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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Mulher morre após receber glicerina em vez de soro no Ceará



A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a morte de uma aposentada de 75 anos que recebeu glicerina em vez de soro no Hospital Geral de Missão Velha, no Ceará, na última quarta-feira. A técnica em enfermagem que teria aplicado a substância foi afastada de suas atividades, ontem.

Depois de passar mal, a paciente, que sofria de insuficiência respiratória aguda, foi levada para o Hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha, cidade vizinha. A equipe médica que atendeu a idosa em Barbalha percebeu o erro e trocou a medicação, mas a mulher morreu horas depois. Funcionários do hospital de Missão Velha serão ouvidos.

A polícia quer descobrir se alguém confundiu a bolsa de soro com a de glicerina. Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontará a causa da morte. O resultado deve sair em cerca de 20 dias.

"A primeira providência foi afastar a funcionária para que se apure o caso, até que se tenha uma decisão e um laudo definitivo com a causa da morte da paciente", declara o prefeito de Missão Velha, Washington Fechine.

Ele reconhece que a unidade hospitalar onde Maria Carmelita foi atendida é de responsabilidade do município.

O secretário Executivo do Hospital São Vicente de Paulo, Antônio Ernani de Freitas, diz que logo que a paciente foi transferida de Missão Velha e deu entrada no hospital, o médico que a atendeu percebeu que ela estava com aplicação de glicerina, ao invés de soro. Segundo Freitas, imediatamente, foi trocada a medicação. Cerca de duas horas depois, ela morreu, e a direção do hospital registrou um boletim de ocorrência.

Testemunhas já foram ouvidas

O delegado Marcos Antônio dos Santos - do município de Barbalha, onde foi aberto inquérito para apurar a morte da aposentada - afirma que já foram tomados depoimentos das testemunhas. "Também solicitamos que a empresa produtora de medicamentos nos envie os frascos", explica. A direção do Hospital Geral de Missão Velha informou que só vai se pronunciar sobre o assunto após receber o resultado do laudo, previsto para ser concluído em 20 dias.

Hospital é mais arriscado que avião

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que milhões de pessoas morrem todos os anos em função de erros médicos e infecções hospitalares. Dar entrada em um hospital é mais arriscado, por exemplo, do que fazer uma viagem de avião. Os riscos de morrer em um hospital são de um para 300, enquanto em um acidente aéreo ele seria de um em 10 milhões de passageiros.

"Já as chances de acontecer um erro médico são de uma em dez. Isso demonstra que a saúde, em geral, ainda tem um longo caminho a percorrer", diz Liam Donaldson, da OMS. Mais de 50% das infecções adquiridas dentro de um hospital poderiam ser prevenidas se os profissionais de saúde lavassem as mãos com sabão e água ou com uma loção à base de álcool antes de tratar os pacientes.

De cada 100 pacientes hospitalizados em um determinado momento, sete (em países desenvolvidos) e dez (em países em desenvolvimento) irão adquirir pelo menos uma infecção associada ao tratamento médico.

"Quanto mais tempo o paciente fica na UTI, maiores são os riscos de ele adquirir uma infecção", alerta a OMS. Procedimentos como cateteres urinários e ventiladores, estão associados com altos índices de infecção.

Fonte gazetaonline.globo

Repost:Efeito rápido é atrativo de nova pílula para impotência

Um comprimido para disfunção erétil com sabor de menta e que se dissolve na boca acaba de ser lançado no mercado brasileiro.

A nova versão do Levitra (vardenafila), da Bayer, vem em embalagem "discreta", para parecer mais um chiclete do que um remédio.

Sua absorção é mais rápida do que a do comprimido comum. A partir de 15 minutos após o consumo, os efeitos já começam, contra 40 minutos da pílula tradicional.



Em março, a Pfizer, fabricante do Viagra, lançou uma versão mastigável, também com sabor menta, no México. Batizado de Viagra Jet, o comprimido ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
A Eli Lilly, fabricante do Cialis (tadalafila) fez sua investida no ano passado, quando criou uma forma de uso diário do remédio.

Isso dispensa o homem de ter que planejar o ato sexual, porque a ação da droga é constante.

Editoria de arte/folhapress


Segundo o urologista André Cavalcanti, professor da Unirio (Universidade Federal do Estado do RJ), a ação mais rápida dos comprimidos solúveis e o fato de que eles dispensam o copo de água são vantagens, mas isso não muda a qualidade do efeito para o paciente. "Facilita o acesso e tira a conotação de medicação, o que pode até estimular o uso recreativo. Mas não muda muita coisa. É uma opção de diferenciação da marca frente aos genéricos."

A patente do Viagra, expirada em abril de 2010, permitiu a venda dos genéricos da sildenafila, princípio ativo do remédio.

Segundo Odnir Finotti, presidente da PróGenéricos, há comprimidos hoje vendidos por R$ 5. O Viagra é encontrado por cerca de R$ 12 a unidade nas farmácias.

Finotti diz que a criação de novas versões dos comprimidos é uma tentativa de criar nichos para atrair o consumidor. "Mas o importante é o preço: será que as pessoas vão conseguir pagar?"

USO DIÁRIO
Para o urologista Celso Gromatzky, do Hospital Sírio-Libanês, os remédios solúveis aumentam o conforto dos pacientes, mas foi o lançamento do comprimido de uso diário que mais os ajudou. "Alguns pacientes têm um grau de ansiedade tamanho que não conseguem administrar o uso do comprimido sob demanda [antes da relação sexual]."

O uso diário da tadalafila de 5 mg é seguro, segundo o médico, desde que não haja contraindicação. "Temos experiência de uso dessas drogas com doses mais altas para recuperação de pacientes após cirurgia de próstata."

Fonte Folhaonline

Instituto no Rio reunirá países para discutir soluções de saúde


Será inaugurada hoje (25), no Rio, uma instituição internacional que reunirá os 12 países integrantes da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) em torno do tema saúde. O Pró-Isags (Pró-Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde) terá como objetivo promover a troca de informações e a busca conjunta de soluções na área.

Nos três primeiros anos, o instituto será dirigido pelo sanitarista José Gomes Temporão, que foi ministro da Saúde de Lula. Terá, ainda, a participação de representantes de Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. A sede ficará no centro do Rio.

A inauguração, marcada para as 13h30 de segunda, contará com a presença do atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da secretária-geral da Unasul, Maria Emma Mejía.

Nos quatro dias seguintes, especialistas dos 12 países participarão de uma oficina na qual serão discutidas as características dos sistemas de saúde de cada nação. Todos já responderam a um questionário com mais de 80 perguntas sobre o tema, que abrangem a estrutura, a organização, a universalidade e o financiamento dos serviços de saúde, entre outros.

A meta é identificar pontos fortes e fracos e estabelecer linhas de cooperação entre os países.

Fonte Folhaonline

Açúcar causa dependência como álcool e cigarro, diz médico

Açúcar é veneno. Do mais natureba, o mascavo, até o suco de fruta ou o famigerado xarope de milho, o açúcar está por trás de doenças cardíacas, diabetes e câncer. E deveria ser proibido para menores de 21 anos, como o álcool e o cigarro.

É com essas declarações polêmicas que o americano Robert Lustig, endocrinologista pediátrico da Universidade da Califórnia em San Francisco, ganhou fama internacional nos últimos anos.

Divulgação
O endocrinologista pediátrico Robert Lustig afirma que açúcar deveria ser proibido para menores de 21 anos
O endocrinologista pediátrico Robert Lustig afirma que açúcar deveria ser proibido para menores de 21 anos

Sua palestra "Açúcar: a verdade amarga" teve mais de 900 mil acessos no YouTube. Há duas semanas, suas teses foram tema da reportagem de capa da revista do "New York Times". Abaixo, os principais trechos da entrevista que ele concedeu à Folha, por telefone.

Folha - O senhor defende que as pessoas eliminem totalmente o açúcar da dieta?
Robert Lustig - Não, eu não sou um "food nazi". Eu como açúcar, mas muito pouco.
Nosso corpo tem uma capacidade muito limitada para metabolizar o açúcar e nós vivemos muito acima dela. Não precisamos de frutose para viver. Nosso corpo ficaria muito bem sem nenhuma frutose [açúcar refinado, a sacarose é composta de 50% de frutose e 50% de glicose].

Qual é o máximo de frutose que deveríamos ingerir?
Não temos certeza. Mas uma estimativa é 50 g por dia. Meus estudos mostram as similaridades entre frutose e álcool. Eles são metabolizados da mesma forma, no fígado. E nós sabemos qual é o limite de toxicidade para o álcool: 50 g. A epidemia de obesidade começou quando o consumo de frutose ultrapassou os 50 g por dia [ou 100 g de açúcar, o mesmo que duas latas e meia de refrigerante].

A Associação Cardiológica Americana publicou uma orientação, em agosto de 2009, da qual eu sou coautor, dizendo que o consumo atual de açúcar nos EUA é de 22 colheres de chá por dia. Deveríamos reduzir isso para nove colheres no caso de homens e seis no caso de mulheres.

Qualquer açúcar é ruim, não importa se é mascavo ou xarope de milho?
Todos são igualmente ruins.

Deveríamos substituí-los por adoçantes artificiais?
Adoçantes artificiais são uma questão complicada. Não fizemos todos os testes para saber o que os adoçantes fazem no organismo.

Segundo uma linha de estudos, uma vez que a língua sente o sabor doce, o cérebro se prepara para a entrada do açúcar no sangue. Se ele não entra, o cérebro fica confuso, o que pode levar a um aumento no consumo de açúcar. Há estudos ligando o consumo de adoçantes a obesidade e doença cardíaca.

Qual a alimentação que os pais devem dar a seus filhos?
Crianças devem comer comida de verdade.

Mas isso inclui suco de fruta natural...
Não, suco de fruta, mesmo natural, não é comida de verdade. Deus fez suco de fruta? Não. Deus fez fruta. Qual é a diferença entre a fruta e o suco? Fibras. A fibra é a parte boa da fruta, e o suco, a má. Sempre que há frutose na natureza, há muita fibra --há uma exceção, o mel, mas este é policiado pelas abelhas.

As fibras limitam a velocidade da absorção dos carboidratos e das gorduras do intestino para a corrente sanguínea. Quanto mais rápido a energia sai do intestino e vai para o fígado, maiores as chances de danificar o órgão.

Quando o senhor diz que crianças devem comer comida de verdade, isso inclui um sorvete no fim de semana?
Sim. Quando eu era pequeno, sobremesa era uma vez por semana. Hoje, é uma vez por refeição. Esse é o problema. Eu tenho duas filhas pequenas e é isso que faço. Se é dia de semana e elas querem sobremesa, ganham uma fruta. Uma bola de sorvete, só no fim de semana. Elas seguem as regras e não ficam sonhando com doces.

O senhor propõe que a venda de doces e refrigerantes seja proibida para menores, como cigarros e álcool.
Sim. Refrigerantes não têm valor nutritivo, não fazem nenhum bem às crianças. Se os pais quiserem que seus filhos tomem refrigerante, que comprem para eles.

Não é exagero comparar açúcar a álcool e cigarros?
Não. Cigarros e álcool causam dependência, e açúcar também. Nos refrigerantes, tanto a cafeína como o açúcar causam dependência. Sal e gordura causam hábito, mas não dependência.

Como o senhor explica os efeitos nocivos do açúcar?
Quatro alimentos foram associados à doença metabólica crônica: gorduras trans, aminoácidos de cadeia ramificada [soja], álcool e frutose.

A frutose, quando é metabolizada, libera substâncias tóxicas chamadas espécies reativas de oxigênio [radicais livres], que levam a danos nas células no longo prazo, envelhecimento e, potencialmente, câncer.

Fonte Folhaonline

Propagandas antigas - Desinfete seus rins


helmitol


“Se os rins vão bem, a saúde é boa”

Publicado em 19 de maio de 1950.

Fonte Estadão

Quatro são indiciados por morte de doadora de medula óssea em SP


Universitária estava internada em São José do Rio Preto para fazer doação a criança com leucemia no Rio
SÃO PAULO - Duas médicas e duas enfermeiras foram indiciadas pela morte, no último dia 4, da estudante Luana Neves Ribeiro, de 21 anos. A universitária morreu por causa de erros médicos cometidos enquanto esteve internada no Hospital de Base, em São José do Rio Preto, no interior paulista, de acordo com o laudo entre à Polícia Civil no dia 14.

Luana estava no hospital para se submeter aos procedimentos para doar medula óssea a uma criança do Rio de Janeiro com leucemia. A morte levou o hospital a paralisar a coleta de medula para transplante e o Conselho Regional de Medicina (Cremesp) e Polícia Civil a abrir investigação.

As médicas foram indiciadas pelo crime de homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e as enfermeiras, por omissão de socorro, segundo a delegada assistente do 5.º Distrito Policial (DP), de São José do Rio Preto, Luciana de Almeida do Carmo.

O laudo do Serviço de Verificação de Óbito (SVO), da Faculdade de Medicina de Rio Preto, atesta que a jovem teve a veia subclávia perfurada, o que causou hemorragia e choque hipovolêmico (queda de pressão causada por vazamento de sangue), que a levou à morte. As perfurações teriam ocorrido durante a tentativa de implantar um cateter para coletar medula na veia subclávia esquerda, próxima da jugular.

Fonte Estadão

Levar marmita para o trabalho agora é fashion


Mais coloridas e descoladas, elas ajudam a controlar a alimentação e economizar nos gastos

As velhas marmitas estão de volta. Agora mais modernas e práticas, elas têm sido usadas como estratégia para controlar melhor a nutrição, cortar gastos com comida e preparar tudo do jeito que o marmiteiro gosta.
Para a atriz Paola Oliveira, não é constrangimento nenhum levar marmita ao trabalho. "Certas coisas ficam muito intituladas como se fossem só para algumas pessoas. Levo marmita, sim, para o trabalho, pois é uma refeição mais barata e saudável."

A atriz conta que, no começo, a preparação é trabalhosa. "Mas tenho uma pessoa que cozinha para mim. Levo marmita com arroz, feijão, frango, uma marmita de salada, outra de frutinha para comer à tarde e até sopa no frio."

Economia foi o que levou o articulador de redes virtuais Diego Casaes, de 23 anos, a se aventurar na cozinha. "Em São Paulo é muito caro se alimentar bem. E a gente acaba sentindo falta de comer coisas mais caseiras."

Buscando incentivo para manter o hábito que, segundo ele, exige disciplina, criou o blog Moda & Marmita (modaemarmita.posterous.com), no qual posta fotos de seus looks e bentôs - marmita japonesa (veja ao lado). A ideia era economizar com comida para gastar com roupa. "Compro ingredientes que duram a semana inteira e o retorno para a saúde é muito bom."

A webdesigner Fabiana Zanelati, do site Pimenta do Reino (www.pimentanoreino.com.br), também recorre à marmita. "Trabalho em uma região muito cara e muito lotada no almoço. Juntou-se a isso o fato de tentar comer melhor."

Restrições. No caso da assistente comercial Lilian Melo, de 26 anos, o que a leva a optar pelas marmitas desde 2002 são as restrições alimentares. "Não como carne vermelha nem diversas outras coisas. Além disso, não confio na limpeza de restaurantes."

A gerente de academia Patrícia Vasconcellos, de 29, aderiu à marmita após o conselho de um nutricionista. "Preparo os alimentos sem gordura e priorizo frutas, iogurtes, fibras e castanhas", conta.

A nutricionista Jacira Conceição dos Santos conta que vários de seus pacientes levam comida de casa para se manterem na dieta. "É uma boa opção para quem quer controlar os ingredientes."

Mas a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), lembra que, na hora de preparar a marmita, o importante é contemplar todos os grupos alimentares.

Para armazenar, o ideal é carregar o recipiente em bolsa térmica ou colocá-lo na geladeira assim que chegar ao trabalho.

Fonte Estadão

Inverno é a estação mais propícia para realizar cirurgias plásticas


É preciso, no entanto, saber quais os riscos e indicações de cada procedimento

O segundo semestre do ano é a época da "recauchutada no visual" dos gaúchos. De acordo com os cirurgiões plásticos, o frio favorece o pós-operatório e no caso dos procedimentos corporais ainda dá tempo de chegar com tudo em cima para o verão e desfilar um biquíni sem culpa. O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - Regional Rio Grande do Sul, Pedro Bins Ely, destaca que de julho a novembro o movimento nos consultórios quase dobra. Muitos dos clientes se perguntam quando é a hora certa para optar por um recurso estético tão invasivo. Nesses casos, não é só a idade cronológica que deve pesar. Cautela e objetivos bem claros com relação aos resultados ajudam a dar tranquilidade sobre a decisão certa.

– O momento de operar depende da situação em que o paciente está. Hoje, algumas meninas de 15 anos são mulheres, por exemplo. Quem decide a hora de uma intervenção é a pessoa, pensando em qualidade de vida e autoestima – avalia o médico. O chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Rinaldo De Angeli Pinto lembra que, antigamente, a mama só era operada após o período de procriação da mulher porque a função do órgão poderia ser perdida com a intervenção Hoje não. Depois dos 18 anos, o procedimento está liberado, mas têm exceções.

– Operei uma menina de 12 anos que tinha 1,75cm de altura e desenvolvida do ponto de vista orgânico. Quando examinava a mama dela, que era muito pesada, ela dizia: "tio, quando é que eu vou poder brincar?" Ela já não queria mais ir à aula. Era impossível esconder um seio daquele tamanho. Operamos – lembra o médico.

Além do fator cronológico, outras questões podem estar envolvidas. É comum quem queira consertar problemas emocionais na mesa de um cirurgião.

– Junto com o diagnóstico anatômico, está o psicológico. Se uma pessoa tem uma pedra na vesícula, ela quer tirar para sumir com a dor. Se uma paciente procura o cirurgião porque se separou e ela acha que vai trazer o marido de volta, não há indicação cirúrgica, porque a expectativa é fantasiosa. É no momento do pré operatório que se começa o pós. Muitas vezes, a orientação certa é a ajuda psicológica e psiquiátrica para maturar o que a pessoa está buscando de fato, para não gerar frustrações.

Plástica invisível, segundo especialistas, é pura chantagem emocional.

– A medicina e a biologia do corpo humano são uma só. Quem usa subterfúgios fantasioso está te preparando uma sacanagem. Não existe plástica sem cicatriz, nem pós operatório sem desconforto – afirma Pinto.

No consultório do cirurgião Eduardo Chem, mais da metade dos clientes chegam acima do peso querendo emagrecer com a lipo.

– Ela só tira uma pequena parte de gordura subcutânea. O resto é muita dieta, exercícios físicos e terapia. Senão vai continuar sem se gostar – diz Eduardo. Mulher quando chega perto da menopausa, acumula gordura onde não tinha. Algumas meninas tiram a gordura que já nasceu com ela. A célula de gordura nasce com elas. São como balões vazios, que vão se enchendo em locais determinados, principalmente cintura e nos quadris.

Segundo o cirurgião Leandro Fuchs, membro da Comissão de Ética do Hospital Ernesto Dornelles, é preciso ter calma para notar os resultados após a operação, que, na maior parte das vezes, só será obtido em seis meses.

– Há a possibilidade de pequenos retoques, considerando que o corpo humano depende de vários fatores, como cicatrização, retração de pele, entre outros e, muitas vezes, isso pode ser imprevisível.

Fonte Zero Hora

Novos comprimidos para disfunção erétil prometem agir mais rápido


Levitra é similar a uma pastilha, com sabor de mentaAnunciada como uma das grandes novidades de 2011 no mercado de drogas voltadas ao público masculino, o Levitra ODT – criado pela Bayer HealthCare – chega como uma alternativa para homens que resistiam ao tratamento convencional por vergonha de tomar as pílulas junto a um copo d'água antes da relação sexual. A aparência do medicamento, similar a uma pastilha, com sabor de menta, pode ajudar a driblar o constrangimento.

– Em geral, os homens consideram a potência sexual o mais importante fator para uma vida saudável. A ereção representa a identidade do homem e, sem essa capacidade, ele se sente menos masculino e acaba generalizando esse problema para outras esferas da vida. Superar os problemas sexuais ajuda a melhorar outros aspectos da vida e também previne problemas como a depressão e as doenças coronarianas – defende Oswaldo Martins Rodrigues Júnior, psicólogo, terapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex).

A disfunção erétil (DE) afeta 152 milhões de homens entre 20 e 75 anos em todo o mundo e mais de 25 milhões acima dos 18 anos no Brasil – o que corresponde a 54% da população masculina do País. E é sobretudo para os jovens que a novidade se destina. Segundo o diretor da Divisão de Medicina Geral da Bayer, as vantagens do Levitra, além de ser orodispersível (dispensa o consumo de água), é que ele pode ser consumido momentos antes da relação sexual e não tem interação com outros medicamentos, alimentos ou álcool.

O urologista e presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (seção São Paulo), Archimedes Nardozza Junior, diz que o efeito do Levitra é o mesmo do que o do comprimido tradicional.

– Segundo pesquisas, a nova apresentação orodispersível pode acelerar o efeito e o tempo de resposta do remédio no organismo – afirma.

Para basear o lançamento, a Bayer realizou uma pesquisa com 300 homens com problemas de ereção e 240 médicos sobre o uso de medicamentos para tratar a DE e a satisfação com os tratamentos. O estudo denominado Acceptance Study demonstrou que mais de 90% dos entrevistados tiveram uma impressão positiva de uma formulação orodispersível do medicamento, devido a atributos como a conveniência e discrição. Os resultados também mostraram que 62% dos usuários de medicação para DE estariam dispostos a mudar para as pastilhas.

Apesar da novidade fazer brilhar os olhos de muitos homens, é preciso de cautela: tanto o Levitra como outras drogas concorrentes (incluindo o Levitra tradicional, em comprimido, que já é fabricado desde 2003) são eficazes na melhora da rigidez e duração da ereção em homens com disfunção erétil. Elas não foram totalmente investigadas em homens com funções eréteis normais e não servem para melhorar o ímpeto sexual, a capacidade de ejaculação ou de ter orgasmos. Todos os medicamentos, sem exceção, podem causar complicações. Antes de começar a tomar uma nova droga, discuta estas possibilidades com um urologista. É preciso cuidado especialmente quando há causa psicológica, devido à possibilidade de drogas como estas levarem à dependência emocional.

Fonte Zero Hora

Saiba como afastar o diabetes da sua vida

 

Doença é intimamente ligada à obesidade e vida sedentária

A frase "Stop Diabetes", estampada em um cartaz gigante na frente do Centro de Convenções de San Diego, sede do 71º Encontro Anual da Associação Americana de Diabetes (ADA), realizado em San Diego (EUA), no final de junho, representava o clamor dos endocrinologistas contra essa epidemia mundial. Descontrolada, a incidência de diabetes dobrou em 20 anos, segundo um estudo da revista científica The Lancet. Hoje são 347 milhões de pessoas com a doença no mundo, um número tão alto que superou projeções anteriores, segundo as quais o planeta teria 285 milhões em 2010. O diabetes mais comum, do tipo 2, é fortemente associado a outra epidemia do século 21, a obesidade combinada à vida sedentária.

A doença pode provocar complicações como distúrbios cardíacos, derrames, danos aos rins e ao fígado e cegueira. Do total de portadores do mal, 138 milhões vivem na China e na Índia e outros 36 milhões, nos Estados Unidos e na Rússia. Entre os 199 países analisados, o Brasil ocupa a 119ª colocação, com 20 milhões de diabéticos. Todos com predisposição para apresentar distúrbios secundários, como, por exemplo, a retinopatia diabética.



Em todo o mundo, a prevalência de diabetes em homens de mais de 25 anos cresceu de 8,3% para 9,8% entre 1980 e 2008. Para mulheres com mais de 25 anos, saltou de 7,5% para 9,2% no mesmo período.

– Essa é uma das características definidoras da saúde mundial nas próximas décadas – diz Majid Ezzati, epidemiologista do Imperial College London, que chefiou o estudo apresentado na reunião americana.

Segundo ela, trata-se de uma epidemia em grandes proporções. E diferentemente dos casos de hipertensão e colesterol alto, não há um bom tratamento para o diabetes. A terapia atual consiste no uso de insulina ou de medicamentos para controle de glicose, alimentação pobre em carboidratos e gorduras e atividades físicas por toda a vida. O prognóstico é sombrio para quem não segue essa regra. Ainda segundo a pesquisa divulgada pela The Lancet, o diabetes mata 3 milhões de pessoas em todo o mundo a cada ano.

Na raiz do problema está o excesso de peso. Porém, para manter o peso em dia, não basta eliminar açúcar e doces da dieta. O endocrinologista Saulo Cavalcanti, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, participou da reunião de San Diego e voltou convicto das suas teses: o diabetes exige mudanças do estilo de vida.

– Precisamos deixar de ser sedentários, ter uma alimentação mais saudável e preferir alimentos não industrializados. Hoje as pessoas vivem mais e o diabetes é uma consequência natural do envelhecimento – alerta Cavalcanti.

Veja algumas dicas para conviver bem com o diabetes

:: Dieta especial: quer você tenha diabetes tipo 1 ou tipo 2, você se beneficiará bastante se seguir uma alimentação saudável, que irá ajudar a melhorar seus níveis de glicose, pressão e colesterol no sangue, além de ajudar a manter o seu peso sob controle. Mesmo que você tome remédios para a diabetes, controlar a sua alimentação é essencial para tomar as rédeas da doença e evitar as complicações. Lembre-se de obter auxílio adicional para o seu caso específico com o seu médico, com um profissional especializado na educação sobre a diabetes e/ou com um nutricionista.

:: Abandone o excesso de bagagem: estima-se que 90% das pessoas com diabetes tipo 2 estejam acima do peso quando são diagnosticadas com o problema. E mais: problemas de excesso de peso podem acelerar o processo da doença e precipitar o desenvolvimento de complicações, especialmente doenças cardiovasculares e derrames. Ao comer melhor, seu corpo melhorará o uso da insulina disponível para diminuir os níveis elevados de glicose sanguínea, o que pode ajudar a retardar, reduzir ou eliminar a necessidade de medicamentos para a diabetes.

:: Conheça seus carboidratos: a receita tradicional para pessoas com diabetes era o seguinte: evite carboidratos simples ou açúcares simples (como açúcar de mesa) porque eles aumentam o nível de açúcar no sangue rapidamente, e prefira os carboidratos complexos (como o amido e fibras encontrados em grãos, batatas, feijões e ervilhas), pois eles aumentam o açúcar sanguíneo de maneira mais lenta. Porém, o que realmente importa é como a comida é preparada e o acompanhamento desses carboidratos. A gordura, por exemplo, deixa a digestão de carboidratos mais lenta e diminui a velocidade com que a glicose é liberada no sangue. Carboidratos complexos que ainda não foram refinados ou processados continuam a ser as melhores opções devido aos nutrientes valiosos que fornecem, pois o refino e processamento costumam tirar os nutrientes e as fibras.

:: Acostume-se com as fibras: uma das razões pelas quais os carboidratos complexos não refinados, como pães e grãos integrais, são tão benéficos é que eles são ricos em fibras, que diminuem os picos de glicose sanguínea após uma refeição.

:: Coma aos poucos: muitos especialistas acreditam que os portadores da diabetes tipo 2 conseguem atingir níveis de açúcar normais evitando uma sobrecarga de alimentos de uma só vez. Tente comer três refeições menores e dois lanches durante o dia, mas sem aumentar a ingestão total de calorias.

Fonte Zero Hora

Executivas estão mais propensas a enfrentar problemas de TPM


Não restam dúvidas de que as mulheres conquistaram, definitivamente, um papel importante nas empresas, como executivas, diretoras e presidentes. A tendência, indiscutível, é o seu crescimento profissional. Porém, nem tudo são flores: jornadas de trabalho excessivamente longas, exigências e cobrança de metas pesam ainda mais quando aliadas a compromissos sociais, maternidade e cuidados com a beleza e a saúde. E a Tensão Pré-Menstrual (TPM), nesse contexto, é a gota d'água para crises de estresse.

Um estudo da Universidade Estadual e do Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas mostrou que a TPM é cada vez mais comum entre as brasileiras. Das 860 entrevistadas, com idade entre 18 e 35 anos, aproximadamente 80% sofrem ou já sofreram com os efeitos da tensão, como inchaço, dores de cabeça, irritação, tristeza e até depressão. Isso significa que oito em cada dez brasileiras em idade reprodutiva sofrem com o problema, o que equivale a 41 milhões de mulheres. O índice extrapola a média mundial, estipulada em 35% de pacientes com sintomas moderados e intensos, e dá ao Brasil o título de "país da TPM". São reações que aparecem independentemente da vontade da mulher até 14 dias antes da menstruação, e desaparecem com a chegada do fluxo menstrual. Duram, em média, seis dias, tempo suficiente para tornar a vida da mulher e dos que com ela convivem um verdadeiro tormento.

– A síndrome não tem cura, mas há como controlar. Não existe tratamento específico, mas cuidar da alimentação, tomar pílula anticoncepcional e praticar alguma atividade física aeróbica, durante 30 minutos, no mínimo quatro vezes por semana, ajuda muito na prevenção da TPM – afirma o ginecologista Leopoldo Cruz Vieira, do Hospital San Paolo (SP).

O fato é que cada mulher, a seu modo, lida com algum tipo de alteração emocional na fase que antecede a menstruação, algumas com mais intensidade que outras. E como os sintomas não escolhem lugar, apenas hora para se manifestarem, lidar com esse mal no ambiente corporativo torna-se um desafio e tanto. A revista Journal of Occupational and Environmental Medicine divulgou recentemente uma pesquisa que traçou uma análise do desempenho profissional das mulheres no período de TPM. Segundo o estudo, as que sofriam os sintomas faltavam duas vezes mais ao trabalho por mês do que as outras. Além disso, nessa fase, a produtividade caía mais da metade, e o índice de baixa performance permanecia na média de 7,2 dias por mês.

Ao analisarmos a participação das mulheres nos cargos de liderança no Brasil, correspondente a 24% em 2011 – segundo o estudo Grant Thornton International Business Report, uma pesquisa trimestral com as opiniões de executivos – direcionamos o contexto para duas realidades: a de que elas estão cada vez mais no comando; e a de que precisam estar, em maior proporção, mais atentas aos sinais da TPM para continuarem firmes nesses postos.

Christian Barbosa, especialista em gerenciamento do tempo e produtividade, afirma que a mulher pode "pular" os dias da TPM. Como assim?

– Basta que ela trace um planejamento das suas atividades, deslocando aquelas mais pesadas para os dias em que ela não estará de TPM. A intenção é deixar a semana que antecede esse período o mais livre de urgências possíveis, assim, ela evita as situações de altos picos de estresse – explica.

Segundo o especialista, se ela for uma líder, o método pode ajudar também na hora de distribuir as reuniões do mês, já que alguns encontros, com clientes e outros líderes da empresa, pode ser maçante. Esses são alguns métodos que podem ser aplicados para as mulheres driblarem os sintomas, mas nenhum é tão efetivo quanto o autocontrole.

Fonte Zero Hora

Portugal: Oito horas até ser internado

Um homem de 50 anos, diabético e doente cardíaco (sofreu um enfarte em 2010), depois de desmaiar na rua, em Vila Real de Santo António, só foi internado, em estado grave, oito horas depois. No Centro de Saúde local, recebeu alta. Só após nova síncope é que foi transportado para o Hospital de Faro, onde ficou internado.


O homem prefere manter o anonimato, mas confirmou ao CM o relato de um vizinho. "Ele desmaiou, às 17h00, e foi transportado para o estádio para ser visto por uma médica do INEM, que veio de helicóptero de Loulé", conta o vizinho, João de Sousa, "a médica mandou-o para o Centro de Saúde, onde recebeu alta, às 21h00".

À meia-noite, o homem volta a desmaiar e regressa ao Centro de Saúde. "Só então o levaram, de urgência, para Faro, onde lhe diagnosticaram um aneurisma. Agora, está à espera de uma cirurgia", conclui o vizinho.

O INEM diz que havia "contra-indicação no uso do meio aéreo, por o doente estar com convulsões". A direcção dos Centros de Saúde do Sotavento diz que o doente teve alta "depois de vários exames, e após normalizar a glicémia", que "a médica [lhe] passou exames para estudo das convulsões para o dia seguinte, e permitiu-lhe ir passar a noite a casa".

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Santa Casa quer mais hospitais


A Santa Casa vai criar uma marca autónoma para a sua área de Saúde. O objectivo é mostrar as competências da Misericórdia de Lisboa nesta área, de modo a posicionar-se como um parceiro em futuros projectos de privatização na área hospitalar.

Segundo apurou o CM, os responsáveis da Santa Casa consideram que a instituição tem competências na área da administração hospitalar que podem ser alargadas a outras unidades. Isso mesmo será comunicado ao ministro da Solidariedade e Segurança Social, que amanhã estará presente nas comemorações dos 107 anos do Hospital de Sant’Ana na Parede.

A Santa Casa é proprietária daquele hospital, que se tem destacado ao nível da ortopedia, mas também é dona do Centro de Reabilitação de Alcoitão (Estoril) e da Escola Superior de Enfermagem, insti-tuições que deverão ser agru-padas dentro da marca Santa Casa Saúde.

Aquela instituição participou ainda num projecto--piloto na zona de Telheiras, em Lisboa, disponibilizando médicos de família para cerca de 4500 pessoas, num protocolo com a Associação Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Experiência que será agora alargada a Cascais.

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Nível muito alto em todo o País de radiação UV


O Funchal está sujeito esta segunda-feira a um nível de radiação ultravioleta (UV) extremo, enquanto praticamente todo o restante território português apresenta um nível muito alto, de acordo com o Instituto de Meteorologia (IM).

A exposição ao sol deve ser, por isso, evitada sensivelmente entre as 11h00 e as 16h00.  

Aveiro, Beja Braga, Castelo Branco, Coimbra,  Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Penhas Douradas, Porto, Portalegre,  Porto Santo, Sagres, Santarém, Setúbal, Sines, Viana do Castelo, Santa Cruz  e Horta têm níveis muitos altos, segundo o IM. Com nível de radiação UV alto estão apenas Bragança, Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Vila Real.  

Nestas circunstâncias, o Instituto de Meteorologia recomenda o recurso a chapéu, óculos de sol com filtro UV, além de protector solar.

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Ex-combatentes são grupo de risco, 50 anos depois da Guerra Colonial

Muitos ex-combatentes da Guerra Colonial começam agora a descobrir, quase 50 anos depois, que contraíram hepatite B ou C, doença que pode ser fatal, alerta a associação portuguesa que dá apoio aos doentes hepáticos.
 
“Temos hoje imensas pessoas que descobrem que estão infetadas, mas já o estão há mais de 40 anos, como o caso dos ex-combatentes”, afirma à agência Lusa a presidente da Associação SOS Hepatites, nas vésperas do Dia Mundial da doença, que se assinala na quinta-feira.

Esta organização suspeita que os ex-combatentes foram expostos ao vírus em território português, porque antes de embarcarem para África levavam, em grupo, uma vacina, que era administrada sem os cuidados necessários.

“Eram colocados em fila e a agulha era reutilizada muitas vezes. Isso deu origem a muitas infeções. Tenho casos de homens com 66/67 anos que descobriram por mero acaso. Andavam cansados, foram ao médico e descobrem que têm uma hepatite desde o tempo da Guerra”, conta Emília Rodrigues.

Quando a doença é detetada tarde, as consequências são as piores: cancro e cirroses, que aumentam as probabilidades de um desfecho fatal.

Em Portugal não há dados de prevalência das hepatites, mas com base em projeções da Organização Mundial de Saúde estimam-se 120 mil portadores de hepatite B e 170 mil de hepatite C.

O vírus da hepatite B transmite-se através do contacto com o sangue e relações sexuais desprotegidas, tal como o vírus da sida, mas o da hepatite é 50 a 100 vezes mais infecioso.

Já a hepatite C, transmitida por via sanguínea, pode tornar-se crónica em 80% dos casos, podendo evoluir para a cirrose ou cancro do fígado.

Segundo o site da Associação SOS Hepatites, a hepatite é uma infecção no fígado que pode ser provocada por bactérias, por um dos sete tipos de vírus (A, B, C, D, E e G ) ou pelo consumo de produtos tóxicos como o álcool, medicamentos e algumas plantas.

A gravidade da doença é variável em função do tipo da doença e dos danos já causados ao fígado e o tratamento pode passar por mero repouso ou pode exigir uma terapia mais prolongada e complexa, que nem sempre leva à cura completa.

Fonte Destak

Portugal: Objetos usados pelas esteticistas são potenciais fontes de contágio da hepatite B ou C

Os objetos usados pelas esteticistas são potenciais fontes de contágio da hepatite B ou C, alerta a associação de apoio a doentes hepáticos, que apela às pessoas para que usem o seu próprio material para evitar transmissões.
Objectos usados por esteticistas e manicuras são focos de risco para contrair doença | © 123RFEm declarações à agência Lusa, Emília Rodrigues, da SOS Hepatites, recomenda que se evite a partilha de alicates ou corta unhas e também de outro tipo de objetos, como brincos.

"Nas manicuras aconselho cada pessoa a levar de casa o seu material”, vincou, lembrando que o vírus que transmite a hepatite C resiste 72 horas fora do organismo e só é eliminado a mais de 300 graus centígrados.

“Numa esteticista, os alicates não aguentam 300 graus, perdem o corte”, avisou.

Por isso, todos os profissionais que usem material de corte, como dentistas, tatuadores, cabeleireiros, devem sempre esterilizar todos os objetos.

A hepatite B ou C é uma doença silenciosa, que não dá sintomas, e haverá muitos portugueses doentes sem o saberem.

Atualmente, as crianças já são vacinadas à nascença contra a hepatite B, mas a associação reconhece que a maioria dos adultos não está imunizada.

“Fazemos o alerta para a vacinação. Se nos vacinarmos todos hoje, dentro de 15/ 20 anos a doença estará erradicada”, apela Emília Rodrigues.

Outro dos apelos da SOS Hepatites, e que marcará o Dia Mundial da Doença, que se assinala na quinta-feira, é para o rastreio. Basta uma visita ao médico de família e uma análise de sangue.

“É uma doença gravíssima. Somos cinco vezes mais do que os portadores de VIH e morremos cinco vezes mais. Vamos evitar chegar lá. A doença existe, está em Portugal. Segundo a Organização Mundial da Saúde há cerca de 300 mil pessoas que são portadoras, nós precisamos de saber quem são”, afirma Emília Rodrigues.

Só no ano passado, a SOS Hepatites registou 40 mortes na sequência de cirrose e cancro provocados pelos vírus.

A Associação está também a lançar uma petição nacional, que pretende entregar no Parlamento, para criar legislação que isente os portadores de hepatite B do pagamento dos tratamentos, à semelhança do que já acontece para os portadores da C.

A criação de um plano nacional das hepatites é outra das pretensões, à semelhança da instituição de testes de rastreio anónimos e gratuitos.

Em Portugal não há dados de prevalência das hepatites, mas com base em projeções da Organização Mundial de Saúde estimam-se 120 mil portadores de hepatite B e 170 mil de hepatite C.

Segundo o site da Associação SOS Hepatites, a hepatite é uma infecção no fígado que pode ser provocada por bactérias, por um dos sete tipos de vírus (A, B, C, D, E e G ) ou pelo consumo de produtos tóxicos como o álcool, medicamentos e algumas plantas.

A gravidade da doença é variável em função do tipo da doença e dos danos já causados ao fígado e o tratamento pode passar por mero repouso ou pode exigir uma terapia mais prolongada e complicada, que nem sempre leva à cura completa.

Fonte Destak

Médicos bolivianos são maioria em prova para revalidação de diploma



A edição 2011 do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida), cujo objetivo é reconhecer diplomas de medicina obtidos em instituições de ensino estrangeiras, recebeu 601 inscrições. Do total de candidatos, 320 se formaram na Bolívia, 146 em Cuba e 58 na Argentina, nos países europeus e Estados Unidos.

O exame foi aplicado pela primeira vez no ano passado em caráter experimental. O objetivo era desburocratizar o processo de revalidação dos diplomas de medicina estrangeiros. Mas dos 281 candidatos que compareceram à prova, apenas dois foram aprovados.

A revalidação ocorre em duas etapas. No dia 28 de agosto os inscritos farão uma prova objetiva, de caráter eliminatório, que será aplicada em seis capitais. Os aprovados na primeira fase participarão nos dias 1° e 2 de outubro de um exame prático para avaliar as habilidades clínicas. A expectativa do Ministério da Educação (MEC) é que todo o processo seja concluído até dezembro.

Fonte SaudeWeb

Hospitais podem ser obrigados a atender pelo menos três convênios


O Projeto de Lei 559/11 elaborado pelo deputado Lindomar Garçon (PV – RO) estipula que laboratórios médicos, hospitais e clínicas odontológicas sejam obrigados a oferecer atendimento a, no mínimo, três bandeiras de planos de saúde. As informações são do jornal Infomoney.

Segundo Garçon, a proposta dará mais transparência à relação entre profissionais, empresas e usuários de planos de saúde. Quem contrata o plano poderá saber quais são as empresas que irão atendê-lo. Já o contratando, por sua vez, deverá informar quais as empresas que atendem o convênio, argumenta o parlamentar.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; Seguridade Social e Família; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte SaudeWeb

Ações judiciais contra o SUS totalizam R$2 mi ao Governo Federal


Um levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça constatou que entre 2010 e 2011 foram gastos R$ 2 milhões em ações judiciais contra a União, em relação à garantia de atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde). As informações são do jornal Infomoney.

O estudo mostra que no mesmo período o número de processos também subiu 6% de um ano para outro.

Ao todo, são cerca de 141 mil processos relacionados ao atendimento do SUS. Os dados foram citados no seminário “Reflexões sobre o SUS”, que ocorreu na última semana.

Planos de saúde
De acordo com a Consultoria Jurídica do Ministério da Saúde, há pacientes que possuem plano de saúde, mas entram com ações para garantir atendimento pelo SUS.

Fonte SaudeWeb

“Papel das entidades do setor no combate à pirataria de produtos para saúde”




Divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em abril de 2008, um relatório sobre falsificação de produtos apontava que, no comércio mundial, 7% a 10% são objeto de pirataria. Nesse universo, o relatório mostrava ainda que, em 2007, havia 1.500 incidentes – um crescimento de 20% em relação ao ano anterior – com medicamentos & ingredientes, dispositivos médicos e produtos de diagnóstico.

As falsificações ocorrem com produtos genéricos ou de marca, de preços altos ou preços baixos – hormônios do crescimento, lentes de contato, produtos para disfunção erétil, preservativos, produtos cirúrgicos e tiras teste para diabetes -, o que prejudica o progresso da saúde pública e ameaça a luta contra enfermidades prioritárias.

Embora não haja números precisos sobre artigos médico-hospitalares ou produtos para diagnóstico, sabe-se que o problema tende a crescer porque, ao contrário dos produtos de consumo ou entretenimento (como vídeos ou CDs piratas, por exemplo), cuja população tem conhecimento, mas se omite a respeito, e dos produtos farmacêuticos que são conhecidos, os produtos para saúde e diagnóstico não o são.

Outra razão que pode contribuir para esse crescimento é o comércio paralelo que insere o produto em canais legítimos, dando condições aos criminosos de transformarem o produto pirata em produto legítimo perante os usuários ou consumidores.

Além dessas razões, a pirataria de artigos médicos ou produtos médico-hospitalares encontra um ambiente propício ao crescimento em países onde o controle legal é fraco, a mão de obra é barata, os custos são baixos, há uma infraestrutura precária e um baixo controle governamental. Aliado a esses fatores, vale lembrar que os falsários são altamente capitalizados, organizados, motivados e tecnologicamente capazes. Nesse sentido, um exemplo identificado no relatório da OMS é a Índia. Neste país, 20% das drogas são falsas.

No Brasil, a pirataria de produtos de todas as áreas da saúde vem sendo combatida por meio de ações integradas entre o Ministério da Saúde, o Ministério da Justiça (Polícia Federal), a Anvisa (Asegi) e entidades representativas do setor, que têm um papel fundamental nesse combate.

Cabe a essas entidades, que reúnem empresas do segmento saúde, serem motivadoras na implantação de Sistemas de Qualidade; promotoras de ações/programas e procedimentos operacionais; incentivadoras da livre concorrência – contra reservas de mercado ou práticas desleais; assim como, estruturar um Código de Conduta Operacional e um Código de Ética que vai orientar a postura dos dirigentes de empresas e seus colaboradores – diretos e indiretos.

Nesse sentido, a Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL) vem cumprindo seu papel. A entidade tem um estatuto que deve ser respeitado por todos os seus associados, além de um Código de Ética.

A CBDL também faz divulgação, através de campanhas específicas, sobre os riscos de produtos piratas junto aos laboratórios e promove palestras sobre o tema, algumas em conjunto com a Anvisa.

Outra iniciativa da CBDL no combate à pirataria foi a elaboração de uma Cartilha Antipirataria que sempre é distribuída aos participantes de eventos do segmento

Fonte SaudeWeb