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domingo, 26 de janeiro de 2014

Proteste reprova 14 suplementos para atletas

Foto: Reprodução
Dos 20 suplementos testados, 14 foram reprovados pela Proteste
Associação pede retirada dos produtos irregulares do mercado e adequação das rotulagens
 
A Proteste testou 20 suplementos proteicos para atletas e constatou que apenas seis trazem os valores corretos de proteína e carboidrato nos rótulos. Cinco deles têm menos proteínas, 13 mais carboidrato e um menos carboidrato do que os indicados nas embalagens.
 
As maiores variações foram encontradas no Four Whey Protein 1 (Suplemente - Alimentação Avançada), que contém 844% a mais de carboidrato e 34% a menos de proteína. O Triple Matrix Whey NO (Body Action) tem 320% a mais de carboidrato e 43% a menos de proteína, e o Extreme Whey Protein (Solaris Sports Nutrition) tem 288% a mais de carboidrato e 30% a menos de proteína.

A legislação permite uma variação de 20% para mais ou para menos nas quantidades dos nutrientes declarados no rótulo. Ainda assim, os 14 produtos reprovados estão fora dos parâmetros legais.
 
O suplemento 100% Whey Gold Standard (Optimun Nutrition) se saiu bem na análise laboratorial, mas não traz em seu rótulo a frase: “Este produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico”, o que contrataria a determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
 
A ausência da frase também foi encontrada nas embalagens das marcas Elite/Whey Protein Isolate (Dymatize Nutrition), Four Whey Protein (Suplemente - Alimentação Avançada), Isofort/Whey Protein Isolate (Vitafor) e 100% Whey Xtreme (X-Pharma).
 
As cinco marcas que tiveram todos os itens bem avaliados foram: Top Whey 3W (Max Titanium), 100% Pure Whey (Probiótica), Isofusion (Gaspari Nutrition), Whey Protein Isolate (Now Sports) e 100% Whey Fuel (Twinlab).
 
Embora não traga riscos à saúde, as alterações na composição nutricional podem fazer com que o atleta não alcance o resultado esperado, principalmente se sua dieta estiver calculada em função dos valores nutricionais fornecidos no rótulo.
 
Por isso, a Proteste enviou os resultados do teste à Anvisa e às Vigilâncias Sanitárias do Rio de Janeiro e São Paulo, pedindo a retirada dos produtos irregulares do mercado. E também enviou ofício aos Procons das duas cidades, pedindo a abertura de procedimento administrativo para adequação das rotulagens.
 
R7

Erro médico: criança passa por cirurgia duas vezes para retirar pedaço de madeira do bumbum

Reprodução / Rede Record
Médicos erram lado de cirurgia de menina de cinco anos
Com dores, menina espera 17 dias para passar por cirurgia e médicos erram o lado da operação  
 
Em Franca (SP), uma criança de cinco anos esperou 17 dias para passar por uma cirurgia para retirar um pedaço de madeira do seu corpo. Depois de tanta demora, a família descobriu que o procedimento foi feito do lado errado.
 
A menina estava brincando em uma praça e ao descer do escorregador um pedaço de madeira entrou no lado esquerdo do seu bumbum. Após a cirurgia, a menina continuou reclamando de dores e a mãe Elaine Cristina percebeu que a cirurgia foi feita do lado direito. A menina precisou de uma nova cirurgia para a remoção da madeira.
 
Incorformada, a avó Maria Imaculada disse que vai entrar na Justiça contra o hospital.
 
— Se deixarmos impune desta vez, vai acontecer com mais famílias e com mais crianças inocentes.
 
O erro médico também aconteceu com um jovem de João Pessoa, na Paraíba. Ele deveria passar por uma cirurgia na vesícula, mas acabou sendo operado da fimose. Segundo a família, o prontuário do adolescente foi trocado. Após a confusão, o garoto passou por nova cirurgia, desta vez no órgão correto.
 
A administração do hospital afirmou que vai apurar de quem foi a grave falha.
 
R7

Brasileiros desenvolvem vacina que promete amenizar tratamento contra Aids

Entre 2012 e 2013, as mortes por Aids tiveram uma queda
 de quase 40% no Brasil
A vacina é personalizada de acordo com o código genético de cada paciente
 
Pesquisadores da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) desenvolveram uma vacina que promete amenizar o tratamento da Aids.
 
Durante os testes, houve uma redução na reprodução viral em portadores do HIV.

 Há dez anos, 18 voluntários receberam doses experimentais e oito deles demonstraram melhora significativa.

 A vacina, ainda em fase de estudos, pode substituir o coquetel de remédios, usado atualmente por pacientes soro positivos.
 
O que difere o estudo feito aqui no Brasil dos demais 21 países que estudam a cura para a Aids é que, pela primeira vez, os pesquisadores analisaram de forma individual o código genético de cada paciente, criando assim uma vacina personalizada.

Um software específico foi criado pelos alunos da universidade, com o objetivo de ajudar a leitura dos códigos genéticos.
 
Entre 2012 e 2013, as mortes por Aids tiveram uma queda de quase 40% no Brasil, mas o número de infectados aumentou, passando de 530 mil para 630 mil pessoas.

Apesar da urgência, ainda não há previsão para a vacina ser disponibilzada para a população.

R7

Pâncreas artificial promete acabar com injeções de insulina

Foto: Reprodução
Aparelho do tamanho de um relógio de pulso pode ser cirurgicamente implantado no abdômen
 
Cientistas britânicos da Universidade de Montfort, em Leicester, desenvolveram um aparelho que promete revolucionar o tratamento do diabetes. O dispositivo funciona como um pâncreas artificial, liberando insulina na corrente sanguínea. A informação é do site Daily Mail desta sexta-feira (24).
 
De acordo com a publicação, o equipamento é implantado no abdômen e, por meio de um cateter [tubo fino], administra a insulina de forma contínua.
 
O refil de insulina do dispositivo deve ser recarregado a cada duas semanas.
 
Segundo o professor de farmácia da Universidade de Montfort Joan Taylor, o  aparelho garante que as doses sejam cada vez mais precisas e deve ser inserido cirurgicamente.

— Este dispositivo é barato e simples de usar. Ele tem o potencial de trazer um fim às injeções diárias para diabéticos.
 
Testes em humanos devem começar em 2016 e os pesquisadores esperam que os primeiros implantes entrem no SNS (Sistema Nacional de Saúde) dentro de uma década.
 
R7

Cuidado: mochila escolar pode provocar sérios danos à coluna

O ideal seria que o volume carregado não ultrapassasse
 10% do peso corporal
Especialista alerta sobre os riscos da má utilização do acessório principalmente pelas crianças
 
O ano letivo começa e com ele vem a preocupação: o peso levado pelas crianças dentro das mochilas escolares. Ao serem usadas de forma equivocada, o peso em excesso pode levar a sérios desvios na coluna vertebral, com dores e muito desconforto.
 
Segundo o fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da ABRColuna (Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna), o ideal seria que o volume carregado não ultrapassasse 10% do peso corporal. Ou seja, quem pesa 40 kg deveria carregar, no máximo, 4 kg.
 
De acordo com o especialista, a falta de um tratamento específico e eficaz pode ocasionar um agravamento das lesões.
 
O recomendado são malas com rodinhas ou então colocar uma alça da mochila em cada braço, com a divisão correta do peso. O importante também é cuidar da postura desde a infância, evitando esforços prejudiciais e praticando atividades físicas para o fortalecimento dos músculos.
 
Projeto de lei
Um texto já aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal, e que aguarda por tramitação na Câmara dos Deputados, limita o peso dos acessórios a 15% ao do estudante, além de obrigar as escolas a oferecerem armários para que os alunos possam deixar seus materiais. O projeto valerá para estudantes das redes pública e privada, e educação infantil, fundamental e média.

R7

Previna nove problemas femininos com a ajuda da alimentação

Mulher comendo oleaginosas - foto: Getty Images
As oleaginosas como nozes, castanhas e amêndoas
são ricas em Ômega 3
Dieta adequada protege contra câncer de mama, depressão e osteoporose
 
Que uma boa alimentação traz benefícios enormes para a saúde, ninguém discute.
 
Além de deixar a mente mais ligada, uma dieta equilibrada está diretamente ligada à prevenção de doenças como hipertensão, diabetes e colesterol alto.
 
"No entanto, poucas mulheres sabem que problemas típicos de seu gênero também podem ser prevenidos com ajuda da dieta", afirma a nutricionista Camila Freitas, da Vittali, em São Paulo.
 
Pensando nisso, listamos algumas complicações que são mais comuns no universo feminino e montamos um cardápio com os alimentos campeões para combater tais males:
 
1. Câncer de mama
De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de mama está entre as dez doenças que mais matam mulheres no Brasil. Segundo a nutricionista Débora La Regina, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), uma dieta balanceada por contribuir diretamente na prevenção do câncer de mama. "Isso acontece porque, na maioria das vezes, faltam nutrientes essenciais na alimentação da mulher que ajudariam na prevenção desse tipo de câncer", diz.

Um estudo realizado pela Boston University e publicado no jornal American Journal of Epidemiology descobriu que mulheres que comem duas porções de vegetais por dia têm 45% menos chances de desenvolver câncer de mama. Segundo a pesquisa, alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes desempenham um papel ainda maior na redução de chances de câncer de mama, pois são ricos em glucosinolatos, aminoácidos que tem uma função importante na prevenção e tratamento da doença. Além deles, outros alimentos como alho, nabo, alface, abóbora e espinafre possuem menores quantidades de gluconisolatos, e devem fazer parte da dieta.
 
2. Câncer de colo do útero
Geralmente causado pelo vírus do HPV, o câncer de colo do útero é facilmente identificado em exames de rotina, como o papanicolau, a colposcopia e a biópsia. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença apresenta 18.430 novos casos por ano. Além de evitar os fatores de risco mais comuns, como a diversidade de parceiros sem proteção, o tabagismo e a má higiene íntima, o câncer de colo do útero pode ser prevenido com a alimentação. Um estudo da Escola de Medicina da Universidade Vanderbilt (EUA) descobriu que consumir três ou mais porções de peixe por semana diminuía em 33% o risco de desenvolver câncer de colo do útero. De acordo com os autores, o poder anti-inflamatório do ômega 3, presente nos peixes, atua combatendo os pólipos adenomatosos - são crescimentos anormais na mucosa do cólon que podem se tornar um tumor.
 
3. Dor de cabeça
Segundo a Academia Brasileira de Neurologia, 76% das brasileiras sofrem com algum tipo de dor de cabeça. Entre as principais causas de cefaleia no público feminino estão estresse, má alimentação e alterações hormonais típicas do ciclo menstrual. "Durante o período de TPM, o organismo das mulheres produz em excesso um grupo de hormônios chamados prostalginas, e essas altas taxas de hormônios são as responsáveis pelas dores articulares, musculares, cólicas e a também a enxaqueca e cefaleia", afirma a endocrinologista Amanda Athayde, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). 
 
Porém, uma pesquisa desenvolvida pela Escola de Ciências da Saúde da Universidade Griffith, na Austrália, descobriu que uma dieta rica em vitaminas do complexo B pode ajudar a prevenir crises de enxaqueca. A nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, afirma que essas vitaminas, principalmente a B12, são fundamentais para o pleno funcionamento do sistema nervoso, evitando alterações de sensibilidade no corpo, que podem causar crises de enxaqueca. Ela explica que ao redor dos nossos nervos existe uma espécie de "capa de gordura", chamada bainha de mielina, que é fundamental para a passagem do estímulo nervoso e a proteção do nervo. "Na falta de B12, ocorre a desmielinização, que é uma espécie de defeito na bainha de mielina", completa Roseli. Fígado de boi, mariscos, ostras cruas, atum, ovos e leite são boas fontes dessa vitamina.
 
4. Osteoporose
"Durante a menopausa ocorre a diminuição dos níveis de estrógeno, hormônio feminino imprescindível para manter a massa óssea, aumentando a incidência de osteoporose", diz a endocrinologista Amanda. O Ministério da Saúde afirma que a osteoporose atinge cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil, sendo mais da metade mulheres, e 25% delas na pós menopausa. O principal causador da osteoporose é a deficiência em cálcio, nutriente responsável por calcificar os ossos. Para consumir as quantidades recomendadas de cálcio, o ideal é ingerir o equivalente a três copos de leite integral mais uma porção de queijo amarelo por dia. "Outros alimentos, como sementes e verduras verde-escuras também são ricas nesse nutriente, mas a melhor opção são mesmo o leite e seus derivados", afirma a nutricionista Camila Freitas, da Vittali, em São Paulo.
 
5. Depressão
Um levantamento feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 17 milhões de brasileiros sofram com depressão, sendo que a proporção é de duas mulheres para cada homem com a doença. De acordo com os especialistas, uma hipótese que justifica a maior prevalência em mulheres é que elas sofrem maiores oscilações hormonais, incluindo os níveis de serotonina, hormônio responsável pelo nosso bem-estar. "A doença pode acontecer porque a transmissão de serotonina não está tão efetiva quanto deveria no organismo, diminuindo o humor", explica a neurologista Dalva Lucia Rollemberg Poyares, da Unifesp.

A boa notícia é que um cardápio rico em vitamina D pode ser grande aliado contra a depressão. Pesquisadores da  Southwestern Medical Center, no Texas, Estados Unidos, encontraram ligação entre baixos níveis de vitamina e a doença após avaliarem mais de 12.600 participantes de estudos feitos entre 2006 e 2010. A principal fonte dessa vitamina é a luz solar, que estimula a produção da vitamina por nossa pele. A nutricionista Priscilla Baracat ensina que 10 a 15 minutos de contato com a luz do sol, de duas a três vezes por semana, evitando a exposição entre as 10h e 16h, já são suficientes. Outras fontes de vitamina D são: ovos, iogurte, fígado de boi, sardinha e óleo de fígado de bacalhau.
 
6. Menopausa
Ondas de calor, suores noturnos, ganho de peso, insônia, irritabilidade, entre outros sintomas, são característicos da menopausa, que afeta todas as mulheres, geralmente entre os 45 e os 55 anos de idade. Para se livrar das ondas de calor e da irritação, tão comuns na menopausa, invista em boas porções de soja. É o que afirma um estudo realizado pela Universidade de Delaware, nos Estado Unidos. Baseados na análise 19 estudos anteriores que envolveram mais de 1.200 mulheres, os cientistas descobriram que as isoflavonas presentes na soja têm um impacto direto na redução das ondas de calor e nas mudanças de humor. Para aproveitar esses benefícios, é necessário consumir pelo menos 54 miligramas de isoflavonas por dia - o equivalente a dois copos de leite de soja ou sete gramas de tofu.
 
7. Endometriose
Caracterizada pelo crescimento do endométrio fora da cavidade uterina (trompas, ovários, intestinos e bexiga), a endometriose ainda não tem causas conhecidas e atinge cerca de seis milhões de brasileiras, sendo que até 50% delas podem ficar inférteis. Apesar de as causas diretas ainda serem desconhecidas, um estudo publicado na revista Human Reproduction e desenvolvido pela Universidade de Harvard (EUA) concluiu que mulheres que consomem muitos alimentos ricos em ômega 3 tem uma chance 22% menor de serem diagnosticadas com endometriose. "Além dos peixes como atum e salmão, outras ótimas fontes de ômega 3 são as oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas", diz a nutricionista Roseli. Para aproveitar os benefícios, basta consumir três unidades de qualquer uma delas por dia.
 
8. Infecção urinária
Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 20% da população feminina brasileira apresenta o distúrbio, que é caracterizado por dores ao urinar e desejo súbito e intenso de urinar, sempre em pequenas quantidades. "As mulheres tendem a ter mais infecções que os homens porque têm uma uretra mais curta e próxima ao ânus", explica o urologista Milton Skaff, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Além dos hábitos de higiene íntima e da ingestão abundante de líquidos, a infecção urinária pode ser prevenida ou tratada com a ingestão de suco de cranberry, também chamada de mirtilo. É o que afirma um estudo publicado no Archives of Internal Medicine e desenvolvido por pesquisadores da Universidade Nacional de Taiwan, na China. Eles fizeram uma análise de mais de 10 testes clínicos feitos com a fruta, e descobriram que os riscos de uma infecção eram 62% maiores em mulheres que não consumiam cranberry. De acordo com o estudo, a hipótese que justificaria o efeito benéfico da fruta é a presença de compostos que inibem a aderência da bactéria Escherichia coli -  causadora da doença - na mucosa do trato urinário.
 
9. Hipotireoidismo
Segundo dados levantados pelo IBGE em 2011, cerca de 15% das mulheres adultas sofrem com o hipotireoidismo, incidência que é 10 vezes maior que nos homens. "Ela acontece principalmente no climatério, última menstruação antes da menopausa", diz a endocrinologista e metabologista Gláucia Duarte, da Universidade de São Paulo. "O hipotireoidismo mais comum acontece quando os próprios anticorpos do organismo encaram a glândula tireoide, como se ela fosse um corpo estranho no organismo", afirma. O que os pesquisadores da USP descobriram é que uma dieta rica em selênio é fundamental para o bom funcionamento da tireoide, prevenindo doenças relacionadas à glândula. "Uma boa fonte de selênio é a carne vermelha, também rica em zinco, outro nutriente importante para a produção hormonal", afirma a nutricionista Roseli. A especialista alerta, entretanto, que a carne também pode se tornar uma vilã da saúde, uma vez que contém quantias consideráveis de gordura saturada, prejudicial ao organismo quando em excesso. "Por isso, limite o consumo desse alimento a três bifes médios por semana", complementa.
 
Minha Vida

Como tratar, sem hormônios, os sintomas do climatério

Foto: Reprodução
Fitoterápicos e medicamentos que agem na serotonina são opções
 
Por Dr. Danilo Höflin
 
Os termos climatério e menopausa frequentemente causam muita confusão, pois são usados como se tivessem o mesmo significado, quando na realidade são eventos distintos.
 
O climatério é um fenômeno endócrino que ocorre naturalmente em todas as mulheres. As mulheres têm número limitado de folículos ovarianos, que produzem os principais hormônios femininos: o estrogênio e a progesterona. O número de folículos reduz gradualmente, uma vez que, a cada ciclo menstrual, um grupo deles é recrutado para promover a ovulação. No final, quando há poucos folículos viáveis, os ovários perdem progressivamente a capacidade de produzir seus hormônios, o que ocorre, em geral, em torno dos 41 anos de idade. Nesta fase, as menstruações continuam normalmente, embora possam assumir ritmo irregular. Assim, o climatério marca o final da vida reprodutiva da mulher.
 
Já a menopausa nada mais é do que a última menstruação, momento no qual a mulher entra no período pós-menopausa. Pode-se dizer que a mulher apresentou sua última menstruação quando está há mais de um ano sem menstruar. Na mulher brasileira, esse fenômeno ocorre por volta dos 51 anos de idade.
 
Vários sintomas podem estar presentes durante o período de climatério. São provocados, principalmente, pela produção reduzida dos principais hormônios femininos. Entre eles destacam-se os sintomas vasomotores, que incluem as ondas de calor (fogachos) e o suor noturno, que causam grande transtorno. Esses sintomas acometem cerca de 80% das mulheres, desaparecendo espontaneamente em cerca de 50% delas dentro de quatro anos, mas permanecem em 30% das com mais de 60 anos, situação extremamente desconfortável. Eles podem aparecer espontaneamente, ao longo do dia, ou estar associados a fatores desencadeadores, como emoções, mudanças súbitas de temperatura, estresse, consumo de álcool, café ou bebidas quentes. Outras manifestações clínicas comuns no climatério são insônia, formigamentos, alterações de humor, cansaço, dores musculares, dores articulares, dor de cabeça, palpitação, zumbidos, redução da libido, diminuição da lubrificação vaginal, deposição de gordura no abdome e flancos.
 
É importante frisar que as mulheres passam aproximadamente um terço de suas vidas após a menopausa. É óbvio que tais sintomas reduzem significativamente a qualidade de vida e necessitam ser tratados. O tratamento de referência é a terapia de reposição hormonal (TRH), atualmente disponível em diversas apresentações. Embora a TRH seja efetiva para reduzir os sintomas, alguns estudos recentes puseram em cheque a relação entre o risco e o benefício da TRH, em especial, pela possibilidade do aumento do risco de câncer de mama. Isso fez com que muitas mulheres descontinuassem a TRH. Há, também, as mulheres que não se adaptam com a TRH e aquelas para as quais existem contraindicações, por apresentar risco aumentado de câncer de mama, por exemplo.
 
Por esse motivo, atualmente, há novo interesse pela terapia dos sintomas vasomotores com medicamentos não hormonais que possam melhorar a qualidade de vida das mulheres, sem, contudo, aumentar o risco de doenças graves.
 
O tratamento pode ser realizado sem o auxílio de medicamentos (tratamento não farmacológico), usando, por exemplo, a acupuntura ou estabelecendo modificações no estilo de vida. Neste caso, usar roupas leves, diminuir a temperatura dos quartos, beber bebidas frias, evitar alimentos quentes e apimentados, praticar atividades físicas, reduzir o peso e parar de fumar são medidas que podem contribuir para a melhora dos sintomas.
 
Os medicamentos são outra estratégia frequentemente utilizada de forma isolada ou em associação às terapias não farmacológicas. O tratamento medicamentoso inclui a TRH (estrogênio, progesterona, tibolona e os moduladores seletivos de hormônios estrogênicos) e o não hormonal. As substâncias não hormonais mais bem estudadas são os antidepressivos que atuam via serotonina, via serotonina/noradrenalina e a gabapentina.
 
Os medicamentos não hormonais usados para tratar manifestações clínicas do climatério podem ser divididos em cinco grupos principais:
 
- Medicamentos que agem via serotonina: são exemplos a paroxetina, o citalopram, o escitalopran, a sertralina e a fluoxetina. A paroxetina foi recentemente aprovada pelo FDA para o tratamento dos sintomas vasomotores do climatério. É o primeiro medicamento não hormonal aprovado para esse fim nos Estados Unidos. O novo medicamento, denominado Brisdelle®, contém dose mais baixa de paroxetina (7,5mg) quando comparada à dose de 20mg dos comprimidos usualmente disponíveis no mercado
 
- Medicamentos que agem via serotonina + noradrenalina (exemplos: a venlafaxina, desvalafaxina e a duloxetina)
 
- Os antiepiléticos (exemplo: a gabapentina). A pregabalina, substância usada para tratamento fibromialgia, parece ser, também, eficaz
 
- Medicamentos fitoterápicos (exemplos: Cemicifuga racemosa, Glycine max, Valeriana, isoflavonas etc)
 
- A homeopatia também tem sido utilizada, especialmente, para o alívio dos sintomas vasomotores. Algumas substâncias utilizadas na homeopatia são A. racemosa, A. montana, Glonoinum, L. mutus e S. canadensis.
 
A busca por medicamentos que não contém hormônios para amenizar os sintomas do climatério é uma estratégia muito importante para melhorar a qualidade de vida das mulheres que se encontram nessa fase da vida e não podem se submeter à TRH.
 
Deve-se enfatizar, contudo, o fato de que os medicamentos não hormonais, mesmo os fitoterápicos, podem ter efeitos colaterais severos em doses altas. Além disso, eles podem interagir com outros medicamentos que a mulher já esteja utilizando, provocando diversas complicações. Dessa forma, embora avanços importantes estejam ocorrendo, a terapia deve ser sempre individual, realizada sob supervisão médica, com criteriosa avaliação entre os riscos e benefícios.
 
Referências
UMLAND ME, FALCONIERI L. Treatment options for vasomotor symptoms in menopause: focus on desvenlafaxine. International Journal of Women?s Health 2012:4 305?319.

MORROW PKH, MATTAIR DN, HORTOBAGYI GN. Hot Flashes: A Review of Pathophysiology and Treatment Modalities. The Oncologist 2011:16:1658?1664 www.TheOncologist.com.
 
Minha Vida

Quatro tipos de abdominais que deixam a sua barriga definida

Quatro abdominais para barriga definidaÉ preciso fortificar todos os músculos da região para ficar com um legítimo "tanque"
 
Ir à academia perder a barriga para o verão parece não ser uma tarefa complicada. Para ficar com a barriga definida basta fazer abdominais, certo? Errado. Antes, é preciso acabar com a camada de gordura que se acumulou na parte abdominal, chamada gordura central. "O abdominal busca o fortalecimento e a tonificação dos músculos, e não queimar calorias. Quem começa a fazer esse exercício buscando perder peso, está perdendo tempo. Para ficar com os músculos da barriga definidos e aparentes, é preciso primeiro perder a camada de gordura acumulada na região da barriga", diz o personal trainer Ivaldo Lorentis.

O especialista avisa que os exercícios abdominais não devem ser feitos todos os dias. Segundo ele, isso sobrecarrega a musculatura, causando dores e lesões que prejudicam o programa de exercícios. Normalmente, pessoas que tentam fazer todos os dias com pressa de ficar com a barriga definida passam semanas lesionadas.

Também é preciso variar os tipos de abdominal para ter uma barriga bem definida por completo. "Cada tipo de abdominal trabalha uma parte da barriga. Desde o clássico até o feito com as pernas elevadas, todos têm um benefício para um músculo determinado da barriga", conta o personal trainer.
 
Aprenda a fazer quatro tipos desse exercício: 
 
Abdominal tradicional - Foto Getty ImagtesAbdominal tradicional
Para quem está começando, esse sem dúvida é o tipo de abdominal mais indicado. Como o movimento é simples e intuitivo, é mais difícil se movimentar errado e não ter resultados positivos.
 
"O primeiro passo é ficar deitado com as costas encostadas no chão, e com as pernas flexionadas, com os joelhos apontando para o teto e como os pés apoiados no chão. Depois, basta levantar a parte superior do corpo apenas com a força dos músculos abdominais, sem ter pressa ou sem tentar encostar o peito nos joelhos flexionados", diz Ivaldo.
 
Seguindo essas dicas, é mais provável que só o abdômen esteja sendo trabalhado.
 
O abdominal tradicional trabalha principalmente a parte superior do abdômen, tanto por causa da respiração quanto pelo movimento do corpo.
 
O número de abdominais desse tipo indicado para cada pessoa é em torno de três séries de 25 flexões a cada dois dias. Uma técnica eficiente para saber quantas flexões devemos fazer é a seguinte: faça o máximo de abdominais que conseguir sem parar. Conte o número de flexões e o divida por dois. Depois disso, faça três séries desse número. Se uma pessoa consegue fazer 30 flexões sem parar, ela é capaz de fazer três séries de 15 sem ficar sobrecarregada.                       
 
Abdominal oblíquo - Foto Getty ImagesAbdominal oblíquo (perna cruzada)
Esse tipo de exercício deve ser feito para quem busca tonificar especificamente a parte lateral, também chamada de musculatura oblíqua, do abdômen. "Ele não é simples de ser feito, mas não é tão intenso quanto o abdominal com perna elevada e o com apoio", explica Ivaldo Lorentis.

Por mais que a concentração na contração muscular seja necessária em todos os tipos de abdominal, para o obliquo a atenção deve ser dobrada. "Como se trata de um movimento complexo, que envolve perna, braços e barriga, é comum que as pessoas estejam puxando a cabeça com os braços no final do exercício", diz o especialista.

Para começar, flexione e cruze uma perna por cima da outra, apoiando a panturrilha de uma das pernas no joelho da outra. Mantenha um braço atrás da nuca e outro estendido do lado do corpo. O braço flexionado deve estar do lado contrário da perna dobrada. Depois de estar nessa posição, faça a elevação como se estivesse tentando encostar o cotovelo do braço que está flexionado no joelho da perna apoiada.

"Essa flexão pode ser realizada 30 vezes de cada lado a cada dois dias, e não é aconselhável para quem tem algum tipo de problema na região cervical", explica o personal trainer. 
 
Abdominal com apoio - Foto Getty ImagesAbdominal com apoio
Esse tipo de abdominal é mais intenso do que o tradicional e deve ser feito com menos repetições.
 
"Como é um movimento mais difícil, 10 repetições por dia já são suficientes para trabalhar os músculos de forma satisfatória", diz o personal trainer.
 
Utilize uma cadeira para apoiar as pernas e deixá-las alinhadas com os joelhos.
 
Com as mãos na nuca, faça o movimento de elevação, depois volte à mesma posição.
 
É importante que as pernas fiquem paralelas ao solo e não mudem de posição.
 
Com esse movimento, os músculos da parte inferior e mediana do abdômen são fortificados.

Mas, como se trata de um movimento muito específico, que força bastante a coluna, pessoas que têm problemas de hérnia de disco não devem fazer esse tipo de abdominal. 
 
abdominal com perna elevada - Foto Getty ImagesAbdominal com perna elevada
Esse tipo de abdominal é parecido com o feito com apoio de uma cadeira, com a diferença de que as pernas devem ficar elevadas sem nenhum tipo de auxílio.
 
Só essa posição já é suficiente para forçar a parte inferior dos músculos abdominais.
 
Mas, quando o exercício começa de verdade, as musculaturas inferior, média e superior de nossa barriga são trabalhadas ao mesmo tempo, tornando esse tipo de abdominal, além do mais intenso, o que trabalha mais músculos.

"Como é um exercício bastante avançado, devem ser feitas apenas 20 flexões, para todas as pessoas que não tem nenhum tipo de problema de coluna.
 
Quanto mais devagar for feito o abdominal, maior será o resultado que o exercício demonstrará", diz Ivaldo.
 
Minha Vida

Apenas três tintas para tatuagem têm registro no Brasil

Para ser registrada, tinta precisa atender à legislação vigente, que exige que a empresa tenha boas práticas de fabricação
 
Este mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão do comércio e do uso de uma tinta para tatuagem vendida sem registro no Brasil. O gerente-geral de Tecnologia de Produtos para a Saúde, Joselito Pedrosa, alerta que apenas três marcas de tintas podem ser comercializadas no país: Starbrite Colors – Amazon Indústria, Comércio, Exportação e Importação de Produtos Especializados; Electric Ink Indústria Comércio, Importação e Exportação Ltda e Iron Works – Brasil Ltda.
 
Ele explicou que uma tinta, para ser registrada no país para fins de tatuagem ou dermopigmentação, precisa atender à legislação vigente, que exige que a empresa tenha boas práticas de fabricação. Isso significa comprovar a segurança e a eficácia do produto.
 
“A empresa faz testes durante o processo de fabricação, controlados por um sistema de qualidade. Para dar entrada no processo de registro, ela tem que apresentar toda a documentação que comprove a realização desses testes. É preciso comprovar que o produto é seguro e eficaz. Se tudo estiver de acordo, ele pode ser liberado com número de registro, e a empresa pode comercializar.”
 
Os testes, de acordo com Pedrosa, seguem normas nacionais e internacionais e verificam, entre outros, a toxicidade e a biocompatibilidade do produto. A tinta para tatuagem que é vendida sem ter passado por toda essa verificação corre o risco de estar contaminada com bactérias e fungos e pode desencadear uma reação alérgica leve ou grave, podendo causar a morte.
 
“Pode levar também à indução de um câncer. Há uma série de complicações às quais a população fica sujeita em decorrência do uso de um produto ilegal”, acrescentou.
 
A orientação para quem quer fazer uma tatuagem, segundo ele, é verificar se o produto oferecido pelo estúdio tem registro na Anvisa. Em seguida, é preciso ter certeza de que o registro é válido, acessando o site da agência. Isso porque, no caso de produtos piratas, muitas vezes, o registro utilizado na embalagem é falso.
 
Para o tatuador Erik Pazioline, outra estratégia importante a ser adotada por quem quer fazer uma tatuagem é verificar se o estúdio tem alvará de funcionamento e se está com as licenças sanitárias em dia. “E se informar com o tatuador sobre o material que ele usa”, disse. “[Em casos de tintas irregulares], o que mais acontece são alergias, uma infecção ou uma inflamação, que são muito sérias. Não é o certo. É perigoso. Tem que usar sempre a tinta legalizada”, concluiu.
 
Agência Brasil

Mascar chiclete causa dor de estômago? Faz perder a fome? Veja mitos e verdades

Mascar chiclete pode ajudar a manter-se alerta em alguma
 atividade que exija atenção
O chiclete não pode ser considerado vilão: em algumas pessoas ele pode provocar gastrite, mas é um aliado no combate ao mau hálito e até ajuda na concentração
 
Muitos têm costume de mascar chicletes e ficam temerosos com as consequências desse hábito. Mas existem coisas boas nessa mania, como melhorar a digestão, aliviar o estresse e até tratar problemas da articulação temporomandibular (ATM), desde que o hábito não seja cultivado ao exagero, claro. Dois chicletes por dia é uma boa medida.
 
Conheça abaixo alguns mitos e verdades sobre o chiclete:
 
1. Chiclete causa dor de estômago ou gastrite
PARCIALMENTE VERDADE: Segundo o diretor da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), Carlos Alberto Werutsky, pessoas com predisposição e aquelas que já sofrem de gastrite ou úlcera podem sofrer desse mal. Para as demais, mascar chiclete não provoca dor de estômago nem gastrite. Pelo contrário. O dentista Alexandre Bussab explica que o chiclete promove um bom funcionamento do sistema digestivo, já que estimula a salivação e melhora o funcionamento dos órgãos envolvidos nesse processo.
 
2. Mascar ajuda a emagrecer ou saciar a fome
PARCIALMENTE VERDADE: “A ajuda pode ser muito pequena e individual. Se, durante a mastigação do chiclete, o efeito sensorial nas papilas gustativas for maior do que o estímulo de secreção do suco gástrico, pode ajudar”, explica o nutrólogo. Se acontecer o contrário, porém, pode estimular o apetite ainda mais. Na prática: funciona como inibidor de fome quando ainda tem o sabor que dá a sensação de ter comido algo gostoso. Após isso, quando a mastigação continua ininterrupta, causa efeito contrário. Logo, não fique mascando por horas a fio aquele chiclete já sem gosto. 
 
3. Mascar chiclete pode aumentar os gases gastrointestinais
VERDADE: “Pessoas ansiosas mascam chiclete e, ao mesmo tempo, engolem ar (aerogastria)”, explica Werutsky. Essa prática aumenta os gases significativamente. 
 
4. É perigoso engolir chiclete
MITO: Não. O chiclete é excretado pelo tubo digestivo praticamente intacto, porque é uma goma não absorvível pelos intestinos. “No entanto, a deglutição é contraindicada para crianças menores de dois anos”, explica o diretor da Abran.
 
5. Chiclete pode ser benéfico para a saúde bucal
VERDADE: O dentista Alexandre Bussab explica que, desde que mascado com moderação - duas unidades por dia - o chiclete pode ajudar em algum distúrbio da articulação temporomandibular (ATM). “Ele atua como uma fisioterapia, aos pouquinhos vai diminuindo o estresse da articulação. Quando alguém tem uma luxação, por exemplo, o chiclete ajuda a soltar a articulação e diminuir o atrito.”
 
6. Chiclete sem açúcar evita a cárie
VERDADE: Sim. Ao aumentar a salivação, ele protege os dentes da concentração de partículas causadoras da cárie. Mas deve ser, sempre, sem açúcar.
 
7. Mascar melhora o hálito
VERDADE: Por aumentar a salivação e diminuir a acidez dentro da boca, barrando a multiplicação das bactérias, ele contribui para um hálito mais saudável. Mas, outra vez, ele precisa ser sem açúcar para que isso aconteça. 
 
8. Chiclete ajuda a clarear os dentes
PARCIALMENTE VERDADE: “Tem que ver o princípio ativo do chiclete, pois há alguns que apenas ajudam a remover a placa bacteriana, dando uma sensação de que os dentes estão mais claros. Somente os que contenham carbamida na composição podem realmente diminuir as manchas”, explica Bussab.
 
9. Criança não pode mascar chiclete
MITO: “Pode. Inclusive ajuda, pois contribui na higienização”, explica Bussab. “Se a criança ou adulto acabou de comer e não consegue escovar os dentes, o chiclete vai ajudar a manter as bactérias afastadas”, completa o dentista. Óbvio, no entanto, que o chiclete não substitui a escovação. 
 
10. Chiclete pode melhorar a atenção
VERDADE: Um estudo publicado no periódico Journal of Behavioral and Neuroscience Research mostrou que mascar chiclete pode ajudar a se manter alerta em um momento que exige muita atenção, além de melhorar os níveis de estresse.

iG