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sábado, 1 de junho de 2013

Maconha pode aumentar chances de câncer de testículo


Para o estudo, foram avaliadas 170 pessoas na faixa dos 30 anos,  que
 fumavam 1,5 cigarro de maconha por dia durante 10 anos, em média
Um em cada quatro pacientes com a doença relata usar a droga
 
Um estudo realizado pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) revelou que usuários de maconha têm mais chances de desenvolver câncer de testículo do que não usuários.

O levantamento foi feito com base nos 500 pacientes atendidos mensalmente na clínica de urologia do Icesp. Do total, 30% apresentavam tumores nos testículos, sendo que 70% já se encontravam em estado avançado.

Os resultados apontaram que um em cada quatro pacientes com câncer de testículo, ou 25% dos atendidos na unidade, relatou usar maconha regularmente.

Segundo os pesquisadores, as cirurgias de retirada total ou parcial dos testículos e da próstata representam um terço das 10 mil cirurgias já realizadas no hospital. O câncer de testículo é curável, principalmente se o problema for detectado precocemente.
 
Fumar maconha antes dos 15 anos reduz memória em até 30%
Uma outra pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo mostra que o uso de maconha antes dos 15 anos reduz a memória dos usuários em até 30%. O estudo foi apresentado no 7º Congresso Anual de Cérebro, Comportamento e Emoções, em Gramado (RS).
 
De acordo com os estudiosos, até essa idade, o cérebro humano ainda está em desenvolvimento e o uso da maconha pode prejudicar a capacidade do cérebro de recuperar informações na memória. Os pesquisadores ainda contam que os danos são proporcionais à quantidade de droga usada, ou seja, quanto mais se fuma, maiores são os estragos.

Para o estudo, foram avaliadas 170 pessoas na faixa dos 30 anos, que fumavam 1,5 cigarro de maconha por dia durante 10 anos, em média. Após as análises, foi concluído que quem iniciou o uso antes dos 15 anos apresentou resultados inferiores em diversas áreas cerebrais, como a memória e a capacidade de controlar os impulsos.
 
Fonte Minha Vida

Tudo sobre Câncer de testículo

Getty Images
Aumento no tamanho do testículo e dor podem ser sinais de
 câncer de testículo
Tratamento de Câncer de testículo
O tratamento inicial é sempre cirúrgico, quando se expõe o testículo para a realização de biópsia (retirada de um fragmento de tecido para ser examinado ao microscópio). O resultado do exame é dado ainda durante a cirurgia. Em caso positivo para câncer, o testículo é extraído. A função sexual ou reprodutiva do paciente não é afetada, desde que o outro testículo esteja saudável.
                               
O tratamento posterior poderá ser cirúrgico, radioterápico, quimioterápico ou através de controle clínico. A complementação dependerá de investigação, que avaliará a presença ou a possibilidade de disseminação da doença para outros órgãos.
 
O que é Câncer de testículo?                        
 
Câncer de testículo
O tumor de testículo corresponde a 5% do total de casos de câncer entre os homens. É facilmente curado quando detectado precocemente e apresenta baixo índice de mortalidade.
                               
Apesar de raro, preocupa porque a maior incidência é em homens em idade produtiva - entre 15 e 50 anos. Nessa fase, há chance de ser confundido, ou até mesmo mascarado, por orquiepididimites (inflamação dos testículos e dos epidídimos (canal localizado atrás do testículo e que coleta e carrega o esperma) geralmente transmitidas sexualmente.
 
Diagnóstico de Câncer de testículo
Se por um lado o câncer de testículo é um tipo agressivo, com alto índice de duplicação das células tumorais (que causam rápida evolução da doença), por outro, é de fácil diagnóstico e alto índice de cura, já que responde bem aos tratamentos quimioterápicos. O médico urologista indicará exames para o diagnóstico, como a biópsia.                                
 
Detecção precoce
O câncer de testículo é considerado um dos mais curáveis, principalmente quando detectado em estágio inicial. O exame físico é o melhor meio de detecção precoce.
 
Autoexame dos testículos
Deve ser feito uma vez por mês, após um banho quente. O calor relaxa o escroto e facilita a observação de quaisquer anormalidades de tamanho, sensibilidade ou densidade.                                
 
O que procurar?
  • Alteração do tamanho dos testículos
  • Sensação de peso no escroto
  • Dor imprecisa na parte inferior do abdômen ou na virilha
  • Derrame escrotal, caracterizado por líquido no escroto
  • Dor ou desconforto no testículo ou escroto.
 
Como fazer?
  • De pé, em frente ao espelho, verifique a existência de alterações em alto relevo na pele do escroto
  • Examine cada testículo com as duas mãos
  • Posicione o testículo entre os dedos indicador, médio e o polegar
  • Revolva o testículo entre os dedos - você não deve sentir dor ao realizar o exame
  • Não se assuste se um dos testículos parecer ligeiramente maior que o outro, isto é normal
  • Ache o epidídimo - canal localizado atrás do testículo que coleta e carrega o esperma
  • Se você se familiarizar com essa estrutura, não confundirá o epidídimo com uma massa suspeita
  • Os tumores malignos são localizados com mais frequência lateralmente aos testículos, mas também podem ser encontrados na porção ventral (parte de baixo dos testículos)
 
Prevenção
O desenvolvimento desse tipo de câncer está associado a histórico familiar, lesões e traumas na bolsa escrotal e a criptorquidia (quando o testículo não desce para a bolsa escrotal). Como não há como evitá-lo, recomenda-se o autoexame mensal dos testículos. Na infância, é importante o exame do pediatra para verificar se a descida dos testículos para a bolsa escrotal ocorreu normalmente.
 
Sintomas de Câncer de testículo
O mais comum é o aparecimento de um nódulo duro, geralmente indolor, aproximadamente do tamanho de uma ervilha. Mas deve-se ficar atento a outras alterações, como aumento ou diminuição no tamanho dos testículos, nódulos ou endurecimentos, dor imprecisa na parte baixa do abdômen, sangue na urina e aumento ou sensibilidade dos mamilos. Caso sejam observadas alterações, o médico, de preferência um urologista, deve ser consultado.
 
Fonte Minha Vida

França vai proibir cigarro eletrônico em locais públicos

França vai proibir o uso do cigarro eletrônico em locais públicos
De acordo com os fabricantes, meio milhão de franceses utilizam a versão eletrônica do cigarro
 
A França vai proibir o uso do cigarro eletrônico nos locais públicos e por menores de 18 anos, informou o governo francês nesta sexta-feira (31), Dia Mundial Sem Tabaco.
 
Por ocasião deste dia, a OMS (Organização Mundial de Saúde) encoraja a proibição da publicidade, da promoção e do patrocínio do tabaco, estimando que o tabagismo provoque a morte prematura de seis milhões de pessoas por ano.
 
"Queremos aplicar ao cigarro eletrônico as mesmas medidas aplicadas ao tabaco", declarou a ministra da Saúde, Marisol Touraine, à rádio France Info.
 
A publicidade e o patrocínio das produtoras de tabaco estão proibidos na França e, desde novembro de 2006, é ilegal fumar em locais públicos. Depois dessa proibição ocorreu a popularização do cigarro eletrônico, que funciona com pilhas.
 
Ao ser aspirado pelo consumidor, o cigarro eletrônico dispersa vapor de nicotina e propilenoglicol nos pulmões (líquido utilizado como refrigerante ou anticongelante).
 
O produto, inventado na China, é vendido em vários países como uma solução menos nociva para os fumantes do que os cigarros tradicionais e como um artifício para ajudar quem quer parar com o vício.
 
No entanto, alguns dizem que seu uso não põe fim ao hábito de fumar. De acordo com os fabricantes, meio milhão de franceses utilizam a versão eletrônica do cigarro.
 
Em março do ano passado, Touraine anunciou que havia pedido uma investigação sobre o cigarro eletrônico para avaliar os "benefícios" e "riscos" desse produto.
 
Em maio de 2011, a Agência Francesa de Segurança Sanitária e Produtos de Saúde (Afssaps) recomendou que o produto, que só está disponível em sites especializados na internet, não seja utilizado.

Fonte AFP/R7

Coronavírus MERS já deixou 30 mortos, segundo OMS

Maioria dos casos foram registrados na Arábia Saudita
 
Trinta pessoas morreram até o momento em todo o mundo depois de terem sido infectadas pelo coronavírus MERS, após o registro de três novas mortes na Arábia Saudita, indicou nesta sexta-feira (31) a OMS (Organização Mundial da Saúde).
 
"A Arábia Saudita nos notificou na quinta-feira sobre três novas mortes ligadas ao coronavírus", declarou à imprensa um porta-voz da OMS, Glenn Thomas.
 
As três vítimas eram pacientes já registrados com a doença, informou. Além disso, "um novo caso foi alertado", igualmente na Arábia Saudita.
 
Esses novos casos elevam a 50 o número de vítimas confirmadas em nível mundial, segundo o último balanço da OMS. Em um registro anterior, do dia 29 de maio, a OMS informou sobre 49 casos confirmados em laboratório, com 27 mortes.
 
 
Este vírus, semelhante ao SARS (Síndrome Respiratória Aguda Severa) e chamado pela OMS de Síndrome Respiratória Coronavírus do Oriente Médio (MERS), atingiu, em sua maioria, pessoas da Arábia Saudita.
 
Outros casos foram registrados em Qatar, Jordânia, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Alemanha, Grã-Bretanha e França.
 
Há dez anos, a pandemia de SARS, que teve início na China, provocou a morte de mais de 800 pessoas e preocupou o mundo. Mas este novo vírus é diferente do SARS, principalmente porque provoca insuficiência renal rápida.
 
A OMS ainda não sabe qual é a fonte do vírus. A organização prevê enviar nos próximos dias duas equipes, uma para a Arábia Saudita e outra para a Tunísia, para investigar.

Fonte AFP/R7

Rússia proíbe fumo em locais públicos a partir deste sábado

Para poder fumar, será preciso distanciar-se pelo menos 15
metros de aeroportos, estações ferroviárias ou de metrô
Lei proíbe fumar em escolas, universidades, centros culturais e esportivos ou hospitais
 
Uma lei que proíbe o fumo em locais públicos entra em vigor neste sábado (1), na Rússia. A lei proíbe fumar em escolas, universidades, centros culturais e esportivos ou hospitais.
 
Para poder fumar, será preciso distanciar-se pelo menos 15 metros de aeroportos, estações ferroviárias ou de metrô.
 
Por enquanto, não estão previstas multas para quem desrespeitar a nova norma, pois ainda não foram adotadas as emedas que vão modificar o código administrativo.
  
"Por enquanto, os fumantes podem ficar tranquilos", intitulou o jornal gratuito Metro desta sexta-feira (31), Dia Mundial sem Cigarro.
 
Por ocasião da data, a OMS (Organização Mundial da Saúde) estimula a proibição da publicidade, da promoção e do patrocínio do tabaco, estimando que o tabagismo causa a morte prematura de seis milhões de pessoas por ano.
 
Fonte AFP/R7

Superfícies revestidas com cobre impedem transmissão do norovírus

Pessoa utiliza o corrimão de cobre em área hospitalar
Pessoa utiliza o corrimão de cobre em área hospitalar
Maçanetas e torneiras feitas com ligas do metal interrompem ciclo do vírus e diminuem risco de surtos em hospitais e cruzeiros
 
Cientistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, demonstraram que revestir superfícies com ligas de cobre pode destruir rapidamente o norovírus em ambientes de alto risco.
 
O vírus, que causa doenças altamente infecciosas, pode ser contraído a partir de alimentos ou água contaminados, contato pessoa-a-pessoa e contato com superfícies contaminadas, ou seja, superfícies revestidas de cobre poderia efetivamente impedir a propagação da infecção.
 
Em todo o mundo, o norovírus é responsável por mais de 267 milhões de casos de gastroenterite aguda por ano. Não há tratamento ou vacina específica, e surtos fecham regularmente enfermarias e centros de saúde, necessitando de limpeza profunda.
 
O impacto também é sentido além da saúde, em navios de cruzeiros e hotéis que sofrem danos significativos à sua reputação quando epidemias ocorrem entre os hóspedes.
 
Agora, Bill Keevil e sues colegas mostraram que o norovírus pode ser rapidamente destruído quando entra em contato com cobre e suas ligas, com aquelas contendo mais do que 60% de cobre revelando-se particularmente eficazes.
 
O modelo de contaminação usado foi projetado para simular a contaminação por meio do toque em superfícies.
 
"As superfícies feitas de ligas de cobre podem ser empregadas em áreas de alto risco, tais como navios de cruzeiro e centros de cuidados, onde surtos de norovírus são difíceis de controlar, porque as pessoas infectadas não ajudam e contaminam o meio ambiente com vômitos e diarreia", afirma Keevil.
 
O vírus infeccioso pode permanecer em superfícies sólidas e também é resistente a vários produtos de limpeza. Isso significa que ele pode se espalhar para as pessoas que tocam essas superfícies, causando novas infecções e mantendo o ciclo de infecção. "Superfícies de cobre, como maçanetas e torneiras, pode interromper o ciclo e diminuir o risco de surtos", conclui o pesquisador.
 
Fonte isaude.net

Fixadas diretrizes para implantação de centros de parto normal no SUS

Brasília – Portaria do Ministério da Saúde publicada ontem (31) no Diário Oficial da União fixa diretrizes para a implantação de centros de parto normal no Sistema Único de Saúde (SUS).
 
A ideia é que as unidades sejam capazes de acolher a mulher e o recém-nascido, conforme previsto no Programa Rede Cegonha.
 
De acordo com o texto, o governo levou em consideração a importância de garantir a todas as mulheres o acesso à informação e à atenção qualificada, segura e humanizada sobre direitos sexuais e reprodutivos, além da priorizar ações de assistência à saúde que tenham por objetivo reduzir a mortalidade materna, fetal e infantil.
 
A portaria dispõe ainda sobre os respectivos incentivos financeiros de investimento, custeio e custeio mensal dos centros de parto normal.
 
Fonte Agência Brasil

Saúde amplia assistência à gestação de alto risco

Brasília – O Ministério da Saúde informou que vai investir na ampliação e na qualificação de serviços especializados em atendimento a gestantes que passam por gravidez de alto risco. A portaria que amplia a oferta de maternidades e garante atendimento às gestantes e aos bebês foi publicada ontem (31) no Diário Oficial da União. A estimativa é que sejam investidos R$ 123 milhões ao ano e que 390 mil grávidas sejam beneficiadas.
 
O ministério informa que existem 196 maternidades de referência em gestação de alto risco habilitadas pelo governo. Com a portaria, a expectativa é que o número chegue a 390, enquanto o número de leitos qualificados atinja 2.885 até 2014. As maternidades habilitadas para alto risco tipo 1 (menor complexidade) e alto risco tipo 2 (maior complexidade) vão receber valores diferenciados por cada procedimento - partos e cesarianas em gestação de alto risco.
 
O texto prevê o repasse de incentivos por cada leito obstétrico classificado como de alto risco. Os leitos reservados para atendimento de alto risco vão receber incentivo de R$ 220 por diária, enquanto os novos leitos obstétricos habilitados receberão R$ 220 de incentivo mais R$ 260 correspondentes aos procedimentos diferenciados.
 
Outra ação de que trata a portaria é sobre o dinheiro para a implantação, a ampliação, a reforma e o custeio das chamadas Casas da Gestante, Bebê e Puérpera, espaços vinculados às maternidades de alto risco. Segundo o ministério, em 2012, foram aprovados 33 projetos para implantação de unidades no país, sendo 14 para construção, dois para reforma e 17 para ampliação. Do total, 18 casas devem estar em funcionamento até o fim de 2014.
 
De acordo com o governo, são consideradas gestantes com gestação de alto risco as mulheres com doenças que podem se agravar durante a gestação ou com problemas desencadeados neste período, como hipertensão, diabetes, infecções, doenças do coração e do aparelho circulatório.
 
Fonte Agência Brasil

Camex reduz a zero Imposto de Importação de sete medicamentos

Brasília – Sete medicamentos utilizados no Sistema Único de Saúde (SUS), e sem concorrentes fabricados no Brasil, tiveram o Imposto de Importação zerado. A decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) foi publicada ontem (31) no Diário Oficial da União.
 
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a diminuição das tarifas vai contribuir para a redução das despesas do SUS, porque os medicamentos são caros e provocam grande impacto no orçamento do Ministério da Saúde.
 
A medida abrange três medicamentos usados no tratamento da artrite reumatoide (Abatacepte, Cetolizumabe Pegol e Golimumabe), dois remédios para a hepatite C (Telaprevir e Boceprevir), um medicamento indicado para prevenção de infecções respiratórias (Palivizumabe) e o hemoderivado Fator 8, usado no tratamento de hemofílicos. Para os medicamentos contra a hepatite C, o Imposto de Importação caiu de 8% para 0%. Nos demais casos, a tarifa passou de 2% para 0%.
 
Para não descumprir as políticas comerciais do Mercosul, que limitam o número de produtos que podem ter tarifas diferentes do restante do bloco, a Camex teve de aumentar o Imposto de Importação dos congeladores blast freezers, utilizados no congelamento de plasma sanguíneo. Esse equipamento foi retirado da lista de exceções à tarifa externa comum e voltou a pagar 20% para entrar no país, mesma tarifa cobrada no restante do Mercosul.

Fonte Agência Brasil

Propostas no Congresso que tratam de saúde são vazias, diz pesquisador

Quase 10% dos projetos de lei que tramitaram no
Congresso Nacional entre 2011 e 2012 estão
relacionadas a saúde
Brasília - Quase 10% dos projetos de lei que tramitaram no Congresso Nacional entre 2011 e 2012 estão relacionadas a saúde. É o que indica a pesquisa Observatório da Saúde no Legislativo: as Proposições em Saúde no Âmbito do Congresso Nacional (2011-2012), feita pelo pesquisador Ivan Pricken de Bem. Para Pricken,  7.076 propostas somam um número alto, porém, as propostas são vazias. “As políticas não têm qualidade”.
 
Do montante, 142 propostas falam sobre álcool, tabaco e outras drogas, os principais temas das propostas. Isenção de impostos e benefícios são tema de 131 proposições, enquanto o Sistema Único de Saúde é assunto tratado em 123.
 
O levantamento mostra que o tema de proposição em saúde menos abordado no Congresso Nacional no período da pesquisa foi a saúde indígena, que foi mencionada uma vez. “A partir do momento que foi aprovado [o projeto sobre saúde indígena], não teve uma reformulação dessa política e nem uma avaliação para ver se ela estava sendo eficaz. Acabou caindo no esquecimento. Hoje em dia a representação indígena no Congresso, pelo menos no relacionado à saúde, é nula”, disse o pesquisador.
 
* Com informações da Agência Fiocruz de Notícias
 
Fonte Agência Brasil

Argentina e Cuba desenvolvem vacina para combater câncer de pulmão

Buenos Aires – Cientistas e pesquisadores argentinos e cubanos desenvolveram uma vacina que ajuda a combater o câncer de pulmão. O medicamento, resultado de 18 anos de pesquisa, começa a ser comercializado na Argentina em julho. Laboratórios de 25 países, entre eles o Brasil, México e Uruguai estão interessados em obter a licença de fabricação.
 
“A vacina reativa o sistema imunológico do paciente, para que ele possa criar anticorpos contra as células cancerígenas”, explicou, em entrevista a Agência Brasil, o médico Daniel Alonso, um dos pesquisadores argentinos. “Não substitui tratamentos existentes, como quimioterapia ou radioterapia. Mas contribui para aumentar a sobrevida do paciente”, disse.
 
Segundo Alonso, a maioria dos pacientes só descobre que tem a doença quando o câncer no pulmão está em estado avançado. Como os tumores são provocados por células do próprio organismo, que sofreram mutação, o sistema imunológico não detecta um corpo estranho e, portanto, não reage. Os médicos usam quimioterapia e radioterapia para matar as células cancerígenas, mas os dois tratamentos também destroem outros tecidos.
 
O câncer de pulmão é um dos mais agressivos e mata 1,38 milhão de pessoas por ano no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina foi desenvolvida por um consórcio de empresas privadas e do setor público, da Argentina e de Cuba
 
Fonte Agência Brasil

Saiba o que comer para controlar a gula

Laranja: frutas cítricas são boa opção contra a gula
Alguns alimentos dão mais saciedade que outros. Conheça alguns aliados da sua dieta

Controlar a fome não é fácil, mas é possível contar com a ajuda de muitos alimentos que contêm fibras e outros componentes, mantendo a vontade de comer mais tempo longe do estômago.
           
As fibras estão em primeiro plano quando a questão é saciedade. As solúveis, que estão presentes nos vegetais folhosos, como a rúcula, alface ou agrião, e também nas cascas das frutas, funcionam como uma espécie de esponja, absorvendo água e aumentando o bolo alimentar. Com esse tipo de fibra no estômago, o cérebro entende que o corpo já tem comida suficiente para funcionar e conforta o organismo com a sensação de saciedade.
           
Consumir gorduras boas ajudam a saciedade. Azeite, óleo de coco, sardinha, atum, salmão, abacate e semente de linhaça são alguns exemplos dos alimentos ricos em gorduras boas, que, consequentemente, precisam de mais tempo para uma digestão completa. Mas atenção: essas gorduras não oferecem saciedade sozinhas. Elas devem ser combinadas com alimentos ricos em fibras.

Outra boa dica é acrescentar farinha de frutas nos sucos. As farinhas de banana verde e de maracujá contêm pectina, que é uma fibra solúvel. Essa fibra se transforma e um gel quando entra em contato com o estômago, e evita que ele esvazie rapidamente.

A nutricionista Roseli Rossi, especialista em nutrição clínica funcional, da clínica Equilíbrio Nutricional , lembra de um truque fácil, que torna a digestão mais lenta, refletindo na saciedade: mastigar bem os alimentos.

Veja a seguir algumas sugestões de alimentos que ajudam na saciedade:
 
Acelga
 
Aveia
 
Azeite de oliva (em pequena quantidade)
 
Batata-doce
 
Carnes, como o músculo
 
Couve
 
Ervilhas secas
 
Escarola
 
Grão-de-bico
 
Inhame
 
Laranja
 
Lentilha
 
Peito de frango
 
Repolho
 
Fonte iG

Brasil quer avaliar benefícios da cerveja para o coração

Uma das hipóteses para explicar o efeito protetor da cerveja nas artérias é
 o próprio álcool, além das vitaminas B3 e B6, proteínas e sais minerais
País é o terceiro com maior consumo de cerveja no mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Suspeita é que bebida evita o entupimento dos vasos sanguíneos
 
Terceiro país com maior consumo de cerveja no mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos, o Brasil vai iniciar uma pesquisa para avaliar os possíveis benefícios do consumo moderado da bebida para o coração, assim como ocorre com o vinho.
 
Estudos internacionais demonstram que ingerir cerveja em quantidades moderadas - o que significa beber de uma a duas latas por dia, no máximo - tem um efeito protetor nos vasos sanguíneos, evitando a aterosclerose (entupimento dos vasos) e um possível infarto.
 
A pesquisa será feita por meio de uma parceria da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) com o Hospital do Coração (HCor), que vai conduzir os estudos com dois grupos de voluntários: um de abstêmios e outro de pessoas que bebem cerveja regularmente.
 
Outros detalhes da pesquisa serão definidos no sábado, 1º de junho, durante o 34º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), após o simpósio que vai apresentar os resultados de pesquisas feitas em animais na Universidade de Barcelona, na Espanha, pela médica Lina Badimón.
 
Segundo o médico Nabil Ghorayeb, da SBC, a pesquisa no Brasil deve seguir os passos da experiência com o estudo do vinho, que já é feito no HCor. "Pelos resultados da Espanha, deu para perceber que existe um paralelo muito semelhante ao observado no vinho", afirma ele. "Lá, o consumo moderado de cerveja reduziu os índices de aterosclerose em animais", diz.
 
Álcool
Segundo o cardiologista Luiz Antônio Machado César, diretor do Núcleo Café e Coração do Instituto do Coração (Incor), uma das hipóteses para explicar o efeito protetor da cerveja nas artérias é o próprio álcool, além das vitaminas B3 e B6, proteínas e sais minerais.
 
"Há estudos que demonstram que o álcool em quantidades adequadas tem um efeito benéfico para os vasos sanguíneos, evitando a aterosclerose. O problema são as alterações deletérias do álcool nos outros órgãos, caso ele seja consumido em excesso", diz César. "Na pesquisa com animais, quando as quantidades de cerveja ultrapassavam a quantidade tecnicamente efetiva, o quadro era de piora", complementa César.
 
Os médicos reforçam a importância de uma pesquisa com uma das bebidas mais consumidas no País. "Aqui a cerveja é muito mais diversão do que complemento alimentar. A pesquisa vai avaliar o consumo como alimento", diz César. 
 
Fonte iG