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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Médicos estabelecem nova pressão máxima para determinar hipertensão

Novo limite reduziria o risco de morte para quem tem mais de 50 anos em 25%

Médicos americanos anunciaram, na última sexta-feira (11/09), qual é a pressão arterial máxima para não ser considerado um hipertenso. Um estudo financiado pelo governo americano acaba de concluir que é preciso mudar a meta do que é considerado pressão alta.
 
Nos Estados Unidos, no Brasil e no resto do mundo, a hipertensão é definida como uma pressão arterial acima de 14 por 9. O que o estudo descobriu é que, se baixar o limite máximo de 14 para 12, nossa saúde pode melhorar muito. E, se todo mundo fizer isso, milhões de vidas podem ser salvas.
 
Esse novo limite reduziria o risco de morte para quem tem mais de 50 anos em 25% e o de doenças como derrame e insuficiência cardíaca em mais de 30%.
 
O estudo que chegou a essa conclusão foi feito com 9,3 mil homens e mulheres acima dos 50 anos de idade. O resultado da pesquisa era para ser divulgado só daqui a dois anos, mas os cientistas ficaram tão empolgados com as conclusões que decidiram não perder tempo.

Fonte: Jornal Nacional

Medicamentos com sibutramina são retirados do mercado por agência reguladora americana

No Brasil o uso do medicamento não é proibido, porém só vendido com receita médica

Os medicamentos com sibutramina, usados para emagrecer, foram retirados do mercado dos Estados Unidos, Canadá e a Austrália a pedido da agência americana reguladora FDA (Food and Drug Administration, em inglês). Aqui no Brasil o uso da sibutramina não é proibido, porém só vendido com receita médica.

Em março deste ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou uma nova regulamentação com o objetivo de tornar a venda do medicamento mais controlada e depois dessa nova proibição, já avisou que está acompanhando a alteração no posicionamento das diversas agências reguladoras.
 
A endocrinologista e nutróloga, Dra. Ellen Simone Paiva, explica que a sibutramina tem possíveis efeitos colaterais, por isso é muito importante estar atento as indicações e só usar se indicado por um médico. Mas ela defende também que atualmente este é praticamente o único medicamento usado para o emagrecimento, por isso associações que dizem respeito a obesidade e regime defendem a permanência do produto. "As outras opções são os fitoterápicos que não tem eficácia comprovada e as anfetaminas que não indicamos", afirma.
 
A médica explica que o que acontece é que em pesquisas feitas os responsáveis por regulamentar o uso ou não vem notando mais riscos do que vantagens para quem usa. "Não acho que o medicamento deve ser retirado das farmácias, mas creio que isso pode acontecer já que saiu de mercados importantes como Europa e Estados Unidos. Por aqui está na berlinda", finaliza.
 
A questão ainda não totalmente respondida é se a droga também aumentaria as chances de problemas cardiovasculares em pessoas sem este histórico. Por enquanto, os estudos apontam problemas em pessoas pré-dispostas.

Fonte: Vila Mulher

Como a gamification está mudando o comportamento dos pacientes?

 
Até 2018, a indústria de games deve faturar US$ 100 bilhões em todo o mundo, de acordo com a consultoria DFC Intelligence
 
Antes acusados de tornar os adolescentes sedentários, os games agora são vistos como oportunidades para aumentar a adesão ao tratamento, controlar doenças crônicas e melhorar os hábitos de vida.
 
Na Itália, pesquisadores da Universidade G. d’Annunzio desenvolveram o jogo Gustavo no planeta Gnam, para melhorar a alimentação de estudantes do ensino médio. Dos 83 participantes, 47 terminaram o programa e os resultados mostram que a gamificação é promissora nesse tema: os alunos começaram a identificar as comidas saudáveis com mais facilidade, aumentaram o consumo de carnes brancas, ovos e legumes e reduziram a ingestão de alimentos açucarados.
 
Na Holanda, colaboradores do Radboud Alzheimer Center desenvolveram um game para que pacientes idosos monitorem suas funções cognitivas e percebam os primeiros indícios de Alzheimer e demência. De outro lado, estudantes de geriatria passaram a aplicar seus conhecimentos no game Geriatrix, que simula o atendimento a pacientes idosos. Eles passaram, então, a se sentir mais confiantes, ampliaram seus conhecimentos na área e se tornaram mais conscientes dos custos envolvidos nos diagnósticos e tratamentos para essas faixas etárias do que o grupo de controle, que recebeu o treinamento tradicional.
 
Aqui no Brasil, na Universidade Estadual de Londrina, os pesquisadores Jhones Duran Pinto e Alan Salvany Felinto descobriram que, com conteúdo explícito sobre as doenças – nesse caso, Diabetes Mellitus 1 – o engajamento foi maior do que em jogos com conteúdo implícito. O game estudado conseguiu melhorar os conhecimentos dos profissionais de saúde acerca da prescrição de insulina e aumentou o conhecimento das crianças diabéticas sobre as doenças.
 
Em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, o Hospital Centenário também apostou na gameterapia nas sessões de fisioterapia de crianças e idosos e, em Curitiba, o Hospital Vita oferece o videogame Nintendo Wii para os pacientes da UTI.
 
Atentas a essa onda, gigantes de tecnologia, como Google, Apple e Samsung também têm investido em aplicativos e dispositivos com foco em qualidade de vida.
 
Não há dúvidas de que os games conseguem tirar os pacientes de sua inércia inicial, mas como mantê-los engajados no longo prazo? Para a pesquisadora Elizabeth J. Lyons, da Universidade do Texas, o objetivo pode ser, sim, alcançado, mas, para isso, desenvolvedores, médicos e usuários precisarão manter-se sempre atentos a três pilares: feedback, desafios constantes e reconhecimento.
 
Serviço – A Live Health Care Media convida você a participar desse debate no Health 2.0 Latin America, que acontecerá dentro do Hospital Innovation Show.
 
O quê: Health 2.0 Latin América
 
Onde: Hospital Innovation Show – Centro de Convenções Rebouças (Av. Rebouças, 600 – Pinheiros, São Paulo – SP – CEP 05402-000)
 
Quando: 28 e 29 de setembro de 2015
 
Saúde Business

O impacto da Instrução Normativa 1.556 no Home Care

Por Hércules Scalzi*
 
A Lei 10.424/2002, que acrescentou o artigo 19-1 à Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990 e regulamentou a assistência domiciliar no Sistema Único de Saúde (SUS) contribuiu decisivamente para ampliar o debate sobre a humanização da saúde e a redução dos custos de assistência na rede pública
 
A Resolução RDC nº 11 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de 26/01/2006 – com o Regulamento Técnico de Funcionamento de Serviços que prestam Atenção Domiciliar – foi outro importante avanço para o país. No entanto, o Brasil recua alguns passos com a Instrução Normativa nº 1.556/2015, que muda a base de cálculo para o pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).
 
Essa alteração no mesmo exercício financeiro amplia ainda mais o ônus para as empresas de home care em atuação no País. Por isso, é recomendável que as empresas do setor, que já recolhem e/ou pretendem continuar a recolher o IRPJ e CSLL com a base de cálculo presumida de 8% e 12%, acionem o Poder Judiciário para não se adequarem a essa nova imposição.
 
O atendimento primário domiciliar surgiu em 1947 nos Estados Unidos e na Europa, sendo que no Brasil teve início em 1949, com o chamado Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência – SAMDU. Em 1960, o Hospital dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo criou o Serviço de Assistência Domiciliar. Desde então, é inegável o valor social dos prestadores de serviço de home care, uma verdadeira extensão do tratamento hospitalar, visando ao bem-estar do paciente, à melhora de suas condições de vida e à contribuição para sua cura. O fato de evitar a incidência de infecção hospitalar e possibilitar a permanência do paciente no seio da família produz benefícios visíveis para a sua recuperação.
 
O home care é desenvolvido por meio de um plano de atenção, com a atuação de uma equipe multidisciplinar e de ações assistenciais de caráter intensivo. É uma alternativa para garantir condições de saúde satisfatórias aos pacientes, além de reduzir o elevado índice de consultas e internações desnecessárias em hospitais e prontos-socorros. Esse é o modelo que pode desafogar o sistema de saúde no país, diante das claras dificuldades do poder público para cumprir o que reza o artigo 196 da Constituição Federal, que trata sobre o direito fundamental à saúde. Porém, em resposta a isso, presenciamos mais uma carga colocada nas costas de um setor estratégico para o Brasil.
 
* Hércules Scalzi Pivato é advogado tributarista da Dagoberto Advogados
 
Saúde Business

Doença de criança não é brincadeira: conheça os sintomas das enfermidades mais comuns

Foto: Getty Images
Vacinação é a melhor forma de se prevenir e pode ser feita até na vida adulta
 
As crianças são muito mais suscetíveis às doenças infectocontagiosas, como a catapora e o sarampo, por exemplo, por não terem ainda sistema imunológico totalmente desenvolvido. E é por se desenvolverem exatamente nesta fase, quando o  sistema de defesa ainda não é capaz de combatê-las, que são chamadas de "doenças da infância".

A maior parte dessas doenças está sob controle no Brasil, e, por isso mesmo, jovens médicos às vezes nem sabem do que se trata e não chegam a um diagnóstico correto. É importante conhecer os sintomas e estar preparado caso elas apareçam. Confira, na galeria, as principais características dessas doenças de criança, segundo a Fundação Oswaldo Cruz.
 
Catapora
Também chamada de varicela, a catapora é uma doença muito contagiosa causada por um vírus chamado Varicela Zoster. Essa doença é uma das mais comuns na infância, principalmente porque só se pega catapora uma vez. A principal característica é deixar o corpo coberto de pintinhas vermelhas, essas pintinhas começam no tronco da criança, espalhando-se rapidamente para o rosto, braços e pernas podendo se espalhar para dentro da boca, do nariz, das orelhas e de outros orifícios do corpo da criança.

Depois de um tempo as pintinhas vermelhas se transformam em pequenas bolhas de água que, quando começam a cicatrizar de 4 a 5 dias, formam ‘casquinhas’ e caem. Quando estas pequenas feridas são coçadas infeccionam e deixam na pele cicatrizes permanentes, isto é, não somem jamais. Além disso, a criança tem febre alta, bastante coceira na pele, cansaço, cefaléia e perda de apetite.
 
Uma criança pode pegar catapora se estiver no mesmo local que outra criança infectada. O vírus, presente na saliva, se espalha quando a criança infectada tosse e espirra. Também pode-se contrair a doença através do contato direto com a criança infectada, geralmente através da secreção das bolhas. 
 
Uma criança com catapora pode espalhar a doença para outras 1 a 2 dias antes do surgimento da erupção, ou até que todas as bolhas tenham secado, possivelmente depois de 10 dias. Não existe um remédio específico para tratar a catapora. O que se deve fazer é repousar, ingerir bastante líquido e principalmente, evitar coçar as feridas para não infeccionar. A recuperação dura de 7 a 10 dias. A catapora pode ser prevenida com a vacina ‘Varicela’.
 
Caxumba
A caxumba também chamada de papeira ou parotidite é uma infecção viral das glândulas salivares, sublinguais ou submandibulares. Os sintomas costumam surgir de 12 a 25 dias após o contágio. As glândulas ficam inchadas, podendo-se perceber pelo pescoço logo abaixo da orelha, e doloridas. Também causa dor de cabeça, dores musculares, fraqueza, febre, calafrios e dor ao mastigar ou engolir.
 
Nos meninos, pode ocorrer orquite, isto é inflamação do testículo e em casos femininos, a ooforite, isto é, inflamação dos ovários. A seqüelas podem ser diminuição da capacidade auditiva e esterilidade.
 
A caxumba é transmitida pelo contato direto com secreções (saliva ou espirro) da pessoa infectada. O indivíduo infectado não deve exercer atividades escolares e nem trabalhar pelo período de nove dias após o início da doença. Ocorre usualmente sob a forma de surtos, que acometem mais as crianças sendo mais severa nos adultos, é uma doença que ocorre mais no período do inverno e primavera. 
 
A caxumba não tem tratamento, o próprio organismo se encarrega de resolver a infecção. O tratamento é para aliviar os sintomas com o uso de analgésicos e repouso. A prevenção para não pegar caxumba é a vacina tríplice viral, que deve ser administrada aos 15 meses de idade.
 
Coqueluche 
A coqueluche é uma doença infecto-contagiosa que ataca o aparelho respiratório. É uma doença bacteriana causada pela bactéria Bordetella pertussis. A doença inicia-se com leves sintomas que surgem de 7 a 14 dias após o contágio, que podem ser confundidos com uma gripe, como  febre baixa, coriza, mal estar e uma tosse seca.
 
Com o passar do tempo a tosse vai ficando mais intensa e repetitiva seguida de período de calma. Quando a tosse está muito intensa o doente chega a sentir falta de ar, ficando com o rosto vermelho e até mesmo azulado. A tosse é seguida por um som de guincho específico e vômitos. Isto dura cerca de duas semanas até ir diminuindo gradativamente.
 
A doença é transmitida por contato direto com secreção de indivíduo doente como gotas de saliva lançadas ao ar ou por objetos contaminados. É uma doença que tem risco para criança abaixo de 6 meses de vida pois podem apresentar complicações tais como: convulsões, alterações neurológicas, desidratação e até morte.   
 
A doença dura aproximadamente 30 dias. A prevenção contra a coqueluche é através da vacina Tríplice Viral que deverá ser administrada em crianças de dois meses até quatro anos e onze meses. Já está em vigor no Brasil a orientação de que gestantes, a partir da 27 ª semana, devem tomar a vacina contra coqueluche para proteger os bebês desde o nascimento.
 
Meningite 
A meningite é uma inflamação das membranas que recobrem e protegem o sistema nervoso central localizado no cérebro que recebem o nome de ‘meninges’. A meningite é uma doença que tanto pode ser causada tanto por vírus quanto por bactéria, sendo esta a mais comum.
 
O período de incubação da meningite é de 2 a 10 dias e evolui em 3 etapas tais como: nasofaríngea, septicêmica e meningítica. A criança com meningite tem febre, rigidez na nuca, fortes dores de cabeça, vômito, mal estar, calafrios, dores musculares, confusão mental e etc. Estes sintomas variam de acordo com a fase da doença. 
 
A transmissão é feita pelo contato direto com a criança infectada através das secreções expelidas no ar ou de pequenas gotas de saliva lançadas no ato de falar, tossir ou espirrar. A meningite dura cerca de 20 dias e pode deixar sequelas. 
 
A forma de prevenção da meningite é através da vacina ‘anti HIB’ e evitar estar com crianças pequenas em lugares que tenham aglomerações de pessoas e ambientes abafados, evitar fazer visitas a hospitais.
 
Poliomielite 
A poliomielite também chamada de paralisia infantil, pólio ou ainda doença de Heine-Medin é uma infecção viral aguda causada por um dos três poliovírus existentes. É uma doença contagiosa, que ataca o sistema neurológico afetando o corpo inteiro podendo causar paralisia dos movimentos musculares.

É caracterizada clinicamente por paralisias resultantes do comprometimento do neurônio motor periférico, de tipo infeccioso, causadas por vírus específicos.

Introduzido no organismo por diferentes vias, o vírus é eliminado pelas fezes. Uma criança pode pegar poliomielite pelo contato direto, isto é, tendo contato com outra criança infectada pela doença ou pelo contato indireto, por meio de água, alimentos, picadas de insetos e etc.

Uma vez no organismo, o vírus se prolifera na submucosa do intestino ou faringe alcançando logo após a corrente circulatória espalhando-se por todo o organismo. O período de incubação desta doença leva de 3 a 35 dias. Em geral a doença se manifesta próximo ao 10 dia após ter contraído o vírus.
 
A poliomielite em sua fase aguda onde já existe o comprometimento do sistema nervoso pode apresentar febre, dores de cabeça, dores de garganta, coriza, vômitos e às vezes rigidez de nuca. Não existe tratamento específico para combater o vírus da poliomielite. Como a maioria dos casos evolui para a cura completa, é importante manter o bom estado geral do paciente.

A poliomielite é uma doença altamente contagiosa, portanto são necessárias medidas rigorosas de profilaxia. Sendo o vírus eliminado, sobretudo pelas fezes, deve-se, em caso de epidemias, evitar aglomerações de pessoas, comer vegetais crus e beber água que não seja tratada, deve-se também observar as medidas de higiene pessoal, reduzir ao mínimo as atividades físicas das crianças e usar seringas e agulhas descartáveis.

O vírus da poliomielite é um dos vírus mais resistentes sobrevivendo durante meses nas águas dos esgotos. A vacinação é o meio profilático mais eficiente contra esta doença, visto que desde 1960 quando começarão as campanhas de vacinação, a poliomielite deixou de ser uma das doenças causadoras de epidemias entre a população infantil. A vacina de prevenção para esta doença é a Sabin ou anti-pólio.
 
Rubéola
A rubéola  é uma doença causada por vírus e transmitida através do contato direto através de minúsculas gotas de saliva liberadas no ar ao tossir, espirrar ou falar, ou através da mãe para o feto através da circulação comum. Apresenta este nome pelo aspecto avermelhado ou rubro do paciente. É uma das poucas infecções virais que podem causar anormalidade fetais, no caso da gestante ter contato com a doença.

O paciente deve ficar isolado durante uns 10 dias após o aparecimento da erupção, visto que é uma doença contagiosa. O período de incubação é de 14 a 21 dias e logo após começam os sintomas tais como: febre alta, cefaleia, mal-estar, dor de garganta, aumento das glândulas perto do pescoço e ouvidos e pintinhas vermelhas na pele. A rubéola dura cerca de uma semana.    
 
Existe a chamada rubéola congênita, ou seja, transmitida da mãe para o feto pela circulação sanguínea, é a forma mais grave da doença porque pode provocar malformações congênitas como surdez e problemas visuais na criança. Também pode levar a parto de natimortos. Para a rubéola não há tratamento.

O médico pode apenas aliviar alguns sintomas como a febre e a cefaleia com medicamentos específicos. E, também é aconselhado que o paciente faça repouso. A rubéola é prevenida com a vacina Tríplice Viral  viral sendo eficiente em quase 100% dos casos e deve ser administrada em crianças aos 15 meses de vida. Mulheres que não tiveram a doença devem ser vacinadas antes de engravidar.
 
Sarampo 
O sarampo é uma Infecção viral facilmente transmitida de pessoa para pessoa, e, também é extremamente contagioso sendo muito comum na infância. É uma doença parecida com a catapora, pois também faz surgir bolinhas vermelhas pelo corpo e coceira.

No início a criança tem febre, tosse, olhos inchados e irritados em lugares muito iluminados, podendo surgir pequenas ínguas no pescoço. Com o passar das 24 horas os sintomas vão piorando com o desânimo e surgem diversas pintinhas vermelhas pela pele da cabeça para os pés.

Estas pintinhas ficam por um período de cinco a seis dias onde a criança passa para a fase de convalescença onde as manchas tornam-se escuras e começam a descamar.
 
Esta doença deve ser tratada com muito cuidado e com acompanhamento médico, pois podem surgir complicações tais como: pneumonias, encefalites, otites, diarreias e etc. A principal medida de prevenção do sarampo é a vacinação.

Deve ser aplicada uma dose da vacina anti-sarampo a partir dos nove meses, dose adicional a partir dos 12 meses, juntamente com o reforço da tríplice bacteriana (DTP) e da Sabin ou com a tríplice viral (sarampo. rubéola, caxumba — MMR).

O único tratamento para esta doença é repouso absoluto, e medicação prescrita pelo médico para alívio dos sintomas. O sarampo pode facilitar infecções bacterianas deverão ser tratadas com antibióticos adequados para o tipo da infecção ocorrida. O sarampo é uma doença que dura até duas semanas.
 
R7

Unimed Paulistana: em caso de leilão, plano individual pode subir até 20% ao ano


Unimed Paulistana: operadora tem até início de outubro para vender a carteira de beneficiários
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
Unimed Paulistana: operadora tem até início de outubro para
vender a carteira de beneficiários
Objetivo é incentivar a venda da carteira da operadora; o comprador ficará livre de pena por mau atendimento

As operadoras de planos de saúde poderão reajustar em até 20% ao ano as mensalidades de contratos individuais de clientes que tenham herdado de empresas com problemas. A regra, que entrou em vigor na semana passada, valerá para os beneficiários da Unimed Paulistana, caso eles não sejam transferidos até o início do mês que vem para outras empresas.

Abbatepaolo, da Abramge: fim do teto de reajuste em planos individuais não é "importantíssimo" O reajuste pode ser aplicado 12 meses após a transferência dos clientes para a nova operadora. Essa precisará provar que, nos últimos três anos, seu gasto com tratamento dos beneficiários – a sinistralidade, no jargão do setor – foi menor do que o da operadora antiga, o que justificaria o aumento excepcional.

A medida, segundo a ANS, é um incentivo para que operadoras saudáveis adquiram a carteira de clientes de empresas em dificuldades financeiras. A regra só vale se a carteira for vendida em oferta pública, uma espécie de leilão realizado pela ANS quando a empresa não consegue fazer a transferência em 30 dias.

No caso da Unimed Paulistana, o prazo expira no início de outubro. A operadora tem 740 mil clientes, e não informou quantos são individuais. Procurada, diz que a medida "irá impactar positivamente as empresas interessadas em adquirir carteiras de clientes de operadoras de saúde."
 
Flexibilização
O incentivo representa uma flexibilização das regras para os planos de saúde individuais, que têm rejauste controlado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e que, por isso mesmo, têm sido cada vez menos ofertados pelas operadoras. Em junho (último dado disponível), 19% dos clientes de planos médico-hospitalares possuíam esse tipo de produto, ante 25% no mesmo mês de 2005.
 
O reajuste de 20% ao ano supera todos os tetos de reajuste já estabelecidos pela ANS desde que esse modelo começou a vigorar em 2000. O maior de todos é o de 2015, de 13,55%. Procurada, a agência não disponibilizou um porta-voz para comentar o assunto.
 
O fim do teto de reajuste para planos individuais é uma demanda antiga das operadoras, que argumentam que ele tem ficado abaixo da inflação do setor e contibuído para as dificuldades financeiras das operadoras. O tema, entretanto, não é considerado prioritáiro pela Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge).
 
"Não diria que desistimos [de pedir o fim do teto de reajustes], mas não é importantíssimo", afirma Antônio Carlos Abbatepaolo, diretor-executivo da associação, para quem seria mais relevante autorizar a venda de planos com cobertura limitada – que não abranja, por exemplo, todos os tratamentos e exames previstos na lista mínima da ANS. "Mais que uma flexibilização de preços, [é preciso avaliar a] a flexibilização de acessos."
 
Sem proibição de vendas
Além do reajuste excepcional, a operadora que adquirir uma carteira de clientes em leilão vai ficar livre de algumas punições por má qualidade no atendimento aos consumidores. Elas incluem a suspensão de venda de planos de saúde em razão de atrasos, negativas de cobertura e outros problemas, e que atualmente afeta 73 produtos de 15 operadoras.
 
Segundo a nova regra da ANS, a operadora que adquirir a carteira ficará livre dessa suspensão e de uma eventual intervenção por parte da agência, durante dois ciclos de monitoramento, o que atualmente equivale a seis meses.
 
ANS defende transparência
Por meio de nota, a ANS informou que as mudanças nas regras de transferência de carteiras tem por objetivo "preservar o atendimento aos beneficiários". Sobre a possibilidade de reajustes nos planos individuais, argumenta que a nova regulamentação detalha o acompanhamento atuarial dos beneficiários transferidos "de forma que os prêmios [mensalidades] não fiquem nem aquém nem além do necessário para a operadora manter seus patamares históricos de sinistralidade". Segundo a agência, caso se detecte que a mensalidade ficou além do necessário, "os reajustes futuros podem ser inibidos."
 
A ANS informou ainda que, dentre outras coisas, as novas regras exigem que os pacientes que estejam internados não tenham o tratamento interrompido e que a operadora dê transparência aos seus dados e colocar à venda no mercado planos de saúde de todos os tipos, inclusive os individuais.

iG

Os 10 piores alimentos para diabéticos

os Piores Alimentos Para DiabéticosOs piores alimentos para diabéticos são principalmente aqueles que tem impacto da glicose no organismo, já que os portadores da diabetes costuma ter quantidades mais altas de açúcar no sangue

Se você tem diabetes, observando o que você come é uma das coisas mais importantes que você pode fazer para se manter saudável. Além disso, o objetivo básico da nutrição para pessoas com diabetes é evitar picos de açúcar no sangue. portando, conheça os 10 piores alimentos para diabéticos. Para te ajudar, reunimos os 10 piores alimentos para diabéticos que você deve excluir de qualquer forma de seu cardápio. complicações devastadoras e mortes prematuras relacionadas com o diabetes podem ser evitadas. Além disso, os alimentos que elevam o açúcar no sangue, reduzem a sensibilidade à insulina fazendo aumentar o risco.

1. Açúcar: Por ter uma fórmula simples (uma molécula de glicose e uma de frutose) o ingrediente faz a glicemia subir rapidamente. principalmente alimentos refinados, como bebidas adoçadas com açúcar, desprovidas de fibra que retardam a absorção da glicose no sangue. Alguns sucos de frutas, alimentos processados açucarados e sobremesas doces têm efeitos semelhantes. Estes alimentos promovem a hiperglicemia.

O Consumo exagerado de açúcar provoca fome e aumenta o peso e os triglicerídeos. Como é um alimento que forma acidez pode causar doenças, pois quando mais ácidos o meio interno do organismo, mais chances de alguns micro-organismo se proliferarem.

2. Refrigerantes: O refrigerante é um ótimo exemplo de um dos Piores Alimentos Para Diabéticos. Pois se o refrigerante normal já é um veneno, o diet é ainda pior. Além de ser tão ruim quanto qualquer refrigerante, o diet tem aspartame – ou AminoSweet. Essa substância está relacionada com o aparecimento de muitas doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tontura, epilepsia, fadiga, dores de cabeça, perda auditiva, hiperatividade, insônia, dor nas articulações e muitos mais.

3. Sucos de Caixinhas: Tais produtos não podem nem mesmo ser chamados de sucos se apresentarem menos de 50% de polpa da fruta in natura. Nesse caso, são titulados como néctar. Além disso, A maioria desses sucos são ricos em açúcar, tem muitos conservantes, corantes e nem todos as vitaminas que contém na fruta estão presentes na bebidas. então, este é um belo exemplo de piores alimentos para diabéticos.

4. Carboidratos Simples: Os alimentos feitos com farinha branca como pães, bolos, bolachas e macarrão devem ser evitados por quem tem diabetes, já que possuem alto índice glicêmico, ou seja, são digerido rapidamente, elevando o nível de glicose no sangue com a mesma velocidade. Além disso, as melhores opções para quem tem o distúrbio são as versões integrais.

5. Sorvete: O Sorvete é um bom exemplo de piores alimentos para diabéticos. Pois, O sorvete contem altos níveis de açúcar e gorduras trans. Além de corantes e saborizantes que fazem muito mal ao nosso organismo. Além disso tudo, alguns sorvetes têm neurotoxinas, que são substâncias capazes de prejudicar o cérebro e o sistema nervoso de um modo geral.

6. Frituras: Praticidade e rapidez é o que essas delícias oferecem, porém, pelo fato de serem fritas, o sabor perde para a quantidade de calorias e gorduras, fatores prejudiciais à saúde, colaborando para o colesterol alto, a obesidade e até mesmo alterações hormonais. Além disso, O excesso de gordura interfere na produção normal de insulina, causando a chamada resistência à insulina, que tem como consequência o aumento de peso.
 
7. Sódio: O excesso de sódio presente no sal e em alimentos embutidos é prejudicial a todas as pessoas, porém, para o diabetes, o risco é maior. Com o excesso de sal é possivel desenvolver hipertensão. Tendo em vista que o paciente é mais propenso a desenvolver problemas cardiovasculares, se o diabetes estiver unido à hipertensão, os risco são assustadores.
 
8. Álcool: O álcool é processado da mesma forma como o corpo processa a gordura e pode definitivamente mexer com os seus níveis de açúcar no sangue. Se você decidir beber álcool, consuma-o apenas nos dias em que os seus níveis de açúcar no sangue estão sob controle, e limite a ingestão para uma ou duas bebidas. Você poe optar também por bebidas sem álcool, mas seja comedido no consumo.
 
9. Carnes Vermelhas: Esse alimentos é fonte de gordura saturada. Levando em consideração que pessoas como diabetes têm mais chances de desenvolverem problemas cardiovasculares, o ideal é moderar no consumo de carnes vermelhas, já que elas proporcionam o aumento do colesterol e, consequentemente, doenças do coração, fatores ainda mais perigosos para diabéticos.
 
10. Batata Frita: A batata frita é um dos piores alimentos para diabéticos, O problema aqui não está só na fritura e das grandes quantidades de gorduras trans, mas também na substância mais cancerígena de todas: a acrilamida, que se forma quando batatas brancas são superaquecidas. Além disso, a presença do óleo causa o mesmo efeito que o salgadinho, causando inflamações, agravando problemas cardíacos, câncer e artrite.
 
Saudedica.com

Bebês são acalmados em redes de balanço em hospital no ES

Rede de balanço foi instalada para acalmar bebês prematuros no Espírito Santo (Foto: Juirana Nobres/ G1)
Foto: Juirana Nobres/ G1 - Rede de balanço foi instalada
para acalmar bebês prematuros no Espírito Santo
Técnica também ajuda a melhorar respiração e batimentos cardíacos. Hospital é referência em gravidez de alto risco no estado
 
O Hospital Universitário Cassiano Antonio Morais (Hucam), o Hospital das Clínicas, está usando redes de balanço para ajudar bebês prematuros na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal (Utin), em Vitória. A técnica tem ajudado a acalmar os recém-nascidos, melhorar a respiração e os batimentos cardíacos.
 
Referência em gravidez de alto risco, o hospital instalou redes de balanço para abrigar os bebês nas incubadoras, fazendo com que eles se sintam dentro do útero.
 
A idealizadora do método, Sheilla Salvador, é técnica de enfermagem do Hucam e pesquisava sobre tratamento humanizado para bebês prematuros em Utis quando leu sobre as pequenas redes.
 
“Aqui no Espírito Santo o método ainda não havia sido testado em hospitais públicos, mas em outros estados existem muitos relatos de melhoras de bebês que ficavam nas redes”, disse.
 
Sheilla apresentou a sugestão, que foi acolhida pelas responsáveis técnicas do hospital. Foi ela mesmo quem fabricou as redes e instalou nas incubadoras do hospital. Seis meses depois, a técnica de enfermagem afirma que o saldo do novo método é positivo.
 
“O comportamento dos bebês quando estão na rede muda. A respiração e a frequência cardíaca melhoram e o semblante fica mais calmo. Com isso, o gasto energético diminui, ajudando no ganho do peso e na consequente melhora da criança”, explicou Sheilla.
 
Cuidados
Embora esteja dando certo, o método exige atenção. Os bebês indicados para usar a rede não podem ficar o dia todo. São apenas uma ou duas horas, tempo necessário para acalmá-los dentro da incubadora. Além disso, só podem passar pelo método os recém-nascidos estáveis e com tamanho não arriscado para manuseio.
 
É o caso do pequeno Calebe. Ele nasceu no dia 14 de julho, com 6 meses e 948 gramas. Desde então se recupera na incubadora da Utin com a ajuda de aparelhos. Só agora, dois meses depois, com mais peso e um quadro estável, ele teve autorização para experimentar o aconchego da rede.
 
O pai de Calebe, o vigilante ngelo Bernardes Santana, 26, disse que não conhecia o método, mas que as expectativas são as melhores possíveis. “Ele ficou muito à vontade. A respiração acalmou. Não acho tão surpreendente que ele se sinta bem, já que tem a sensação de estar no útero da mãe”, afirmou.
 
*Com informações de Carolina Saitt, de A Gazeta.
 
G1

Centro de cuidados aos pacientes é tema de conferência em congresso internacional de saúde no Rio

Paul vanOstenberg: “A barreira primária para os centros de cuidados aos pacientes é o comportamento humano e os processos que ainda são feitos de forma antiga
 
Os centros de cuidados aos pacientes podem ser vistos hoje como uma evolução na atenção dispensada aos pacientes e familiares em todos os estágios do processo de cuidado. No entanto, para Paul vanOstenberg, conselheiro sênior da Joint Commission International (JCI) para crescimento global e inovação, esse núcleo é mais um item na melhora da qualidade e segurança do paciente do que uma estratégia das organizações de saúde: “Isso significa que, há um aumento de oportunidades para os pacientes e seus familiares para que eles possam atuar diretamente em torno de suas necessidades e não da doença ou das preferências do médico. Existem estratégias para gerenciar essas mudanças e fazer isso acontecer, mas não as vejo como uma estratégia hospitalar”.
 
Doutor em Cirurgia Dental pela Faculdade Médica da Virgínia, em Richmond, Virgínia, e mestre em Gerontologia e Administração da Saúde pela Universidade Commonwealth da Virgínia, vanOstenberg estará no Brasil para a conferência Cuidados Centrados no Paciente, que faz parte da programação do III Congresso Internacional de Acreditação, que acontece de 20 a 23 de setembro, no Rio de Janeiro. Segundo ele, um dos principais pontos a serem observados para tentar equilibrar as necessidades dos pacientes e a realidade dos hospitais, de profissionais de saúde, novas tecnologias e capacidade técnica é quebrar a barreira das velhas práticas. “A barreira primária para os centros de cuidados aos pacientes é o comportamento humano e os processos que ainda são feitos de forma antiga. Tecnologia e instalações e outros fatores são os que contribuem menos para essa mudança”, afirma.
 
De acordo com o consultor da JCI, se um médico nunca tem tempo de perguntar ao paciente os objetivos que devem alcançar para esses cuidados, e se os processos eletrônicos e formulários não têm espaço para registrar como será conduzido esse cuidado ao paciente, significa que o paciente nunca será incluído nesse processo de cuidado. “Isto é um problema ainda mais grave com os pacientes que têm várias doenças crônicas, como diabetes, insuficiência cardíaca e hipertensão. Se o paciente vê um médico diferente, em um departamento diferente, em dias diferentes, cuidando de cada uma dessas doenças crônicas, faltará integração nesse cuidado e cada um desses médicos pode não saber as escolhas e os objetivos desse paciente para seus cuidados.
 
Um dos aspectos mais importantes a ser observado para alterar esse comportamento está justamente na mudança de postura do profissional, que atua diretamente com o paciente. Ainda de acordo com vanOstenberg, enquanto pacientes e familiares estão cada vez mais bem informados de suas doenças e opções de cuidados, os profissionais de saúde não conseguem deixar claro suas preferências e metas para o processo de cuidado ao paciente. “A não ser que o profissional de saúde faça questão de entender as metas, os objetivos e as preferências do paciente e da família, essas nunca fazem parte do processo”, ressalta, acrescentando que esse passo não é apenas uma discussão de diferentes pontos de vista, mas a respeito dos objetivos de ambas as partes.
 
Embora a JCI não descreva os padrões para o funcionamento de um centro de cuidados ao paciente, a entidade frisa em seu manual e padrões dois aspectos que devem ser levados em conta: o respeito ao paciente e suas preferências (direitos do paciente) e o consentimento informado. “Mesmo que isso seja bem feito, o cuidado ainda é organizado em torno da doença e não em torno do paciente ou dos familiares. Neste ponto, a JCI está procurando incluir integralmente os elementos essenciais do cuidado centrado ao paciente na próxima edição do Manual de Padrões Internacionais de Acreditação para Hospitais”, adianta.
 
Segundo vanOstenberg, os padrões da JCI não funcionam como força-motriz essencial nos hospitais, no que diz respeito aos centros de cuidados aos pacientes. O que acontece é que os hospitais estão aprendendo uns com os outros, por meio de grupos profissionais, a partir de iniciativas de melhoria de qualidade e, em alguns casos, até por meio de órgãos governamentais e não-governamentais. “Há certos elementos do cuidado ao paciente que são mais de natureza cultural e, portanto, diferentes modelos estão surgindo em diferentes culturas”, avalia.
 
No Brasil
Embora não seja profundo conhecedor do cenário brasileiro, vanOstenberg arrisca dizer que uma das medidas seria se valer da cultura acolhedora brasileira para moldar um centro de cuidado ao paciente. O especialista frisa, porém, que o desafio é fazer com que essa mudança atinja todos os departamentos, e não apenas alguns dos profissionais de saúde, ou seja, a forma como todo o hospital pensa e opera. “Isso significa um compromisso da liderança para avançar nessa direção e encontrar espaço junto com outros desafios. Eu acredito que essa transformação ocorre em um hospital em um tempo e não pode ser legislada ou regulada”, afirma, acrescentando que entre os benefícios estão pacientes mais felizes, mais satisfeitos e equipes juntas. “Uma comunidade que reconhece esse compromisso com os pacientes, a diferencia de outros hospitais. Estas vantagens são as mesmas para hospitais públicos e privados, não é propriedade de um ou de outro”, comenta.
 
De acordo com o vanOstenberg, a abordagem ideal seria reconhecer o centro de cuidado ao paciente já no currículo da educação profissional de saúde e reforçar esses preceitos em todo o treinamento clínico. Embora, segundo ele, a realidade seja diferente em muitas unidades, para muitos profissionais e familiares, a boa notícia é que as sociedades profissionais de saúde estão começando a fazer mudanças e definir políticas que apoiam o centro de cuidado ao paciente.

Se você tem interesse em saber mais sobre o tema, inscreva-se no III Congresso Internacional de Acreditação e assista a conferência Cuidados Centrados no Paciente, com Paul vanOstenberg. Mais informações e inscrições em www.cbacred.org.br. Informações também podem ser obtidas através dos emails eventos@cbacred.org.br e secretaria.eventos@cbacred.org.br ou ainda pelos telefones (21) 3299-8241, (21) 3299-8202 e (21) 3299-8243.
 
Diane Dias
Estagiária de Jornalismo