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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Hipocondria: será que eu tenho?

Conheça os tipos, sintomas e como é feito o tratamento de hipocondria
 
Dr. Ivan Mario Braun
Psiquiatria - CRM 57449/SP
 
A palavra "hipocondria" vem dos radicais de origem grega "hipo", que significa embaixo, e "condros", costela. Originalmente, considerava-se que esta região do abdômen era origem de uma série de males, do mau funcionamento intestinal à melancolia. Posteriormente, hipocondria passou a definir aqueles quadros nos quais os pacientes apresentavam uma preocupação excessiva com a possibilidade de estarem doentes ou mesmo com a chance de ficarem doentes. 
 
Tipos de hipocondria
Na quinta edição do Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Americana de Psiquiatria, foram definidos dois quadros distintos que caberiam no conceito de hipocondria: o Transtorno de Sintomas Somáticos e o Transtorno de Ansiedade de Doenças. O primeiro se refere a pessoas que apresentam um ou mais sintomas físicos que trazem sofrimento ou dificuldades significativas para o dia a dia do paciente. Ocorrem pensamentos desproporcionais cobre da gravidade dos sintomas ou um alto nível de ansiedade acerca da saúde ou dos sintomas ou, ainda, a pessoa dispende tempo e energia excessivos a estes sintomas ou as suas preocupações com a saúde. 
 
Como exemplo, poderia se citar alguém que tem dores abdominais e, apesar de lhe ter sido garantido que não há nenhum problema clinicamente grave como causa, ela se preocupa o tempo inteiro com esta possibilidade. Veja que não há uma negação do sofrimento da pessoa, que é real, mas o diagnóstico é feito em cima do excesso de preocupação com um risco que já foi descartado.  
 
Outra possibilidade é de alguém que o tempo inteiro vai aos médicos por uma série de sintomas sem maior relevância, como pequenos e eventuais aumentos da frequência cardíaca, uma pequena tontura quando está deitada e se levanta rapidamente, uma leve falta de apetite etc. Uma das características exigidas para o diagnóstico é uma duração prolongada das queixas, por volta de - pelo menos - seis meses. Assim, o que caracteriza estes quadros não é a ausência de uma causa física - que pode, inclusive, estar presente -, mas sim a preocupação excessiva. Este tipo de hipocondria é responsável por cerca de 75% dos casos. 
 
O segundo tipo, o Transtorno de Ansiedade de Doenças é semelhante, com a diferença de que há um grande predomínio da preocupação, havendo ausência de sintomas somáticos ou, se houver, são apenas leves.     
 
Incidência
Estes transtornos ocorrem em várias culturas e o excesso de preocupação com a saúde e sintomas de doenças é semelhante em todas. O que varia, entretanto, é a forma como se manifestam e são descritos. Em culturas onde as queixas mentais são menos valorizadas, as queixas físicas podem ser mais frequentes, há descrições específicas mais presentes em alguns grupos, tais como queimação na cabeça ou sensação de peso no corpo. No Brasil, em algumas regiões, fala-se muito em "gastura", que pode significar desde dores até a sensação de estar com o estômago empachado.  
 
Não se sabe ao certo qual o número de pessoas com este tipo de problemas, as estatísticas variam em torno de 5% a 7% para o Transtorno de Sintomas Somáticos e de 1,3% a 13% para o Transtorno de Ansiedade de Doenças. Eles são vistos com mais frequência em pronto socorros e ambulatórios clínicos do que nos psiquiátricos, porque os pacientes e, muitas vezes, os próprios médicos, não se dão conta da natureza da queixa. 
 
Por outro lado, o fato de, com frequência, não se encontrar uma causa física ou de a queixa ser desproporcional a esta causa, há uma tendência de os médicos se comportarem de forma preconceituosa, o que é errado, pois o sofrimento é real e este deve ser foco de tratamento - feito por psiquiatras e psicólogos, de preferência. 
 
Tratamento
Não existem tratamentos específicos para as hipocondrias, porém são usadas medicações ansiolíticas (tranquilizantes), antidepressivos, estabilizadores de humor e medicações para dores crônicas. Um componente muito importante são as psicoterapias, que podem conduzidas de forma individual ou em grupo. Também se considera que, se elas ocorrerem exclusivamente no contexto de depressões ou quadros ansiosos graves, podem ser consequência destes e desaparecem com seu tratamento. 
 
Na psicoterapia cognitivo-comportamental, por exemplo, ao mesmo tempo que se pesquisam as circunstâncias de aparecimento, de piora e de melhora dos sintomas, procura-se ajudar a pessoa a prevenir e a enfrentar estas circunstâncias, a lidar com eles de modo que sua vida não seja tão prejudicada. Além de modificar os pensamentos de modo que o excesso de preocupação diminua.
 
Minha Vida

Novo método ajuda diabéticas a evitarem os riscos de uma gravidez

O Dia Mundial do Diabetes, 14 de novembro, tem como objetivo alertar a população sobre o aumento dos casos e divulgar informações que ajudem na prevenção e controle da doença
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 350 milhões de pessoas têm diabetes no mundo. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, mais de 14 milhões de brasileiros acima dos 18 anos foram diagnosticados com o diabetes, número que poderá subir para 20 milhões de casos em 2035.
 
Atualmente o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de ocorrência da doença.
 
As mulheres diabéticas são consideradas pacientes de risco em uma gestação. Muitas decidem engravidar e não apresentam problemas. Mas há as que não querem correr riscos e decidem não ter filhos. Ao optar por um método de contracepção, uma cirurgia de laqueadura convencional poderia se tornar também um risco por conta da cicatrização e outras complicações cirúrgicas. Mas uma moderna técnica de laqueadura sem cortes se apresenta como uma boa alternativa de contracepção permanente a todas as mulheres e, em particular, para as diabéticas.
 
O método é o Essure, com eficácia de 99,8% e que começa a ser mais conhecido no Brasil por sua eficácia e praticidade, pois não oferece os riscos de uma cirurgia convencional.
 
“É um procedimento rápido, ambulatorial e minimamente invasivo, praticamente indolor, dispensa anestesia, não contém medicamentos ou hormônios. A colocação não dura mais do que 5 minutos e a paciente sai do ambulatório e pode voltar normalmente para suas atividades, sem necessidade de repouso”, explica a médica ginecologista Dra. Daniella De Batista Depes, encarregada do Setor de Histeroscopia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo.
 
Considerado como primeira opção entre as mulheres europeias e norte-americanas, o método é aprovado pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária desde 2009. No Brasil, há registros de mais de 5 mil mulheres que colocaram Essure e mais de 1 milhão no mundo.
 
Essure é um dispositivo que consiste em um microimplante macio e flexível, de apenas quatro centímetros, em titânio e níquel (materiais que apresentam excelente compatibilidade com o organismo) que, introduzido pela vagina por um equipamento extremamente fino (histeroscópio), é colocado em cada uma das tubas uterinas.
 
Nas semanas que se seguem ao procedimento, o corpo e os microimplantes trabalham juntos para formar uma barreira natural que impede o espermatozoide de alcançar o óvulo. Por esse motivo, durante os três primeiros meses, a paciente deve continuar a usar outra forma de contracepção. Após este período, é realizado exame de imagem da pelve e, confirmada a oclusão, não é mais necessário o uso de outro método contraceptivo.
 
Para as mulheres interessadas em ter acesso ao método pela rede pública, o primeiro passo é participar do Programa de Planejamento Familiar. Basta se dirigir até a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para encaminhamento. A técnica tem sido oferecida em vários Estados como é o caso de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Espírito Santo, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Tocantins.
 
R7

Mais de 11% das crianças nascidas no Brasil são prematuras

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Segundo números da Organização das Nações Unidas (ONU), todos os anos cerca de 15 milhões de crianças nascem antes de completar 37 semanas de gestação no mundo. Estes bebês são considerados prematuros
 
O estudo “Prematuridade e suas possíveis causas”, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), mostra que a prevalência de partos de crianças prematuras no Brasil chega a 11,7%. Isso coloca o país na décima posição entre os países onde mais nascem bebês prematuros.
 
Para evitar um nascimento prematuro e, consequentemente, complicações na saúde do bebê, é fundamental que a mãe tenha um bom acompanhamento pré-natal, com os exames e consultas indicados pela equipe de saúde, além de uma atenção especial às infecções genitais, como corrimentos e infecções urinárias. “O que às vezes em uma mulher que não está grávida, costuma-se esperar alguns dias para se melhorar, em uma gestante é fundamental que ela procure o serviço de saúde. Por isso, se entre uma consulta e outra aparecer uma infecção, dor para urinar ou corrimento, é necessário procurar com urgência o profissional de saúde”, explica o coordenador de Saúde da Criança e Aleitamento Materno Ministério da Saúde, Paulo Bonilha.
 
Outra questão associada ao índice de prematuridades dos bebês é o tabagismo. As toxinas do cigarro geram a diminuição do fluxo sanguíneo para o bebê, que por consequência recebe menos nutrientes e oxigênio. Além do parto antes do tempo, bebês de mães fumantes tendem a nascer com baixo peso, além de terem complicações respiratórias.

A conhecida cesárea agendada, sem o trabalho de parto espontâneo, também é uma causa muito associada à prematuridade. “Não há tecnologia 100% segura para se agendar um parto e se ter segurança que o bebê está maduro. Por isso deve ser estimulado o parto normal. O parto agendado pode fazer com que o bebê nasça prematuro ou a “termo precoce”, que é aquele bebê que nasceu com 37 semanas, mas nasceria com 39 ou 40 semanas se fosse esperado o desenvolvimento normal. Embora conceitualmente ele não seja prematuro, estas duas ou três semanas que faltaram no amadurecimento dentro da barriga da mãe podem fazer com que o bebê tenha algum desconforto respiratório e acabe indo para UTI”, completa Bonilha.

Os bebês prematuros necessitam recuperar o desenvolvimento, que aconteceria de forma natural dentro do útero, fora dele. Por isso, o desenvolvimento da criança deve ser ajustado, principalmente nos primeiros anos de vida. Um bebê que nasceu de 35 semanas, por exemplo, tem duas semanas a menos de maturação que um bebê nascido no tempo certo. A forma correta de acompanhar o desenvolvimento é que ele só seja comparado com um bebê recém-nascido a termo com 15 dias de vida. E este ajuste deve acompanha-lo nos marcos do desenvolvimento, como sustentar a cabeça, rolar, sentar, engatinhar e andar.
 
As recomendações gerais para o cuidado com qualquer bebê prematuro é o aleitamento materno. Se para um bebê nascido em tempo normal a amamentação é importante, para um prematuro é fundamental. “O corpo humano é tão fantástico, que o leite materno se adapta às necessidades da criança. A composição do leite da mãe de um bebê prematuro muda para nutri-lo melhor. Os prematuros necessitam de proteção contra infecções, pois eles geralmente são mais suscetíveis. A amamentação ainda estimula o desenvolvimento psicomotor do bebê”, explica Bonilha.
 
A presença da família durante a internação do bebê também é fundamental para a recuperação da criança. “A mãe de um bebê prematuro não deve ser visita na UTI Neonatal. Ela deve acompanha-lo durante toda internação. O contato da família ajuda a estabelecer um vínculo com o bebê. E para a mãe, estar perto da criança estimula a produção do leite. Se o bebê está internado e a mãe está longe, a produção do leite diminui. Por isso, é tão fundamental que os hospitais estimulem a permanência do bebê junto com mãe”, completa o coordenador.
 
Uma das estratégias que facilita recuperação do bebê é o método canguru, que consiste em colocar bebê em contato pele a pele o máximo de tempo possível. Quando o método foi inventado na Colômbia, na década de 1980, ele foi pensado para substituir a incubadora na necessidade de manter o bebê aquecido. A hipotermia é uma das causas de estresse e morte dos bebês prematuros. E este método mantém o bebê aquecido, além de favorecer o contato com a flora bacteriana da mãe, que o protege de infecções hospitalares.

Em casa, quando o bebê já teve alta, o contato pele a pele favorece o desenvolvimento psicomotor. O bebê prematuro possui um risco maior ao atraso no desenvolvimento e quando carregado junto da mãe, ele está exposto a mais estímulos. “O bebê que fica no canguru é movimento, ouve e vê mais coisa. O que faz com que ele tenha um desenvolvimento melhor do que o bebê que fica apenas deitado no berço”, finaliza Paulo.

Rede Cegonha - Com a Rede Cegonha o Ministério da Saúde reforça as ações de atenção às mulheres no planejamento reprodutivo, na confirmação da gravidez, no pré-natal, no parto e 28 dias após o parto (puerpério). As consultas de pré-natal, na atenção básica, devem ser em quantidade e qualidade com a garantia de atenção humanizada, exames laboratoriais e de ultrassom, além de testes rápidos para diagnóstico de algumas doenças.

Para favorecer a construção de uma relação de confiança e compromisso das usuárias com as equipes e os serviços, contribuindo para a promoção da cultura de solidariedade e para a legitimação do sistema público de saúde, a Política Nacional de Humanização toma o acolhimento como postura prática nas ações de atenção e gestão das unidades de atendimento. No contexto da Rede Cegonha, ao permitir que a gestante expresse suas preocupações e suas angústias, o profissional de saúde garante a recepção da usuária com escuta qualificada, que favorece o vínculo e a avaliação de vulnerabilidades de acordo com o seu contexto social, com articulação com outros serviços de saúde para a continuidade da assistência.

A Rede Cegonha prevê, ainda, visitas domiciliares às gestantes e puérperas, principalmente no último mês de gestação e na primeira semana após o parto, com o objetivo de monitorar a mulher e a criança, orientar cuidados adequados, identificar possíveis fatores de risco e realizar os encaminhamentos necessários.
 
Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde

Gerações mais jovens são as mais estressadas

Estudo realizado entre 2010 e 2013 avalia a saúde de diferentes grupos
 
A chamada “geração Y”, que compreende as pessoas com idades entre 24 e 37 anos, é a mais estressada de todas, seguida pela Z, de até 23 anos. A análise é do 5º Estudo Saúde Ativa, da SulAmérica, que avaliou a saúde de uma população distribuída em 262 empresas em 13 capitais do país entre 2010 e 2013. 
 
“A geração Y já nasceu estressada. Hoje, são eles que estão no dia a dia das empresas, recebendo toda a carga de pressão", afirmou o médico Gentil Alves, um dos responsáveis pela pesquisa, durante o evento de lançamento do estudo, em São Paulo.  
 
Rosely Sayão, psicóloga e consultora educacional, comentou, durante a apresentação, que os Y são absolutamente tensos. “A geração X decidiu que seriam superpais e colocaram os filhos precocemente na escola e para fazer muitas atividades extracurriculares. Hoje está aí a geração Y, que, por um lado, está em crescente evolução tecnológica e, por outro, em crescente pressão. Eles se entregam a essa pressão.” 
 
Considerados “a geração do milênio”, os Y são tidos como individualistas e muito competitivos. De acordo com a pesquisa, as pessoas dessa faixa etária se tornam mais estressadas por causa da pressão para alcançar o sucesso e manter a estabilidade em casa e nos relacionamentos.
 
Além disso, mais de 12% da geração Y afirmaram atuar no mercado financeiro, setor que vive em constante tensão. Essa faixa etária reúne os mais altos níveis de classificação de estresse (moderado e alto), com 37,1%.  
 
O estresse dos Y também foi tema de uma pesquisa da Associação Americana de Psicologia (APA).  Dados da entidade revelam que as causas para os níveis de estresse são trabalho (76%), dinheiro (63%) e relações pessoais (59%). 
 
A geração Z não fica muito para trás e apresenta o índice de 35,9% de classificação de estresse, segundo o Estudo Saúde Ativa. A explicação é que os jovens dessa idade estão na fase pré-vestibular, que costuma ser desgastante para os estudantes. 
 
“Não esperávamos que uma geração tão jovem apresentasse índices de estresse tão elevados, mas isso também pode ser explicado porque essa é justamente a geração multitarefas, que faz tudo ao mesmo tempo. Geralmente é também quando acontece a entrada no mercado de trabalho e nos relacionamentos mais sérios”, afirmou Alves.
 
Apesar dos altos níveis de estresse, os dois grupos são os que menos tiveram contato com o cigarro, diferente das gerações X (de 38 a 49 anos) e dos Baby Boomers (de 50 a 68 anos). 86% dos Z e 78% dos Y nunca fumaram. 
 
“A facilidade no acesso à informação das gerações mais jovens tem contribuído para o aumento da consciência em relação a temas importantes como a redução no consumo de cigarro, por exemplo”, explicou o médico. 
 
Contudo, os jovens estão deixando os exercícios de lado para ter mais tempo para o computador e a televisão. Embora os adultos de 38 a 49 anos sejam os mais sedentários (63%), os mais jovens apresentam índices de sedentarismo em torno de 60%. 
 
iG

Sem leite: conheça outras fontes de cálcio

Conheça outras fontes de cálcio, sem leite – Foto: ShutterstockVeja quais alimentos e as quantidades necessárias para obter cálcio sem leite na dieta
 
Tem muita gente que sofre de intolerância à lactose, é alérgico ao leite e seus derivados ou não consome mais laticínios por escolha. Apesar de os produtos lácteos serem boas fontes de cálcio, é possível suprir essa necessidade sem leite.
 
Segundo recomendação do Ministério da Saúde,  um adulto precisa de cerca de 1.000mg de cálcio (4 copos de leite de 200ml) ao dia. Além de consumir alimentos fonte de cálcio, é muito importante ingerir outros que aumentam a absorção e a fixação do mineral no organismo, como aqueles ricos em Vitamina D e praticar atividades aeróbicas, como a corrida de rua, o ciclismo, a natação, para fixar o cálcio nos ossos.
 
Sem leite, o organismo precisa de outras fontes deste mineral. O cálcio não é só importante para fortalecer ossos e dentes, mas fundamental para o crescimento, a coagulação sanguínea, para transmitir impulsos nervosos, na contração e relaxamento muscular e também para controlar o ritmo cardíaco.
 
Quantidade de cálcio recomendado por idade (por dia)
0-6 meses – 210mg
7-12 meses – 270mg
1- 3 anos – 500mg
4-8 anos – 800 mg
9-13 anos – 1300mg
14-18 anos – 1300mg
19-50 anos – 1000 mg
acima de 50 anos – 1200mg
 
Onde obter cálcio?
Verduras verde-escuras, gergelim, algas, amêndoas, feijão, leguminosas, marisco, tofu (queijo de soja), ovos e nozes são outras formas de obter cálcio.
 
Alimentos vilões
No entanto, alguns alimentos podem atrapalhar a absorção do cálcio, em função do ácido oxálico (presente em alguns alimentos em pequenas quantidades, mas tóxico). São eles: beterraba, espinafre e acelga, por exemplo. Evite combiná-los com alimentos fontes de cálcio na mesma refeição.
 
Carnes (vermelhas ou brancas) em excesso, café, ferro, sódio e refrigerantes também estão relacionados à perda de cálcio pelo organismo.
 
Veja abaixo uma tabela com os alimentos e suas respectivas quantidades de cálcio.
 
Alimentos – Quantidade de cálcio
Leite desnatado (200ml): 250 mg
Iogurte (200ml): 240 mg Cálcio
Queijo minas frescal (1 fatia): 205 mg
Tofu (120g): 430 mg
Aveia de preparo instantâneo (100g): 392 mg
Ovo de galinha cozido (100g): 54 mg
Coalhada (100g): 490 mg
Lentilha seca crua (100g): 107 mg
Brócolis, flores cruas (100g): 400 mg
Brócolis, flores cozidas (100g): 130 mg
Agrião (200g): 336 mg
Espinafre cozido (4 col de sopa): 160 mg
Couve refogada (2 col de sopa): 164 mg
Amêndoas (200g): 508 mg
Gergelim (100g): 417 mg
Açaí (200g): 236 mg
Ameixa seca (100g): 62 mg
 
Excesso de cálcio faz mal
Se de um lado a falta de cálcio traz complicações, o excesso também não faz bem. Cálculo renal, ataque cardíaco e outras doenças podem estar relacionadas ao excesso de cálcio e de ácido oxálico no organismo. A alimentação equilibrada ainda é a receita ideal para ficar saudável, com ou sem leite.
 
(Fontes: nutricionista Silvia Piovacari, coordenadora da Nutrição Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein,  Harvard School of Public Health,  Dietary Guidelines)
 

Suspensos produtos da empresa Laboratório Corpo e Cheiro

A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, comercialização, divulgação e uso de todos os lotes dos produtos fabricados e distribuídos a partir de 20 de março de 2014 pela empresa Laboratórios Corpo e Cheiro Ltda.
 
Os produtos foram suspensos após serem apontadas irregularidades durante inspeção para verificação de Boas Práticas de Fabricação.
 
Com a decisão, a empresa deve promover o recolhimento do estoque existente no mercado.
 
A medida consta da Resolução 3.144/2015, publicada nesta segunda-Feira (16/11) no Diário Oficial da União (DOU).
 
ANVISA

Foto: Reprodução

Anvisa suspende comércio de equipamentos com fins estéticos

A Anvisa determinou, nesta segunda-feira (16/11), a suspensão da distribuição, fabricação, comercialização e uso de todos os equipamentos com finalidade de embelezamento e estética da empesa Eletrobel Aparelhos Elétricos Ltda Me.
 
Os produtos não têm registro na Agência.
 
Com a decisão, a empresa deve promover o recolhimento do estoque existente no mercado.
 
A medida consta da Resolução 3.145/2015, publicada nesta segunda-Feira (16/11) no Diário Oficial da União (DOU).
 
ANVISA

Foto: Reprodução