompanhar”, disse. Com tratamento à base de remédios, ela conseguiu estabilizar a perda de massa óssea que caracteriza a osteoporose. Assim como a costureira, cerca de 50% das mulheres fazem o exame tardiamente, somente entre 51 e 60 anos, quando o ideal seria logo após o início da menopausa, aponta a associação.
 
Maria Bueno passou pela Estação Liberdade do metrô, na manhã de sexta-feira (19), onde a equipe da campanha distribuía cartilhas e orientava a população sobre medidas de prevenção à osteoporose. Ações como esta serão feitas pela Abrasso até hoje (21) em pontos de grande circulação da capital paulista, como estações de metrô e parques públicos.
 
Cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem com o problema, de acordo com a associação. As cartilhas também serão distribuídas em Minas Gerais, no Paraná, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
 
Nas atividades também haverá o cadastramento de mulheres com mais de 65 anos que nunca tenham feito uma densitometria óssea, exame que mede a densidade mineral óssea e a compara com padrões para idade e sexo . Elas poderão fazer o exame gratuitamente na clínica médica Casa Branca, que integra a campanha na capital paulista.
 
Até 3 mil mulheres paulistas, durante os meses de novembro a janeiro, devem ser atendidas pela iniciativa. “Nessa faixa etária ainda existem muitas mulheres que não fizeram o exame”, disse Vinícius Finardi, coordenador de atendimento ao cliente da clínica.
 
Levantamento feito pela Abrasso mostra que dos 1.717 equipamentos para o exame em funcionamento atualmente, apenas 367 estão no Sistema Único de Saúde (SUS). Também há grande disparidade do ponto de vista regional, já que a maior parte dos aparelhos, 1.222 do total, está localizada nas regiões Sul e Sudeste.
 
Entre a população masculina com mais de 65 anos, a frequência da osteoporose é apenas 10%. A proporção é dez mulheres para cada homem com a doença. Eles, no entanto, também não devem descuidar das medidas de prevenção, alerta a associação. O aposentado João Rodrigues, de 82 anos, por exemplo, nunca fez um exame para verificar a saúde dos ossos. “Eu nunca senti nada e o médico também nunca pediu”, disse.
 
Rodrigues acredita que se protege da doença ao consumir dois copos de leite por dia. Mas a quantidade necessária de consumo de leite e derivados, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é maior: tem que ser pelo menos três porções diárias. A pesquisa da Abrasso, que entrevistou 2 mil brasileiras, mostra que o engano é cometido por seis em cada dez mulheres. Elas acham que apenas um copo de leite por dia é suficiente para prevenir a osteoporose.
 
A Abrasso aponta que 90% das mulheres não consomem a quantidade de cálcio recomendada. A prevenção deve começar na infância, por meio de uma alimentação equilibrada e rica em cálcio, presente, principalmente, em leite e derivados. Por ser uma doença que não causa dor, muitas vezes o diagnóstico é feito somente após a primeira fratura, provocada pela fragilidade dos ossos.
 
A estudante universitária Hellen da Silva Sabo, de 19 anos, ainda deverá atingir o seu pico de massa óssea, que ocorre por volta dos 30 anos, mas ela sabe que são as atitudes assumidas agora que irão garantir a saúde de sua estrutura óssea no futuro. “Sempre gostei muito de leite, sempre como alimentos que possuem proteína, cálcio”, diz. Além da alimentação, a estudante pratica atividade física regularmente.
 
Fonte Agência Brasil

Sindicato dos Médicos de SP promove ação no Ibirapuera para suscitar debate sobre SUS

São Paulo – Pessoas que passaram ontem(20) pelo Parque Ibirapuera, em São Paulo, puderam aferir gratuitamente sua pressão arterial e medir a glicemia.
 
A ação foi parte de um protesto promovido pelo Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) para pedir melhorias no Sistema Único de Saúde (SUS) de São Paulo. A intenção do sindicato é provocar um debate sobre a situação atual do SUS.
 
“Nossa intenção é chamar a atenção da população do estado de São Paulo para as péssimas condições que o Sistema Único de Saúde nos oferece. Não somente aos profissionais de saúde como também à população.
 
Queremos mostrar que o profissional de saúde é desvalorizado porque trabalha em péssimas condições, não recebe salário necessário e, sobretudo, não consegue dar qualidade ao atendimento à população do estado”, disse José Erivaldo Guimarães, diretor do sindicato e da Federação Nacional dos Médicos.
 
O supervisor de projetos Alexandre Madeira, aproveitou a visita que fez ao parque com o filho para medir sua pressão e glicemia. “Resolvi parar e fazer. Está tudo bem, graças a Deus”, disse. Para ele, o sistema de saúde é precário no país. “Acho que é péssimo. O cidadão não é tratado com dignidade. É preciso ter o investimento certo e não ter tanta corrupção [para melhorar o sistema]”, disse.
 
Fonte Agência Brasil