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domingo, 29 de julho de 2012

Brasil sofre queda na produção de pesquisas médicas

Especialista vê situação com otimismo e acredita que o País pode virar o jogo Após alguns anos marcados pela queda na produção de pesquisas médicas, o Brasil está diante de um momento propício para resgatar sua representatividade mundial neste segmento. O risco de uma crise no setor farmacêutico tem feito grandes companhias revelarem alguns de seus segredos em parcerias com universidades e pequenas empresas que se mostrem sérias e interessadas na produção de conhecimento. Além disso, uma plataforma que promete reunir dados sobre pesquisas clínicas e favorecer a integração de instituições mundo afora está prestes e ser lançada nos Estados Unidos. À frente do projeto, um brasileiro. O pernabucano Fábio Thiers, otorrinolaringologista formado pela Universidade Federal de Pernambuco, tem circulado há mais de uma década pelos corredores de Harvard e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), duas importantes instituições de ensino norte-americanas. Hoje, com apenas 36 anos, Thiers já alcançou a direção do programa de pesquisa sobre estratégias para estudos clínicos, projeto desenvolvido pelo Centro de Inovação Biomédica do MIT. O desafio do brasileiro não é pequeno. "Estima-se que existam de 25 mil a 30 mil hospitais no mundo desenvolvendo pesquisas clínicas", afirma. E essas informações podem ter referências na nova plataforma do MIT. Muitas pesquisas envolvem muito dinheiro. Seriam R$ 70 bilhões investidos por ano. Os Estados Unidos concentram 42,2% de todas as pesquisas mundiais. São quase 95 mil estudos, que lhe conferem o título de líder isolado no segmento. O segundo posto é ocupado pela Alemanha, com 13.252 pesquisas em andamento. Isso representa apenas 5,9% do montante mundial, quase um décimo dos estudos realizados pelo primeiro colocado. Em terceiro lugar, aparece a França (3,8%), seguida do Canadá (3,5%) e do Japão (3,4%). O Brasil aparece em 13 lugar, com 3.317 estudos em andamento, segundo levantamento de outubro de 2010. Isso representa 1,5% do montante mundial. País em queda Se comparado aos demais países da América Latina, o Brasil assume a primeira colocação do ranking. Mesmo assim, seu posto pode estar ameaçado. Nos últimos cinco anos, as pesquisas científicas registraram queda média superior a 4% ao ano. As pesquisas clínicas representam um indicador de altíssima importância às ciências médicas. Ele aponta a possibilidade de avanços tecnológicos, qualificação de profissionais da área, integração com o mercado internacional e acesso à tratamentos modernos para a população brasileira. "Podemos ganhar em tudo isso, tendo empregos e empresas de alto nível", afirma Thiers. Para aproveitar o momento oportuno e reverter sua queda na produção científica, o Brasil precisa trabalhar em duas frentes. A primeira delas, segundo Thiers, é com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão que regula o setor no País. "Eles estão bem intencionados, mas ainda são um órgão novo e pouco aparelhado", avalia. O sistema regulatório brasileiro, para Thiers, precisa ser agilizado. "O prazo regulatório é longo demais por falta de estrutura", afima. A demora na espera por aprovações e autorizações pode comprometer projetos de pesquisa. "Defendo que o setor precise ser observado, não quero o fim disso, mas o processo deve ser feito de forma mais eficiente", avalia. A segunda frente de trabalho seria com a própria imagem das pesquisas clínicas no Brasil. "As pessoas precisam entender o que é uma pesquisa clínica e para que ela serve", diz o médico brasileiro. Em todo o mundo, a opinião pública sobre pesquisas clínicas, especialmente sobre a indústria farmacêutica, sofre com percepções negativas. Segundo médico norte-americano Ken Getz, professor associado da Tufts University, cerca de 80% dos norte-americanos acreditam que participar de estudos clínicos seja como apostar com a própria saúde. "E 25% deles acreditam ainda que a motivação das esquipes de pesquisa seja a ganância", afirma, em entrevista ao iG Saúde. Exemplo disso, na opinião de Thiers, é o uso de placebos em estudos clínicos. Placebos são substâncias inócuas ao organismo, usadas para criar grupos de controle e verificar a real eficácia do princípio ativo. Como muitos grupos de controle são feitos por portadores de doenças, eles correm o risco de ter o tratamento prejudicado por usarem placebo. "Nem todos entendem que pesquisa não é tratamento. Ser voluntário, às vezes, implica em fazer um bem para a humanidade, eventualmente maior do que um bem para a própria pessoa", diz o brasileiro. Salto gigante Agindo nas duas frentes, o Brasil tem chances reais de amplicar sua participação no mercado internacional de pesquisas e inovações médicas. Hoje, o País reúne 320 hospitais que desenvolvem estudos. "Mas 40 ou 50 têm estruturas relevantes. Os demais realizam poucas pesquisas", detalha Thiers. O foco do governo para fomentar o segmento poderia começar justamente nas instituições que já se mostraram interessadas em pesquisas, porém têm pouca estrutura para ganhar notoriedade. "Isso seria um bom começo para alcançar a meta de ser o quinto no ranking mundial em 2020", afirma o médico brasileiro. O plano faz parte da política de desenvolvimento produtivo do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Thiers observa que o Brasil já tem certas vantagens em pesquisas oncológicas, HIV e doenças tropicais (exceto pela meningite). "Faltam pesquisas sobre doenças psiquiátricas e neurológicas", aponta. Outro aspecto estratégico fundamental, segundo o médico, está na atenção básica à saúde. "Se o acompanhamento básico for melhor realizado, haverá melhorias no diagnóstico precoce de doenças e isso pode aumentar o número de participantes em pesquisas médicas", explica.

Sistema de Informação de Beneficiário tem novas normas

por Saúde Business Web

31/03/2011

A partir de 6 de junho de 2011, os dados deverão ser enviados no formato XML (Extensible Markup Language)

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou na última segunda-feira (28), no Diário Oficial da União, a Resolução Normativa nº 250 e a Instrução Normativa DIDES nº 46. A RN nº 250 estabelece normas para a geração, transmissão e controle de dados cadastrais do Sistema de Informações de Beneficiários da ANS (SIB/ANS). A norma define que, a partir de 6 de junho de 2011, os dados deverão ser enviados no formato XML (Extensible Markup Language). Até essa data, o envio deverá ser feito no formato TXT.

Instrução Normativa DIDES nº 46 define os procedimentos envolvidos no ciclo de atualização cadastral e orienta as operadoras sobre as exigências envolvidas nesse processo.

Entre as principais alterações estabelecidas por esses dois normativos, destaca-se a inclusão do número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) entre os dados cadastrais obrigatórios, a partir de 6 de junho de 2012. A mesma exigência se aplica ao número da Declaração de Nascido Vivo (DN) para os nascidos a partir de 1º de janeiro de 2010.

Confira os dois normativos:


Instrução Normativa DIDES nº 46

*Com informações do portal da ANS

Tosse hámais de 3 semanas pode ser tuberculose. Procure um médico

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Uso combinado de talidomida e dexametasona é eficaz contra mieloma múltiplo

Pesquisa comprova que medicamentos ajudaram a evitar progressão da doença em pacientes que passaram por transplante de medula

Estudo realizado por pesquisadores brasileiros mostrou que o uso combinado dos medicamentos talidomida e dexametasona em pacientes com mieloma múltiplo submetidos a transplante autólogo de medula óssea foi mais eficaz para retardar a progressão da doença do que o uso isolado de dexametasona.

Após 27 meses de acompanhamento, 30% dos pacientes que receberam dexametasona ainda estavam livres da doença. No grupo que recebeu a combinação de talidomida e dexametasona, o número foi de 64% - mais que o dobro. Os resultados foram publicados no American Journal of Hematology.


A pesquisa usou 213 voluntários atendidos em quatro instituições: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto.

De acordo com o professor da UFRJ e autor principal do estudo, Angelo Maiolino, o mieloma, hoje, tem a perspectiva de se tornar uma doença crônica. " Ainda não existe cura, mas novos tratamentos estão conseguindo retardar cada vez mais a progressão do câncer" , diz.

O tratamento atualmente considerado como " padrão-ouro" , explica o pesquisador, envolve quimioterapia e drogas antineoplásicas como o bortezomibe, além de transplante autólogo de medula óssea - aquele feito com células do próprio paciente - e uma terapia de manutenção com medicamentos que modulam o sistema imunológico, como corticoides e talidomida.

Sobrevida
Segundo o pesquisador, na época em que o estudo foi idealizado, há cerca de dez anos, ainda não era comum administrar terapia de manutenção após o transplante. " A talidomida era usada apenas nos casos de recaída da doença. Nosso objetivo era investigar se ela traria benefícios também se usada para retardar o reaparecimento do câncer" , explicou.

Durante o período de realização do projeto, seis outros estudos foram publicados em diversos países avaliando a eficácia da talidomida como terapia de manutenção. " Alguns compararam com outro tipo de corticoide, como a prednisona, outros com interferon, e outros, com placebo. Todos concluíram que a talidomida aumentou a sobrevida livre de progressão da doença" , contou Maiolino.

Uso da talidomida
Além de atuar diretamente nos plasmócitos, impedindo que fiquem aderidos à medula óssea, a droga inibe a formação dos vasos sanguíneos que irrigam as células malignas, que acabam morrendo.

" Graças às novas combinações de medicamentos, foi possível aumentar a mediana de sobrevida livre de progressão da doença de três para oito anos na última década. Parece pouco, mas é um salto considerável quando se trata de câncer" , disse Maiolino.

Na opinião do pesquisador, a tendência para o futuro é que a talidomida seja substituída na terapia de manutenção pela lenalidomida, uma droga da mesma classe, mas de segunda geração e com menos efeitos colaterais.

" Mais cedo ou mais tarde, todos que fazem uso prolongado da talidomida sofrem de neuropatia periférica, uma inflamação nos nervos que limita o uso do medicamento. Como isso não acontece com a lenalidomida, ela pode ser usada por mais tempo. Mas, infelizmente, esse medicamento ainda não está aprovado no Brasil" , ressaltou Maiolino.

Mieloma múltiplo
O mieloma múltiplo é um tipo de câncer que se desenvolve dentro da medula óssea devido ao crescimento descontrolado dos plasmócitos, células responsáveis pela produção de anticorpos. A doença prejudica a produção de hemácias, causando anemia, e favorece a liberação de substâncias que deixam os ossos frágeis.

" Apenas 30% dos pacientes, porém, estão aptos para o transplante - recomendável para pessoas até 65 anos. Os outros 70% precisam ser tratados apenas com medicamentos" , disse Maiolino.

Com informações da Fapesp

Fonte isaude.net

Turma do MBA em Gestão de Saúde da INESP - Jacareí

Visita ao Hospital São Francisco de Jacareí
14/07/2012

Mulheres japonesas perdem título de mais longevas

Mulheres nascidas em Hong Kong ocupam o primeiro lugar

As mulheres japonesas perderam o posto de mais longevas do mundo pela primeira vez em mais de 25 anos, depois que o terremoto seguido de tsunami de 2011 reduziu a expectativa de vida feminina em cinco meses, informaram fontes oficiais esta quinta-feira (26).

As japonesas sempre foram conhecidas por sua longevidade, atribuída à dieta saudável e a um estilo de vida ativo.

Mas o Ministério da Saúde informou que as mortes que se seguiram à catástrofe de março de 2011 representaram um fator-chave na redução do cálculo da longevidade esperada para as recém-nascidas, de 86,3 anos em 2010 para 85,9 agora.

Desde 1985, as japonesas eram consideradas, anualmente, as mais longevas do mundo, mas os últimos números as situaram atrás das mulheres nascidas em Hong Kong, onde elas têm uma expectativa de vida de 86,7 anos, acrescentou o ministério.

As espanholas aparecem em terceiro, com 84,9 anos, seguidas das francesas, com 84,8 anos, continuou a fonte. O Ministério destacou:

— Não podemos afirmar que a expectativa de vida das mulheres japonesas está em declínio (no longo prazo) porque o grande terremoto no leste do Japão é considerado um fator único.

A expectativa de vida dos homens japoneses também caiu para 79,4 anos, acrescentou, situando-os na oitava posição mundial.

Um terremoto de 9 graus sacudiu o nordeste do Japão em 11 de março do ano passado, provocando um gigantesco tsunami, assim como o pior acidente nuclear em uma geração. Dezenove mil pessoas morreram ou desapareceram na catástrofe.

Fonte R7

Pesquisadores vão criar centros de prevenção de transtornos mentais

O objetivo é instalar 3 centros, sendo dois em São Paulo e um em Ribeirão Preto

Pesquisadores de saúde mental da Unifesp e da USP se reuniram-se para criar um modelo de um centro de prevenção de transtornos mentais voltado aos jovens. A informação é do professor de Psiquiatria Jair de Jesus Mari, da Unifesp, que apresentou nesta quinta-feira (26) o projeto na 64ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em São Luís.

O objetivo do programa é instalar, a princípio, três desses centros. Um na Vila Maria, que seria administrado pela Unifesp e atenderia uma comunidade de 300 mil pessoas; um no Butantã, liderado pela USP, para 400 mil pessoas; e outro em Ribeirão Preto, gerenciado pela USP de lá, para quase 200 mil pessoas.

Para os especialistas, os transtornos mentais são negligenciados pela saúde pública, apesar de serem responsáveis por parcelas consideráveis de incapacitação da população. Como metade dessas doenças têm início na adolescência e levando em conta que os pacientes demoram para buscar ajuda médica, os pesquisadores defendem uma ferramenta de prevenção mais eficaz para essa faixa etária. Em sua apresentação, Mari disse:

— Ainda temos a impressão que o jovem é muito saudável.

Segundo estudo na revista The Lancet, entre os eventos incapacitantes que atingem os jovens de 10 a 24 anos com mais frequência estão a depressão, a esquizofrenia e o transtorno bipolar.

Entre as atividades previstas estão o incentivo aos esportes e às artes, o combate às drogas e intervenções contra o bullying. O projeto aguarda aprovação da Fapesp. Os pesquisadores solicitam R$ 4 milhões por ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte R7

Médico com leucemia vira cobaia em tratamento pioneiro contra a doença

Tratamento criado a partir de leitura das células de pesquisador pode virar referência no combate ao câncer

Lukas Wartman é um médico especialista em leucemia que conseguiu se recuperar da própria doença pela terceira vez após um tratamento de ponta ter encontrado nos genes dele a origem do câncer.

Ele atualmente trabalha em um hospital de St. Louis, nos Estados Unidos, e o centro de oncologia onde faz a pesquisa é referência no mapeamento do genoma e no combate à doença conhecida como câncer do sangue.

A enfermidade tem origem na medula óssea e mata mais de 250 mil pessoas por ano em todo o mundo, de acordo com dados da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer.

Ele descobriu ter leucemia pela primeira vez durante o último ano de seus estudos de medicina na Universidade de Washington, ainda em 2003, quando passou por um tratamento de quimioterapia que durou dois anos.

— Eu estava passando por momentos difíceis, estava me sentindo muito fraco e, logo depois fui diagnosticado com leucemia.

O então estudante já tinha grande interesse no combate ao câncer de sangue e depois de se recuperar da doença, decidiu se especializar nesta área.

— Não havia dúvidas do que fazer com a minha vida, depois que fui diagnosticado. Foi fácil se manter motivado, terminar a residência e prosseguir para uma bolsa de estudos nesta área.

Recaídas
Alguns anos depois, ele voltou a sofrer os sintomas e, mais uma vez, se encontrou na posição de paciente.

Desta vez, a solução foi um transplante de medula óssea do seu irmão mais novo, o que o manteve saudável durante três anos, mas em 2011, a leucemia evoluiu novamente.

Nesta época, Wartmann trabalhava como professor de medicina na mesma universidade em que havia estudado. Ele, melhor do que ninguém, sabia que as chances de sobreviver a uma segunda recaída eram pequenas.

Na mesma época ele deu início a estudo de ponta baseado na leitura de suas próprias células saudáveis e cancerígenas.

Os pesquisadores descobriram que a causa do câncer estava na produção excessiva de uma proteína feita por uma gene saudável de Wartmann.

Foi utilizado, então, um remédio para câncer nos rins que consegue inibir esta produção de proteína e, assim, a leucemia regrediu pela terceira vez.

Os médicos estão otimistas com o tratamento que pode virar referência no combate ao câncer de sangue.

No entanto, como a experiência é inédita, ninguém sabe ao certo quais serão as consequências dos procedimentos adotados, que ainda estão em fases de teste.
Dr. Wartman, como é conhecido, voltou a conduzir o estudo, mais motivado do que nunca em busca de respostas.

O coordenador das pesquisas no laboratório, Timothy Ley, acredita que a experiência do colega é um diferencial importante.

— Ele tem uma paixão que eu nunca vi em outras pessoas que trabalharam no meu laboratório para entender a biologia da leucemia e para rapidamente pegar os resultados do que desenvolvemos no laboratório para ser testado em clínicas.

Fonte R7

Zoloft: antidepressivo é capaz de inibir infecções fúngicas

Sertralina hydrocholoride é eficaz para combater Cryptococcus neoformans, principal agente causador da meningite fúngica

Pesquisa realizada por biólogos da Texas A&M University, nos Estados Unidos, sugere que a droga Zoloft, um dos antidepressivos mais prescritos no mundo, também é capaz de inibir infecções fúngicas mortais.

Resultados mostram os efeitos da sertralina hydrocholoride (Zoloft) sobre o Cryptococcus neoformans, principal agente causador da meningite fúngica - especificamente, meningite criptocócica, que segundo dados do Center for Disease Control (CDC), tira mais de meio milhão de vidas a cada ano no mundo.

O líder do projeto Xiaorong Lin participou de um estudo prévio para selecionar na John Hopkins Clinical Compound Library um conjunto de medicamentos aprovados pela FDA, para determinar se algum deles continha agentes fungicidas. Embora a sertralina fosse apresentada apenas para inibir moderadamente efeitos de estirpes fúngicas comuns como Aspergillus nidulans - frequentemente encontrada em alimentos deteriorados - e Cândida, o medicamento demonstrou ser particularmente eficaz contra C. neoformans.

O C. neoformans é um agente patogênico fúngico potencialmente perigoso encontrado em solos de todo o mundo, que pode causar infecções sistêmicas, particularmente envolvendo o sistema nervoso central. Na maioria dos casos, as microscópicas células fúngicas de C. neoformans, transportadas pelo ar, causam colonização assintomática nos pulmões. O fungo é particularmente agressivo em pessoas com sistema imunológico debilitado e pode se espalhar para outras partes do corpo, tais como o cérebro e a medula espinhal, resultando em meningite criptocócica, que pode ser fatal.

Pesquisa em ratos com criptococose sistêmica revelou que a droga combate a infecção de forma semelhante ao fluconazol, antifúngico usado comumente desde o início de 1990. Além disso, a combinação das drogas sertralina e fluconazol demonstrou trabalhar de forma ainda mais eficiente.

De acordo com os autores da pesquisa, o fato de a sertralina ter a capacidade de reduzir a carga global fúngica nos ratos e de atravessar a barreira sangue-cérebro torna o medicamento uma opção viável de tratamento.

"O problema das drogas antifúngicas atuais é que muitas não são capazes de chegar ao cérebro", destaca Lin. "Isso traz o problema de, muitas vezes, não ser possível matar todos os fungos. O fato é que esse antidepressivo pode atravessar a barreira hemato-encefálica e entrar no tecido em concentrações elevadas."

Ainda não se sabe exatamente qual a posologia e concentração de sertralina é necessária para eliminar completamente a criptococose, especialmente a meningite criptocócica, mas a equipe de pesquisa espera que novos estudos encontrem essas respostas.

Fonte isaude.net

"O medicamento pode ser isento de prescrição médica, mas não é isento de riscos"

CFF reage contra disposição de remédios nas gôndolas das farmácias, autorizada pela Anvisa nesta sexta-feira

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) reagiu à decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de permitir a venda de medicamentos isentos de prescrição médica nas gôndolas das farmácias. A determinação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (27), e causou indignação nos membros do CFF no plenário do órgão, em Brasília. Para Diretores e Conselheiros Federais, disponibilizar qualquer medicamento ao alcance livre da população é um retrocesso, um incentivo à cultura da automedicação, o que representa um risco à saúde do brasileiro.

Para o presidente da entidade, Walter Jorge João, a opinião pública não foi levada em consideração. "O resultado da consulta pública, apresentado pela própria Anvisa, mostrou que mais de 70%, das 152 manifestações registradas, foram contrárias ao retorno dos MIPs ao autosserviço e esta opinião, e de diversos segmentos da sociedade, não foi respeitada, tornando inúteis as audiências e consultas públicas", afirma.

Em seu site, o CFF se declara na luta pela saúde pública, por entender que deixar os MIPs ao alcance da população estimula o uso indiscriminado. "Existe uma ideia equivocada, reforçada por interesses comerciais, de que medicamentos isentos de prescrição não fazem mal. Não há um único medicamento, mesmo o mais comum dos antiácidos, que não possa provocar reações adversas. O medicamento pode ser isento de prescrição médica, mas não é isento de riscos. É por ter ciência destes riscos que os farmacêuticos vão continuar na luta em defesa da saúde da população", completa Walter Jorge João.

Fonte isaude.net

Ministério da Saúde amplia serviços de radioterapia em 80 hospitais

Medida aumentará em 32% a assistência aos pacientes com câncer, passando de 149 mil para 197 mil atendimentos por ano

O Ministério da Saúde vai ampliar os serviços de radioterapia a 80 hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa beneficiará a população de 58 municípios, em 20 estados. Medida aumentará em 32% a assistência aos pacientes com câncer, passando de 149 mil para 197 mil atendimentos por ano.

Deste total, serão criados os serviços em 48 unidades hospitalares, e outras 32 vão ampliar os serviços já ofertados. Paralelamente a esta convocação, foi divulgada nesta quinta-feira, no site do Ministério, a lista com o nome dos hospitais que serão beneficiados.

A medida faz parte do Plano de Expansão dos Serviços de Radioterapia no SUS, uma das ações do Ministério da Saúde para fortalecer a prevenção e controle do câncer na população brasileira. Serão investidos recursos de R$ 325 milhões em infraestrutura, e o restante será aplicado na compra de 80 aceleradores lineares, além de outros acessórios.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca a importância do investimento em tecnologia na área oncológica. " A assistência aos pacientes de câncer é uma das prioridades do governo federal. Neste âmbito, são medidas essenciais a criação, ampliação e a qualificação de hospitais habilitados em oncologia, em consonância com os vazios assistenciais, as demandas regionais de assistência oncológica e as necessidades tecnológicas do SUS" , declara.

Um aviso de audiência pública foi divulgado nesta quinta-feira (26), no Diário Oficial da União. A convocação esclarece aos interessados que a audiência pública prevista o dia 10 de agosto destina-se a aquisição de equipamentos que vão passar a oferecer os serviços na área oncológica.

Fonte isaude.net

Vital Brazil amplia parque tecnológico para produção de novos medicamentos

Parceria vai incrementar pesquisas e desenvolvimento de novos fitoterápicos, produtos sintéticos e cosméticos

O Instituto Vital Brazil, em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), inaugurou, nesta semana, o Laboratório de Desenvolvimento de Novas Formulações e o Laboratório de Produtos de Microalgas. A parceria busca incrementar as pesquisas e desenvolvimento de novos medicamentos, como fitoterápicos, produtos sintéticos, cosméticos, pesquisa com microalgas entre outros projetos.

Os laboratórios serão operados no Parque Tecnológico da Vida. O Parque reúne empreendimento, captação de recursos e tem como objetivos gerar produtos e serviços inovadores em sua área de atuação e promover o desenvolvimento econômico e social do estado.

" O Instituto Vital Brazil deixa de ser apenas um produtor de soro e retoma a produção de medicamentos e agora a parte de descoberta científica e capacitação de mão de obra. Com essa parceria, pretendemos cobrir a demanda de pesquisas de novas formulações na área da saúde" disse o presidente do instituto, Antonio Werneck.

Os laboratórios serão órgãos estratégicos de serviços, pesquisa e desenvolvimento para atendimento às empresas vinculadas ao Parque Tecnológico da Vida e às demandas estipuladas na política de saúde do governo do Estado e Federal. O projeto recebeu cerca de R$ 230 mil da Faperj, por meio de edital, e R$ 70 mil do Instituto Vital Brazil. A UFF cedeu equipamentos para os laboratórios.

Fonte isaude.net

Hábitos que previnem obesidade infantil

493796 COnhe%C3%A7a alguns h%C3%A1bitos que previnem a obesidade infantil. Hábitos que previnem obesidade infantil A obesidade infantil é um problema mundial e vem alertando pais de todo o mundo. Conheça os hábitos que previnem o aumento exagerado de peso em crianças.

Dados recentes mostram que o número de crianças acima do peso vem aumentando no país. Para se ter ideia, o número já era alarmante no ano de 2010. Naquele ano, cerca de 15% das crianças eram obesas no Brasil. A obesidade infantil pode ser fatal, por isso merece grande atenção e orientação. Conheça abaixo quais são os hábitos que previnem a obesidade infantil.

Saiba mais sobre a obesidade
Em torno de dois anos de idade, a criança já define o número de células gordurosas que terá na fase adulta. Uma criança que possui excesso de peso, tem um número muito superior de células de gorduras, quando comparada a uma criança de peso normal. Assim, quando ela se tornar adulta, ela terá um número maior de células gordurosas, o que dificultará que ela seja mais magra e esguia. Por outro lado, a que possuir menor número de células, terá menor facilidade em adquirir peso durante os anos que se seguem.

Avaliando o índice de massa corporal (IMC)
A quantidade de gordura corporal existente no corpo da criança muda ao longo do crescimento. Além disso, as taxas de gorduras variam conforme o sexo, por isso existem duas tabelas (uma feminina e uma masculina) para avaliar o IMC da criança. Dessa forma, através do resultado é possível avaliar se ela está acima, normal ou abaixo do peso.

Condições que podem interferir na obesidade
Especialistas afirmam que o desenvolvimento da obesidade infantil é atribuída aos seguintes aspectos:

•Ambientais;

•Genéticos;

•Comportamentais.

Entre eles, o que mais interfere no excesso de peso das crianças é o fator comportamental. Isso porque uma nutrição irregular, somada a falta de exercícios físicos auxilia de forma negativa na saúde da criança, colaborando com a obesidade infantil.

Conheça os hábitos que previnem a obesidade infantil
A obesidade infantil se tornou uma preocupação mundial. No entanto, é possível que a criança crie alguns hábitos que irão auxiliar na prevenção desse problema.

Conheça abaixo quais são eles:
•Durante todo o dia, a criança deve realizar cinco ou seis refeições, sendo elas: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia.

•Ofereça guloseimas em porções controladas;

•Evite que a criança consuma excesso de salgados, frituras, refrigerantes, doces e guloseimas em geral;

•Ofereça legumes, verduras, frutas e iogurtes diariamente a seu filho.

•Diminua o volume dos alimentos ingeridos nas refeições pelos pequenos;

•Substitua os refrigerantes por sucos naturais.

A obesidade infantil é considerada uma doença de alto risco, crônica e reincidente, por isso merece grande atenção. Por isso, incentive seu filho a ter uma vida saudável começando com a mudança de alguns hábitos dentro de casa.

Fonte Mundo das Tribos

Britânica opera os braços e pode segurar a mão do noivo pela 1ª vez

Alice Swallow sofria de artrite reumatoide; Operação corrigiu cotovelo e articulações

Alice Swallow, de 24 anos, que tinha artrite, vai poder segurar a mão de seu noivo pela primeira vez.

A garota, de Ipswich, Inglaterra, que sofria dessa condição, teve uma mudança em sua vida depois de operar duas vezes seu cotovelo e corrigir suas articulações, segundo o site Daily News.

Ela também está na expectativa de comprar o seu vestido de noiva para poder se casar com seu namorado Ryan Harrison, de 24 anos, no ano que vem.

Aos 10 anos, Alice foi diagnosticada com artrite reumatoide, uma doença devastadora que a deixou incapaz de dobrar os braços.

Com isso, ela operou os dois braços no Hospital ortopédico de Londres.

Feliz, ela disse que agora pode dobrar o seu braço direito corretamente pela primeira vez. No entanto, a recuperação leva alguns meses.

Os médicos acreditam que Alice é uma das mais jovens britânicas a se submeter a um procedimento difícil.

Fonte R7

Barbeador e alicate podem ser os vilões da hepatite C

Principal forma de contágio é por meio de materiais perfuro-cortantes contaminados

Neste sábado (28) foicelebrado o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais e para marcar a data a hepatologista Débora Dourado, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, alertou:

— O contágio pode acontecer de maneira simples, com o compartilhamento do alicate na manicure, do aparelho de barbear ou de agulhas para a produção de tatuagens e inserção de piercing.

Para afastar o risco de contaminação, a hepatologista orienta seguir as recomendações abaixo:

- Tomar a vacina contra a doença

- Pessoas que receberam transfusão de sangue antes de 1992 devem checar se estão infectadas

- Ingerir somente água tratada e alimentos higienizados

- Fazer sexo sempre com proteção

- Não ingerir medicamentos sem orientação médica

- Evitar o compartilhamento de seringas e materiais cortantes

- Usar o material da manicure esterilizado ou carregar o próprio kit

Entenda a doença
A hepatite é caracterizada por uma inflamação no fígado e costuma não apresentar sintomas. Muitas vezes, quando diagnosticada, já está em estágio avançado. Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), mais de 2 bilhões de pessoas são infectadas a cada ano, sendo que cerca de 1 milhão morrem em decorrência da doença. Apesar dos números alarmantes, a médica enfatiza:

— A hepatite tem tratamento que leva à cura, mas é fundamental que o diagnóstico seja feito de forma precoce. Por isso, a recomendação é incluir o exame de sangue para detecção da doença no check-up anual.

Embora as hepatites sejam provocadas por cinco tipos de vírus diferentes (A B, C, D e E), as mais comuns são as três primeiras. Segundo Denise, o tipo A acomete principalmente crianças e jovens já que a transmissão de dá pela ingestão de água e alimentos contaminados.

— Apesar de não ter medicação específica para a hepatite A, o organismo por si só é capaz de eliminar o vírus e a chance de cura é de 100%.

Já as hepatites B e C, conforme explica a médica, são mais comuns em adultos porque as formas de transmissão acontecem por meio de contato sexual, transfusão de sangue, via placenta da mãe para o bebê, compartilhamento de agulhas, seringas e materiais cortantes, como alicates de unha e barbeador.

— No caso do vírus B, 50% dos casos precisam de medicamentos específicos e a outra metade o próprio organismo se encarrega de eliminar a doença. Já a hepatite C precisa de tratamento adequado, mas o percentual de cura é de 70% a 80%.

Fonte R7

Bronzeamento artificial pode elevar em 20% o risco de câncer de pele

Segundo pesquisa europeia, um em cada 20 casos de melanoma - tipo mais agressivo de câncer de pele - é causado por bronzeamento artificial.

De acordo com estimativas de um estudo europeu publicado no periódico Britsh Medical Journal na última terça-feira (24), um em cada 20 casos de melanoma é causado por bronzeamento artificial. Os pesquisadores também constataram através das análises que mais de 800 pessoas morrem por ano devido a este tipo de tratamento que deixa a pele com um aspecto mais bronzeado.

Bronzeamento artificial e câncer de pele
Outras constatações foram feitas graças ao estudo, considerando a incidência do tipo de câncer de pele mais letal. Segundo as informações, as pessoas que começam a fazer banhos de radiação antes dos 35 anos possuem 87% mais chances de sofrer com doenças, sobretudo o melanoma.

Para estabelecer a relação entre o bronzeamento artificial com o câncer de pele, os especialistas que contribuíram com a nova pesquisa avaliaram 27 estudos, que foram divulgados entre 1981 e 2012. Em suma, as estimativas foram baseadas em 11 mil casos de câncer de pele.

Descobriu-se que, a cada sessão de bronzeamento artificial, o risco de câncer de pele aumenta 2% ao final de cada ano. Os autores do trabalho constataram ainda que, dos 64.000 novos casos de melanoma na Europa, 3.400 estão relacionados ao efeito do bronzeamento artificial.

O perigo do bronzeamento artificial
As estimativas publicadas recentemente no Britsh Medical Journal só reforçam as informações obtidas em estudos anteriores. Em alguns países, os riscos oferecidos pelas camas de bronzeamento já são considerados, por isso as autoridades de saúde desenvolvem políticas conscientização para alertar os perigos do ‘bronze’ artificial.

No Brasil e em outros 11 países, pessoas com menos de 18 anos de idade não podem se submeter às sessões de bronzeamento artificial. Entretanto, o cuidado ainda se revela pequeno diante dos males causados pela exposição aos dispositivos cancerígenos. Como os tratamentos não trazem benefícios para à saúde, a administração dos equipamentos deveria ser mais intensa e cautelosa. Levando em conta a gravidade da situação, muitos consideram a hipótese de proibição total.

Nem todos os especialistas concordam com as restrições à técnica que utiliza as camas artificiais de radiação ultravioleta. Para John Overstreet, diretor-executivo do grupo da indústria da Associação bronzeamento artificial, os equipamentos estão sendo aprimorados para não prejudicar tanto a saúde das pessoas. Ele afirma que, nos Estados Unidos, a aplicação é rigorosa e controlada, além do que leva em conta várias informações sobre o cliente, como tipo de pele e tempo de exposição.

Entretanto, os médicos alertam que o bronzeamento artificial pode viciar e muitos acabam perdendo o controle sobre o número de sessões realizadas para conquistar o bronze perfeito. Além de aumentar o risco de câncer de pele, a compulsão por estar bronzeado é uma doença que se chamada tanorexia.

Fonte Mundo das Tribos

Hepatite afeta 1 em cada 12 pessoas e mata 1 milhão todos os anos, diz OMS

No dia mundial de luta contra doença, organização lança alerta sobre os diferentes tipos de hepatites e formas de prevenção

No Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, lembrado ontem(28), a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 500 milhões de pessoas em todo o mundo sofram de algum tipo de doença crônica decorrente de infecção por hepatite. O número representa uma em cada 12 pessoas. Os cálculos indicam ainda que 1 milhão morrem todos os anos em razão da doença.

O tema da campanha este ano é It's closer than you think (Está mais próximo do que você pensa - na tradução livre). O objetivo é sensibilizar as pessoas em relação aos diferentes tipos de hepatite, como cada uma é transmitida, quem está sob maior risco, como se prevenir e como tratar a doença.

De acordo com a OMS, apesar das fortes consequências para a saúde da pessoa infectada, a hepatite permanece como uma doença desconhecida por muitos, não diagnosticada na maioria dos casos e, portanto, não tratada.

Entre os cinco tipos de vírus responsáveis pela hepatite, os tipos B e C, segundo a organização, são os que mais preocupam em razão da grande proporção de pessoas infectadas e que não apresentam sintomas no estágio inicial - apenas quando o quadro já se tornou crônico. Os dois tipos são a principal causa de cirrose hepática e respondem por 80% dos casos de câncer de fígado.

A infecção pelos tipos B, C e D ocorre por meio do contato com o sangue de pessoas infectadas e, no caso dos tipo B e C, também por meio de relações sexuais sem preservativo. O tipo D só afeta pessoas que foram infectadas pelo tipo B. Já os tipos A e E são tipicamente transmitidos por meio de contato com água e alimentos contaminados e são associados a condições ruins de saneamento básico e higiene pessoal.

Dados da OMS indicam que 1,4 milhões de infecções por hepatite A são registradas todos os anos no mundo, enquanto 2 bilhões de pessoas estão infectadas pelo tipo B e 150 milhões com o tipo C.

No Brasil, balanço do Ministério da Saúde aponta que 33 mil casos de hepatites virais são contabilizados todos os anos. O maior número de infecções nos últimos 14 anos é pelo tipo B, totalizando 120 mil casos entre 1999 e 2011.

Fonte isaude.net

Falso cirurgião que usava cimento em plásticas é acusado de homicídio

Oneal Ron Morris praticava cirurgias clandestinas em quartos de hotel

O falso cirurgião plástico da Flórida, conhecido por aplicar cimento e cola nos glúteos de uma mulher, foi detido novamente nesta sexta-feira (27), acusado de homicídio de uma paciente.

Oneal Ron Morris praticava cirurgias clandestinas em quartos de hotel e casas no sul da Flórida em pacientes interessadas em aumentar os glúteos, as bochechas e os lábios. Para realizar o desejo dos pacientes, injetava materiais como cimento e cola, colocando em risco a vida de várias pessoas.

O "doutor cimento", como ficou conhecido, foi acusado de homicídio culposo pela polícia do condado de Broward (Miami) e deve comparecer ao tribunal nesta sexta-feira devido à morte de Shatarka Nuby, de 30 anos, em março.

O falso médico já tinha sido detido em novembro por exercer medicina sem licença, e saiu da prisão após pagar uma fiança de US$ 7,5 mil (R$ 15,1 mil).

O detido está em tratamento para mudar de sexo e já tem a aparência física de uma mulher.

A família de Shatarka responsabilizou o médico pela morte da paciente, que foi submetida a procedimentos médicos entre 2007 e 2008.

Os investigadores disseram que o médico aplicou injeções no glúteo, lábios, coxas e peito da vítima, e que as zonas tratadas foram fechadas com cola e algodão.

Segundo o inquérito policial, pesam sobre o transexual acusações de exercer medicina sem licença, causar graves danos a terceiros e homicídio culposo.

O "doutor cimento" ficou conhecido em maio de 2010, quando uma paciente fez uma cirurgia para aumentar os glúteos. Pouco tempo depois, a vítima ficou com pneumonia e com os quadris totalmente deformados, entre outras sequelas. Os médicos descobriram que Morris tinha injetado cola seladora Fix-a-Flat, óleos minerais e cimento nos glúteos da paciente.

A polícia de Miami disse ter recebido centenas de chamadas de vítimas do falso cirurgião, também conhecido como a "Duquesa".

Fonte R7

Sorvete tem poderes afrodisíacos e faz sucesso na Bahia

sorvete
Rede Record
Sorvete mistura castanha, amendom e conhaque
Ele é composto por castanha, amendoim e conhaque, além do leite e da menta

O sorvete, conhecido como “azulzinho”, possui poderes afrodisíacos e faz muito sucesso na Bahia.

Desde que foi lançado, há duas semanas, o sorvete já é bastante conhecido na Praia do Forte, um dos principais pontos turísticos da Bahia.

O “azulzinho” leva em sua receita leite, menta, castanha, pasta de amendoim e conhaque. A mistura promete um efeito afrodisíaco.

Fonte R7

Surto de ébola em Uganda já deixou 14 mortos no oeste do país

Policiais militares fazem coleta de lixo em Uganda
Foto: Issac Kasamani
Campala, 28 jul (EFE).- Pelo menos 14 pessoas morreram após surto de ébola no oeste de Uganda, segundo informações do Ministério de Saúde do país africano, que já divulgou temor da possibilidade de que mais vítimas surjam, pela detecção tardia dos casos.

Através de comunicado, o diretor-geral interino dos Serviços Sanitários do Ministério ugandense, Denis Lwamafa, afirmou que "os resultados das provas de laboratório confirmaram que a 'estranha doença' detectada em Kibale (distrito do país) é ébola". O diretor-geral revelou que até o momento foram detectados 20 casos na região. "Atualmente, há uma mulher, de 38 anos, hospitalizada que cuidou de sua irmã (doente de ébola). Ela está estável, embora ainda tenha febre, diarreia e vômitos", acrescentou.

Outra mulher, de 30 anos, deu entrada em uma clínica no último dia 23, com os mesmos sintomas. A paciente mora com a família onde se registrou o primeiro caso na região e nove pessoas morreram de ébola.

Desde o início do século, este é o quarto surto da doença confirmado em Uganda.

O mais grave foi registrado em 2000, quando 170 pessoas morreram, incluindo o diretor do hospital de Lachor, o médico Matthew Lukwiya, que contraiu a doença por contágio de seus pacientes. Em 2007, em outro surto no distrito de Bundibugyo, pelo menos 37 pessoas morreram e houve outros 149 supostos registros de infectados.

Fonte R7

Substitua a carne vermelha de forma saudável e ganhe mais anos de vida

Novo estudo de Harvard mostra que a troca do bife, ao menos uma vez por semana, protege a saúde.

A carne vermelha, em especial a consumida como gordura, é vilã da saúde, já ressaltaram muitos estudos. Mas, quando consumida com moderação e sem a camada gordurosa, não precisa ser temida e pode até fazer bem.

Um novo estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard oferece o segredo para aproveitar só o melhor deste alimento: substituição em vez de eliminação. Nos almoços e jantares sem carne (ou com menos carne), os especialistas autores da pesquisa apontam quais são as opções de proteína saudáveis.

O estudo
Foram acompanhadas, por duas décadas, 125 mil pessoas. Deste total, 24 mil morreram em decorrência de problemas cardíacos ou câncer. Na análise, as pessoas que comeram mais carne vermelha morreram mais cedo. Elas também tendiam a pesar mais, fazer menos exercícios e fumar, o que demonstra que os hábitos não saudáveis costumam aparecer sob a forma de “combo”.

Segundo o estudo, para cada porção extra de carne processada consumida – a porção equivale a um bife do tamanho e da espessura de um baralho de cartas – o aumento da mortalidade foi de 20%.

"Este estudo fornece evidências claras de que o consumo regular de carne vermelha, carne processada especialmente, contribui substancialmente para a morte prematura", disse Frank Hu, um dos cientista envolvidos no estudo e professor de nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard, em declaração dada no material de divulgação da universidade.

Na mesma análise, ficou evidenciado que trocar a carne vermelha por fontes de proteína mais saudáveis pode prolongar a vida. Se, em vez de três pedaços de hambúrguer, um deles for substiuído por uma opção de proteína considereda saudável, por exemplo, a redução da mortalidade foi entre 7% e 19%.

HAMBÚRGUER: rica em gorduras, esta escolha pede cautela no consumo.

CARNE DE PORCO: outra proteína animal que pede moderação no consumo.

CORDEIRO: esta tampouco deve ser regra na alimentação.

EMBUTIDOS: alerta máximo para eles, pois são ricos em gorduras e sal.

BACON: ele é cheio de gordura. Evite o consumo frequente.

PRESUNTO: cuidado com ele. A dica é comer com moderação.

LEITE DESNATADO: é uma proteína saudável e por isso seu consumo está liberado.

FEIJÃO: é um substituto saudável da carne vermelha.

CARNE DE PERU: também é uma proteína saudável. Só cuide com o sal. Alguns preparos exageram nele.

GRÃOS INTEGRAIS: substituir uma porção de carne pelo equivalente em grãos integrais é uma escolha saudável.

FRANGO: troque a carne vermelha pela carne branca, como a do frango.

PEIXE: também é uma boa escolha de proteína saudável.

Fonte iG