Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!


domingo, 21 de abril de 2013

Estudo analisa uso do Twitter como fonte sobre medicamentos

Foram encontrados tweets citando o uso de antibióticos para
doenças virais, como a gripe ou resfriado, embora os antibióticos
 sejam usados apenas contra doenças causados por bactérias
Rede social divulga informações incorretas sobre modo de uso de remédios
 
Pesquisadores da Universidade de Columbia (EUA) identificaram mais de 52 mil atualizações no Twitter - chamados de "tweets" - mencionando o uso de antibióticos durante um período de quatro meses e meio. O estudo publicado no American Journal of Infection Control mostrou que cerca de 700 tweets continham informações incorretas sobre os medicamentos, principalmente com recomendações erradas de uso.

Foram encontrados tweets citando o uso de antibióticos para doenças virais, como a gripe ou resfriado, embora os antibióticos sejam usados apenas contra doenças causados por bactérias. Outros usuários ofereciam aos seguidores pílulas que sobravam de seu tratamento. Alguns contavam ainda que iam parar de tomar antibióticos antes do término do tratamento, pois já se sentiam melhor. 
 
Embora os sites de redes sociais, e a Internet em geral, estejam tornando as informações sobre saúde à disposição do público mais facilmente, essa contaminação dos dados pode fazer com que mais pessoas façam uso errado de medicamentos e achem desnecessário frequentar o médico.

Ao mesmo tempo, isso pode ser benéfico para o diagnóstico nas clínicas, pois as pessoas estão levando ao consultório o que aprenderam na Internet com os seus médicos para ajudá-los a interpretar o que estão lendo.

Um exemplo disto é o da estudante Carolina Fernandes, de 21 anos. Ela conta que sentia os ouvidos tapados e foi a otorrinolaringologistas três vezes e nenhum deles detectou nada de errado. "O entupimento do ouvido não aparecia nos exames de audição e uma das médicas chegou a dizer que meu caso era um mistério. Coloquei meus sintomas em um site de busca e, através das informações que achei, descobri que eu tinha uma disfunção no ATM, o osso do maxilar. A partir dessa informação procurei um especialista na área, um médico bucomaxilo que confirmou o diagnóstico com um simples aperto nessa região."

Lançado em julho de 2006, o Twitter é uma rede social e serviço de micro-blogging que permite aos usuários postar mensagens de até 140 caracteres. A ferramenta não é encarada só como diversão. A NASA, por exemplo, usa o Twitter para atualizar o status dos vôos de ônibus espaciais. O Twitter atingiu um bilhão de postagens em novembro de 2008
 
Fonte Minha Vida

Respondemos 13 dúvidas sobre a superbactéria KPC

Médico higienizando as mãos
Infecção pode matar e tem se alastrado, fique atento e saiba como se prevenir
 
Desde o ano passado, a superbactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) começou a assustar os pacientes e médicos. De acordo com dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), 24 pessoas infectadas pela superbactéria morreram no Estado de São Paulo desde julho de 2009 - mesmo não se sabendo se todos os casos de morte foram causados pela bactéria. Nesse mesmo período, 70 casos de contaminação foram confirmados.

No Brasil, até o momento, já são 43 mortes associadas à KPC. No Distrito Federal, o número de contaminações é ainda maior - 183 casos, das quais 18 morreram. A KPC já apareceu em vários estados: São Paulo, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina.

A Anvisa prevê multa de R$ 1,5 milhão para farmácias que venderem antibióticos (remédios que atuam principalmente contra bactérias e fungos) sem reter a receita médica. Atualmente, a regra estabelece que o paciente apresente a receita médica, mas ele pode ficar com ela. Isso tudo é para conter o uso indiscriminado desse tipo de medicamento - apontado pelo Ministério da Saúde como um dos fatores do surgimento de organismos resistentes, como a KPC.

Outra resolução da agência obriga clínicas e hospitais a disponibilizarem álcool líquido ou em gel para médicos e enfermeiros limparem as mãos. Mas o que fazer para prevenir-se contra a doença? Quais são os riscos? Confira abaixo 13 dúvidas esclarecidas pela infectologista Ana Cristina Gales, da Unifesp.
 
1 - O que é a bactéria KPC?
KPC não é o nome da bactéria, mas de uma enzima produzida por ela, que é capaz de inativar os antibióticos mais potentes disponíveis para o tratamento de infecções graves, principalmente aquelas adquiridas no ambiente hospitalar.

2 - Ela é chamada de superbactéria? Por quê?

As superbactérias só são assim denominadas quando produzem uma enzima tão potente capaz de inativar a eficácia de outros antibióticos, limitando, assim, as possíveis opções para o tratamento de infecções graves.

3 - A KPC é uma mutação?
Não se trata de uma mutação. "Ninguém sabe ao certo como a primeira dessas bactérias surgiu, mas acredita-se que o uso dos antibióticos do tipo carbapenens, de uso comum, favoreceu sua aparição, mas ninguém sabe a origem do gene, nem como isto ocorreu exatamente", diz a especialista.
 
4 - Qual a velocidade de reprodução dessa bactéria?
As bactérias do emsmo tipo das KPC, geralmente se multiplicam muito rápido, duplicando de número a cada 20 minutos.

5 - Qualquer pessoa pode ser infectada pela KPC? Há grupo de risco?
As pessoas que estão hospitalizadas, ou em contato com ambiente hospitalar têm maiores riscos. "Porém, pacientes hospitalizados em UTI's com doenças debilitantes como câncer ou com transplante, e que receberam antibióticos apresentam maior risco de ser contaminado com a bactéria", diz Ana.

6 - Como ocorre a transmissão entre as pessoas?
A transmissão ocorre por meio do contato direto, como tocar a outra pessoa, ou por contato indireto, por meio do uso de um objeto comum, por exemplo. Assim, é bom evitar tocar superfícies de hospitais, como camas, portas e paredes. Para evitar a maior proliferação, não tome antibióticos por conta própria e siga as orientações médicas. Caso precise entrar em contato com pacientes, lave bem as mãos antes e depois.

7 - A KPC está espalhada nas ruas ou em qualquer ambiente?
Até o momento, as bactérias produtoras de KPC foram observadas somente em pacientes hospitalizados ou que estiveram no ambiente hospitalar. "No ambiente, provavelmente esta bactéria teria menos chance de sobreviver quando "competisse" com outras, pois não criou ainda resistência", explica a médica.

8 - Quais são os maiores riscos?
O maior risco reside na não detecção da superbactéria, o que pode ocorrer com frequência por ser um organismo ainda desconhecido, causando eventual tratamento inadequado do paciente, o que aumenta as chances de morte do paciente.

9 - Como é feito o diagnóstico?
Existem testes especiais feitos caso o paciente apresente sinais e sintomas de infecção urinária, por exemplo. O médico irá solicitar exames urina e o antibiograma, que é o teste realizado para confirmar se a bactéria é sensível ou resistente a determinado antibiótico. "Por outro lado, se quero saber se um paciente está contaminado com a bactéria porque está ao lado de um paciente infectado por esta bactéria ou colonizado (que tem a bactéria no organismo, mas não apresenta infecção), solicitamos a realização de outro exame, o swab retal (introdução de um "cotonete"), para que seja avaliado se há o crescimento desta bactéria", afirma a especialista.

10 - Quais procedimentos devem ser adotados se houver o diagnóstico positivo?
Independentemente de o paciente estar infectado ou colonizado no ambiente hospitalar, ele será isolado em um quarto, as visitas serão restringidas, os profissionais da área saúde que o atenderem usarão medidas de barreira como avental e luvas que deverão ser desprezados antes de saírem do quarto do paciente. Se possível, estes profissionais não deverão prestar atendimento a pacientes não infectados ou colonizados, para não contaminá-los também.

11 - Como é o tratamento?
A maioria das amostras de KPC encontradas até agora são sensíveis aos antibióticos como aminoglicosídeos, polimixinas e tigeciclinas. "Porém, existe o risco de a bactéria desenvolver resistência a estas drogas, ou de o gene ser adquirido por uma espécie bacteriana que é naturalmente resistente à tigeciclina ou às polimixinas", diz Ana.

12 - Os hospitais devem fazer exames específicos nas pessoas em geral?
Não, uma vez que não existem casos de infecção fora dos quadros de risco descritos no país.

13 - Como posso me prevenir?
A lavagem das mãos, com sabão ou álcool gel, é a medida mais simples, mais barata e mais eficaz no controle da disseminação de das bactérias. Além disso, os profissionais de saúde devem manter todo o protocolo de medidas preventivas.
 
Fonte Minha Vida

Evite os nove maiores erros ao tomar remédios orais

mulher com comprimido na língua - Foto: Getty Images
Assim como não é recomendada a ingestão de medicamentos
 com outros líquidos que não sejam água, tomá-lo a seco
também pode trazer malefícios
Misturar com álcool ou triturar o comprimido comprometem eficácia da medicação
 
Desde 2009, a Anvisa estabeleceu que todos os remédios devem ser acompanhados da bula do paciente, além da bula técnica já comum nos produtos.
 
Na bula do paciente, deve ser especificada a forma como ele deve ser ingerido e seus riscos específicos de forma clara e objetiva.
 
No entanto, ainda existem muitas dúvidas sobre a melhor maneira de tomar uma medicação e outras crenças tão comuns que sequer são colocadas em dúvida - e muitos desses hábitos podem não só interferir na eficácia do medicamento, como também prejudicar seu organismo.
 
Confira os erros mais comuns na hora de ingerir uma medicação:
 
leite e remédio - Foto: Getty ImagesTomar o medicamento acompanhado de líquidos com sabor
O líquido mais indicado para acompanhar a ingestão de todos os tipos de medicamentos é a água. "Isso porque algumas medicações desencadeiam reações químicas quando ingeridas com sucos, leite, refrigerantes, chás ou café, que podem comprometer sua eficácia", explica a clínica geral Fernanda Galvão, da Amil, em Brasília. De acordo com a especialista, um bom exemplo são os antibiótico com tetraciclina na composição - essa substância reage na presença de cálcio, e portanto tem sua eficácia comprometida se ingeridos com leite.

Outra combinação perigosa e muito conhecida é remédio e bebidas alcoólicas. "O álcool pode tanto potencializar quanto neutralizar os efeitos de um medicamento, em alguns casos ativando enzimas que transformam o remédio em substâncias tóxicas para o organismo", alerta a clínica geral Fernanda. Por isso, na dúvida, sempre tome seus medicamento acompanhados de água apenas.
 
antiácido - Foto: Getty ImagesMisturar com antiácidos
Os antiácidos também interferem na absorção de medicamentos, para mais ou para menos, dependendo da interação. "Além de deixar o estômago com pH alcalino - muitos remédios precisam da acidez gástrica para serem aproveitados - os antiácidos podem conter alumínio, que se ingerido com medicamentos que contenham citrato de cálcio podem atingir níveis tóxicos no sangue, sendo perigosos principalmente para os rins, que podem ter seu funcionamento afetado e até sofrer graves consequências", explica a hepatologista Marta Deguti, do Centro de Referência em Gastroenterologia do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.
 
mulher com comprimido na língua - Foto: Getty ImagesIngerir o comprimido sem beber água
Assim como não é recomendada a ingestão de medicamentos com outros líquidos que não sejam água, tomá-lo a seco também pode trazer malefícios. "Existe o risco da medicação ficar parcialmente retida no esôfago, podendo haver irritação na mucosa em que o comprimido se prendeu", explica a hepatologista Marta. Além disso, um pouco da dose da medicação é perdida, já que passa a ser absorvida enquanto está retida. "Um exemplo muito sério é o alendronato, usado no tratamento da osteoporose, que pode causar, se retido no esôfago, até mesmo perfuração do órgão", alerta a especialista. Por isso, deve-se sempre ter muito cuidado com as medicações, seguir as orientações do seu médico e tirar dúvidas tanto com ele quanto com o farmacêutico devidamente habilitado.
 
cápsula aberta - Foto: Getty ImagesRetirar o conteúdo da cápsula
Muitas pessoas optam por abrir a cápsula do medicamento e ingerir apenas o pó, para tornar o processo de deglutição mais simples. No entanto, essas cápsulas são concebidas com a função de proteger a mucosa da boca e do esôfago do contato com a medicação, para que ela possa agir de forma lenta, garantindo sua eficácia. ?Para alguns remédios, a remoção da cápsula pode ter consequências como dor no tórax, vômitos e esofagite?, diz a hepatologista Marta.
 
comprimidos - Foto: Getty ImagesTriturar o comprimido para facilitar a digestão
Com a justificativa de facilitar a deglutição, também é comum as pessoas triturarem o comprido ou cortá-lo ao meio, prática que também pode interferir na absorção pelo organismo. Segundo as especialistas, os únicos comprimidos que podem ser cortados ao meio são aqueles que possuem uma linha no meio, desenhada inclusive para facilitar o corte. "Fora isso, os medicamentos devem ser ingeridos inteiros, da maneira como vieram na cartela", diz a clínica geral Fernanda. Os problemas nesse caso são muito parecidos com o de ingerir o remédio fora da cápsula - o corpo irá absorvê-lo mais rápido do que deveria, levando a uma intoxicação. "O desenho do comprimido foi feito para facilitar a ingestão da quantidade necessária de medicamento e o contato do comprimido com o ácido gástrico deve dissolvê-lo e quebrá-lo em partículas que serão absorvidas", afirma a hepatologista Marta. "Se houver maior dificuldade para ingerir o comprimido, converse com o seu médico para buscar formulações alternativas."
 
mulher colocando remédio em gotas na colher - Foto: Getty ImagesIngerir o medicamento em gotas a seco
"As medicações em gotas também são melhor absorvidas quando diluídas em água, em vez de pingadas direto na língua ou dadas em colher", explica Fernanda Galvão. Como geralmente são prescrições pediátricas, essas já são fabricadas com sabor e aroma diferentes para facilitar a ingestão pelas crianças. Devemos lembrar que os medicamentos devem ser diluídos preferencialmente em água. "O risco da diluição em outras bebidas é principalmente a perda da eficácia terapêutica", diz Fernanda.
 
remédios e relógio - Foto: Getty ImagesTomar a medicação fora do horário
As atividades do organismo variam ao longo do dia de acordo com nosso relógio biológico, e cada medicamento é estudado minuciosamente em relação ao tempo que leva para ser absorvido, o tempo de duração do efeito e modo como é eliminado do corpo de acordo com essas atividades fisiológicas. "Por isso, atrasar ou adiantar o horário do medicamento pode reduzir a eficiência e até mesmo provocar efeitos colaterais", afirma a clínica geral Fernanda. A hepatologista Marta alerta para os antibióticos e antidiabéticos, que podem trazer consequências mais sérias. "Se a pessoa está tomando antibióticos e atrasa um período inteiro, a bactéria pode tornar a se multiplicar e criar resistência ao antibiótico, já no caso de antidiabéticos, os níveis de açúcar do sangue podem subir ou descer demais, o que pode resultar até mesmo em coma", diz.
 
prato com comprimidos e comida - Foto: Getty ImagesPreste atenção nas interações com alimentos
Muitos medicamentos devem ser ingeridos em jejum porque eles necessitam do ambiente mais ácido do estômago para que sejam melhor absorvidos. "Já outros são absorvidos com mais eficácia na presença de alimentos, ou são menos agressivos ao estômago quando tomados desta maneira", explica a clínica geral Fernanda. A especialista afirma que existem também substâncias que possuem interação com determinados tipos de alimentos, formando um complexo que o organismo não consegue absorver, diminuindo ou até mesmo neutralizando a ação do medicamento. Por conta disso, o ideal é perguntar ao médico e sempre seguir as instruções da bula.
 
mulher em consulta médica - Foto: Getty ImagesNão avisar seu médico que toma anticoncepcional
No geral, não existem grandes restrições na mistura de remédios com anticoncepcionais. Mas é preciso estar atenta, pois existem combinações que reduzem a eficácia do anticoncepcional ou da outra medicação. A hepatologista Marta cita alguns exemplos: "Remédios para micose de unha e candidíase, antibióticos, medicações para epilepsia e para tratamento de tuberculose podem reduzir a eficácia do anticoncepcional', diz. Além disso, o contraceptivo pode diminuir a eficácia da aspirina, AAS ou de calmantes, e pode também potencializar os efeitos do Diazepan, da cafeína, dos corticoides e de alguns antidepressivos.
 
Fonte Minha Vida

11 atitudes que facilitam a consulta médica

Agendar consulta com antecedência e levar histórico familiar ajudam no diagnóstico
 
É muito comum pensarmos que uma visita de rotina ao médico ou mesmo uma consulta para checar alguns sintomas não é grande coisa, que basta chegar ao consultório e dizer o que está sentindo para que o médico faça o diagnóstico. No entanto, o paciente pode adotar uma série de atitudes que não só facilitam a consulta médica, como também ajudam o médico a chegar a um diagnóstico mais preciso e evitar a prescrição de remédios ou tratamentos que atrapalhem o tratamento.
 
Veja as dicas dos especialistas e saiba o que levar na próxima consulta:
 
mulher falando ao telefone - Foto: Getty ImagesAgende a consulta com antecedência
Marcar a consulta com antecedência é necessário quando a agenda do médico é muito cheia, o que é muito comum. "Deixar para agendar uma consulta de última hora pode atrasar um diagnóstico e até mesmo um tratamento eficaz", diz o clínico geral Flávio Arruda, do Hospital Alvorada Brasília.
 
homem falando com o atendente do consultório - Foto: Getty ImagesChegue ao consultório antes do horário marcado
Assim como é preciso agendar uma consulta com antecedência, é importante chegar ao consultório pelo menos 10 minutos antes do horário marcado. "Esses minutos ficam reservados para o paciente falar ao atendente do consultório, hospital ou centro médico seus dados pessoais e do convênio, para que seja feito o prontuário", explica Flávio Arruda. Ele diz que esses 10 minutos evitam que a sua consulta atrase, atrasando a entrada de todos os outros pacientes.
 
médico lendo lista de exames de uma senhora - Foto: Getty ImagesLeve os exames anteriores
Para uma consulta médica, é importante sempre levar os exames já realizados, pois facilita e orienta melhor o médico em relação ao diagnóstico. "Além disso, evita que o médico solicite novamente exames que já foram realizados, o que facilita tanto o paciente quanto a operadora de saúde", explica o clínico geral Flávio.
 
caixa de remédios - Foto: Getty ImagesFaça uma lista com os medicamentos que você toma
De acordo com o hematologista Sandro Melim, do laboratório Pasteur, em Brasília, é de suma importância o paciente levar uma lista com todas as medicações que ele faz uso, juntamente com a dosagem. "Isso ajuda o médico a avaliar se é preciso ajustar a dose, suspender ou adicionar à rotina do paciente determinado remédio", diz. Outra vantagem de levar a lista é avaliar as drogas que não podem ser prescritas juntas, pois uma pode alterar o efeito da outra.
 
mulher conversando com a médica - Foto: Getty ImagesInforme o seu histórico familiar médico
Diabetes, hipertensão, alguns tipos de câncer - como o de mama e o de intestino - e outras doenças têm uma alta incidência em pessoas com histórico familiar. "Por esse motivo, deve-se sempre informar ao médico qualquer ocorrência de doenças na família, principalmente em parentes de primeiro grau, pois os riscos de a pessoa apresentar a doença são maiores", explica o clínico geral Flávio.
 
homem escrevendo uma receita - Foto: Getty ImagesLeve os seus diagnósticos anteriores
Assim como o histórico familiar, o histórico particular também é importante para que o médico possa analisar melhor o paciente. Você deve sempre contar se tem qualquer doença crônica ou alergia. "A partir dessas informações e do exame físico completo é que se inicia a formação de uma hipótese diagnóstica", afirma Sandro Melim.

Além disso, algumas doenças aparecem com sintomas isolados ao longo de anos. "Por isso, é importante que o médico saiba de todos os problemas que a pessoa já tenha apresentado, como fraturas, anemias, infecções e outros", completa o hematologista. Notificar sobre alguma alergia também é importante para que o médico faça a prescrição do medicamento mais adequado.
 
médico aferindo a pressão de um paciente - Foto: Getty ImagesUse roupas confortáveis
O paciente deve sempre ir com roupas confortáveis e que sejam fáceis de retirar, caso seja necessário trocá-las ou tirar alguma peça para realizar algum exame. "Além disso, o uso de alguns tecidos ou roupas muito apertadas pode dificultar e até mesmo alterar o resultado de alguns procedimentos, como aferir (medir) a pressão", diz o clínico geral Flávio.
 
casal de idosos conversando com uma médica - Foto: Getty ImagesQuando levar acompanhante?
Pacientes idosos e menores de idade devem sempre ir à consulta com algum responsável, pois estes podem não ter o discernimento ou conhecimento para seguir as orientações do médico. "Nos outros casos, a escolha de um acompanhante fica a critério do paciente, não devendo ser mais de um, para não atrapalhar a consulta", diz Flávio Arruda.
 
mulher escrevendo uma lista - Foto: Getty ImagesDiga ao médico o que você está sentindo
Fazer uma lista dos sintomas que você tem facilita muito o diagnóstico médico. Segundo Flávio Arruda, nessa lista deve estar a data aproximada de quando os sintomas começaram; a localização da dor, se for o caso; fatores que causam, agravam e aliviam os sintomas; tempo de duração das sensações e fatores associados ao sintoma. "Se o paciente souber todas essas informações, a consulta médica ficará muito mais completa", afirma o clínico geral.
 
consulta médica - Foto: Getty ImagesNão esconda informações
Nunca devemos esconder nada do médico, mesmo que a informação pareça pouco importante. "Qualquer informação pode alterar por completo o diagnóstico e levar o médico a acreditar que está fazendo o melhor para o paciente, quando na verdade pode piorar ainda mais o problema", explica Sandro Melim. O especialista lembra que existe o sigilo médico-paciente que é inviolável - todas as informações passadas ao médico não sairão do consultório.
 
consulta médica - Foto: Getty ImagesNão saia do consultório com dúvidas
"O paciente não deve sair com dúvida do consultório em hipótese alguma, por mais boba ou insignificante que essa dúvida possa parecer", explica Sandro Melim. O especialista afirma que sempre deve ficar claro para o paciente o seu diagnóstico e o tratamento para que ele possa entender qual é a gravidade de sua doença e como deve proceder. "Caso o paciente saia de lá com uma receita médica, ele deve se certificar de que entendeu o nome do medicamento e quais são as dosagens, para não haver confusão", completa.
 
Fonte Minha Vida

Metabolismo dos adultos de hoje é pior que das gerações passadas

Magnésio - Foto Getty Images
Uma alimentação deficiente em magnésio não só deixa o
metabolismo mais lento, como também pode favorecer o acúmulo
 de gorduras e a má utilização das proteínas ingeridas
Estudo mostra que corpo fica mais suscetível à obesidade e doenças relacionadas
 
O metabolismo dos adultos de hoje não é tão saudável do que o dos adultos das gerações passadas, de acordo com um novo estudo do Dutch National Institute for Public Health and the Environment, na Holanda. Isso significa que os adultos agora são mais propensos a desenvolver obesidade e problemas como colesterol alto e hipertensão. O trabalho foi publicado dia 15 de abril no European Journal of Preventive Cardiology.

A pesquisa incluiu dados de 6.377 pessoas que faziam parte do Doetinchem Cohort Study, também na Holanda. As pessoas tiveram o seu colesterol, peso corporal e pressão arterial avaliados a partir do ano de 1987, e foram acompanhados novamente seis, 11 e 16 anos mais tarde.

s pesquisadores descobriram que, para todos os participantes do estudo, o excesso de peso, obesidade e pressão arterial elevada ficaram mais comuns com o passar do tempo. Mas, além disso, eles também notaram que os indivíduos que nasceram mais tarde sofreram essas condições mais cedo, quando comparados com as pessoas que nasceram 10 anos antes.

Os autores afirmam que a idade média para a prevalência de obesidade em nossa geração é 40 anos, ao passo que as gerações anteriores sofriam com esse problema mais comumente aos 55 anos. Segundo os pesquisadores, esses resultados indicam que esta nova geração está 15 anos à frente da geração mais velha e será exposta aos malefícios da obesidade por mais tempo.

Especificamente, 40% dos homens que estavam em seus 30 anos na primeira análise de fatores de risco metabólicos foram consideradas acima do peso. Mas quando os pesquisadores analisaram os dados de 11 anos após essa análise, 52% da nova geração de homens na faixa dos 30 foram considerados com sobrepeso.

Os cientistas afirmam que os hábitos alimentares e de atividade física, além da exposição ao estresse, podem estar tornando o metabolismo das pessoas menos eficiente, aumentando o risco de obesidade. Além disso, a exposição maior da obesidade ao longo da vida aumenta, e como consequência haverá mais idosos no futuro com patologias relacionadas com o excesso de peso, como diabetes e doenças cardiovasculares.

Acelere seu metabolismo
É importante entender que o metabolismo nada mais é do que a forma como nosso organismo processa as calorias que ingerimos. Enquanto se é jovem, o metabolismo é rápido. Por isso, na adolescência, muitos comem sem parar e continuam magros, mesmo depois de um pacote inteiro de bolacha recheada, por exemplo. Depois dos 30, entretanto, a coisa pega. Principalmente nas mulheres, cujo organismo tem mais tecido gorduroso e esse é o grande problema: as células de gordura queimam menos caloria que as de músculo, a conhecida massa magra. Para não deixar o metabolismo ficar lerdo, as dicas são muitas, da alimentação à prática de exercícios.
 
Confira as dicas a seguir: 
 
Magnésio - Foto Getty ImagesMagnésio no cardápio
O magnésio é um mineral importante que participa de quase todas as ações metabólicas. "Cerca de 300 sistemas enzimáticos dependem da presença de magnésio", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.

Uma alimentação deficiente em magnésio não só deixa o metabolismo mais lento, como também pode favorecer o acúmulo de gorduras e a má utilização das proteínas ingeridas.

Fontes de magnésio: castanhas, folhas verde-escuras, figo, beterraba, leite e derivados.
                   
potássio - Foto Getty ImagesComa mais potássio
O potássio é um elemento que está presente em maior concentração nas células musculares e nervosas. Ele é responsável por manter o nosso corpo hidratado, pela contração muscular e pelo funcionamento cardíaco, além de participar da transmissão dos impulsos nervosos.

De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, é por conta dessas funções que uma dieta pobre em potássio pode favorecer o mau funcionamento do metabolismo humano, provocando desordens endócrinas e metabólicas, como secreção reduzida de insulina, intolerância a carboidratos, retardo no crescimento e síntese reduzida ou alterada dos hormônios aldosterona, que regula as quantidades de sódio e potássio em nosso sangue, e prostaglandinas, que tem função reprodutiva e de controle da pressão sanguínea, da função renal, da formação de trombos, dos processos inflamatórios, do fluxo sanguíneo e controle também de alguns processos patológicos.

Fontes de potássio: banana, laranja, uva, kiwi, melão, maracujá.
 
gordura insaturada - Foto Getty ImagesGorduras boas para o organismo funcionar
"As gorduras são fundamentais para o metabolismo porque retardam a digestão do carboidrato e permitem que a energia seja gasta de forma mais homogênea", afirma a nutricionista Roseli Rossi. Porém, é importante escolher o tipo certo de gordura, no caso, as insaturadas. Essas, sim, ajudam o metabolismo a funcionar melhor, além de limpar as artérias.

São fontes de gordura insaturada: castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoa, amendoim, nozes, pinhão, pistache, azeite de oliva extra virgem, abacate, semente de abóbora, gergelim e girassol.
 
proteínas e fibras - Foto Getty ImagesProteínas e fibras
O nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz, explica que esses dois nutrientes são campeões quando o assunto é manter o metabolismo funcionando. Pelo fato de gastarem mais energia para serem digeridos, fazem o metabolismo trabalhar mais. Além disso, os dois proporcionam uma maior sensação de saciedade. No caso das fibras, prefira as fibras solúveis, pois são elas que auxiliam mais efetivamente no bom funcionamento do metabolismo.

Fonte de proteínas: carnes, leite e derivados.

Fonte de Fibras solúveis: polpa de frutas e farelo de cereais
 
frutas secas - Foto Getty ImagesInvista nas frutas secas
Elas são ótimas fontes de energia e, por isso, ajudam a manter o metabolismo funcionando. Sem contar que, por darem mais energia, nos deixam mais animados para fazer tarefas do dia a dia e exercícios físicos, tão importantes para o bom funcionamento do metabolismo.

O ideal é consumi-las nos lanches da tarde ou antes da atividade física. Usá-las para incrementar as saladas e outros pratos quentes também é uma ótima pedida.
 
pimenta - Foto Getty ImagesAposte nos termogênicos
Alimentos termogênicos são aqueles que têm o poder de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura.

A nutricionista funcional Luciana Harfenist alerta para o fato de que crianças, gestantes e pessoas com cardiopatias, hipertensão, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar desses alimentos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.

Dentre os alimentos termogênicos, podemos destacar a pimenta vermelha, o chá verde e a canela.
 
mercado - Foto Getty ImagesVarie o cardápio
Comer sempre a mesma coisa, além de ser muito chato e monótono, não ajuda em nada o seu metabolismo. Consumir a mesma quantidade de calorias todos os dias ou os mesmos alimentos nas refeições faz com que o seu corpo se acostume a receber aquela quantidade de energia, se acomodando.

"Introduzir alimentos sempre diferentes é necessário para contemplar maior riqueza de nutrientes, células com maior capacidade de gerar energia e, consequentemente, um metabolismo mais ativo", diz a nutricionista Roseli Rossi.
 
frutas e relógio - Foto Getty ImagesComa de três em três horas
Se você fica mais do que três horas sem comer nada, seu organismo começa a diminuir a velocidade de funcionamento para poupar energias e proteger funções vitais do seu corpo. Ou seja: o metabolismo fica mais lento. Por isso, é de extrema importância fazer pequenos lanches entre as refeições principais.
 
salada e proteína - Foto Getty ImagesColoque mais do que salada no prato
Apesar de serem muito nutritivas e de baixa caloria, quando comemos apenas uma salada de folhas e mais nada no prato, estamos na verdade sabotando a refeição e freando nosso metabolismo. De acordo com o nutrólogo Celso Cukier, isso acontece por conta da baixa quantidade de substâncias a serem digeridas. "O ideal é fracionar as refeições e deixá-las balanceadas", completa.

Por isso acrescente ao seu prato alimentos fonte de proteínas (frango, peixe, ovos), gorduras boas (azeite, castanhas, linhaça) e carboidratos complexos (aveia, torradas integrais). Eles deixarão sua refeição muito mais interessante e farão seu metabolismo trabalhar melhor.
 
subir escadas - Foto Getty ImagesMexa-se!
Se você é da turma que morre de preguiça só de pensar em fazer exercícios no clima frio do inverno, saiba que qualquer atividade conta para acordar o seu metabolismo. Use as escadas, aposente o controle remoto e desça do ônibus ou estacione o carro um pouco mais longe do lugar que pretende ir. Ponha-se em movimento sempre que possível e colha os benefícios!
 
Fonte Minha Vida

Menina indiana com crânio hipertrofiado está bem, mas operação será difícil, diz médico

Indiano de 18 anos segura sua filha de um ano e seis meses no colo
Aridam Day/AFP
Problema comoveu leitores do mundo todo que criaram um fundo para ajudar a causa
 
Uma menina indiana de 18 meses que sofre de hidrocefalia e cuja situação provocou uma onda de solidariedade internacional se encontra bem, mas a gravidade de sua doença complica o tratamento, declarou o neurologista que cuida do caso, Sandeep Vaishya.
 
Roona Begum sofre de uma grave anomalia neurológica em que há aumento do volume dos espaços que contém líquido cefalorraquidiano e que provoca pressão sobre o cérebro.
 
A divulgação de fotografias tiradas por um fotógrafo da AFP no início de abril comoveu leitores no exterior e um site baseado na Noruega foi criado para lançar uma campanha de angariação de fundos.
 
A criança, cujos pais são muito pobres, está sendo tratada por um prestigiado neurocirurgião indiano, que trabalha em um hospital privado do grupo Fortis Healthcare, próximo de Nova Delhi.
 
—A menina está bem agora. Mas seu caso é muito difícil e, no momento, estamos analisando as melhores opções.
 
O procedimento habitual para este tipo de doença é drenar o excesso de líquido para fora do cérebro e dirigi-lo para outras partes do corpo, onde é absorvido pelo sangue.
 
Mas no caso desta menina, o tamanho da cabeça em relação ao corpo faz com que seja uma operação muito delicada, segundo o médico.
 
—Sua cabeça é várias vezes maior do que a circunferência de sua barriga, por isso é preciso avaliar a quantidade de líquido que o corpo pode absorver se colocado um "dreno craniano".
 
A menina vive no estado de Tripura (nordeste) com seus pais, que são muito pobres para pagar a hospitalização e tentar uma operação. A cabeça, que tem uma circunferência de 91 centímetros, é duas vezes maior do que o normal, o que impede a menina de ficar pé ou engatinhar.
 
O site, com base na Noruega, começou a receber doações no início de abril e nesta sexta-feira contava com cerca de R$ 68 mil. O fundador do site, Jonas Borchgrevink, de 22 anos, lançou esta iniciativa com uma amiga, Nathalie Krantz, depois de ter visto as fotos de Roona na internet.
 
Fonte R7

ONG faz campanha para divulgar tratamento para lábio leporino

Aproximadamente 4 mil crianças nascem por ano no Brasil com esse problema
 
A ONG (organização não governamental) Smile Train lançou uma campanha de divulgação sobre tratamento de fissuras labiopalatais (também conhecidas como lábio leporino) em crianças. A ação está ocorrendo em todo o País por meio do site www.smiletrainbrasil.com, das redes sociais e de parceiros.
 
O problema ocorre quanto o desenvolvimento do bebê é incompleto durante a gestação e ele permanece com uma abertura no lábio ou no palato (céu da boca). A fissura também pode ocorrer simultaneamente no lábio e no palato.
 
Os objetivos da campanha são fazer com que as pessoas saibam que existe tratamento para a fissura e aumentar em 20% o número de cirurgias corretivas no Brasil. Aproximadamente 4 mil crianças nascem por ano no país com esse problema, porém apenas a metade consegue passar pelo procedimento cirúrgico.
 
Segundo a gerente do programa Smile Train Brasil, Mariane Góes, a expansão dessa campanha é “fundamental para proporcionar às pessoas que sofrem com fissura labiopalatal as mesmas oportunidades de uma pessoa sem esse problema”.
 
No Brasil desde 1999, a Smile Train auxilia na realização de cirurgias gratuitas para tratamento de fissuras labiopalatais e também monitora o resultado pelo acompanhamento de especialista de diversas áreas – como fonoaudiólogos, dentistas, ortodontistas e otorrinolaringologista.
 
A ONG alcançou no ano passado o total de 13,5 mil cirurgias em parceria com cirurgiões e hospitais espalhados pelos estados do Pará, do Maranhão, do Piauí, do Ceará, da Paraíba, de Pernambuco, da Bahia, de Mato Grosso, de Goiás, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná e do Rio Grande do Sul.
 
Fonte R7

Operadoras de planos de saúde deverão fornecer bolsa coletora aos pacientes, diz ANS

Bolsa coletora de urina
De acordo com o regulamento, empresas também deverão dar a proteção para a pele
 
A partir de maio de 2013, as operadoras de planos de saúde deverão fornecer bolsas coletoras intestinais ou urinárias para os seus beneficiários que utilizam o material. A medida foi publicada nesta sexta-feira (19) pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
 
A norma prevê também o fornecimento de equipamentos de proteção e segurança utilizados conjuntamente com as bolsas coletoras, como as barreiras protetoras de pele. A solicitação do material deverá ser feita à operadora por meio de relatório médico.
 
A norma foi desenvolvida pelo grupo técnico que está revisando o rol de procedimentos e eventos em saúde e passa a fazer parte da cobertura mínima obrigatória dos planos. Fazem parte deste grupo representantes do setor de saúde suplementar, como órgãos de defesa do consumidor, operadoras de planos de saúde, associações de profissionais da área da saúde e representantes de beneficiários.
 
De acordo com a Anvisa, cerca de 34 mil pessoas no Brasil utlilizam bolsas coletoras. Há uma variedade de condições para as quais estas bolsas podem ser indicadas, como: câncer, doença de chagas, doença de drohn, má formação congênita, trauma abdominal, doenças neurológicas e outras.
 
As bolsas coletoras podem ser necessárias provisória ou permanentemente.
 
Segundo André Longo, diretor-presidente da ANS, no desenvolvimento da norma, a ANS se preocupou também em evitar complicações devidas ao procedimento.
 
— Portanto, as operadoras serão orientadas a informar ao paciente quanto ao uso e auto-cuidado.
 
onte R7

Refrigerantes: Um Problema para os Dentes

Alguns adolescentes chegam a beber 12 refrigerantes por dia
Os refrigerantes são uma das fontes mais importantes de cárie dental presentes na dieta
 
Nas diversas regiões do Brasil, as pessoas usam palavras diferentes para identificar um refresco adocicado e gaseificado — o refrigerante. Porém, não importa o nome que se use, trata-se de algo que pode provocar sérios problemas de saúde bucal.
 
Os refrigerantes destacam-se como uma das fontes mais importantes de cárie dental presentes na dieta, atingindo pessoas de todas as idades. Ácidos e subprodutos acidíferos do açúcar presente nos refrigerantes desmineralizam o esmalte dental, contribuindo para a formação das cáries. Em casos extremos, o esmalte desmineralizado combinado com escovação inadequada, bruxismo (hábito de ranger os dentes) ou outros fatores pode levar à perda dental.
 
Bebidas sem açúcar, que respondem por apenas 14 porcento do consumo total de refrigerantes, são menos prejudiciais1. Entretanto, elas são acidíferas e têm potencial para causar problemas.
 
Está-se Bebendo Cada Vez Mais
O consumo de refrigerantes nos Estados Unidos aumentou drasticamente em todos os grupos demográficos, especialmente entre crianças e adolescentes. O problema é tão grave que autoridades de saúde como a American Academy of Pediatrics começou a alertar sobre os perigos.
 
Quantas crianças em idade escolar bebem refrigerantes? Estimativas variam de uma em cada duas à quatro em cada cinco consumindo pelo menos um refrigerante por dia. Pelo menos uma em cada cinco crianças consome um mínimo de quatro porções por dia.2
 
Alguns adolescentes chegam a beber 12 refrigerantes por dia.
 
Porções maiores agravam o problema. De 180 ml na década de 80, o tamanho do refrigerante aumentou para 570 ml na década de 90.
 
Crianças e adolescentes não são as únicas pessoas em risco. O consumo prolongado de refrigerantes tem um efeito cumulativo no esmalte dental. Conforme as pessoas vivem mais, mais pessoas terão probabilidade de apresentar problemas.
 
O Que Fazer
Crianças, adolescentes e adultos podem se beneficiar com a redução do número de refrigerantes que consomem, e também com as terapias bucais disponíveis.
 
Eis algumas medidas que você pode tomar:
 
- Substitua o refrigerante por bebidas diferentes: Tenha na geladeira bebidas que contenham menos açúcar e ácido, como água, leite e suco de fruta 100% natural. Ingira essas bebidas e estimule seus filhos a fazer o mesmo.

- Enxágüe a boca com água: Depois de consumir um refrigerante, faça um bochecho com água para remover vestígios da bebida que possam prolongar o tempo que o esmalte fica exposto aos ácidos.

- Use creme dental e solução para bochecho com flúor: O flúor reduz as cáries e fortalece o esmalte dental, portanto escove com um creme dental que contenha flúor, como o Colgate Total® 12. Fazer bochechos com uma solução com flúor também pode ajudar. Seu dentista pode recomendar um enxaguatório bucal que você compra na farmácia ou supermercado ou prescrever um mais concentrado dependendo da gravidade do seu problema. Ele também pode prescrever um creme dental com maior concentração de flúor.
 
- Faça aplicação de flúor com o profissional: Seu dentista pode aplicar flúor na forma de espuma, gel ou solução.Os refrigerantes são implacáveis com seus dentes. Reduzindo a quantidade que você ingere, praticando uma boa higiene bucal e buscando ajuda com seu dentista e higienista, você pode neutralizar seus efeitos e usufruir de uma saúde bucal melhor.

1 Harnack L, Stang J, Story M. Soft drink consumption among US children and adolescents: Nutritional consequences. Journal of the American Dietetic Association 1999;99:436-444.

2 Gleason P, Suitor C. Children s diets in the mid 1990s: Dietary intake and its relationship with school meal participation. Alexandria, VA: US Department of Agriculture, Food and Nutrition Service, Office of Analysis, Nutrition and Evaluation;2001.

3 Brimacombe C. The effect of extensive consumption of soda pop on the permanent dentition: A case report. Northwest Dentistry 2001;80:23-25.
 
Fonte Colgate-Palmolive

Os pets e as doenças

Perigo: crianças e idosos devem evitar dormir na mesma
cama com seus pets
Animais domésticos podem transmitir doenças a seus donos, mesmo sendo bem cuidados. Confira dicas para evitar isso
 
Você deve pensar duas vezes antes de se aconchegar na cama com seu animalzinho de estimação. Um novo relatório publicado na edição de fevereiro da revista especializada Emerging Infectious Diseases informa que animais aparentemente saudáveis podem transportar parasitas, bactérias e virus causadores de doenças que podem levar à morte quando transmitidas ao homem.
 
Das 250 zoonoses – infecções transmitidas entre os animais e o homem – mais de 100 são derivadas de animais domésticos, diz o veterinário Bruno Chomel, professor de zoonose da Escola de Veterinária da Universidade da California e um dos autores do relatório.
 
Mesmo que a transmissão de doenças seja baixa em comparação ao número de pessoas que dormem com seus animais na cama – mais da metade de todos os americanos que têm um bicho de estimação – Chomel diz que ainda assim existem riscos.
 
“Dormir com o animal na cama não é uma boa idéia”, disse ele.
 
Um exemplo disso foi o que aconteceu com uma mulher de 69 anos que tinha passado por uma cirurgia do quadril e dormiu com seu cãozinho na mesma cama. O animal lambeu o local da incisão da cirurgia e a mulher teve uma meningite. Outro incidente envolveu um garoto de 9 anos de idade que foi infectado por peste, infecção bacteriana que pode causar a morte, ao dormir com seu gato infestado por pulgas.
 
Segundo dados do relatório, dormir com o cachorro ou o gato, ou ainda beijá-lo ou ganhar uma lambida do animal pode ocasionar ao homem diversas doenças transmissíveis, dentre elas a ancilostomíase (popularmente conhecida como amarelão), dermaftose, vermes dermatóides, linforreticulose e infecções estafilocócicas resistentes a medicamentos.
 
Devemos estar cientes que os animais podem transmitir doenças ao homem, mas os benefícios para a saúde de ter um animal de estimação superam os riscos – diz Peter Rabinowitz, da Escola de Medicina da Universidade de Yale e autor do livro didático “Human-Animal Medicine: Clinical Approaches to Zoonoses, Toxicants and Other Shared Health Risks”.
 
Pesquisas já demonstraram que além de oferecer apoio psicológico e amizade, os animais de estimação ajudam, dentre outras coisas, a baixar a pressão sanguínea, aumentar a atividade física, reduzir o estresse e melhorar o humor do dono.
 
Porém, o especialista adverte que pessoas com baixa imunidade correm mais riscos de serem infectados também por animais. Dentre elas estão os idosos, as crianças com menos de cinco anos de idade, os portadores de HIV e os pacientes de câncer.
 
Quem tem um animal de estimação pode preservar a saúde com bons hábitos de higiene, dentre eles lavando as mãos com água morna e sabonete depois de lidar com os pets – principalmente com filhotes ou animais com diarréia. Rabinowitz diz que estes “grupos de risco” têm maior probabilidade de abrigar uma infecção transmissível ao homem. E ele recomenda que, ao receber uma lambida de seu animalzinho, deve-se lavar imediatamente a região afetada.
 
Para evitar doenças, o relatório recomenda o controle de pulgas e carrapatos por meio de programas de prevenção e de consultas veterinárias regulares. Os autores do documento também aconselham os donos de animais a evitar beijar seus gatos e cachorros ou levá-los para a cama.
 
Como grande parte das zoonoses não é diagnosticada ou informada aos órgãos de saúde, Rabinowitz diz que o número de ocorrências anuais destas doenças é desconhecido. Entretanto, ele suspeita que milhões de infecções sejam transmitidas ao homem por animais de estimação anualmente – desde infecções cutâneas autolimitadas até doenças endêmicas que podem levar à morte.
 
“Acreditamos que provavelmente diversas infecções são transmitidas por animais e ninguém simplesmente se dá conta disso”, disse Rabinowitz, diretor do Projeto de Medicina Animal e Humana da Univesidade de Yale.
 
Nos últimos anos, a iniciativa “One Health” – que inclui a Associação Médica Americana, a Associação Americana de Enfermagem e a Associação Americana de Medicina Veterinária – vem pressionando o desenvolvimento de melhor comunicação entre médicos e veterinários. Segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, aproximadamente 60% das patogenias humanas são zoonóticas. Durante uma conferência veterinária realizada recentemente em Orlando, o presidente da Associação Médica Americana falou sobre a importância de unificar as profissões da área de saúde.
 
“Não são somente os animais que transmitem doenças ao homem, aparentemente a recíproca também pode ser verdadeira. A transmissão é uma rua de mão dupla”, disse Rabinowitz, ao citar o caso de um gato sem raça definida, do estado americano de Iowa, que contraiu o virus H1N1 de seu dono.

Fonte iG

10 benefícios dos pets à saúde e ao bem-estar humano

Ter um animal de estimação traz benefícios à saúde
física e mental em todas as idades
As vantagens vão da redução da pressão arterial à melhora na depressão, veja
 
O melhor amigo do homem também pode ser o melhor amigo da saúde do homem. Mais do que pequenas (ou grandes) bolas de pelo, os pets podem ser fundamentais aliados para uma maior qualidade de vida.
 
Ao fornecer companhia, carinho, conforto, entretenimento e, principalmente, amor incondicional, gatos, cachorros, chinchilas, pássaros e até mesmo animais maiores, como cavalos, trazem a seus donos e a quem convive com eles benefícios como melhora da autoestima, aumento da prática de atividades físicas e maior convívio social.
 
As vantagens da convivência com animais se estendem da infância à tarceira idade. Por ser uma etapa da vida repleta de aprendizados diários, a infância beneficia-se do contato com um animal de estimação pelo auxílio no aprendizado de valores como respeito, cuidado e responsabilidade, além de ter no pet um carinhoso e animado companheiro para os momentos de diversão e brincadeiras.
 
Já para a terceira idade, etapa em que é comum um maior afastamento dos familiares e isolamento social devido ao ritmo mais desacalerado de vida, o animal é o companheiro ideal de todas as horas, sempre disponível para oferecer carinho e companhia, além de contribuir também para o resgate da sensação de prazer relacionada ao cuidado com o outro (alimentação, cuidados com a saúde e higiene etc.).
 
Em casos de doenças e/ou condições de pessoas portadoras de necessidades especiais, o auxílio da terapia assistida com animais é valioso:
 
“Nestes casos, o cão funciona como um facilitador do processo terapêutico, podendo ser usado em qualquer especialidade da área da saúde, de acordo com a necessidade do paciente”, esclarecem as psicólogas Cristiane Blanco e Laís Milani, diretoras de Terapia Assistida por Animais do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA).
 
Como a terapia funciona como um agente motivador para o tratamento em diversas especialidades, qualquer paciente que apresente um quadro crônico físico ou psicológico pode se beneficiar dela.
 
“É o caso de pacientes que apresentem algum tipo de dificuldade na interação social, bem como pessoas institucionalizadas, portadoras de síndromes genéticas, paralisias, problemas de aprendizagem, entre outros”, acrescenta Laís.
 
Veja a seguir 10 benefícios dos pets à saúde humana:
 
1. Proteção contra alergias
Uma hipótese levantada recentemente por pesquisadores é a de que o relaxamento obtido com o contato com os cães, por exemplo, pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação de vírus ou bactérias e é de grande importância na prevenção de várias doenças, inclusive as alergias.              
 
2. Socialização
Animais de estimação fazem parte de um tema de interesse comum, frequentemente alvos de conversas que estimulam a aproximação entre pessoas. Por ser um animal social, ou seja, que requer convívio com outros cães para a manutenção de sua qualidade de vida, o cachorro naturalmente oferece um estímulo para que os donos frequentem parques e outros ambientes que favorecem a interação social.
 
3. Alívio do estresse
Estudos indicam que a interação entre homem e animal traz uma sensação de bem-estar e conforto, resultando na diminuição dos níveis de cortisol – hormônio relacionado ao estado de alerta e que também é conhecido como o "hormônio do estresse", causando diversos problemas à saúde quando encontrado em níveis elevados na corrente sanguínea.
 
4. Redução da pressão arterial
O mesmo bem-estar provocado pela interação com o pet reduz os níveis de adrenalina – relacionados ao aumento da pressão arterial – e libera da acetilcolina. Esse neurotransmissor está envolvido no estado de tranquilidade, na diminuição de pressão arterial, frequência cardíaca e frequência respiratória, além de desempenhar um importante papel nas funções cognitivas, como a aprendizagem.              
 
5. Combate à depressão
As trocas de carinho, compreensão, apoio e segurança observadas na relação humana com os animais de estimação favorecem o aumento da autoestima, o senso de valor próprio, o estabelecimento de hábitos positivos e o interesse pelo outro, questões que estão entre as centrais da depressão.              
 
6. Elevação da autoestima
Ao sentir o carinho, o amor e a atenção do pet, o dono de um animal de estimação se dá conta do quão importante é para a vida de seu animalzinho. Isso faz com que se sinta também mais importante e confiante em suas próprias capacidades.              
 
7. Liberação de "hormônios da felicidade"
Estudos indicaram que a troca de afetividade entre humanos e animais tem como um dos principais efeitos o aumento da produção e liberação de serotonina e dopamina, os responsáveis pela sensação de prazer e alegria.
 
8. Incentivo à prática de atividades físicas
Xô, sedentarismo: ter um animal de estimação (em especial, um ou mais cães) obriga até o mais ferrenho sedentário a pelo menos duas visitas diárias às calçadas e/ou parques e praças da vizinhança, uma medida sanitária essencial para a saúde do bichinho. Tal "exercício" pode ser o primeiro passo em direção a uma rotina de atividades físicas regulares, essenciais à saúde humana.              
 
9. Diminuição da solidão
Seja pela companhia do próprio animal e/ou pela estimulação de uma maior interação social por meio dos passeios com o pet, a sensação de solidão tende a ser amenizada a partir da convivência com um parceiro para todas as horas que o acompanha e espera pacientemente (ou, às vezes, nem tanto...) 24 horas por dia, sete dias na semana.
 
10. Senso de responsabilidade
Cuidar de um animal envolve uma série de rituais diários e eventuais, como alimentação, manutenção da higiene, banho e passeios. Assumir tais compromissos envolve responsabilidade da parte do dono – assim, ter um pet pode ser uma incalculável lição de responsabilidade e compromisso para as crianças, por exemplo.
 
Fonte iG