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sábado, 3 de novembro de 2012

Dez sinais de que seu filho precisa usar óculos

Uma em cada vinte crianças em idade pré-escolar sofre de algum problema de visão. Já durante o Ensino Fundamental, essa proporção sobe de 5% para 25%. Muitas vezes, a criança vai mal na escola não por falta de atenção ou dedicação aos estudos, mas por causa de problemas visuais não detectados. Algumas não enxergam direito o que está escrito na lousa e outras podem ter dificuldade de ler livros, cadernos e apostilas que estão sobre a carteira.
 
“Tive uma paciente de seis anos que enfrentava sérias dificuldades de alfabetização porque tinha 12 graus de miopia em um olho e, até então, não havia sido diagnosticada. Pais e até mesmo professores devem estar sempre atentos às crianças e estimulá-las a usar óculos ou tampões sem preconceito, quando necessário. Trata-se de uma medida temporária e que pode impedir o comprometimento do rendimento escolar”, diz Renato Neves, oftalmologista.
 
Como os problemas visuais podem gerar um impacto bastante negativo na vida das crianças, vale a pena prestar atenção em algumas características que alertam para a hora de marcar uma consulta com o oftalmologista. Neves aponta dez sinais de que é chegada a hora:
 
1. Reclamar de dor de cabeça. “Quando a criança reclama com alguma frequência de dor de cabeça quando está em aula ou ainda quando faz a lição de casa, é preciso investigar. Principalmente se reclama de ‘dor na testa’. Afinal, ela pode estar fazendo um esforço extra para enxergar direito”.
 
2. Sentar muito próxima à televisão. “Ainda que as telas dos televisores tenham aumentado bastante nos últimos anos, algumas crianças insistem em sentar bem próximas à TV, dando sinais claros de que talvez sofram de miopia. O mesmo é válido para games de bolso ou livros. Se o seu filho tiver o costume de aproximar os olhos de tudo o que precisa enxergar é um sintoma que precisa ser investigado”.
 
3. Apertar os olhos para ler. “Quando a criança aperta um dos olhos para enxergar, pode ser que inconscientemente esteja querendo melhorar o foco e usando o olho bom para ver bem. Trata-se de um sintoma clássico que deve ser avaliado”.
 
4. Andar de cabeça baixa. “Há casos em que a criança estrábica ou com desequilíbrio no músculo ocular, acaba tendo dupla visão ao focar um objeto ou olhar para baixo. Para se sentir mais segura, passa a andar sempre com a cabeça baixa, na tentativa de prevenir problemas mais sérios como quedas”.
 
5. Lacrimejar excessivamente. “Algumas crianças não fecham os olhos totalmente enquanto dormem. Essa condição leva a um ressecamento noturno e, para compensar, os olhos passam o dia lacrimejando espontaneamente – o que atrapalha muito a visão correta e, inclusive, o relacionamento com os colegas de classe”.
 
6. Coçar os olhos insistentemente. “Esse é um sinal clássico de fadiga ocular e deve ser investigado. Tanto pode ter origem em problemas de visão, como pode estar relacionado à conjuntivite. Nos dias em que a umidade do ar está baixa, essa condição se intensifica tanto que pode até provocar lesões nas pálpebras”.
 
7. Mostrar dificuldade com a leitura. “Quando a criança, já alfabetizada, não consegue ler uma sentença sem se perder nas palavras ou pular linhas, pode ser sintoma de astigmatismo ou ainda de estrabismo e deve ser investigado”.

8. Acompanhar a leitura com um dedo. “Eis outro sinal perceptível durante a leitura. Se a criança não conseguir ler sem recorrer ao dedo indicador, pode não ser apenas uma mania, mas um caso de ambliopia – síndrome do olhinho preguiçoso – em que as letras e palavras parecem muito próximas, dificultando a leitura”.
 
9. Demonstrar sensibilidade à luz. “Esse é outro sinal fácil de reconhecer. Quando a criança demonstra incômodo exagerado em ambiente muito iluminado ou ainda sob luz solar, pode ser sinal de exotropia, um tipo de estrabismo”.
 
10. Tapar um olho com a mão. “Há crianças que automaticamente tapam um dos olhos com a mão para enxergar melhor com o ‘olho bom’. Isso pode acontecer durante as atividades escolares ou até mesmo de lazer, como ver TV. Tanto pode indicar um problema de ambliopia, como de estrabismo. Por isso, não pode passar sem ser devidamente investigado por um oftalmologista”.
 
Fonte Corposaun

Brasileiros fazem teste de HIV após os 30 anos

O brasileiro começa a fazer sexo cada vez mais cedo, não usa preservativo e adia por mais tempo o exame que detecta o vírus da Aids, segundo especialistas.
 
Os números de uma campanha da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que realizou 36 mil exames em 309 municípios paulistas, em novembro do ano passado, com base em questionários aplicados a estas pessoas que fizeram testes rápidos de HIV, revelam que 56,8% fizeram o primeiro exame que detecta o vírus da Aids após os 30 anos de idade.
 
Segundo especialistas, o quadro preocupa porque os jovens começam a fazer sexo cada vez mais cedo, muitas vezes sem proteção, e costumam adiar o primeiro teste de HIV, propagando a transmissão.
 
Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual de DST/Aids, da Secretaria de Saúde de São Paulo, o diagnóstico tardio prejudica o tratamento. Hoje, devido o sucesso com as terapias, as pessoas vivem mais e melhor, mas a Aids é ainda uma doença grave, não pode ser banalizada, afirma.
 
Durante a campanha paulista, foram diagnosticados 403 casos positivos de Aids. Entre os homens, 270. As mulheres responderam por outros 107. Em 26 casos positivos não havia informação sobre o sexo da pessoa testada.
 
A faixa entre 25 e 39 anos foi responsável pela maior parte dos casos confirmados em homens (53%) e em mulheres (46%). Houve dois registros de meninas com 13 anos infectadas.
 
A cada dia, somente no Estado de São Paulo, pelo menos nove pessoas morrem vítimas das complicações da Aids. No Brasil, 630 mil pessoas estão infectadas com o vírus HIV. Desse total, cerca de 230 mil ainda não sabem que são soropositivos por não se submeterem ao teste. A maioria ainda tem diagnóstico tardio.
 
Segundo o Ministério da Saúde, 97% dos jovens brasileiros de 15 a 24 anos reconhecem o preservativo como forma eficaz de evitar o HIV. Mas o uso da camisinha na primeira relação sexual ainda não é regra.
 
Fonte Corposaun

A vida sem leite e derivados

No Brasil, cerca de 40% da população é intolerante à lactose – açúcar presente no leite e em seus derivados. Esse número foi registrado em uma pesquisa realizada pela Unicamp, que observou que grande parte não sabe deste malefício.
 
Algumas sintomas são comuns à quem tem intolerância à lactose, como: dor, distensão e cãibras abdominais, náuseas e vômitos, diarreia e produção de gases. A nutricionista funcional, Dra. Juliana Trevilini explica que estes sinais ocorrem pela ação de bactérias intestinais sobre a lactose. “Quando os sintomas surgem é imprescindível procurar um profissional para diagnosticar e orientar corretamente sobre como proceder com a alimentação”, ressalta a nutricionista funcional.
 
Para controlar a intolerância à lactose, o cuidado com a alimentação pode ser uma ferramenta, sem precisar de um tratamento mais severo. “O paciente deve deixar de consumir lacticínios ou comprar e ingerir a enzima lactase industrializada”, ensina a Dra. Juliana.
 
Eu sou intolerante?
O paciente que deseja saber se é intolerante à lactose, pode descobrir por quatro exames diferentes: tolerância à lactose, hidrogênio exalado, deposição de ácidos e o exame genético. Nos dois primeiros são ingeridos líquidos com alto teor em lactose. No primeiro, sucessivos exames de sangue serão feitos para observar o nível de glicose no sangue e no segundo, a medição do nível de hidrogênio expirado será observado. Caso o resultado seja alto, está confirmada a disfunção.
 
A deposição de ácidos é realizada em crianças e no exame são avaliadas amostras de deposição do intestino grosso, que produz ácidos graxos e ácido láctico quando a lactose é fermentada pelas bactérias do intestino. O exame genético é realizado tirando uma amostra de sangue, que é analisado e, normalmente, o resultado sai em sete dias.
 
Sobre a lactose:
Lactose (Galactose β-1,4 glucose) é um tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar presente no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
 
O leite humano contém de 6-8% e, o de vaca, de 4-6%. É hidrolisada pela ação da lactase, uma beta-galactosidase sendo considerada portanto como um beta-galactosídeo. É fracamente doce. As leveduras não a fermentam, mas podem ser adaptadas para fazê-lo. Lactobacilos a transformam em ácido lático.
 
Fonte Corposaun

Seis medidas que podem diminuir os gastos da saúde pública mundial em US$ 500 bilhões/ano

Institute for Healthcare Informatics identifica seis medidas que podem ser aplicadas para melhorar a utilização de medicamentos e capacitar agentes públicos e privados, levando a uma diminuição com os gastos em saúde pública em US$ 500 bilhões/ano (cerca de 8% das despesas globais). As medidas são expostas no estudo Advancing the Responsible Use of Medicines: Applying Levers for Change.

O estudo define o uso responsável de medicamentos, além dos demais elementos que compõe um sistema de saúde, incluindo profissionais e pacientes para assegurar que os indivíduos recebem os medicamentos certos, de forma adequada.
 
O relatório do Institute for Healthcare Informatics aponta que as políticas de uso de medicamentos são realizadas de forma isolada das demais iniciativas de saúde. Não se considera o impacto significativo que a otimização na utilização dos medicamentos pode ter sobre a despesa global do sistema.
 
A dificuldade de adesão do paciente ao tratamento é o principal problema, ocasionando um desperdício de US$ 269 bilhões entre os 500 bilhões anuais de gastos evitáveis. Este fator é parte integrante de um dos dois pontos críticos apontados no relatório, que é o engajamento de todas as partes envolvidas e o uso da informação. Os profissionais que prescrevem as receitas, aqueles que entregam os medicamentos, a indústria farmacêutica e os pacientes devem trabalhar de forma contínua e alinhada.
 
“Como o nosso estudo deixa claro, os medicamentos e as políticas e práticas que regem o seu uso são uma peça essencial, mas pouco apreciada do grande quebra-cabeça global da saúde. Precisamos aproveitar todas as informações disponíveis para definir prioridades, monitorar o progresso e mudanças comportamentais entre as partes interessadas, incluindo formuladores de políticas de saúde, os responsáveis pela manutenção dos sistemas, médicos, enfermeiros, farmacêuticos e pacientes.
 
Ao enquadrar os desafios e possíveis soluções, queremos provocar a percepção de que mudanças são possíveis e que essas medidas podem gerar benefícios econômicos, bem como melhorias para a saúde.”, aponta Murray Aitken, diretor executivo do IMS.
 
 
As medidas indicadas para possibilitar o uso racional dos medicamentos são:
 
1. Aumentar a adesão ao tratamento abordando as crenças e comportamentos do paciente no momento da prescrição e durante a ingestão de medicamentos;
 
2. Assegurar o acesso rápido ao sistema de saúde, o que impediria o agravamento do quadro geral do paciente, aumento o custo do tratamento.
 
3. Otimizar o uso de antibióticos minimizando a onda mundial de resistência a antimicrobianos devido ao abuso destes medicamentos;

4. Evitar erros durante todo processo de atendimento, desde a prescrição à administração.
 
5. Indicação de medicamentos genéricos, quando disponíveis;
 
6. Gerenciar o uso simultâneo dos medicamentos, particularmente entre os idosos, minimizando os riscos de complicações dispendiosas e eventos adversos.

Fonte Corposaun

Proteína secretada pelo tecido adiposo pode aumentar a probabilidade de doenças cardíacas

Cientistas do Canada descobriram que uma proteína secretada pelo tecido adiposo, chamada pelo nome resistina, é responsável por aumentar os níveis de colesterol “ruim” (lipoproteína de baixa densidade, ou LDL), aumentando também a probabilidade de ser ter doenças cardíacas.
 
Essa pesquisa promovida por pesquisadores da McMaster University leva a comprovação de que a resistina aumenta a produção de LDL em algumas células de fígado humano e que também degrada receptores de LDL (lipoproteína de baixa densidade) no fígado, promovendo como resultado, um fígado que é menos capacitado para limpar o colesterol “mau” do corpo. A resistina,desta forma, promove a aceleração do acumulo de LDL nas artérias, aumentando assim o risco de que a pessoa venha a sofrer de doenças cardíacas.
 
A pesquisa também aponta que essa proteína liberada pelo tecido adiposo impacta de forma negativa nos efeitos de estatinas, um medicamento redutor de colesterol que é usado no tratamento e também na prevenção de doença cardiovascular.
 
Aproximadamente 40% do número de pessoas que tomam estatinas são resistentes ao seu impacto na diminuição do lipoproteína de baixa densidade no sangue. “Uma das maiores implicações de nossos resultados é que níveis sanguíneos elevados de resistina podem ser a causa da incapacidade de estatinas para reduzir o colesterol LDL dos pacientes”, explica a autora sênior da pesquisa Shirya Rashid, da McMaster University.
 
A equipe que promoveu a pesquisa acredita que essa descoberta pode levar a novas drogas terapêuticas, em especial aquelas que visam inibir a resistina, responsável por aumentar os níveis de colesterol “mau” do corpo, aumentando assim a eficácia das estatinas.
 
Segundo Shirya Rashid, o trabalho promovido por sua equipe além de confirmar que a resistina é responsável por aumentar os níveis de colesterol “ruim” (lipoproteína de baixa densidade), também comprova a importância de manter peso e níveis de colesterol saudáveis, dois fatores críticos na prevenção de doenças cardíacas.
 
Fonte Corposaun

Ansiedade se transforma em transtorno quando aparecem sintomas como sofrimento e incapacitação

A partir do diagnóstico, é preciso procurar ajuda profissional, uma vez que estas doenças não se curam sozinhas
 
Sabe a necessidade que você tem de olhar para os dois lados antes de atravessar a rua? Trata-se da ansiedade, um instinto de sobrevivência inato ao ser humano que antecipa um risco para evitar um possível desfecho catastrófico. Este e outros mecanismos de defesa existem para a proteção do organismo e fazem parte de nossa herança genética como mamíferos.

No cérebro humano, há um sistema preparado exclusivamente para a sobrevivência, que engloba três sentimentos diferentes. O primeiro é a ansiedade, o segundo é o medo e o último é o pânico, identificado nos animais em reações de fuga desesperada e desorganizada. São estas vivências úteis que possibilitaram que nós (eu, você e todos os outros indivíduos da nossa espécie) chegássemos até aqui sãos e salvos.

É importante salientar que a ansiedade em si não é uma doença. Ela passa a ser tratada como transtorno patológico quando o paciente apresenta sofrimento, incapacitação funcional e desvantagem na competição com os outros. A partir deste diagnóstico, é preciso procurar ajuda, uma vez que estas doenças têm um curso crônico e não se curam sozinhas.

Apesar de ser trivial associar os transtornos de ansiedade à correria da vida moderna, a maioria destas ocorrências tem pré-disposição biológica. De acordo com o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Ansiedade da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, não podemos afirmar que nossa vida é mais estressante do que a de nossos genitores.

— Os pacientes mais velhos falam que nos anos 1940, se seu filho tivesse uma pneumonia, por exemplo, a chance de sobreviver era de 50%. E isso era muito estressante. Hoje, temos fatores agravantes, mas também há outras facilidades que diminuem muito o estresse — afirma Bernik.

Tratamento alia medicamentos à terapia
Para todos os casos de transtornos de ansiedade, há tratamento. Segundo Bernik, os melhores resultados são obtidos quando se alia o uso de medicamentos à terapia.

A doutora em psiquiatria pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Elisabeth Meyer, revisora técnica do livro Vencendo a Ansiedade e a Preocupação, relata que a terapia cognitivo-comportamental tem sido a primeira escolha para tratar os transtornos de ansiedade. Neste tipo de tratamento, há um número pré-determinado de sessões e o paciente deve realizar tarefas entre uma consulta e outra.

— Se a pessoa tem pânico de elevadores, por exemplo, estabelece-se com o terapeuta que o indivíduo tentará entrar em um elevador, aumentando os desafios gradativamente — explica Meyer.

No Brasil, entre os transtornos de ansiedade, a prevalência são as fobias, percebidas quando as crises ocorrem somente em situações nas quais o indivíduo se expõe a estímulos excessivos. A mais frequente talvez seja a fobia social, em que a pessoa se sente observada ou julgada pelos outros constantemente. Estima-se que entre 10% e 13% da população sofra deste transtorno no país.

Porém, estudos mostram que estas doenças são pouco diagnosticadas. Indivíduos que sofrem de ansiedade generalizada, por exemplo, demoram em média 15 anos para descobrir o transtorno. Isto acontece porque há períodos de melhora intercalados com os agravamentos, associados a momentos mais estressantes da vida.

— Apesar de existir tratamento eficaz, as pessoas que têm a doença não buscam ajuda e sofrem desnecessariamente por anos — conclui Bernik.
 
Fonte Zero Hora

Alimentos com alto teor de água

Rabanete: um dos alimentos campeões em água
Os alimentos compostos essencialmente de água que podem ajudar na hidratação diária
 
Água é essencial para o bom funcionamento do organismo, manutenção da temperatura corporal e até para beleza. “Devemos ingerir de 1,5 a 2 litros de líquidos por dia, por meio da ingestão de água, água de coco, sucos ou chás. Essa quantidade pode variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, a prática de atividades físicas, temperatura do ambiente e tipos de alimentos ingeridos”, diz a nutricionista Bruna Murta, da Rede Mundo Verde.
 
Você acha difícil andar com uma garrafinha por aí? Pois saiba que certos alimentos podem contribuir para sua boa hidratação. “A quantidade de líquido pode diminuir de acordo com a ingestão de alimentos com alto teor de água”, explica a nutricionista.
 
A ideia, então, é acrescentar ao cardápio frutas, verduras e legumes crus, naturalmente ricos em água. Esses alimentos hidratam e facilitam o trabalho dos rins, que eliminam a retenção de líquidos com eficiência.
 
Entre eles estão:
 
alface (95% de água),
 
chuchu (95%),
 
pepino (95%),
 
rabanete (95%),
 
nabo (94%),
 
tomate (94%),
 
couve-flor (92%),
 
melancia (92%),
 
melão (90%),
 
abacaxi (87%),
 
maçã (86%),
 
cenoura (86%),
 
goiaba (86%),
 
clara de ovo (75%),
 
banana (74%).
 
Além de contribuir com a hidratação eles têm poucas calorias, colaborando para manutenção da boa forma. E o melhor: os alimentos com grande quantidade de água podem ajudar a combater a celulite.
 
Um estudo realizado pelo dermatologista americano Howard Murad, autor do livro A Solução para Celulite, diz que hidratação é importante para tratar o problema. Mas, mais eficaz do que beber oito copos de água por dia, seria a ingestão desses alimentos.
 
Isso porque, segundo o especialista, as células são capazes de absorver melhor a água contida nos alimentos, principalmente aqueles ingeridos crus, como frutas e verduras. Assim, com o organismo bem hidratado, o problema que atormenta as mulheres seria minimizado.
 
Fonte iG

Dieta volumétrica: Perca peso comendo mais

É a promessa da dieta volumétrica, que usa a densidade energética e a saciedade como caminhos para emagrecer
 
Saciedade é a sensação de estar satisfeito ao final de cada refeição. “Esse é o ingrediente que falta na administração do peso.

Corte calorias simplesmente comendo menos e sentirá fome e privação. Talvez consiga seguir essa dieta por curto período, mas para ser bem-sucedido na administração do peso durante toda a vida, precisará de um padrão alimentar que o faça se sentir saciado com menos calorias”, diz Barbara Rolls, presidente da North American Association for the Study of Ingestive Behavior e autora do livro A Dieta Volumétrica (Editora Best Seller).
 
Segundo a especialista, não se pode emagrecer sem contar calorias, mas é possível controlá-las sem ficar com fome. “O segredo é fazer escolhas alimentares inteligentes. Independente do nível calórico, alguns alimentos têm um efeito pequeno na saciedade e outros, um efeito maior”.
 
Alimentos com teor mais alto de água, por exemplo, têm grande impacto na saciedade – entre eles estão frutas, vegetais, leite desnatado, grãos.
 
Por outro lado, é preciso tomar cuidado com alimentos com teor muito baixo de água: os muito gordurosos como batata frita; e os de baixa gordura e livres de gordura com pouca umidade, como os biscoitos tipo cracker.
 
“A água dilui as calorias em uma determinada quantidade de alimento. Quando você acrescenta frutas ricas em água ao cereal no café da manhã, ou berinjela, que também contém muita água, à lasanha, adiciona volume alimentar, porém poucas calorias. Essa propriedade dos alimentos – as calorias em uma determinada porção – consiste no conceito essencial da dieta volumétrica. É o que chamamos de densidade energética (DE)”, explica Barbara Rolls. Além da água, as fibras também podem ser acrescentadas aos alimentos para diminuir as calorias em uma porção.
 
Densidade energética
Um alimento de alta densidade energética fornece muitas calorias em um peso pequeno, enquanto um de baixa densidade energética fornece menos calorias no mesmo peso. “Você pode comer uma porção maior daqueles com densidade energética mais baixa ingerindo as mesmas calorias”, diz a autora da Dieta Volumétrica.
 
A gordura é o elemento alimentar de mais alta densidade energética, com 9 calorias por grama. A seguir vem o álcool, com 7, a proteína e os carboidratos com 4 e a água com zero.
 
Como calcular a densidade energética de um alimento? É fácil: divida as calorias pelo peso em gramas. Geralmente essas informações estão na primeira linha do rótulo. Por exemplo: um frozen iogurte tem 160 calorias e 98g. Dividindo as calorias pelo peso teremos: 1,6 de DE. Se há menos calorias do que gramas, esse alimento tem uma DE abaixo de 1. Se há o dobro de calorias (por exemplo, 200 calorias, 100g), esse alimento tem DE de 2. Use esse método rápido para comparar alimentos similares quando for fazer compras.
 
Nesse método de emagrecimento, os alimentos são divididos em quatro categorias.
 
Alimentos de baixíssima densidade energética
DE menor que 0,6. Inclui a maioria das frutas e dos vegetais, leite desnatado e sopas à base de caldo.
 
Alimentos de baixa densidade energética
DE de 0,6 a 1,5. Inclui muitos grãos cozidos, cereais matinais com leite semidesnatado, carnes de baixo teor de gordura, feijões e leguminosas, pratos combinados de baixo teor de gordura e saladas.
 
Alimentos de média densidade energética
DE de 1,5 a 4. Inclui carnes, queijos, pratos combinados de alto índice de gordura, molhos para saladas e alguns lanches.
 
Alimentos de alta densidade energética
DE de 4 a 9. Inclui biscoitos tipo cracker, salgadinhos, bombons, biscoitos, nozes, manteiga e condimentos gordurosos.
 
Veja a seguir outras orientações que colaboram com o sucesso da dieta volumétrica:
 
Energia
Reduza a ingestão usual em 500-1000 calorias/dia, dependendo do seu objetivo de perda de peso. Segundo a especialista, isso levará a uma perda de meio a um quilo semanal.
 
Gordura
Devem corresponder de 20% a 30% das calorias totais. Prefira alimentos menos gordurosos e de baixa densidade energética.
 
Carboidratos
Consuma 55% ou mais das calorias totais. Opte pelos carboidratos de grãos integrais, vegetais e frutas, que aumentam a saciedade.
 
Fibras
Consuma de 20 a 30g por dia. Para o café da manhã, escolha não só os grãos integrais como também cereais ricos em fibras e frutas e vegetais inteiros com mais frequência do que sucos. As fibras baixam a densidade energética e aumentam a saciedade.
 
Açúcares
Equilibre a dieta com consumo moderado de açúcares adicionados. Reduza a ingestão de bebidas açucaradas, que acrescentam calorias produzindo pouca saciedade.
 
Proteínas
Mantenha a ingestão de 0,4g por 500g de peso corporal, aproximadamente 15% das calorias totais. Proteínas são mais saciadoras do que carboidratos ou gorduras. Durante a perda de peso, quantidades adequadas são necessárias para prevenir perda muscular e, assim, manter a taxa metabólica em equilíbrio. Faça escolhas de baixa densidade energética, como feijões, peixes de baixo teor de gordura, aves sem pele e carnes magras.
 
Álcool
Limite um drinque por dia para mulheres e dois para os homens. Ingira com refeições de baixa gordura e baixa densidade energética.
 
Água
Mulheres devem beber cerca de nove copos por dia e os homens, 12. A água pode provir de alimentos ou bebidas. Substitua bebidas açucaradas por água e ingira mais alimentos com alto teor de água.
 
Atividade Física
Pelo menos 30 minutos ou mais de atividade física de intensidade moderada de cinco a sete dias por semana. Inclua treinamento de resistência (musculação) duas vezes por semana. “A caminhada energética é ideal para a maioria das pessoas, mas tudo que faça com que você se mova é bom. Inclua algumas atividades de maior duração para melhorar a queima de gordura”, finaliza Barbara Rolls.
 
Fonte iG

Pimenta e purê para perder peso

Misture um pouco de pimenta no próprio purê
e reduza a vontade de comer
Pesquisas mostram que comer mais certos alimentos pode cortar ataques de fome e controlar as calorias
 
Alimentos como pimenta-caiena e purê de legumes são inibidores naturais de apetite e uma opção bem-vinda para quem luta com o próprio peso, segundo pesquisadores norte-americanos.
 
Para a pesquisa, publicada pelo jornal “Physiology & Behavior”, cientistas da Universidade Purdue estudaram o efeito de apenas meia colher de chá de pimenta-caiena num grupo de 25 pessoas.

Embora a pimenta-vermelha já tenha sido avaliada como inibidora de apetite, o aspecto notável deste estudo foi comparar pessoas que gostavam de comida apimentada com quem não gostava. O efeito foi maior entre quem não consumia comida apimentada com frequência.
 
Os participantes recebiam um prato de sopa de tomate temperada com meia colher de chá de pimenta, sopa de tomate pura ou a sopa pura com um suplemento de pimenta-vermelha em formato de pílula.
 
Nesse caso, acrescentar pimenta-vermelha à sopa levou as pessoas a comerem uma média de 60 calorias a menos na próxima refeição, comparando com quem tomou a sopa pura. Nos dois grupos que comeram pimenta-vermelha, ela parece ter aumentado o metabolismo e feito o corpo queimar dez calorias a mais.
 
“Descobrimos que quando os indivíduos consumiam a pimenta-vermelha na sopa e não como suplemento, eles queimavam mais calorias”, disse Mary-Jon Ludy, que conduziu a pesquisa como aluna da Purdue.
 
Os pesquisadores tomaram cuidado em não fazer muito alarde com seu achado. Segundo eles, os efeitos da pimenta-caiena são reais, mas modestos, acrescentando que as pessoas podem perder a sensibilidade ao produto à medida que se acostumarem a comer alimentos picantes.
 
“Não estamos propondo que seja uma cura miraculosa para a obesidade”, disse o autor principal, Richard D. Mattes, professor de alimentação e nutrição da Purdue. “É uma mudança pequena com um efeito pequeno que pode ser conquistado por meio de uma leve alteração na dieta. É a direção correta”.

Amassadinho
Quem está fazendo dieta pode conseguir resultados melhores acrescentando purê de legumes aos pratos favoritos, segundo um relatório publicado em fevereiro pelo “American Journal of Clinical Nutrition”. Nesse estudo, os pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia deram, a 20 homens e 21 mulheres, refeições preparadas com quantidades variadas de purê – estratégia popularizada por Jessica Seinfeld, autora de livros culinários, que incentiva os pais a “esconder” hortaliças em pratos como espaguete.
 
Mas no estudo da Universidade Estadual da Pensilvânia, o objetivo não era fazer as pessoas comerem legumes sem saber. Acrescentar o purê resultou em menos calorias por porção.

Por exemplo, numa receita de macarrão com queijo criada pelos pesquisadores, o molho de queijo é feito com leite desnatado, queijo light e uma xícara de purê de couve-flor e outra de abobrinha.

As pessoas que participaram do teste comeram basicamente a mesma quantidade e não relataram diferenças no sabor ou prazer. Contudo, quando recebiam os pratos com purê de legumes, os indivíduos comiam de 200 a 350 calorias a menos por refeição.
 
“Pudemos variar bastante as receitas, até com produtos assados, e estamos fazendo para crianças da pré-escola e adultos”, disse Barbara Rolls, diretora do laboratório de estudo comportamental de ingestão humana da Estadual da Pensilvânia. "Tivemos um efeito enorme no consumo de energia. Estamos acrescentando xícaras de legumes às receitas e as pessoas nem percebem.''

Outra pesquisa de Rolls, autora da popular série de livros de dieta “A Dieta Volumétrica”, mostrou que comer sopa ou salada antes da refeição também pode controlar o apetite, resultando num consumo menor de calorias. Mas o uso de legumes escondidos permite que as pessoas comam a mesma quantidade dos pratos preferidos sem ingerir as mesmas calorias. Segundo Rolls, acrescentar purê para reduzir calorias funciona bem com pratos condimentados.
 
“Oferecemos um prato da cozinha Tex-Mex e pudemos acrescentar legumes mais facilmente. Depois de adicionados os sabores picantes, eles disfarçam as outras alterações na densidade calórica e conteúdo de legumes. As pessoas simplesmente não percebiam que estávamos botando montes de hortaliças”.
 
Fonte iG

Barzinho com os amigos não é desculpa para acabar com a dieta

Cuidado com as comidas hipercalóricas
É possível se acostumar a comer de forma saudável e manter uma vida social ativa sem engordar. Veja as dicas das nutricionistas
 
O paladar é facilmente adaptável. Em apenas três semanas é possível adequá-lo a uma determinada dieta, seja ela restritiva ou não. Isso porque as papilas gustativas – pequenas saliências na língua, responsáveis pelo paladar – reagem rapidamente ao que é mastigado, explica a nutricionista clínica, especializada em nutrição funcional, pediátrica e esportiva, Fernanda Granja.
 
Tamanha flexibilidade pode ser usada a favor e contra o regime. Tudo que é ingerido com frequência faz com que as papilas peçam sempre mais. Uma alimentação farta em açúcares, gorduras e conservantes impede que o gosto da fruta, dos legumes e das saladas seja sentido e valorizado.
 
“Quem consome muito esse tipo de comida, modifica o paladar e não consegue gostar do que é saudável e importante para saúde.”
 
Como o tipo de dieta adotado é o ditador do paladar, acredite: é possível viver sem sentir saudades do chocolate ou do refrigerante. Não são raras as declarações de celebridades saradas ou viciadas em dietas que rechaçam, sem sofrimento, o que para muitos é delicioso e imprescindível na alimentação.
 
“Quem se submete a uma dieta baseada em ingredientes crus, por exemplo, depois de um tempo não consegue mais comer embutidose enlatados. Da mesma forma, o refrigerante e o chocolate pode provovar enjoo em que perdeu o hábito de consumi-los.”
 
A lógica também se mantém durante a gravidez. O bebê consegue discernir o gosto dos alimentos ingeridos pela mãe após a sétima semana de gestação, explica Fernanda. Segundo a nutricionista, as mulheres que descuidam da alimentação durante a gravidez estão, por tabela, estimulando seus filhos a gostar de porcarias.
 
“A situação é reversível, mas elas certamente terão mais dificuldades para impor uma alimentação balanceada no futuro.”
 
Vida social X dieta
Para que o convívio social e o regime não vivam permanentemente em um ringue de boxe, vale instituir a "lei da compensação". O recurso, muito usado por quem trabalha com dietsa e nutrição, consiste em equilibrar um dia de permissões com outros de caminhadas, exercícios e alimentação mais leve, à base de saladas, frutas e grelhados.
 
“Não se permita abusar sempre. Escolha um dia para tomar aquele sorvete refrescante e não beba demais o tempo todo. O álcool tem calorias vazias, ele engorda e não tem nutriente algum”, explica Daniela Jobst, nutricionista clínica.

Uma vez presente no happy-hour, a ordem é ser criterioso, pontua Fernanda. Permita-se, mas com moderação, ou peça aos amigos que escolham outro restaurante, com opções mais saudáveis.
 
“Se todos na mesa estão comendo batata frita, tente resistir e opte por um sanduíche natural.”
 
A vida social sem regras acaba por subverter o regime. Nesse duelo, é preciso disciplina e controle. Comer antes de sair de casa também alivia bastante a ansiedade e não inviabiliza a confraternização.
 
“Ou a vida social mata a dieta ou a dieta mata a vida social. Não dá para ir a festas pensado em comida. Alimentar-se antes é fundamental, principalmente quando o restaurante escolhido não oferece nenhuma alternativa mais magra.”
 
Uma vez por semana, porém, a diversão é liberada. Para que o estrago regado a álcool termine no máximo em ressaca, Fernada aconselha: “Beba sempre um copo de chopp ou cerveja e dois de água.”
 
Dessa forma, o corpo permanece hidratado. A água também faz com que o organismo libere hormônios e aumenta a saciedade. Além disso, dilata o estomago e estufa rapidamente, impedindo grandes porres e minimizando a barriga saliente.
 
Fonte iG

40 dicas certeiras para emagrecer 2kg

Chame o amigo ou namorado e comece uma atividade em dupla
Especialistas garantem: adoção de pelo menos 10 dessas dicas pode emagrecer até dois quilos em um mês
 
1 - Monte um bom prato de salada antes de partir para a comida quente. Assim, você estará mais saciada quando for se servir dos alimentos mais calóricos
 
2 - Tem um amigo que precisa emagrecer? Forme dupla, assim um incentiva o outro nos dias de preguiça

3 - Tenha calma para comer. Não faça suas refeições de pé ou em frente à televisão. Sente-se em um local tranquilo e faça desse um momento de prazer
 
4 - Adeus, farinha! Corte alimentos que contenham esse ingrediente, porque ela transforma-se rapidamente em gordura no corpo. Ou, troque os alimentos com farinha branca pelos integrais!
 
5 - Pratique esportes. Para quem tem dificuldade em aderir ao treino da academia, esporte é uma ótima opção. Além de trazer mais motivação, você vai pensar duas vezes antes de desfalcar o time
 
6 – Durma bem e em quantidade suficiente para descansar. Diversos estudos já relacionaram a falta de descanso adequado ao excesso de peso
 
7 – Escove os dentes logo após a refeição. O hábito, além de garantir uma boca saudável, evita aquela vontade de comer um docinho
 
8 – Na hora de comer, que tal trocar o prato comum pelo de sobremesa? A falta de espaço vai obrigá-lo a comer menos
 
9 – Prefira alimentos frescos. Ao abandonar os industrializados, você reduz a quantidade de gordura e de sódio, retendo menos líquido. E ainda tem a vantagem de se alimentar de forma mais saudável
 
10 – Troque o frito pelo assado, você reduz as calorias em um terço só com essa mudança no preparo no alimento
 
11 – Sai o refrigerante, entra a água. Substituir a bebida calórica e cheia de açúcar pela água economiza até 150 calorias
 
12 – Reduza o consumo de bebidas alcóolicas. Além de fazerem mal à saúde, elas não têm nutrientes
 
13 – Faça lanches entre as refeições. Comer de 3h em 3h acelera o metabolismo e evita que você coma demais
 
14 – Troque o elevador pela escada diariamente. A mudança pode significar um aumento de 15% no seu gasto calórico (dependendo de quantos andares você tem de subir)

15 – Faça como o André Guerato, jogador de tênis pelo Corinthians, que encontrou nas competições um incentivo para emagrecer. Inscreva-se em corridas, maratonas, torneios e o que mais e encontrar. Ninguém gosta de ficar em último lugar, portanto, é bem provável que você se empenhe mais
 
16 - À noite, no jantar, prefira alimentos light. Assim, você não dorme de barriga muito cheia e evita que os alimentos se acumulem e virem pneuzinhos
 
17 – Integral é a melhor opção. Troque a massa branca por essa variedade. As fibras ajudam no trânsito intestinal e dão sensação de saciedade por mais tempo

18 – Aposte nos alimentos naturais que ajudam a emagrecer como a linhaça, chia, quinoa e ração humana
 
Foto: Rubens Chaves
Conserva de pimenta curtida na cachaça
19 – Apimente a refeição. A pimenta vermelha realmente ajuda a acelerar o metabolismo, basta acrescentar duas colheres de chá na sua comida
 
20 – Troque a dieta pela reeducação alimentar. Os especialistas garantem que quem faz dieta tem mais tendência a oscilações de peso, mas quem opta pela reeducação permanece magro
 
21 - Aprenda a dizer não. Os psicólogos já sabem: engolir sapo pesa na balança
 
22 – Mexa-se mais. Faça um parte do percursso a pé ou de bicicleta para o trabalho. Apenas 30 minutos de atividade por dia para sair do sedentarismo
 
23 – Não deixe de tomar café da manhã. Quem começa o dia com uma alimentação mais equilibrada tende a seguir os mesmos passos nas demais refeições
 
24 – Faça um blog e relate sua batalha contra os quilos a mais. A escrita, além de ajudar a desabafar, pode contribuir para que você perceba o quanto anda comendo
 
25 – Vai sair com os amigos? Faça opções lights no barzinho trocando o chopp por um suco, e a batata-frita por peixe assado
 
26 – Evite feijão, repolho, couve-flor e pimentão. Esses alimentos formam gases e podem dar “aquela barriguinha
 
27 – Controle seus sentimentos. Quando se sentir ansiosa ou triste, tente não descontar no chocolate
 
28 – Desnatado, por favor! Troque o leite integral pelo desnatado e economize nas calorias. A dica também é válida para iogurtes
 
29 – Brócolis ajuda a emagrecer. Como? Ele tem poucas calorias e é rico em antioxidante, que combate as gorduras
 
30 – Faça dieta pelo menos dois dias da semana. Se está difícil seguir o plano alimentar a semana inteira, escolha pelo menos dois dias para cortar as calorias. Nesses, consuma o mínimo de gordura, zero de fritura ou doces e corte o refrigerante.
 
31 – Aveia. Esses flocos são poderosos aliados para quem quer emagrecer. Participantes de um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) emagreceram 2,6% do peso em seis semanas incluindo aveia na alimentação
 
32 – Não deixe de comer esse ou aquele grupo alimentar. Carboidrato é tão importante como a proteína e gordura (mas aquela do bem!). O prato ideal mistura todos os grupos alimentares de maneira equilibrada
 
Corra como ele, ou com ele. Cachorros podem
ser um aliado na atividade física
33 – Tem um cachorro em casa? Saia para passear com ele todo dia, pelo menos 15 minutos. Os dois vão entrar em forma
 
34 – Mantenha a saúde em dia. Controle os níveis de hormônios e evite que qualquer disfunção possa atrapalhar seu emagrecimento

35 – Não faça exercícios de barriga vazia! Sem combustível suficiente para o esforço, a intensidade da atividade e a queima de calorias sofrem redução

36 – Faça 30 minutos diários de atividade física, pode ser uma caminhada, por exemplo, que tal?
 
37 - Planeje um passeio no fim de semana. Pode ser a pé, de bicicleta ou patins. Além de espairecer, você estará se exercitando e perdendo gordurinhas
 
38 – Morrendo de vontade de comer um chocolate? A melhor hora para o doce é depois do almoço. Segundo os especialistas, ele se mistura com os outros ingredientes e seu efeito é menor
 
39 – Verduras escuras como rúcula e espinafre contém uma quantidade significativa de fibras e ajudam na saciedade
 
40 – Adeus, queijo amarelo! Risque da sua lista o tipo prato, gorgonzola, provolone e cheddar e aposte no queijo cottage e na ricota
 
Fonte iG