Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Pesquisa revela segredo da longevidade no Japão

Pacote inclui dieta, educação, cultura e também atitudes de higiene no dia-a-dia

O Japão tem a maior média de expectativa de vida do mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das Nações Unidas (ONU), e o segredo não é somente a alimentação, como se pensava.

Segundo Kenji Shibuya, professor do departamento de política global de saúde da Universidade de Tóquio, as razões da longevidade japonesa têm tanto a ver com o acesso a medidas de saúde pública quanto a uma dieta equilibrada, educação, cultura e também atitudes de higiene no dia-a-dia.

O especialista e uma equipe de pesquisadores estudaram vários aspectos da cultura, da política e da economia japonesa que influenciam na forma de viver da população e publicaram o estudo no jornal médico The Lancet.

''A expectativa de vida do japonês aumentou rapidamente entre os anos 50 e 60, primeiramente, por causa da queda da taxa de mortalidade infantil'', explicou à BBC Brasil o professor Shibuya.

Depois, as autoridades concentraram esforços para combater a mortalidade adulta. O resultado positivo foi, em grande parte, consequência dessa política de saúde adotada pelo país.

Histórico de sucesso
Hoje, um bebê quando nasce no Japão pode esperar viver até 86 anos se for uma menina, e quase 80 se for menino.

Mas segundo o estudo conduzido pelo professor Shibuya, os japoneses nem sempre tiveram a perspectiva de viver por tanto tempo.
Em comparação com dados de 1947, houve um salto de mais de 30 anos na expectativa de vida de uma pessoa.

Esse crescimento começou no final da década de 50, quando o país passou a experimentar um desenvolvimento econômico acelerado.

No pós-guerra, o governo começou a investir em ações de saúde pública, introduzindo o seguro nacional de saúde em 1961, tratamento grátis para tuberculose e infecções intestinais e respiratórias, além de campanhas de vacinação.

Uma das principais ações foi a redução das mortes por acidente vascular cerebral (AVC). ''Isso foi um dos principais impulsionadores do aumento sustentado da longevidade japonesa depois de meados dos anos 1960'', contou o estudioso.

''O controle da pressão arterial melhorou através de campanhas, como a de redução do consumo de sal, e uma maior utilização de tecnologias de custo-benefício para a saúde, como medicamentos anti-hipertensivos com cobertura universal do seguro de saúde.''

Educação e cultura
Porém Shibuya lembra que o crédito dessa conquista não é só do governo. ''Em 1975, muitas doenças não transmissíveis já estavam em níveis extremamente baixos em comparação com outras nações de alta renda, devido em grande parte a uma herança cultural de cuidados com a alimentação e prática de atividades físicas'', sugere.

Além disto, segundo o estudo, os japoneses dão uma atenção à higiene em vários aspectos da vida diária. “Essa atitude pode, em parte, ser atribuída a uma complexa interação de cultura, educação, clima (por exemplo, temperatura e umidade), ambiente (por exemplo, ter água em abundância e ser um país consumidor de arroz) e a velha tradição xintoísta de purificar o corpo e a mente antes de se encontrar com outras pessoas”, diz o estudo.

''Eles também são conscientes em relação à saúde. No Japão, check-ups regulares são normais e oferecidos em larga escala em escolas e no trabalho, a todos, pelo governo'', afirma ainda o estudo. ''Em terceiro, a comida japonesa tem benefícios nutricionais balanceados e a dieta da população tem melhorado de acordo com o desenvolvimento econômico ao longo das décadas.''

Para o cantor de rua japonês Yu Rikiya, de 68 anos, o segredo é o fato de haver muitas atividades voltadas para pessoas de idade mais avançada. “Essas pessoas têm um motivo toda semana para continuar vivendo. Fazem o que gostam, se divertem e não se estressam”, sugere ele.

Além de produzir e vender os próprios CDs, Yu Rikiya canta na noite e diz que nunca se preocupou com o avanço da idade. ''Temos acesso a médicos, tratamentos e remédios. Ganho o suficiente para comer e sustentar a família. Saio com amigos para beber e curtir a vida. Então, para que se preocupar?'', questiona, sorrindo.

''Quero viver muito ainda, produzir mais música e, quem sabe, ainda ser famoso um dia'', planeja.

Envelhecimento
O lado negativo do sucesso do Japão em conseguir manter a população saudável é o desequilíbrio populacional. Até agora, cerca de 24% da população tem mais de 65 anos.

Mas cálculos do governo apontam que, em 2060, a porcentagem de idosos será de 40%, numa população que se reduzirá dos atuais 127 milhões para 87 milhões.

Segundo o estudo, a expectativa de vida deve aumentar ainda mais, chegando a 84 anos para homens e 90 para as mulheres.

''O rápido envelhecimento da população japonesa é um desafio para o sistema de saúde do Japão em termos de financiamento e qualidade dos cuidados'', aponta Shibuya.

''Simplesmente aumentar a expectativa de vida não faz mais sentido. Devemos focar mais em maximizar de forma saudável essa expectativa de vida'', sugere.

Outros desafios que o Japão enfrenta são altos índices de alcoolismo, tabagismo e suicídio, problemas gerados em parte por causa do aumento do desemprego e do prolongamento da crise econômica.

Fonte R7

Mulheres sofrem mais com infarto do que os homens

Dr. Antonio Sproesser dá dicas para quem sofre de colesterol alto

As mulheres estão mais expostas a o infarto do que os homens. A falta de exercícios, má alimentação e o excesso de estresse podem levar as mulheres a terem complicações mais graves. O Dr. Antonio Sproesser dá dicas para quem sofre de colesterol alto.
 
 
Fonte R7
Quer ler mais notícias? Clique aqui

Smartphones podem causar inflamações nos dedos, alerta HC

“Textingtendinitis” é o nome dado para lesões nos polegares, que ficam sobrecarregados

O Instituto de Ortopedia de Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo faz um alerta para problemas nas mãos desenvolvidos pelo uso frequente de smartphones.

Responder emails, enviar mensagens e navegar pela web nunca foi tão prático, graças ao acesso da internet móvel. Contudo, essa comunicação sempre à mão sobrecarrega os polegares, dedos usados para navegar pela tela e segurar o celular.

O ortopedista Mateus Saito explica que o dedo está sendo usado em um ritmo maior do que foi feito para suportar. O resultado disso é uma “textingtendinitis”.

No Canadá, 140 estudantes universitários participaram de um estudo sobre o tema e 84% deles alegaram alguma dor, sendo a no polegar a mais frequente. Quando comparado com usuários de celular sem internet, o risco de problemas no polegar é de 2,21 vezes maior. O ortopedista acrescenta:

— Para cada clique que o polegar realiza há um movimento de extensão que, após várias mensagens, acaba por causar microlesões no tendão extensor que se inflama. A articulação da base do polegar também se inflama pelo excesso de atrito do movimento circular deste dedo.

Estas inflamações causadas pelo uso dos smarthphones tendem a melhorar com o uso de bolsa de gelo e analgésicos. Mateus Saito recomenda também evitar longos períodos digitando e fazer alongamentos periódicos.

Veja outras dicas do especialista:
- Uso consciente dos teclados dos celulares: veja se é necessária a comunicação imediata por mensagem. O uso de teclado e computador é sempre melhor

- Evite digitar com a mesma mão que segura o celular, ou apoie o celular

- Ative o sistema que “adivinha”o que você vai escrever

- Em caso de necessidade do uso excessivo destes aparelhos, procurar profissionais que orientem nos exercícios que fortaleçam as mãos.

Fonte R7

Chinesa com sete tumores no rosto "vai ser bonita de novo", dizem médicos

chinesa
Chinesa vai ser operada às custas do governo
Governo local vai bancar a operação após caso ganhar atenção na mídia mundial

Li Hongfang, a chinesa de 40 anos que sofria por ter sete tumores no rosto, vai ser operada às custas do governo e deve ficar bem, segundo os médicos.

Ela sofre de cordoma, um raro tipo de câncer nos ossos, que a fez ficar desfigurada. E Li está assim há cerca de uma década, por não ter dinheiro para a cirurgia.

O caso dela virou um tipo de "vergonha" para o sistema de saúde local, segundo o tabloide britânico Daily Mirror, e agora o hospital de Qianxian, na província de Shaanxi, recebeu a ordem de não economizar para tratá-la.

"Nossos superiores nos disseram para curar a doença de Li Hongfang a qualquer preço", afirmou Xue Gang, diretor médico do hospital.

O porta-voz do governo local, Si Dangku, confirmou que eles vão pagar a conta.

Mas a declaração mais impactante foi do cirurgião Pan Lin, que trabalha no hospital onde Li se prepara para a cirurgia:

— Após os tumores serem removidos, vamos providenciar algumas cirurgias cosméticas e ela vai acabar bonita de novo.

Fonte R7

Processo seletivo da Universidade Federal de Pernambuco

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) abrirá inscrições para as seleções públicas N°s 032 e 033/2012 com o objetivo de contratar 03 Professores Temporários e 52 Professores Substitutos para os campi de Caruaru, Vitória de Santo Antão e Recife.
A jornada de trabalho para os contratados como Temporários será de apenas 20h semanais e para os Substitutos de 20h e 40h, com salários de R$ 1.553,19 a R$ 2.518,30 para 20h semanais e de R$ 2.163,79 a R$ 4.300,00 para 40h.

As vagas do certame 032/2012 serão para os Núcleos de Tecnologia e de Educação Física e Ciências do Esporte dos Centros Acadêmicos do Agreste (CAA) e de Vitória (CAV) nas áreas de Engenharia da Qualidade, Arquitetura e Pedagogia do Esporte e as oportunidades ofertadas no edital 033/2012 para diversas áreas e Núcleos dos Centros de Tecnologia e Geociências (CTG), Educação (CE), Ciências da Saúde (CCS), Ciências Jurídicas (CCJ), Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), Artes e Comunicações (CAC), Ciências Biológicas (CCB), Acadêmico do Agreste (CAA), Acadêmico de Vitória (CAV) e Colégio de Aplicação (CAP).

Os interessados deverão fazer suas inscrições nas secretaria dos Núcleos, no período de 19 a 21 de junho de 2012. A taxa é de R$ 70,00.

As seleções serão realizadas em datas e horários que serão afixados na Secretaria dos núcleos.

Prefeitura de Perdões (MG) abre processo seletivo

A Prefeitura de Perdões, em Minas Gerais, abriu nesta segunda-feira, dia 18 de junho, as inscrições para processo seletivo Nº. 05/2012 que selecionará 09 candidatos para quatro cargos de atuação de nível fundamental, médio e superior. A faixa salarial vai de R$ 665,99 a 8.064,45, com carga horária de 40 horas semanais.

Cargos

Médico, Enfermeiro, Auxiliar de Enfermagem e Agente Comunitário de Saúde.

Inscrição

As inscrições serão realizadas, gratuitamente, de forma pessoal ou por procurador, na Sede da Secretaria Municipal de Saúde na rua Dulce Oliveira, nº 70, 2º pavimento, das 13:00 às 18:00 horas do dia 18 até 21 de junho de 2012, e no dia 22 de junho de 2012 das 13:00 às 15:00 horas, pavimento superior.

Prova

O processo seletivo constará análise de prova de títulos e experiência comprovada em carteira de trabalho ou em documentos idôneos emitidos pelos empregadores na área de saúde, para os cargos ofertados neste processo seletivo.
O local e horário para realização da prova de redação será informado ao candidato ao cargo de agente de saúde será informado no ato de sua inscrição.
Os títulos deverão ser entregues mediante envelope lacrado e identificado com o nome do candidato e cargo pretendido impreterivelmente até o horário do último dia previsto para a participação do presente processo seletivo, ou seja, até as 15:00 horas do dia 22 de junho de 2012.

Validade

O processo seletivo será válido até 31 de dezembro de 2012.
O resultado será divulgado mediante divulgação publicada no Diário Oficial do Município de Perdões que poderá ser acessado pelo site www.diariomunicipal.com.br/amm-mg/ e será fixado na sede da Prefeitura Municipal e na Secretaria Municipal de Saúde.

Prefeitura de Piedade dos Gerais - MG abre processo seletivo

São oferecidas 23 vagas em ampla concorrência através de Processo Seletivo nº -01/2012 da prefeitura do município de Piedade dos Gerais, Estado das Minas Gerais, que tem como objetivo preencher cargos vagos em seu quadro de servidores. As funções são para todos os níveis de escolaridade.
As vagas destinam-se aos cargos de Agente Comunitário de Saúde, Agente de Combate a Endemias, Assistente Social, Atendente de Consultório Dentário, Auxiliar Administrativo, Coordenador do CRAS, Dentista - PSF, Enfermeiro - PSF, Facilitador de Oficinas, Médico - PSF, Orientador Social, Psicólogo Social, Técnico de Programa Bolsa Família, Técnico em Enfermagem.
A remuneração para estes respectivos cargos oscila entre as cifras de R$ 622,00 a R$ 2.766,00.
As inscrições para participar deste processo seletivo ocorrerão na modalidade presencial ou por procurador no período que compreenderá os dias 16 de julho a 15 de agosto de 2012. O local de realização das inscrições será na sede da administração, situada na Rua Presidente Vargas, 33 - Centro - Piedade dos Gerais, Minas Gerais. O atendimento será de segunda a sexta-feira, exceto feriados, nos horários de 08:00 às 11:00 e 13:00 às 17:00 horas. A taxa de inscrição varia de R$ 35,00 a R$ 50,00.
Os candidatos serão submetidos a provas objetivas de múltipla escolha na data provável de dia 14 de outubro de 2012. Os candidatos inscritos no Processo Seletivo farão a Prova Objetiva de Múltipla Escolha em local e horário a serem informados, através do Cartão definitivo de inscrição, enviados pelos Correios, no Quadro de Avisos de Publicações do município de Piedade dos Gerais, bem como no endereço eletrônico www.jmsbhz.com.br/concurso.
Este processo seletivo terá validade de dois anos a contar da data de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período, mediante ato próprio, tendo a Prefeitura o mesmo prazo para o preenchimento das vagas.

Edital / Publicações

Implantes de silicone PIP não representam risco à saúde em longo prazo

Pesquisa britânica com 47 mil mulheres revela que silicone usado nos implantes não é tóxico e não aumenta o risco de câncer

Representantes do Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido divulgaram um relatório que afirma que os implantes da empresa francesa Poly Implant Prothese (PIP) não ameaçam a saúde das mulheres que colocaram silicone nos seios.

Os dados revelam que o silicone usado nos implantes mamários não é tóxico e não aumenta o risco de câncer.

A investigação foi exigida pelo governo britânico, no ano passado, quando surgiram suspeitas de que silicone industrial teria sido usado nos implantes, que poderia se romper e vazar, tornando-se uma ameaça perigosa à saúde das mulheres. Na época, os implantes da PIP foram retirados do mercado.

O grupo de pesquisa, liderado por Bruce Keogh, diretor médico do NHS, avaliou dados disponíveis de cerca de 47 mil mulheres que fizeram implantes com a PIP na Grã-Bretanha.

Eles observaram as taxas estimadas de ruptura, os resultados clínicos quando os implantes foram removidos, além de uma análise mais aprofundada da composição química por gel do silicone PiP.

Os testes realizados com o material da empresa PIP não revelaram nada que poderia causar uma ameaça em longo prazo para a saúde humana. Segundo os pesquisadores, o silicone não é tóxico nem cancerígeno.

Os implantes PIP, no entanto, têm uma maior taxa de ruptura, cerca de duas vezes maior. Eles têm uma maior concentração de certos compostos chamados siloxanos, quimicamente semelhantes ao silicone, mas de menor peso molecular e encontrado em muitos produtos de consumo, incluindo produtos de cabelo e cuidados da pele, mas isso não representa um risco para a saúde.

Quando os implantes sofreram ruptura, os pesquisadores notaram o aparecimento de reações locais em torno da área do implante em algumas mulheres, o que pode resultar em sintomas tais como sensibilidade ou inchaço dos gânglios linfáticos.

"Esta tem sido uma época muito preocupante para as mulheres. Olhamos cuidadosamente para todas as provas disponíveis e agora somos capazes de fornecer um melhor aconselhamento clínico. Testes repetidos em diferentes lotes de implantes PIP foram efetuados no Reino Unido, França e Austrália de acordo com as normas internacionais. Esses testes mostraram que os implantes não são tóxicos e, portanto, não acreditamos que eles são uma ameaça para a saúde em longo prazo", afirma Keogh.

Segundo os pesquisadores, devido ao fato de os implantes PIP terem sido considerados de qualidade inferior e mais propensos à ruptura, eles aconselham que mulheres que tenham sintomas como dor, sensibilidade, a procurarem um médico.

Fonte isaude.net

Curso da UnB vai orientar profissionais de saúde sobre o enfrentamento às drogas

Novo centro da universidade capacitará 300 profissionais para o tratamento humanizado a dependentes químicos

A Universidade de Brasília (UnB) capacitará 300 profissionais das redes de saúde e assistência social do Distrito Federal para atuar no enfrentamento e prevenção ao uso de drogas. Inaugurado na última semana, o Centro Regional de Referência (CRR) da UnB oferecerá cursos com o objetivo de difundir uma perspectiva humanizada do tratamento de usuários de drogas.

Atualmente, os centros de referência estão vinculados a programa da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) e já somam 49 em todo o país - todos ligados a instituições públicas de ensino superior. Paulina Duarte, secretária da Senad, ressaltou a importância da reinserção social do usuário como princípio que norteia o tratamento e prevenção das drogas. "É impossível assistir um dependente de drogas sem um redirecionamento do projeto de vida" , afirmou.

De acordo com o professor Ileno Izídio, psicólogo e coordenador do CRR da UnB, a unidade contribuirá para uma mudança de mentalidade de quem lida frequentemente com o universo das drogas, vinculando o tratamento das drogas à questão da saúde mental e visando a reinserção social e a melhoria possível da qualidade de vida dos usuários.

O início das aulas, todas presenciais, está previsto para agosto. Elas serão realizadas no Campus Darcy Ribeiro. Segundo o professor Ileno, os cursos devem durar entre dois e quatro meses. "Isso vai depender da clientela. Alguns profissionais não têm disponibilidade para comparecer toda a semana, por exemplo". Com a conclusão dos cursos, o CRR enviará relatório que será analisado pela Senad antes do lançamento de um novo edital e abertura de novas turmas e para outras clientelas.

Fonte isaude.net

Estudo aponta vilões da contaminação em hotéis. Controles da TV encabeçam lista

Os resultados mais preocupantes foram os níveis de contaminação detectados em ferramentas utilizadas pelas equipes de limpeza

Estudo realizado pela University of Houston coloca os controles remotos de televisão entre as superfícies mais contaminadas em quartos de hotel. A pesquisa foi apresentada, neste domingo (17), na edição 2012 do General Meeting of the American Society for Microbiology.

Embora algumas das amostras mais contaminadas, incluindo o banheiro e sua pias, já fossem condições esperadas, eles também encontraram altos níveis de contaminação bacteriana no interruptor da luz da cabeceira das camas. Mas o resultado mais preocupante do estudo foram os altos níveis de contaminação detectados em algumas ferramentas utilizadas pelas equipes de limpeza, incluindo esponjas e esfregões. De acordo com os pesquisadores, isto representa um sério risco para a contaminação cruzada de quartos. Com menor índice de contaminação estão a cabeceira da cama, as hastes das cortinas e a maçaneta da porta do banheiro.

"Os donos de hotéis têm a obrigação de fornecer aos seus clientes um ambiente limpo e seguro. Mas, atualmente, as práticas de manutenção variam muito de acordo com o hotel, com pouca ou nenhuma padronização. O método utilizado para medir o nível de limpeza de um quarto de hotel ainda é a avaliação visual," diz Katie Kirsch, estudante de graduação da University of Houston e uma das responsáveis pela pesquisa.

Com a preocupação cada vez maior da sociedade pelas questões de saúde pública, a limpeza de um quarto é um dos fatores mais preponderantes na hora de escolher o hotel. "Atualmente, uma funcionária limpa entre 14 e 16 quartos por turno de 8 horas, gastando aproximadamente 30 minutos em cada um. A identificação dos itens de maior risco de contaminação dentro de um quarto de hotel permitirá que os gerentes de manutenção possam projetar práticas de limpeza e alocar tempo das equipes, reduzindo os riscos de contaminação microbiana," diz Kirsch.

O estudo é o primeiro passo na aplicação da Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (HACCP da sigla em inglês) para limpeza do quarto do hotel. Originalmente desenvolvido pela National Aeronautics and Space Administration, HACCP é uma abordagem preventiva que identifica potenciais riscos químicos, físicos e biológicos e a padronização de processos para reduzir esses riscos a níveis seguros.

A equipe da University of Houston, em conjunto com pesquisadores da Purdue University e da University of South Carolina analisaram várias superfícies de quartos de hotéis no Texas, Indiana e Carolina do Sul. Em cada um foram testados os níveis de bactérias aeróbias totais e contaminação por coliformes fecais nestas superfícies.

Kirsch adverte que este estudo é preliminar e está limitado pelo tamanho da amostra, que incluiu apenas três quartos em cada estado e 19 superfícies dentro de cada quarto, mas espera que este seja apenas o começo de um levantamento que possa oferecer uma base científica para padronização da limpeza nos quartos de hotéis.

"As informações resultantes desse estudo podem ajudar os hotéis a adotarem uma abordagem pró-ativa para reduzir os riscos potenciais do contato com superfícies dentro de quartos e proporcionar uma base para o desenvolvimento de práticas de manutenção mais eficazes e eficientes," completa.

Fonte R7

7 erros do profissional mal sucedido

"Apesar da trivialidade das sugestões, há profissionais com currículos irretocáveis que não conseguem construir carreiras consistentes, pulando de empresa em empresa", diz especialista. Confira as dicas

Por Marcos Morita

Já escrevi diversos artigos sobre liderança, concentrando-me em geral nos escalões mais altos, tais como gerência e diretoria. Gostaria de mudar um pouco o foco, atendendo a hierarquia de maneira mais generalizada, apontando dicas para que um novo funcionário, seja em outra área ou empresa, possa se destacar frente a seus colegas de trabalho.

Escrevo com base em minha experiência já um tanto larga como gestor de pessoas, as quais me permitiram uma visão privilegiada do comportamento de diversos profissionais. Ajudou-me o viés acadêmico por meio das lentes de professor universitário, observando, analisando e comparando situações do cotidiano, relatadas abaixo. Vejamos então, sete dicas do que não fazer para se dar bem.

Cuidar somente do próprio quintal: duvido quem nunca tenha escutado a célebre frase: “isto não é minha responsabilidade”. Apesar dos colegas que abusam da boa vontade dos bem intencionados, dispará-la ao primeiro questionamento não é a melhor atitude. Avalie e veja realmente se o problema não é de sua alçada, assim poderá colaborar.

Ter medo de errar: compartilho a frase que ouvi de diversos gestores: “prefiro os que erram por fazer aos que não fazem por medo de errar”. O erro, dentro de padrões aceitáveis, demonstra a próatividade do colaborador. O gestor competente deve aproveitá-lo para apontar, corrigir a rota e sugerir melhorias. Isto não justifica persistir no erro, lembre-se.

Não querer se molhar: imagine a situação: fechamento mensal de vendas em uma distribuidora numa sexta-feira, quase final do expediente. O frenesi toma conta de todos, cujo objetivo é fechar as metas propostas. Agendar uma sessão de acupuntura, ou sair mais cedo para ir à praia, pode demonstrar que prefira ficar alheio. Imagine quem não será lembrado em uma eventual promoção…

Trazer a farinha, não o bolo ou a receita: conheço colaboradores que adoram trazer problemas para a chefia imediata, apresentando-os e cobrando sua resolução. Saliento a estes que já tive diversos funcionários, os quais traziam o bolo pronto ou pelo menos algumas receitas para prepará-lo. Infelizmente já não os tenho em minha equipe, uma vez que invariavelmente progrediram em suas carreiras.

Preferir o meio de campo: apesar da importância em jogar pelo time, trazer resultados individuais certamente fará com que se destaque na equipe. Engana-se que apenas os que trabalham em áreas de negócio ou em altas funções podem fazer a diferença. Grandes sacadas surgem na linha de frente, a qual convive e vive os problemas dos clientes no dia a dia. Tenha ideias, sugira, implemente e divulgue-as.

Não ser político: apesar das notícias podres do Planalto, algo pode ser aprendido com os nobres deputados e senadores. Alianças e coligações devem fazer parte do seu dia a dia, independentemente do nível ou função. Em situações de estresse e alta demanda, é o bom relacionamento que muitas vezes fará com que seu pedido seja atendido com prioridade por outro colega de trabalho.

Agir e não pensar: não parar de tempos em tempos para avaliar suas atitudes e comportamentos pode ser um erro fatal. O dia a dia opressor do mundo corporativo muitas vezes criam feridas, cujas cicatrizes nos deixam mais intolerantes e menos sensíveis. Pare de vez em quando e converse com seu superior, colegas e subordinados de maneira aberta, solicitando que pontuem sobre suas atitudes e comportamentos.

Apesar da trivialidade das sugestões, há profissionais com currículos irretocáveis que não conseguem construir carreiras consistentes, pulando de empresa em empresa. Conheço por outro lado pessoas simples e com baixa instrução formal, as quais, devido às características mencionadas, tornaram-se essenciais nos locais em que trabalham. Quantas vezes você já não escolheu o restaurante pelo garçom ou a padaria pelo simpático atendente? Pense nisto antes de tomar sua próxima atitude.

*Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.


FonteSaudeWeb

Lâmpadas de LED são tendência no mercado de saúde

Esse tipo de iluminação apresenta uma redução do consumo de energia em até 80%. Além disso, segundo consultor, a iluminação moderna transforma alguns ambientes hospitalares antes vistos como “frios”, em locais aconchegantes

Com o objetivo de tornar o ambiente hospitalar mais agradável, algumas instituições de saúde estão adotando o consumo das lâmpadas LED. Esse tipo de iluminação vem se consolidando como umm tendência de mercado apresentando uma redução do consumo de energia em até 80%.

De acordo com o consultor técnico da Sylvania, Alexandre Giovannetti, para conciliar criatividade, eficiência e custo-benefício para a idealização de um projeto luminotécnico para hospitais, é imprescindível conhecer as necessidades do ambiente, quesito tão importante quanto conhecer as técnicas e equipamentos a serem especificados.cO executivo ressalta que a boa iluminação é uma ferramenta que aumenta a qualidade do atendimento, auxilia na recuperação dos pacientes e ajuda no controle dos custos de funcionamento e manutenção.

Com a construção de novas unidades e reforma dos grupos de empresas do setor médico, a tecnologia LED emprenha-se em transformar alguns ambientes hospitalares antes vistos como “frios”, em locais aconchegantes.

O especialista ressalta ainda que salas de exames com aparelhos médicos, como ressonância magnética ou ultrassom, podem receber interferências severas de alguns tipos de reatores, presentes no conjunto de iluminação, a ponto de alterar o resultado dos exames. Estas interferências precisam ser evitadas com a especificação correta dos equipamentos de acendimento, controle e funcionamento dos sistemas de luminárias.

Ele finaliza ao dizer que as temperaturas e tonalidades mais indicadas são 3000K para ambientes que visem proporcionar tranquilidade, e entre 4000K e 5000K para as áreas mais estimulantes. O direcionamento da luz e o controle do ofuscamento também são pontos relevantes a serem considerados.

Fonte SaudeWeb

Rotina dos hospitais causa síndrome de Burnout

Hospitais são locais que devem produzir saúde, no entanto, pessoas que fornecem esse serviço estão ficando doentes, alerta especialista, que dá dicas de como estimular criatividade para gerar eficiência emocional

Atos criativos estão relacionados aos momentos em que a mente consegue se afastar dos problemas a serem resolvidos. Os insights costumam ocorrer em horas inesperadas quando é possível permitir que os pensamentos se libertem e nos mostrem novas soluções para situações cotidianas. O problema é que em ambientes hospitalares implantar essas dinâmicas criadoras parece ser uma tarefa secundária. No entanto, assim como nas empresas, as instituições de saúde também devem olhar e incentivar essas práticas se quiser alcançar bons resultados e relacionamento sadio.

De acordo com o master coach da Sérgio Ricardo Company, Sérgio Ricardo Missioneiro, a rotina dos hospitais tem causado em suas equipes a síndrome de Burnout, distúrbio de caráter depressivo, seguido de esgotamento físico e mental.

“Os hospitais são locais que devem produzir saúde, no entanto, as pessoas que fornecem esse serviço estão ficando doentes. O maior consumo de drogas é na área da saúde. Muitos médicos tomam remédios tarja preta, sofrem de transtorno obsessivo compulsivo, são obesos e fumam”.

O motivo destes sintomas se dá pelo fato de que existem problemas de cultura dentro das instituições hospitalares, que estão minguando as pessoas. O principal gargalo deve-se ao fato de que os hospitais apresentam uma rotina de atendimento ao cliente ao invés de produção de saúde.

O executivo conta que responsabilidades ligadas ao dia-dia de uma empresa também devem ser aplicadas dentro dos hospitais, como técnicas de gestão, dinâmicas de motivação, descoberta de líderes e integração entre as equipes. Porém esses conceitos não são colocados em prática.

“Ambientes hospitalares necessitam de eficiência emocional. Elementos sociais, trocas de feedbacks e busca pelo equilíbrio do sistema devem fazer parte das metas das instituições. Os médicos devem refletir se são profissionais ou amadores na arte de viver”.

Melhorando o ambiente
O uso de agressividade para manter a eficiência é algo que deve ser esquecido pelos gestores, de acordo com Missioneiro. Segundo o estudo Harvard Medical Practice, nos Estados Unidos, a maioria das mortes é causada por erros médicos como ministrar medicamentos errados.

“As pessoas erram e ficam com vergonha de falar. Sendo assim, não é possível detectar os erros e fazer uma capacitação e evitar que o equívoco se repita. O medo de punição é o que mais inibe a criatividade”.

Para reverter esses problemas, o coach diz que é preciso perder o medo de dar feedbacks. Uma pessoa criativa compartilha o que está acontecendo toda vez que ocorre algo fora do esperado. O importante é não focar no problema e sim estar atento para achar a solução.

Adquirir esse estado de espírito é uma tarefa que deve ser praticada, pois o gestor que não desenvolver essa competência está se desligando do mercado. “É preciso saber se relacionar com as gerações X,Y e Z . Mas, quem está no comando, deve conseguir despertar essa consciência em si mesmo primeiro”.

Despertando a criatividade
Pessoas criativas são criativas por que fazem o que gostam. Quando uma pessoa não faz o que gosta, tem grande probabilidade de não fazer um trabalho de boa qualidade. “Ou você trabalha pelo emprego, que é a fonte de renda ou pelo trabalho, que é fonte de vida. Se eu tenho uma fonte de vida, eu tenho paixão, por isso me dá vontade de realizar a tarefa de forma mais aplicada”.

Contemplar o belo, fazer caminhos diferentes, frequentar ambientes lúdicos, deixar o computador e o celular desligados uma hora por dia são algumas formas de estimular a criatividade. Além disso, quem quer ter criatividade deve aguçar o cérebro, exercícios como participar de karaokê, jogar cartas, videogames, cozinhar e atuar com as pontas dos dedos, tocar um instrumento e mexer na terra são dinâmicas assertivas para criar redes neurais diferentes.

Fonte SaudeWeb

Geomedicina é nova fronteira para TI em saúde

Pesquisadores da área de saúde querem saber se amarrar dados geográficos de um grande grupo de pacientes com bancos de dados clínicos pode revelar padrões de saúde ainda ocultos

Especialistas de TI em saúde, em breve, começarão os debates sobre uma tendência chamada geomedicina, que combina sistema de informação geográfica (GIS, as sigla em inglês) com bancos de dados clínicos para prover ideias de algo que possa melhorar o estado de saúde de uma população ou indivíduo. Embora boa parte da atividade ainda esteja concentrada na academia, empresas de GIS já começam a explorar o potencial comercial da ferramenta.

De acordo com Esri, fabricante de GIS baseada na Califórnia (EUA), “um sistema de informação geográfica integra hardware, software e dados para captura, gestão, análise e apresentação de informações geograficamente referenciadas em todos os formatos”. Uma aplicação de GIS permite ao usuário inserir dados em mapas eletrônicos para encontrar onde estão determinadas coisas, mensurar quantidade ou densidade para certos comportamentos em áreas geográficas definidas ou encontrar o que está ocorrendo em uma área particular ou sua vizinhança.

Em saúde, pesquisadores poderiam usar essa abordagem para encontrar correlações entre condições de saúde e áreas geográficas onde os pacientes vivem. Em 2010, em um estudo do Journal of the American Board of Family Medicine, por exemplo, estudiosos da Universidade da Califórnia/Davis usaram uma solução de GIS para investigar disparidades entre pacientes com diabetes tipo 2 e hiperlipidemia.

Ao combinar dados eletrônicos de saúde de clínicas de cuidados primários com os endereços dos pacientes e dados socioeconômicos de algumas áreas, os pesquisadores encontraram uma associação entre os status social e o nível de HbA1c (teste que mede o nível de açúcar no sangue ou hemoglobina glicada), mas não encontraram nenhuma ligação entre a questão socioeconômica e o nível de colesterol LDL.

O Centro Médico Universitário Loma Linda, no sul da Califórnia, também tem pesquisado o uso da geomedicina, de acordo com artigo publicado no The Atlantic Cities. Dora Borilla, professora-assistente da Escola da Saúde Pública do centro, afirmou que sua equipe está com um trabalho de geocodificar os endereços dos pacientes para usar com um software de GIS, assim, eles poderão mostrar como “onde você vive pode impactar sua saúde”. Ela enxerga nesta iniciativa um passo para melhorar a qualidade da saúde da população atendida pelo hospital onde ela trabalha.

O gerente de healthcare na Esri, Bill Davenhall, contou ao The Atlantic Cities que os clientes podem usar o GIS para correlacionar as condições de saúde aos fatores ambientais em áreas onde eles vivem agora ou onde cresceram. A companhia do executivo oferece um aplicativo gratuito para iPhone (em breve a versão para Android estará disponível) que permite ao indivíduo ligar a informação de saúde pública à experiência ambiental. Chamado de My Place History, o aplicativo utiliza dados do Dartmouth Atlas of Health Care, da Agência de Proteção Ambiental e da Biblioteca Nacional de Medicina.

Estella Geraghty, professora-assistente de medicina clínica na Universidade da Califórnia/Davis, afirmou à InformationWeek Healthcare que vê um crescente interesse pelo uso de GIS em saúde e atribui essa mudança ao aumento dos aplicativos para smartphones. “A maioria das pessoas que possui um celular inteligente tem uma aplicação que envolve informação geográfica. Isso mostra a importância desse tipo de dados.”

A especialista, entretanto, reserva o termo geomedicina para aplicações que médicos podem usar no local de atenção à saúde. “O paciente está no consultório e o médico fará uma recomendação ou providenciará recursos com base no local onde o paciente vive.”

A geomedicina pode até se tornar parte do resumo que muitos médicos com prontuário eletrônicos imprimem para os pacientes antes de eles deixarem os consultórios. Se o paciente for obeso, por exemplo, a prática médica poderia programar esse impresso com recursos para tratar a obesidade.

Estella pede, no entanto, um pouco de cuidado com as informações que serão postas neste tipo de informativo. É preciso que seja algo relevante, alerta a especialista. No início, sugere, não faz sentido olhar o paciente pela exposição a substâncias que podem causar câncer de pulmão, já que não existem testes de triagem para esse tipo de doença.

A professora-assistente reconhece ainda que o GIS é mais relevante para a saúde pública que para a prática clínica comum. “Isso é muito útil na saúde pública. Trata-se de uma grande ferramenta para o estudo da sobrevivência e para o entendimento da epidemiologia de doenças ou exposição ambiental. Mas o desafio está em usar alguns dos dados da área de saúde.”

Fonte SaudeWeb

6 principais custos do processo de acreditação

Gastos com infraestrtura equipamentos, capacitação e contratação de pessoas são algumas das despesas das instituições de saúde
Uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Gestão em Gestão de Serviços de Saúde denominada Panorama da Acreditação. O estudo traçou um panorama com os principais custos do processo de Acreditação.
A pesquisa foi realizada com 101 hospitais acreditados, correspondendo a 66% do total de instituições que possuem certificação no Brasil.
Veja a seguir quais são as 6 principais despesas que as instituições de saúde tiveram:

•Custos das mudanças estruturais (infraestrutura e equipamentos)
•Custos em termos de tempo empregado no processo
•Custos de treinamento e capacitação
•Custos relacionados ao valor pago à entidade Certificadora
•Custos associados à contratação de pessoas
•Custos associados à compra de material de melhor qualidade
Com o objetivo de se identificar os custos percebidos pelos gestores como mais significativos no processo de acreditação, os respondentes da pesquisa foram solicitados a elencar, dentre as seis opções apresentadas acima, os três principais fatores de custos, atribuindo nota de 1 a 3, sendo nota 1 atribuída ao principal custo percebido, nota 2 ao segundo maior custo e nota 3 ao terceiro maior custo. Os resultados podem ser visualizados no Quadro 21 a seguir.
Custos do Processo de Acreditação:

  • Custos das mudanças estruturais (infraestrutura e equipamentos): 58% (10 mais importantes) 17% (20 mais importantes) 10% (30 mais importantes) 85% (total citação em qualquer posição)
  • Custos relacionados ao valor pago à entidade certificadora 19% (10 mais importantes) 10% (20 mais importantes) 20% (30 mais importantes) 49% (total citação em qualquer posição)
  • Custos em termos de tempo empregado no processo 12% (10 mais importantes) 24% (20 mais importantes) 23% (30 mais importantes) 59% (total citação em qualquer posição)
  • Custos de treinamento e capacitação 7% (10 mais importantes) 26% (20 mais importantes) 26% (30 mais importantes) 59% (total citação em qualquer posição)
  • Custos associados à contratação de pessoas 4% (10 mais importantes) 13% (20 mais importantes) 13% (30 mais importantes) 30% (total citação em qualquer posição)
  • Custos associados à compra de material de melhor qualidade 0% (10 mais importantes) 11% (20 mais importantes) 9% (30 mais importantes) 20% (total citação em qualquer posição)
Resultado
Conforme demonstrado, o item considerado por 58% dos respondentes como sendo o principal custo do processo de acreditação foi o item custos das mudanças estruturais (infraestrutura e equipamentos). Este item está entre os três principais custos da acreditação para 84% dos respondentes da pesquisa.
O segundo fator de custo mais importante na perspectiva dos respondentes corresponde aos custos relacionados ao valor pago à entidade certificadora (19%), seguido dos custos em termos de tempo empregado no processo (12%), pelos custos de treinamento e capacitação (7%) e custos associados à contratação de pessoas (4%).
Observando-se as três principais posições como um todo (última coluna do Quadro 21), observa-se que os custos em termos de tempo empregado no processo e de treinamento e capacitação estão entre os três mais importantes para 59% dos respondentes, enquanto que apenas 49% consideraram os custos relacionados ao valor pago à entidade certificadora como um dos três principais, dentre os seis apresentados. Os custos associados à contratação de pessoas foram citados por 30% dos respondentes como sendo um dos três mais importantes.

Os custos associados à compra de material de melhor qualidade não aparecem citados na primeira posição de importância, sendo, porém, citados por parte dos respondentes na segunda e na terceira posição em ordem de importância (11% e 9% das respostas, respectivamente). No âmbito geral, este é o custo menos citado entre os mais importantes – com 19% dos respondentes incluindo em alguma das posições de importância.
Fonte SaudeWeb

Santas Casas têm deficit de R$ 5 bilhões

O maior problema está nos procedimentos de média complexidade, que correspondem à maioria dos atendimentos. Atualmente, as entidades filantrópicas respondem por 52% dos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS)

O superintendente da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, José Luiz Spigolon, afirmou nesta quinta-feira (14) que as entidades receberam do governo R$ 9 bilhões em 2011, mas tiveram um custo total de R$ 14 bilhões. A declaração foi feita em audiência pública da subcomissão especial, vinculada à Comissão de Seguridade Social e Família, que analisa a situação de instituições como as Santas Casas. Atualmente, as entidades filantrópicas respondem por 52% dos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Spigolon informou que o maior problema está nos procedimentos de média complexidade, que correspondem à maioria dos atendimentos. “Em um parto, que custa em torno de R$ 1,2 mil, o Ministério da Saúde paga menos de R$ 500. O restante do valor fica para quem está prestando o serviço”, exemplificou.

A representante do ministério, Cleuza Bernardo, disse que o governo está trabalhando em mudanças legislativas para facilitar credenciamentos e pagamentos. Ela informou ainda que, dos 2.483 processos de renovação e concessão de certificados de filantropia, apenas 354 foram deferidos até agora. A maior parte está em diligência por falta de informações: as entidades ou não cumprem os prazos de retorno ou retornam sem responder a todos os pedidos do Executivo. Cleuza acrescentou que algumas entidades têm dificuldades técnicas para fazer esse trabalho.

Pessoas com deficiência
Com relação à assistência de indivíduos com deficiência por entidades filantrópicas, a representante da Federação das Apaes do Rio Grande do Sul, Marilei Elisabete Dockhorn, destacou que os repasses do governo cobrem apenas 60% da capacidade de atendimento no País.

Por sua vez, a coordenadora da área técnica de saúde da pessoa com deficiência do Ministério da Saúde, Vera Lúcia Mende, declarou que o Executivo está trabalhando para cobrir os vazios assistenciais em relação a esse público, principalmente no Norte e no Nordeste.

Relatório
O relator da subcomissão especial das Santas Casas, hospitais e entidades filantrópicas na área da saúde, deputado Antonio Brito (PTB-BA), adiantou que o seu parecer deverá conter dados sobre a defasagem dos repasses governamentais para essas instituições. “Vamos levar esse assunto de forma corajosa, clara, para que o Congresso Nacional verifique os números e possa tomar uma providência. Não podemos perder 2.100 entidades no Brasil que vem atuando fortemente desde 1543, quando a Santa Casa de Santos foi criada”, sustentou.

Fonte SaudeWeb

Biolab firma joint venture com a farmacêutica indiana Emcure

Com aportes iniciais de US$ 20 milhões, o objetivo é a produção de medicamentos voltados para a área hospitalar

Na última quarta-feira, (13) foi assinada uma joint venture entre o laboratório nacional Biolab com a farmacêutica indiana Emcure. Juntas as companhias vão criar a Biolab Emcure, que terá participação de 50% de cada uma. O objetivo é a produção de medicamentos voltados para a área hospitalar. As informações são do jornal Valor Econômico.

De acordo com o presidente da Biolab, Cleiton de Castro Marques, os investimentos totais das duas empresas no novo negócio ainda não estão fechados. Segundo Marques, os aportes iniciais estão projetados em US$ 20 milhões.

A nova companhia deverá utilizar a infraestrutura do laboratório brasileiro em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. Emcure se comprometeu a fazer transferência de tecnologia de alguns medicamentos desenvolvidos por ela.

A maioria das farmacêuticas indianas é voltada para a produção de genéricos, no entanto, a Emcure é focada em produtos de inovação (moléculas quirais).

De acordo com a reportagem do Valor, a parceria com a Emcure deverá agregar na produção de medicamentos inovadores para tratamentos complexos, como oncológicos e hipertensão, voltados para o segmento hospitalar.

A Biolab faz parte de um grupo de quatro farmacêuticas nacionais junta da Cristália, Eurofarma e Libbs que juntas formam a Orygen Biotecnologia um dos superlaboratórios criados no país com apoio do governo federal para produção local de medicamentos biológicos.

A empresa alcançou um faturamento de R$ 660 milhões em 2011 e projeta expansão de 15% este ano.

Em 2010, a companhia também firmou uma joint venture com a farmacêutica alemã Merz para atuar na área estética no Brasil. O principal carro-chefe da é o Xeonin, toxina botulínica para concorrer no país com o Botox.

A Biolab está na expectativa de que possa colocar no mercado até o fim de 2013 seu primeiro medicamento, fruto de desenvolvimento de molécula própria – batizada de BL 123 (antimicótico e antifúngico), que está na fase 3 de pesquisa. A empresa destina de 7% a 10% de seu faturamento à pesquisa e desenvolvimento.

Fonte SaudeWeb

Ministério investe R$ 8,9 milhões em equipamentos para o Incor

Instituto apoiará prontos-socorros do SUS da Zona Oeste a aperfeiçoar atendimentos cardíacos de urgência, por meio do programa Telessaúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, nesta sexta-feira (15), investimentos de R$ 8,9 milhões na modernização de equipamentos do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP (Incor). Os recursos serão usados para a compra de equipamentos para atualização tecnológica do Instituto e para a implantação do programa Telessaúde Brasil.

Os equipamentos serão utilizados em serviços de hemodiálise, centro cirúrgico, UTI (adulto e neonatal), lavanderia e serviço de diagnóstico por imagens. O pacote de aquisições inclui também uma tomografia multislice, aparelhos de ultrassom e de ecocardiograma, além 80 monitores e quatro centrais de monitorização de pacientes em estado crítico. “Esses investimentos ajudarão o Incor a manter o processo de modernização dos seus equipamentos, que darão maior qualidade para o atendimento, sobretudo para pacientes em situações críticas de doenças cardiovasculares e em cuidados intensivos”, afirmou o ministro.

Além do aporte de R$ 8 milhões nos equipamentos, o Incor receberá R$ 991 mil para implantação de projeto-piloto dentro do Programa Telessaúde Brasil Redes. Com ele, especialistas do Incor oferecerão orientação à distância aos prontos-socorros do Sistema Único de Saúde (SUS) da Zona Oeste de São Paulo.

Para oferecer a segunda opinião médica aos profissionais nas outras unidades do SUS, o Incor terá equipamentos de imagem, som e transmissão de dados da telemedicina. Quando totalmente implantado, o serviço terá capacidade para atender 200 unidades.

“Com o atendimento à distância, o elevado nível de especialização dos profissionais do Incor contribuirá para salvar vidas a quilômetros de distância. A agilidade no diagnóstico é uma das vantagens esperadas com a parceria”, afirmou o Ministério em comunicado.

Pesquisas apontam que a maioria das mortes por infarto ocorre nas primeiras horas de manifestação da doença – 65% dos óbitos ocorrem na primeira hora e 80% até 24 horas após o início do infarto. Para o ministro Alexandre Padilha, a medida permitirá maior qualidade no atendimento do paciente e da instituição. “Os profissionais estarão vivenciando como é tratar de doenças cardiovasculares no dia a dia da vida de pessoas que estão distantes. Isso é fundamental não só para a instituição, mas também para a formação do profissional”, avaliou Padilha.

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morbidade, incapacidade e morte no mundo e no Brasil. Em 2009, o Brasil teve 319 mil óbitos causados por doenças cardiovasculares, o equivalente a 31% das mortes naquele ano.

TELESSAÚDE – Coordenado pelo Ministério da Saúde, o Telessaúde permite que profissionais de saúde troquem informações sem sair dos locais de atendimento, por meio de videoconferências e internet. A ferramenta coloca à disposição dos profissionais a possibilidade de discussão de casos com equipe multiprofissional, evitando deslocamentos desnecessários do paciente, qualificando o diagnóstico e permitindo a capacitação permanente.

A iniciativa funciona articulada com as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Atualmente, 1.733 estabelecimentos do SUS contam com o programa, em 1073 municípios de 12 estados: Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Acre.

Fonte SaudeWeb

Sensores wireless reduzem dias na UTI

Constatou-se queda de 47.2% na taxa total de dias na UTI para transferências entre os períodos de pré-intervenção e pós-intervenção. Tecnologia permite que um número menor de médicos acompanhe pacientes em estado crítico

O número total de dias na UTI e o número geral de dias de internação são reduzidos quando pacientes hospitalares são continuamente monitorados com o uso de sensores sem contato, de acordo com um novo estudo.

O levantamento Efeitos do Monitoramento Contínuo de Pacientes Sem Contato em uma Unidade Médico-Operatória em Transferências de Unidades de Tratamento Intensivo: Estudo Clínico Controlado, pelo Centro de Pesquisa e Prática de Segurança de Pacientes, do Hospital Brigham e Women e da Faculdade de Medicina de Harvard, em Boston, Massachusetts, foi conduzido no Hospital Newton-Wellesley, um hospital de tratamento intensivo em Newton, Massachusetts.

Como parte do estudo, pesquisadores utilizaram o sistema EarlySense, da EarlySense Inc., empresa baseada em Waltham, Mass., em uma unidade médico-operatória com 33 leitos. Eles posicionaram monitores ao lado dos leitos e uma estação central de assistência, na unidade, além do sistema integrado com a ajuda de telefones celulares.

Os pesquisadores analisaram cerca de 7.600 gráficos de pacientes; mais de 2,3 mil deles eram pacientes com sensores posicionados debaixo do colchão, e não presos à pele. Os outros pacientes, em três áreas controladas separadas, não receberam esse sensor especial e os dados foram coletados tradicionalmente, via taxas respiratórias, cardíacas e de movimento.

Os pacientes no grupo do sensor wireless tiveram uma redução de apenas dois dias no tempo médio de permanência na UTI (uma redução de 45.9%), em comparação com as intervenções pré e pós, com tendência à declinação no número de transferências. Os resultados se traduziram em uma queda de 47.2% na taxa total de dias na UTI para transferências entre os períodos de pré-intervenção e pós-intervenção.

Além disso, o tempo de internação dos pacientes em unidades médico-operatórias também foi substancialmente reduzido, seguido de intervenção de, em média, 0.4 dias, uma redução de quase 10%.

Como as equipes médicas são reduzidas nos hospitais por fatores econômicos e regulatórios, agora, menos profissionais são necessários para lidar com os pacientes mais críticos. O que, em troca, aumentou a demanda por monitoramento remoto, que permite que os médicos identifiquem os primeiros sinais de piora dos pacientes.

“O sistema identifica, eficientemente, os primeiros sinais e permite que os médicos intervenham mais cedo. O sistema monitora continuamente os sinais vitais do paciente sem tocar em seu corpo”, disse Avner Halperin, CEO da EarlySense, para a InformationWeek Healthcare. Halperin disse, também, que o sistema pode funcionar completamente como stand-alone e tem interfaces padrão para o prontuário eletrônico do hospital. Um dos principais desafios com os sensores com fio tradicionais, de acordo com Halperin, é que cada vez que um deles se desloca ou se solta, um alarme é ativado. Os médicos geralmente ignoram esses alarmes porque eles ocorrem com frequência. “Quando os sensores não tocam o corpo, não existe esse desafio, e é um monitoramento muito mais limpo”.

“O monitoramento sem contato melhora, significativamente, o monitoramento porque permite ver como o paciente está respirando e se está se mexendo e quanto está se mexendo”, disse David Bates, Diretor de Qualidade da Divisão Interna de Medicina Geral do Hospital Brigham e Women, à InformationWeek Healthcare.

Bates acrescenta que a eliminação de condutores e fios no corpo permite mais mobilidade ao paciente e reduz as chances de quedas. “É bom não ter mais fios que o necessário.”

Fonte SaudeWeb

Ministério lança programa de qualificação farmacêutica

Serão investidos R$ 17 milhões na aquisição de mobiliários e equipamentos necessários para estruturação e manutenção dos serviços das Centrais de Abastecimento Farmacêutico e Farmácias no âmbito da Atenção Básica

O Ministério da Saúde acaba de lançar o Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica (Qualifar-SUS), que vai fortalecer o uso racional e a qualidade do acesso a medicamentos no Brasil.

Para dar início as ações, o ministério investirá R$ 17 milhões na aquisição de mobiliários e equipamentos necessários para estruturação e manutenção dos serviços das Centrais de Abastecimento Farmacêutico e Farmácias no âmbito da Atenção Básica. Os recursos contemplarão 453 municípios com população em extrema pobreza com até 100 mil habitantes, prioritários no Plano Brasil Sem Miséria.

De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, o programa inaugura uma nova fase na assistência farmacêutica no país.

Gadelha conta que fortalecer os serviços farmacêuticos no SUS vai impactar diretamente na melhoria da qualidade da saúde da população brasileira. Segundo o secretário, o programa reforça o compromisso do ministério de qualificar o setor.E acredita que a população vai notar que os serviços farmacêuticos nesses municípios estarão mais estruturados, melhorando o acesso e diminuindo os riscos relacionados ao uso de medicamentos pela população.

As inscrições para os municípios elegíveis se cadastrarem no Qualifar-SUS estarão abertas até 13 de julho. Aqueles que fazem parte de outros programas da Atenção Básica, como o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), Programa de Requalificação das Unidades Básicas de Saúde (Requalifica UBS) e o Sistema Hórus, terão prioridade na seleção de municípios a serem contemplados.

A expectativa do Ministério da Saúde para os próximos anos é ampliar a medida para atingir a totalidade dos municípios listados do Plano Brasil Sem Miséria, além de apoiar os serviços farmacêuticos nas gestões estaduais.

Proposta
A proposta do Qualifar-SUS é contribuir para o aprimoramento, implementação e integração das atividades da assistência farmacêutica nas ações e serviços de saúde, visando uma atenção contínua, integral, segura, responsável e humanizada.

Para que a proposta seja eficaz, o programa será executado em quatro eixos – cuidado, educação, estrutura e informação –, incluindo ações que visem o aprimoramento dos processos e práticas de trabalho adotadas pelas gestões locais na assistência farmacêutica.

Fonte SaudeWeb

Emílio Ribas lança atendimento domiciliar para pacientes com HIV

A iniciativa visa beneficiar pacientes e cuidadores que são atendidos pela Instituição, que estão com quadro agudo de dor, em sofrimento físico, psicossocial, ou espiritual

O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, iniciou atendimento domiciliar para pacientes soropositivos e com outras doenças infectocontagiosas em processo de terminalidade.

O serviço de cuidados paliativos em HIV do Emílio Ribas implantará o atendimento domiciliar de forma gradativa para os pacientes em estado avançado da doença. Segundo a instituição, a iniciativa visa beneficiar pacientes e cuidadores que são atendidos pela entidade, que estão com quadro agudo de dor, em sofrimento físico, psicossocial, ou espiritual.

Inicialmente, 10 pacientes serão acompanhados por uma equipe multidisciplinar formada por 15 profissionais. Na estrutura assistencial, serão 400 atendimentos mensais, incluindo medicação, curativos, atendimentos terapêuticos especializados, treinamento de cuidadores, entre outros procedimentos. O trabalho será realizado por profissionais de saúde especialistas em dor e cuidados paliativos, incluindo médicos, assistentes sociais, enfermeiras, auxiliares de enfermagem, nutricionistas, terapeutas ocupacionais, além de capelães.

O Centro de Referência de Cuidados Paliativos do Emílio Ribas é uma unidade formadora de profissionais de saúde e o único serviço da América Latina especializado no atendimento em cuidados paliativos para pacientes com HIV. Na nova proposta de assistência em domicílio, os pacientes serão escolhidos de acordo com critérios terapêuticos específicos conforme avaliação em função da dor, processo de terminalidade e falência de tratamento.

Segundo a coordenadora do Núcleo, a Mônica Estuque, o atendimento domiciliar será uma extensão humanizada e acolhedora do tratamento terapêutico hospitalar. Ela explica que o enfrentamento da doença terminal na residência garante condições especiais não só para o paciente, como para a família que também recebe acompanhamento durante o período de luto.

Fonte SaudeWeb

Vacinação contra a paralisia infantil 2012

Pesquisa com 95 alimentos detecta excesso de açúcar

O leite achocolatado é um dos maiores vilões com açúcar
Um estudo recente realizado pela Proteste – Associação de Consumidores avaliou 95 alimentos industrializados e constatou que a maioria deles possui açúcar demais.

Apenas seis itens analisados foram considerados com baixo teor de açúcar.

Boa parte dos produtos é voltada para crianças. “O Toddy chega a ter 70% de açúcar em sua composição. Ou seja, em um copo de leite com duas colheres de sopa do produto, consome-se o equivalente a três sachês de açúcar”, diz a entidade.

Fonte Uol

Alimentos industrializados são os vilões do consumo exagerado de açúcar

Você sabia que um copo de suco de laranja industrializado contém duas colheres de sopa de açúcar?

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ingestão de açúcar refinado não pode ultrapassar 10% do consumo diário total de calorias. Em uma dieta de 2.000 calorias diárias, por exemplo, o recomendável é não ultrapassar quatro colheres de sopa rasas de açúcar.

Os brasileiros, porém, consomem bem mais que o limite considerado saudável e um dos motivos é a quantidade presente nos Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP), que avaliou 2.000 moradores da cidade de São Paulo, revelou que mais de um terço dos adultos e 70% dos adolescentes consomem açúcar além do limite diário.

Na pesquisa, os refrigerantes foram os maiores responsáveis pelo excesso de açúcar consumido por adolescentes e adultos. “Uma lata de 350ml de refrigerante de cola, por exemplo, possui 33 gramas de açúcar (2 colheres de sopa). Só isso já é mais do que a metade do recomendado diariamente para uma dieta de 2000 calorias”, destaca a nutricionista Camila Torreglosa, do Hospital do Coração.

Além dos refrigerantes, alimentos industrializados como sorvetes, iogurtes e molhos são outros exemplos de produtos ricos em açúcar. Até salgados, como esfihas e pães-de-leite levam o produto na composição.

A especialista explica que o açúcar refinado é rico apenas em calorias provenientes de carboidratos. O produto perde fibras, sais minerais, proteínas e demais nutrientes em seu processo químico de refinamento. E o consumo em excesso do alimento está associado a doenças como obesidade, diabetes e até alguns tipos de câncer.

O açúcar mascavo é uma forma mais bruta que contém potássio, cálcio, vitamina C e ferro. Segundo Torreglosa, seria uma opção mais saudável, embora ofereça a mesma quantidade de calorias que o refinado (4 calorias por grama).

Fonte Uol

Cidade japonesa proíbe funcionários municipais de tomar álcool fora de casa

O álcool deve ser consumido dentro de casa, segundo a máxima do prefeito da cidade japonesa de Fukuoka, que proibiu os funcionários municipais de ingerir bebidas alcoólicas fora de seus lares durante pelo menos um mês.

O prefeito Soichiro Takashima decidiu adotar a incomum medida após uma série de escândalos e episódios violentos nos quais estiveram envolvidos funcionários do município em estado de embriaguez, informou  o jornal "Nikkei".

Takashima advertiu também que a prefeitura revisará sua regulação interna para endurecer as medidas disciplinares contra os empregados que participem destes tipos de incidentes.

A administração municipal insta aos funcionários a tomar água, refrescos ou outro tipo de bebida sem álcool durante reuniões e festas e só lhes permite consumir vinho, cerveja e licores em suas casas ou, como exceção, em suas próprias festas de casamento.

A medida foi tomada depois que a polícia deteve um funcionário portuário de 52 anos acusado de bater em um taxista e um trabalhador do departamento de proteção infantil de 48 anos por agredir um ex-companheiro na sexta-feira passada. Ambos se encontravam em estado de embriaguez.

Além disso, em fevereiro um empregado do Departamento de Bombeiros foi detido sob suspeita de ter roubado um veículo quando se encontrava sob os efeitos do álcool.

Fonte Uol

Estudo aponta que brasileiros bebem em média 6,9 litros de álcool por ano

O consumo de álcool na América Latina é baixo quando comparado com o registrado na Europa e nos Estados Unidos, e se situa em 5,5 litros de álcool puro ao ano por pessoa, embora as diferenças por países e gênero sejam marcadas; no Brasil, por exemplo, esse número sobe para 6,9 litros, segundo o resultado de uma pesquisa inédita sobre o assunto.

O consumo na Europa está estimado em 13 litros de álcool puro ao ano, enquanto nos Estados Unidos esse nível cai para 9,8 litros.

O estudo, divulgado nesta quinta-feira, averiguou pela primeira vez, com base em enquetes nacionais realizadas em nove países latino-americanos, não só que percentagem da população consome álcool, mas quanto e como se bebe, o que representa uma informação totalmente nova.

"Este âmbito é muito pouco explorado, inclusive nos países desenvolvidos, apesar da importância social que tem e que todo mundo reconhece", disse o pesquisador Carlos Sojo, responsável do estudo realizado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLacso).

A pesquisa corroborou que poucos países contam com informação sobre padrões nacionais de ingestão de álcool, sendo que o mais recente e completo deles foi feito no Brasil em 2008, explicou Sojo.

O estudo, realizado em El Salvador, República Dominicana, Costa Rica, Peru, Nicarágua, Venezuela, México, Colômbia e Brasil, indica que seis de cada dez pessoas bebeu álcool pelo menos uma vez nos 12 meses anteriores à enquete, realizada entre pessoas de entre 18 e 65 anos.

Revela também que, nesse mesmo período, 15% da população em cada país na média foi abstêmia ou simplesmente nunca tinha bebido em sua vida.

"Este dado é importante porque existe uma percepção que todo mundo toma bebidas alcoólicas, o que não é certo. Além disso, existem importantes variações por países", declarou Sojo ao apresentar à imprensa os resultados centrais da pesquisa.

Por países, a Venezuela é o país que consome mais litros (8,9 anuais por pessoa). Em seguida estão República Dominicana (8 litros), Brasil (6,9), Colômbia (6,3), México (4,8), Nicarágua (4,2), Costa Rica (3,9), Peru (3,7) e El Salvador (2,6).

Visto desde a perspectiva da população abstêmia, El Salvador lidera o ranking (38,9% da população), seguido do México (29,1 %), Nicarágua (23 %), Costa Rica (17 %) e Brasil, onde 10,9 % dos consultados declarou que não consome qualquer tipo de bebida alcoólica.

Sojo comentou que grande parte da diferença entre países se explica pela incorporação das mulheres ao grupo consumidor, embora se trate de um fenômeno menos destacado na América Central e no México com relação à América do Sul e ao Caribe.

No entanto, o consumo de álcool é claramente um hábito "masculino", pois os homens tomam em geral quatro vezes mais que as mulheres.

Outro dado inovador fornecido pelo estudo é que do total da população, a grande maioria (75%) ou não bebe nada ou consome quantidades que estão abaixo do nível de risco declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Este nível de risco fica nas 40 gramas de álcool puro para as mulheres e 60 gramas para os homens.

Estas quantidades são superadas de maneira ocasional ou muito frequente por 25% da população restante, da qual 20 % sofre um risco ocasional de superar a medida de risco e 5% enfrenta um risco alto em longo prazo.

A pesquisa determinou igualmente que, por idades, o grupo de maior consumo é o de 25 a 34 anos, e que se bebe mais quanto maior é o nível socioeconômico e educativo.

O financiamento para este trabalho veio da Cerveceros Latino-Americanos, uma associação que representa os interesses de todos os fabricantes de cerveja dos 18 países latino-americanos.

Sojo assegurou que "a indústria pagou", mas que a Flacso gozou de completa autonomia e independência para a elaboração do documento.

Presente na entrevista coletiva, o secretário-geral da Cerveceros Latino-Americanos, José Manuel Juanatey, assinalou que sua entidade considerava importante contar com uma pesquisa científica séria a partir da qual pudessem construir políticas públicas na região.

Ressaltou que em matéria de consumo de álcool, "o problema é o excesso, mas o que não se pode fazer é falar de consumo nocivo de álcool no ar, portanto este estudo fixa uma linha de base".

"Promovemos um consumo moderado de álcool e acreditamos que isto é perfeitamente compatível com um estilo de vida saudável", concluiu.

Fonte Uol

Mulheres que fizerem parto em casa devem procurar cartório para emitir declaração

Mulheres que fizerem parto sem a assistência de profissionais de saúde ou com parteiras devem procurar o cartório mais próximo para conseguir a Declaração de Nascido Vivo, documento que, a partir de agora, passa a valer como identidade provisória da criança. As informações são da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg).

A lei que valida a declaração como documento oficial foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no Diário Oficial da União há uma semana. O Ministério da Saúde alertou que a declaração, entregue pelo hospital aos pais ou responsáveis após o nascimento do bebê, não substitui o registro civil de nascimento.

Maria Fernanda da Silva, de 39 anos, é parteira desde os 16 e aprendeu mais sobre a profissão com a mãe, que também era parteira. Graduada em enfermagem, já realizou mais de 300 partos. Segundo Maria Fernanda, a orientação dada pelas secretarias de Saúde é que as parteiras encaminhem a criança e a mãe ao hospital assim que o bebê nasce.

“Entretanto, o registro sai como se aquela criança tivesse nascido no hospital, e não em casa. Se a criança nascer em casa, ela não recebe a Declaração do Nascido Vivo – é um documento exclusivo de quem nasce no hospital”, disse.

Depois de auxiliar no parto em casa, ela orienta as mães para que levem o bebê à maternidade ainda na primeira semana para receber as vacinas e para fazer o teste do pezinho. “E eu sempre aconselho que a pessoa que levar a criança para fazer esses procedimentos tenha em mão a certidão de nascimento.”

Maria dos Prazeres de Souza, de 74 anos, é enfermeira-obstetra aposentada e trabalha como parteira há mais de 50 anos. Ela calcula que já ajudou a trazer ao mundo cerca de 5.600 crianças – a primeira quando tinha apenas 17 anos.

“Há um departamento da Secretaria de Saúde que sempre promove palestras e treinamentos para as parteiras e as atualiza em relação aos procedimentos. Pela minha experiência, tenho percebido que mais mulheres têm nos procurado”, disse. “O parto realizado em casa é opção exclusiva das mães. Já atendi partos de todos os tipos e em vários locais do país”, completou.

Fonte Uol

Concurso Prefeitura de Jardim Alegre – PR

No intuito de prover profissionais em seu quadro de servidores públicos, a prefeitura do município de Jardim Alegre, Estado do Paraná, lançou dois editais de abertura de concurso público sob os números 001/2012 e 002/2012. O primeiro edital rege a seleção para o quadro estatutário e o segundo para o quadro celetista, ambos organizados pela Fundação de Apoio à FAFIPA.
Ao todo, estão sendo disponibilizadas 82 vagas para candidatos dos níveis fundamental, médio/técnico e superior.
Cargos:
Auxiliar de cuidador social, auxiliar de serviços gerais (masculino), cuidador social, servente (feminino), agente administrativo, agente de saúde (endemias), auxiliar administrativo, professor, médico clínico geral, psicólogo, agente comunitário de saúde PSF, auxiliar de consultório dentário PSB, auxiliar de enfermagem PSF, coordenador para pró jovem adolescente, instrutor de artes e artesanato, instrutor de atividades recreativas, instrutor de atividades sócio- educativas, instrutor de informática, instrutor de música e fanfarra, orientador social, coordenador do PETI, dentista PSB, enfermeiro PSF, médico PSF.
Salários:
A remuneração inicial oscila entre as cifras de R$ 622,00 e R$ 8.901,00 .
Inscrições:
Para concorrer, os interessados deverão realizar a inscrição no período que compreende os dias 19 de junho de 2012 a 12 de julho de 2012 no endereço eletrônico da organizadora (www.fafipa.org/concurso). A taxa de inscrição custa entre R$ 20,00 e R$ 70,00.
Provas:
Os candidatos deverão ser avaliados através de provas objetivas de caráter eliminatório e classificatório que se realizarão na provável data de 19 de agosto de 2012, em horário e local a ser informado através de edital disponibilizado no endereço eletrônico www.fafipa.org/concurso no cartão de informação do candidato.
O gabarito preliminar será divulgado no primeiro dia útil após a aplicação das respectivas provas.
Validade:
A validade deste concurso será de dois anos, mas poderá ser prorrogado por igual período uma única vez.