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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Falta de privacidade em UTI’s neonatais é impeditivo do aleitamento materno

O significado de privacidade pode ser diferente para
 as mães e para o hospital
A falta de privacidade em UTI’s neonatais pode fazer com que as mães percam o estímulo de tirar leite do peito para alimentar os recém-nascidos de baixo peso.
 
O fato agrava o estado de saúde dos prematuros, que ficam privados de receber o leite enriquecido com anticorpos da mãe, o que ajudaria seu organismo a evitar infecções e problemas gastrointestinais.
 
“O significado de privacidade pode ser diferente para as mães e para o hospital. E isso exige novas formas de criar privacidade para essas mães que querem amamentar”, defende Donna Dowling, autora de um estudo sobre o tema publicado na revista Advances in Neonatal Care.
 
Para realizar o estudo, Dowling reuniu dados de 40 mães de primeira viagem: 15 que estavam com o bebê internado em salas coletivas da UTI neonatal e 25 que estavam alojadas em quartos privativos.
 
A princípio, a pesquisadora esperava que as mães internadas nos quartos privativos achariam mais fácil tirar leite do peito para o bebê, pois encontravam-se em locais mais silenciosos. Mas elas não acharam esta tarefa fácil.
 
A maioria esmagadora das novas mães relatou que o lugar ideal para tirar o leite materno era o lar, sempre destacando a necessidade de privacidade e conforto, pois elas faziam isto muitas vezes ao dia: entre oito e dez vezes por dia, durante 15-20 minutos, para os recém-nascidos nas primeiras semanas e entre seis e oito vezes por dia para manter a fonte de leite depois disso.
 
As mães relataram que as eventuais interrupções do bombeamento de leite as impediram de fazer o procedimento adequadamente. Muitas mães disseram que tinham medo de se ausentar durante a troca de plantão do intensivista para a retirada do leite, pois a sua ausência num desses momentos significaria horas sem notícias do bebê. As entrevistadas também alegaram desconforto para tirar o leite na frente do médico ou da equipe médica que atendia o bebê na UTI.
 
Resultado: das 40 mães, 75% disseram que antes de dar à luz planejavam amamentar. Mas quando seus bebês receberam alta, apenas 45% conseguiram atingir o objetivo do aleitamento materno exclusivo.
 
Interrupções durante o processo e falta de privacidade não eram as únicas preocupações das mulheres. Mães com recém-nascidos na UTI neonatal também tinham que conciliar casa, família e responsabilidades de trabalho, fatores que contribuíram para o insucesso da amamentação exclusiva dos recém-nascidos.

Fonte Corposaun

Fogos de artifício, perigo para a saúde do ouvido

Estima-se que 10 % da população mundial têm
algum grau de perda auditiva
Tradicionais nas épocas de festas de fim de ano é verdade que os fogos de artifício ajudam a animar as comemorações, mas o barulho excessivo causado pelos rojões, além dos riscos em manipulá-los de forma errada podem trazem danos irreversíveis à saúde auditiva, como o zumbido no ouvido, problema de audição que afeta cerca de 28 milhões de pessoas em todo o mundo, além de perdas severas que podem dar origem a casos de surdez permanente.

Estima-se que 10 % da população mundial têm algum grau de perda auditiva, sendo que grande parte danificou sua audição por exposição excessiva a sons que poderiam ter sido evitados, como o de rojões.
 
Segundo a fonoaudióloga e porta-voz da Audibel, empresa de aparelhos auditivos, Sandra Braga, os estouros podem causar perdas irreversíveis, já que a intensidade de um rojão pode chegar a 140 dBs. Para se ter uma ideia do quão forte é o barulho gerado pelos rojões, um avião, durante a decolagem, produz um som de cerca de 130dB. “A exposição a este tipo de som além de poder causar surdez em altas frequências, pode vir acompanhada de zumbido e tontura”, completa Sandra.
 
Não são apenas os rojões os vilões da saúde auditiva. A exposição a ruídos intensos, pode estar escondida em atos muito mais simples, como o uso incorreto de um simples equipamento como MP3 e MP4, que, no volume máximo, pode chegar a 120dB.
 
Então, como prevenir?
 No caso de rojões, a fonoaudióloga alerta que é importante manter-se distante de áreas de risco e se estiver nestas áreas, pode ser usado um tampão protetor para que caso esta exposição aconteça, seja possível ao menos reduzir os prejuízos e o desconforto auditivo. Quem usa aparelho do tipo MP3, deve ficar atento: se o som dos fones de ouvido incomodar as pessoas que estão ao redor, cuidado, você pode estar prejudicando sua saúde auditiva.
 
Fonte Corposaun

Ronco e apneia: um perigo para a saúde

Ronco+mulher Ronco e apneia: um perigo para a saúde
O ronco e a apneia afetam significativamente a saúde das pessoas
O ronco não tem, geralmente, a atenção que merece. Porém, mais do que um barulho incômodo, pode ser um alerta para uma situação mais grave.
 
Este ruído é proveniente do estreitamento ou obstrução nas vias aéreas superiores durante o sono. Ou seja, há um “aperto” nas vias aéreas, que atrapalha a passagem do ar e ocasiona a vibração delas, constituindo o ronco. Cerca de 40% a 60% da população adulta é atingida pelo ronco, segundo a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

Conforme a Dra. Marina Lara, odontologista, especialista em ortodontia e ortopedia facial, o ronco pode ser provocado por vários fatores, como excesso de peso, flacidez dos tecidos da garganta, circunferência do pescoço aumentada, obstruções nasais, cansaço ou outros elementos que auxiliem no processo de relaxamento do “céu da boca” ou palato mole. Este relaxamento do “céu da boca” é ocasionado, principalmente, pela ingestão de bebidas alcoólicas durante a noite e pelo uso de alguns medicamentos que contêm substâncias relaxantes.
 
O perigo da apnéia
É preciso estar atento, pois há a possibilidade de evoluir para um estágio avançado, a apneia, que trata-se da interrupção recorrente da passagem do ar nas vias aéreas superiores, devido ao colapso das paredes da faringe, alerta Dra. Marina Lara.
 
O ronco e a apneia afetam significativamente a saúde das pessoas: reduzem a quantidade de oxigênio circulante no sangue; obrigam o coração a trabalhar com sobrecarga; aumentam o risco de infarto e derrame (AVC); alteram as taxas de açúcar no sangue; propulsionam o diabetes; aumentam os níveis do hormônio cortisol no sangue (hormônio do stress); provocam sonolência diurna, cansaço, ansiedade e depressão; reduzem a capacidade de concentração e desempenho intelectual e acrescem em sete vezes as chances de acidentes de carro.
 
Para o tratamento, a Dra. Marina indica eliminar dos fatores de risco (evitar o consumo de bebidas alcoólicas e alimentos pesados no horário do sono, controlar o excesso de peso) e o uso do aparelho oral para o tratamento do ronco. Essa é uma solução fácil, rápida e discreta para o problema.
 
O aparelho utilizado no tratamento assemelha-se a “moldeira” invisível empregada no clareamento dental.
 
O PLG (nome técnico do aparelho) traciona a mandíbula, estendendo os tecidos da garganta e aumentando a passagem do ar. Além disso, altera o posicionamento dos músculos da faringe, evitando que a língua se mova para trás e dificulte a respiração do indivíduo.

Fonte Corposaun

Sisos podem comprometer a oclusão

Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares
No Brasil, estima-se que a procura pelo tratamento ortodôntico cresceu em torno de 80% nos últimos cinco anos. No caso dos sisos, que podem comprometer a oclusão, as alterações causadas podem ir além da estética, alcançando o patamar funcional. A boa noticia é que cuidados precoces ajudam a evitar disfunções decorrentes dos chamados dentes do juízo.
 
De acordo com a ortodontista Tatiana Fernandes, da Rede Orthos Odontologia, se os sisos não forem tratados corretamente podem ocasionar vários problemas como dores locais, na região da face, na nuca e na cabeça. “Quando mal posicionados também originam doenças gengivais, infecção dos dentes ao lado, cáries e perdas ósseas”, complementa.
 
A especialista explica que, como qualquer outro dente, quando o siso está em posição errada pode causar toque pré-maturo, mobilidade, recessão gengival e desgastes. “Em relação a alterar a posição de outros dentes, muitos autores acreditam no efeito dominó – ou seja, um dente mal posicionado altera a posição dos demais. Outros dizem que isso não ocorre pela resultante de outras forças relacionadas: a musculatura e a própria distância e a intensidade da força do dente”, conta.

Sobre o dente do siso
Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade.
 
Como os dentes do siso são os últimos dentes permanentes a aparecer, geralmente não há espaço suficiente em sua boca para acomodá-los. Isto pode fazer com que os dentes do siso fiquem inclusos – dentes presos embaixo do tecido gengival por outros dentes ou osso. Se os dentes estão inclusos, pode ocorrer inchaço ou flacidez.
 
Os dentes do siso que erupcionam apenas parcialmente ou nascem mal posicionados também podem causar apinhamento e outros problemas. Como os dentes removidos antes dos 20 anos de idade têm raízes em menor estágio de desenvolvimento e causam menos complicações, recomenda-se que as pessoas entre 16 e 19 anos tenham seus dentes do siso examinados para verificar se precisam ser removidos.
 
Fonte Corposaun

Antes de viajar, proteja-se contra a coqueluche

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Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Chile e Argentina estão entre os países que registraram este ano o crescimento da coqueluche em algumas regiões e cidades. No Brasil, o alerta vermelho contra a doença soou em estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo e Rio Grande do Norte, que registraram o aumento de casos em algum período de 2012.
 
“Os surtos e os aumentos de casos têm levado cada vez mais médicos do Brasil e do mundo a recomendar a vacinação dos viajantes contra a coqueluche, principalmente para adolescentes, jovens e adultos”, afirma o médico Jessé Alves.
 
A coqueluche não é uma lembrança agradável que alguém quer trazer de uma viagem, seja no final de semana prolongado ou de férias. Causada pela bactéria Bordetella pertussi, ela é transmitida pelas gotículas expelidas pelo doente quando tosse. Em crianças previamente vacinadas, adolescentes e adultos, geralmente a doença se manifesta através de uma tosse persistente, que pode se prolongar por mais de três semanas. “Apesar de a doença ser mais leve em adultos do que em crianças jovens, até 25% dos adultos podem apresentar pneumonia, fraturas nas costelas, pneumotórax e outras complicações que necessitam de internação”, afirma a pediatra Lucia Bricks, diretora de Saúde Pública da Sanofi Pasteur, divisão vacinas do grupo Sanofi.
 
Cerca de 1/3 dos adultos infectados não apresentam sintomas, mas podem transmitir a doença para seus contatos, colocando em risco principalmente os bebes menores de um ano, que têm maiores taxas de complicações e risco de morte por coqueluche. “Embora não estejam entre as estatísticas de mortalidade, os viajantes acabam sendo vulneráveis e potenciais disseminadores da coqueluche em seus domicílios e comunidades”, afirma o médico Jessé Alves.
 
Só este ano, a coqueluche já atingiu 1.759 pessoas no Brasil, provocando 39 mortes, a maioria de bebês. No primeiro semestre, foram 1.559 internações em hospitais ligados ao Sistema Único de Saúde, o SUS – quase o triplo do mesmo período de 2011, quando houve 556 hospitalizações. Em países vizinhos, como a Argentina e o Chile, a situação foi similar. Na Argentina, o volume de casos saltou de 2.452 (2010) para 6.556 (2011). No Chile, o aumento foi de 794 casos (2010) para 2.582 (2011). No primeiro semestre de 2012, a coqueluche atingiu 1.042 pessoas na Argentina e 348 no Chile.
 
Depois do surto da Califórnia em 2010, a coqueluche voltou a assolar os Estados Unidos, principalmente em Washington, Iowa e Colorado. De janeiro até outubro de 2012, a doença atingiu 4.348 pessoas em Washington, muito acima dos 524 casos ocorridos no mesmo período do ano passado.
 
No Reino Unido, foram confirmados 6.121 casos de coqueluche de janeiro a setembro de 2012 – três vezes mais do que os 1.118 casos notificados em 2011 inteiro. Já as Ilhas Canárias (Espanha) detectaram 1.042 casos de coqueluche nos primeiros 10 meses de 2012,, contra 695 confirmados no mesmo período de 2011.
 
Como evitar a coqueluche
A prevenção da coqueluche começa na infância com o esquema básico de vacinação – três doses aos dois, quatro e seis meses – seguido de dois reforços, o primeiro aos 15 meses e o segundo, aos 4 e 6 anos de idade.
 
Especialistas descobriram que a proteção conferida pela vacina e a imunidade natural dada pela doença declinam com o passar do tempo. Por isso, entidades como a SBIm – Sociedade Brasileira de Imunizações e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam a vacinação de reforço para adolescentes e adultos não vacinados.
 
Fonte Corposaun

Dente do siso na idade adulta: extração tardia e suas implicações

Em nossa opinião esses dentes devem permanecer na boca apenas
 quando o paciente tiver espaço nas arcadas maxilares e boa higienização
Os dentes do siso ou dentes do juízo, como são popularmente chamados, são os terceiros molares na linguagem usada pelos dentistas, e na maioria das vezes têm indicação para extração. Boa parte da população necessita retirar este dente, já que a permanência do mesmo pode implicar em grandes problemas estruturais e de saúde geral.
 
O que acontece é que muitas vezes as pessoas resolvem, por orientação profissional ou por vontade própria, deixar os dentes do siso ficarem na boca “até que lhes deem problema”. Daí cria-se uma situação complicada para o paciente e o dentista que terá que extraí-los no momento em que a estrutura óssea foi afetada também. Devido ao possível fato do dente estar comprometido, com cárie ou doença gengival, a área (ferida cirúrgica) torna-se suscetível a várias infecções pós-operatórias tardias.
 
É comum cirurgiões-dentistas clínicos indicarem aos pacientes que necessitam retirar o dente do siso a extração com profissional especialista, no caso, o cirurgião buco-maxilo-facial. A indicação deve-se a dificuldade para a extração, uma vez que esses dentes após os 30 anos de idade estão “soldados” ou “grudados” no osso dos maxilares. Por conta dessa intervenção tardia, a incidência de infecções pós-operatórias é muito maior que nos adolescentes.
 
Outro dado relevante, é que grande parte dos pacientes acima de 60 ou 70 anos, muitas vezes chegam ao consultório sem saber que possuem os terceiros molares e, por isso, é bastante comum ocorrer a degeneração intraóssea e formação de pequenos focos de infecção, que podem comprometer a saúde geral de forma até grave.
 
Em 2005, um estudo nos Estados Unidos e Inglaterra mostrou que a presença de focos infecciosos na boca e ossos maxilares estava diretamente relacionada ao aumento da incidência de infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC). Desta maneira, tornou-se comum por parte dos cardiologistas indicarem, para seus pacientes a ida com maior frequência aos consultórios dos cirurgiões dentistas, para que excluíssem todos os pequenos focos inflamatórios ou infecciosos.
 
Normalmente os focos dos problemas bucais são constatados nos dentes do siso inflamados ou com comprometimento pelo acúmulo de placa bacteriana, o que pode acarretar em uma infecção generalizada, até uma implicação maior relacionada as doenças do coração ou derrames, como comprovado pelo estudo citado acima. Assim, cerca de 90% dos cirurgiões dentistas indicam a extração dos terceiros molares, quando comprovada a necessidade do procedimento, é claro.
 
Em nossa opinião esses dentes devem permanecer na boca apenas quando o paciente tiver espaço nas arcadas maxilares e boa higienização. Caso contrário, haverá acúmulo de bactérias que poderá levar a perda inclusive de outros dentes ao lado dos sisos, comprometendo a mordida do paciente (oclusão dentária) e até a estética facial.
 
Fonte Corposaun

Rede pública de saúde no DF terá apenas emergências e UPAs no carnaval

Brasília – A rede pública de saúde do Distrito Federal vai funcionar em esquema de plantão durante os quatro dias de carnaval.
 
A partir de hoje (9) até a próxima terça-feira (12), a população encontrará atendimento durante 24 horas nas emergências dos hospitais e nas unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) de Samambaia, do Recanto das Emas, do Núcleo Bandeirante e de São Sebastião.
 
Os centros de saúde, os ambulatórios dos hospitais e o Programa Estratégia da Família ficam fechados na segunda (11) e na terça-feira.
 
A Secretaria de Saúde informou que todos os serviços oferecidos pela rede pública no DF voltam a funcionar normalmente na Quarta-feira de Cinzas (13), a partir das 14h.
 
Fonte Agência Brasil

Uso da camisinha no carnaval protege contra infecção que causa infertilidade

De acordo com a OMS, ocorrem 92 milhões de novos casos
 da infecção a cada ano
Rio de Janeiro - No período do carnaval as pessoas não devem prescindir do uso da camisinha para se proteger de doenças como a clamídia. Desconhecida do grande público, a doença sexualmente transmissível é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa evitável da infertilidade de homens e mulheres, em todo o mundo.
 
Segundo o presidente regional da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica do Rio de Janeiro, Hélio Magarinos Torres Filho, a doença afeta principalmente as mulheres.
 
De acordo com a OMS, ocorrem 92 milhões de novos casos da infecção a cada ano. A preocupação, acentuou, é que essa doença acomete mais a população jovem. No Brasil, cerca de 10% das jovens na faixa de 15 anos a 24 anos, atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), são identificadas com a doença, de acordo com estudo elaborado em 2011 pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. “Como é uma doença sexualmente transmissível, [a clamídia] ataca mais as pessoas que têm múltiplos parceiros. Por isso, acomete pessoas mais jovens”, disse Magarinos.
 
Especialista em reprodução humana pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e membro da Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida (Redlara), Márcio Coslovsky explicou que a clamídia é um micro-organismo, transmissor de uma bactéria que acomete casais em plena atividade sexual. É uma infecção sem aparência nas meninas. “Não aparece no preventivo, no exame de sangue comum. Não dá ardência, não dá mau cheiro nem dá secreção vaginal exagerada. A pessoa simplesmente não sabe que tem [a doença]”, disse.
 
Hélio Magarinos confirmou que a infecção é pior na mulher porque vem, em geral, sem sintomas. “Na mulher, preocupa um pouco mais por causa disso”. Ele advertiu, contudo, que a clamídia só vai causar infertilidade depois de um tempo de infecção. “Ela começa a sair do útero e vai para as trompas [onde pode causar danos por obstrução ou aderência]. Isso é que pode causar infertilidade na mulher”. A clamídia é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis.
 
Segundo a OMS, a doença responde por 25% das causas de infertilidade, sendo 15% nas mulheres e 10% nos homens. Márcio Coslovsky explica que a doença só é descoberta “anos depois, quando [o casal vai] tentar a gravidez e não consegue”. O tratamento é feito com antibióticos e pode reverter a infertilidade se o diagnóstico é feito em tempo hábil.
 
Magarinos informou que há dois tipos de exames para detectar a clamídia: a pesquisa de anticorpos no sangue, e o de secreções genitais, que é feito por biologia molecular na uretra, no homem, e no colo uterino, na mulher. O exame de secreções captura fragmentos do DNA da clamídia nas amostras.
 
De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, cerca de 2,8 milhões de americanos estão infectados com clamídia e não sabem. Márcio Coslovsky estimou que no Brasil o número pode ser a metade disso, tomando por base a população de jovens na faixa dos 17 aos 26 anos, com vida sexual ativa. Não há números catalogados, entretanto, frisou.
 
Ele recomendou que o exame para detecção de clamídia deve ser feito duas vezes por ano, especialmente por mulheres e homens jovens, com vida sexual ativa. “Já faria muita diferença”. A precaução, insistiu, continua sendo o uso de camisinha, ainda mais nessa época do carnaval.
 
Fonte Agência Brasil

Morre um dos três bebês isolados após interdição de UTI neonatal de hospital em Praia Grande, em São Paulo

São Paulo – Um dos três recém-nascidos internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do Hospital Municipal Irmã Dulce, em Praia Grande, litoral de São Paulo, morreu na noite de quinta-feira (7).
 
A menina era uma das três crianças que estavam isoladas para tratamento após a interdição da UTI neonatal da unidade pela Vigilância Sanitária. A medida foi tomada depois que os recém-nascidos prematuros contraíram uma infecção causada pela bactéria Acinetobacter baumanii.
 
A causa da morte será apurada pelo Serviço de Verificação de Óbito (SVO), para onde o corpo do bebê foi encaminhado. De acordo com o hospital, os exames laboratoriais não demonstraram a presença da bactéria na recém-nascida, que foi isolada porque teve contato com os outros bebês contaminados pela Acinetobacter baumanii durante o período em que esteve na UTI neonatal.
 
O assistente da Diretoria Técnica do Hospital Irmã Dulce, o médico Airton Gomes, ressaltou por meio de nota do hospital que não há relação entre a morte da criança e a bactéria e que os exames apontaram a presença de outro micro-organismo. “Não existe nenhuma relação entre este óbito e colonização pela Acinetobacter [baumanii] multirresistente”, disse.
 
Segundo Gomes, o bebê nasceu no dia 9 de janeiro, com 1,215 quilo, em decorrência de uma infecção urinária da mãe. “Ressaltamos que as crianças prematuras e com baixo peso apresentam elevadas taxas de mortalidade e que esta criança faleceu em decorrência de intercorrências clínicas não relacionadas à supracitada bactéria”, acrescentou o médico.
 
De acordo com o hospital, o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar da instituição tomou todas as medidas e precauções necessárias para impedir contaminações. A UTI neonatal, localizada no térreo, continua interditada para novos atendimentos por tempo indeterminado. Em casos emergenciais, os pacientes serão levados para cinco leitos da UTI pediátrica, no quinto andar.
 
O último boletim médico indicou que, dos dois bebês atualmente internados na UTI neonatal, um apresentou melhora no quadro clínico, mas continua sem previsão de alta médica. O outro permanece em estado grave.
 
A Vigilância Sanitária da cidade informou que aguarda a alta médica dos pacientes para fazer os procedimentos de desinfecção e esterilização do local e dos equipamentos.
 
Fonte Agência Brasil

Ministério da Saúde inicia campanha nacional de prevenção às DST no carnaval de São Paulo

São Paulo – As ações para divulgar a campanha de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DST) do carnaval deste ano terão início na noite de ontem (8), em São Paulo. Com o lema "A Vida É Melhor sem Aids. Proteja-se.
 
"Use Sempre a Camisinha", o Ministério da Saúde pretende chamar a atenção sobre a prevenção, estimulando as pessoas a usarem preservativo durante a relação sexual.
Para o carnaval deste ano, o ministério distribuiu 73 milhões de camisinhas em todo o Brasil. Deste total, 11,9 milhões de camisinhas foram entregues aos municípios paulistas para serem distribuídos para a população durante o carnaval.
 
Para divulgar a campanha, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, estará no Sambódromo do Anhembi, na zona norte da capital, acompanhando a abertura oficial do carnaval paulista, às 20h40. O ministro também irá ao Recife, a Olinda, Salvador e ao Rio de Janeiro.
 
Também durante o carnaval, o ministério vai realizar a campanha Fique Sabendo, em várias cidades do país. Segundo o ministério, a ação visa a aumentar o acesso da população à prevenção e ao diagnóstico oportuno, com a realização de testes para HIV, sífilis e hepatites B e C.
 
As pessoas que receberem o diagnóstico positivo serão encaminhadas para os serviços de referência. Os exames serão feitos em unidades móveis em locais como praças, feiras e eventos e durante o ano todo em ambulatórios e unidades básicas de Saúde.
 
Estima-se que 530 mil pessoas vivam com HIV e aids no país, sendo que 135 mil delas nunca fizeram o teste.
 
Fonte Agência Brasil

Ministério da Saúde anula concurso de residência médica no Rio

Rio de Janeiro – O Ministério da Saúde decidiu anular o processo seletivo de residência médica no Rio de Janeiro, relativo a 2012-2013.
 
A decisão foi anunciada em nota divulgada ontem (8), motivada pela comprovação de “falha na contabilização das notas de 22 candidatos”. Eles teriam tirado nota máxima na prova, o que despertou suspeita de alguma irregularidade no processo, conforme levantado pela Defensoria Pública da União (DPU).
 
Segundo o ministério, “essas medidas foram adotadas para evitar qualquer prejuízo aos 8.140 candidatos que realizaram o concurso”. Ainda de acordo com a nota, foram acionados o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF).
 
O calendário para a realização do novo concurso será anunciado a partir da próxima semana. A empresa colocada em segundo lugar na licitação para realização do concurso será convocada. O concurso oferece 470 vagas para residência médica em seis hospitais federais no Rio de Janeiro, além de institutos especializados e também para unidades estaduais do município de Niterói e da rede privada D´Or.
 
Fonte Agência Brasil

Into bate recorde nacional de cirurgias de quadril em uma semana

Rio de Janeiro - O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), do Ministério da Saúde, concluiu ontem (8) a última cirurgia de quadril, dentro do mutirão iniciado no último dia 4, com o objetivo de reduzir o tempo de espera de centenas de pacientes que precisam de prótese de quadril.
 
Ao todo, foram feitas 107 cirurgias, superando a previsão inicial de 100 pacientes operados em uma semana.

O ortopedista Marco Bernardo Cury disse que foi um recorde nacional. “Nunca se operou em tão pouco tempo uma quantidade de pessoas em uma cirurgia tão complexa”. Segundo Cury, tudo correu bem. “Os pacientes passam bem”. Participaram do primeiro mutirão de quadril no novo prédio do Into, na zona portuária, 40 profissionais, entre os quais sete cirurgiões.
 
O Into está programando o próximo mutirão para pacientes com problemas de coluna, que será efetuado no final deste mês. O número de cirurgias ainda não foi definido.
 
Para marcar as consultas e cirurgias, os pacientes deverão se dirigir às unidades básicas de saúde. O serviço é integrado ao sistema informatizado desenvolvido em conjunto pelo ministério e a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (Sisreg).
 
Fonte Agência Brasil   

Pacientes-robô ajudam em treinamento médico na Escócia

BBC
Tratamento de paciente-robô é gravado para avaliação dos estudantes
Além de aprimorar habilidades médicas, robôs ajudam os recém-formados a treinar em situações de estresse
 
Vítima de um acidente, John está com sérias dificuldades para respirar. Em uma corrida contra o relógio, três médicos estão tentando descobrir o que fazer para salvar a vida dele no Forth Valley Royal Hospital, na localidade escocesa de Larbert. Mas se eles falharem, ninguém morre.
 
Muitos estudantes de medicina treinam com bonecos – a diferença é que John pode não só se comunicar com os médicos que o atendem como também responder ao tratamento segundo a segundo.
 
Ele faz parte de um grupo de novos robôs controlados por avançados sistemas computadorizados que está sendo testado para o treinamento de médicos e enfermeiras no Forth Valley Royal Hospital.
 
A expectativa é de que cerca de 1.000 profissionais de saúde passem pelo centro de treinamento a cada ano. Os estudantes e recém-formados serão filmados durante as simulações e em seguida os vídeos serão analisados para que seu trabalho seja avaliado.
 
Simulação
"Apesar de sermos instruídos sobre o que fazer em todos os tipos de situações médicas, é muito diferente quando você tem o equipamento nas mãos, as pessoas falando com você e as máquinas fazendo barulho. Isso aumenta bastante o estresse do momento", diz a anestesista Donna Fraser. Para ela, os pacientes-robô ajudam os estudantes e recém-formados a aprimorar suas habilidades em um cenário mais próximo da vida real.
 
O robô Reg, por exemplo, tem um coração falso, pode doar sangue e descrever seus sintomas para os médicos. Ele chega a piscar os olhos e geme em situações em que o paciente sentiria dor.
 
Outro boneco simulador, conhecido como Stan, responde a gases anestésicos. No grupo de robôs também há protótipos de uma mulher grávida de um bebê e outra com dois fetos no útero.
 
"O objetivo é ampliar a segurança aos pacientes com uma educação que lança mão dessas simulações", explica o médico Michael Moneypenny, diretor do Centro Escocês de Simulação Clínica.
 
Fonte iG

Sucos para dar energia no Carnaval

Smoothie de tomate com pimenta
Veja quatro receitas com ingredientes que dão uma injeção de ânimo natural na folia
 
O Carnaval começou e você não quer perder nenhum dia para o cansaço? A nutricionista Ariane Machado Pereira, da Naturalis, elaborou quatro receitas de smoothies deliciosos e bem fáceis de fazer, com ingredientes que ajudam a melhorar o ânimo de forma natural. Faça o seu e bom Carnaval!
 
1. Smoothie energético
O gengibre é um estimulante que pode ser uma alternativa ao café. Ele ajuda a dar pique e também a melhorar a imunidade. O gengibre ainda é indicado para enjoos, por estimular o sistema digestivo, e ajuda a emagrecer, pois acelera o metabolismo.
 
Ingredientes: 3 colheres (de sopa) frutas vermelhas variadas, 1 copo de suco de laranja, 1 colher (sobremesa) de mel, 1 colher (chá) de gengibre moído e 3 cubos de gelo.

Preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma mistura homogênea. Sirva em seguida.
 
2. Smoothie Banana Power
O guaraná é ajuda o organismo a evitar a fadiga por conter uma boa quantidade de cafeína. O chocolate é cheio de teobromina, que melhora a capacidade física e carboidratos, fontes importantes de energia. Já a canela contribui para a manutenção dos níveis adequados de glicose no sangue. Além disso, apresenta ação antioxidante e anti-inflamatória.
 
Ingredientes: 1 banana pequena, 1 copo (pequeno) de bebida vegetal de soja ou leite desnatado, 1 colher (chá) de canela em pó, 1 colher (café) de guaraná em pó, 1 colher (sobremesa) de chocolate em pó solúvel.
 
Preparo: Leve os ingredientes ao liquidificador e bata até obter uma mistura homogênea. Sirva em seguida.
 
3. Smoothie refrescante com óleo de coco
O óleo de coco é rico em ácido láurico que ajuda a aumentar o gasto de calorias pelo organismo.
 
Ingredientes: 1 copo de suco de abacaxi natural, ½ xícara (chá) de morangos picados, 1 colher de sobremesa de óleo de coco, cubos de gelo a gosto.
 
Preparo: Bata os ingredientes no liquidificador e sirva em seguida.
 
4. Smoothie de tomate com pimenta
A pimenta é rica em capsaicina, uma substância que aumenta a temperatura do corpo, colaborando para a queima de calorias. Estudos mostraram também que a pimenta estimula a produção de endorfina, afastando assim o desânimo.
 
Ingredientes: 1 copo (pequeno) de suco de tomate, suco de ½ limão, 1 pedaço (pequeno) de pimenta dedo-de-moça, gelo a gosto.
 
Preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva em seguida.
 
Fonte iG