Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!


domingo, 24 de junho de 2012

Massa de banana verde é alternativa para dietas livres de glúten

Novo produto à base da fruta contém 98% menos gordura, é mais aceitável para o organismo e custa menos para ser produzido

Pesquisadores da Universidade de Brasília desenvolveram uma massa à base de farinha de banana verde para pessoas com intolerância ao glúten.

A pesquisa, publicada no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics, sugere que o novo produto é mais aceitável para o organismo, tem menos gordura e é mais barato.

"Não houve diferença significativa entre a massa modificada e amostras padrão em termos de aparência, aroma, sabor e qualidade geral. As bananas verdes são consideradas um subproduto de baixo valor comercial com pouco uso industrial. Para os produtores de banana e fabricantes de produtos de massa, existe a possibilidade de diversificar e aumentar seu mercado", afirma a pesquisadora Renata Puppin Zandonadi.

Os pesquisadores compararam uma preparação de massa padrão de trigo feita a partir de farinha de trigo integral e os ovos inteiros com a massa feita de farinha de banana verde, ovos brancos e água.

A massa criada em laboratório apresentou 98% menor teor de gordura, o que é importante para pessoas com doença celíaca já que produtos sem glúten geralmente têm excesso de gordura. A massa também apresentou maiores níveis de proteína, diferente de compostos prontos sem glúten que têm poucas proteínas responsáveis por algumas características sensoriais.

A equipe testou a massa em 50 pessoas sem a doença celíaca e 25 pacientes com condição. Em ambos os grupos, a massa modificada foi melhor aceita no que diz respeito ao aroma, sabor, textura e qualidade global, indicando que o produto pode eventualmente ser comercializado para um mercado mais amplo do que apenas aqueles com doença celíaca.

A massa modificada apresentou uma alta quantidade de amido resistente, que pode ajudar a controlar o índice glicêmico, a regularidade intestinal e o colesterol. "Considerando que a doença celíaca não tratada promove o câncer nas células intestinais e inflamação na mucosa intestinal, desenvolver produtos sem glúten com compostos bioativos como os presentes na farinha de banana verde é importante para pacientes com doença celíaca", conclui Zandonadi.

Fonte isaude.net

Substratos encontrados em plantas africanas podem curar a depressão

Espécies Crinum e Cyrtanthus contêm compostos que se ligam a proteínas transportadoras desarmando a barreira protetora do cérebro

Cientistas da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, descobriram que os compostos de plantas encontradas na África do Sul podem ser usados para tratar doenças originadas no cérebro, incluindo a depressão.

Os resultados, publicados no Journal of Pharmacy and Pharmacology, sugerem que substâncias encontradas nas espécies Crinum and Cyrtanthus podem levar a novas drogas que agem diretamente sobre os mecanismos no cérebro que estão envolvidos nos sintomas depressivos.

Para o trabalho, Birger Brodin e seus colegas utilizaram um modelo de laboratório da barreira hemato-encefálica que isola o cérebro do sistema circulatório.

Testando as espécies Crinum and Cyrtanthus nesse modelo de laboratório, eles descobriram que as plantas contêm compostos com potencial para se ligarem a proteínas transportadoras no cérebro e desarmar a barreira sangue-cérebro.

"Este estudo foi realizado em um modelo celular geneticamente modificado da barreira hemato-encefálica que contém altos níveis do transportador P-glicoproteína. Nossos resultados são promissores, e vários dos compostos químicos das plantas devem ser testados como candidatos para o desenvolvimento de medicamentos a longo prazo", explica Brodin.

Segundo os pesquisadores, o maior desafio no tratamento médico de doenças do cérebro é que as drogas atuais não conseguem passar através da barreira sangue-cérebro. "Os vasos sanguíneos do cérebro são impenetráveis para a maioria dos compostos, uma razão para isso pode ser a atividade em excesso das proteínas transportadoras. Pode-se dizer que as proteínas bombeiam os medicamentos para fora das células tão rapidamente como eles são bombeados para dentro. Por isso, é de grande interesse encontrar compostos que conseguem enganar essa linha de defesa", afirma o pesquisador.

Apesar dos resultados promissores, a equipe ressalta que esta é a primeira etapa de um processo demorado, por isso vai levar algum tempo antes que uma droga eficaz baseada nessas espécies de plantas chegue ao mercado.

Fonte isaude.net

Conheça cinco atitudes que ajudam na digestão

Acabe com a sensação de mal-estar e estômago pesado após as refeições

Alguns hábitos simples durante as refeições, e logo depois delas, são indispensáveis para que o corpo faça uma boa digestão. Confira como cinco atitudes que, incorporadas a sua rotina, podem facilitar a absorção dos nutrientes dos alimentos pelo organismo e prevenir incômodos, mal-estar e aquela sensação de estômago muito cheio.

1 - Mastigue bem
Coma devagar, mastigue bastante os alimentos e tire o máximo de prazer da sua refeição. Por causa da correria da vida moderna, muitas vezes engolimos a comida sem mastigar, dificultando a digestão e absorção dos nutrientes dos alimentos. A nutricionista Roberta Stella destaca que o resultado dessa agitação são gases em excesso e abdômen inchado. Fora que seu corpo acabará gastando mais energia para fazer a digestão e você fatalmente ficará com mais sono e cansaço após as refeições.

2 - Coma em paz
A hora da refeição deve ser a mais tranquila possível. Evite discussões, brigas e levar o trabalho para a mesa. "Preocupações podem tornar qualquer prato indigesto, até o mais saudável, pois o estado emocional afeta as secreções gástricas indispensáveis à boa digestão", afirmam a médica Leninha Valério do Nascimento e a jornalista Áurea Pessoa no livro Beleza - Desafios da Ciência e da Tecnologia. Elas destacam, ainda, que não são apenas os aborrecimentos que atrapalham a digestão. Uma forte emoção boa tem o mesmo efeito.

3 - Não beba durante as refeições
Os líquidos deixam o estômago em dez minutos, levando com eles os sucos digestivos. A situação piora se a bebida for quente, pois o calor irá enfraquecer os tecidos do estômago. Outra desvantagem é que a saliva possui enzimas que atuam na quebra molecular dos alimentos, e os líquidos atrapalham esse processo. Ao se misturarem à saliva eles a deixam "frágil". Isso significa que o estômago terá mais trabalho e o organismo gastará mais energia para digerir os alimentos.

4 - Tome chá depois da refeição
Acabou de comer? Um chá é uma ótima pedida para finalizar. Roberta diz que ele ajuda a livrar da sensação de inchaço logo depois da refeição. "Quente, a bebida ajuda a dissolver as gorduras e diminui a formação de gases intestinais", afirma.

5 - Evite esforço físico e relaxamento
Ao sair da mesa, descanse um pouquinho, mas não durma. Logo após as refeições é bom evitar atividades físicas intensas e, no outro extremo, dormir. "O sono depois de comer faz com que o metabolismo do corpo diminua. Os exercícios físicos também são ruins porque reduzem a quantidade de sangue disponível para digerir os alimentos. Das duas formas, a comida fica mais tempo retida no organismo, que produz toxinas geradoras do mal-estar", ensina a nutricionista.

Fonte Minha Vida

Chocolate com 70% de cacau pode ajudar a prevenir infartos, diz estudo

Consumo diário ajudaria a evitar 70 ataques cardíacos mortais em cada 10 mil pessoas

Uma pesquisa realizada na Universidade Monash, em Melbourne, na Austrália, indicou que comer diariamente 100 gramas de chocolate amargo durante dez anos pode ajudar a prevenir infarto e reduzir riscos de pacientes com problemas cardiovasculares. O chocolate amargo, no entanto, deve conter percentuais de 70% ou mais de cacau e ser inserido em uma dieta balanceada e um estilo de vida saudável.

O estudo publicado no British Medical Journal foi feito com mais de dois mil australianos e vai ao encontro de diversos outros estudos publicados anteriormente sobre os benefícios do chocolate amargo. Os especialistas australianos, além de reforçarem as demais pesquisas, apontam que o consumo específico de 100 gramas de chocolate com 70% ou mais de cacau, diariamente durante dez anos, poderia evitar 70 ataques cardíacos mortais e 15 ataques de menor intensidade em cada 10 mil pessoas com risco de sofrê-los.

Todos os modelos utilizados foram baseados nos fatores de risco clássico, variando desde pessoas com hipertensão até colesterol alto e obesidade. Chocolates com alto percentual de cacau contém antioxidantes chamados polifenóis, que ajudam a manter os vasos sanguíneos dilatados e, consequentemente, reduzem a pressão sanguínea e melhoram a circulação.

Os cientistas, porém, alertam que o consumo excessivo de chocolate amargo pode levar à obesidade, fator que é um dos líderes nas causas de doenças cardiovasculares. Eles não recomendam que o grupo de alto risco use o chocolate amargo como a única medida preventiva, mas sim com uma combinação de escolhas sensatas, como fazer exercícios físicos.

Conheça outros benefícios do chocolate
O chocolate pode ajudar você a sentir-se mais satisfeito e não exagerar na comida. Uma pesquisa realizada pela Universidade de Chung Hsing, em Taiwan, mostrou que os ácidos fenólicos presentes no cacau podem aumentar a produção do hormônio leptina, que aumenta a sensação de saciedade.

Protege de derrames
Segundo a nutróloga Sylvana Braga, especialista em prática ortomolecular, o cacau é rico em antioxidantes que reduzem a inflamação nas artérias e a aderência do colesterol à parede dos vasos, prevenindo a formação de trombos na corrente sanguínea e, consequentemente, o AVC (acidente vascular encefálico). Um estudo realizado pelo Karolinska Institutet, na Suécia, confirma esse benefício. Eles descobriram que as mulheres que comiam aproximadamente duas barras de chocolate por semana - aproximadamente 60 gramas - estavam até 20% mais protegidas contra derrames em comparação com aquelas que nunca comiam o doce.

Antienvelhecimento
A nutricionista Raquel Maranhão, da Clínica BeSlim do Rio de Janeiro, conta que, por ser rico em antioxidantes, vitaminas A e do complexo B, o chocolate ajuda a neutralizar os radicais livres do organismo que, quando elevados, podem provocar danos celulares relacionados ao processo de envelhecimento. É por isso que o doce também é usado em cosméticos com efeito regenerador, antirrugas e antienvelhecimento.

Melhora o raciocínio
Sylvana Braga explica que a cafeína presente no chocolate pode estimular a memória, a atenção, a concentração e o desempenho mental em geral. Após acompanhar dois grupos na solução de equações, especialistas da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, notaram maior agilidade e número de acertos entre as pessoas que consumiram 500mg de flavonoides, substâncias encontradas no chocolate amargo e meio amargo (a versão ao leite também oferece flavonoides, mas em quantidade bem menor).

Fonte Minha Vida

Quatro xícaras de chá por dia podem ajudar a prevenir diabetes tipo 2

Iguaria pode reduzir 20% dos riscos da doença, diz estudo

O hábito britânico de beber chá diariamente pode trazer mais benefícios do que se imaginava. Uma pesquisa realizada na Universidade Heinrich-Heine, na Alemanha, revelou que beber quatro ou mais xícaras de chá por dia pode reduzir o risco de diabetes tipo 2.

O levantamento foi realizado em 26 centros de oito países europeus, totalizando mais de 12 mil pessoas. Os dados foram publicados no jornal Daily Mail e revelaram que essa quantidade de chá pode reduzir 20% do risco de desenvolver diabetes tipo 2. Beber menos de quatro xícaras não mostrou benefícios em relação a quem não ingere a bebida.

"Embora o principal fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 seja a obesidade, detalhes da dieta também podem ajudar na prevenção", disse o pesquisador Christian Herder, que liderou o estudo. "O consumo de chá pode reduzir o risco ao ajudar na digestão e na captação de glicose e proteger células beta, responsáveis por sintetizar e secretar o hormônio insulina, que regula os níveis de glicose no sangue." Todos esses benefícios estão relacionados a substâncias chamadas polifenois presentes no chá.

Conheça outros benefícios dos chás
Independente do tipo de chá, essa bebida ajuda na reposição hídrica, já que o corpo absorve a água quente mais rapidamente que a gelada, melhora a digestão, ajuda a prevenir prisão de ventre e até pedras nos rins.

Conheça os benefícios de cada chá:
  • Chá de Camomila: bom antiinflamatório, age também contra perturbações estomacais e a insônia.
  • Chá de Cavalinha: diurético e antiinflamatório, combate o colesterol e é revitalizante.
  • Chá de erva cidreira: acalma, além de combater cólicas e aliviar desconforto acusado por gases.
  • Chá de hortelã ou menta: regula o funcionamento do intestino e evita irritações gástricas
  • Chá de valeriana: calmante natural, é perfeito para tratar distúrbios do sono.
  • Chá de Malva: indicado contra tosse e doenças da laringe.
  • Chá de gengibre: acalma o aparelho digestivo e é energizante.

Fonte MInha Vida

Cirurgia bariátrica é relacionada à dependência de álcool

Procedimento faz com que a bebida seja metabolizada de forma diferente no organismo.

Uma pesquisa feita pelo Centro Médico da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, mostra que pessoas submetidas à cirurgia bariátrica têm maior risco de se tornarem dependentes de álcool. A cirurgia reduz o tamanho do estômago e direciona os alimentos para uma área do intestino que absorve menos nutrientes e calorias. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que quem faz essa cirurgia passa a metabolizar o álcool de forma diferente, sentindo-se alterado mais rapidamente e levando mais tempo para retornar à sobriedade.

O estudo, publicado no Journal of the American Medical Association, envolveu cerca de dois mil pacientes que fariam uma cirurgia bariátrica. Eles foram acompanhados antes do procedimento e dois anos após a operação. Todos preencheram uma pesquisa desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para identificar sintomas de abuso de álcool.

Os pesquisadores descobriram que 7,6% dos pacientes tinham problemas com álcool antes da cirurgia. Dois anos após a operação, a taxa de alcoolismo subiu para 9,6%. Os pacientes relataram maior frequência de sintomas como necessidade de beber de manhã, perda de memória e sentimento de culpa. O consumo de álcool também aumentou entre os pacientes no segundo ano após a operação, comparado com o pré-operatório e com o primeiro ano.

De acordo com os autores, esse é o primeiro estudo a mostrar que o aumento da sensibilidade ao álcool pode levar a um aumento no risco de dependência e abuso da bebida. Os especialistas afirmam que o fato de o álcool ser absorvido mais rapidamente pode torná-lo também mais viciante.

Tire suas dúvidas sobre a cirurgia bariátrica
Muito se ouve falar sobre a "milagrosa" cirurgia de redução de estômago. O método se mostra realmente eficaz para pessoas que sofrem de obesidade mórbida, chegando a perder em média 40% de peso, em um ano. No entanto, a operação é indicada e permitida apenas para pacientes com o Índice de Massa Corpórea (IMC) igual ou superior a 40. Caso a pessoa esteja com o IMC entre 35 e 40, a cirurgia só será realizada se outras doenças causadas pela obesidade estiverem colocando sua vida em risco, como por exemplo, a diabetes e a hipertensão.

Quando dieta e exercícios ainda são recomendados
O gastrocirurgião da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Carlos Haruo Arasaki, explica que se a pessoa está com um IMC abaixo de 40, ainda é compensador adotar outras formas de emagrecimento, como exercícios físicos, orientação nutricional, endocrinológica, e até mesmo, psicológica. No entanto, por não terem a exata noção dos riscos envolvidos na cirurgia bariátrica e de todas as restrições que vai enfrentar pelo resto da vida, alguns pacientes acreditam que reduzir o estômago é o método mais fácil para emagrecer. "Algumas pessoas inclusive engordam propositalmente para ter a permissão médica", diz.

Primeiros passos da cirurgia
O tratamento multidisciplinar nas etapas que antecedem e sucedem à operação é fundamental. "O paciente precisa ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar, formada por médico cirurgião, gastroenterologista, nutricionista ou nutrólogo, psicólogo e fisioterapeuta, dentre outros profissionais", explica o gastrocirurgião Carlos. O especialista explica que a equipe orienta o paciente para que ele se sinta parte do processo e preparado para todas as etapas do tratamento.

Efeitos colaterais
A grande perda de peso, efeito da cirurgia bariátrica, ocasiona a perda da elasticidade da pele, fato que prejudica não apenas o aspecto estético, mas algumas funções básicas da vida. Os problemas dos pacientes começam com prejuízos à postura e ao equilíbrio, causados pelo excesso de pele. "Depois, podemos citar os problemas de integração social e de relacionamento sexual, além do incômodo causado pelas dermatites localizadas nas dobras de pele", diz Carlos Haruo. "Os pacientes também estão mais sujeitos a alterações como anemia, distúrbios metabólicos, depressão, alcoolismo e uso de drogas", completa.

Fonte MInha Vida

Frutas previnem problemas oculares do diabetes

Comer duas maçãs por dia reduz o risco em até 50%, afirma estudo

Aqui está mais uma razão para as pessoas com diabetes incluírem mais frutas na dieta: um estudo feito pela Universidade de Kyoto, no Japão, descobriu que ingerir frutas pode ajudar na prevenção de retinopatia diabética - o termo médico para danos nos vasos sanguíneos da retina que pode inclusive levar à cegueira, comum em pessoas que têm diabetes.

Os pesquisadores estudaram 978 pessoas com diabetes que preencheram questionários alimentares detalhados. Eles foram seguidos por oito anos, período durante o qual foram feitos exames oftalmológicos anuais. Quando o estudo começou, nenhum dos participantes apresentou qualquer sinal de problemas oculares. Ao final do estudo, 258 deles desenvolveram complicações oculares decorrentes do diabetes.

Após ser feita uma análise dos hábitos alimentares dos participantes, os autores descobriram que as pessoas que comeram uma média de 250 gramas de fruta por dia tinham metade do risco de desenvolver a condição do que aqueles que comiam menos de 30 gramas. As chances eram 40% menores para as pessoas que ingeriram uma média de 85 a 150 gramas de frutas por dia, em comparação com aqueles que comiam menos de 30 gramas. Para efeitos de comparação, uma maçã tem em média 150 gramas.

No entanto, o estudo não conseguiu estabelecer uma relação de efeito. Ele mostra uma ligação entre maior ingestão de frutas e menor risco de retinopatia diabética, mas isso não prova que a fruta é capaz de evitar a doença. O estudo também mostrou que pessoas que comiam frutas ricas em fibras, vitamina C, vitamina E, beta caroteno, potássio e sódio ficavam mais protegidas.

Inclua mais frutas na dieta com esses cinco hábitos
Fontes de vitaminas e minerais, elas deveriam ser consumidas todos os dias em pelo menos três porções. Para quem tem diabetes, as frutas mais indicadas são maçã, blueberry, abacate, cereja, limão, amora e coco, por conterem propriedades que ajudam no controle da glicemia e tem ação antioxidante. Por isso, se essa regra ainda não faz parte da sua rotina, preste atenção às dicas:

Peça suco
A maioria dos restaurantes já oferece opções de sucos naturais no cardápio. Ainda assim, muitas pessoas optam por acompanhar a refeição com um calórico refrigerante. "Se você é uma dessas pessoas, saiba que, além de não estar consumindo nenhum nutriente, você está colocando a sua saúde em risco", alerta a nutricionista Daniela Cyrulin, de São Paulo.

Inclua frutas nas refeições
Ricas em nutrientes e também deliciosas, as saladas que combinam frutas e verduras podem ser uma boa saída para aumentar o consumo diário desse alimento. Ela também sugere incluir frutas logo no café da manhã. Se houver tempo, faça pratos quentes mais rebuscados para o almoço ou jantar, como lombo agridoce com abacaxi.

Leve uma fruta com você
"Transportar frutas para o trabalho deve ser encarado como um ato de cuidado com a saúde e com o corpo e não como um fardo ou sacrifício", critica a nutricionusta Amanda Epifanio Pereira, do Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional). Afinal, a maioria das pessoas carrega dezenas de inutilidades em suas bolsas e mochilas. Por que não incluir uma simples fruta?

Coma nos intervalos das refeições
De acordo com as nutricionistas, além das três refeições principais - café da manhã, almoço e jantar - recomenda-se fazer pequenos lanchinhos. "Nesses intervalos, o mais indicado é consumir uma fruta, pois é um alimento rico em micronutrientes e fibras, pouco calórico e com variedades para cada dia", conta a nutricionista Daniela.

Crie vitaminas
A grande vantagem das frutas é que elas seguem a mesma lei que rege a nutrição: quanto maior a variedade, melhor. Assim, não tenha medo de criar combinações e misturar sabores com água, leite ou verduras.

Fonte Minha Vida

Evite as crises de asma com esses nove cuidados

Vacinas, vitamina D e teste de alergia garantem pulmões saudáveis

É só o tempo virar para o peito começa a chiar e faltar o ar. Quem sofre de asma sabe o quão agoniantes esses sintomas podem ser. No Brasil, cerca de 16 milhões de pessoas sofrem com a doença. Marcada por uma forte dificuldade em respirar, a crise de asma é provocada por uma reação inflamatória nos brônquios, os tubos que levam o ar respirado até os pulmões. Em resposta a essa inflamação, eles ficam mais estreitos, dificultando a respiração.

Na maioria dos pacientes a crise de asma é causada por uma infecção respiratória causada por um vírus. Outras causas da crise de asma são a exposição a alérgenos - como poeira, mofo, cheiros fortes e medicamentos. "É muito importante evitar crises, uma vez que, se forem frequentes, elas levam à perda de capacidade pulmonar", explica a pneumologista Marcia Pizzichini, da comissão de asma da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). A boa notícia é que é totalmente possível prevenir as crises de asma.

Comece a seguir essas orientações e mantenha os ataques bem longe. Confira a seguir.


Alergia - foto: Getty ImagesFaça um teste para alergias
Os testes para alergias respiratórias são feitos para detectar qual é o agente causador da asma. Entram nessa lista ácaros, fungos, mofo, pelos de animais, entre outros. Com o teste, é possível evitar a exposição ao agente, prevenindo crises. Além disso, é comum que a asma esteja associada a outras doenças alérgicas, como a rinite alérgica e o eczema. "Controlando os causadores dessas alergias é possível evitar crises asmáticas", conta Márcia Pizzichini.


Menino usando broncodilatador - foto: Getty ImagesNão trate apenas a crise
"É muito importante lembrar que a asma é uma doença crônica cujo tratamento, nos casos de asma persistente, deve ser contínuo, mesmo que não existam sintomas", conta a pneumologista Márcia. Esse tratamento consiste no uso de corticoide inalatório diariamente, em doses que deverão ser determinadas pelo médico.

O uso irregular dos medicamentos que controlam a asma é uma das causas mais comuns de crises. "O paciente não deve ter receio de usar a medicação diária da asma", recomenda a especialista. "Ao contrário, ele deve ter receio de não usá-la, devido ao risco de crise decorrente deste hábito."


Peixe - foto: Getty ImagesGaranta as doses de vitamina D
A carência da vitamina D está sendo relacionada a uma série de doenças do aparelho imunológico e a asma é uma delas. O papel da vitamina D na importância do tratamento da asma é recente." Para a asma em especial, as evidências ainda são fracas porém, não porque não haja benefício mas, provavelmente porque ainda não foram realizados estudos suficientes para se estabelecer algum tratamento ou uma relação de causa-efeito", explica o clínico geral Paulo Camiz, do Hospital das Clínicas.

Um estudo apresentado no Encontro Anual da Academia Americana de Alergia Asma e Imunologia, em 2010, apontou que a deficiência do nutriente pode aumentar os riscos de doenças pulmonares mais graves em crianças. A pesquisa, que avaliou 99 crianças com asma, mostrou que 47% delas tinham níveis insuficientes de vitamina D.

De qualquer forma, vale a pena ressaltar que a principal fonte de vitamina D é a exposição solar, que dever ser feita por cerca de 15 minutos, três vezes por semana. Ovos, manteiga, iogurtes e peixes, como atum e sardinha, são fontes da vitamina.


Limpeza - foto: Getty ImagesAposte na higiene
Mofo, pelos de animais, insetos, ácaros e poeira domiciliar devem ser cuidadosamente eliminados. É importantíssimo que a roupa de cama seja lavada semanalmente e secada ao sol. Também é recomendado o uso de fronhas e capas de colchão antiácaros, que diminuem a possibilidade de crises. "Podem ser usadas até produtos de limpeza que matam os ácaros, mas nunca na presença do asmático", recomenda a pneumologista Márcia. A especialista também recomenda que o carpete seja substituído por outros tipos de piso, que tapetes sejam retirados do quarto e que umidificadores sejam banidos, já que a umidade favorece o aparecimento de alguns alérgenos.


Velas - foto: Getty ImagesEvite cheiros fortes
Velas, sprays aromatizadores e essências. Esses produtos podem até deixar sua casa perfumada, mas são um perigo para quem tem asma. "Cheiros fortes e fumaça irritam as vias aéreas e podem desencadear crises de asma", explica a pneumologista Márcia. Se você é ou tem algum familiar asmático, elimine todos esses produtos ou, pelo menos, opte por versões que não possuem aroma.   


Vacina - foto: Getty ImagesInvista na vacina da gripe
"Os vírus causadores de infecções respiratórias - entre os quais está o vírus da gripe - também inflamam as vias aéreas e podem causar crises de asma", explica Paulo Camiz. Por isso, tomar a vacina da gripe pode ajudar a controlar a doença. Além disso, lembre-se sempre de lavar as mãos ou higienizá-las com álcool em gel, o que ajuda a prevenir-se contra o vírus.


Balança - foto: Getty ImagesEntre em forma
"Existem algumas evidências de pessoas asmáticas que eram obesas, mas que após a eliminação de peso conseguiram controlar melhor a asma", conta a pneumologista Márcia. Não se sabe exatamente como se dá essa associação, mas, segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, em estudo publicado no Journal of Allergy and Clinical Immunology, os pulmões de indivíduos com obesidade não se expandem como deveriam, o que predispõe o estreitamento dos brônquios. Eles argumentam ainda que a inflamação do tecido adiposo pode afetar a musculatura das vias aéreas, aumentando a resposta inflamatória e estreitando os canais da via aérea, o que levará a uma crise asmática. Outro ponto é que os hormônios liberados pela gordura - como a leptina e a adiponectina - podem agir na árvore brônquica causando os mesmos efeitos.


Medicamento - foto: Getty ImagesCuidado com a medicação
Medicamentos anti-inflamatórios não hormonais - como o ácido acetilsalicílico, o diclofenaco e o ibuprofeno - podem desencadear crises de asma. "Isso acontece porque esses remédios inibem uma via de inflamação, mas sobrecarregam outra, que tem forte relação com a crise asmática em quem sofre da doença", explica Paulo Camiz.


Repouso após exercício - foto: Getty ImagesExercite-se com cuidado
Uma pessoa com asma pode e deve praticar esportes, mas, para isso, a doença precisa estar controlada com o tratamento. Isso porque a desidratação das vias aéreas, em função da sudorese e do aumento constante do fluxo de ar, podem desencadear uma crise se a doença não estiver controlada. Outro mecanismo que pode levar a uma crise é o da variação de temperatura nas vias aéreas, principalmente se o ar é inspirado pela boca e atinge as vias aéreas a uma temperatura mais baixa - o que pode piorar se temperatura ambiente está mais baixa.

Por outro lado, manter uma boa hidratação e exercitar-se em ambiente saudável e com temperatura adequada ajudam a tornar a prática esportiva menos perigosa. "Se mesmo assim ainda ocorrerem crises de asma, um tratamento com broncodilatadores antecedendo a atividade física e indicado pelo médico, tende a controlar bem os sintomas", recomenda Paulo Camiz.

Fonte Minha Vida

Seu corpo pede para dormir mais no inverno

O frio e a baixa na claridade fazem você sentir mais sono do que o habitual

Quando o tempo esfria, aumenta a vontade de ficar na cama e dormir mais. O comportamento, no entanto, está longe de ser pura preguiça.

Segundo o médico Luis Vicente Franco Oliveira, Coordenador do Laboratório do Sono da Universidade Nove de Julho UNINOVE, esta é mais uma das adaptações do nosso corpo às mudanças climáticas.

"Como o metabolismo fica menos acelerado e o período de sol diminui, nosso organismo acaba ficando satisfeito quando dormimos mais", afirma. "Mas a necessidade de sono, em si, não chega a aumentar. O que aumenta é o nosso conforto quando podemos ficar mais tempo na cama", diz.

Quando dorme bem, você fica mais descansado e encara com fôlego as tarefas do dia-a-dia, por mais desgastante que ele seja. Agora, não ache que a eficiência tem a ver com a quantidade de horas dormidas: a qualidade importa muito mais neste quesito e o especialista da Uninove explica os motivos na entrevista que você confere abaixo.

Dormir mais, no inverno, é comum? O corpo precisa de mais horas de sono no frio?
Dormir faz bem e é extremamente importante em nossa vida. No inverno dormimos um pouco mais devido à temperatura mais baixa. O metabolismo fica menos acelerado, ficamos mais quietos, mais agasalhados e buscamos lugares mais protegidos. Os dias no período de inverno também são mais curtos e as noites são mais longas, fato que nos induz um pouco mais ao sono. O corpo não precisa de mais horas de sono no inverno, porém as condições climáticas e ambientais do inverno nos induzem a ficar mais tempo recolhidos e mais tempo no leito.

Por que temos a impressão de que o sono aumenta quando o tempo esfria?
Realmente é apenas impressão, pois a nossa necessidade de sono está relacionada ao sono e à vigília anteriores e, em média, para adultos o período médio é de oito horas de sono por noite, desde que bem dormidas. È importante considerar que não devemos contar o tempo que ficamos na cama, e sim o tempo real de sono. Não adianta ficarmos brigando com a cama e forçarmos o sono.

Dormir demais deixa o corpo mais lento? Por que isso acontece?
Ninguém dorme além do necessário. O organismo controla a necessidade de sono de acordo com a vigília e o sono anterior. Então, a pessoa pode ficar um pouco mais lenta, caso o sono não tenha sido de boa qualidade.

Tem como saber a medida ideal de sono? Ou essa medida só vem com tentativa e erro?
Os recém-nascidos apresentam uma necessidade maior de sono, aproximando em 16 horas. Esta necessidade vai reduzindo com o passar da idade. Os adolescentes precisam de, pelo menos, dez horas de sono e os adultos jovens oito horas.

Devemos considerar também que existem pessoas que apresentam algumas diferenças em relação à necessidade de sono. Nós temos os pouco dormidores, aqueles se satisfazem com um número menor de horas de sono, de 4 a 6 horas e os grandes dormidores, aqueles que necessitam de uma maior quantidade de horas de sono, por volta de 10 a 12 horas de sono. Normalmente as pessoas encontram a sua necessidade ideal de sono conforme o seu dia-a-dia e de acordo com a sua organização de trabalho.

Por que ter interrupções no sono atrapalha o descanso (mesmo com várias horas de sono)?
Realmente, o que importa é a qualidade do sono e não a quantidade. Não significa que se uma pessoa ficar na cama por longas horas tentando dormir ou dormindo que ela despertará bem.

Durante o sono, nós temos os despertares que são caracterizados pela tomada de consciência, ou seja, percepção do tempo e espaço e temos os chamados microdespertares, que não são percebidos pela pessoa que esta dormindo, porém são caracterizados por despertares em termos de atividade elétrica cerebral.

Quando os microdespertares acontecem por algum motivo, como um movimento de pernas, uma mudança de posição na cama, por um evento de bruxismo de sono e ou por uma apnéia obstrutiva do sono eles fragmentam (interrompem) o sono, cortando um estado profundo ou sono REM para uma fase denominada de sono leve. Sem o sono REM não há como recuperar o cansaço físico e a exaustão cerebral.

Quais os benefícios hormonais de uma boa noite de sono?
O sono é necessário para o perfeito funcionamento dos sistemas fisiológicos de nosso organismo, principalmente o sistema nervoso. O sistema hormonal é beneficiado, porque o sono profundo coincide com a síntese várias enzimas e hormônios, entre eles o hormônio do crescimento (GH) em crianças e adultos jovens.

Quem faz exercícios e dorme bem alcança resultados melhores no treino (principalmente na musculação)?
Sim. Há fases de sono que são responsáveis pela recuperação da exaustão física e outras que melhoram a atividade nervosa, incluindo a concentração e maior rapidez de respostas e reflexos. Portanto, após os treinamentos, é de extrema importância boas noites de sono, inclusive nas vésperas de provas práticas físicas e também de provas teóricas.

Que outros benefícios podemos citar quando há uma rotina de noites tranqüilas de sono?
Vários estudos científicos têm mostrado uma melhor qualidade de vida em pessoas que dormem bem, inclusive com uma maior sobrevida. Observamos um maior índice de alcoolismo, de separação de casais, maior incidência de enfermidades, menor rendimento no trabalho, maior risco de acidentes automobilísticos e de trabalho, depressão e alterações de humor em pessoas que apresentam distúrbios do sono.

Fonte Minha Vida

Cirurgia inédita retira tumor de feto dentro de útero

BBC
Em exame realizado às 17 semanas de gravidez,
mãe viu 'bolha' saindo da boca do feto
Em exame com 17 semanas de gravidez, mãe viu "bolha" saindo da boca dele

Médicos do hospital americano Jackson Memorial, em Miami, conseguiram remover um tumor raro da boca de um feto dentro do útero da mãe, no que anunciaram como a primeira cirurgia do tipo realizada no mundo.

A cirurgia foi realizada em 2010, mas só foi divulgada nesta semana.

A menina Leyna Gonzalez nasceu em outubro daquele ano, cinco meses depois da operação que salvou sua vida.

Sua mãe, Tammy Gonzalez, conta que em um exame realizado às 17 semanas de gravidez viu uma 'bolha' saindo da boca do feto.

A mãe ouviu dos médicos que se tratava de um teratoma oral, um tumor raro, e que sua filha teria poucas chances de sobrevivência.

Segundo os médicos do Jackson Memorial, esse tipo de tumor é tão raro que foi diagnosticado no hospital somente uma vez nos últimos 20 anos.

Operação
A operação durou apenas pouco mais de uma hora, e o tumor foi retirado com laser.

A mãe recebeu anestesia local, enquanto uma agulha era introduzida no saco amniótico, que envolve o feto.

Tammy disse que os médicos foram 'salvadores'.

'Quando eles finalmente cortaram a coisa toda, e eu vi aquilo flutuando, foi como se esse enorme peso fosse tirado das minhas costas, e eu pude finalmente ver o seu rosto', lembra a mãe.

A única marca da cirurgia é uma pequena cicatriz no lábio da menina.

Fonte R7

Gripe suína mata um a cada cinco infectados em SP

Foram notificados até agora 53 casos da doença, com 11 óbitos, em 2012

Um a cada cinco paulistas que contraíram o vírus H1N1 (gripe suína ou gripe A) neste ano morreu. Foram notificados até agora 53 casos da doença, com 11 óbitos, para a Secretaria Estadual de Saúde — que não divulgou em quais cidades do Estado a doença apareceu. Embora o número de pacientes infectados esteja dentro do esperado, a porcentagem de mortes nesse grupo, de 20,75%, preocupa os médicos. No País, essa taxa é bem menor: 11,35%.

Em 2011, nesta época do ano, o Estado de São Paulo não havia registrado nenhuma morte por gripe suína. O primeiro óbito foi notificado apenas no final de outubro. A pasta estadual não informou o total de casos ocorridos no ano passado. "O número de mortes em 2012 é representativo e nos deixa preocupados. Há o receio de que, neste ano, exista uma virulência maior", disse o infectologista Jean Gorinchteyn, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Segundo ele, a letalidade em 2012 no Estado é de 5% a 10% superior às expectativas.

Gorinchteyn lembrou que o inverno ainda está no começo e, com a possibilidade de dias mais frios nas próximas semanas, a tendência é que situações de confinamento e de aglomeração de pessoas se tornem mais frequentes. É justamente nessas ocasiões que o vírus circula com mais facilidade.

No País, o vírus já atingiu 449 pessoas e provocou 51 óbitos, de acordo com levantamento do Ministério da Saúde. O número de casos já é quase o triplo do total registrado no ano passado inteiro, que teve 181 infectados, com 27 mortes. Entre os outros Estados que já registraram mortes por H1N1 neste ano, estão Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Apesar da letalidade alta da doença neste ano, o número de infectados continua dentro do esperado. Isso, segundo Gorinchteyn, indica que o perfil do vírus não mudou. Se houvesse uma alteração nessa característica, a gripe teria se espalhado com mais rapidez e teria atingido mais pacientes nesse período.

Especialistas reforçam a importância da vacinação para evitar uma possível epidemia, a exemplo do que ocorreu em 2009, quando a doença surgiu. A infectologista Graziella Hanna Pereira, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, observa que quanto maior a cobertura vacinal, menor o risco de surgirem novos casos. Neste ano, contudo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe teve uma adesão menor do que a esperada no Estado de São Paulo

Para diferenciar uma possível infecção pelo vírus H1N1 de uma gripe comum, ou de um resfriado, Graziella recomenda que o paciente observe sua respiração: se houver falta de ar e alteração na frequência da respiração, ele deve procurar um médico.

Fonte R7

Brasil ampliará produção de vacina contra a tuberculose

Governo investirá R$ 52 milhões na construção de novo pólo industrial

O Governo Federal vai investir R$ 52 milhões para ampliar, em seis vezes, a produção nacional da vacina BCG contra a tuberculose. O principal objetivo é exportar o insumo para o mercado global, além de continuar abastecendo a demanda interna. Para tanto, o Ministério da Saúde, que liderou a ação no âmbito do Programa de Investimentos no Complexo Industrial da Saúde (Procis), firmou convênio com a Fundação Ataulfo de Paiva (FAP) – laboratório público produtor da vacina – que prevê a construção de nova planta industrial, em Xerém (RJ).

Atualmente, o pólo industrial fica no centro do Rio de Janeiro e produz 10 milhões de doses por ano, sendo a maior parte para consumo interno. O país exporta apenas para o Haiti.

A nova planta industrial terá capacidade de produzir 60 milhões de doses por ano, sendo que 60% deste quantitativo serão destinados à exportação da vacina.

"Além de manter o abastecimento da vacina no Programa Nacional de Imunização, a exportação da vacina ajudará o mundo a combater a tuberculose e atingir uma das metas do milênio, que é reduzir os óbitos pela doença até 2015”, avaliou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

No ano passado, o Brasil atingiu uma das metas dos Objetivos do Milênio, por ter reduzido pela metade os óbitos por tuberculose, comparado com o ano de 1990. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu que a meta foi atingida cinco anos antes do previsto, esperada para 2015.

A expectativa é que, no final de 2013, seja produzido o primeiro lote da vacina na nova planta industrial. Do total de recursos investidos (R$ 52 milhões), o Ministério da Saúde entrará com R$ 20 milhões, o BNDES com R$ 6 milhões e a FAP com outros R$ 26 milhões.

“A tuberculose é uma doença negligenciada prioritária na agenda da saúde global e o Brasil será protagonista no combate a esta patologia. O investimento na produção nacional de vacinas e medicamentos é uma das prioridades do governo federal e essencial para o avanço econômico e social do país”, afirmou Padilha. Nesta sexta-feira (22), o ministro apresentou a organismos internacionais o êxito brasileiro no enfrentamento à tuberculose, ao lado da diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margareth Chan, e do subsecretário Geral e Diretor-Executivo do Fundo de População das Nações Unidas, Babatunde Osotimehin.

Vacina
Indicada para prevenir as formas graves da tuberculose, a vacina BCG é aplicada nos menores de cinco anos. Ela confere imunidade de longo prazo, por toda a vida, e está disponível nas quase 35 mil salas de vacinação do Sistema Único de saúde.

O Brasil utiliza esta vacina desde 1929, quando ainda era administrada por via oral. A intradérmica (apresentação atual disponibilizada na rede pública atualmente) começou a ser utilizada no país a partir de 1968. Em 1973, esta apresentação substituiu completamente a vacina BCG oral.

Produção nacional
O Brasil produz nacionalmente 94% das vacinas fornecidas à população. Os laboratórios públicos produzem, ao todo, 21 vacinas atualmente. Em 2012, o Ministério da Saúde investirá mais de R$ 200 milhões na produção nacional de vacinas no Brasil, com as contrapartidas de R$ 100 milhões dos laboratórios públicos, serão investidos um total de R$ 300 milhões.

É cinco vezes mais do que foi aplicado nos últimos cinco anos (entre 2007 a 2011 foram R$ 60 milhões). Estas ações integram o Programa de Investimentos no Complexo Industrial da Saúde (Procis), lançado no início do ano pelo Ministério da Saúde.

O programa prevê investimentos de R$ 2 bilhões até 2014 – R$ 1 bilhão do governo federal e R$ 1 bilhão em contrapartidas de governo estaduais para a produção nacional de vacinas, fármacos, medicamentos e equipamentos. Só em 2012, Ministério da Saúde vai disponibilizar R$ 270 milhões – o valor é cinco vezes maior do que a média de investimentos (R$ 42 milhões) nos últimos 12 anos.

Entre 2000 e 2011, o investimento total do governo foi de R$ 512 milhões. Os recursos serão aplicados na infraestrutura e qualificação de mão-de-obra de 18 laboratórios públicos - em diferentes regiões do país - com o intuito de adotarem melhores práticas do mercado e adquirirem nível de qualidade internacional, o que é essencial para a capacitação tecnológica e competitividade do país. O Brasil exporta atualmente sete vacinas para 22 países, voltadas, predominantemente para doação e ajuda humanitária.

Fonte R7

Especialistas de SP vão ao Acre tratar pacientes com a doença Jorge Lobo

Pesquisadores buscam terapia adequada para casos. Mais de 80 pessoas fazem tratamento contra tipo de micose no estado

A equipe médica do Instituto Lauro de Souza Lima, da cidade de Bauru (SP), realizará consultas e exames aos portadores da doença Jorge Lobo ou lobomicose, no Acre, até o dia 29 de julho. Os atendimentos serão oferecidos aos pacientes a partir da próxima segunda-feira (25).

Segundo a gerente do Programa Estadual de Dermatologia Sanitária, Franciely Gomes, mais de 80 pessoas fazem tratamento contra a lobomicose no estado. "Rio Branco e Sena Madureira são as cidades que mais registram casos da doença. Essa equipe vem ao Acre acompanhar a evolução do tratamento para obtenção da cura dos pacientes" .

De acordo com Franciely, o tratamento está sendo estudado pelos médicos pesquisadores com o objetivo de descobrir como este tipo de micose é transmitida e qual a terapia adequada para tratar cada caso.

A doença Jorge Lobo, que é típica da região amazônica, é uma micose profunda e rara causada por um fungo conhecido por Lacazia Loboi, que se desenvolve apenas em regiões tropicais. O fungo provoca lesões únicas ou múltiplas na pele do indivíduo com aspecto nodular, o que ocasiona coceiras no local.

O Brasil é, atualmente, um dos líderes em casos de lobomicose. As pessoas que adquiriram essa doença geralmente são as que trabalharam na vegetação - no corte da seringa ou na extração da castanha. Ainda não foi possível detectar o local certo onde que se encontra o fungo transmissor.

Profissionais do instituto atenderão, também, pacientes com casos de cromomicose, que é outro tipo de micose prevalente em regiões tropicais, principalmente no Acre.

Fonte isaude.net

Dedo artificial é capaz de sentir movimento, temperatura e identificar objetos

BioTac abre caminho para o desenvolvimento de uma nova geração de próteses e robôs de assistência pessoal

Cientistas dos Estados Unidos desenvolveram um " dedo artificial" capaz de detectar texturas de forma mais apurada do que os seres humanos. A tecnologia batizado de BioTac foi desenvolvida na Escola de Engenharia Viterbi da Universidade do Sul da Califórnia.

O projeto liderado pelos  engenheiros Gerald Loeb e Jeremy Fishel abre caminho para o desenvolvimento de uma nova geração de próteses e robôs de assistência pessoal.

O sensor foi concebido para imitar a capacidade do dedo humano de sentir movimentos, temperatura, e de identificar os materiais por meio do toque. O dedo robótico utiliza um algoritmo desenhado para tomar decisões sobre como explorar o mundo exterior, imitando as estratégias humanas.

Tal como o dedo humano, o BioTac tem uma 'pele' suave e flexível que cobre um enchimento líquido. Tem, igualmente, impressões digitais, o que aumenta a sua sensibilidade a vibrações. À medida que o dedo desliza sobre uma determinada textura, a pele vibra de uma forma específica. Estas vibrações são detectadas por um hidrofone no interior do núcleo, que é similar ao osso do dedo. O dedo humano utiliza vibrações similares para identificar texturas, mas o BioTac consegue ser ainda mais sensível.

O robô foi 'treinado' para tatear 117 materiais comuns, como tecidos, artigos de papelaria, alguns alimentos, hardware, entre outros. Quanto confrontado com o material de forma aleatória, o robô consegue fazer uma identificação correta em 95% das ocasiões.


Fonte isaude.net

Interação ajuda portador de HIV a enfrentar doença, diz estudo

Doença é influenciada por experiências e compromissos anteriores à descoberta do vírus

O trabalho e a rede social ajudam os portadores do vírus HIV a enfrentar a doença. Além disso, experiências anteriores ao diagnóstico da aids também têm função importante no processo de enfrentamento. É o que mostra um estudo da FFCLRP (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto) da USP (Universidade de São Paulo), do psicólogo social Dário Schezzi. O trabalho analisou, por meio de 10 entrevistas, quais fenômenos melhoram o processo de luta contra a aids e ajudam a viver melhor com ela.

De acordo com Agência USP Notícias, a pesquisa observou que o enfrentamento da doença não é tão influenciado por questões posteriores à descoberta do vírus, mas por experiências e compromissos anteriores, como vínculos afetivos e projetos em andamento, que motivam os portadores e influenciam na imagem que formam si mesmos.

Segundo Schezzi, a identidade é uma questão importante, pois a aids é uma doença com um estigma de alto impacto e com capacidade de transformar a autoimagem da pessoa.

— As vivências coletivas influenciam muito na construção de uma nova autoimagem de cada um. O trabalho influencia na questão da identidade, até por causa de sua própria estrutura e de suas redes, principalmente as afetivas.

Fonte R7

9 em cada 10 homens impotentes são sedentários, diz secretaria

Quem não pratica atividades física ganha peso e diminui produção de testosterona

A disfunção erétil traz mais de 300 pacientes por mês ao Centro de Referência da Saúde do Homem, órgão da Secretaria de Estado da Saúde, na zona sul da capital paulista. Uma pesquisa feita no ambulatório de sexualidade do centro aponta que 90% do total são sedentários e não praticam atividade física nem aos fins de semana.

De acordo com a secretaria, o sedentarismo contribui com o aparecimento de hipertensão arterial sistêmica, colesterol e triglicerídeos altos, fatores de riscos para as doenças cardiovasculares que, junto com a diabetes mellitus, formam as principais causas orgânicas da disfunção erétil, pois tornam os vasos sanguíneos mais rígidos e dificultam a vasodilatação.

Quem não pratica atividades físicas - e possui maus hábitos alimentares - ainda pode ganhar peso e gordura na região abdominal diminuindo, desta forma, a produção de testosterona - hormônio masculino importante para o bom desempenho sexual.

Fonte R7