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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Homeopatia para tratar rinite

É possível tratar rinite com homeopatia?Especificidades de cada sintoma são importantes para a elaboração dos medicamentos
 
Dra. Isis Dulce Pezzuol Pediatria - CRM 39546/SP
 
Espirra, coça, nariz, garganta, ouvido olhos, palato... já pensou que aflição? De todas as patologias que chegam ao consultório, a rinite e a sinusite são as mais persistentes, de difícil controle e, de forma geral, que exigem medicação por mais tempo. Não existe um único fator determinante para estas doenças, e faz parte da arte homeopática descobrir todas as variações para melhor tratar a rinite com homeopatia. 
 
O aparelho respiratório tem importante papel na manutenção da qualidade de vida. A mucosa nasal produz uma fina lâmina de secreção que a mantém úmida e na qual adere poeira, corpos estranhos, pequenos objetos e fungos. Ao espirrar esses elementos estranhos são jogados para fora. Então, o espirrar e o tossir são mecanismos de defesa. Alergia não quer dizer que o corpo tem baixa imunidade, muito pelo contrário, é, na verdade, um organismo que reage de forma muito exuberante a estímulos como poeira ou mudança de temperatura, que não afetam outras pessoas. 
 
A rinite, enfermidade classificada como crônica, tem começo mas não tem meio ou final e como toda doença crônica caminha muito bem com homeopatia. Por que eu digo "caminha bem" e não cura definitiva? Porque, como a rinite é uma doença de determinação genética, as pioras e melhoras dependem de múltiplos fatores. A pessoa não nasce com a rinite, mas sim com uma tendência herdada e em determinado momento ela é desencadeada. Esse é um dos motivos para não oferecermos à crianças antes dos três anos substância potencialmente alergênicas, como o chocolate, os embutidos e biscoitos recheados, na tentativa de não sensibilizá-las. 
 
Diferente do tratamento convencional, na terapia homeopática os detalhes são fundamentais. Não basta só chegar e dizer "estou com rinite ou com sinusite", você tem de responder a pergunta de sempre: "Explique, como assim?". Em homeopatia é importante descobrir como é esse início: horário, temperatura, clima, emoções, espirra, coça, secreção: que cor, qual horário. E para cada uma destas questões temos um medicamento diferente e, quanto melhor você souber detalhar, melhor é seu medicamento. 
 
Na primavera os portadores de rinite sofrem a conhecida "Gripe do Feno". Pela floração, várias árvores soltam pólen no ar e, ao respirar o pólen inicia-se um processo alérgico onde os olhos lacrimejam, o nariz parece um "tomatinho" vermelho com secreção.   
 
Alopaticamente a rinite é tratada com: 
 
- Higiene ambiental, cuidados com estofados, cortinas... enfim, combate aos ácaros que são responsáveis por grande parte das rinites
 
- Spray nasal, tanto para limpeza e higienização como os anti-inflamatórios locais a base de cortisona
 
- Uso de antialérgicos
 
- Vacinas orais ou injetáveis
 
Com a homeopatia o tratamento acontece com:                            
 
- Higiene ambiental, uma vez que ela é sempre importante para a remoção dos ácaros
 
- Spray nasal com a finalidade de higienizar fossas nasais para evitar contaminação. Cortisona em spray é contraindicada em crianças, sendo liberada somente após os dois anos e com muita cautela. O mesmo acontece com os antialérgicos
 
- Vacinas tanto orais como injetáveis não fazem parte do repertório de uso homeopático
 
Enfim, a homeopatia tem menor custo, sem efeitos colaterais, é liberada para todas as idades e leva em conta a individualidade, tratando de modo especial a sua rinite.
 
Minha Vida

Unifesp faz avaliação gratuita de memória neste sábado em SP

Profissionais que vão realizar os exames entrarão em contato
com os participantes para que eles passem por avaliação
cognitiva completa
Ação busca detectar doenças que podem levar ao Alzheimer
 
Cerca de 200 pessoas de acima de 50 anos poderão receber avaliação gratuita de memória no dia 3 de outubro. A ação acontece das 9h às 15h, no estacionamento da Unifesp (Universidade federal de São Paulo), e é promovida pelo Nudec (Núcleo de Envelhecimento Cerebral). De acordo com a organização, o atendimento será realizado por ordem de chegada, e busca detectar precocemente o CCL (comprometimento cognitivo leve).
 
Os participantes que forem diagnosticados com problemas de memória serão contatados pelos profissionais que realizarão os exames e encaminhados para avaliação cognitiva completa.
 
O objetivo do mutirão é a identificação precoce da perda significativa de memória e de outras funções cognitivas, como por exemplo, atenção, linguagem e raciocínio, sem haver o comprometimento das atividades cotidianas da pessoa. Estas alterações podem indicar CCL (Comprometimento Cognitivo Leve) que pode levar à doença de Alzheimer e outras demências.
 
Paulo Bertolucci, coordenador da ação e professor de neurologia da UNIFESP, os profissionais alertarão os participantes sobre a importância de procurar um médico assim que perceberem lapsos de memória mais frequentes.
 
— Muitas pessoas acham normal a perda de memória no decorrer da vida, especialmente para os que já passaram da meia-idade. Então, por ser considerado algo comum muita gente não vai ao médico investigar o que está acontecendo. Entretanto, a perda de memória não faz parte do processo natural de envelhecimento e em alguns casos pode ser sinal de algo mais sério, como o Alzheimer, por exemplo.
 
De acordo com o médico, quanto mais cedo for feito o diagnóstico da Doença de Alzheimer, melhores serão os resultados do tratamento. Os sintomas não deixarão de existir, mas é possível estabilizá-los.
 
Serviço
Mutirão da Memória
Local: Estacionamento da Universidade Federal de São Paulo/ UNIFESP (Entrada pela Rua Botucatu, 862 – Vila Clementino)
Data: 3 de outubro
Horário: Das 9h às 15h
Público-alvo: Adultos acima de 50 anos
 
R7

Invisível na pele, novo implante auditivo já está disponível pela rede pública de saúde

Cerca de 800 milhões de pessoas no mundo sofrem de perda auditiva
 
A perda de um dos cinco sentidos é limitante. Desorienta. Pode ser repentina, progressiva ou vir de nascença. Deixar de escutar, por exemplo, é comprometer a capacidade, muitas vezes, de comunicação e de socialização. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 800 milhões de pessoas no mundo sofrem de perda auditiva e, até o fim deste ano, estima-se que o número chegará a 1,1 bilhão de pessoas, o que corresponde a 16% do total da população mundial.

Uma pesquisa realizada no Brasil por uma empresa austríaca que produz soluções auditivas (Med-El) mostra que os brasileiros estão desatentos à saúde do próprio ouvido. Cerca de 57% não buscam conhecer mais sobre o tema e 64% não sabem com prevenir a diminuição da capacidade de escutar. Os dados apontam também que 61% dos entrevistados desconhecem como se cuidar quando o problema começa a dar sinais.

Uma das novidades de tratamento, inclusive, acaba de chegar ao Brasil. Trata-se do primeiro implante de condução óssea ativo do mundo, chamado Bonebridge, que traz o conforto de não ser visível na pele e poder ser usado por pacientes que não tiveram melhora da audição com outros tratamentos disponíveis até então. Além disso, o Ministério da Saúde acaba de disponibilizar o tratamento pelo SUS para quem receber a indicação de usar a tecnologia.
 
Correio Braziliense

Pesquisas apontam que 55% da população não consegue pagar pelos medicamentos

Consumidores são responsáveis por quase 80% dos gastos totais dos produtos

Grande parte da população brasileira tem dificuldade ou simplesmente não consegue comprar os medicamentos que precisa.

Isso foi constatado em diversas pesquisas recentes e prova que o País ainda enfrenta desafios nas questões mais básicas de saúde. Agora, com a crise econômica fazendo o desemprego avançar para 8,3% no semestre, o risco de mais brasileiros interromperem seus tratamentos fica cada vez maior.
 
Diante deste cenário, a Frente Parlamentar Mista para Desoneração dos Medicamentos retoma seus trabalhos no Congresso Nacional, comprometida em defender o desenvolvimento da economia nacional, colaborar com os poderes públicos nos estudos e nos problemas que envolvam o setor de saúde e, especialmente, propor medidas para desonerar a carga tributária do setor. Assim, é esperado um aumento do acesso à saúde e aos medicamentos por parte dos brasileiros.

No Brasil, os consumidores são responsáveis por quase 80% dos gastos totais de medicamentos, ou seja, eles compram remédios sem nenhuma ajuda do governo. Estudos mostram que 84% da população considera os medicamentos caros demais, sendo que 39% acreditam ser os impostos responsáveis pelo alto preço.
 
Fonte: Maxpress Net

Sanofi informa sobre retirada do mercado do medicamento Piportil®

Pacientes devem procurar médico para buscar a melhor opção para a transição do tratamento

A Sanofi informa que o medicamento Piportil L4 (palmitato de pipotiazina) deixou de ser produzido e não está mais disponível no mercado, devido à interrupção do fornecimento da matéria-prima para produção do medicamento em caráter global.
 
A empresa orienta o paciente ou responsável a procurar seu médico para buscar a melhor opção para a transição do tratamento.
 
Aos médicos, a Sanofi disponibiliza um guideline do National Health Service (NHS) do Reino Unido, que indica as dosagens equivalentes de outros medicamentos que podem ser usados como alternativa ao PIPORTIL, de forma a auxiliar a fase de transição do tratamento de seus pacientes.
 
Portal Médico / Guia da Pharmacia

Medicação usada para asma é nova esperança para quem sofre de urticária crônica

Medicação Xolair, que deve ser aprovado este ano no Brasil, foi testada com sucesso em sete pacientes do Rio de Janeiro
 
Manchas vermelhas na pele em alto relevo, inchaço e coceira são capazes de tirar o sono e o humor de qualquer pessoa por um dia. Que dirá por vários dias, semanas, meses ou anos a fio. “Me coçava com escova de alfinete, jogava álcool no corpo para dormir, tinha vontade de morrer. Eu não aguentava mais”, conta a bióloga Anna Cristina Guimarães Adametz Escarrone, de 52 anos, que sofreu de urticária crônica durante longos seis anos.
 
No Brasil, aproximadamente 20% da população vão apresentar urticária em algum momento, geralmente aguda, causada em geral por alergia a alimentos ou remédios, e 1% —nessa parcela incluída Anna Cristina —sofre com a urticária crônica refratária, que não responde ao tratamento com corticóides e antihistamínicos. A doença pode persistir em média cinco anos, com variações de meses ou até mesmo 20 anos.
 
“Essa doença traz mais dificuldade na causa (etiologia) e no tratamento, além de provocar um transtorno na qualidade de vida e no aspecto emocional do paciente, pois atrapalha no trabalho, na escola”, explica a médica alergista Solange Rodrigues Valle, chefe do Serviço de Imunologia da UFRJ. Para os casos mais graves, em que a medicação mais comum nas crises não resolve (corticoides por três a 10 dias e anti-histamínicos por 15 dias) é necessário aumentar a dose prevista na bula em até quatro vezes. Mas e quando nem isso resolve? Para esses casos, a especialista recomenda o Xolair, que deve ser aprovado ainda este ano no Brasil. 
 
“Meu corpo queimava, ficava inchada, com o rosto deformado, parecia um monstro. Isso me deixou abalada física e emocionalmente. Tive de parar de trabalhar e cheguei a tomar remédio para sarna, lepra e malária. O Xolair me curou”, conta Anna Cristina. Ela é uma das sete pacientes que se submetem, no Rio, desde 2013, ao tratamento experimental com o medicamento na rede pública, nos hospitais do Fundão e São Zacarias, em Botafogo, Zona Sul.
 
“Essa nova medicação vai beneficiar essa parcela de pacientes resistentes, que não respondem aos medicamentos mais usuais”, conta Solange, que coordena a pesquisa, com autorização judicial. Ela vai apresentar o Xolair no 32º Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia, em Vitória (ES), de sábado até terça-feira.
 
Tireóide pode ser a causa
Solange Valle, que coordena a Comissão de Alergia Dermatológica da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai-RJ), diz que a urticária crônica refratária pode ser causada por doenças autoimunes, frequentemente ligadas à tireoide. “Por isso deve ser investigada por alergista ou imunologista”, explica.
 
Segundo ela, o Xolair — já aprovado para uso em asma de difícil controle, com boa resposta — tem se apresentado muito eficaz para combater a doença, como comprovam estudos nos Estados Unidos e Europa. A medicação, subcutânea, é aplicada em dose única a cada quatro semanas. “Há pacientes que usam há mais de um ano e já são totalmente assintomáticos”, ressalta. A má notícia: não é uma medicação barata e ainda não se sabe a que preço deverá chegar ao Brasil.
 
O Dia

Como pode o mesmo sintoma (dor) ter tantos diagnósticos diferentes? O segredo está nos detalhes

Dor de cabeça: existem mais de 80 tipos
BBC Brasil - Dor de cabeça: existem mais de 80 tipos
Queixa muito frequente nos consultórios e prontos-socorros é a dor de cabeça. Cientificamente chamada de cefaleia, possui mais de 80 (isso mesmo, oitenta!) tipos diferentes
 
O segredo
Mas como pode o mesmo sintoma (dor) ter tantos diagnósticos diferentes? O segredo está nos detalhes, na história clínica bem feita e na presença (ou ausência) de alterações do exame neurológico. 
 
Pontada, queimação ou peso?
Assim, a dor de cabeça pode se manifestar sob a forma de aperto ou de pontada, de peso ou de queimação, pode ser pulsátil (latejante) ou passar a sensação de uma enorme pressão... Pode começar lentamente e ir piorando, ao longo de horas, ou pode começar subitamente, já muito forte. Pode piorar ao longo do dia ou, de forma diversa, melhorar ao longo do dia. Pode melhorar se o paciente dormir. Pode aparecer com excesso de solto. E com a falta dele também. 
 
Pode ser estresse 
Pode ser aguda ou pode ser crônica. Pode decorrer de estresse? Pode! Pode decorrer de uma noite mal dormida? Pode também! Pode ser reflexo de outras doenças, tais como pressão alta, alterações de tireoide, alterações visuais ainda não corrigidas... Ou podem, ao estar associadas a determinadas alterações visuais indicar a chance de um tumor cerebral... As alterações visuais podem até – veja só! – avisar ao indivíduo que dentro em breve começará uma grande crise de enxaqueca..
 
Existem episódios de enxaqueca que levam até mesmo à instalação, ainda que transitória, de déficits de força. Ou seja, o paciente pode logo após a crise presentar perda de força ou visual, recuperando após certo período.
 
Tratamento
O tratamento, como não poderia deixar de ser, é extremamente variado. Utilizam-se analgésicos simples, anti-inflamatórios, anti-hipertensivos, antidepressivos ou até mesmo remédios antiepilépticos. Tudo depende do diagnóstico correto.
 
De forma geral, as dores de cabeça esporádicas, episódicas, não causam grande preocupação, exceto se súbitas, intensas ou acompanhadas de alterações graves como perda da consciência.
 
Aquela dor de cabeça que não passa, no entanto, deve ser analisada e investigada mais de perto. Como se pode notar, as características e nuances são muitas, e só um médico especializado pode fazer o diagnóstico correto, afastar doenças mais graves e indicar o tratamento mais eficaz.
 
Por isso mesmo, pela presença de tantas variáveis que levam a caminhos tão diferentes, não se deve praticar a automedicação. Procure um especialista qualificado, de sua confiança ou da confiança de algum conhecido seu. Com saúde não se brinca, não se arrisca. Consulta médica não é custo, é investimento.
 
**Dr Paulo Porto de Melo é neurocirurgião formado pela UNIFESP, especialista em Neurocirurgia pela Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e colaborador do Departamento de Neurocirurgia da Universidade de Saint-Louis (EUA). Facebook: @DrPauloPortoDeMelo e Instagram @ppmelo.
 
iG

Processo seletivo para o Programa de Residência Multiprofissional no Hospital Israelita Albert Einstein

A Coordenadora da Comissão de Residência Multiprofissional do Hospital Israelita Albert Einstein no uso de suas atribuições, faz saber que será realizada Seleção Pública para o preenchimento das vagas de Residência Multiprofissional do Hospital Israelita Albert Einstein credenciados pela Comissão Nacional de Residência Multiprofissional – CNRMS/MEC, destinado a multiprofissional portadores de diploma revalidado por universidade pública brasileira
 
O programa é oferecido de forma remunerada.

- Residência Multiprofissional em Terapia Intensiva

- Residência Multiprofissional em Oncologia
 
As inscrições ficarão abertas no período de 28 de agosto de 2015 a 19 de outubro de 2015 até às 16 horas (horário de Brasília), exclusivamente no site www.edudata.com.br.
 
Valor da inscrição: R$ 150,oo.
 

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira

Anvisa suspende prazo para apresentação de lotes piloto rastreáveis

A Diretoria Colegiada (Dicol) da Anvisa suspendeu o prazo para que as empresas detentoras de registro de medicamento apresentem dados sobre a implantação do rastreamento de três lotes piloto de seus produtos
 
A revogação do inciso II do artigo 23 da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 54/2013 será publicada, nos próximos dias, por meio de uma nova RDC.
 
Durante a reunião ocorrida nesta quinta-feira (1/10), os diretores concordaram sobre a necessidade de alguns ajustes à Resolução. Por isso, além de deliberarem pela revogação do inciso, o grupo também aprovou Iniciativa de Revisão da RDC 54/2013. A relatoria do tema ficou com o Diretor Ivo Bucaresky.
 
Durante a reunião, os diretores lembraram que o mercado de medicamentos brasileiros detém números expressivos e peculiares. Segundo levantamento realizado pela Agência, em 2014, mais de seis mil produtos foram comercializados em cerca de 3,9 bilhões de embalagens. Muitas delas distribuídas em mais de 71 mil farmácias privadas.
 
Números como estes revelam dificuldades, inclusive, em utilizar parâmetros e experiências internacionais. Os diretores destacaram que, atualmente, somente a Turquia e a Argentina possuem modelos exitosos de implantação de rastreabilidade. A extensão territorial e população destas nações são bem inferiores a do Brasil.
 
A Dicol também discutiu – e anuiu por unanimidade – a adoção do modelo centralizado de rastreamento. Nele, os dados de produção, distribuição e comercialização serão concentrados pela Anvisa. Segundo a Dicol, a centralização de informações em entes privados da cadeia produtiva poderia causar danos de repercussão internacional, além de condutas anticompetitivas e, até mesmo, predatórias entre as empresas.
 
  A diretoria também destacou que a revisão da RDC deverá considerar os desafios de rastreabilidade dos medicamentos distribuídos pelo SUS e Secretarias de Saúde de estados e municípios.
 
Clique aqui e conheça mais sobre o assunto.

ANVISA

Santa Casa pode demitir 1,5 mil funcionários

Número de possíveis demissões corresponde a 12% do quadro de funcionários; De acordo com Simesp, 184 médicos estão entre os possíveis desligamentos a serem anunciados pela instituição
Renato S. Cerqueira/Futura Press - 9.6.15
Segundo Simesp, número total de desligados deve ser ainda maior do que o divulgado; instituição enfrenta grave crise
 
A Santa Casa de Misericórdia de São Paulo admitiu nesta quinta-feira (1º) que estuda o desligamento de 1,5 mil funcionários, o equivalente a 12% do quadro de servidores. A instituição, que enfrenta uma grave crise financeira, ainda não definiu a data para iniciar o plano de demissões.
 
O Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) estima que, entre os profissionais, 184 médicos serão demitidos. Segundo o Simesp, o número total de desligados deverá ser ainda maior que o informado pela Santa Casa, podendo chegar a 2 mil trabalhadores.
 
Uma assembleia com os médicos vai discutir o pagamento das verbas rescisórias. De acordo com o sindicato, a Santa Casa propõe que o dinheiro seja pago de forma parcelada e que cada parcela tenha o mesmo valor do salário, limitado a R$ 10 mil mensais.
 
O presidente do Simesp, Eder Gatti, disse que a proposta é desfavorável aos médicos, que já estão com salário e o 13º atrasados. “Cerca de 500 médicos não receberam o salário de novembro de 2014 e nenhum recebeu o 13º salário, o que deveria ser levado em consideração. Vale ressaltar que a categoria não quer que a instituição feche, mas que mantenha a excelência nos serviços à população.”

A Santa Casa informou que ainda conversa com o sindicato e estuda formas para o processo de desligamento dos servidores. “Apesar de difícil, esta decisão é crucial para que a Santa Casa de São Paulo continue operacional”, diz nota da instituição.
 
Agência Brasil