Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!


terça-feira, 9 de agosto de 2016

Para ministro, planos de saúde populares podem aliviar gastos com o SUS

Governo não vai estabelecer um padrão para os novos planos de saúde mais econômicos, cabendo a cada empresa propor seu modelo para o mercado

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou ontem, segunda-feira (8) que a implantação de planos de saúde populares permitirá o acesso de mais pessoas a esses serviços, algo que poderia aliviar os gastos com o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com Barros, planos ambulatoriais já são autorizados, mas o governo não vai estabelecer modelos para os novos planos de saúde mais econômicos, cabendo a cada empresa propor seu modelo para o mercado.

“Queremos mais recursos para a saúde e, como estamos nessa crise fiscal, se tivermos planos acessíveis com modelos de que a sociedade deseje participar, teremos R$ 20 ou R$ 30 bilhões a mais de recursos que serão colocados para atendimento de saúde. Isso vai aliviar nosso sistema, que está congestionado.”

Menos serviços
Um texto foi publicado no Diário Oficial da União na última sexta-feira (5) dando origem ao grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para discutir e elaborar um projeto sobre o tema. A ideia é criar planos com menos serviços do que foi definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

“Precisamos criar um mecanismo que possa simplificar a regulação para permitir que a oferta de serviço à população seja mais ampla. [...] as pessoas aderem ou não, livremente. Ninguém é obrigado, e quem não está satisfeito não precisa continuar pagando o plano de saúde”, afirma o ministro.

As operadoras não serão obrigatórias a oferecer esse tipo de plano, que será fiscalizado pelo Procon. Especialistas criticam a medida por acreditar que a adesão do consumidor a determinados planos mais simplificados pode causar a necessidade posterior de atendimentos não cobertos. Barros, em contrapartida, diz que isso já acontece atualmente.

Barros ressaltou que não é favorável a qualquer tipo de imposto exclusivo para financiar a saúde e negou que o governo pretenda privatizar o setor. De acordo com a Constituição, esse é um direito do cidadão que deve ser garantido pelo Estado.

*Com informações da Agência Brasil

iG

Hospital São Vicente de Paulo realiza plano de contingência de crise para Olimpíadas

Foto: Reprodução
Localizado a menos de dez quilômetros do Maracanã, palco da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) colocou em prática seu plano simulado de atendimento a múltiplas vítimas de catástrofe, na semana que antecedeu a inauguração oficial das Olimpíadas

"Esse é um evento histórico e de grande vulto internacional, com possibilidade de ocorrência de situação de emergências, por variados motivos. Sendo assim, a Diretoria Executiva do hospital achou por bem convocar seu Comitê Extraordinário de Crise para testar o Plano de Emergência e Contingências", afirma a CEO do HSVP, Irmã Marinete Tibério.

O Plano, que envolveu 22 profissionais de vinte setores do hospital, foi ativado a partir de uma situação hipotética de explosão de artefato no Metrô carioca, que afetou quatro vagões e vitimou trezentas pessoas, sendo sessenta delas encaminhadas ao HSVP.

Conforme a simulação, dentre as vítimas, encontravam-se 38 adultos com politraumatismo e ferimentos graves, inclusive uma gestante de sete meses, duas pessoas com necessidade de amputação de membros inferiores e cinco crianças menores de cinco anos, que inspiravam cuidados especiais. "Acionamos o Comitê de Crise, às 20h10min de uma noite na qual a cidade estava com cerca de 130 quilômetros de engarrafamento devido ao número de turistas e atletas que já estavam no Rio, uma realidade bem plausível de acontecer", relata Ir. Marinete, que ficou satisfeita com o resultado do treinamento.

"Convocamos o Comitê Extraordinário de Crise antecipadamente, revisamos o nosso Plano de Emergência e Contingências por conta do evento olímpico e definimos que o estado de emergência institucional se daria através de telefone e Whatsap, com o acionamento dos membros do comitê com a chave 'Código Vermelho'. Os primeiros chegaram ao hospital em apenas 19 minutos após o alerta. O tempo médio de chegada foi de 40 minutos", celebra a CEO, que ressalta que mesmo durante o deslocamento, os membros do comitê de crise já convocavam os profissionais de segundo escalão para se dirigirem ao hospital.

Segundo a gestora, além das áreas assistenciais, o plano englobou os setores da Qualidade e Risco, Engenharia, Farmácia, Tecnologia da Informação, Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia, Serviço de Operações e diretorias de Suprimentos, Serviços e Estrutura e Relacionamento com o Paciente, além da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e da Assessoria de Comunicação do hospital. "Todas as áreas tiveram que rodar seus respectivos planos para casos de situação de crise. A direção do HSVP está realmente comprometida e atenta para entrar em ação em caso de calamidade pública, tanto que reforçamos nossos suprimentos", informa a CEO.

Vale ressaltar que o Hospital São Vicente de Paulo é acreditado pela Joint Commission International desde 2008; há seis anos faz parte do ranking dos melhores hospitais e clínicas da América Latina, elaborado pela consultoria América Economía Intelligence; e foi apontado recentemente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) como um dos hospitais brasileiros que oferecem a máxima segurança e qualidade no cuidado dos pacientes.

Nathália Vincentis
Jornalismo
www.sbcomunicacao.com.br

Hospital no Rio de Janeiro investe cerca de R$ 2 milhões em modernização de centro cirúrgico

Foto: Reprodução
O CHN adquiriu, recentemente, duas novas tecnologias de ponta que beneficiarão procedimentos neurológicos e vasculares

A cifra de R$ 2 milhões foi o mais recente investimento do CHN (Complexo Hospitalar de Niterói) na modernização de seu centro cirúrgico. O hospital fez a aquisição de duas novas tecnologias que beneficiarão procedimentos de alta complexidade, principalmente neurocirurgias e cirurgias vasculares. No total, foram adquiridos quatro equipamentos, sendo três intensificadores de imagem e um microscópio do modelo Pentero – o CHN será o pioneiro na região Leste Fluminense a utilizar esses recursos, que darão ainda mais conforto, precisão e segurança ao ato cirúrgico.

“Fomos também o primeiro hospital da região Leste Fluminense a disponibilizar uma sala cirúrgica inteligente à população de Niterói e adjacências. Agora, investir no aprimoramento de nosso centro cirúrgico significa oferecer ainda mais tecnologia aos médicos que operam em nossa unidade e mais segurança aos pacientes”, reforça Eduardo Duarte, coordenador do Centro Cirúrgico CHN.

Entre as vantagens que os novos dispositivos trarão estão mais recursos de imagens clínicas para os médicos durante as operações, ampliando a capacidade de visão e, por consequência, a precisão das incisões.

Os intensificadores de imagem, fabricados pela GE, modelo 9900, fazem parte da estrutura de um arco cirúrgico capaz de produzir imagens de raios X em alta resolução e em tempo real que melhoram a visualização do médico, pois são transmitidas e ampliadas pelos intensificadores para monitores HD de tela plana em um braço articulado, proporcionando exposição confortável de imagens de alta precisão. Isso permite que quantidades menores de raios X sejam utilizadas e resulta em menor exposição à radiação para o paciente e os profissionais.

Já o microscópio do modelo Pentero, um dos instrumentos mais modernos do mundo utilizados em neurocirurgia, combina diversas soluções de alta tecnologia com recursos sofisticados de computação: lentes e imagens em alta resolução; iluminação potente; entrada USB para gravação das cirurgias e até arteriografia. Um software acoplado ao aparelho permite ajustes automáticos, que são programados no início da operação, de acordo com o perfil de cada procedimento.

“Com esse microscópio, é possível executar técnicas menos invasivas, com mais precisão na realização das cirurgias de aneurisma ou má-formação vascular, por exemplo, levando a uma rápida recuperação do paciente”, finaliza Eduardo Duarte.

Saiba mais sobre o Centro Cirúrgico CHN
O Centro Cirúrgico CHN é composto por 11 salas projetadas com equipamentos de última geração e alta tecnologia, como mesas Maquet; aparelhos de videolaparoscopia full HD; microscópios intensificadores de imagem; focos com LED e câmeras e todos os acessórios para neurocirurgias e procedimentos ortopédicos. Além de disporem de equipamento de ponta, os pacientes contam com a experiência de cirurgiões e de uma equipe multidisciplinar especializada que garantem a qualidade, agilidade e segurança do paciente cirúrgico.

O CHN destina salas exclusivas para procedimentos de alta complexidade, como uma sala para tratamentos cardiovasculares; duas salas integradas com estrutura para a realização de transplantes e quatro novas salas dedicadas às cirurgias eletivas não contaminadas, como cesáreas, cirurgias estéticas e vasculares.

Além disso, o CHN foi o primeiro hospital da região Leste Fluminense a disponibilizar uma sala cirúrgica inteligente à população de Niterói e adjacências. Nela, o cirurgião tem o comando integral de todo o mecanismo, o que permite maior autonomia nas tomadas de decisão durante a cirurgia. Lá, os equipamentos são dispostos em estativas suspensas, com “braços” pneumáticos que possibilitam o posicionamento perfeito dos dispositivos utilizados na cirurgia, evitando, assim, que a fiação tenha contato com o chão. Já o paciente se beneficia pela redução do tempo do procedimento cirúrgico, do período de hospitalização e, consequentemente, da diminuição do índice de infecção hospitalar.

Rachel Lopes
Assessoria de Imprensa
rachel@saudeempauta.com.br