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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia cria vídeo com manual para enfrentar o câncer

manual para enfrentar o câncer
A ABRALE – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia saiu inovando mais uma vez! Desta vez, a associação criou um manual em forma de vídeo com dicas para enfrentar o câncer
 
O manual aborda os seguintes temas:

1 – Diagnóstico

2 – Dicas de segurança para este momento

3 – Cuidando das emoções

4 – O tratamento

5 – Uso de catéter durante o tratamento

6 – Lidando com os efeitos colaterais

7 – Nutrição e atividade física

8 – Saúde bucal

9 – Vida sexual durante o tratamento

10 – Como equilibrar o câncer, o trabalho e os estudos?

11 – Estudos clínicos

12 – Direitos do paciente

13 – Viver é o melhor remédio!

Combate ao Câncer

Estresse no trabalho pode levar ao derrame

A constatação é de estudo conduzido em universidade chinesa. Segundo os pesquisadores, condições de trabalho tensas aumentam o risco de ocorrência de acidentes vasculares em até 58%
 
Desemprego em alta, competitividade acirrada, prazos cada vez mais exíguos para cumprir tarefas complexas... As pressões diárias do mercado estão consumindo a saúde do trabalhador, dizem pesquisadores. Há tempos encontrou-se uma relação entre o estresse laboral e o aumento da incidência de males cardíacos. Agora, cientistas da Universidade Médica de Gangzhou, na China, constataram também uma forte associação com derrame, incluindo o acidente vascular cerebral (AVC).

O estudo, publicado na revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, foi feito com dados de 138.782 pessoas que participaram de seis pesquisas epidemiológicas realizadas na Suécia, na Finlândia, no Japão e nos Estados Unidos. Ao longo de três a 17 anos, elas foram acompanhadas e seus registros médicos, coletados. Os cientistas, então, classificaram os empregos em quatro grupos, baseados no nível de controle que os trabalhadores tinham sobre suas atividades e a dificuldade que enfrentavam, como prazos apertados e desgaste mental. Horas de trabalho e demandas físicas não entraram na conta.

As categorias criadas foram: trabalho passivo (baixa demanda e baixo controle, como artesãos e zeladores), baixo nível de estresse (baixa demanda e grande nível de controle, como cientistas e arquitetos), alto nível de estresse (alta demanda e pouco controle, como garçons e enfermeiros) e trabalhos ativos (alta demanda e alto controle, como médicos, professores e engenheiros). Nos seis estudos epidemiológicos avaliados, entre 11% e 27% dos participantes encaixaram-se na categoria de alto nível de estresse.

Ao analisar os registros médicos dessas pessoas, os pesquisadores encontraram uma forte associação entre o estresse e a ocorrência de derrames. Aquelas que tinham baixo controle de sua atividade laboral e alta demanda apresentaram risco 22% maior de sofrer qualquer tipo de derrame e 58% mais alto de ter isquemia cerebral, tipo de acidente vascular caracterizado pela falta de sangue no cérebro e principal causa de morte e incapacidades em todo o mundo — de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada seis segundos ocorre um óbito em decorrência de AVC isquêmico.

A avaliação de subgrupos indicou que as mulheres estão em desvantagem: comparadas aos homens na mesma situação, o risco de elas sofrerem um derrame é 33% mais alto. De acordo com Dingli Xu, coautora do estudo, muitos mecanismos podem estar por trás da associação entre trabalhos estressantes e ocorrência de derrame. “Em primeiro lugar, os trabalhadores podem estar buscando formas não saudáveis de lidar como o estresse, adotando comportamentos como tabagismo, se alimentando mal, reduzindo as atividades físicas... Tudo isso é fator de risco bem conhecido para derrames”, observa.

A neurologista, contudo, alerta que é urgente investigar a relação de forma mais aprofundada. “Mesmo aqueles que mantêm hábitos saudáveis, mas têm um posto laboral muito estressante, apresentam 25% de risco maior. Então, isso mostra que apenas o comportamento pouco saudável não explica totalmente o risco aumentado de derrame em pessoas com alto nível de estresse”, observa.

Dingli Xu acredita que, quando perene, a forte pressão do trabalho pode levar a perturbações na produção de substâncias endócrinas no sistema nervoso central. Isso elevaria a resposta inflamatória, um processo que, entre outras coisas, desestabiliza as placas ateroscleróticas, acelera o envelhecimento celular e estimula a secreção de cortisol — tudo isso, fatores biológicos associados ao derrame.

Influência cultural
A neurologista especializada em derrames Jennifer J. Majersik, da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, conta que está habituada a ouvir de seus pacientes a pergunta se o estresse favorece o derrame. “A dúvida é particularmente comum quando o derrame ocorreu em meio a um evento difícil da vida ou com uma pessoa jovem que trabalha ou estuda demais”, diz. “Até agora, eu não tinha como responder a meus pacientes preocupados, mas esse artigo publicado na Neurology joga luz sobre essa importante questão”, diz.

Na avaliação de Majersik, há algumas limitações na metodologia do novo estudo, que, por exemplo, não levou em conta as diferenças culturais dos participantes, provenientes de quatro países. Contudo, ela está convencida de que há uma associação forte entre estresse e problemas cardiovasculares e isquêmicos. “O porquê disso nós não sabemos ainda. É possível que a pressão do mercado de trabalho aumente hábitos insalubres, como foi observado no estudo chinês, além de provocar alterações metabólicas, como as vistas na síndrome metabólica. Mas, infelizmente, ainda não temos estudos que tenham esclarecido essa questão”, diz.

Dingli Xu, da Universidade Médica de Gangzhou, concorda que é necessário aprofundar a investigação. “As diferenças culturais podem, sim, ter uma influência em como as pessoas percebem o estresse. Por exemplo, já foi relatado que os médicos alemães percebem seu trabalho como mais estressante que os australianos, e a forma de lidar com isso é significativamente diferente entre eles”, ilustra. “Nós também precisamos avaliar outras fontes de estresse, como a percepção de injustiça no trabalho, a discrepância entre dedicação e salário... Mas esses aspectos são muito pouco explorados em estudos populacionais. Então, não tínhamos dados suficientes para incluir em nossa meta-análise. Com certeza, pesquisas futuras terão de levar essas variáveis em consideração.”

Duração também influencia
Autor de outro estudo que associa trabalho e risco de derrame, Mika Kivimaki, professor de epidemiologia da Universidade College London, no Reino Unido, afirma que a quantidade de horas no escritório também precisa ser considerada — um aspecto que não foi contemplado no estudo chinês.

Em agosto, Kivimaki publicou uma meta-análise na revista Lancet que incluiu 25 estudos da Europa, dos EUA e da Austrália, totalizando 528.908 homens e mulheres. Foi constatado que indivíduos que trabalham 55 horas ou mais por semana têm um risco 33% maior de sofrer acidentes vasculares, se comparado àqueles que dedicam de 35 a 40 horas. “Nosso foco não foi o estresse, foi a carga horária. Mas não nos surpreendeu saber que aqueles que trabalhavam mais de 55 horas eram os que se sentiam mais estressados. Como foi nesse grupo que encontramos uma incidência maior de derrames, podemos imaginar que o estresse tem relação forte com o risco de derrames”, diz.

O médico acredita que parte da explicação reside no fato de que a maior parte dos postos de trabalho exigem uma postura sedentária, seja sentado ou em pé. “É possível que parte dos efeitos das horas trabalhadas sobre a saúde se relacione simplesmente ao tempo maior de sedentarismo. Ou podemos inferir que a falta de atividade aliada ao estresse aumente a produção de hormônios inflamatórios que acabam estimulando a formação de coágulos nas artérias”, diz.
 
Correio Braziliense

Veja dicas para controlar os transtornos de ansiedade no trabalho

Algumas reflexões podem ajudar os ansiosos a lidar melhor com a pressão
 
Mãos suando, coração acelerado e um medo de não dar conta de determinado trabalho. Sintomas de ansiedade que afetam grande parte dos profissionais atuantes no mercado. Só em São Paulo, cerca de 30% dos habitantes têm algum tipo de transtorno, segundo a pesquisa "Distúrbios Mentais em Megacidades", de 2012. Entre eles, os de ansiedade são os mais comuns, atingindo uma em cada cinco pessoas.
 
"É a velha história de sofrer por antecipação. Quem convive com esse problema não consegue discernir as prioridades, tenta fazer tudo para ontem e acaba atropelando os próprios limites", explica o especialista em comportamento humano, Sulivan França.

Presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, o profissional conta que, nos últimos anos, tem visto aumentar consideravelmente o número de pessoas que o procuram para ajudar a controlar os sintomas de ansiedade.
 
"Para conseguir resolver o problema é fundamental que cada indivíduo faça uma autoanálise. Quais são minhas prioridades? Eu preciso mesmo dar conta de tudo? Como posso equilibrar minhas metas e objetivos? Respondendo a essas questões ele vai descobrir quais são os seus limites e entender como é possível sobreviver ao ambiente profissional sem sustos", afirma França.

Para o especialista outra coisa que pode ajudar é trabalhar a mente com exercícios de relaxamento e respiração. "Você precisa entender que, no fundo, pode realizar tudo o que quiser. Mas será que realmente tem essa necessidade? Dê um passo de cada vez, respire e lembre-se que o ambiente de trabalho precisa ser um lugar feliz, com espaço para realizações", finaliza.

Agência Estado

Torcicolo: mal surge quando menos se espera

Problema pode ser causado por movimento brusco ou rápido do pescoço

Quem já teve um torcicolo sabe bem a dor e o incômodo que ele ocasiona, além é claro da limitação de movimentos no pescoço. As causas são variadas, porém uma coisa é certa: ele sempre aparece quando menos se espera.
 
A cervicalgia, popularmente conhecida como torcicolo, é uma dor da região cervical (pescoço) gerada por uma contratura ou espasmo dos músculos cervicais. De modo geral, é de caráter transitório e pode manifestar, além da dor, uma incapacidade temporária da movimentação cervical.
 
“A dor cervical e o seu efeito no músculo ocorrem por conta de um processo inflamatório local, que gera a contração muscular e pode atingir, mais comumente, os músculos esternocleido (face lateral do pescoço) e trapézio. Esta contratura muscular promove a incapacidade de rotação ou flexão cervical, além da mudança da postura cervical com a posição tipicamente circular da cabeça”, explica o ortopedista do Hospital Alvorada, Dr. Paulo Satiro.
 
Segundo estudos da Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED), a cervicalgia afeta entre 30% e 50% da população todos os anos, sendo que 15% apresentam alguma dor em região cervical ao longo da vida. Além disso, segundo o ortopedista do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Dr. Fabiano Nunes, o torcicolo acomete mais comumente pessoas entre 30 e 60 anos de idade, sendo as mulheres as mais afetadas. O torcicolo geralmente acontece de maneira incomum, resultado de um movimento brusco ou rápido do pescoço, mas também pode acontecer devido a mau jeito.
 
Algumas ações no dia a dia podem evitar o transtorno. Confira as dicas dos especialistas e oriente os consumidores:
 
• Dormir de forma adequada com travesseiro na altura do ombro e colchão de uma densidade que não afunde o corpo.

• Não usar o telefone entre os ombros e a orelha. Se tiver de fazer uma ligação mais longa e precisar das mãos para digitar ou escrever, por exemplo, utilizeum fone de ouvido.

• Ter o hábito de manter um bom alongamento da musculatura cervical.

• Certificar a postura e ergonomia do trabalho, carro ou meio de transporte. A tela do computador, por exemplo, deve ficar na altura dos olhos, para evitar má postura do pescoço e tensão na região cervical.

• Evitar assistir à televisão e utilizar notebook ou tablet sentado de maneira incorreta.

• Se possível, reduzir o estresse.

• Tratar e prevenir a evolução dos processos de infecção das vias aéreas e ouvidos, principalmente em crianças.

• Cuidar da postura durante a realização de exercícios físicos como o abdominal e até mesmo a corrida, entre outros.
 
Guia da Pharmacia

Pacientes tratados com produto suspeito perdem visão na França e na Espanha

Dois pacientes perderam a visão na França depois de uma cirurgia que utilizou um produto oftalmológico suspeito e fabricado na Alemanha, anunciou a agência estatal francesa de regulamentação de medicamentos, a ANSM
 
“Dois incidentes foram declarados na França em julho de 2015”, indicou a ANSM, interrogada pela AFP depois de casos de 13 pacientes que perderam a visão ao serem tratados com o mesmo produto na Espanha. O produto suspeito, Ala Octa, fabricado pela farmacêutica alemã Alamedics, foi retirado de circulação no final de julho, informou Brigitte Heuls, encarregada dos dispositivos médicos da ANSM, apesar de destacar que, “por ora, não há elementos que incriminem diretamente o produto”.
 
Por sua parte, a Alamedics indicou nestas segunda-feira que “a investigação das causas [dos casos de cegueira] continua e as informações disponíveis não podem esclarecer o que levou aos efeitos constatados”. O Ala Octa se apresenta sob a forma de uma solução aquosa. É utilizado principalmente em cirurgias de retina.
 
Em um e-mail dirigido em 13 de julho aos distribuidores da empresa Alamedics e que foi postado no site da ANSM em 18 de setembro, Christian Lingenfelder advertiu que “o produto Ala Octa é suspeito de provocar processos degenerativos na retina”. “As vendas estão suspensas até que se esclareçam as circunstâncias”, acrescentas.
 
Alamedics diz que o Ala Octa é um produto “química e fisiologicamente inerte e não tóxico” e que os resultados de laboratório dos lotes incriminados na Espanha não mostraram a presença de impurezas ou qualquer sinal particular.
 
No sábado, as autoridades sanitária da Espanha anunciaram que 13 espanhóis ficaram cegos de um olho e outros 28 foram afetados pelo uso do mesmo produto cirúrgico. A Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos de Saúde (AEMPS) “registrou, até o momento, 41 casos em 11 centros médicos espanhóis” causados pelo produto Ala Octa, fabricado pela empresa alemã Asa Medics, retirado do mercado em 26 de junho, informou em um comunicado a agência.
 
“Até agora, foram confirmados 13 casos de amaurose [cegueira]” do olho operado, segundo o comunicado e uma fonte do ministério da Saúde espanhol. Esse produto também provocou casos de “atrofia do nervo óptico, diminuição da acuidade visual, inflamação e vasculite”, de acordo com o comunicado. Muitos casos foram registrados no País Basco.
 
A AEMPS está conduzindo uma investigação clínica, analítica e técnica, segundo o comunicado, acrescentando que o fabricante do produto e distribuidor colaboram com a agência. O jornal “El País” questionou no sábado a demora das empresas e médicos em transmitir as suas suspeitas sobre esse produto. O jornal cita o caso de Mikel González, de 44 anos, morador de Rentería, País Basco, que ficou cego do olho esquerdo depois de ter sido operado em 2 de junho.
 
No dia após a operação, Mikel González já não enxergava, o que intrigou os médicos. Até que em julho, o médico lhe disse que “um dos produtos era tóxico e tinha atrofiado o nervo óptico”, disse González.
 
UOL

Portugal: Trabalho dos farmacêuticos poupa 880 milhões de euros à população

As intervenções dos farmacêuticos junto dos utentes poupam à sociedade portuguesa cerca de 880 milhões de euros, valor que poderia ascender a mais 144 milhões se as farmácias disponibilizassem outras atividades, integradas com os cuidados de saúde primários e secundários
 
Estas são algumas das conclusões de um estudo promovido pela Ordem dos Farmacêuticos, que tentou apurar o valor económico e social das intervenções das farmácias comunitárias, e seus profissionais, junto dos utentes, tendo como base de comparação o que se estima que ocorreria caso não houvesse intervenção farmacêutica.
 
Esta análise não incluiu a dispensa do medicamento, atividade principal da farmácia, tendo considerado apenas intervenções diárias como gestão de doenças e terapêuticas, saúde materna e do bebé ou “intervenções transversais” como administração de medicamentos e vacinas, apoio ao domicílio, aconselhamento farmacêutico, ou programas de saúde pública, como troca de seringas e cessação tabágica. Assim, em termos de resultados globais, o estudo conclui que as farmácias permitem uma poupança de 879,6 milhões de euros, um valor que representa 0,5% do PIB e 5,6% da despesa total em saúde.
 
Discriminando por áreas de intervenção, as poupanças geradas são de 352 milhões de euros em toda a atividade não remunerada do farmacêutico, 45 milhões em internamentos hospitalares, 1,6 milhões em urgências e 401,5 milhões em consultas.
 
Em termos de doenças e terapêuticas crónicas, a sociedade portuguesa pouparia 147,6 milhões de euros em hipertensão arterial, 32,9 milhões na diabetes e 27,7 milhões na asma e DPOC (doença pulmonar obstrutiva crónica). Com a saúde materna e da criança a poupança chegaria aos 13,3 milhões de euros e com a melhoria da adesão à terapêutica aos 237,6 milhões.
 
Sapo

Novembro azul: câncer de próstata não apresenta sintomas em estágio inicial

Diferente das mulheres, os homens não costumam visitar um médico a não ser que algo realmente os incomode. Este é um hábito que têm levado milhares de homem à morte

Doenças, como o câncer de próstata, que não apresentam sintomas em fase inicial, dependem da detecção precoce para que possam ser curadas, de acordo com o urologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Sandro Nassar de Castro Cardoso. “É importante que os homens desenvolvam o hábito de visitar seu médico periodicamente”.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva, o câncer de próstata é o tipo com maior incidência na população masculina depois do de pele não melanoma, atingindo cerca de 70 mil brasileiros todos os anos. A doença tem por característica apenas apresentar sintomas quando já está em estágio avançado, ou seja, com possibilidade reduzida de cura. O tratamento visa dar sobrevida e minimizar o sofrimento do paciente.

O médico reforça que, atualmente, o diagnóstico positivo da doença não é um atestado de morte, pois, quando precocemente identificado, o índice de cura do câncer de próstata está em torno de 90%. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia, os principais fatores de risco estão na idade (maior incidência a partir dos 60 anos), raça (afrodescendentes são mais propensos) e histórico familiar.

“Recomendamos que os homens, a partir dos 50 anos, realizem o exame de próstata, que inclui o exame de sangue PSA (sigla em inglês para Antígeno Prostático Específico) e o exame digital retal (exame do toque) anualmente, ambos indispensáveis”, explica o urologista. Ele ressalta que, por meio do exame de toque, é possível averiguar o tamanho, consistência e se há lesões palpáveis na glândula. “Ainda hoje, a melhor forma de combater este tipo de câncer é a prevenção, realizando exames preventivos periódicos”, destaca.

A próstata é uma glândula que pesa cerca de 20 gramas, de forma e tamanho semelhantes a uma castanha, localizada abaixo da bexiga. Sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma. O câncer de próstata é causado pela multiplicação descontrolada das suas células, formando um tumor maligno originário das células glandulares do tecido prostático.

Na fase avançada, quando a cura é mais difícil, os principais sintomas que se manifestam são vontade de urinar com urgência, dificuldade em urinar (o que causa várias idas ao banheiro durante a noite), dor óssea, queda do estado geral, insuficiência renal e dores fortes.

Fatores de Risco
- Idade (cerca de 60% dos casos são de homens a partir dos 65 anos)

- Histórico familiar

- Raça (maior incidência entre os afrodescendentes)

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(11) 3093-3604 / 3093-3636
Isabel Lopes – isabel.lopes@tree.inf.br