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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Hospital Universitário tem vagas para estágio em Enfermagem

pesquisa AxsimenAté a próxima sexta (9), o Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí está com processo seletivo aberto para a contratação de dois estagiários em enfermagem 

Os pré-requisitos são: estar cursando superior em Enfermagem, ter concluído as disciplinas de Semiologia e Semiotécnica e residir em Jundiaí.

Entre as funções do estagiário, estão:
• Acompanhar o enfermeiro em procedimentos assistenciais que sejam de execução privativa deste profissional;

• Realizar a sistematização da assistência da enfermagem sob a supervisão do enfermeiro;

• Auxiliar o enfermeiro na previsão e provisão de recursos materiais para unidade;

• Realizar orientações aos pacientes sob a supervisão do enfermeiro, além de outras atividades pertinentes a área.

O horário de trabalho será das 07h às 13h e das 13h às 19h. Os interessados devem enviar o currículo para rh2@hufmj.com.br

Aline Czezacki, para o Blog da Saúde.

Com informações da Assessoria de Comunicação do Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí

Anvisa atualiza lista de substâncias controladas

Entre as atualizações, substâncias antirretrovirais estarão sujeitas apenas à prescrição médica


A Anvisa publicou, no Diário Oficial da União da última quinta-feira (01/09), a atualização da lista de substâncias entorpecentes, psicotrópicas, precursoras e outras sob controle especial. Uma das alterações da Resolução RDC – 103/16 é a exclusão da lista de substâncias antirretrovirais do controle especial.

Anteriormente, medicamentos antirretrovirais exigiam receituário próprio estabelecido pelo Programa de DST/AIDS do Ministério da Saúde. Os medicamentos poderiam ser dispensados nas farmácias hospitalares/ambulatoriais do sistema público de saúde ou nas farmácias e drogarias, com a devida apresentação de duas vias da Receita de Controle Especial.

Diante da nova resolução, as substâncias antirretrovirais estarão sujeitas apenas à prescrição médica A Agência estabelece o prazo de 18 (dezoito) meses para o esgotamento do estoque remanescente do material de bula e rotulagem dos medicamentos antirretrovirais.

Confira a lista completa das alterações.

ANVISA

Cerca de 30 mil crianças sem visão no país poderiam ter tido a cegueira evitada

Até a próxima terça-feira (6 de Setembro) Goiânia recebe o 60º Congresso Brasileiro de Oftalmologia

Crédito: Pixabay
Pixabay

Um dos destaques do evento é o lançamento do livro Prevenção da Cegueira e Deficiência Visual na Infância, que revela que cerca de 30 mil crianças no país que perderam a visão poderiam não ter chegado a essa situação caso tivessem recebido atendimento precoce e adequado.

Retinoplatia de prematuridade, catarata, toxoplasmose, glaucoma congênito, atrofia óptica, alterações do Sistema Nervoso Central e, mais recentemente, complicações causadas pelo vírus zika, estão entre as principais causas de cegueira e baixa visão durante a infância no Brasil.

A deficiência visual, causada por baixa visão mesmo depois de correção óptica, também atinge outras 140 mil crianças. Para evitar isso, no entanto, os autores do livro advertem que é preciso uma capacitação multidisciplinar com as equipes de saúde e conscientização das famílias.

Os cuidados iniciais passam por um bom pré-natal, período em que é possível identificar doenças infecciosas congênitas como, por exemplo, a toxoplasmose, sífilis e o zika vírus, entre outras. Após o nascimento, a indicação é para que seja feito o teste do olhinho, que é obrigatório por lei e gratuito há mais de 10 anos me diversos estados brasileiros.

Diferentemente do que ocorre na vida adulta quando a pessoa passa a ter problemas de visão, a perda do sistema visual ainda na infância pode afetar o desenvolvimento global da criança, o desempenho escolar, além da autoestima. Outro dado preocupante é que estima-se que cerca de 60% das crianças que ficam cegas precocemente morrem ainda na infância, normalmente com menos de 5 anos de idade.

CHN realiza evento gratuito e aberto ao público em lembrança ao Setembro Amarelo

Foto: Reprodução
O encontro abordará o tema Prevenção do Suicídio e o papel da comunicação e da família em sua evitação

O mês nove deixa sua marca como Setembro Amarelo (10/9), dedicado à valorização da vida, ou seja, faz parte de um movimento mundial cujo objetivo é informar e prevenir a população sobre os casos de suicídio. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, divulgados em 2015, 800 mil pessoas cometem suicídio todos os anos. Para lembrar a data e levantar a bandeira da vida, o CHN (Complexo Hospitalar de Niterói) realiza, no próximo dia 10, das 9h às 12h, um evento gratuito e aberto ao público e aos profissionais de saúde, no Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Água da Universidade Federal Fluminense (NAB), que contará com a presença de diversos palestrantes, entre eles André Trigueiro, repórter da TV Globo e Globo News.

O encontro Setembro Amarelo – Valorização da Vida vai tratar a prevenção do suicídio e o papel fundamental da comunicação e da família em sua evitação. O Setembro Amarelo é um movimento mundial lembrado em locais públicos e privados que utilizam a cor amarela para iluminação. “O CHN promove, em parceria com o CVV, o evento com o intuito de conscientizar a população para esse tema, que é tão mistificado. O suicídio é um assunto complexo e deve ser analisado por muitas óticas, pois, geralmente, não existe uma razão única para que alguém tome essa decisão. Por isso, vamos abordar temas relevantes para alertar as pessoas sobre a realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção”, reforça Marcely Quirino, psicóloga do CHN e uma das organizadoras do evento, juntamente com Natália Veiga.

Entre os palestrantes, estarão André Trigueiro, jornalista da TV Globo e da Globo News, comentarista da Rádio CBN, articulista do G1, professor da PUC e da Coppe/UFRJ e autor do livro Viver é a melhor opção: a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo, que abordará o tema: O Papel da Informação na Prevenção do Suicídio. Também estarão presentes o Dr. Carlos Felipe Almeida D Oliveira, médico do Ministério da Saúde, coordenador da Estratégia Nacional de Prevenção ao Suicídio e diretor da Associação Brasileira de Estudo e Prevenção do Suicídio, que tratará do tema Comunicar e Cuidar: Uma Tarefa para Muitas Mãos; além da Patrícia Fanteza, coordenadora de divulgação do Centro de Valorização da Vida (CVV) no Rio de Janeiro, que falará do trabalho de prevenção do suicídio da instituição; e também as psicólogas Marcely Quirino e Natália Veiga, que mostrarão o protocolo assistencial de prevenção do suicídio do CHN.

O encontro, aberto ao público em geral, é gratuito e com vagas limitadas. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (21) 2729-1154 – Centro de Estudos, com a srta. Amanda. O NAB fica localizado na Rua Edmundo March, s/n – Campus Praia Vermelha – UFF.

Rachel Lopes
Assessoria de Imprensa
rachel@saudeempauta.com.br