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domingo, 21 de setembro de 2014

Sentar de forma errada mata a libido e aumenta o estresse

Pesquisa conclui ainda que postura desalinhada dificulta a digestão e a respiração, além de aumentar a raiva
 
Sentar de maneira errada não dá só dor nas costas não. Postura errada causa depressão, raiva, dificulta a digestão, reduz a energia e mata a libido. Um estudo realizado na Nova Zelândia concluiu ainda que pessoas que sentam de maneira torta são mais negativas, autocríticas, usam mais palavrões e têm humor mais amargo.
 
Manter a postura ereta - enquanto anda, deita ou principalmente sentado na mesa de trabalho - é importante para manter a curvatura ideal da coluna e prevenir dores. "Além dos problemas óbvios, sentar errado 'aperta' a área abdominal, reduzindo o fornecimento de oxigênio e nutrientes. Além de atrapalhar a digestão, causa lentidão e aumentando o cansaço", explica Sammy Margo, porta-voz da Chartered Society of Physiotherapists.
 
Maus hábitos em relação a postura dificultam também a respiração. "Quando isso acontece, o corpo percebe que está sendo atacado, então responde de forma pior ao estresse, dificultando o sono e reduzindo os níveis de energia", continua. E é aí que entra a libido ou a falta dela. Com tão pouca energia, o corpo não tem forças para uma noite animada sob os lençóis e, inclusive, começa a nem querer mais ter uma.
 
O estudo comparou os resultados de estresse, humor e respostas do corpo a outros estímulos de pessoas que se sentam de maneira certa e errada. Além dos resultados já ditos acima, quem mantém a postura ereta a maior parte do parte disse sentir menos medo e menos vontade de falar.
 
Um estudo anterior da York University, do Canadá, já havia concluído que as pessoas acham mais fácil ter pensamentos positivos quando estão sentadas de forma regular.
 
Terra

Enxaqueca dobra risco de diagnóstico de Mal de Parkinson

Estudo americano relaciona disfunções cerebrais da enxaqueca com o aumento do risco de desenvolver outras doenças
 
Pessoas que sofrem de enxaqueca na meia idade têm duas vezes mais chances de serem diagnosticadas com Mal de Parkinson, concluiu um novo estudo americano. Os pacientes que têm enxaqueca com aura, um tipo que inclue outros sintomas como a visão de luzes piscantes, sofrem ainda mais riscos. As informações são do site inglês Daily Mail.
 
Os especialistas afirmam que a causa seja um desequilíbrio na dopamina, um dos neurotransmissores que trabalha no controle de funções mentais e motoras. 
 
"A enxaqueca também já foi vinculada a aumento de riscos de doenças vasculares e cardíacas. Esta nova associação mostra a necessidade de estudo para entender, prevenir e tratar esta condição, que é a desordem cerebral mais comum em homens e mulheres", explica a Dra. Ann Scher, especialista da Uniformed Services University, da região de Bethesda, nos Estados Unidos. 
 
Ela explica ainda que a disfunção da dopamina é relacionada ao Parkinson, a Síndrome das Pernas Inquietas e, por muito tempo, tem sido ligada à enxaqueca. Além disso, a estimulação destes neurotransmissores pode ser a causa dos sintomas da doença, como excesso de bocejos, náuseas, vômitos, entre outros.
 
O estudo, publicado no jornal American Academy of Neurology, analisou 5.620 pessoas com idade entre 33 e 65 anos ao longo de 25 anos. 
 
Mas, apesar dos resultados, o número de casos é consideravelmente pequeno. Apenas 2,4% das pessoas com enxaqueca com aura foram diagnosticadas com Parkinson, enquanto este número é de 1,1% entre quem tem apenas dores de cabeças ocasionais. "As pessoas não devem se preocupar com esta pesquisa. Apesar do risco, ele é baixo demais", explica o professor David Burn, diretor da Parkinson's UK Clinical.
 
O Serviço de Saúde Pública do Reino Unido estima que uma em cada cinco mulheres sofra com enxaqueca, enquanto este número é de um para cada 15 homens.
 
As causas da doença são desconhecidas, mas os médicos sugerem que a dor exista como resultado de mudanças temporárias nos processos químicos e da irrigação de sangue nas veias do cérebro. Além disso, a genética também conta, já que metade das pessoas com a doença têm um parente próximo na mesma condição.
 
Terra

21 de Setembro: Dia Mundial da Doença de Alzheimer

 
Neste 21 de setembro é celebrado o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, uma doença que não tem cura e exige muito carinho e atenção por parte dos familiares e cuidadores.
 
Para você ficar bem informado sobre a doença selecionamos várias matérias para que você possa saber tudo sobre esta triste doença.
 
É só clicar e se informar:

Diabetes, pressão alta e tabagismo aumentam risco de Alzheimer, diz estudo

Amamentação pode reduzir risco de Alzheimer para as mães

Células do olho podem ajudar a diagnosticar Mal de Alzheimer

Sete dicas para fugir do Alzheimer

População global desconhece gravidade do Mal de Alzheimer

Psiquiatra esclarece mitos e verdades sobre o mal de Alzheimer

Má notícia para quem tem pai e mãe com Alzheimer

Um terço dos jovens possui gene do Alzheimer

Países que controlam tabagismo e hipertensão têm menos casos de Alzheimer

Vitamina E em alta dose pode ser benéfica para pessoas com alzheimer inicial

Diabete pode aumentar risco de demência em 50%

Uso prolongado de ansiolíticos e tranquilizantes pode elevar risco de Alzheimer

Estilo de vida saudável reduz risco de demências, revela relatório global de Alzheimer

Aos 15 anos, garoto inventa aparelho que garante mais segurança para pacientes de Alzheimer

Lapsos de memória nem sempre são sinais de Alzheimer

Declínio de funções cognitivas são comuns com o passar dos anos, afirma especialista
 
Neste domingo (21) é comemorado o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, forma mais comum de demência entre os idosos, e se caracteriza pela perda progressiva das funções mentais. O Alzheimer é uma doença degenerativa em que a produção excessiva de uma proteína chamada beta-amiloide causa a corrosão de partes do cérebro, matando os neurônios de modo lento e contínuo, provocando danos nas atividades cerebrais. 

Por ser uma doença que afeta principalmente os idosos, muitas vezes, o Alzheimer é confundido com a simples perda de memória que vem naturalmente com a idade.

Mas como saber se esse é o seu caso? Para esclarecer as principais dúvidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença, o R7 entrevistou o neurologista do Nudec (Núcleo de Envelhecimento Cerebral) da Unifesp, Paulo Bertolucci que explicou as principais questões sobre o assunto.
 
Veja a seguir:
 
Segundo o neurologista, todas as pessoas podem ter perda de memória independentemente da idade. Coisas como esquecer nomes das pessoas, não lembrar onde colocou as chaves e ter a sensação de que está esquecendo algo importante é normal, e nem sempre significa alguma demência. 

― No mundo moderno isso é muito comum. O estresse e a vida atribulada podem provocar esse esquecimento. Às vezes é uma simples falta de atenção, afinal quem não está atento não memoriza.
 
No entanto, se estes lapsos passam a interferir no dia a dia, até nas atividades mais simples, é o momento de procurar um profissional e investigar a causa. De acordo com o especialista, alguns indícios da demência podem ser detectados nas atividades cotidianas.

― Se a pessoa esquece onde colocou as chaves e em algum momento do dia, se lembra de algo que remeta ao lugar em que as colocou, o problema não passa de uma perda de memória episódica. Caso a pessoa não lembre de maneira nenhuma, nem com estímulos, onde as colocou, o caso deve ser investigado.
 
No caso do Alzheimer, Bertolucci afirma que a doença envolve um fator genético, por isso, quem têm casos da demência na família tem uma maior probabilidade de desenvolvê-la no futuro. 

― Apesar do fator genético, há outros fatores que estão diretamente envolvidos, como a qualidade de vida. Quanto mais a pessoa cuida da sua saúde física, mental e emocional, mais ela se previne e até mesmo retarda o aparecimento de doenças como o Alzheimer.
 
Mas o que fazer para melhorar o funcionamento da memória e deixá-la mais ativa? Bertolucci explica que a memória pode ser estimulada e treinada diariamente com técnicas de relaxamento, meditação, exercícios que instiguem a atividade cerebral, como aprender uma nova língua, jogar xadrez e fazer palavras cruzadas.

― Uma boa noite de sono e descanso também faz diferença, pois é nesse momento que o cérebro processa, revisa e armazena os dados da memória. Noites mal dormidas ou de insônia levam à fadiga constante, prejudicando a habilidade de concentração e armazenamento de informações. Por isso sempre alie exercícios com a boa alimentação.
 
De acordo com o neurologista, alimentar-se bem e abusar de alimentos com ômega-3 e ácidos graxos é fundamental para o estimulo do nosso cérebro. 

― Turbine as refeições com alimentos ricos nessas substâncias. Consuma bastantes peixes, frutas, vegetais ricos em antioxidantes, além de sempre colocar no prato feijão, ovos ou soja.
 
Bertolucci afirma que com o passar dos anos, geralmente após os 60 anos, é natural ocorrer um declínio cognitivo. Os estímulos, a atenção e a velocidade de processamento sofrem alterações com o passar dos anos. 

― Muitos idosos se queixam de lapsos de memória, mas como já disse, isso não significa que eles estejam doentes. É preciso diferencial a perda de memória natural com a causada por demências como o Alzheimer.
 
R7 

Remédio caseiro com limão e abacate elimina vermes e parasitas

Os vermes e os parasitas são a causa de várias enfermidades
 
Eles entram no corpo por meio da água e da comida.
 
O corpo humano fica mais vulnerável à ação dos vermes quando existe má digestão, desequilíbrio da flora intestinal e uma dieta pobre em fibras.
 
A medicina natural nos oferece várias e eficazes opções de tratamento.
 
Portanto, antes de recorrer a remédios que vão intoxicar o seu corpo, é bom procurar a ajuda de tratamentos caseiros.
 
Uma boa opção de medicamento natural contra vermes e parasitas é uma receita com casca de limão e casca de abacate.
 
Ela é muito simples, descomplicada e bastante eficiente.
 
Vale a pena fazer.
 
Anote:
 
Ingredientes
- Casca de 1 abacate
 
- Casca de 1 limão
 
- Mel a gosto
 
Modo de preparo
- Lave bem a casca do abacate e a do limão. Se forem vegetais da agricultura orgânica, melhor ainda.
 
- Triture, no processador ou liquidificador, a casca do abacate.
 
- Rale a casca do limão.
 
- Misture as cascas em partes iguais.
 
- Acrescente o mel e mexa bem.
 
Modo de usar
É para fazer e tomar na hora.
 
O melhor horário é logo que se inicia o dia e em jejum.
 

Banco promete combater prisão de ventre reproduzindo posição de cócoras

Prisão de ventre é um assunto que constantemente gera algumas piadas
 
Isso faz com que as pessoas que sofram deste mal muitas vezes não compartilhem com outras pessoas e até mesmo tenha vergonha de ir até um médico para conseguir entender melhor as causas e os possíveis tratamento. As mulheres são as que mais sofrem com a dificuldade de conseguir ir ao banheiro e fazer suas necessidades. Mas uma empresa parece ter descoberto uma solução um tanto quanto estranha.
 
De acordo com uma pesquisa feita, a melhor posição para fazer as suas necessidades não é sentado como fazemos normalmente, mas sim na posição de cócoras. Não é a toa que esta foi a posição utilizada pelos seres humanos por milhares e milhares de ano para conseguir evacuar sem nenhum problema. A pesquisa mostra que este posicionamento permite que as pessoas tenham um melhor relaxamento do reto e faz com que o esvaziamento do intestino seja praticamente completo.
 
Com base nesta pesquisa, uma empresa lançou um acessório para ser utilizado juntamente com o vaso sanitário e que realmente promete ajudar e muito a vida de quem possui dificuldades na hora de fazer o “número 2″. Trata-se de um banquinho para os pés que foi desenvolvido para ser utilizado ao redor do vaso sanitário. A ideia é permitir que as pessoas reproduzam a posição em cima do vaso, sem ficar sentada.
 
Segundo os fabricantes do Squatty Potty, ele leva os usuários a formar um ângulo de 35º, considerado “o mais eficiente” para esvaziar o intestino.
 
Pesquisas comprovam a eficácia
Antes de lançar esta novidade no mercado a empresa realmente baseou o seu lançamento em uma série de pesquisas para demonstrar que talvez o problema esteja relacionado com a nossa posição na hora de fazermos nossas necessidades. Médicos afirmam que problemas com o intestino geralmente estão relacionados aos alimentos que comemos em nosso dia a dia, mas também existe o fato da posição.
 
Uma comparação interessante foi feita recentemente com dois casos reais. Apesar de ser considerado um hábito “primitivo”, fazer as necessidades de cócoras ainda é comum em alguns países do mundo, como é o caso do banheiro utilizado no Irã, onde as pessoas ainda ficam de cócoras. Uma universidade comparou pessoas que utilizam este banheiro com o banheiro europeu, onde as pessoas fazem as suas necessidades sentadas em um vaso.
 
O objetivo era comparar a eficácia das duas posições, usando técnicas de imagem de raios-X e os relatos dos participantes do estudo. Ele descreveu suas descobertas em um relatório do impacto dos hábitos étnicos nos parâmetros defeco gráficos, publicado na revista iraniana “Archives of Medicine”. Os resultados mostraram que a evacuação intestinal foi completa em indivíduos acostumados com o hábito iraniano (cócoras). Já para os que utilizam o estilo europeu (sentado) a evacuação foi incompleta.
 
Outros hábitos
Vale ressaltar que tanto os médicos como a própria empresa que desenvolveu este banquinho especial, garantem que mudar a posição na hora de fazer as necessidades não é a solução definitiva e completa para todos os problemas relacionados ao intestino. É fundamental que as pessoas também sigam outras recomendações médicas.
 
A ingestão de fibras ainda continua sendo muito importante para que as pessoas consigam manter a saúde do seu intestino em dia. O ideal é que as pessoas comam, pelo menos, entre 25 e 30 gramas de fibras por dia. Além disso, o aumento do consumo de líquidos, especialmente água, durante o dia também ajuda a manter a regularidade do intestino. Exercícios físicos também são recomendados.
 
E para as pessoas que já estão com problemas mas que estão buscando um tratamento, uma dica importante é tentar manter uma rotina, mantendo sempre os mesmos horários na hora de ir ao banheiro. Desta forma, o intestino acaba se reeducando.
 
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Você sofre com prisão de ventre? Veja dicas para eliminar o problema

Você sabia que não é somente a má alimentação que pode causar a prisão de ventre? Pois bem, se não sabia, saiba que o fator emocional também pode atrapalhar o bom funcionamento do intestino
 
Isso acontece porque o órgão possui uma extensa rede nervosa, com os mesmo tipos de células que formam o cérebro, reagindo de maneiras distintas aos sintomas do estresse, ou a sentimentos como nervosismo, tristeza, alegria, dentre outros.
 
Diante dessa situação, especialistas acreditam que algumas pessoas podem ter o intestino preso até mesmo em função de algum trauma sofrido na infância. Agora que você já sabe um pouco mais sobre as causas do problema, acompanhe nossas dicas para quem deseja se ver livre do problema.
 
Cuidado com os horários
Procure reservar um horário para ir ao banheiro, no entanto, opte pelos horários mais tranquilos do dia. A dica é reservar pelo menos 15 minutos diários para o intestino.
 
Não segure a vontade de ir ao banheiro
Seja na rua, em casa, ou mesmo no trabalho, não segure a vontade de ir ao banheiro. Faça sempre o possível para encontrar um banheiro o mais rápido possível assim que a vontade aparecer.
 
Para se precaver de banheiros que eventualmente não ofereçam papel higiênico, a dica é andar com lenços ou mesmo pedaços de papel higiênico na bolsa, isso é útil até mesmo para limpar ou forrar o sanitário antes de sentar. O hábito de ir ao banheiro ao menor sinal do intestino pode ajudar amenizar o problema de prisão de ventre.
 
Consuma fibras
Para o bom funcionamento do intestino o ideal é consumir fibras diariamente, pois elas tendem a reduzir a consistência das fezes, permitindo uma evacuação mais tranquila. Alimentos como verdura, mamão, laranja com bagaço e bastante água, tendem ser excelentes aliados no processo.
 
Eduque e estimule o intestino
Crie o hábito de beber água logo ao acordar, preferencialmente em jejum. Além disso, para estimular a evacuação, a dica é sentar por alguns minutos no vaso sanitário e aguardar. Para quem tem dificuldade real em evacuar, a dica é preparar uma receita caseira capaz de estimular o intestino.
 
A receita consiste em colocar algumas ameixas sem caroço em uma panela com água e cozinhar por alguns minutos. Depois de cozidas, bata-as no liquidificador até que se transformem em geleia. Agora bastará consumir duas colheres de sopa dessa geleia todos os dias depois do café da manhã e da janta.
 
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Genéricos são em média 57,37% mais baratos em SP, diz Procon

Entre os genéricos, foi detectada diferença de 875,84%. Remédio de um mesmo laboratório também apresenta variação de preço
 
Pesquisa da Fundação Procon-SP mostra que os medicamentos genéricos são em média 57,37% mais baratos do que os de referência na cidade de São Paulo.
 
O levantamento identificou diferença de até 875,84% nos preços de um mesmo medicamento genérico nas farmácias. O medicamento Nimesulida, 100 mg, 12 comprimidos, por exemplo, custava R$ 1,78 em um estabelecimento e em outro, R$ 17,37.
 
Quanto aos de referência, a maior diferença encontrada foi de 280,06%. O Amoxil (Amoxicilina), da Glaxosmithkline, 500 mg, 21 cápsulas, foi encontrado em um estabelecimento da capital paulista pelo preço de R$ 15,50 e em outro, por R$ 58,91.
 
A pesquisa, realizada em agosto, envolveu 15 drogarias, distribuídas pelas cinco regiões do município de São Paulo, onde foram pesquisados 56 medicamentos, sendo 28 de referência e 28 genéricos. Clique aqui para ver a pesquisa completa
 
Segundo a diretora de estudos e pesquisas do Procon-SP, Valéria Garcia, na comparação entre preços de medicamentos de referência e genéricos, observa-se que a diferença é grande e os medicamentos genéricos são, em geral, mais baratos. “Mas é bom lembrar que um genérico de um mesmo laboratório também pode apresentar preços diferentes entre as drogarias. Logo, é essencial a pesquisa de preços sempre aliada à recomendação e prescrição médica”, diz.
 
Interior de SP
No interior paulista, São José dos Campos foi a cidade onde os preços variaram mais: a maior diferença encontrada nos genéricos foi de 881,38%, e de 300,06% para remédios de referência.

O levantamento foi feito em Araçatuba, Bauru, Caçapava, Campinas, Guarujá, Jacareí, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Vicente, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sorocaba. Clique na cidade para ver a pesquisa completa.

Recomendações
De acordo com o Procon-SP, vários fatores são determinantes de preço, como aplicação de descontos que varia de acordo com as condições locais de mercado, rentabilidade da loja, condições comerciais de compra;  políticas comerciais diferentes para cada canal de venda (loja física, telefone e loja virtual); redes regidas pelo sistema de franquia, no qual não há uma política única de preços entre os franqueados.

O Procon recomenda que o consumidor faça uma criteriosa pesquisa de preço consultando  a lista de Preços Máximos (PMC) dos medicamentos, disponível no site da Anvisa (www.anvisa.gov.br). A consulta também poderá ser efetuada nas listas de preços que devem estar disponíveis ao consumidor nas unidades do comércio varejista, ou seja, nas
farmácias e drogarias.

"Munido dessa informação o consumidor deve comparar os preços dos medicamentos entre os diversos estabelecimentos, como também os da própria rede, já que podem variar significativamente."

G1

Sensores nos pacientes e consultas à distância são tendências da medicina

Fórum Medicina do Amanhã discutiu como será medicina em 2020. Intel prevê que realidade dos médicos será modificada por tecnologia
 
Uma realidade em que pessoas com doenças crônicas usem sensores que sejam capazes de monitorar seu organismo e enviar as informações diretamente para o consultório e até para o celular de seu médico foi apresentada pela diretora de Tecnologia da Informação em Saúde da Intel, Joan Hankin, neste sábado (20), no 1º Fórum Medicina do Amanhã, que acontece no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
 
“Estamos presos em um sistema desatualizado de cuidados com a saúde. Quantas das coisas simples pelas quais os médicos veem seus pacientes que poderiam ser feitas à distância, com a ajuda de tecnologia?”, questiona Joan.
 
No cenário previsto pela Intel, em 2020, um clínico geral vai começar seu dia recebendo os dados coletados em sensores usados por seus pacientes. Ele poderá usar as mídias sociais para parabenizar os pacientes que estão com suas doenças crônicas controladas e para orientar aqueles que precisem de ajuda. Caso um dos pacientes apresente um quadro emergencial, ele receberá um alerta direto em seu celular.
 
E caso um paciente tenha uma complicação por um ferimento e esteja sendo atendido em outro local por uma enfermeira, ele pode pedir que a profissional encoste um a sonda com um biossensor no ferimento para identificar a genômica da bactéria da infecção.
 
Para Joan, esses recursos poderiam ajudar os médicos a atenderem mais pacientes em menos tempo. “O número de pessoas precisando de cuidados médicos está aumentando e o número de profissionais não cresce da mesma maneira”, diz.
 
A maior parte dessas ferramentas permitiria que os cuidados médicos fossem feitos à distância. De acordo com uma pesquisa feita pela Intel em 2013, chamada Intel Global Innovation Barometer Survey, que fez entrevistas online com 12 mil pacientes de vários países, inclusive do Brasil, 57% das pessoas consideram que os hospitais tradicionais vão ficar obsoletos. 75% dos entrevistados afirmaram que estão dispostos a se consultar com um médico por videoconferência e 70% concordariam em usar sensores que ajudassem a monitorar sua saúde à distância.
 
Segundo a empresa, a maior parte das tecnologias que seriam necessárias para esse tipo de atendimento já estão disponíveis. Mas algumas questões ainda não foram resolvidas, por exemplo, como seria feito o pagamento ao médico que atendesse à distância ou se os pacientes realmente se sentiriam seguros com atendimentos não presenciais.

G1

Alimentos que não acrescentam calorias ao organismo e ainda ajudam a emagrecer

Abobrinha:  está em todos os cardápios das dietas porque é
desintoxicante
Conhecidos por terem 'calorias negativas', o corpo gasta mais energia para digeri-los do que as calorias que eles contêm
 
Até parece conto do vigário: mas é possível, sim, perder calorias comendo. Basta optar pelos alimentos com calorias negativas, ou seja, aqueles que, ao serem consumidos, o organismo gasta mais energia para digeri-los do que aquelas que foram ingeridas.
 
“Pode-se dizer que são alimentos que não acrescentam calorias ao organismo, auxiliando assim no emagrecimento” explica a nutricionista Laís Coelho, da Natue.
 
Na lista dos que no resultado final não acrescentam calorias a mais no corpo entram as frutas e verduras, além das carnes magras. “Além disso, existem também alguns alimentos com ação termogênica, ou seja, são capazes de acelerar o metabolismo, aumentando o gasto energético e ajudando a emagrecer", acrescenta.

Dieta detox: uma semana para limpar o corpo

 
Além do efeito emagrecedor, incluir esses alimentos na dieta é importante até para quem não precisa se preocupar em manter a forma. “São benéficos à saúde, e devem ser incluídos na alimentação diária com os outros grupos alimentares”, recomenda a nutricionista.
 
Mas abusar deles não faz bem. “Assim como a falta, o excesso também pode ser ruim", explica Laís. Ela recomenda que a pessoa siga uma alimentação equilibrada, ou seja, composta pelos mais variados tipos de alimentos, incluindo cereais, leguminosas, carnes, frutas, verduras e legumes, Além disso, a pratica de atividade física é essencial para quem busca uma vida mais saudável.

Dieta detox: conheça erros e cuidados ao usar esse método para emagrecer

 
Veja alimentos que causam esse efeito no organismo:
 
Abacaxi: ele queima gordura e ainda é anti-inflamatório
 
Abobrinha: ela está em todos os cardápios das dietas porque é desintoxicante
 
Agrião: é um inibidor da fome fora de hora e também melhora sintomas de intoxicação, como a ressaca
 
Aipo: ingrediente cativo na dieta detox, ele não engorda, serve de petisco e também alivia o estresse
 
Alface: é uma folha magra, presente em todas as dietas e contém lactuário, uma substância com efeito sedativo
 
Aspargo: além de diurético (aumenta a eliminação de líquidos pela urina), é rico em ácido fólico e fibras
 
Beterraba: além de ter um sabor adocicado, que ajuda a melhorar o humor, ela ajuda a limpar o organismo
 
Brócolis: versátil, vai com pratos quentes e frios. Pesquisas mostram que ele protege contra o câncer de pulmão e cólon
 
Cenoura: pobre em carboidrato, pode ser levada como lanche, ajuda no bronzeado e é magra
 
Couve-flor: além de não engordar, ela tem nutrientes que reforçam a imunidade do organismo
 
Cranberry: ajuda a tratar infecções e também limpa o organismo. Aqui é mais fácil de achar sob a forma de suco
 
Espinafre: rico em magnésio. Ajuda a desintoxicar o organismo
 
Laranja: como é uma fruta cítrica, ajuda a emagrecer e protege contra infarto e AVC
 
Maçã: ela é de fácil digestão, amplia a saciedade e protege a memória
 
Mexerica: amplia a sensação de saciedade e ajuda a acelerar o metabolismo
 
Pepino: além de ajudar no emagrecimento, ele também é considerado uma arma poderosa para deixar a barriga chapada
 
Pimenta: tempero que faz a diferença no sabor e na dieta. Acelera o metabolismo e ajuda a queimar calorias de outros alimentos
 
Repolho: ingrediente da dieta dos países magros, ele ajuda na digestão, melhora a cicatrização e ainda emagrece
 
Vagem: saborosa, nutritiva e também uma importante aliada no combate à barriga saliente
 
iG