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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Dezembro Vermelho é aprovado pelo Senado

world-aids-day2Ao longo do mês, serão realizadas ações de prevenção, assistência, proteção e promoção das pessoas vivendo com HIV/Aids

A proposta para instituição do Dezembro Vermelho foi aprovada pelo Senado, via Projeto de Lei da Câmara (PLC) 60/2017, na quarta-feira (18). Assim, além do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado em 1º de dezembro, ações de prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas que vivem com o vírus da Aids serão realizadas ao longo do último mês do ano. O projeto segue para sanção presidencial.

De autoria da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), o Projeto prevê, também, a iluminação de prédios públicos com luz vermelha, a realização de palestras e atividades educativas, a veiculação de campanhas na mídia e a promoção de eventos para alertar a população sobre os riscos de se contrair essas doenças, além de atividades relacionadas às demais doenças sexualmente transmissíveis. A instituição da campanha já havia sido aprovada em agosto pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal, tendo como relatora a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP).

As ações do Dezembro Vermelho serão realizadas em parcerias entre o poder público, sociedade civil e organismos internacionais, de acordo com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) para enfretamento da Aids e outras ISTs. ““A instituição do Dezembro Vermelho reforça as ações realizadas durante o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, em 1º de dezembro. Precisamos de campanhas que alertem a população sobre o HIV/Aids e que contribua para as ações contínuas de prevenção, cuidados e tratamento realizadas pelo Ministério da Saúde, em conjunto com a sociedade civil”, afirmou a diretoria do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais, Adele Benzaken.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais Conheça também a página do DIAHV no Facebook: https://www.facebook.com/ISTAidsHV

Aplicativo chega para revolucionar o atendimento farmacêutico

Focado na prevenção e no cuidado com a saúde das pessoas, novo aplicativo oferece a comodidade de receber o farmacêutico em casa para um consulta particular

Há pelo menos três anos a prática da consulta farmacêutica foi homologada por força da Lei 13.021 e de duas portarias do Conselho Federal de Farmácia. Desde então, as farmácias estão se adaptando e, aos poucos, destinando um espaço exclusivo para os consultórios farmacêuticos, onde as consultas podem ser realizadas. De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, dados preliminares do Censo Demográfico Farmacêutico feito pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade, indicam que já existem 1.453 consultórios farmacêuticos em todo o país. Mas não são apenas as farmácias ou redes que estão investindo nas consultas farmacêuticas.

Farmacêutico-bioquímico com doutorado em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Dr. Niraldo Paulino tem mais de 20 anos de experiência no ramo. Com todo o conhecimento adquirido, tanto na teoria, quanto na prática, ele teve a ideia, em 2016, de criar uma plataforma de atendimento farmacêutico focada na prevenção e no cuidado com a saúde das pessoas. Assim nasceu o aplicativo e-Santé.

O aplicativo é o único no mercado a oferecer atendimento farmacêutico domiciliar. Ele funciona de forma parecida com os aplicativos de transporte, só que em vez de conectar motoristas e pessoas que precisam se locomover, ele serve como um elo entre o farmacêutico e o paciente. “Desta forma, a pessoa pode contratar uma consulta farmacêutica, agendar com o profissional, recebê-lo em casa e ter toda a atenção e cuidado que necessita, sem precisar ir até a farmácia. Mais comodidade, exclusividade e segurança, além de facilitar o acesso de idosos ou de pessoas com mobilidade reduzida a um atendimento de saúde com qualidade”, explica Niraldo Paulino, diretor da Medical Lex, empresa proprietária do aplicativo.

Segundo o Conselho Federal de Farmácia, em 2015 existiam mais de 195 mil farmacêuticos cadastrados nos conselhos regionais. “Se todos eles aderirem ao atendimento pelo aplicativo, uma grande rede de atenção à saúde será criada no país, o que vai melhorar a qualidade de vida da população como um todo”, afirma Paulino.

Como o app muda a vida do farmacêutico?
Atualmente, o farmacêutico só consegue atender à população durante seu horário de trabalho, na farmácia. Com isso, ele recebe seu salário conforme a quantidade de horas trabalhadas, que pode chegar, no máximo, a oito horas diárias. Atualmente, o piso salarial do profissional farmacêutico de Farmácia/Drogaria no estado de São Paulo, para a carga horária de 44 horas semanais, é de R$2.945,00, de acordo com o site do Conselho Regional de Farmácia.

Levando isso em consideração, o profissional que atuar pelo aplicativo, de forma independente, e estipular um valor médio de R$50,00 pelo serviço de consulta farmacêutica, irá receber R$8.800,00 ao fim do mês, caso trabalhe as mesmas 44 horas semanais, e realize um atendimento por hora. Isso significa um aumento de quase 300% na renda mensal do profissional.

“Para efeito de comparação, caso o farmacêutico realize apenas três atendimentos por dia, de segunda a sexta-feira, cobrando R$50,00 por consulta, ele receberá R$3.000,00 no fim do mês, superando o piso salarial do farmacêutico em São Paulo”, destaca o idealizador do aplicativo.

De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, os profissionais poderão realizar os seguintes atendimentos nas consultas farmacêuticas:
  • Orientar os pacientes sobre como usar os medicamentos prescritos pelo profissional de saúde consultado;
  • Avaliar os medicamentos que o paciente usa, seja em relação a dosagem, horário de consumo e até possíveis interações;
  • Comunicar-se com outros profissionais de saúde que já atendem o paciente para emitir um parecer farmacêutico e discutir tratamentos de forma integrada;
  • Encaminhar pacientes a outros profissionais de saúde;
  • Conversar com o paciente sobre sintomas e evolução da doença;
  • Solicitar exames laboratoriais para acompanhamento clinico e realizar medidas como as de temperatura e pressão, caso necessário;
  • Registrar as ações em um prontuário do paciente;
  • Prescrever medicamentos que sejam isentos de prescrição médica.
O aplicativo e-Santé já está disponível para download nas lojas de aplicativos para smartphones Android e IOS. A versão dos pacientes é chamada apenas de e-Santé, já a versão dos farmacêuticos é e-Santé Profissional.

Para mais informações, acesse o site do aplicativo: www.e-sante.com.br.