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domingo, 17 de maio de 2015

Um quarto dos brasileiros que moram nas capitais sofre de hipertensão

O alto consumo de sódio está associado a uma elevação
na quantidade de hipertensos.
Ministério da Saúde divulga pesquisa Vigitel junto com resultados que mostram redução de sódio em alimentos processados
 
Rio - Praticamente um quarto dos brasileiros sofre de hipertensão. Eles são 24,8% da população, segundo dados da pesquisa “Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico” (Vigitel, de 2014), divulgados nesta terça-feira pelo Ministériio da Saúde. De acordo com o órgão, a informação mostra estabilidade nesse quadro, uma vez que, na mesma pesquisa de 2013, o Brasil tinha 24,1% de pessoas com hipertensão.
 
O Vigitel é uma consulta feita pelo telefone com moradores das capitais de todos os estados. A pesquisa mostra que a hipertensão atinge 26,8% das mulheres e 22,5% dos homens. Palmas é capital com menor porcentagem de hipertensos no país (15,2%), enquanto Porto Alegre tem a situação mais crítica, com 29,2% de seus moradores atingidos pelo problema. Mais informações serão divulgadas numa coletiva nesta terça em Brasília.
 
A pesquisa foi divulgada juntamente com dados que mostram um esforço do governo federal para reduzir a quantidade de sódio em alimentos processados. O alto consumo de sódio está associado a uma elevação na quantidade de hipertensos. Segundo o Ministério da Saúde, bolos, salgadinhos, batata frita e biscoitos, produtos que fazem parte do cardápio da maioria das crianças e dos adolescentes, perderam até 10% da quantidade de sódio em suas composições, após acordo da pasta com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia).
 
Estes dados mostram os resultados da segunda etapa do Plano Nacional de Redução de Sódio em Alimentos Processados. Segundo o ministério, o objetivo é reduzir mais de 28 mil toneladas de sódio de vários produtos até 2020.
 
Somando-se os dois primeiros termos de compromisso firmados com a Abia, foram eliminadas das prateleiras dos supermercados 5.320 toneladas de sódio até 2012 e outras 7.452 toneladas até o final de 2014. Nesta segunda etapa, foram analisados produtos como batata frita, salgadinho, bolos recheados, bolos sem recheio, rocambole, mistura para bolo aerado, mistura pala bolo cremoso, maionese, biscoito salgado, biscoito doce e biscoito doce recheado.
 
Mas, o refrigerante, por exemplo, produto com índice de sódio considerável se comparado à porção ideal de consumo diário, não esteve em nenhuma das duas fases. As bebidas dietéticas, aliás, têm ainda mais sódio do que as normais.
 
O Ministério da Saúde informou que 95% dos produtos analisados tiveram redução de até 10% no valor máximo de sal de seus produtos. Foram analisados 839 produtos de 69 de empresas associadas à Abia. Segundo dados do monitoramento, feito em 2014, a meta foi alcançada por 83% dos bolos prontos com recheio, 96,2% das misturas para bolo aerado, 89,7% do salgadinho de molho, 68% da batata palha e batata frita e 77,8% do biscoito doce recheado.
 
O Ministério da Saúde explicou que a redução do teor de sódio, até 2020, teria impacto direto nos gastos do Sistema Único de Saúde e na saúde dos brasileiros, garantindo redução de 15% dos óbitos por AVC e 10% dos óbitos por infarto. Além disso, 1,5 milhão de pessoas ficariam livres de medicação e teriam um aumento de 4 anos na expectativa de vida para os hipertensos.
 
A questão preocupante é que segundo dados do Vigitel de 2013, semelhantes ao do ano passado, 48,6% dos brasileiros haviam avaliado como médio seu nível de consumo diário de sódio.
 
Mas, o consumo médio diário de quase 12 gramas de sal por pessoa ainda é considerado alto. Para se ter uma ideia, essa quantidade é duas vezes maior do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS): no máximo, dois gramas diários de sódio (o equivalente a cinco gramas de sal).

O Globo

Países precisam fazer investimento bilionário para combater ameaça das superbactérias

Relatório liderado pelo economista Jim O’Neill urge governos e indústria a produzir nova classe de antibióticos
 
Rio - O’Neill foi indicado pelo premiê britânico, David Cameron, para criar um plano de combate ao problema. Segundo a proposta, é preciso criar um fundo para investir US$ 2 bilhões nos próximos cinco anos para estimular a indústria farmacêutica a desenvolver uma nova classe de antibióticos capaz de eliminar as superbactérias. Mas os custos totais dessa política podem chegar a US$ 37 bilhões ao longo de dez anos, segundo o relatório elaborado pela equipe do economista.
 
As superbactérias são uma reação evolucionária ao uso exagerado de antibióticos pelas pessoas. Com o tempo, microorganismos que provocam doenças desenvolveram resistência a esses medicamentos.
 
Segundo pesquisas científicas, até 2050 esses micróbios podem matar até 10 milhões de pessoas por ano, a um custo calculado de US$ 100 trilhões em perdas econômicas.
 
Segundo O´Neill, um aporte financeiro agora atrairia o interesse das empresas de medicamentos para esse tipo de pesquisa. O mercado, atualmente, investe pouco no combate às superbactérias porque ainda não há demanda para esse tipo de droga. O dinheiro proposto seria enviado a centros de pesquisa e universidades de ponta, para criar novas drogas e formas de diagnosticar doenças.
 
“Nós precisamos relançar o desenvolvimento de drogas para nos certificarmos de que o mundo tem os medicamentos de que necessita, para tratar infecções e para permitir que a medicina moderna e a cirurgia continuem como conhecemos”, disse O'Neill.
 
Uma área promissora de pesquisa diz respeito aos chamado “quebradores de resistência”, compostos que funcionam para aumentar a eficácia dos antibióticos existentes - uma abordagem muito menos custosa do que tentar descobrir drogas inteiramente novas.
 
Helperby Therapeutics, uma empresa fundada pelo professor Anthony Coates da Universidade de Londres, criou um disjuntor de resistência que age contra a superbactéria MRSA.
 
O composto, conhecido como HT61, em breve entrará em ensaios clínicos na Índia, onde está sendo desenvolvido sob licença pela Cadila Pharmaceuticals Índia.
 
A equipe de revisão disse que este tipo de pesquisa poderia se beneficiar do fundo de inovação e poderia ser a chave para fazer as drogas existentes durarem mais tempo.
 
O'Neill disse que as grandes empresas farmacêuticas devem pagar para o fundo e olhar para além de avaliações de curto prazo de ganhos e perdas.
 
O Globo

Programa abre mais de 200 vagas para atendimento de pessoas com depressão

Psicóloga iniciou o projeto há 18 anos e hoje conta com a participação de 27 profissionais em bairros do Rio
 
Rio - “Muitas pessoas chegam no consultório e falam: ‘Não sou a mesma pessoa’. Esse é um indício eficaz”, alerta a psicóloga Fátima Marques, responsável técnica do Programa de Combate à Depressão, que abre, a partir da próxima segunda-feira, dia 18, 240 vagas para atendimento de pessoas portadoras de depressão e/ou ansiedade. O projeto, que receberá inscrições até o dia 21 deste mês, das 9h às 16h, acontece nos bairros de Jacarepaguá, Tijuca, Vila Valqueire, Méier e Madureira.

Há 18 anos em atividade, o programa segue normas técnicas e protocolos atualizados por Harvard, com padrões diagnósticos e abordagens terapêuticas atualizadas, baseadas e referendadas no US Department of Health and Human Services e do National Institute of Mental Health’s Depression Awareness, Recognition and Treatment Program. A equipe, formada atualmente por 27 profissionais, conta com psicólogos e psicoterapeutas especialistas e é coordenado por Fátima, presidente em exercício do Núcleo Convivências.

— Existe muita dúvida sobre o fato de a depressão não ser algo palpável. Existem exames clínicos que apontam, mas não determinam a doença — diz. — Não é algo como uma ferida, que a pessoa olha e vê o problema.

Segundo a especialista, a própria pessoa deprimida classifica o que tem como uma “preguicinha”, por uma falta de informação e ausência de um mecanismo que avalie de forma objetiva o que está causando a mudança de comportamento. O próprio termo “procurar ajuda” já vem carregado de preconceito, como avalia Fátima, já que o indivíduo acaba entendendo aquilo como um fracasso e uma impotência, aumentando o estado deprimido.

— Um exemplo engraçado que eu costumo dar é: Você tem testa, né? Você tem sobrancelha. Disso você sabe. Mas se tiver alguma coisa suja na sobrancelha ou na testa você não tem condição de saber até que alguém diga — esclarece a psicóloga. — Assim acontece no consultório. O profissional diz se algo que você tem não está em conformidade. E isso não é um fracasso, está no dia a dia. Se você vai pentear o seu cabelo sem espelho e ficar com um cabelo esquisito, não vai saber até alguém falar.

O Programa de Combate à Depressão não é gratuito, já que exerce o valor mínimo para o exercício do profissional, contidos na tabela do respectivo Conselho Regional de Psicologia. Existe a cobrança, mas que é negociada quanto à capacidade de competência financeira do cliente e do perfil de cada profissional. A ideia do projeto veio de Fátima pela observação ao longo de sua carreira de que muitos pacientes largavam o tratamento pelo dinheiro. Começou, então, a abrir o seu consultório para pessoas que não conseguiam pagar uma quantia alta. Mas a demanda foi ficando cada vez maior e a psicóloga sozinha não conseguia atender a todos. Assim, convidou colegas de profissão para começar o programa.

O atendimento pode ser individual, em grupo ou ambos, de acordo com a demanda específica de cada caso, avaliado individualmente no processo de triagem. Ao passo que a depressão tem um difícil diagnóstico, é grave e a sua incidência está aumentando assustadoramente na população, Fátima alerta que a primeira coisa que as pessoas podem fazer é romper com o preconceito e entender que quando é possível perceber o sofrimento das coisas mais simples, um desgaste excessivo para tarefas cotidianas, é necessário se dirigir a um profissional que vai avaliar a condição adequadamente.
 
De acordo com o Datasus e a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se em 2 milhões a cada ano o número de casos novos de depressão no mundo. Assim, até 2020, a depressão será o principal distúrbio mental e de comportamento a atingir a população.

As inscrições para o programa deverão ser efetuadas através do telefone (21) 2445-6061.

Aperto de mão pode medir risco cardíaco, diz estudo

A força do aperto de mãos de cerca de 140 mil pessoas de 35 a 70 anos, em 17 países diferentes, foi medida por um dispositivo especial, o identificador de dinamômetro
 
A força ou suavidade de um aperto de mão pode indicar o risco de ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral segundo estudo publicado na quinta-feira (17/05) pela revista médica britânica The Lancet. "A força do aperto de mão pode ser um teste barato e fácil para avaliar o risco de morte e risco de doença cardiovascular", afirmou o pesquisador Darryl Leong, da Universidade McMaster, no Canadá, que coordenou o estudo.

Como parte de um estudo epidemiológico em larga escala, com a participação de cerca de 140 mil pessoas de 35 a 70 anos, em 17 países diferentes, a força do aperto de mãos dos participantes foi medida por um dispositivo especial, o identificador de dinamômetro.

Durante o acompanhamento dessas pessoas ao longo de um período de quatro anos, os pesquisadores analisaram a correlação entre a força da mão e a saúde dos indivíduos em termos de ocorrência de várias doenças, como diabetes, câncer, doenças cardiovasculares e morte prematura. O resultado mostra uma forte correlação entre o aperto de mão fraco e o risco de morte por todas as causas.

De acordo com os cálculos dos cientistas, um decréscimo de 5 quilos na força do aperto de mão está associado a 16% mais chances de morrer prematuramente por todas as causas. Esta mesma queda de 5 quilos na força da mão está associada a um risco aumentado de 7% de sofrer um ataque do coração, e 9% de ter um acidente vascular cerebral (AVC).

O teste da resistência da força da mão é um "indicador mais confiável" do que a pressão arterial sistólica para prever a morte prematura, segundo a Lancet.

A correlação funciona mesmo depois de levar em conta fatores de risco tradicionais, como idade, consumo de tabaco ou álcool. "A força de preensão é um indicador poderoso e simples de uma doença futura, de morbidade e de mortalidade", estimaram em um comentário dois especialistas britânicos, Aihie Avan Sayer (University of Southampton) e Thomas Kirkwood (University of Newcastle). "A ideia não é nova (...) Mas a perda de força de preensão pode ser um bom marcador de envelhecimento, talvez devido à escassez de doenças musculares que afetam essa função ", ainda de acordo com os especialistas.
 
AFP

Confundido com olheiras, siringoma provoca o crescimento anormal das glândulas sudoríparas

Foto: Reprodução da Internet
Doença ainda é pouco conhecida, não tem grandes repercussões além do incômodo estético
 
Uma doença dermatológica pouco conhecida entrou em foco recentemente, o siringoma. O problema estético se tornou tema de interesse quando uma participante de um reality show apareceu na tevê com olheiras grandes e que marcavam muito o rosto.
 
Alguns especialistas acreditam que a jovem sofra do problema, o que, segundo eles, ajuda a divulgar a doença ainda pouco conhecida. “Muitas pessoas podem ter esse problema e não saberem. Acham que é olheira e não procuram o tratamento adequado”, explica o dermatologista Abdo Salomão Júnior.

O siringoma é um crescimento anormal das glândulas sudoríparas que cria ondulações e manchas na região do rosto. Essas marcas podem ser confundidas com olheiras e rugas. O especialista explica que o problema acontece quando as células das glândulas responsáveis pela produção do suor começam a se multiplicar desordenamente, criando um tumor benigno. Por causa desse crescimento, ela se calcifica e perde a função de secreção. O processo não traz riscos sérios à saúde, mas esteticamente pode incomodar bastante. 
 
Saúde Plena

Pílula anticoncepcional completa 55 anos com avanços e poucos riscos à saúde

Apesar do risco pequeno, situações como histórico de trombose na família devem ser investigadas antes de usar a pílula anticoncepcional
 
Priscila Capovilla cursava a faculdade e tinha 20 anos quando ficou grávida da filha. A gestação não foi planejada. Por isso, pouco tempo depois do parto a jovem decidiu que não passaria por uma situação como aquela novamente e começou a tomar a pílula anticoncepcional. Após 20 anos, a analista de tecnologia da informação é uma entusiasta do método contraceptivo e garante que manterá o uso até que o desejo de ter um outro filho apareça.
 
“Tive minha filha, mas acabei não ficando com o pai dela. Penso em ter mais filhos se me casar e tiver alguém para criá-lo comigo. Gostaria de ter pelo menos mais um filho”, disse Priscila. “Acho ótima a possibilidade de planejar. A gente fica mais segura. Uma gravidez indesejada pode complicar muito a vida de uma pessoa.”, acrescentou.
 
A professora Carla Simone Castro, 41 anos, também fez uso da pílula anticoncepcional, mas tem uma história bem diferente para contar. Após seis meses utilizando a medicação, recomendada por uma ginecologista, ela sentiu fortes dores de cabeça seguidas de três acidentes vasculares cerebrais. Como sequela, Carla ficou 60 dias cega, 45 dias sem o movimento dos braços e pernas e com a fala comprometida.
 
“Nunca tinha usado anticoncepcional. A médica me indicou para diminuir as cólicas. Conversei muito sobre o risco de trombose que continha na bula, mas ela garantiu que, em 20 anos, não teve conhecimento de nenhum caso”, explicou. Carla enfrentou 67 dias de internação, sendo sete em uma unidade de terapia intensiva. Hoje, menos de um ano depois, ela precisa tomar remédio anticoagulante e tem fístulas no cérebro que podem se romper a qualquer momento.
 
Casos como o da professora, com mutação genética e um risco aumentado para trombose, são raros, segundo a presidente da Comissão Nacional de Anticoncepção da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, Marta Finotti. Ao comentar os 55 anos do surgimento da pílula anticoncepcional, completados esta semana, ela lembrou que o medicamento evoluiu muito e que os riscos para as pacientes já foram bem maiores.
 
“Tivemos grandes mudanças, com uma redução significativa das doses dos componentes, principalmente do estrogêneo. Atualmente, temos uma grande variedade de pílulas, desde as hormonais combinadas, com estrogêneo e progesterona, às pílulas só com progesterona e com estrogêneo natural no lugar do sintético. São avanços muito significativos na redução dos efeitos adversos".
 
Para a ginecologista e integrante da Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo, Cristina Benetti, a entrada da pílula anticoncepcional no mercado possibilitou às mulheres maior dedicação à vida profissional, liberdade de escolha e mudanças nos hábitos sexuais. Ela ressaltou, entretanto, a importância da orientação médica especializada e de se fazer um histórico clínico cuidadoso de cada paciente antes de prescrever o medicamento.
 
“Olhamos o histórico familiar, hábitos como tabagismo, características de obesidade, doenças associadas como hipertensão, diabetes e síndrome metabólica. Com esse histórico clínico, temos condição de avaliar se a paciente tem alguma contraindicação para a pílula. Não é necessário exames complementares para rastrear predisposição à trombofilia. Não é custo efetivo e não é clinicamente viável.”
 
A gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Maria Eugênia Cury, esclareceu que, como a pílula anticoncepcional tem como base hormônios com certo tipo de risco, o medicamento é do tipo tarja vermelha e não tem venda livre no Brasil.
 
"Para que a mulher possa ter acesso aos anticoncepcionais, é preciso passar por avaliação do médico, afirmou. "O papel da Anvisa é registrar o produto e fazer a análise. E a gente monitora. Temos um sistema para receber notificações de eventos adversos e informartivos e alertas com informações sobre anticoncepcionais".
 
Socióloga e assessora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Jolúzia Batista também avaliou a pílula como uma espécie de revolução no comportamento feminino, sobretudo ao propor a alternativa de relações sexuais livres, sem a imposição de um relacionamento ou de um casamento.
 
“Mesmo assim, 55 anos depois, ainda existe uma parcela de mulheres, a maioria da periferia e com baixa escolaridade, que não tem acesso à informação e nem ao anticoncepcional. Conhecemos mulheres que acham que o uso da pílula não deve ser continuado e que só tomam, por exemplo, no dia em que vão ter relação sexual. Há um longo caminho a percorrer para que a pílula consiga cumprir o papel a que se propôs de contraceptivo”, concluiu.
 
Agência Brasil