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quinta-feira, 1 de março de 2012

Vírus do herpes simples ativa defesa do corpo humano, diz estudo

Cientistas pensavam que o vírus atacava e bloqueava o sistema imune. Para autores, pesquisa mostra que ainda há muito a se estudar na área.

O vírus do herpes simples ativa as defesas do organismo, em vez de bloqueá-las, segundo estudo internacional liderado pelo Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha.

Para os autores da pesquisa, publicada na revista "PLoS Pathogens", as conclusões do estudo são 'totalmente inesperadas', já que até agora os cientistas pensavam que o herpes simples atacava o corpo humano, bloqueando as defesas.

O vírus do herpes simples (HSV, na sigla em inglês) é um dos que mais predominam em humanos e causa doenças que vão de feridas labiais e genitais a encefalites e até mesmo cegueira.

Conforme o trabalho, um componente do vírus herpes simples, a glicoproteína G, é capaz de potencializar a função de proteínas conhecidas como quimiocinas, que regulam a migração para a infecção dos leucócitos, células encarregadas de defender o corpo humano dos patógenos.

Os resultados questionam os modelos atuais e indicam que "ainda há muito que estudar sobre a modulação do sistema imune aos vírus e as funções desse sistema", segundo Abel Viejo, primeiro autor do artigo e pesquisador do CSIC no Centro de Biologia Molecular Severo Ochoa, em Madrid.

Fonte G1

Apenas 6,2% dos municípios têm bons serviços de saúde

Ministério da Saúde cria índice para avaliar acesso e qualidade do SUS. Cidades brasileiras estão longe da nota ideal para pasta

De todos os 5.563 municípios brasileiros, apenas 347 oferecem um bom atendimento na área da saúde. Eles representam apenas 6,2% do total e atendem a 3,6 milhões de brasileiros. A maioria está em Estados das regiões Sul (200 municípios) e Sudeste (145). As regiões Norte e Nordeste possuem apenas uma cidade cada nas condições consideradas ideais pelo Ministério da Saúde (MS). Feito não alcançado por nenhum município da região Centro-Oeste. Todas as notas do País podem ser conferidas no site do ministério

O cenário nada animador foi traçado pelo próprio ministério a partir de um novo indicador de qualidade da saúde: o Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde, o IDSUS. Promessa desde a posse do atual ministro Alexandre Padilha, o IDSUS pretende avaliar a atuação das redes públicas de saúde nos municípios brasileiros em todos os níveis de assistência à população: atenção básica, especializada ambulatorial e hospital, e de urgência e emergência.  

O índice é composto, basicamente, de duas grandes variáveis: o acesso oferecido aos serviços e a efetividade desse atendimento. Ao todo, 24 indicadores já conhecidos (como taxa de mortalidade materna e quantidade de mamografias feitas a cada ano) foram usados no cálculo da nota, dada a cada cidade, Estado e ao próprio País. Os conceitos variam em uma escala de 0 a 10 e a média brasileira de desempenho no SUS ficou em 5,47.

“Digamos que cinco é uma nota razoável. O SUS deveria ter de 7 em diante na nossa opinião”, afirma Paulo de Tarso Ribeiro de Oliveira, diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS. De acordo com as metodologias estatísticas aplicadas aos dados, garantir o acesso aos serviços ainda é o maior problema do Brasil. “Há mais diferenças na capacidade de o indivíduo conseguir ser atendido do que na qualidade do serviço depois que ele está lá”, diz.

Para Oliveira, o índice é “exigente”. Os cálculos são baseados na quantidade de pessoas que residem em cada município. Isso significa que as pessoas com plano de saúde, que não usariam o serviço público, são incluídas no montante da população a ser atendida por cada cidade. “O SUS é e tem de ser para todos”, diz.

A maioria dos municípios ficou em situação mediana, de acordo com a avaliação do ministério. Na faixa entre notas 5 e 5,9, estão 2616 cidades (47% do total), responsáveis pelo atendimento de 88.673.765 brasileiros. Outros 1.450 municípios (26,1% do total) ficaram com notas entre 6 e 6,9. Eles atendem a uma população de 46.683.510 pessoas. Apenas seis cidades têm desempenho superior a 8. Quatro delas estão em São Paulo (Arco-Íris, Barueri, Rosana e Cássia dos Coqueiros). As outras duas – Pinhal e Paulo Bento – são do Rio Grande do Sul.

FAIXA DE NOTASQUANTIDADE DE MUNICÍPIOSPOPULAÇÃO ATENDIDA
REGIÃO CENTRO OESTE46614.050.340
0 A 3,97290.096
4 A 4,91613.846.181
5 A 5,92818.143.059
6 A 6,9171.771.004
7 A 7,900
8 OU +00
REGIÃO NORTE44915.865.678
0 A 3,9903.661.192
4 A 4,91726.512.118
5 A 5,91595.147.696
6 A 6,927543.637
7 A 7,911.035
8 OU +00
REGIÃO NORDESTE179253.067.469
0 A 3,921646.169
4 A 4,948913.458.312
5 A 5,9116136.387.102
6 A 6,91202.562.421
7 A 7,9113.465
8 OU +00
REGIÃO SUL118827.384.815
0 A 3,9159.436
4 A 4,9431.403.380
5 A 5,93289.952.115
6 A 6,961614.153.380
7 A 7,91981.811.793
8 OU +24.711
REGIÃO SUDESTE166880.353.724
0 A 3,9131.104.647
4 A 4,915320.748.759
5 A 5,968729.043.793
6 A 6,967027.653.068
7 A 7,91411.538.558
8 OU +4264.899
TOTAL BRASIL5563190.722.026
Ministério da Saúde / IDSUS 2012

A definição
Durante todo o ano passado, técnicos do Ministério da Saúde, especialistas de universidades e associações, gestores e usuários do SUS discutiram critérios para medir situações tão diversas quanto o País. “Não podemos comparar Belo Horizonte com uma cidade do interior da Amazônia. Por isso, dividimos os municípios em grupos de características semelhantes, para darmos visibilidade às diferenças do País”, pondera Oliveira.

Os técnicos do ministério contam que os indicadores foram escolhidos de acordo com a relevância, a confiabilidade, a viabilidade e a validade dos dados disponíveis. São 14 variáveis que demonstram o acesso ao serviço e 10 de efetividade. Oliveira reconhece que há fragilidade nas bases estatísticas de municípios e Estados, mas vê na criação do índice um estímulo à melhoria da informação em todas as cidades brasileiras.

“O mais importante agora é colocar os dados em uma discussão mais ampla e melhorar o restante dos dados que seriam interessantes, mas que a qualidade não permitia usarmos”, comenta Renato Assunção, professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que participou da elaboração do índice.

O IDSUS foi calculado com as bases de dados referentes aos anos de 2007, 2008, 2009 e 2010, dependendo do indicador. As estatísticas de 2011 ainda não estavam prontas. A proposta do ministério é divulgar um novo índice de cada cidade a cada três anos. Os gestores locais, no entanto, serão acompanhados pela pasta e receberão atualizações anuais das notas.

A proposta do Ministério da Saúde é utilizar os dados para definir estratégias para os serviços junto com os gestores municipais e estaduais, utilizando as notas no IDSUS. Com base nesses conceitos que os pactos e contratos da pasta serão feitos a partir de agora. A estratégia é semelhante à do Ministério da Educação, que criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para avaliar a qualidade de ensino nas escolas e propôs metas a cada gestor.

O próximo passo será ouvir os usuários sobre o acesso aos serviços e qualidade do atendimento prestado pela rede pública de saúde. Oliveira garante que a meta é definir um programa de avaliação e monitoramento do SUS até o fim do ano. As primeiras a participar da pesquisa de satisfação dos usuários do Ministério da Saúde serão as gestantes. Foram enviadas 1,4 mil cartas às mulheres que deram à luz entre outubro e novembro de 2011.

Fonte iG

Arco-Íris tem a melhor nota no índice de qualidade da saúde

Município paulista ficou com conceito 8,38 e está entre os que têm menos infraestrutura hospitalar, segundo Ministério da Saúde

O município paulista de Arco-Íris ficou com a melhor nota do País no Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS). O indicador criado pelo Ministério da Saúde, em parceria com gestores e especialistas, para avaliar a qualidade do serviço público de saúde oferecido à população brasileira varia em uma escala de 0 a 10. Arco-Íris obteve 8,38. Todas as notas do País podem ser conferidas no site do ministério.

O índice é composto, basicamente, de duas grandes variáveis: o acesso oferecido aos serviços e a efetividade desse atendimento. Ao todo, 24 indicadores já conhecidos (como taxa de mortalidade materna e quantidade de mamografias feitas a cada ano) foram usados no cálculo da nota, dada a cada cidade, Estado e ao próprio País. A média brasileira ficou em 5,47. 

A nota ideal na avaliação do próprio ministério seria acima de 7. Nessa condição, estão apenas 6,2% do total dos 5.563 municípios brasileiros. Na pequena quantidade de cidades com bons resultados, há poucas capitais. Os municípios menores se destacaram na divisão entre os grupos de cidades analisadas pelo Ministério da Saúde.

Para evitar a criação de rankings com municípios considerados “incomparáveis”, a equipe que definiu os critérios do novo indicador dividiu o País em seis grupos homogêneos de municípios. Eles foram agrupados de acordo com perfil socioeconômico, de morbimortalidade e de estrutura de saúde disponível em cada um. 

Alcindo Ferla, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que participou das discussões no ministério, diz que não se surpreendeu com os resultados. “Eles parecem estar muito em acordo com as opiniões de usuários e as avaliações de pesquisas amostrais feitas até agora. Entretanto, como ele utiliza informações e indicadores de dois ou três anos, é bem provável que em diversos municípios nós já tenhamos realidades um pouco diferentes, que somente será percebido no indicador nas próximas edições”, opina. 

Nos grupos 1 e 2, estão os que possuem melhor infraestrutura e condições de atendimento à população (a diferença está na oferta de atendimento de média e alta complexidade, que o grupo 1 possui mais). Os grupos 3 e 4 têm pouca estrutura de média e alta complexidade (diferem um pouco nas condições socioeconômicas) e os grupos 5 e 6 são os mais pobres e não possuem atendimento especializado. O grupo 6 tem condição socioeconômica ainda pior. 

As cidades com notas mais altas do grupo 1, as mais ricas, são Vitória (ES), Curitiba (PR), Ribeirão Preto (SP), Florianópolis (SC), São José do Rio Preto (SP), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Só Vitória ficou com conceito acima de 7 (7,08). São Paulo, na 10ª posição, atingiu 6,21. No grupo 2, Barueri (SP) se destacou, com nota 8,22 (veja tabelas abaixo). 

É por isso que as notas dos municípios mais pobres e melhor pontuados devem ser valorizadas, de acordo com o Ministério da Saúde. Mesmo em condições desfavoráveis e tão diversas das cidades mais ricas, eles conseguiram atingir notas tão boas quanto ou até melhores. “Eles são a prova de que é preciso mais dinheiro, mas também deve-se gastar melhor e aprimorar a gestão”, diz Paulo de Tarso de Oliveira, diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS. 

Entre os seis municípios brasileiros que atingiram notas superiores a 8, quatro estão entre os mais pobres. Arco-Íris, cidade paulista com cerca de 1.925 habitantes; Pinhal e Paulo Bento, municípios do Rio Grande do Sul com 2,5 mil e 2,1 mil moradores respectivamente, e Cássia dos Coqueiros (SP), que possui 2.627 habitantes. “É claro que as condições são muito diferentes de uma cidade como São Paulo. Por isso definimos os grupos, mas o esforço desses municípios deve ser valorizado”, ressalta o diretor. 

OS DEZ MUNICÍPIOS COM MELHORES NOTAS EM CADA GRUPO

MUNICÍPIOUFIDSUSPOPULAÇÃO
GRUPO 1   
VITÓRIAES7,08325.453
CURITIBAPR6,961.746.896
RIBEIRÃO PRETOSP6,69605.114
FLORIANÓPOLISSC6,67421.203
SÃO JOSÉ DO RIO PRETOSP6,55408.435
PORTO ALEGRERS6,511.409.939
GOIÂNIAGO6,481.301.892
CAMPINASSP6,411.080.999
BELO HORIZONTEMG6,402.375.444
SÃO PAULOSP6,2111.244.369
GRUPO 2   
BARUERISP8,22240.656
CHAPECÓSC7,35183.561
MURIAÉMG7,18100.861
TUBARÃOSC7,0497.281
ITAJAÍSC7,01183.388
MONTES CLAROSMG6,99361.971
MARÍLIASP6,88216.684
BOTUCATUSP6,86127.370
BARRETOSSP6,86112.102
CAMPO LARGOPR6,79112.486
GRUPO 3   
ROSANASP8,1819.691
SANTO AMARO DA IMPERATRIZSC7,6819.830
SANTA FÉ DO SULSP7,5929.235
ANGELINASC7,425.250
PRANCHITAPR7,415.632
PARIQUERA-AÇUSP7,4118.453
PIUMHIMG7,3031.885
PIRAÍRJ7,3026.309
VOTUPORANGASP7,2984.728
SÃO LUIZ GONZAGARS7,2834.558
GRUPO 4   
TURMALINAMG7,3118.046
SERROMG7,0520.833
CAPELINHAMG6,9034.796
TIMONMA6,85155.396
PARNARAMAMA6,8334.613
GUAÇUÍES6,7627.853
MORENOPE6,7456.767
CAXIASMA6,72155.202
SÃO FÉLIXBA6,7014.099
TAIOBEIRASMG6,6730.894
GRUPO 5   
ARCO-ÍRISSP8,381.925
PINHALRS8,222.515
PAULO BENTORS8,142.196 
CÁSSIA DOS COQUEIROSSP8,132.627 
SÃO JOÃO BATISTA DO GLÓRIAMG7,956.890 
SANTA RITA d'OESTESP7,942.543 
VIRMONDPR7,933.950 
PARDINHOSP7,895.582 
ALTINÓPOLISSP7,89 15.609
TRÊS FRONTEIRASSP7,83 5.428
GRUPO 6   
FERNANDES PINHEIROPR7,765.932
PRESIDENTE KUBITSCHEKMG7,722.959
CARMÉSIAMG7,712.460
RIO BONITO DO IGUAÇUPR7,6813.660
ALVORADA DE MINASMG7,633.548
OLIVEIRA DE FÁTIMATO7,611.035
GUARACIAMAMG7,554.719
PINHAL DE SÃO BENTOPR7,542.620
GUAMIRANGAPR7,517.900
SIMÃO PEREIRAMG7,512.537
Ministério da Saúde / IDSUS 2012

Os piores
Entre as cidades mais ricas e com pior desempenho, estão as capitais: Rio de Janeiro, que lidera a lista negativa com nota 4,33; Belém (PA), com nota 4,57; Maceió (AL), que ficou com 5,04; Brasília (DF), com 5,09, e Fortaleza (CE), com conceito 5,18. O município com nota mais baixa do País é Pilão Arcado, na Bahia, com nota 2,50. A população da cidade é de 32 mil habitantes. 

O Estado do Pará possui a maior quantidade de municípios entre os piores no grupo dos mais pobres. Dos 10 com menor pontuação nesse conjunto, oito são paraenses: Santa Cruz do Arari (2,67), Faro (2,68), Afuá (2,85), Chaves (2,99), Breu Branco (3), Gurupá (3,09), Pacajá (3,17) e Bagre (3,20). 

O IDSUS foi calculado com as bases de dados referentes aos anos de 2007, 2008, 2009 e 2010, dependendo do indicador. As estatísticas de 2011 ainda não estavam prontas. A proposta do ministério é divulgar um novo índice de cada cidade a cada três anos. Os gestores locais, no entanto, serão acompanhados pela pasta e receberão atualizações anuais das notas. 

“O indicador está bem abrangente e contempla as principais variáveis que poderiam ser analisadas em todo o território nacional. O desafio agora é fazê-lo funcionar, ou seja, em torná-lo um objeto de negociações e de debates envolvendo ainda mais os atores”, ressalta Alcindo Ferla. 

A proposta do Ministério da Saúde é utilizar os dados para definir estratégias para os serviços junto com os gestores municipais e estaduais, utilizando as notas no IDSUS. Com base nesses conceitos que os pactos e contratos da pasta serão feitos a partir de agora. A estratégia é semelhante à do Ministério da Educação, que criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para avaliar a qualidade de ensino nas escolas e propôs metas a cada gestor.

OS DEZ MUNICÍPIOS COM PIORES NOTAS EM CADA GRUPO
MUNICÍPIOSUFIDSUSPOPULAÇÃO
GRUPO 1   
RIO DE JANEIRORJ4,336.323.037
BELÉMPA4,571.392.031
MACEIÓAL5,04932.608
BRASÍLIADF5,092.562.963
FORTALEZACE5,182.447.409
JOÃO PESSOAPB5,33723.514
UBERLÂNDIAMG5,33600.285
JUIZ DE FORAMG5,36517.872
SANTOSSP5,47419.757
CUIABÁMT5,55551.350
GRUPO 2   
SÃO GONÇALORJ4,18999.901
NITERÓIRJ4,24487.327
NOVA IGUAÇURJ4,41795.212
ANANINDEUAPA4,50471.744
DUQUE DE CAXIASRJ4,57855.046
CARUARUPE4,61314.951
APARECIDA DE GOIÂNIAGO4,67455.735
SANTO ANDRÉSP4,68673.914
OSASCOSP4,80666.469
SERRAES4,97409.324
GRUPO 3   
COLORADO DO OESTERO3,6518.602
RIBEIRÃO PIRESSP3,76113.043
MINEIROSGO3,7852.964
VILHENARO3,7976.187
MARABÁPA3,84233.462
MARICÁRJ3,84127.519
CAIAPÔNIAGO3,8516.734
MONTENEGRORS3,8659.436
PARAUAPEBASPA3,89153.942
AMÉRICO BRASILIENSESP3,9134.522
GRUPO 4   
NOVO REPARTIMENTOPA2,5662.124
SÃO FÉLIX DO XINGUPA3,1391.293
IPIXUNA DO PARÁPA3,2151.383
CAPITÃO POÇOPA3,2251.899
TAILÂNDIAPA3,2479.299
TOMÉ-AÇUPA3,2856.514
SANTANA DO ARAGUAIAPA3,2856.132
GUAPIMIRIMRJ3,5351.487
TURIAÇUMA3,5333.956
SÃO MIGUEL DO GUAMÁPA3,5451.527
GRUPO 5   
CUJUBIMRO3,2015.873
ALTO TAQUARIMT3,618.100
CHUPINGUAIARO3,648.304
ESPIGÃO D'OESTERO3,7128.741
RIO DAS PEDRASSP3,7229.508
BANDEIRA DO SULMG3,735.340
SÃO SEBASTIÃO DO ALTORJ3,898.906
SANTA RITA DO ARAGUAIAGO3,956.928
CAMPESTREMG3,9520.701
RIO CRESPORO3,953.316
GRUPO 6   
PILÃO ARCADOBA2,5032.815
SANTA CRUZ DO ARARIPA2,678.163
FAROPA2,688.181
AFUÁPA2,8535.017
CHAVESPA2,9921.138
BREU BRANCOPA3,0052.497
GURUPÁPA3,0929.060
BARCELOSAM3,1025.715
PACAJÁPA3,1740.052
BAGREPA3,2023.855
Ministério da Saúde / IDSUS 2012

Fonte iG

Rio de Janeiro é capital com pior nota na saúde


Foto: Vivian Fernandez Ampliar
Hospital Municipal Salgado Filho, no Rio
Índice criado pelo Ministério da Saúde para avaliar acesso e qualidade dos serviços se refere a dados até 2010

O Rio de Janeiro é a capital com pior avaliação no Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS). O indicador criado pelo Ministério da Saúde, em parceria com gestores e especialistas, para avaliar a qualidade do serviço público de saúde oferecido à população brasileira varia em uma escala de 0 a 10. A nota do município do Rio ficou em 4,33.

Divulgado nesta quinta-feira pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o índice é composto, basicamente, de duas grandes variáveis: o acesso oferecido aos serviços e a efetividade desse atendimento. Ao todo, 24 indicadores já conhecidos (como taxa de mortalidade materna e quantidade de mamografias feitas a cada ano) foram usados no cálculo da nota.

Os dados utilizados pelo Ministério da Saúde nos cálculos do IDSUS se referem a, no máximo, 2010. As estatísticas de 2011 ainda não estavam completas. Essa é uma das possíveis explicações para o baixo rendimento do Rio no indicador, na opinião de técnicos do próprio ministério e de especialistas.

Alcindo Ferla, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que participou das discussões do novo indicador, diz que não se surpreendeu com os resultados. Para ele, os números corroboram pesquisas amostrais já realizadas e avaliações dos usuários. No entanto, ele ressalta que a defasagem dos dados pode provocar distorções em relação à situação atual.

Ele (o índice) utiliza informações e indicadores de dois ou três anos. É bem provável que, em diversos municípios, nós já tenhamos realidades um pouco diferentes, o que somente será percebido no indicador nas próximas edições. Acho que esse é o caso do Rio de Janeiro, que teve grandes avanços recentes em relação à organização da atenção básica e das redes de atenção, com uma grande expansão de acesso”, ressalta.

Belém, Maceió, Brasília e Fortaleza também estão no fim da lista das capitais em desempenho. Todas elas ficaram abaixo da média nacional, de 5,47, e bem abaixo da nota considerada ideal pelo Ministério da Saúde: 7. Nessa condição, estão apenas 6,2% do total dos 5.563 municípios brasileiros. Todas as notas podem ser vistas no site: www.saude.gov.br/idsus.

VEJA ABAIXO AS NOTAS DAS CAPITAIS:

CIDADESIDSUS 2012
VITÓRIA7,08
CURITIBA6,96
FLORIANÓPOLIS6,67
PORTO ALEGRE6,51
GOIÂNIA6,48
BELO HORIZONTE6,40
PALMAS (GRUPO 2)6,31
SÃO PAULO6,21
CAMPO GRANDE6,00
SÃO LUÍS5,94
RECIFE5,91
NATAL5,90
SALVADOR5,87
BOA VISTA (GRUPO 2)5,76
TERESINA5,62
MANAUS5,58
RIO BRANCO (GRUPO2)5,56
ARACAJU (GRUPO 2)5,55
CUIABÁ5,55
PORTO VELHO (GRUPO 2)5,51
JOÃO PESSOA5,33
FORTALEZA5,18
MACAPÁ (GRUPO 2)5,10
BRASÍLIA5,09
MACEIÓ5,04
BELÉM4,57
RIO DE JANEIRO4,33
Ministério da Saúde / IDSUS 2012

Divisão por semelhançaPara evitar a criação de rankings com municípios considerados “incomparáveis”, a equipe que definiu os critérios do novo indicador dividiu o País em seis grupos homogêneos de municípios. Eles foram separados de acordo com perfil socioeconômico, de morbimortalidade e de estrutura de saúde disponível em cada um.

Quase todas as capitais fazem parte do grupo 1, que representa as cidades com melhor infraestrutura (especialmente na oferta de atendimento de média e alta complexidade) e condições de atendimento à população. As cinco capitais (Palmas, Boa Vista, Rio Branco, Aracajú, Porto Velho e Macapá) que não fazem parte do primeiro grupo, estão no segundo, que também reúne cidades com boa capacidade de cobertura.

Na opinião de Ferla, o lançamento do índice vai contribuir para uma “cultura de avaliação” em todo o País. “Desenvolver a cultura de avaliação significa que se faça aproximações sistemáticas com a realidade com base em indicadores de oferta e de qualidade e também que esses indicadores sejam utilizados efetivamente na gestão, seja pelo Ministério, secretarias municipais e estaduais, seja pelos usuários, conselhos de saúde ou trabalhadores”, afirma.

Os critérios adotados – e seus diferentes pesos na composição da nota de cada município – já levantam críticas entre especialistas. Raphael Câmara Parente, doutor em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e médico do Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), se espantou com o peso dado à proporção de partos normais.

A proposta do Ministério da Saúde é utilizar os dados para definir estratégias para os serviços junto com os gestores municipais e estaduais, utilizando as notas no IDSUS. Com base nesses conceitos que os pactos e contratos da pasta serão feitos a partir de agora. A estratégia é semelhante à do Ministério da Educação, que criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para avaliar a qualidade de ensino nas escolas e propôs metas a cada gestor.

Ferla espera que essas metas sirvam como desafio para todo o sistema. “Nosso principal desafio é fazer com que o IDSUS funcione para qualificar a gestão. Ele não pode representar um prêmio para os municípios que estão bem e uma penalidade para os que não estão. Ele precisa mobilizar a todos para ampliar ainda o acesso e a qualidade da saúde”, pondera.

Fonte iG

O mito do ‘sugar rush’: o açúcar não faz as crianças ficarem hiperativas

O açúcar na alimentação infantil, como se sabe, deve ser introduzido de forma mais tardia possível e de preferência em pouquíssima quantidade. Em excesso, e aliado a um estilo de vida sedentário, o açúcar leva ao desenvolvimento do sobrepeso e obesidade (sem falar nos problemas na saúde bucal). Como consequência o organismo sofre com diversas outras condições associadas ao peso excessivo. Mas, apesar de ser culpado por diversos problemas de saúde, existe uma coisa que o açúcar não causa: alterações de comportamento.

Se você está atento aos filmes, séries e desenhos animados já deve ter ouvido ou visto, em algum momento, cenas onde crianças se refestelam de alimentos doces e, açucarados, mudam seu comportamento. É o que os americanos chamam de “sugar rush”. De acordo com essa ideia, o consumo excessivo de açúcar faria com que as crianças tivessem um pico de energia tão grande que seriam difíceis de controlar por quem quer que seja. Mas será que isso pode mesmo acontecer?

“O açúcar realmente parece interferir na produção da dopamina e da serotonina no cérebro. Mas alterar o comportamento da forma como foi descrita é bastante exagerado. Há pesquisas que tentaram comprovar essa alteração e nenhum chegou a comprovar a existência desse fenômeno”, explica Sylvio Renan, médico pediatra.

Para Renan o açúcar não causa hiperatividade em crianças. “O pode acontecer, de forma inversa, é que crianças hiperativas tenham maior necessidade de açúcar, por exemplo. Nessa hipótese há um maior gasto de energia que precisa ser reposta. Mas não que o comportamento se altere, o padrão é a hiperatividade”, diz.

Outra hipótese, aponta o especialista, é que mesmo crianças que não são hiperativas mas que não tem espaço para brincar possam, em determinado momento do dia, ter um momento de enfrentamento da autoridade dos pais e iniciar uma série de brincadeiras mais intensas.

“As crianças que não tem um local para gastar sua energia podem querer ocupar o espaço do apartamento onde moram com essas brincadeiras e os pais, com dificuldade para controlá-los, acham que aquilo foi causado por um outro fator que não a tendência natural da criança, que é brincar o máximo possível”, observa o pediatra. O mesmo pode acontecer no espaço a escola, caso os horários para brincadeiras não sejam o suficiente.

“Nesses casos, ao que parece, é mais fácil rotular o comportamento da criança do que entender o que causou essa necessidade repentina de fazer atividades físicas”, observa Renan. Os pais e educadores, completa o especialista, não podem se esquivar desta responsabilidade de permitir às crianças que elas tenham um local para correr e brincar. Essas atividades lúdicas servem para, entre outras coisas, o desenvolvimento motor e das habilidades sociais.

“O açúcar traz muitos impactos negativos à saúde, altera os horários e hábitos alimentares e pode levar à obesidade, mas esse fenômeno não tem nada a ver com o alimento. Sugar rush é, com ampla margem de certeza, um mito”, finaliza.

Fonte O que eu tenho

5 coisas que você deve saber sobre Transtorno de Preferência Sexual

O TPS, também conhecido como parafilia, é tema de entrevista com Carmita Helena Najjar Abdo, pesquisadora do IPq da USP sobre o tema.

1. O que é o Transtorno de Preferência Sexual ?
O Transtorno de Preferência Sexual (TPS), anteriormente conhecido como parafilia, é um trantorno caracterizado por preferências sexuais tidas como não “normais”. A sexualidade “normal” é simplesmente aquela onde há desejo por pessoas adultas, vivas e que vise o prazer ou reprodução.

Há transtorno quando o objeto de desejo – o parceiro – é alguém que não é adulto (pedofilia), por alguém que não está vivo (necrofilia) ou por animais (zoofilia).

Se a finalidade do ato sexual também não visa o prazer em primeiro lugar – busca-se a dor, a humilhação, o constrangimento, o estresse ou desconforto em linhas gerais – a TPS também está presente.

É bom lembrar que, para que essas práticas sejam definidas como Transtorno de Preferência Sexual, é preciso que os episódios sejam recorrentes e que o indivíduo não consiga expressar sua sexualidade de outra maneira. Nesses casos há dificuldade de estabelecer relacionamentos normais, ou seja, o indivíduo é refém da situação.

Episódios esporádicos não são considerados um transtorno de sexualidade, mas podem ocorrer devido a diversos outros motivos, incluindo outros tipos de transtornos mentais como ansiedade, depressão e outros.

2. Por quais razões a Transtorno de Preferência Sexual se desenvolve?
Até algum tempo atrás o TPS era visto como resultado de traumas, abusos ou episódios negativos na infância. Uma das teorias mais recentes aponta que é possível que indivíduos com TPS tenham alterações nas estruturas cerebrais e que isso independeria dos fatores ambientais.

A hipótese mais aceita atualmente indica que o TPS se desenvolve mais proenimentemente em pessoas com alterações nos neurotransmissores de serotonina no cérebro.

3. Como sei identificar se alguém está com este problema?
Esse tipo de transtorno vai se manifestar especialmente na juventude, onde há grandes alterações no cérebro devido ao crescimento. Os indivíduos com esse tipo de desejo fora do comum normalmente se isolam mais, falam pouco sobre sexo e acabam procurando profissões muito específicas para poder dar desdobramento aos seus desejos.

O isolamento é ainda mais comum naqueles com algum tipo de desejo fetichista (ligado à objetos e situações específicas). Outros podem ter problemas com a lei, pois seus objetos de desejo são mais explícitos e eles acabam sendo percebidos socialmente.

4. A Transtorno de Preferência Sexual tem tratamento?
Sim, mas na maioria dos casos depende do próprio indivíduo aceitar seu problema e procurar ajuda. O tratamento é feito com acompanhamento psicoterápico e precisa ser constante, já que há apenas o controle e não a reversão do TPS.

Além disso, o tratamento farmacológico também é feito paralelamente. Essa é outra dificuldade, pois depende da adesão do paciente.

5. A quem devo pedir ajuda/auxílio?
A um profissional de saúde mental – particular ou então em diversos CAPs e centros de atendimento mantidos por faculdades e universiade público e privadas – que poderá indicar também um psiquiatra para o acompanhamento farmacológico. Em São Paulo há ainda o Projeto de Sexualidade (ProSex), mantido pelo Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP).

Fonte O que eu tenho

Como os hormônios afetam a vida sexual de homens e mulheres depois dos 50

Não existe um limite de idade para se manter sexualmente ativo e isso vale tanto para os homens como para as mulheres. Mas naturalmente, com a idade, algumas coisas mudam.

Por exemplo, enquanto para as mulheres atingir o orgamo pode se tornar algo mais demorado, para os homens a ereção se torna mais difícil e a ejaculação precoce mais fácil. Os homens também, após o sexo, podem ter que esperar um pouquinho mais até estar fisicamente preparados para repetir. Assim como as mulheres, muitas destas transformações na excitação sexual estão relacionada às mudanças hormonais.

Menopausa e Andropausa
Após a menopausa, o corpo da mulher produz menos estrogênio (o hormônio feminino). Essa queda resulta em algumas mudanças físicas que podem afetar o desempenho sexual como, por exemplo, a lubrificação vaginal e a elasticidade, que diminuem. Essas mudanças podem fazer com que o sexo se torne menos confortável, até mesmo doloroso. Algumas mulheres chegam a evitar ter relações porque sentem menos prazer, mas não é bem assim.

Para resolver este problema use lubrificantes à base de água. Existem, inclusive, lubrificantes específicos. Eles são em gel e devem ser aplicado antes do sexo. Aproveite para utilizar durante as preliminares, isto também deve ajudar a melhorar a elasticidade vaginal.

Entre os homens, a queda na produção de hormônios é chamada de andropausa. Ela ocorre entre os 35 e 70 anos de idade, mas é mais comum aos 50. Diferente da menopausa, a queda nos níveis de testosterona é mais lenta e gradual. Mesmo assim também apresenta alterações físicas como queda de energia, menor vontade em se fazer sexo, diminuição da força e resistência, alterações de humor e ereções mais curtas.

Terapia hormonal
Para as mulheres, a terapia hormonal – no curto prazo – reduz alguns sintomas da menopausa, como as ondas de calor. Ela também pode resolver o problema da secura vaginal. Ao fim da terapia, pode ser necessário considerar a terapia intra vaginal local, mais uma vez para evitar desconforto. A aplicação de estrogênio geralmente aumenta o fluxo sanguíneo, melhorando a sensação de lubrificação. No longo prazo, os riscos à saúde são mínimos.

Existe também a reposição hormonal para os homens, no entanto, ela é fator de risco para o câncer de próstata. Por este motivo, a terapia deve ser indicada e acompanhada por seu médico.

Quando o desejo diminui
Com a menopausa e a andropausa há, tanto o homem com a mulher têm queda nos níveis de produção da testosterona. Este hormônio tem papel importante no desejo sexual e esta queda pode afetar o desempenho sexual do casal. Isto é normal e não significa que o desejo irá sumir completamente.

A diminuição do desejo sexual também pode estar relacionada a vários outros fatores, como depressão, estresse, fadiga ou estar vinculada ao uso de alguns medicamentos. Mesmo que você desconfie de que algum remédio esteja envolvido, não pare de tomar. Apenas converse com o seu médico.

Encare esta dificuldade como uma oportunidade: a falta de desejo pode ser o que estava faltando para que o casal converse, fique mais íntimo e encontre novas formas de manter sua vida sexual mais ativa. Será necessário maior comprometimento e esforço, o que não quer dizer que será menos prazeroso. E não deixe de fazer sexo só porque está difícil: quanto mais você fizer, melhor será, tanto para o homem como para a mulher.
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Créditos: este material aparece originalmente em inglês como Aging Women and Sex e Aging Men and Sex. Copyright © 2011 da Sexuality and U. Traduzido e reproduzido com permissão. A Sexuality and U não é responsável pela exatidão desta tradução. Esta tradução não pode ser reproduzida ou, ainda, distribuída sem permissão prévia por escrito da Sexuality and U.

Fonte O que eu tenho

Homem compra pão e encontra rato dentro

Uma empresa de alimentos foi ordenada pela Justiça britânica em 2010 a pagar quase 17 mil libras (cerca de R$ 45 mil), depois que um homem encontrou um camundongo morto em um pacote de pão de forma, quando preparava sanduíches para seus filhos.

Stephen Forse, de Kidlington, Oxfordshire, já havia usado algumas fatias do pão quando encontrou o roedor.

O pão foi comprado pela internet, de uma filial do supermercado Tesco em Bicester, em janeiro de 2009.

A empresa Premier Foods, que fabrica o popular pão de forma Hovis, foi multada em 5.500 libras (cerca de R$ 14.800) e ordenada a pagar 11.109,47 libras (cerca de R$ 29 mil) dos custos do processo.

A empresa admitiu ter falhado em garantir, na sua fábrica em Londres, que todos os estágios da fabricação do produto estivessem devidamente protegidos contra contaminações.

Objeto escuro
Forse afirmou que já havia usado algumas fatias do pão quando notou "um objeto escuro, preso no canto de três ou quatro fatias".

"Inicialmente achei que a massa do pão não havia sido bem misturada antes de ele ser assado."

"Mas quando olhei de perto, vi que havia pelos na mancha."

Forse afirmou que continuou a preparar os sanduíches de seus filhos e amigos com fatias de outro pão.

"Chequei cuidadosamente cada fatia, já que fiquei muito abalado", disse ele.

"Fiquei me sentindo mal e não consegui comer nada. Sentei com as crianças enquanto elas comiam seus sanduíches."

Rabo sumido
Forse contatou as autoridades sanitárias do governo local, que visitaram a casa da família para coletar as provas.

Durante a visita, uma das agentes identificou o objeto como sendo um camundongo sem o seu rabo. Foi a administração regional do distrito de Cherwell que moveu o processo contra o fabricante do pão.

Um porta-voz da Premier Foods afirmou: "Pedimos profundas desculpas pelo estresse causado como resultado deste incidente isolado".

"Assim que a queixa foi apresentada, suspendemos toda a produção na padaria e nomeamos um especialista independente para conduzir uma detalhada investigação."

"Eles confirmaram que este foi um incidente isolado, que afetou apenas este produto."

"Não havia qualquer evidência de camundongos na padaria, e nenhum histórico de situações semelhantes."

O porta-voz acrescentou que o governo local concorda que "a padaria é bem administrada e que a Premier Foods leva suas obrigações em relação à higiene bastante a sério".

Fonte G1

SP: homem encontra vidro dentro do pão

Pão foi apreendido e passará por  (Foto: Reprodução TV Tem)
Depois de comer o pão com cacos de vidro, o homem foi ao hospital, onde foi encontrado vidro em sua laringe

Um comerciante encontrou cacos de vidro dentro de um pão, na cidade de Bauru, São Paulo.

Ele comprou o pão em um supermercado e ao comer uma fatia, percebeu que havia vidro dentro do pão. Já no hospital, após um exame de endoscopia e uma radiografia foi confirmada a existência de pedaços de vidro em sua laringe.

Com isso, o homem registrou um boletim de ocorrência sobre o fato. A polícia apreendeu o pão, que foi produzido pelo próprio mercado para comprovar se realmente há vidro. O laudo deve sair em 30 dias.

Além dos pães, a polícia também recolheu duas lâmpadas que ficam sobre a mesa onde eles são produzidos. Para o Delegado Dinair José da Silva, uma delas parece ter sido trocada recentemente.

O responsável pelo supermercado não foi localizado, mas o gerente garantiu que a produção de pães segue rigorosamente as normas da vigilância sanitária.

A última inspeção sanitária feita no município do supermercado foi feita no dia 13 deste mês. No laudo, consta que o local estava dentro doa padrões sanitários exigidos. Aproximadamente 50 lotes da mesma fornada dos pães foram retirados das prateleiras.

A irmã da menina diz que ela planejou tudo e que ela sabia o que estava fazendo.

Os envolvidos prestaram depoimento na Delegacia da Criança e do Adolescente na Asa Norte.

Fonte Band

Celidônia

Resumo
Celidônia: planta medicinal utilizada em uso interno contra os problemas digestivos como os espasmos, e em uso externo contra as verrugas. Atenção! No uso interno (via oral), utilize apenas remédios certificados pelas autoridades sanitárias.

Observações
A celidônia é uma planta medicinal muito interessante, no entanto ela pode apresentar riscos em caso de uso interno. Por outro lado, para as cápsulas ou gotas vendidas em farmácias, não existe risco algum, pois esses medicamentos são controlados pelas autoridades. A seiva de celidônia também pode ser utilizada em caso de verrugas, como medicina popular. Na verdade, o efeito não foi comprovado cientificamente então pode se tratar de um efeito placebo ou psicológico, pois sabe-se que o composto psicológico é essencial na cura das verrugas.

Nomes
Nome em português: Celidônia, erva-andorinha
Nome latim: Chelidonium majus
Nome inglês: Chelidonium majus
Nome francês: Chélidoine, herbe-aux-verrues
Nome alemão: Schöllkraut
Nome italiano: chelidonia

Família
Papaveraceae

Constituintes
Alcalóide do tipo benzil, celidonina.

Partes utilizadas
Seiva (em uso externo), partes aéreas da planta (em uso interno)

Efeitos da celidônia
Em uso interno
Diurético, espasmolítico, colerético, colagogo.

Indicações da celidônia
Em uso interno
Planta utilizada em caso de problemas digestivos e em particular contra os espasmos ou problemas do fígado.

Em uso externo (na medicina popular, isto é, sem provas clínicas da sua eficácia):
A seiva (que pode ser obtida através da quebra do caule) da celidônia seria cáustica e pode ser aplicada sobre as verrugas, esgalhos e traças para fazê-los desaparecer.

Atenção! Utilize comprimidos ou cápsulas de qualidade, certificadas pelas autoridades sanitárias. Não utilize a planta fresca em uso interno (via oral): planta tóxica!

Efeitos secundários
Leia a bula dos medicamentos.

Contra-indicações
Leia a bula dos medicamentos.

Interações
Desconhecemos

Atenção! Em caso de absorção da planta fresca de celidônia, podem ocorrer efeitos secundários como depressão do sistema nervoso ou intoxicação, portanto nunca se deve ingerir a planta fresca: tóxica!

Preparações à base de celidônia
Estas dependem da aplicação e da indicação que devem ser orientadas por um especialista (naturopata, farmacêutico,...):
- Para tratar as verrugas, aplica-se no local da verruga o suco (seiva) da planta. (Na medicina popular)

- Para problemas do fígado ou de ordem digestiva utilize cápsulas ou gotas estandarizadas.

Onde cresce a celidônia?
A celidônia cresce na Europa, por exemplo, nas montanhas (Alpes).

Quando colher o suco de celidônia?
O suco de celidônia pode ser colhido na primavera e no verão, para aplicar nas verrugas.

Fonte Criasaúde

Dermatologista explica como eliminar estrias

Há tratamentos disponíveis, mas é preciso ter paciência e disciplina para obter resultados


Entre as indesejadas imperfeições femininas, as estrias figuram entre as que estão no topo da lista. O aspecto rasgado da pele aparece quando as fibras de sustentação da derme se rompem e deixam cicatrizes no local. Em algumas pessoas, as estrias chegam brancas. Noutras, mais rosadas. São comuns no quadril, nas pernas, no seio e na barriga, no caso das mulheres. E os homens não estão livres delas. É comum aparecer na adolescência, na fase do estirão, quando a pessoa cresce demais, de repente, e o organismo não estava preparado para ser tão esticado. Gravidez e alterações hormonais são causas comuns do problema.

O difícil é tratar: as cicatrizes são irreversíveis. Há tratamentos dermatológicos e estéticos que melhoram o aspecto da pele. Se feitos logo que as estrias surgem, são mais eficientes. As menores e mais finas podem até sumir. Entre as técnicas mais modernas para se livrar das estrias, está a injeção de fatores de crescimento.

Um conjunto de substâncias (a maior parte de natureza proteica, que desempenham funções na comunicação intercelular) é aplicado através de uma agulha fina na pele, promovendo uma renovação no local e reconstruindo a pele danificada pelas estrias.

O que são as estrias?A dermatologista Denise Steiner, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que as terapias para essas lesões demandam paciência e disciplina.

:: Estrias são cicatrizes, e o tratamento é sempre complexo e lento. Dependendo da extensão, da idade e da profundidadeo, elas podem ser abrandadas a ponto de ficarem invisíveis a olho nu.

:: Outro procedimento que vem sendo bastante utilizado é a intradermoterapia, que consiste em pequenas injeções de substâncias, como a vitamina C, associadas a anestésicos, para reduzir a ardência do tratamento.

:: Esta técnica pode ser usada contra a celulite e gordura localizada, além das estrias. A aplicação é feita em microdoses de medicamentos nas áreas atingidas, com o objetivo de dar à pele um aspecto uniforme, revela Karine Bezerra, membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Os melhores resultados, porém, só aparecem após alguns meses.

Fonte Zero Hora

Veja os alimentos que ajudam a envelhecer com saúde

Flavonoides e ômega 3 são substâncias consideradas aliadas na luta contra o envelhecimento


Longevidade é uma aspiração natural de qualquer sociedade, mas não basta por si só. O impacto positivo somente é sentido quando se agrega qualidade aos anos adicionais de vida. Um dos caminhos para essa questão pode ser a alimentação.

Para a nutricionista Emília Yasuko Ishimoto, utilizar alimentos funcionais é uma estratégia para atingir a longevidade com saúde. Ela explica que não há uma definição universalmente aceita para o termo "alimentos funcionais". Via de regra, é aquele alimento que, além de seu valor nutricional, apresenta benefícios sobre uma ou mais funções orgânicas. De acordo com o American Dietetic Association (ADA), esses alimentos podem ser integrais, fortificados ou enriquecidos, desde que sejam potencialmente benéficos para a saúde, quando consumidos regularmente, em níveis efetivos e como parte de uma dieta variada.

O alimento funcional contém compostos bioativos, elementos que são capazes de atuar diretamente na prevenção e no tratamento de doenças, entre eles os ácidos graxos ômega 3, as fibras solúveis, os antioxidantes e fitoesterois. Entre as substâncias com alto poder antioxidante e consideradas excelentes aliadas na luta contra o envelhecimento estão os flavonoides e o ômega 3.

— As pessoas precisam consumir uma variedade de alimentos, incluindo frutas, legumes, vegetais e grãos. Em cada produto existe uma determinada substância que previne o envelhecimento — afirma.

Veja alguns exemplos de alimentos funcionais e como eles atuam na proteção do organismo:

:: Soja e produtos integrais de aveia — redução do coleterol.

:: Suco de mirtilo — combate infecções do trato urinário.

:: Gordura de peixe — redução de triglicerídios, mortalidade por doença cardíaca e infarto do miocárdio.

:: Espinafre e couve — redução do risco de degeneração macular relacionada à idade (perda de visão).

:: Tomate — redução do risco de câncer de próstata.

:: Peru, carneiro, carne bovina, laticínios — redução do risco de câncer de mama.

:: Oleaginosas (castanhas, nozes) — redução do risco de doenças cardíacas.

:: Suco de uva ou vinho tinto — redução da agregação plaquetária.

Fonte Zero Hora

Medicamento contra mielofibrose reduz a mortalidade em 50%, aponta estudo

Aprovado nos Estados Unidos em novembro, remédio ameniza inchaço do baço e febre


Pacientes com mielofibrose tratados com o medicamento ruxolitinib, o primeiro tratamento autorizado nos Estados Unidos, viram seus sintomas diminuírem e sua taxa de mortalidade reduzir em 50%, segundo um estudo estadunidense.

Os resultados do teste clínico levaram a FDA — agência reguladora equivalente à Anvisa no Brasil — a aprovar, em novembro, a venda de ruxolitinib, cujo nome comercial é Jakafi, do laboratório Incyte Corp. O Jafaki bloqueia uma proteína (a tirosina JAK2) e é destinado aos doentes que apresentam estado avançado ou intermediário da doença, que se caracteriza por uma superprodução de glóbulos vermelhos e brancos pela medula óssea.

Para este ensaio, com resultados publicados pelo New England Journal of Medicine na edição de 1º de março, pesquisadores do Centro Anderson de Houston, no Texas, e da Clínica Maio de Scottdale, no Arizona, acompanharam mais de 300 doentes divididos em 89 centros de cuidados americanos.

O teste mostra que o fármaco ruxolitinib "é claramente mais eficaz para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos doentes que tudo o que podíamos oferecer anteriormente", afirmou o médico Jason Gotlib, professor adjunto de medicina da Universidade de Stanford (Califórnia, oeste) e autor do estudo.

Uma experiência similar realizada na Europa mostrou que o ruxolitinib era o melhor tratamento para reduzir o inchaço do baço e os outros sintomas desta doença, como a febre. Cerca de 46% dos pacientes do estudo tratados com este medicamento melhoraram, frente a 5% do grupo que se tratou com placebo.

A terapia permite uma redução de 50% da mortalidade dos doentes no final de um ano, explica Gotlib, que afirma que ainda não são conhecidos os efeitos de longo prazo.

— O ruxolitinib não cura a doença, mas suas vantagens clínicas são significativas e substanciais, e permitem que diversis pacientes realizem atividades normais — diz o pesquisador.

Fonte Zero Hora

Auxiliar de dentista de 21 anos é viciada em comer esponjas

soapeater
Kerry sofre com um transtorno e já comeu objetos 4.000 vezes

Kerry Trebilock, uma auxiliar de dentista de 21 anos, sofre de um transtorno que a faz comer esponjas todos os dias. Até agora, foram 4.000. Fora as mais de cem barras de sabão.

O detalhe é que ela não come simplesmente as esponjas. Kelly, que é da Cornuália, gosta de colocar molho ou mostarda nos objetos antes de engoli-los. Ou até chocolate ou chá.

- Os molhos e bebidas nas esponjas as deixam mais macias. E eu mastigo até que o sabor acabe. Depois eu engulo a esponja.

Esse transtorno não é brincadeira. Alguns dos que sofrem com isso comem metais, carvão, areia ou até mesmo lâmpadas e móveis, segundo o tabloide The Sun.

Kerry, que pesa cerca de 54 kg, já chegou a comer esponja cinco vezes por dia e acabou com dores no estômago, constipação intestinal e diarreia.

Fonte R7

Estudo sugere que qualidade do sono melhora com a idade

Entrevistados na faixa dos 80 anos relataram a melhor qualidade de sono

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos sugere que a qualidade do sono melhora com o avanço da idade, ao contrário do que se imaginava antes.

O estudo, do Centro para Sono e Neurobiologia Circadiana da Universidade de Pennsylvania, nos Estados Unidos, ouviu por telefone 150 mil adultos.

Segundo os depoimentos, a não ser por um período por volta dos 40 anos, a qualidade do sono aumenta com o passar do tempo. Os entrevistados na faixa dos 80 anos relataram a melhor qualidade de sono.

Michael Grandner, um dos cientistas que liderou a pesquisa, afirmou que a razão do estudo era levar as pessoas a repensarem o conceito sobre idade e baixa qualidade do sono.

- Esses resultados nos obrigam a repensar o que sabemos sobre sono entre pessoas mais velhas - homens e mulheres.

O pesquisador sugere que é possível que pessoas mais velhas estejam dormindo mal, mas elas simplesmente se sentem bem a respeito do próprio sono.

- Mesmo se o sono entre os americanos mais velhos é, na verdade, pior do que em adultos jovens, a sensação em relação a isso melhora com a idade.

O estudo foi publicado na revista especializada Sleep.

Equipamentos ou perguntas
Geralmente, universidades contam com equipamentos que podem avaliar a duração e o nível de perturbação do sono para estudos com voluntários. E os resultados obtidos com esses equipamentos nem sempre combinam com a opinião dos voluntários sobre a qualidade do sono.

A pesquisa da Universidade da Pennsylvania se concentrou em perguntas para pessoas selecionadas aleatoriamente. Além de perguntas sobre a qualidade do sono, os entrevistados também tiveram que responder sobre o estado geral de saúde, renda, nível educacional e raça.

Durante as entrevistas, os pesquisadores notaram que estar deprimido ou ter problemas de saúde são fatores ligados a um sono de baixa qualidade. No entanto, quando os cientistas ajustaram os resultados para compensar esses fatores, um padrão diferente surgiu.

As reclamações sobre sono ruim caíram à medida que a idade dos entrevistados avançava e o menor número de reclamações vinha de pessoas com mais de 70 anos.

A única exceção ocorreu entre pessoas na meia idade, quando foi registrada uma queda na qualidade do sono dos entrevistados.

Para Derk-Jan Dijk, professor de Sono e Fisiologia e diretor do Centro de Pesquisa do Sono de Surrey, na Grã-Bretanha, que não participou da pesquisa, o estudo americano é "interessante".

- Temos que nos afastar de todos aqueles mitos sobre envelhecimento. Muitas pessoas estão muito satisfeitas com o sono.

No entanto, para o professor, perguntas subjetivas sobre sono podem resultar em respostas que dependem do humor do entrevistado.

- Se você está com raiva por não ter recebido um aumento de salário do seu chefe, por exemplo, sua percepção de qualidade do sono pode ser muito diferente de alguém que está satisfeito naquele momento.

Fonte R7

Garotinha ganha costela de titânio para não morrer sufocada

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Ela sofre de distrofia torácica, doença que pressiona os pulmões

Uma criança que nasceu com uma doença rara teve de “equipar” o corpo com costelas de titânio para evitar que fosse sufocada.

Jessie Plumpton, de dois anos, sofre de distrofia torácica, doença que fez seu tórax parar de se desenvolver corretamente, colocando pressão sobre os pulmões. As informações são do DailyMail.

Os implantes de titânio foram colocados em uma cansativa cirurgia de sete horas realizada no Great Ormond Street Hospital, em Londres. O objetivo era aumentar o tamanho da região peitoral.

Sua mãe, Jane Plumpton, de 27 anos, disse que “a expansão do tórax foi muito traumática porque era uma cirurgia de vida ou morte”.

- Ela poderia ter morrido na cirurgia. E a medida que ela envelhece, ela deve enfrentar uma nova cirurgia. A sua expectativa de vida é imprevisível.

Para Jane, a filha vive cada dia como se fosse o último.

- Ela é brilhante.

Jessie foi diagnosticada com a doença em janeiro de 2010, quando tinha somente dois meses de idade. Sua irmã mais velha, Jennie Leigh, de nove anos, não tem a doença.

A condição genética, que afeta cerca de uma em cada 130.000 crianças, coloca Jessie em risco de desenvolver infecções respiratórias fatais e insuficiência renal.

Tanto que Jessie ainda está ligada a um aparelho ventilador para ajudar na respiração, o que a impossibilita de deixar o hospital.

Para visitá-la diariamente, a família faz uma viagem de ônibus de três horas, conta a mãe.

- Ela está aprendendo a andar e faz isso de forma brilhante.Estou muito orgulhosa dela.

A criança deve enfrentar operações regulares no futuro, para expandir ainda mais seu peito enquanto ela cresce.

Fonte R7

Coração artificial salva pessoas que estão entre a vida e a morte

Equipamento cada vez mais moderno ajuda pacientes com problemas no órgão

O coração é o motor da vida. Quando ele não tem mais força para bater sozinho, os cardiologistas recorrem ao coração artificial. O grande problema é que essa máquina só pode ser usada temporariamente. E a ciência ainda desenvolve uma solução definitiva.

Mas no Rio de janeiro, a medicina testemunhou um milagre da vida. Um homem que estava entre a vida e a morte sobreviveu depois de os médicos implantarem um coração artificial em seu peito.

A máquina, colocada no peito, é ligada ao coração verdadeiro por duas cânulas. Uma delas permite o esvaziamento do orgão debilitado, enquanto a outra bombeia o sangue de volta para a aorta, principal artéria do corpo, responsável pela irrigação de órgãos e tecidos. O aparelho funciona a base de ar e é abastecido por um tubo, preso a outra máquina, ligada na tomada.

Veja a reportagem completa com essa história emocionante no vídeo abaixo.

Assista:



Fonte R7

Prefeitura Municipal de São Sebastião do Oeste - MG

A Prefeitura Municipal de São Sebastião do Oeste, Minas Gerais, realiza concurso para provimento de 15 vagas.

Inscrições:
Até 8 de março, pelo http://www.saosebastiaodooeste.mg.gov.br/
ou na Avenida Paulo VI, nº. 1759, centro, São Sebastião do Oeste ou na Funec/Diretoria de Concursos, Rua Portugal, nº. 8, Bairro Glória, Contagem.

Valor:
De R$ 30,00 a R$ 60,00.

Remuneração:
De R$ 622,00 a R$ 2.800,00.

Cargos:
Auxiliar de Enfermagem Plantonista, Auxiliar de Saúde Bucal, Enfermeiro Plantonista, Dentista do PSF, Farmacêutico e Fisioterapeuta.

Provas:
Prova objetiva: 25 de março

Prefeitura Municipal de Uberlândia - MG

A Prefeitura Municipal de Uberlândia, Minas Gerais, estará com inscrições abertas para o concurso público destinado ao preenchimento de 1.694 vagas de níveis Fundamental, Médio e Superior.

Inscrições:
De 28 de fevereiro a 22 de março, pelo www.consulplan.ne ou na Avenida Alexandre Ribeiro Guimarães, nº. 5, bairro Santa Maria.

Valor:
De R$ 24,92 a R$ 41,83.

Remuneração:
De R$ R$ 548,34 a R$ 1.481,32.

Provas:
Provas escritas: 22 de abril.
Haverá provas práticas, avaliação física e exames médicos.

Cargos:
Superior - Assistente Social, Biólogo, Enfermeiro, Enfermeiro do Trabalho, Farmacêutico Bioquímico, Fisioterapeuta, Médico Clínico, Médico do Trabalho, Médico Ortopedista, Médico-Veterinário, Nutricionista, Psicólogo Clínico, Psicólogo Social, Especialista da Educação (Orientador Educacional, Supervisor Escolar, Inspetor Escolar, Professor de Ciências, Educação Artística, Educação Física, Ensino Religioso, Geografia, Inglês, Matemática, Português, Professor de Pré ao 5º Ano, Advogado, Arquiteto, Arquivista, Bibliotecário, Contador, Engenheiro-Agrônomo, Engenheiro Civil, Geógrafo, Profissional de Educação Física, Redator, Técnico de Restauração, Técnico em Assuntos Culturais nas áreas de Artes Visuais, Artes Cênicas, Audiovisual e Dança, Técnico em Assuntos Culturais História e Técnico em Assuntos Culturais Letras.
Médio - Assistente Administrativo, Assistente de Aparelhagem de Som, Assistente de Oficina Mecânica (Eletricista e Soldador), Desenhista, Fiscal de Defesa do Consumidor, Fiscal de Patrimônio, Fiscal de Posturas, Fiscal do Meio Ambiente, Iluminador, Instrutor de Línguas de Sinais, Intérprete de Língua de Sinais, Mecânico de Máquinas Pesadas, Músico (Bateria, Bombardino, Clarinete, Fagote, Flauta Transversal, Oboé, Percussão, Sax Alto e Tenor, Trombone de Vara, Trompa, Trompete e Tuba), Operador de Máquinas Pesadas (Madal, Motoniveladora, Pá Carregadeira, Retroescavadeira e Trator de Esteira) e Secretário Escolar.
Fundamental - Agente de Controle de Zoonoses, Auxiliar de Oficina Mecânica, Auxiliar de Veterinária, Auxiliar Fiscal de Obras Públicas, Mecânico de Máquinas Leves, Mecânico de Veículos Leves, Motorista, Oficial de Manutenção e Reparos (Armador, Carpinteiro, Eletricista, Encanador, Marceneiro, Pedreiro, Pintor Predial e Serralheiro), Operador de Máquinas Leves, Agente de Apoio Operacional (Ajudante de Manutenção e Reparos, Apreendedor de Animais, Auxiliar de Obras e Serviços Públicos, Auxiliar de Palco e Jardineiro), Agente de Serviços Gerais e Agente Patrimonial
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Prefeitura Municipal de Tenente Portela - RS

A Prefeitura Municipal de Tenente Portela, Rio Grande do Sul, realiza concurso para preenchimento de vagas

Inscrições:
Até 13 de março, pelo http://www.inovaconsultoria.com.br/.


Valor:
De R$ 50,00 a R$ 150,00

Cargos e vagas:
Nível Superior: Engenheiro-Agrônomo - 1 vaga, Engenheiro Civil - 2 vagas, Fonoaudiólogo - 1 vaga, Agente Monitor do Pim - 1 vaga, Procurador - 1 vaga, Técnico Controle Interno - 1 vaga, Professor de Educação Física - Banco de Reserva, Professor de Língua Estrangeira - "Espanhol" - 1 vaga, Professor de Educação Infantil - 3 vagas, Professor de Educação Infantil Indígena - 3 vagas, Administrador Escolar - 1 vaga, Tesoureiro - Cadastro de Reserva, Orientador Educacional - 1 vaga;
Nível Médio/Técnico: Agente Visitador do Pim - 2 vagas, Auxiliar de Consultório Odontológico - 2 vagas, Monitor de Creche - 2 vagas, Monitor de Informática - 1 vaga, Monitor de Oficinas - 1 vaga;
Nível Fundamental: Agente Comunitário de Saúde - 12 vagas, Serviços Gerais - 5 vagas, Operador de Máquinas - 6 vagas, Pedreiro - 2 vagas, Operário - 5 vagas, Motorista - 8 vagas, Vigias - 4 vagas.

Provas:
Prova Escrita: 25 de março
Haverá Prova Prática para Motorista, Operador de Máquinas, Operário e Pedreiro e Prova de Títulos para Professor e Monitor de Oficinas