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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Suco de laranja e café com leite ajudam a manter o sorriso bonito

Thinkstock
Cuidar da saúde bucal é essencial para manter o sorriso
 saudável e bonito
Dentista Carolina Sousa lista 11 dicas que contribuem para a boa higiene bucal
 
Bom dia! Cuidar da saúde bucal é essencial para manter o sorriso saudável e bonito. Para ter uma boa higienização dos dentes bastam três itens: escova, creme dental e fio. Mas, você sabia que alguns hábitos alimentares podem prejudicar todos os seus cuidados bucais?
 
A dentista Carolina Sousa selecionou 11 dicas preciosas que vão ajudar você a manter o sorriso em dia.
 
Confira:
 
1. Pare de fumar: os fumantes têm três vezes mais chances de desenvolver doença periodontal. Além disso, a recuperação não é tão boa após o tratamento quanto os  não fumantes.
 
2. Deixe o refrigerante diet de lado: mesmo sem açúcar, a versão diet pode prejudicar os dentes brancos, principalmente os compostos à base de cola, já que possuem alto teor de ácido, que enfraquece o esmalte dentário.
 
3. Tente desestressar: ranger ou apertar os dentes (o que se intensifica se você está estressado) pode causar desgaste excessivo e até rachaduras e lascas dentárias. Se você tem alguns destes sintomas, procure o dentista.
 
4. Capriche na escovação noturna: durante o sono a temperatura da boca aumenta, a produção da saliva diminui e as bactérias encontram um ambiente ótimo para se proliferarem.
 
5. Bom hálito: dietas com baixo consumo de carboidratos podem provocar mau hálito. Deve-se evitar, também, alimentos e bebidas ácidos (refrigerantes, cebola, mostarda) ou com conservantes, e jejum prolongado.
 
6. Beije na boca: quando você beija, as glândulas salivares que ficam embaixo da língua e nas bochechas aumentam o estímulo de salivação. A saliva — que contém água, proteínas e sais minerais — combate a formação de placa bacteriana.
 
7. Pingue leite no café: ao adicionar leite à xícara de café, você diminui a concentração das substâncias que mancham os dentes. O que viria com 100% de força, agora chega com 90%, 80%, 70%. Logo, quanto mais clarinho, melhor. Experimente esta proporção: um terço de leite para dois de café.
 
8. Não escove os dentes logo depois da refeição:  o ácido corrói o esmalte dental e, se a escova e a pasta entram logo em ação, vão ajudar a destruir ainda mais essa proteção natural. O ideal é esperar de 20 a 30 minutos para fazer a “faxina”.
 
9. Masque chiclete: prefira as versões sem açúcar, assim as bactérias da boca não são estimuladas. De certa forma, o chiclete ajuda a higienizar a cavidade bucal, porque estimula a salivação. Só fique atento àqueles que prometem clarear o sorriso, pois o resultado é praticamente nulo.
 
10. Peça um canudinho: o suco de laranja e outros sucos cítricos, como de abacaxi e limão, desgastam o esmalte do dente em mais de 80%. Uma dica para aliviar a acidez é usar um canudinho para empurrar o líquido para a garganta.
 
11. Faça bochechos: minutos depois de beber refrigerante ou vinho, faça um bochecho com água. Isso vai ajudar a eliminar substâncias ácidas que escurecem seu cartão de visita. Meia hora depois, é claro, a escovação termina o serviço.
 
R7

Bebida anti-ressaca promete eliminar todo álcool do sangue em apenas duas horas

Bebida promete eliminar álcool do sangue em até duas horas
Bebida promete eliminar álcool do sangue em até duas horas
Uma empresa do Uruguai desenvolveu uma bebida quase milagrosa. A ideia é eliminar qualquer sinal de álcool no sangue em até duas horas.
 
Chamada de Out Alcohol, o produto se apresenta como uma espécie de xarope. Desenvolvido pela fabricante Embotelladora Serrana, ele deve ser ingerido 30 minutos antes do consumo de bebido alcoólica.
 
Segundo a companhia, o Out Alcohol consegue eliminar totalmente o álcool do sangue após o usuário beber três taças de vinho ou duas doses de uísque. O produto começa a agir assim que ingerido, e acelera o metabolismo fazendo com que o álcool seja “expulso” do corpo de forma mais rápida pela urina.
 
A empresa garante que o objetivo da novidade não é ajudar motoristas a burlarem testes de bafômetro. A ideia é ajudar a eliminar os efeitos indesejados da ressaca.
 
Gadoo

Vacinação contra a gripe neste ano inclui crianças com até 5 anos incompletos

Foto: Reprodução
Até o ano passado, apenas crianças na faixa etária de 6 meses a menos de 2 anos recebiam a dose; campanha começa dia 22
 
A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa no próximo dia 22 e terá continuidade até 9 de maio. Este ano, crianças com idade entre 6 meses e menos de 5 anos também serão imunizadas. Até o ano passado, apenas aquelas na faixa etária de 6 meses a menos de 2 anos recebiam a dose.
 
De acordo com o Ministério da Saúde, o público-alvo da campanha em 2014 totaliza 49,6 milhões de pessoas. A meta é vacinar 80% dessa população, que inclui, além das crianças, os idosos com mais de 60 anos, trabalhadores da saúde, povos indígenas, as gestantes, mães puérperas (até 45 dias após o parto), a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.
 
A orientação é para que pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também recebam a dose. Elas devem apresentar a prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle de doenças crônicas no Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos onde estão registrados para receber a vacina.
 
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, explicou que a ampliação da faixa etária de menores de 2 para menores de 5 anos beneficia a própria criança e também cria o chamado efeito secundário. “Ao ser vacinada, ela deixa de ser uma possibilidade de transmissão para o idoso ou para uma pessoa com doença crônica que mora dentro de casa.”
 
A escolha dos grupos considerados prioritários, segundo o ministério, segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento de infecções respiratórias que têm como principal agente o vírus da gripe.
 
Ainda de acordo com a pasta, a vacina é segura e pode reduzir em até 45% o número de internações por pneumonias e em até 75% a mortalidade por complicações da gripe.
 
Serão distribuídas 53,5 milhões de doses que protegem contra três tipos de gripe, incluindo a gripe A. Em todo o país, 65 mil postos de saúde e 240 mil profissionais de saúde participam da campanha. O dia D da campanha será em 26 de abril.
 
“É importante que a vacinação seja feita nesse período para proteger o maior número de pessoas”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, ao garantir que as equipes de saúde estaduais e municipais estão sendo preparadas para o diagnóstico e o tratamento precoce da doença.
 
Agência Brasil / iG

25% dos hipertensos não tomam os remédios de modo adequado

Getty Images
Hipertensão contribui para cerca de 9,4 milhões de mortes por
 doenças cardiovasculares a cada ano
Estudo delata baixa adesão aos medicamentos; hipertensão é uma das causas de morte por doenças cardiovasculares
 
Um estudo realizado com 208 ingleses em tratamento para a pressão alta mostrou que 25% não tomavam os medicamentos adequadamente.

A hipertensão é uma das principais causa de morte prematura por doenças cardíacas e AVC. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, ela contribui para cerca de 9,4 milhões de mortes por doenças cardiovasculares a cada ano no mundo.
 
Bryan Willians, professor de medicina da University College London e autor do estudo, afirma que a baixa adesão dos pacientes ao tratamento é um fator importante para o baixo controle da pressão arterial. “Vimos no nosso estudo que muitos dos pacientes rotulados como tendo ‘hipertensão resistente', na verdade apresentam resistência em tomar a medicação”, disse.
 
No estudo, exames simples de urina delataram aqueles que não estavam seguindo o tratamento adequadamente. Entre os que não tomavam nenhuma medicação, um quarto havia se submetido à denervação renal, procedimento invasivo e caro que tenta tratar a hipertensão resistente. “Nosso trabalho mostra que muitos dos pacientes que fizeram este procedimento realmente não têm hipertensão resistente, a única razão pela qual a sua pressão arterial não é controlada é que eles não tomam seus medicamentos regularmente”, disse.
 
Ele afirma que ainda não se sabe o que leva as pessoas a desprezarem o tratamento, mas ele acredita que haja uma relação com o fato de o tratamento ser de longo prazo.

“A razão não é clara, mas um dos problemas é que a pressão arterial elevada não tem sintomas e o paciente muitas vezes se sente bem mesmo assim. Logo eles não conseguem entender o porquê de tanto medicamento mesmo havendo um risco de morte enorme”, afirma.
 
Willians ressalta que o estudo realizado na cidade de Leicester não deve ser replicado para todo o mundo. Mesmo assim, afirma que é possível considerar a tendência mundial de baixa adesão aos remédios entre os pacientes com hipertensão.

“Não sei se precisamos configurar este teste em todo o mundo. Acredito que a utilidade deste estudo esteja na mensagem clara dada aos médicos de que eles devem considerar a possibilidade de que o paciente não está tomando sua medicação, antes de sugerir procedimentos e testes mais caros”.
 
iG

No Brasil, apenas 10% das pessoas diagnosticadas com autismo são tratadas

Reuters
É preciso ampliar a rede de apoio e de atendimento à
criança e à família
Das cerca de 1 milhão de pessoas diagnosticadas com autismo no Brasil, apenas 100 mil recebem algum tipo de atendimento
 
Aos 19 anos, Caio* faz cursinho pré-vestibular. Ele quer estudar e ser escritor. A mãe do rapaz, Inês de Souza Dias, elogia as habilidades do filho, mas não esconde a existência dos traços deixados pela síndrome de Asperger, tipo de autismo diagnosticado quando ele era ainda pequeno. Dificuldade de entendimento e de aceitação das regras sociais e falta de interesse por assuntos do dia a dia são alguns deles.
 
“Caio tem interesses muito focados. Gosta de jogos e só quer falar sobre isso. Apesar de ser muito inteligente, não se interessa por assuntos cotidianos. Isso dificulta, por exemplo, o trabalho na escola. É uma batalha para conseguir que ele aprenda outras coisas”, conta. “Ele tem também um déficit de atenção bem acentuado. Para o Caio, é difícil permanecer na mesma tarefa por muito tempo”, completou.
 
Segundo Inês, características do filho consideradas estranhas por muitos, como andar para lá e para cá e a conversa com ele mesmo, ajudaram a definir o futuro do rapaz. “Numa certa idade, ele andava de um lado para o outro e falava alto. Parecia que estava contando histórias. Perguntei o que ele estava fazendo e ele disse que estava brincando com a imaginação e contando uma história para ele mesmo. Perguntei se gostaria de transformá-la em um livro. E foi o que fizemos.”
 
Caio frequentou a escola com crianças sem o transtorno e recebe, até hoje, acompanhamento especial. Mas a estimativa da Associação de Amigos do Autista (Ama) é que, das cerca de 1 milhão de pessoas no país diagnosticadas com autismo, apenas 100 mil recebam algum tipo de atendimento. No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, lembrado ontem (2), a instituição cobra uma discussão mais ampla sobre o assunto.
 
“O diagnóstico é a parte do problema que mais ganha com a data. Os pediatras acabam percebendo e se interessando pela causa. É o ponto mais favorecido. O grande problema é que, feito o diagnóstico, a família fica sem saber para onde ir”, explicou a superintendente e cofundadora da Ama, Ana Maria de Mello.
 
Mãe de um rapaz autista de 34 anos, ela lembra que, na época em que recebeu o diagnóstico, não havia tratamento disponível. O processo, segundo ela, é complicado, uma vez que envolve diversos profissionais de áreas distintas. “Estamos falando do espectro do autismo. Temos desde casos de extrema gravidade até casos de pessoas com inteligência normal, mas que também precisam de alguém que entenda o que está fazendo. Os casos mais leves não são tão simples.”
 
Para a presidenta da Associação Brasileira de Autismo, Marisa Furia Silva, o autismo ainda é um assunto pouco abordado, sobretudo no Brasil. Mãe de um rapaz de 36 anos com a síndrome, ela lembra que, depois do diagnóstico, houve pouca informação sobre como lidar com o filho. “Não tínhamos internet nem literatura sobre o assunto. Era uma época difícil. Não se sabia o que fazer.”
 
Marisa também acredita que a maior parte das pessoas diagnosticadas com autismo no país está sem atendimento. Segundo ela, o avanço no diagnóstico precoce não basta. É preciso ampliar a rede de apoio e de atendimento à criança e à família.
 
“A gente tem que pensar que é para a vida toda. Temos muitos adultos comprometidos hoje e a esperança é que, no futuro, isso não aconteça. O prognóstico de uma criança é muito melhor”, destacou. “Estamos em um momento em que já se tem documentos e parâmetros para o diagnóstico. Agora, temos que ter tratamento”, destacou.
 
Agência Brasil / iG

Biscoito de maconha contribuiu para a morte de estudante nos EUA, diz polícia

AP
Diferentes tipos de maconhas são expostos para venda em loja
 Medicine Man, em Denver (27/12/2013)
Aluno de intercâmbio caiu de varanda após ingerir produto, na 1ª morte vinculada à droga desde sua legalização no Colorado
 
Um estudante de intercâmbio do Congo morreu em uma queda em Denver, no Colorado, depois de comer um biscoito de maconha, disse a polícia - a primeira morte relacionada à droga desde que ela foi legalizada nesse Estado americano.
 
Uma autópsia divulgada nesta quarta-feira diz que a intoxicação por maconha foi um fator que contribuiu para a morte de Levi Thamba Pongi, 19, em 11 de março em uma queda de uma varanda de um hotel. O Colorado foi o primeiro Estado americano a legalizar o uso recreativo da maconha em janeiro.
 
Segundo as autoridades, Pongi conseguiu o biscoito de um amigo. A polícia determinou que a morte foi um acidente, mas não divulgou as descobertas de sua investigação.
 
A lei do Colorado proíbe a venda de produtos recreativos da maconha para menores de 21 anos. Autoridades dizem que um dos amigos de Pongi tinha idade suficiente para comprar o biscoito.
 
Funcionários da Faculdade de Northwest, em Wyoming, dizem que Pongi, um nativo da República do Congo, havia começado suas aulas em janeiro.
 
Atualmente, 20 Estados americanos, assim como a capital, Washington D.C., permitem a venda da maconha medicinal, enquanto o Estado de Washington deve começar a venda legal no fim deste ano.
 
Recentemente, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que a maconha não era mais perigosa que o álcool, embora tenha feito a ressalva de que ambos correspondiam a más decisões. Apesar disso, ele instruiu o Departamento de Justiça a parar os processos de bancos que fazem negócios com firmas de cannabis.
 
*Com AP e BBC

iG