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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Você sabe o que é Nomofobia?

A denominação é recente, assim como esse distúrbio dos tempos modernos. Se a tecnologia é solução para muitos, pode ser um problema para outros

Você tem vários celulares, carrega toda noite e, se por acaso acabar a bateria, o sentimento é de angústia e desconforto significativo pela impossibilidade de se comunicar.

Já existe a Nomofobia, derivada de “No mobile”, do inglês, sem celular. Mas, espera, eu fico triste quando esqueço o celular, devo me preocupar?

Quem sofre de nomofobia não larga o celular nem para situações íntimas.

Para ser caracterizada como fobia, a ausência desses tipos de aparelhos deve trazer prejuízo significante, a ponto de atrapalhar a vida pessoal e profissional.

A dependência apresenta vários sinais ao ficar longe deles, como taquicardia, suores frios, dor de cabeça e sensação de nudez.

Há ainda outras características comuns, como abandonar tudo o que faz para atender o celular, carregar o aparelho na mão para que possa atender imediatamente, se esquecer em casa, voltar de onde está para pegá-lo.

A pesquisa feito pelo instituto britânico YouGov, revelou que 53% dos usuários de telefone celular do Reino Unido sofrem de nomofobia.

O estudo concluiu que a síndrome atinge mais os homens que as mulheres.

Do total de entrevistados, 20% afirmaram não desligar o telefone nunca, e cerca de 10% disseram que o próprio trabalho as obriga a estarem sempre acessíveis.

Blog da Saúde

Aspirina pode reverter danos da cárie

Segundo cientistas britânicos, o ácido acetilsalicílico ajuda a regenerar os dentes deteriorados com o estímulo de células-tronco

Um novo tratamento capaz de restaurar os dentes danificados pela cárie pode estar a caminho. De acordo com um novo estudo da Queen’s University de Belfast, na Irlanda do Norte, o ácido acetilsalicílico – princípio ativo da aspirina, analgésico com ação anti-inflamatória – pode estimular a regeneração dos dentes, preenchendo as cavidades danificadas pela cárie.

Regeneração dos dentes
Com base em dados de pesquisas anteriores, os cientistas testaram como a forma líquida da aspirina reagia sobre as células-tronco dos dentes e descobriram que essa combinação produzia a dentina – segunda camada dos dentes, logo abaixo do esmalte, que é deteriorada por uma substância produzida pelo excesso de placa bacteriana, que causa a cárie e, portanto, regenerar mesmo uma grande área danificada.

Naturalmente, os dentes têm habilidade regenerativa limitada. Isso significa que eles conseguem regenerar uma fina camada de dentina danificada, mas se a cavidade for grande, isso não será possível. Atualmente, o tratamento da cárie, para evitar que ela atinja o interior dos dentes (polpa), o que pode comprometê-los por completo, consiste na aplicação de selantes e resinas, que podem durar até 15 anos, dependendo da composição, mas que têm uma vida útil relativamente curta e, portanto, precisam ser trocadas diversas vezes ao longo da vida. Em casos mais graves, pode ser necessário um tratamento de canal, procedimento delicado que consiste na retirada da polpa infeccionada. O estudo também observou que a aspirina tem o potencial de repor minerais dessa estrutura, tornando-a mais resistente.

Novo tratamento
“Esperamos desenvolver uma terapia para que os dentes consigam se regenerar sozinhos.”, disse Ikhlas El Karim, principal autora da pesquisa, à BBC News. “Nosso próximo passo é tentar descobrir como aplicar a aspirina nos dentes, substituindo a necessidade de selantes”. O desafio dos pesquisadores é desenvolver um produto à base de ácido acetilsalicílico que possa ser aplicado no dente, mas que não seja removido com água, por exemplo, e que consiga liberar a substância por um longo período de tempo.

Uso profissional
Portanto, isso não significa que tomar aspirina previne o surgimento de cáries nem que aplicar o medicamento diretamente na cárie vai tratá-la. Além disso, os cientistas ressaltaram que o produto a ser desenvolvido será destinado para uso clínico e profissional. “Pensamos em produzir um produto que possa ser utilizado por um dentista, não por um paciente”, explicou a pesquisadora. Os resultados do estudo foram apresentados na quinta-feira no Congresso da Sociedade Britânica de Pesquisa Oral e Odontológica.

Veja

Alerta! Uso de antidepressivos entre indivíduos com mais de 12 anos de idade

O uso de antidepressivos é comum entre os indivíduos dos EUA com idade igual ou superior a 12 anos, sendo os brancos não hispânicos mais propensos a usar antidepressivos do que outros grupos raciais/étnicos

Isso é o que indica publicação feita pelo U.S. Centers for Disease Control and Prevention’s National Center for Health Statistics (NCHS).

Pesquisadores do NCHS usaram dados do National Health and Nutrition Examination Survey desde 2011 até 2014 para examinar o uso de antidepressivos em pessoas com idade igual ou superior a 12 anos.

Os pesquisadores descobriram que 12,7% dos indivíduos (sendo 8,6% homens e 16,5% mulheres) usaram antidepressivos no mês anterior à pesquisa no período de 2011 a 2014.

Os brancos não-hispânicos eram mais propensos a tomar medicamentos antidepressivos do que qualquer outra raça e grupos de origem hispânica , entre homens e mulheres.

Daqueles que tomaram medicamentos antidepressivos, um quarto tinha usado por 10 anos ou mais.

Houve um aumento no uso de medicamentos antidepressivos de 1999 a 2014. Assim, no período de 2011 a 2014, cerca de um em cada oito americanos com idades entre 12 e mais anos relataram usar antidepressivos no mês anterior.

O uso de antidepressivos aumentou com a idade e foi duas vezes mais comum entre as mulheres do que entre homens.

Terra