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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Problemas de visão devido à diabetes cresce no mundo, diz estudo

Altas taxas de açúcar no sangue prejudicam saúde ocular. Cegueira relacionada à diabetes aumentou em 27% em 20 anos

Estudo aponta que problemas de visão relacionados à diabetes estão aumentando no mundo (Foto: CDC/ Amanda Mills)
Estudo aponta que problemas de visão relacionados à diabetes estão aumentando no mundo (Foto: CDC/ Amanda Mills)

Em um período de 20 anos, entre 1990 e 2010, a proporção de casos de problemas de visão relacionados à diabetes tem crescido no mundo todo. A conclusão é de um estudo liderado por pesquisadores da Universidade Nova Southwestern, nos Estados Unidos, e da Universidade Anglia Ruskin, no Reino Unido publicado esta semana na revista médica "Diabetes Care".

Em 2010, 1 em cada 39 cegos tinha o problema devido à retinopatia diabética, o que representa um aumento de 27% desde 1990. Neste período, também aumentou em 64% a proporção de pessoas com deficiência visual moderada ou grave devido à retinopatia diabética: em 2010, 1 em cada 52 pessoas com esse problema tinha diabetes.

A retinopatia diabética, provocada por taxas altas de açúcar no sangue resultantes da diabetes, se caracteriza por danos nos vasos sanguíneos da parte de trás do olho, o que leva a problemas de visão.

"Infelizmente, a retinopatia diabética geralmente não têm nenhum sintoma nos estágios iniciais", diz Janet Leasher, uma das autoras da pesquisa e professora da Universidade Nova Southwestern. 

"Pessoas diagnosticadas com diabetes devem ter um exame com dilatação dos olhos pelo menos todo ano e ser orientadas por seu oftalmologista. Pacientes devem trabalhar de perto com seus médicos para determinar os melhores métodos para controlar o nível de açúcar do sangue."

G1

Sem material, médicos e enfermeiros 'vestem' plástico em hospital do DF

Funcionária vestindo saco plástico como improviso para a falta de capote no Hospital de Santa Maria (Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)
Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação
Hospital de Santa Maria ficou sem vestimenta adequada ontem, quinta-feira. Funcionários improvisaram sacos plásticos para não suspenderem serviço

A falta de capote – vestimenta usada para realizar procedimentos de saúde – fez médicos e enfermeiros do Hospital Regional de Santa Maria, no Distrito Federal, usarem sacos plásticos como proteção. A situação foi denunciada nesta quinta-feira (25).

De acordo com os funcionários, cuidados básicos como banho no leito, fisioterapia e outros procedimentos ficaram prejudicados pela falta do material, que é recomendado no protocolo de saúde.

Ao G1, a Secretaria de Saúde informou que houve um “atraso no processamento da lavagem de roupas do Hospital de Santa Maria” por conta de uma reforma na área onde é realizado o serviço terceirizado de rouparia e lavanderia.

A empresa responsável pelo serviço é a NJ Lavanderia. De acordo com o portal de transparência, a NJ Lavanderia Industrial e Hospitalar LTDA já recebeu R$ 6.824.506,63 em pagamentos do GDF desde 5 de fevereiro.

Em nota, a pasta afirmou que 600 capotes descartáveis foram distribuídos pela própria empresa prestadora de serviços da lavandeira durante a manhã desta quinta. Segundo a secretaria, a situação seria normalizada até o fim da tarde.

G1