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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

As melhores opções para aparelhos ortodônticos

Foto: Reprodução
Existem várias formas de endireitar dentes de adultos
 
Quando você pensa em aparelhos, a primeira ideia que vem a cabeça é de um adolescente típico com um sorriso metálico. Mas esse procedimento não é só para crianças. De fato, aparelhos adultos estão ficando cada vez mais populares agora que inovações como aparelhos transparentes e invisíveis estão disponíveis. Eles permitem que você endireite seus dentes sem uma boca cheia de metal.
 
Por que usar aparelho?
 
Pessoas decidem colocar aparelhos em seus filhos, ou neles mesmos, por muitas razões:
 
- Dentes tortos ou desalinhados podem interferir em uma mordida saudável e podem causar desgaste excessivo nos dentes e problemas de mandíbula
 
- Uma boca pequena pode causar sobreposição de dentes, enquanto uma boca maior pode causar espaços entre eles
 
- Muitas pessoas simplesmente não gostam de olhar para seus sorrisos e prefeririam ter dentes mais retos e alinhados
 
Opções
Quando visitar seu ortodontista pergunte sobre as várias opções que existem para endireitar dentes de adultos. Você pode achar um método que se adapte ao seu estilo de vida, quer seja escolhendo um aparelho tradicional ou um aparelho removível.
 
Você pode usar aparelhos removíveis durante o dia e à noite, removendo-o quando necessário para reuniões de negócios ou ocasiões especiais. Se decidir usar um aparelho removível seu ortodontista fará um molde dos seus dentes e criará uma peça transparente especializada que encaixe na sua boca. Essas peças são removíveis, o que é ideal para quem trabalha com o público.
 
Outras opções incluem aparelhos transparentes, que seu ortodontista vai instalar como um aparelho tradicional, diretamente em seus dentes. Esses aparelhos são menos visíveis que os bráquetes metálicos, pois são totalmente transparentes. Fale com seu ortodontista sobre a opção melhor para você.
 
Eduque-se
Se não tem certeza que precisa de aparelho - ou como os aparelhos vão endireitar seus dentes - você pode informar-se aqui: diferentes tratamentos ortodônticos. Descubra as opções que existem para adultos, como cuidar dos dentes quando estiver com o aparelho e como manter o sorriso alinhado quando tirar o aparelho.
 
Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2014 Colgate-Palmolive.
 
Minha Vida

Carnaval: Saúde vai distribuir mais de 100 milhões de camisinhas

Thinkstock
Atualmente, 340 mil pessoas estão em tratamento contra
DST/s e Aids em todo o País
Ministério da Saúde lançou campanha de prevenção contra HIV e Aids nesta terça-feira (25)
 
O Governo Federal informou que irá distribuir 104 milhões de preservativos para os foliões neste Carnaval. Essa primeira remessa deverá ser entregue até fim de março. A ação faz parte da campanha de prevenção às DST (doenças sexualmente transmissíveis) e Aids lançada pelo Ministério da Saúde na manhã desta terça-feira (25).

Com o slogan “Se tem festa, festaço ou festinha, tem que ter camisinha”, o objetivo da mobilização é alertar para a prevenção nos momentos de diversão.
 
De acordo com o ministro Arthur Chioro, onde houver “aglomeração” haverá distribuição de camisinhas, além de cartilhas informativas. Além disso, os municípios serão responsáveis por oferecer testes rápidos gratuitos de detecção do HIV.
 
— O governo ainda lida com muito tabu. A intenção é naturalizar e facilitar o acesso de todas as faixas etárias. Se festar, tem que usar a camisinha. A ideia da campanha é mostrar que em qualquer circunstância, nas diferentes formas de comemoração social ou de vida, é necessário se preservar.

ThinkstockNão há estigmas, mas é necessário trabalhar em conjunto da sociedade a ideia da prevenção. Sem perder a ideia da prevenção e diagnóstico precoce.
 
De acordo com Chioro, para “enfrentar o HIV, a Aids e as hepatites”, a população precisa “ter postura ativa de prevenção, de lidar com seu corpo, com sua vida, de maneira mais solidária”.  
 
HIV no Brasil
Atualmente, 340 mil pessoas estão em tratamento para DSTs e Aids em todo o País, segundo dados do governo. Cerca de 150 mil brasileiros são portadores do HIV e não sabem que têm o vírus.
 
O secretário de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, informou que o Sudeste é a região em que há mais casos de HIV.
 
—Mas vem em processo de redução. Em termos de prevalência, tem chamado atenção a região Sul. Estão sendo feitas ações inovadoras para buscar reduzir com mais velocidade.
 
R7

A cada ano, 1 milhão de bebês morrem nas primeiras 24 horas de vida

Ted Aljibe/AFP
Segundo o relatório, 2,9 milhões de bebês morreram nos 28 dias
 que se seguiram ao seu nascimento em 2012
ONG estima que 40 milhões de mulheres dão à luz por ano mundo sem ajuda
 
Um milhão de bebês morrem a cada ano antes das primeiras 24 horas de vida, afirmou nesta terça-feira (25) a organização Save the Children, que considera o essencial o papel das parteiras para reduzir este número.
 
Embora a mortalidade infantil antes dos cinco anos tenha caído à metade desde 1990 (6,6 milhões, contra 12,6 milhões), a ONG lamenta a "pouca atenção prestada à luta contra os riscos mortais que os neonatos enfrentam quando são mais vulneráveis: no nascimento e no primeiro mês de sua vida".
 
Segundo o relatório, 2,9 milhões de bebês morreram nos 28 dias que se seguiram ao seu nascimento em 2012, dos quais 1 milhão não viveu mais de 24 horas.
 
Estas mortes se deveram, sobretudo, aos nascimentos prematuros, às complicações no parto e às infecções, segundo a ONG, que estima que cerca de metade das mortes poderiam ter sido evitadas se cada mãe e recém-nascido tivessem tido acesso a atendimento qualificado.
 
Dos seis países latino-americanos mencionados no estudo, o Haiti é onde um recém-nascido corre mais risco de morrer, seguido por Bolívia, Guatemala, Brasil, Peru e México.
 
"Esta situação deplorável é inaceitável", afirma a organização, notando que, "em muitos casos, intervenções menores, mas cruciais podem salvar vidas em risco".
 
A Save The Children estima que 40 milhões de mulheres dão à luz a cada ano no mundo "sem a ajuda de uma parteira ou agente de saúde formado e equipado para salvar a vida da criança e da mãe".
 
A organização fez um apelo aos governos, para que garantam que "antes de 2025 agentes de saúde formados e equipados ajudem em cada parto".
 
"Se não começarmos a agir, urgentemente, contra a mortalidade dos neonatos, corremos seriamente o risco de frear o progresso na redução da mortalidade infantil e de não cumprir com nosso objetivo: ser a geração que acaba com as mortes evitáveis de crianças", advertiu o relatório.

AFP / R7

Adote 10 atitudes que combatem a ansiedade

Ansiedade prejudica vida pessoal e profissional, diz psicóloga
Psicóloga dá dicas de como driblar o estresse do trabalho e do trânsito
 
Bom dia! Hoje é quarta-feira e você já está ansioso para o fim da semana? Não vê a hora de chegar sexta-feira para colocar as malas no carro e pegar a estrada? Está cansado de tantas cobranças do chefe e tem vontade de jogar tudo para cima para pular o Carnaval? Calma! Antes de fazer qualquer loucura impulsionado pela ansiedade, siga as 10 dicas da psicóloga Márcia Merquior, do Vita Check-Up Center.  
 
Segundo a especialista, além de atrapalhar a vida pessoal e profissional, a ansiedade também minimiza a concentração em tarefas importantes e planejamentos de longo prazo. Então, adote as atitudes a seguir.
 
1 — Respire fundo sempre que se sentir mais nervoso. Se possível, dez vezes: inspire profundamente e expire o mais lentamente que puder.
 
2 — Se o trânsito estiver ruim, ligue o rádio ou ponha para tocar suas músicas prediletas.
 
3 — Se for atingido pela raiva de alguém, não responda de imediato. Respire e pense nos seus sentimentos e atos. Se for algo que você fez, peça desculpas, se não, diga que é melhor conversarem em outra hora, quando todos estiverem mais calmos. Não caia na armadilha do “bate-boca”.
 
4 — Procure a delicadeza e a gentileza em suas relações no trabalho e em casa. O respeito ao outro, ao seu modo de ser, por mais diferente que seja, prepara o terreno para que você também seja respeitado.
 
5 — Adote uma forma de comunicação sem palavras agressivas. Uma fala mansa e alegre gera um ambiente de convivência mais pacífico, harmônico e confortável para todos, inclusive você.
 
6 — Invista em alguma atividade física aeróbica, pelo menos três vezes por semana, por no mínimo meia hora. Além de melhorar a autoestima, relaxa e alivia as tensões. E caminhe, sempre que for possível. Vida é movimento!
 
7 — Pratique alongamentos corporais, pelo menos duas vezes ao dia: estique as pernas e os pés, levante os braços e as mãos, estique e alongue o tronco, deixando-o cair o máximo que puder à frente do corpo. Faça isso pelo menos sete vezes. Ah! E os movimentos devem ser lentos, jamais acelerados para acabar logo.
 
8 — Tire um intervalo para o almoço de pelo menos 30, 40 minutos. Coma bem, mas levemente, e não engula a comida. Mastigue o mais devagar que puder, procurando saborear os alimentos. Depois, tente caminhar um pouquinho, dez minutos que sejam, pois já ajudam na digestão e um pouco mais no relaxamento do corpo e da alma.
 
9 — Adote algum hobby no seu dia a dia. Fazer pequenas coisas prazerosas fortalece a autoestima e fornece a deliciosa sensação de que também temos direitos e não apenas deveres!
 
10 — Cuide de si mesmo como a pessoa a quem mais se ama. Mas não se trata de individualismo ou exibicionismo. É cuidado mesmo, com sua saúde, com sua aparência, com sua proteção, com aquilo que lhe é importante. Não corra riscos desnecessários, só os que realmente valerem a pena, mas com cautela. Tenha limites, preserve-se dos excessos de todo o tipo. 
 
R7

Taxa de crianças obesas cai 43% em oito anos nos EUA, diz estudo

Michelle Obmama participa de uma aula de ioga para crianças para promover sua campanha 'Let's Move', de incentivo ao exercício físico (Foto:  AP Photo/Joel Auerbach)
Foto: AP Photo/Joel Auerbach           Michelle Obmama participa
de uma aula de ioga para crianças  para promover sua campanha
 'Let's Move', de incentivo ao exercício físico
Queda ocorreu entre crianças com idades entre dois e cinco anos. Em outras faixas etárias, a taxa de obesidade permaneceu estável
 
A obesidade entre crianças de 2 a 5 anos nos Estados Unidos caiu 43% em oito anos, revela uma pesquisa publicada nesta terça-feira (25), mas o problema ainda afeta um terço dos adultos e 17% das crianças com mais de cinco anos e adolescentes.
 
A taxa de obesidade entre as diferentes faixas etárias do país se manteve estável na última década, mas no caso de crianças com idade entre 2 e 5 anos, houve uma queda considerável, passando de 14% no período 2003-2004 para cerca de 8% em 2011-2012, segundo pesquisa publicada pela Revista da Associação Médica Americana ("Jama", na sigla em inglês).
 
Outros estudos do Centro para o Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC) revelam uma redução da obesidade entre crianças de 2 a 4 anos de famílias mais pobres que participam dos programas federais de nutrição, informou o diretor do CDC, Tom Frieden.
 
As razões precisas dessa redução da obesidade ainda não estão claras, mas podem ser relacionadas a melhoria da nutrição e a programas de educação física nas creches.
 
As estatísticas do CDC também revelam uma queda no consumo de bebidas com açúcar entre os jovens e um aumento no número de bebês alimentados com leite materno nos Estados Unidos.
 
As notícias não são tão boas entre os adultos: em 2011-2012 nada menos que 68% sofriam de sobrepeso ou obesidade, um problema que cresceu entre as mulheres com mais de 60 anos, passando de 31,5% em 2003-2004 para 38% oito anos depois.
 
G1

Doença rara, câncer no coração não costuma apresentar sintomas

Doença rara, câncer no coração não costuma apresentar sintomas Jessen Ivens/Morguefile
Foto: Jessen Ivens / Morguefile
Tumores cardíacos existem e quase sempre passam despercebidos
Exames simples podem identificar o problema, com boas chances de cura para o paciente
 
Câncer e doenças cardíacas respondem pelas maiores causas de morte no Brasil, mas são males que quase nunca aparecem relacionados. Embora pouco conhecidos, os tumores cardíacos existem e quase sempre passam despercebidos até que o primeiro ecocardiograma de rotina os denuncie.
 
— Cerca de um quinto das pessoas que morrem de câncer já tem algum tipo de comprometimento metastático no coração — afirma o cardiologista Ricardo Corso, do Hospital do Coração do Brasil em Brasília.
 
Os tumores de coração podem ser primários, quando a origem é no próprio tecido do coração, ou secundários, quando resultam de metástase de algum outro câncer pré-existente — caso mencionado pelo especialista.
 
— Mas o coração não é o alvo mais frequente de metástases. Pode acontecer em alguns casos em que a doença está mais avançada ou de alguns cânceres no rim e nos órgãos genitais, em que ele cresce pela veia cava — complementa Noedir Antônio Groppo Stolf, cirurgião cardiovascular do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo e professor emérito da Faculdade de Medicina da USP.
 
Diferentemente de outras cardiopatias, o tumor cardíaco não escolhe suas vítimas de acordo com a idade ou com os hábitos de vida.
 
— Os metastáticos ocorrem mais em idosos, mas os primários podem acometer qualquer pessoa, especialmente adultos jovens — constata Stolf.
 
O que não necessariamente é motivo de pânico: se o tumor for benigno e tiver localização fácil, como acontece na maioria dos casos, uma cirurgia quase sempre é suficiente para corrigir o problema sem deixar sequelas.
 
— O procedimento é curativo na maioria dos casos e uma recidiva não é comum. Se o tumor for maligno e recidir, às vezes, é necessário quimioterapia e radioterapia, mas o resultado não costuma ser bom — diz o especialista.
 
Os sintomas podem variar de falta de ar e perda da capacidade física até uma embolia ou um derrame, causados por um fragmento do tumor solto na circulação. Mas casos assintomáticos não são raros. O diagnóstico é feito por exames de imagem de rotina, pedidos normalmente em checapes, como o ecocardiograma e a tomografia.

Correio Braziliense

Suplementos de vitamina E e beta-caroteno não protegem contra câncer e doenças cardíacas

Foto: Reprodução
Pesquisa apontou que consumo pode, inclusive, causar problemas
 
As vitaminas E e o beta-caroteno não fornecem proteção contra o câncer e as doenças cardíacas, avaliou um grupo de trabalho dos serviços de prevenção dos Estados Unidos em um relatório publicado nesta segunda-feira, no qual recomendou que se mantenha uma dieta balanceada.
 
Ao atualizar um estudo datado de 2003, os cientistas acrescentaram as vitaminas E e o beta-caroteno à lista de complementos ineficazes para combater estas duas doenças, as mais mortais nos Estados Unidos, e advertiram que seu consumo pode, inclusive, causar mais problemas.
 
— O beta-caroteno pode ser nocivo porque aumenta o risco de câncer de pulmão em pessoas que já têm alto risco de sofrer da doença — disse o co-presidente do grupo de trabalho, Michael LeFevre, ao apresentar as conclusões do estudo baseado em várias pesquisas prévias.
 
A presidente do grupo, Virginia Moyer, acrescentou ter concluído que não "há evidência para determinar se tomam substâncias nutritivas, sozinhas ou combinadas, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares ou o câncer".
 
Apesar das advertências regulares sobre a falta de provas sobre os efeitos das vitaminas, muitas pessoas continuam tomando-as. Entre 2007 e 2010, cerca da metade dos americanos adultos tomava pelo menos um complemento vitamínico.
 
As mulheres grávidas são aconselhadas em muitas ocasiões a tomar vitaminas contendo ácido fólico, enquanto aos idosos se recomenda que tomem vitaminas D para fortalecer os ossos. Ao invés de suplementos, o grupo aconselha manter uma dieta balanceada, com frutas, verduras, cereais, produtos lácteos sem muita gordura e peixe.

AFP / Zero Hora

Comer morango pode reduzir o colesterol, aponta pesquisa

Comer morango pode reduzir o colesterol, aponta pesquisa Wong Mei Teng/stock.xchng
Foto: Wong Mei Teng / stock.xchng
Comer morangos também melhorou outros índices como os
marcadores de antioxidantes e a função das plaquetas
Estudo mostra que a fruta também combate outros fatores de risco para as doenças cardiovasculares
 
Comer meio quilo de morango todos os dias ajuda a reduzir o colesterol. Foi o que concluiu uma pesquisa realizada por cientistas italianos e espanhóis. Os estudiosos reuniram um grupo de voluntários que comeu 500g da fruta diariamente durante um mês. Ao final do período, os seus níveis de colesterol ruim e triglicérides reduziram-se significativamente.
 
Diversas pesquisas já demostraram a grande capacidade antioxidante dos morangos, mas agora os pesquisadores da Universidade Politécnica de Marche, na Itália, e das universidades de Salamanca, Granada e Sevilha, na Espanha, conduziram análises que revelaram que essa fruta também pode ajudar a reduzir o colesterol. O experimento foi realizado com 23 voluntários saudáveis durante um mês. Os pesquisadores recolheram amostras de sangue antes e depois desse período para comparar os dados.
 
Os resultados, que foram publicados no Journal of Nutritional Biochemistry, mostraram que os índices de colesterol total, colesterol ruim (o LDL) e de triglicerídeos caíram 8,78%, 13,72% e 20,8%, respectivamente. O colesterol bom (HDL) não apresentou alterações.
 
Comer morangos também melhorou outros índices como os marcadores de antioxidantes e a função das plaquetas. Todos os parâmetros voltaram ao normal 15 dias após o fim do "tratamento" com morangos.
 
— Este é a primeira vez que publica-se um estudo que suporta o papel protetor do morango no combate a marcadores reconhecidos como fatores de risco para doenças cardiovasculares — afirma um dos autores do estudo Maurizio Battino.
 
O pesquisador admite que não há evidências diretas sobre quais compostos da fruta estão por trás dos seus efeitos benéficos.
 
— Entretanto, todos os sinais e estudos apontam para as antocianinas, os pigmentos vegetais responsáveis pela sua cor vermelha — complementa.
 
Os pesquisadores confirmaram em outros estudos que ingerir morango também protege da radiação ultravioleta, reduz os danos da bebida alcoólica na mucosa gástrica, reforça os glóbulos vermelhos do sangue e melhora a capacidade antioxidante do sangue.
 
Zero Hora

Carne frita ou assada aumenta risco de demência, diz estudo

Getty Images
De acordo com pesquisadores, qualquer carne cozida poderia
aumentar o risco de demência
Especialistas afirmam que redução de consumo é estratégia de tratamento eficaz
 
O cozimento de carne no forno, na grelha ou em frigideira libera substâncias químicas que podem aumentar o risco de desenvolver demência, sugerem pesquisadores norte-americanos.
 
Os chamados Produtos de Glicação Avançada (os AGE, da sigla inglesa Advanced Glycation Endproducts) têm sido associados a doenças como a diabetes tipo 2.
 
Ratos alimentados com uma dieta rica em AGEs apresentaram acúmulo de proteínas perigosas no cérebro e tiveram a função cognitiva prejudicada.
 
Especialistas afirmaram que os resultados são "convincentes", embora não forneçam "respostas definitivas".
 
AGEs são formadas quando proteínas ou gorduras reagem com açúcar. Isso pode acontecer naturalmente ou durante o processo de cozimento.
 
Pesquisadores da Icahn School of Medicine at Mount Sinai, em Nova York, testaram o efeito da AGEs em camundongos e pessoas.
 
A experiência com animais, divulgada na publicação Proceedings of the National Academy of Sciences, mostrou que uma dieta rica em AGEs afeta a química do cérebro.
 
Isso leva a um acúmulo de proteína defeituosa beta-amilóide - uma característica da doença de Alzheimer. Os ratos que comeram uma dieta baixa em AGEs foram capazes de impedir a produção da proteína.
 
Por outro lado, os ratos realizaram bem menos tarefas físicas e mentais depois de dietas ricas em AGEs.
 
Uma análise de curto prazo de pessoas com mais de 60 anos sugere uma ligação entre altos níveis de AGEs no sangue e o declínio cognitivo.
 
'Tratamento eficaz'
O estudo concluiu: "Relatamos que a demência relacionada à idade pode ser causalmente associada a altos níveis de alimentos com Produtos de Glicação Avançada.
 
"O mais importante, a redução da AGEs derivados de alimentos, é viável e pode ser uma estratégia de tratamento eficaz."
 
Derek Hill, professor da University College London, comentou: "Os resultados são convincentes."
 
"Como a cura para a doença de Alzheimer continua a ser uma esperança distante, os esforços para evitá-la são extremamente importantes, mas este estudo deve ser visto como incentivador à continuidade dos trabalhos de pesquisa, mesmo sem fornecer respostas definitivas."
 
"Mas isso é motivo para otimismo - o estudo acrescenta evidências e sugere que o uso de estratégias de prevenção pode reduzir a incidência da doença de Alzheimer e outros tipos de demência na sociedade, o que poderia ter um impacto muito positivo em todos nós."
 
Simon Ridley, da organização Alzheimer's Research UK, disse: "Diabetes havia sido previamente associada a um risco maior de demência, e este pequeno estudo fornece uma nova visão sobre alguns dos possíveis processos moleculares que podem ligar as duas condições."
 
"É importante notar que as pessoas envolvidas neste estudo não sofrem de demência. Como o tema ainda não foi suficientemente estudado, nós ainda não sabemos como a quantidade de AGEs em nossa dieta pode afetar o nosso risco de demência."

iG

Brasil registrou 3,2 milhões de casos e 800 mortes por dengue nos últimos 5 anos

Mosquito agora se prolifera tanto em água limpa como suja; temperatura ideal é exatamente a brasileira: entre 24°C e 28°C
 
Reprodução internet
Vacina ainda não é realidade, e outras formas de controle populacional ainda não deram resultados satisfatórios.
A melhor forma de proteção é cuidar do próprio quintal e eliminar águas paradas

O número assusta: nos últimos cinco anos, foram 3,2 milhões de casos de dengue registrados no Brasil, com cerca de 800 mortes. Isso só levando em conta o que foi documentado. “Isso causa tristeza em quem trata de saúde pública, porque são mortes evitáveis”, explica o infectologista e pediatra Kleber Luz, que participou nesta terça (25) do Painel Multidisciplinar da Dengue.
 
É evitável porque, embora não haja vacina eficaz e remédio específico para a doença, há prevenção contra a proliferação do mosquito vetor. A forma mais eficiente, ainda, é monitorar a própria casa, verificando se não tem água parada em vasos, baldes, pneus, tampinhas de garrafas, ou outros recipientes.
 
Com um agravante: nos últimos anos, o mosquito se adaptou às condições sanitárias da cidade e não se reproduz mais apenas em água limpa, como era seu costume. Agora, o mosquito consegue se reproduzir em águas poluídas e esgotos. “São Paulo é mais habitável para o mosquito da dengue do que para nós. Criamos todas as condições para o mosquito viver bem aqui”, comenta o infectologista do Dante Pazzanese, Artur Timerman.
 
A temperatura considerada ideal para o mosquito se proliferar é entre 24ºC a 28ºC, a média de grande parte do território brasileiro. E sua picada não discrimina por classe social. Em São Paulo, por exemplo, o lugar em que há mais incidência de dengue é no Jardim Ângela, bairro periférico da cidade. O segundo lugar, porém, é o bairro nobre Itaim Bibi.
 
Em condições favoráveis de umidade relativa do ar, temperatura e precipitação, ele ‘pega o chinelo, chapéu e óculos de sol e sai por aí para picar pessoas’, comenta o infectologista Timerman.
 
Controle do vírus e vetor
Hoje existem quatro subtipos de dengue circulando no País. Há relatos de um quinto tipo, que ainda não chegou por aqui – e não se sabe se ele é realmente forte. A pessoa que foi infectada por um subtipo, se torna imune. O problema é que restam outros subtipos que podem infectar e causar uma forma mais grave de dengue, já que, em alguns casos, o sistema imunológico se confunde com a presença de um novo vírus e se ‘alia’ a ele, atacando o próprio corpo.
 
A Sanofi-Pasteur está desenvolvendo uma vacina contra a doença, com estudos já na terceira fase, com um grande número de pessoas testando. No entanto, essa vacina parece não ter atingido o objetivo contra o subtipo 2 do vírus da dengue.
 
Outras pesquisas procuram inibir a transmissão do vírus pelo aedes aegypti. A bactéria wolbachia, presente em muitos insetos, não é natural para o vetor da dengue. Ao inserir essa bactéria nos ovos do aedes fêmea, os ovos resultantes de um cruzamento com um mosquito macho não vingariam. Essa é uma forma que está sendo estudada para tentar controlar a doença.
 
Por enquanto, a única forma de combater o vírus é eliminando a reprodução do vetor, ou seja, acabando com a água parada, seja ela limpa ou suja.

iG

Cãoterapia: o sucesso da terapia de quatro patas na ala pediátrica do hospital

Foto: Elioenai Paes
Chanel, Paraná, Namour e Thor, cães terapeutas capazes de
 melhorar o humor das crianças
Além da distração, visita dos cães melhora o humor das crianças e faz crescer a adesão dos pequenos ao tratamento médico
 
Segunda-feira é dia de festa na ala pediátrica da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Os motivos têm quatro patas e pelos fartos: são os cães da ONG Patas Therapeutas, que fazem visitam periódicas às crianças internadas. O resultado imediato é o sorriso da molecada e em curto prazo a equipe já percebe maior adesão ao tratamento e atitudes mais sociáveis.
 
Namour e Maria Eduarda têm ambos seis anos. Ele é um dócil golden retriever em busca de carinho. Ela, uma garotinha que se trata de um câncer no sistema nervoso. Assim que se viram no hospital, ela olhou com desconfiança para Namour. Só ousou encostar nos pelos dourados do animal, após o estímulo do pai e da mãe. Ainda ressabiada, a menina foi perdendo o medo. No fim, já estava abraçado ao cachorro que, além de ter sua idade, tem praticamente sua altura.
 
Maria Eduarda teve um neuroblastoma, câncer infantil que tem incidência maior do que a leucemia. Já retirou o tumor e agora está fazendo o tratamento padrão. E agora sabe que, exceto a primeira segunda-feira de cada mês, em todas as outras ela poderá ter o dia preenchido por mais carinho, este por conta de um ser de quatro patas.
 
“As crianças deixam sua família, escolas, amiguinhos e às vezes até animais de estimação para ficarem aqui, se submetendo a tratamentos que são dolorosos. O que a gente faz é pegar o mundo de fora e trazer para dentro do hospital”, explica Silvana Fedeli Prado, fundadora da ONG Patas Therapeutas. “A gente resgata todo esse vínculo afetivo, eleva a autoestima das crianças”.
 
E é bem assim. Marcus Vinicius Francisco, um garoto de 13 anos que está internado há pouco mais de um mês, ficou só sorrisos quando Paraná, um dos cães, que não tem raça definida, subiu no leito para lhe fazer companhia. Kayla Carvalho, garota de nove anos em tratamento contra uma leucemia, também teve seu momento com Paraná: pôde passear com o cãozinho veterano em terapia assistida. Paraná tem 14 anos.
 
O diretor da pediatria da Santa Casa de Misericórdia, Rogério Pecchini, diz que a terapia assistida com animais é fantástica. “Além de trazer alegria durante as visitas, porque tem a questão do inusitado, a criança se mobiliza, melhora o humor, a adesão ao tratamento e socialização com a equipe. Qualquer coisa que possa induzir uma distração para as crianças é importante”, comenta.
 
E o bom é que ninguém corre o risco de levar uma mordida. “Os animais são escolhidos pela ONG pela docilidade e capacidade de serem controlados, e são acompanhados pelos seus donos, que também são voluntários. ”Nunca houve nenhum incidente provocados por esses animais."

iG

8 cuidados com a alimentação no verão

Thinkstock/Getty Images
Água de coco é boa pedida para manter a hidratação de
 quem curte a praia no verão
Apesar de ser uma boa época para encontrar produtos frescos, a estação requer uma atenção maior com as preparações e cuidado redobrado com a conservação da comida
 
As altas temperaturas podem comprometer a qualidade dos alimentos e fazer o corpo sofrer. Para enfrentar o termômetro sem perder o melhor do verão, preparamos uma guia básico de cuidados com a ajuda da nutricionista Daniella Horn, da clínica Nutrição e Ação, e que em fevereiro inaugura uma escola com cursos de culinárias saudável, o Espaço Gourmet.
 
Confira todas as dicas: 
 
1. Crie o cardápio de acordo com o seu estilo de vida
Quem está de férias e pode aproveitar os dias de verão com muita praia e piscina deve colocar a hidratação em primeiro lugar, já que a transpiração é maior. Beber água gelada, água de coco gelada e consumir refeições frias, como saladas ricas em folhas verdes, legumes, grãos e frutas em maior quantidade pode ajudar.
 
Se o jeito for passar a estação mais quente do ano no escritório, o ar-condicionado deve ser levado em consideração. É bom optar por água sem gelo e até chá morno, além de refeições com saladas frescas de folhas verdes e pratos quentes acompanhados de legumes.
 
2. Evite frituras, alimentos gordurosos e sal
Fica difícil resistir a uma friturinha, um pastel quentinho ou um petisco para acompanhar a cerveja, mas não exagere. Este grupo de alimentos deve ser evitado o ano inteiro, especialmente no verão. Já o sal colabora na retenção de líquidos.
 
3. Fique esperto com as embalagens dos alimentos
Preste atenção às datas de validade, mas nunca esqueça de verificar o odor, cor e textura dos alimentos.  A medida é simples e pode evitar problemas graves.
 
Thinkstock Photos
Preste atenção na hora de comprar peixes e frutos do mar.
Dicas básicas ajudam a prevenir problemas
4. Cuidado com os peixes
Sempre procure saber a procedência dos peixes e frutos do mar. Peixaria de confiança é fundamental. Os olhos do peixe devem estar transparentes e brilhantes. O corpo deve estar bem liso, com a pele intacta e a pele firme. Outro indicativo são as guelras, que devem estar brilhantes, clara e avermelhadas. Fique atento também ao odor, que não pode ser muito forte, e à escamas, que devem estar bem presas ao corpo.
 
Se for optar pelo peixe congelado, escolha os peixes embalados a vácuo e congelados no próprio barco de pesca. Observe se há acumulo de gelo na embalagem, isto pode ser sinal nada bom de descongelamento e recongelamento.
 
5. Não compre alimentos duvidosos
A praia está cheia de tentações, mas não compre alimentos caseiros e de procedência desconhecida. Não dá para saber como foi feito, se passou por um controle de qualidade ou foi preparado com higiene adequada.
 
6. Frutas são sensíveis e é importante observá-las 
As frutas verdes podem ser armazenadas na dispensa, desde que não bata sol no local e ela seja arejada. As frutas mais maduras devem ficar na geladeira para aumentar sua validade até o consumo.
 
7. Prefira alimentos vegetarianos para levar à praia 
Os alimentos vegetarianos são as melhores opções para levar à praia. Prepare uma sacola térmica com blocos de gelo e coloque pepino, tomate, salsão, cenoura, milho, castanhas-de-caju, amêndoas, castanhas-do-pará, frutas, sanduiche de salada com patês vegetais (homus ou patê de berinjela, por exemplo). Estas opções são mais seguras e refrescantes para o verão.
 
As opções animais, além de mais gordurosas apresentam risco maior de causar infecções e intoxicações alimentares típicas de verão.
 
8. Faça da sacola térmica a sua melhor amiga
Sacolas térmicas são ótimas para conservação de alimentos. Devem conter blocos de gelo e estar em locais arejados, onde o sol não bata diretamente.
 
iG

Uso de analgésico na gravidez teria elo com risco de TDAH em crianças


arquivo stockxpert
Pesquisa faz alerta sobre cuidados na gravidez
Los Angeles, EUA. O acetaminofeno (paracetamol), analgésico de uso comum considerado seguro para mulheres grávidas, foi vinculado, pela primeira vez, ao risco de desenvolvimento do transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) em crianças, segundo estudo publicado nesta semana nos Estados Unidos. Serão necessárias mais pesquisas para confirmar as descobertas.
 
No entanto, especialistas da Universidade da Califórnia e da Universidade de Aharus (Dinamarca) descobriram que as mulheres grávidas que tomaram acetaminofeno tiveram um risco 37% maior de ter filhos que poderiam ter transtorno hiperquinético, uma forma particularmente severa de transtorno de TDAH.
 
Segundo a investigação, publicado na revista da “Associação Médica Americana”, em comparação com as mulheres grávidas que não tomaram o analgésico, as que o fizeram tinham 29% mais probabilidades de ter filhos aos quais foram prescritos remédios para o TDAH e 13% mais chances de ter filhos com condutas parecidas às do transtorno por volta dos 7 anos.
 
Pesquisas anteriores tinham sugerido que o acetaminofeno pode interferir no funcionamento normal dos hormônios e poderia afetar o desenvolvimento cerebral do feto. A pesquisa se baseou em dados de mais de 64 mil mulheres dinamarquesas entre 1996 e 2002. Mais da metade delas disse ter tomado acetaminofeno pelo menos uma vez durante a gravidez.
 
Especialistas advertiram que os resultados da pesquisa não provam que o medicamento seja a causa do TDAH, mas apenas um vínculo preliminar entre os dois fatores. “Os resultados deveriam ser interpretados com cautela e não deveriam mudar as práticas habituais”, afirmou um grupo de especialistas da Escola de Medicina da Universidade de Cardiff.
 
iG Minas

Rio terá distribuição de 5 milhões de camisinhas

Cidade é uma das prioridades da ação contra a Aids no Carnaval do governo federal
 
Rio - O Ministério da Saúde lançou, ontem, a campanha de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e Aids durante o Carnaval.

A ação, porém, será estendida a grandes eventos, como festas juninas e Copa do Mundo. Serão distribuídos 104 milhões de preservativos, um aumento de 42% em relação ao ano passado.
 
Com o slogan ‘Se tem festa, festaço ou festinha, tem que ter camisinha’, a mobilização é voltada a pessoas de 15 a 49 anos. A cidade do Rio de Janeiro é uma das quatro consideradas prioritárias — junto com Salvador, Recife e Olinda — e vai receber 5,3 milhões de camisinhas apenas para o Carnaval.
                      
Segundo o ministro da Saúde, Arthur Chioro, além de chamar a atenção para o uso do preservativo, a campanha alerta sobre a importância do teste que detecta o HIV. O diagnóstico precoce da Aids, explica ele, permite o início do tratamento mais cedo, garantindo maior qualidade de vida ao paciente. “A testagem também tem uma importância coletiva, já que o uso dos medicamentos antirretrovirais interrompe a cadeia de transmissão do vírus”, disse.
                      
No fim do ano passado, o Ministério da Saúde lançou novo protocolo de tratamento para soropositivos. A partir de agora, o paciente pode iniciar o tratamento imediatamente após a confirmação da doença.
                      
Antes a entrega de remédios dependia da contagem de linfócitos CD4 no organismo do paciente. O uso precoce de antirretrovirais diminui em 96% a taxa de transmissão do vírus HIV.
 
Remédio será distribuído pelo SUS
O medicamento que combina duas substâncias usadas atualmente no tratamento de pacientes soropositivos — tenofovir e lamivudina — deverá começar a ser distribuído pelo Minstério da Saúde no próximo mês. Este é o tempo estimado para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceda o registro de produção para Farmanguinhos, laboratório público que, ao lado da empresa Blanver, vai fabricar o remédio no Brasil, segundo o jornal ‘O Estado de S. Paulo’.
 
Combinações de medicamentos ajudam a melhorar a adesão ao tratamento e garantir melhor qualidade de vida. Terapias para soropositivos são feitas a partir da indicação de várias drogas, e pacientes podem ingerir mais de dez comprimidos diferentes por vez.
 
O Dia