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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

'Banho quimioterápico' direciona tratamento apenas para órgão doente

Tratamento padrão mata células cancerosas, mas ataca tecidos saudáveis, causando efeitos colaterais desagradáveisTécnica, testada em pessoas com câncer de fígado, limita exposição do tecido saudável às drogas e reduz efeitos colaterais
 
Médicos britânicos testaram uma técnica que lava apenas o órgão doente com câncer em uma solução com medicamentos quimioterápicos.
 
O tratamento tem potencial para reduzir os efeitos colaterais, limitando a exposição do tecido saudável às drogas. Segundo especialistas, isto significa que doses mais elevadas podem ser administradas sem causar danos ao doente.
 
O médico Brian Stedman, do Southampton General Hospital, testou o tratamento de 60 minutos em dois pacientes com câncer de fígado.
 
No tratamento, conhecido como Chemosaturation with Percutaneous Hepatic Perfusion, o sangue no fígado foi drenado do paciente e processado através de uma máquina de filtragem para reduzir a toxicidade, antes de ser devolvido ao paciente, através da veia jugular.
 
Resultados de um estudo recente nos EUA mostraram que os pacientes com melanoma que receberam PHP sobreviveram cinco vezes mais antes de a doença progredir do que aqueles que foram submetidos à quimioterapia padrão.
 
"Separar um órgão do corpo por 60 minutos, mergulhando-o em uma alta dose de medicamentos e, em seguida, filtrando o sangue quase completamente antes de devolver ao organismo é verdadeiramente inovador", afirma Stedman.
 
Segundo Stedman, o tratamento pode continuar a ser utilizado para uma série de outros tipos de câncer, incluindo de cólon, mama e melanoma.
 
Além dos estudos nos EUA, a técnica foi utilizada na Alemanha, Itália, Irlanda e França.
 
Fonte isaude.net

Fumantes podem ter até quatro vezes mais complicações nas cirurgias plásticas

Além dos malefícios já conhecidos, especialista alerta que o hábito de fumar pode interferir no pré e no pós-operatório
 
Fumantes podem ter até quatro vezes mais complicações nas cirurgias plásticas. Além dos malefícios já conhecidos, hábito de fumar pode interferir no pré e no pós-operatório. É o que alerta o médico cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Marcelo Wulkan. A posição de Marcelo também é seguida por pesquisadores americanos.
 
Segundo especialistas, fumantes podem ter complicações respiratórias pós-cirúrgicas e maior dificuldade para a cicatrização. O fumo leva ao aumento da produção de radicais livres, desencadeando uma reação de oxidação - o que proporciona o envelhecimento precoce. "Além da produção de radicais livres, cada cigarro leva a um período de diminuição no calibre dos vasos sanguíneos, aporte de oxigênio e nutrientes na região da pele.
 
Nos casos em que se realizam cirurgias com amplos descolamentos, a tendência é de haver um risco maior de comprometimento do processo de cicatrização. Isso pode levar ao surgimento de necroses teciduais, deiscências de suturas (afastamentos das partes costuradas) e de coleções líquidas, dentre outras complicações. Desta maneira, é imprescindível adequar técnicas menos agressivas, com descolamentos teciduais menores para proteger o paciente de possíveis complicações, além de aconselhá-lo a cessar o fumo no pré-operatório. "Recomendo parar de fumar, no mínimo, um mês antes da plástica e por tempo variável após a cirurgia. A piora na cicatrização e aumento de complicações são conhecidos por todos os médicos e o paciente que deseja realizar a cirurgia em segurança precisa estar ciente dos riscos", explica Wulkan.

Cigarro e cirurgia plástica de nariz
O especialista ainda lembra que o tabagismo na cirurgia plástica de nariz (rinoplastia) pode tornar a mucosa nasal mais sensível durante a fase de recuperação. Pode ainda facilitar a tosse e infecções respiratórias de maneira que aumente a pressão arterial e pode haver sangramentos e "estourar pontos" (ex: abdominoplastia, plástica de mamas, implante de mamas, etc). Na ritidoplastia (plástica ou lifting facial), o tabagismo aumenta muito a chance de necrose (morte da pele).
 
"Portanto, independente do tipo de cirurgia, vale a pena o esforço de parar de fumar. O tabagismo, associado à exposição solar sem proteção, constitui um fator externo que agrava, e muito, o processo de envelhecimento natural", alerta. O médico ainda reforça que, o interessado em realizar cirurgia plástica, deve consultar um especialista membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
 
Fonte isaude.net

OMS lança novo protocolo para combater comércio ilegal de produtos de tabaco

Agricultor transportando tabaco no Paquistão. Novas regras irão combater o comércio ilegal através do controle da cadeia de fornecimento
Agricultor transportando tabaco no Paquistão. Novas regras
irão combater o comércio ilegal através do controle
da cadeia de fornecimento
Medida define regras para combate ao comércio ilícito através do controle da cadeia de fornecimento e cooperação internacional
 
Delegados de 140 partidos participantes da conferência bienal do organismo antitabaco da Organização Mundial de Saúde (OMS), em Seul, adotaram um novo protocolo internacional para combater o comércio ilícito de produtos do tabaco.
 
A medida visa definir as regras para combate ao comércio ilegal através do controle da cadeia de fornecimento e cooperação internacional.
 
O protocolo compromete os países a estabelecer, como medida central, um sistema de rastreamento e monitoramento global para reduzir o comércio ilegal de produtos de tabaco.
 
"A eliminação de todas as formas de comércio ilícito de produtos do tabaco, incluindo o contrabando e fabricação ilegal, é um componente essencial de controle do produto. Ao adotar este novo protocolo, por consenso, os países reiteram seu compromisso histórico para proteger a saúde dos cidadãos, especialmente os jovens e vulneráveis", afirma o embaixador Ricardo Varela, Presidente da Conferência dos Partidos da conferência.

Problema global
O comércio ilícito de produtos do tabaco é um problema global. Segundo as autoridades, ele mina objetivos de saúde, impõe pressão adicional sobre os sistemas de saúde e enfraquece as medidas fiscais e outras destinadas a reforçar o controle do tabaco. Isso leva a perdas de receitas consideráveis para os governos ao redor do mundo, mas gera grandes lucros financeiros para os comerciantes ilegais. Estes são muitas vezes usados para financiar a atividade criminosa transnacional.
 
"A erradicação do comércio ilícito de produtos do tabaco constitui uma situação de benefício claro para os governos e seus povos. O novo protocolo estabelece as ações que constituem conduta ilícita e estabelece a aplicação relacionada e medidas de cooperação internacional, como o licenciamento, partilha de informação e assistência jurídica mútua que vai ajudar a combater e eventualmente eliminar esse comércio ilícito", afirma Haik Nikogosian, chefe do Secretariado da convenção.
 
Fonte R7

Mande para longe dificuldades respiratórias com hábitos diários


Quem resolve fazer natação, pode ser alérgico ao cloro da piscina
Rinite, sinusite e bronquite atrapalham a respiração, mas é possível combatê-las
 
Quem tem alguma doença respiratória sabe como um ato tão natural quanto respirar pode se tornar penoso. Em boa parte dos casos, a pessoa respira pela boca, pois o nariz está obstruído demais. No entanto, esse hábito pode se tornar um problema e até levar à rinite crônica. "O nariz tem sistemas de defesa. Quem respira muito pela boca está suscetível a mais infecções", explica o pneumologista Igor Bastos Polonio, da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.

O ato de respirar pela boca traz reflexos até mesmo na postura do indivíduo. A fisioterapeuta respiratória Tânia Lucia Nen, presidente da Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA), afirma que esse tipo de respiração incorreta leva a alterações na coluna, como escoliose e postura cifótica (ombros caídos para frente). "Crianças que dormem de boca aberta e respiram por ela podem ter deformidades no tórax e postura da coluna alterada", pontua. Essas alterações também acontecem no céu da boca, o que pode resultar em um quadro de apneia do sono.
 
Afaste-se dos causadores desses problemas
É possível respirar bem e pelo nariz, mesmo tendo rinite, sinusite ou outro mal respiratório. Em casos de rinite alérgica, segundo o pneumologista Igor, a primeira atitude é se afastar do agente causador da alergia, seja ele ácaro, pêlo de animais, pólen, carpete, cortina, fumaça de cigarro, entre outros.

De imediato, já poderá haver uma melhora - e essa é a hora do médico associar medicação, caso seja necessário. "O tratamento é a medicação nasal e, em casos sem resposta, cirurgia pelo otorrino", explica o especialista.

Reeduque sua respiração
Outros auxiliadores também podem ser associados em busca de melhorias na respiração. A fisioterapia respiratória se destaca e, em casos de alterações na postura, une-se ao RPG (reeducação postural global). Essa fisioterapia, conta Tânia, corrige os padrões respiratórios, aumenta capacidade respiratória, ventilação e oxigenação pulmonar e, com isso, torna o pulmão mais resistente a crises de asma, além de diminuir a secreção.

O primeiro passo é o profissional de fisioterapia auxiliar o paciente a limpar as vias aéreas. Na desobstrução nasal, a pessoa inclina o rosto para trás para que o fisioterapeuta coloque soro fisiológico em suas narinas. Depois de receber uma massagem nos seios da face, ele estará apto para expelir a secreção para frente.
 
A terapia também trabalha com o relaxamento da musculatura superior do ombro, que está "bloqueada", aumentando a mobilidade do tórax. "As pessoas que tem problemas respiratórios têm muita tensão nessa musculatura e o diafragma fica bloqueado, é como se desse um nó na gravata", explica a fisioterapeuta.

Apesar de esses processos deverem ser realizados por um profissional, há exercícios que podem ser feitos em casa para melhorar sua respiração. Confira alguns exemplos, ensinados pela fisioterapeuta respiratório Tânia:

Sente-se em uma cadeira e coloque uma mão em cima do umbigo. Respire pelo nariz e solte pela boca, fazendo biquinho pra soprar. Quando for encher os pulmões, mantenha os ombros soltos e a coluna reta. "O paciente vai respirar com a 'barriga', vai relaxar o ombro e crescer a 'barriga', soltar o ar e encolher a barriga, para ajudar a liberar o ar que está preso e renovar a respiração", explica a fisioterapeuta.

Na verdade, a barriga não se encherá de ar, mas sim a parte inferior de seus pulmões que, geralmente, é pouco usada na hora de respirar. Para variar esse exercício, você pode, em vez de deixar seus braços repousados, levantá-los conforme os pulmões se enchem. Ao soltar o ar, solte também seus braços.

Mudar de posição também é válido. Se preferir fazê-lo deitado, de barriga para cima, dobre as pernas pra relaxar a musculatura lombar e, da mesma forma, coloque a mão no abdômen. Depois, tente com as mãos elevadas: levante-as ao inspirar e, ao expirar, abaixe. Tente, ainda, deitando de lado, com as pernas flexionadas - sempre tomando cuidado para manter a coluna reta e os músculos relaxados.
 
Pratique esportes
O esporte também pode ser um grande aliado. Práticas esportivas, como natação, caminhada, futebol e pilates respiratório (uma modalidade que trabalha especialmente padrões respiratórios) podem até diminuir a inflamação, desde que sejam tomados certos cuidados.

Quem resolve fazer natação, por exemplo, pode ser alérgico ao cloro da piscina. Há, ainda, a questão do ambiente a se praticar a atividade. Se isso acontecer em um ambiente poluído, o quadro respiratório pode piorar. Por todos esses motivos, é importante procurar um médico antes de qualquer prática esportiva - e isso vale para qualquer idade, como ressalta Polonio.

Hidrate-se!
Os líquidos têm importante papel na eliminação da secreção e, logo, na qualidade da respiração. "O pulmão precisa ficar hidratado pra ajudar na eliminação do catarro", alerta ela, que explica que, diante da desidratação, a crise pode piorar.

Inalações também são bem-vindas. Quando feitas da maneira correta, elas hidratam os pulmões e dilatam os brônquios, facilitando o respirar. O ideal, apenas, é que seja feita com orientação de um profissional da saúde.
 
Fonte Minha Vida

Disfunção erétil: conheça essa e outras complicações associadas ao diabetes

Além da impotência sexual, excesso de açúcar no sangue pode lesionar coração, olhos e até a gengiva
 
O diabetes mal controlado pode refletir em complicações em todo o corpo, inclusive no desempenho sexual masculino. De acordo com balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, a cada hora duas pessoas são internadas no Estado de São Paulo vítimas de complicações do diabetes. Somente em 2011 foram 23.117 internações, o que representa uma média de 64 por dia.
 
A alta concentração de glicose no sangue afeta os vasos sanguíneos e nervos, além de provocar o aumento de gordura nas paredes das artérias. Esse conjunto de alterações é o responsável por prejudicar os órgãos e muitas vezes levar a morte.
 
No entanto, o endocrinologista Dr. Roberto Betti, coordenador do Centro de Diabetes e Doenças Metabólicas do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, garante que é possível prevenir o aparecimento das temidas complicações.
 
— Aderir ao tratamento proposto pelo médico e adotar hábitos de vida saudáveis, como cardápio alimentar balanceado e prática regular de atividade física, é fundamental para afastar o risco de complicações e ter qualidade de vida.
 
De acordo com o médico, quando a complicação já está instalada fica mais difícil tratá-la porque em alguns casos não há possibilidade de progressão ou cura do problema.
 
A seguir, conheça os órgãos mais atingidos pela doença.
 
 
Fonte R7

Saiba como a bicicleta revolucionou o sexo e a genética

Que invenção pode ter sido mais revolucionária para o sexo do que a pílula anticoncepcional, a camisinha ou o Viagra? Para um dos geneticistas mais renomados da Grã-Bretanha, a resposta é clara: a bicicleta.
 
Stephen Jones, professor do University College de Londres (UCL), uma das mais respeitadas instituições de ensino e pesquisa do país, destaca que a invenção da bicicleta foi o evento mais importante dos últimos 100 mil anos da história da evolução humana.
 
Para Jones, em entrevista ao programa da BBC Science Club, a bicicleta 'fez com que os homens não se limitassem mais a encontrar sua companheira sexual na porta ao lado, mas, sim, transportar-se a aldeias vizinhas e manter relações sexuais com uma mulher do povoado ao lado'.
 
Transporte barato e eficiente
Embora a bicicleta tenha sido inventada no início do século 19, não foi até pouco mais de um século atrás que se converteu em um fenômeno de massa.
 
Os primeiros modelos tinham rodas pesadas e pouco confiáveis, mas dois elementos transformaram a bicicleta em um dos milagres da tecnologia moderna: a corrente e as rodas com raios.
 
A roda com raios feitos de cabos de metal finos e esticados permitiu acelerar o funcionamento da bicicleta.
 
Antes da criação da corrente dentada, as rodas eram acionadas por meio de pedais acoplados, o que obrigava contar com uma roda frontal de enorme tamanho, que acabava sendo incômoda e instável.
 
A corrente, além das marchas, permitiu que, com apenas uma volta do pedal, a roda se movesse várias vezes e assim foi como nasceram, há um século, as bicicletas 'seguras para damas'.
 
Dessa forma, essa maravilha da engenharia se converteu em um sistema de transporte barato, eficiente, e acessível a homens e mulheres de todas as classes sociais.
 
Mais 'paqueras' e menos piano
A imprensa da época na Grã-Bretanha reportou que a invenção mudou a forma de cortejo entre os jovens do final do século 19.
 
Nos jornais britânicos daqueles dias, é possível encontrar notícias de que a bicicleta reduziu a frequência do comparecimento de pessoas à igreja, criou novas tendências de cortejo entre os jovens e até mesmo provocou uma diminuição no uso do piano.
 
Mas, além das transformações sociais, a ciência destaca que a contribuição mais importante da bicicleta se refletiu nos nossos genes.
 
Stephen Stearns, professor de ecologia e biologia evolutiva da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, defende que a bicicleta ampliou em 48 quilômetros a distância de 'paquera' dos homens ingleses no final do século 19.
 
Ele diz que a invenção estimulou ainda a pavimentação das ruas, o que facilitou, mais tarde, a incorporação do automóvel ao mundo do transporte.
 
Para os especialistas, deu-se assim o início a um processo de migração que dura até hoje.
 
Diversidade genética
Jones, do University College de Londres, ressalta que a distância entre o lugar de nascimento dos futuros cônjuges não parou de aumentar desde então.
 
O cientista pede aos leitores que se façam uma pergunta simples: Quão distante é a origem de seu marido/mulher em comparação com a dos seus pais?
 
'Se caminharmos por uma cidade como Londres hoje em dia, vemos uma variedade genética que não teríamos visto em outra época'.
 
A bicicleta, segundo Jones, deu início assim a um caminho rumo à diversidade genética sem precedentes, algo que tem um papel primordial no desenvolvimento do nosso sistema imunológico - o que teve repercussões futuras cruciais para a humanidade.
 
'A diversidade genética é a base da evolução, se não a tivéssemos, ainda seríamos muito parecidos com os primatas', concluiu.
 
Fonte R7

Surto de dengue em região amazônica do Peru mata seis pessoas

Seis pessoas mortas e 825 infectadas é o saldo das últimas semanas provocado por um surto de dengue na região amazônica de Ucayali, no oeste do Peru, segundo informaram à Agência Efe nesta terça-feira fontes desse governo regional.
 
Os infectados se concentram na capital da região, Pucallpa, à margem esquerda do rio Ucayali, e entre eles estão 15 policiais. Esta situação obrigou as autoridades locais a decretarem desde o fim de semana o estado de emergência em toda a região durante 60 dias para diminuir a extensão do vírus.
 
O coordenador nacional de Estratégia Sanitária do Ministério da Saúde peruano, Martín Clendenes, garantiu hoje o atendimento pleno aos pacientes infectados pela dengue para evitar que ocorram mais mortes.
 
Entre os esforços do ministério destacou que desde a semana passada se encontra na área um grupo de especialistas "para realizar um controle vetorial efetivo e melhorar o atendimento dos casos".
 
Além disso, o Centro de Operações de Emergência Regional (COER) fumegará os locais com maior população de mosquitos adultos e buscará eliminar as larvas deste inseto, em uma intervenção que abrangerá mais de 60 mil casas.
 
Fonte R7

Saúde lança portal sobre diabetes

O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira o portal Autocuidado do Diabetes, com informações sobre a doença, seus sintomas, implicações e orientações para controlá-la.
 
Em 2010, 54 mil brasileiros morreram por causa do diabetes, que avança no Brasil.
 
Levantamento feito pelo ministério mostra que 5,6% da população tem a doença.
 
"Esse é um problema contemporâneo, fruto da alta prevalência da obesidade, do sedentarismo", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
 
O endereço eletrônico é (http://autocuidado.saude.gov.br/)
 
Fonte R7

Governo repassa R$ 4 mi para controlar malária no AM e AP

Para reforçar as ações de controle e prevenção da malária, o Ministério da Saúde está repassando R$ 4 milhões a 26 municípios dos Estados do Amazonas e Amapá.
 
Os recursos serão transferidos, em parcela única, diretamente do Fundo Nacional de Saúde aos fundos municípios, informa a página na internet do ministério.
 
A medida, que consta na Portaria nº 2.568, tem como objetivo intensificar as ações de controle da malária nos estados que apresentam maior número de casos.
 
Os recursos devem ser usados pelos municípios no financiando de ações, como diagnóstico, tratamento, controle vetorial e supervisão dos casos.
 
Segundo o ministério, nos últimos seis anos, houve uma queda de 56% dos casos de malária no País: entre 2005 e 2011, as notificações reduziram de 607,7 mil para 267 mil.
 
 Entre as ações de prevenção, destacam-se a drenagem de áreas alagadas; pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor; obras de aterro; limpeza das margens dos criadouros; modificação do fluxo da água; controle da vegetação aquática; melhoramento da moradia e das condições de trabalho da população e uso racional da terra.
 
O Ministério da Saúde também recomenda a adoção de medidas de proteção individual contra picadas de insetos, principalmente nas áreas de risco.
 
São elas:
 
- o uso de mosquiteiro impregnado com inseticida;
 
- o uso de telas nas portas e janelas;
 
- o uso de repelente e, ainda,
 
- evitar locais de banho em horários de maior atividade do mosquito - manhã e final da tarde.
 
Fonte R7

Consumo de cerveja pode proteger o coração

Segundo estudo, a bebida é capaz de reduzir a cicatriz no coração provocada por um infarto agudo do miocárdio
 
O estudo intitulado Efeitos Protetores da Cerveja no Sistema Cardiovascular concluiu que o consumo moderado de cerveja é capaz de reduzir a cicatriz no coração provocada por um infarto agudo do miocárdio. O resultado foi apresentado no IV Simpósio Internacional da Cerveja e na I Jornada Cerveja e Vida Ativa, realizado em Madri, na Espanha.
 
Coordenado pela Dra. Lina Badimón, diretora da cadeira de pesquisas cardiovasculares da Universidade Autônoma de Barcelona, o trabalho acompanhou por 21 dias quatro grupos de porcos submetidos a uma dieta hipercalórica e, posteriormente, induzidos a um infarto.
 
Durante 31 dias consecutivos, foram oferecidas doses de cerveja com álcool para dois desses grupos. Eles observaram uma melhora nas condições dos corações dos animais comparados aos outros dois grupos.
 
Segundo Lina, estudos já apontaram que o consumo moderado de cerveja pode prevenir a aterosclerose (endurecimento da parede arterial).
 
— Nosso objetivo foi investigar se haviam efeitos cardioprotetores proporcionados pelo consumo moderado de cerveja. Utilizamos as mesmas metodologias que são tradicionalmente aplicadas para pesquisas cardiovasculares. A conclusão nos surpreendeu.
 
Os resultados foram obtidos sem alteração no peso ou tamanho do coração. Também não houve mudança da massa corporal dos animais que fizeram parte da experiência. Além disso, o estudo apontou uma melhora na quantidade e qualidade do HDL (colesterol bom), confirmando trabalhos anteriores que relacionam o consumo moderado da bebida à redução do LDL (colesterol ruim) e ao aumento do HDL.
 
Fonte R7

Mulher obriga filho a fingir câncer para cobrar previdência na Inglaterra

Britânica raspou a cabeça e a sobrancelha do filho com barbeador, quando ele tinha seis anos, para simular os efeitos da quimioterapia
 
Uma mulher britânica que obrigou seu filho a fingir, durante três anos, que estava com câncer para poder cobrar uma previdência do governo foi condenada, nesta terça-feira, a três anos e nove meses de prisão por crueldade infantil, fraude e falsificação.
 
Para manter o engano, a mulher raspou a cabeça e a sobrancelha do filho com barbeador, quando ele tinha apenas seis anos, para simular os efeitos da quimioterapia, além de obrigar a criança a utilizar uma cadeira de rodas em diversas ocasiões.
 
Em seu comparecimento perante o Tribunal de Gloucester, a acusada admitiu que falsificou documentos médicos para enganar as autoridades, além de concordar com as acusações de crueldade infantil e fraude ao Estado.
 
Pelos cuidados que mãe deveria ter com a criança, a acusada solicitou uma previdência que chegava a 86 mil libras anuais (cerca de R$ 270 mil), à qual quis somar mais receitas por acolher em sua casa outras crianças que, na realidade, não existiam.
 
Durante o julgamento, o juiz disse:
 
— Não tenho dúvidas de que a senhora perdeu qualquer capacidade de contar a verdade.
 
A mulher manteve a farsa, inclusive, durante uma viagem aos Estados Unidos, na qual levou a criança de férias, em uma cadeira de rodas, para "poder furar as filas das atrações" de um parque temático da Flórida.

Fonte R7

Painço emagrece e combate o câncer de mama

Se você tem pássaros em casa, sabe que os criadores recomendam o painço, composto de grãos e cereais, como ingrediente da alimentação dos animais.
 
Mas o que poucos têm conhecimento é que o painço, fonte de magnésio, triptofano, manganês, fósforo e proteínas e o que é melhor, sem glúten, é também uma excelente recomendação para a alimentação das pessoas.
 
O cereal é também recomendado nas dietas de emagrecimento.
 
Tem fácil ingestão e possui baixo teor de gorduras. A proteína presente no alimento ajuda a tornar lenta a absorção de carboidratos, diminuindo o índice de glicemia e aumentando a sensação de saciedade.
 
Ajuda também a formação de massa muscular, a fortalecer os ossos, a reduzir a pressão arterial, diminuindo o risco do infarto.
 
 Outra vantagem em consumir o painço é que, por possuir o aminoácido triptofano, que junto com o magnésio ajuda a produzir serotonina, que é o neurotransmissor da sensação de felicidade.
 
E devido à presença de antioxidantes e fibras em sua composição, o painço tem ação preventiva contra o câncer de mama.
 
Fonte R7

Muitas pessoas ignoram que sofrem da doença celíaca

Estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontou que o Brasil possui quase 4 milhões de portadores da doença celíaca.
 
O dado é alarmante, se levarmos em conta que se não for diagnosticada e tratada, a doença, caracterizada por intolerância ao glúten, pode causar diversos males, como desnutrição, perda de peso, osteoporose e até câncer de intestino.
 
Outra questão preocupante é que muitas portadores da doença celíaca desconhecem que sofrem do mal. Isso porque os sintomas são iguais aos de outras doenças, dificultando o diagnóstico. Por isso, fique atenta se você sofre de diarreia crônica, muitas vezes provocada pela não absorção de nutrientes pelas paredes do intestino.
 
Perda de apetite, distensão abdominal (sensação de estufamento no abdome) e anemia são outros sintomas. A intolerância ao glúten também pode provocar alterações de humor e distúrbios neurológicos.
 
A única maneira de tratar a doença celíaca é eliminar do cardápio que contenham glúten. Eles estão presentes no trigo, aveia, centeio, cevada, malte e nos derivados desses alimentos, como pães, massas, bolos, bolachas, pizzas, cerveja, uísque, entre outros produtos industrializados.
 
Quando se elimina o glúten da alimentação, os sintomas em pouco tempo desaparecem e em um ano a mucosa intestinal se normaliza.
 
Fonte R7

Leite é bom também para adultos

Leite é bebida para ser consumida durante a vida inteira. Se na infância ajuda a formar dentes e ossos fortes, na idade adulta ajuda a evitar a osteoporose.
 
O fortalecimento dos ossos se dá por ser o leite uma fonte privilegiada de cálcio.
 
Com o consumo da bebida recarregamos o estoque de vitaminas A, que protege a pele e o cabelo; vitaminas B1 e B2, que fornecem energia para o corpo; e D e E, que fortalecem ossos e o sistema imunológico.
 
O leite colabora com a prevenção de diversas doenças, entre elas as cardiovasculares, já que ajuda a regular os batimentos cardíacos, evitando a coagulação do sangue e protegendo o músculo cardíaco e o cérebro. Ajuda também no controle da diabetes, promovendo a estabilidade das taxas de açúcar no sangue.
 
O ideal para um adulto é consumir três copos por dia, ou seus derivados, que são o queijo e o iogurte.
 
Mas se misturado ao café, hábito comum aos brasileiros, a cafeína atrapalha a absorção de cálcio pelo organismo.
 
Fonte R7

Mãe carrega gêmea morta no útero para salvar vida da irmã

Um dos bebês morreu depois de passar por uma cirurgia a laser
 
Kerry Carruthers, de 32 anos, que mora em Cornwall, na Inglaterra, descobriu na 24ª semana de gravidez que uma de suas filhas gêmeas morreu após uma cirurgia a laser para corrigir a síndrome de transfusão feto-fetal.
 
Essa condição ocorre em cerca de 15% de gêmeos idênticos que compartilham a mesma placenta e o fornecimento de sangue no útero. Como há pouco sangue e líquido amniótico, o bebê não consegue se desenvolver muito bem.
 
Como consequência da doença, um dos bebês de Kerry morreu e, para salvar a vida do outro, ela precisou carregá-lo morto em seu útero até entrar em trabalho de parto, segundo o site do jornal Daily Mail.
 
— Foi de partir o coração ter de escolher um berço para uma e um caixão para outra.
 
Somente 12 dias depois Kerry conseguiu se despedir definitivamente de sua filha em uma cerimônia na igreja.
 
Fonte R7

Doença silenciosa, diabetes gestacional pode trazer riscos à mãe e ao bebê

Diagnosticado a partir da 24ª semana de gravidez, mal ocorre por produção de hormônios pela placenta que podem bloquear a ação da insulina
 
Doença silenciosa que atinge a mulher na gravidez, o diabetes gestacional pode causar danos à saúde da mãe e do bebê se não diagnosticado e tratado corretamente.
 
Assim como o diabetes tipo 1 (doença autoimune que atinge jovens) e o tipo 2 (relacionada à obesidade e ao sedentarismo), o diabetes gestacional também é caracterizado pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue. O endocrinologista Dr. Carlos Negrato, diretor do Departamento de Diabetes Gestacional da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), explica, no entanto, que a doença surge na gravidez e só pode ser diagnosticada no fim do segundo trimestre de gestação:
 
— Se surgir antes desse período é sinal de que a mulher já tinha diabetes antes de engravidar e não sabia.
 
A doença singular ocorre por uma produção de hormônios pela placenta que podem bloquear a ação da insulina, responsável pelo transporte do açúcar do sangue para as células. A partir da 24ª semana de gestação, o nível desses hormônios começa a ficar mais elevado, fazendo com que a insulina tenha mais dificuldade de exercer sua função e aumentando as chances de desenvolver o diabetes gestacional.
 
— Enquanto a mãe corre o risco de ter pré-eclâmpsia (hipertensão na gestação), ganhar peso excessivo e abortar precocemente, a criança pode nascer muito grande, com cerca de 4 kg, apresentar insuficiência pulmonar, estar sujeita a maior icterícia (amarelidão da pele), ou sofrer traumatismos, como fraturar algum ombro ao nascer.
 
Além disso, como cerca de dois terços do açúcar da mãe vão para o bebê, a quantidade extra de glicose no corpo sobrecarrega o pâncreas da criança, que passa a produzir mais insulina.
 
A endocrinologista Dra. Vivian Ellinger, presidente da regional do Rio de Janeiro da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), alerta ainda para problemas que podem ocorrer depois do parto:
 
— Se a doença não for tratada adequadamente, há o risco de esse bebê ter hipoglicemia (teor de glicose no sangue abaixo do normal) ao nascer ou mesmo de ocorrer morte fetal súbita. Já na vida adulta, são maiores as chances de desenvolver diabetes e síndromes metabólicas.
 
Risco
Entre os fatores de risco que têm relação com a doença estão mulheres com herança genética (com histórico de diabetes na família), as que engravidam acima do peso ou engordam muito durante a gravidez, as que têm a primeira gestação depois dos 25 anos de idade ou, ainda, aquelas que são portadoras da síndrome do ovário policístico (desequilíbrio hormonal que pode causar alterações no ciclo menstrual, pequenos cistos no ovário ou mesmo dificuldade para engravidar).
 
Segundo Negrato, trabalhos feitos no Brasil durante os anos 80 indicavam que 7,6% das mulheres grávidas desenvolviam diabetes gestacional. Hoje, com mudanças nos critérios para o diagnóstico, estima-se que cerca de 18% das mulheres grávidas sejam atingidas pela doença.
 
Diagnóstico
Vale ressaltar que o diagnóstico da doença só pode ser feito a partir da 24ª semana de gestação. Assim, um exame de glicose no início da gravidez é inconclusivo sobre o diabetes gestacional, já que o problema só costuma se manifestar no fim do segundo trimestre.
 
Assim, se a mulher no início da gravidez descobre que sua glicemia é igual ou maior que 92 mg/dl (miligramas por decilitros), significa que ela tinha diabetes antes de engravidar. Se for menor do que essa taxa, ela deve fazer o chamado exame de curva glicêmica entre a 24ª e 28ª semana de gestação. No teste, a gestante colhe sangue para saber o nível de açúcar ainda em jejum. Depois, toma um líquido doce com 75 gramas de glicose e repete o teste de sangue 60 minutos depois e 120 minutos depois. Uma hora após o líquido ser ingerido, o nível de glicose da mulher não deve ultrapassar 180 mg/dl. Duas horas depois, o valor deve ficar no máximo em 155 mg/dl.
 
Tratamento
Quando a doença é diagnosticada, a primeira medida é o tratamento através de dietas e mudanças no estilo de vida, com a inclusão de uma rotina de exercícios físicos. Se dentro de duas semanas a taxa de glicemia não se normaliza, os médicos recorrem à medicação com insulina na paciente. Apenas 20% das mulheres com diabetes gestacional precisam fazer uso da insulina, cujo tratamento é seguro e não apresenta riscos para mãe ou bebê.
 
Uma vez diagnosticado, o diabetes gestacional persiste até o fim da gravidez. Depois que o bebê nasce, é esperado o fim da produção de hormônios pela placenta e, consequentemente, do diabetes gestacional. Alguns casos, no entanto, não regridem e as mulheres passam a conviver com o diabetes. De acordo com Negrato, de 20% a 25% das gestantes diagnosticadas com a doença continuam diabéticas.
 
Além disso, explica o especialista, uma vez que se tem a doença, maiores são as probabilidades de desenvolvê-la em uma gravidez futura.
 
Apesar das semelhanças, o diabetes gestacional não deve ser confundido com os diabetes tipo 1 ou 2. A condição da gestante que desenvolve a doença é diferente da apresentada pela mulher diabética que engravida, que deve se preparar para a gravidez com um controle rígido sobre a glicemia. Aquelas que antes faziam uso de remédios como hipoglicemiantes orais, por exemplo, devem trocar a medicação por insulina antes de engravidar. A maioria dos medicamentos são contraindicados para o período de gestação. Planejar a gravidez, portanto, é fundamental, explica a Dra. Vivian:
 
— Uma mulher que tem diabetes pode engravidar, mas deve procurar seu endocrinologista para ter a doença muito bem controlada para minimizar o risco de má formação do bebê. Já quem não tem diabetes, deve tomar muito cuidado para não engravidar acima do peso e não engordar demais na gravidez para não correr o risco de ter diabetes gestacional.
 
Fonte R7

Veja o que acontece com o cérebro quando se está apaixonado

‘Química do amor’ faz com que área cerebral responsável pelo julgamento fique desativada
 
A tecnologia da digitalização permitiram que neurologistas registrem imagens do que acontece no cérebro quando alguém se apaixona.
 
Eles mapearam as mudanças químicas que ocorrem e descobriram quais partes cerebrais ficam ativas — e quais ficam inativas — quando alguém inicia um namoro, segundo o site Daily Mail.
 
O córtex frontal, vital para o julgamento, desliga quando nos apaixonamos. Essa desativação ocorre apenas quando alguém vê a imagem da pessoa que gosta, suspendendo todas as críticas ou dúvidas.
 
As imagens também mostraram as áreas do cérebro que controlam o medo e as emoções negativas, explicando porque as pessoas se sentem felizes – sem medo do que pode dar errado – ao cair de cabeça em situações imprevisíveis.
 
O amor é uma droga
Estudos têm mostrado que a dopamina apresenta níveis mais elevados no cérebro em pessoas apaixonadas. Essa substância química é responsável por aumentar o prazer, a dor, o desejo, o vício e a euforia.
 
Um efeito colateral do aumento dos níveis de dopamina é a redução da serotonina, hormônio-chave do humor e apetite.
 
Os níveis dessa substância caem em pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo, explicando também porque o amor causa nervosismo e ansiedade.
 
Mas a ‘química do amor’ com a qual estamos mais familiarizados é com a adrenalina. É esse o hormônio que causa o aceleramento do coração, o suor frio nas mãos e a boca seca quando nos deparamos com a pessoa por quem estamos apaixonados.
 
Fonte R7

Tudo azul: Dia Mundial do Diabetes é comemorado hoje (14)

Monumentos ficam iluminados para marcar a data e conscientizar a população sobre a doença
 
Nesta quarta-feira (14), diversos monumentos no Brasil, como o Cristo Redentor e o Obelisco do Ibirapuera, e de vários outros países serão iluminados de azul para marcar o Dia Mundial do Diabetes e chamar a atenção da população sobre a necessidade de prevenção. A cor representa o céu unindo todos os países e a bandeira das Nações Unidas.
 
A data, escolhida por ser aniversário de Frederick Banting — um dos descobridores da insulina, tem como logo um círculo azul que representa vida e saúde. A iniciativa começou em 1991 pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e pela IDF (Federação Internacional de Diabetes) como resposta ao aumento dos casos da doença no mundo. Em 2007, a ONU (Organização das Nações Unidas) abraçou a causa e incluiu oficialmente essa data no seu calendário.
 
Esse ano, o tema da campanha mundial é "Educação e Prevenção em Diabetes" que, como o próprio nome sugere, reforça a necessidade de educação sobre a doença e incentiva o aumento de programas de prevenção. Para o endocrinologista Dr. Balduíno Tschiedel, presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), só assim será possível combater essa epidemia global.
 
— O diabetes é uma doença crônica que cresce de forma desenfreada no mundo, especialmente por causa do aumento da obesidade e do sedentarismo. No entanto, é totalmente possível preveni-lo. Acredito que só com educação é que conseguiremos conscientizar a população da importância de adotar hábitos de vida saudáveis.
 
Os dados são alarmantes: três pessoas são diagnosticadas com diabetes a cada 10 segundos, de acordo com dados da IDF. Os últimos números divulgados pela instituição em 2011 revelam que 366 milhões da população adulta mundial vive com a doença e esse número deve aumentar para 552 milhões de pessoas até 2030.
 
— Um dos grandes desafios das entidades médicas é conter o avanço da doença e, nos casos já diagnosticados, estimular a adesão ao tratamento para retardar o aparecimento das complicações, como infarto, cegueira e até amputações. Mas, apesar das barreiras, estou confiante de que venceremos esta batalha.

Fonte R7

Médicos: o que eles pensam do futuro?

Enquanto muitos imaginam o futuro da medicina high-tech, os jovens médicos Victor Fernandes e Irene Bernabé, de 27 anos, esperam pela evolução da cura e preferem consultórios ao plantão
 
Ao som de gargalhadas e piadas de bom gosto. Assim foi minha recepção na casa de um dos dois jovens médicos ali reunidos, que se divertiam com a ideia de serem entrevistados por uma revista segmentada. Mas engraçado mesmo é a visão deles sobre o futuro da medicina: que determinadas doenças possam ser prevenidas e tratadas no tempo certo, que outras sejam erradicadas.
 
Enquanto muitos imaginam o futuro com uma medicina high-tech, os jovens Victor Fernandes Medeiros e Irene Bernabé, ambos de 27 anos, esperam pela evolução da cura. Aquele jeito menino sai de cena e entra um profissional, jovem, porém realista. “Não vejo a hora de inventarem a vacina contra o HIV. Também gostaria que o tratamento do câncer fosse mais curativo”, anseia Irene.
 
Filha de médico, a recém-formada relembra que, por alguma influência indireta, desde criança desejava estudar medicina. Por outro lado, na época do vestibular, a médica conta que chegou a questionar sobre se era essa carreira que deveria seguir, uma vez que ao fazer essa escolha sabia que teria de abdicar de muita coisa, inclusive de formar uma família cedo, fato que a preocupava.
 
Ao perceber que estava apenas ansiosa e insegura, talvez por consequência de uma mente com ainda 17 anos, Irene bate o martelo e após três anos de cursinho ingressou no vestibular, em 2006. “Lembro que na época, minha mãe conversou bastante comigo. Ela disse: ‘você não tem amigas com mães médicas?’ E foi aí que percebi que estava apenas apreensiva”, recorda.
 
Hoje, com o diploma em mãos, Irene revela que a ideia que tinha ao iniciar o curso era bem diferente da realidade que enfrentou ao se formar. Num mundo além da medicina dos livros, a predominância da insegurança no dia a dia, segundo ela, vem com situações que envolvem não somente as doenças, mas a complexidade do ser humano.
 
É essa a realidade que a fez mudar de opinião sobre o seu futuro profissional. “Sempre achei que me especializaria em dermatologia, mas no último ano decidi não prestar provas para residência e optei por trabalhar um ano e pensar melhor em qual área devo seguir”, conta Irene, que hoje está decidida a fazer clinica médica e depois, endocrinologia.
 
Não tão distante está a história de Victor Fernandes, que também ainda criança ouvia nos almoços na casa de sua avó materna discussões de casos clínicos entre três tios médicos. Os nomes diferentes, as soluções engenhosas e os desfechos felizes, memorados por ele, fizeram com que sua carreira fosse definida durante a adolescência.
 
Como se não bastasse, o jovem médico, graduado em 2009, estava certo não só da profissão que seguiria, mas de um indício de especialidade a seguir. “Um dos meus tios é ginecologista e obstetra e, felizmente, ele sempre teve muito interesse em me levar para o hospital para assistir partos normais e cesáreas, fazendo com que eu conhecesse e me sentisse muito à vontade no centro cirúrgico”, diz.
 
Para Fernandes, a pressão para entrar na faculdade começou a pesar no final do segundo ano do ensino médio. Período em que esteve disposto a aproveitar a vida, deixando os estudos em segundo plano. “Se eu pudesse voltar atrás e dizer a mim mesmo que a diversão começaria na faculdade, eu teria feito diferente”, revela.
 
Como consequência, o então hoje médico não conseguiu aprovação em nenhuma faculdade enquanto cursava o terceiro ano, o que o levou ao cursinho. Hoje, já maduro, Fernandes assume que, há nove anos, quando ingressou na faculdade, sabia que demoraria, no mínimo, mais de uma década para me estabelecer na especialidade. “Hoje estou concluindo meu segundo ano em cirurgia geral e acho que vou precisar de uns 20 anos.”

O futuro dos sonhos
Estar longe dos plantões em pronto-socorros e ter consultório próprio é o cenário projetado por estes dois jovens médicos. Para um futuro próximo, eles esperam já contar com especializações e trabalhar em horários fixos, ter um bom número de pacientes e, claro, gozar de um período de férias.
 
Em 10 anos, Fernandes não descarta a possibilidade de se especializar fora do Brasil, embora não planeje residir definitivamente fora de São Paulo. Por outro lado, Irene assume ter tido bastante vontade de sair do País, mas ficar longe da família e amigos é uma decisão difícil para ela. “Por enquanto minha ideia é continuar por aqui mesmo”, completa.
 
Neste mesmo período de tempo, a médica pretende realizar atendimento em endocrinologia em sua própria clínica, já que seu namorado (sim, Fernandes, o nosso outro colega entrevistado) irá se especializar em cirurgia plástica. “Acredito que uma especialidade pode complementar a outra”, conta. O consultório do seu parceiro pessoal e de profissão é planejado com um pequeno centro cirúrgico acoplado para realização de pequenas cirurgias.
 
Tecnologia a favor da medicina
Além do anseio por prevenção e tratamento antecipado de algumas doenças, como mencionado no início da reportagem, os jovens médicos, em especial Fernandes, acreditam em um avanço imenso da tecnologia nos próximos anos, principalmente com uso de nano robôs. “Sem descartar o contato médico-paciente, que sempre foi e será fundamental”, destaca o médico ao dizer que não acredita na substituição de profissionais por computadores.
 
O futuro parece estar mais próximo do que se imagina em alguns casos, como, por exemplo, na utilização de dispositivos móveis para esclarecimento de dúvidas ou apoio em consultas. O uso diário de tablets e smartphones é muito comum e considerado fundamental no dia a dia destes profissionais. Para Fernandes, os programas mais utilizados são para pesquisar o Código Internacional de Doenças (CID) e códigos de procedimentos. “Também utilizo meu iPad para leitura de artigos e visualização de atlas de anatomia e cirurgia”, reforça. De acordo com ele, hoje em dia seu dispositivo tem tudo que precisa em uma rotina de trabalho.
 
Assim como Fernandes, Irene não dispensa o uso de seu smartphone como apoio durante os plantões. É no aparelho que a jovem médica tira dúvidas sobre medicações e protocolos de atendimentos de determinadas doenças. “Existe aplicativo para tudo que se possa imaginar dentro da medicina, assim fica difícil imaginar algo a mais em 10 anos. Porém sei que coisas novas surgirão e espero que apareçam mesmo, sou a favor da tecnologia como uma aliada”, diz.
 
A saúde brasileira
Quando questionados sobre o cenário médico atual e sua imagem no futuro, a troca de olhares entre eles não negava a resposta que viria: “Infelizmente a medicina no Brasil tem perdido seu prestígio, principalmente por conta dos convênios com sua baixa remuneração e grande interferência nas condutas médicas”, avalia Fernandes.
 
Mas sem deixar a esperança de lado, Irene arrisca: “Espero que a saúde pública melhore e é claro que isso depende muito dos nossos governantes. Sinto também que o paciente é desinformado, não entende os conceitos de tratamento de urgência, emergência e tratamento/acompanhamento ambulatorial e isso gera uma saturação do serviço de emergência – que também se aplica aos serviços privados”. Para a saúde melhorar, a médica acredita que a educação precisa ser aprimorada juntamente e é isso que espera nos próximos 10 anos.
 
Relação descontraída
O atendimento no pronto-socorro, local de principal trabalho destes jovens médicos, é considerado muito diversificado e, por isso, a relação médico-paciente depende muito mais da postura do cliente, sob o ponto de vista de Fernandes, que, particularmente, prefere uma consulta mais descontraída.

De acordo com ele, na minoria das vezes os casos atendidos no PS são graves, mas independente da situação, o paciente é sempre tratado da melhor forma possível, sem existir uma regra de postura diante do doente.
 
“Sempre observo a postura do paciente primeiro e a partir disso desenvolvo a consulta. Às vezes é melhor brincar, descontrair a favor da própria saúde da pessoa que está ali na minha frente”, considera.

Irene sorri: “Eu gosto de conversar com os pacientes. Uma consulta de pronto- socorro deve ser breve, mas gosto de saber do paciente, às vezes ouvir um desabafo. Muitas pessoas só precisam de alguém que explique bem o que devem fazer pra que se evite um desgaste na relação médico-paciente.”
 
Paciente sabe-tudo
É sabido que houve nos últimos anos o surgimento do paciente expert, que recorre ao “Dr. Google” e esse, por sua vez, o supre com uma enxurrada de informações que podem ser corretas ou não.

O fato é que, nos dia de hoje, esse tipo de paciente já está presente nas consultas médicas e pode acuar alguns dos profissionais sentados à frente da mesa. Porém, esse não é o caso de Fernandes, que tem notado essa realidade com mais frequência no ambulatório.
 
“Não me sinto constrangido por isso. Quando passamos confiança no que falamos os pacientes esquecem o que leram na internet”, conta. Para ele, certas vezes é preciso corrigir as informações obtidas pelos pacientes sabe-tudo no Google.
 
Ao contrário de Fernandes, esse é um dos desafios considerados por Irene, que vê a situação de desmentir ou corrigir a informação trazida pelo doente como uma ocasião de atritos. “É preciso ter jogo de cintura para saber contornar essa situação, mas nada que uma conversa esclarecedora não resolva”, conclui.
 
Mentes parecidas, gerações diferentes
Dois profissionais médicos atuantes, um de 27 e outro de 90 anos, diante da mesma realidade. A jovem recém-formada Irene Bernabé pode estar bem distante da maturidade de Raul Fialho de Faria Júnior, graduado em 1947 pela Faculdade Nacional de Medicina, da então Universidade do Brasil, mas suas expectativas sobre a medicina no futuro caminham lado a lado.
 
Faria é de uma época em que profissionais formados não tinham especialidade na área médica. Cada um entendia de tudo um pouco. Hoje Irene já se prepara para entrar na briga por uma vaga a residência médica no próximo ano.
 
Mas nem mesmo a diferença de idade nem de cenário é capaz de mudar a cabeça de um médico preocupado com a saúde do paciente. Assim como a jovem, Faria aposta que com a rápida evolução tecnológica, os progressos da medicina serão também crescentes. “Principalmente em relação a novos medicamentos e às medidas de prevenção das doenças”, diz.
 
Essa também era a esperança do médico há 65 anos, embora considere que neste período não houve uma mudança mais significa que outra. “Os enfoques sobre a prevenção das doenças e a adoção de hábitos de vida saudáveis, além do constante interesse pelo progresso dos tratamentos são todos significativos”, considera.
 
Na época de sua graduação, não havia inúmeros dos atuais métodos diagnósticos e medicamentos atualmente disponíveis; as dosagens hormonais eram escassas, segundo Faria, e medicamentos orais para tratamento de diabetes, por exemplo, eram inexistentes. “A realidade de hoje, portanto, correspondeu às perspectivas. Assim espero que aconteça nos próximos 10 anos.”
 
Quando o assunto é tecnologia, o médico é direto e assume que embora não saiba muito bem os detalhes de dispositivos móveis, tudo que representa progresso é bem vindo. Para ele, os maiores problemas frente aos jovens médicos não são a existência de smartphones e tablets, “que, aliás, não sei muito bem o que são, mas sim a mentalidade de privilegiar os exames complementares, ficando em segundo plano o exame clínico”, revela.
 
Fonte SaúdeWeb

Brasanitas investe em tecnologia

Com mais investimentos em tecnologia, a Infralink mostrou o Infracode, sistema de gerenciamento de facilities que utiliza tablets em atividades como rndas, manutenção preventiva e corretiva
 
Em sua 3ª participação no Saúde Business Forum, o grupo Brasanitas mostrou soluções integradas das três empresas que compõem o grupo: Brasanitas Hospitalar, especializada em higienização, controle de acesso, serviços de apoio, gerenciamento de resíduos e leitos; Infralink, com atuação em gerenciamento de facilities e manutenção predial e de áreas críticas, e Praxxis, com foco em controle de pragas.
 
A Brasanitas apresentou o software de serviços para gestão de leitos hospitalares, implementação de sistema e metodologia de higienização com equipamento Sanivap (limpeza a vapor e pressão) e a parceria com Senac para Curso de Formação de Higienistas.
 
Com mais investimentos em tecnologia, a Infralink mostrou o Infracode, sistema de gerenciamento de facilities que utiliza tablets em atividades como rndas, manutenção preventiva e corretiva.
 
“Para 2013, nossos planos são intensificar a área de atuação nas regiões Norte e Nordeste; consolidar nossa atuação nas regiões Centro-Oeste e Sul, reforçar o posicionamento da empresa no setor de saúde e consolidar a liderança no mercado”, afirma o gerente de Marketing e Comunicação, Gauthama Nassif.
 
Fonte SaudeWeb

Diabetes interna dois pacientes por hora em SP

Veja 12 dicas para o diabético manter o nível de glicemia regulado. Nível de glicemia pode ser controlado por meio de alimentação balanceada, alerta especialista do HC-FMUSP e Incor
 
Instituiu-se que neste dia 14 de novembro é o Dia Mundial da Diabetes, e a Secretaria de Estado da Saúde solta balanço apontando que, a cada hora, duas pessoas são internadas no Estado de São Paulo vítimas de complicações do diabetes.
 
Somente em 2011 foram 23.117 internações, o que representa média de 64 por dia. Já este ano, entre janeiro e março, 5.288 diabéticos precisaram de internação pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no Estado de São Paulo, o que equivale a 58 internações por dia.
 
A prevenção e o controle são fundamentais para evitar as complicações causadas pela doença. Embora idade, histórico familiar e estresse sejam fatores de risco para o desenvolvimento da doença, a obesidade, os maus hábitos alimentares, o sedentarismo e o tabagismo também são determinantes.
 
Segundo a nutricionista Lara Natacci, do programa “Meu Prato Saudável”, iniciativa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e do Incor, apesar do diabetes tipo 2 (que não exige o uso diário de insulina) ser originalmente mais comum em indivíduos com idade avançada, hoje observa-se o distúrbio também em pessoas mais jovens.
 
“Isso se deve, em grande parte, ao aumento de peso e ao acúmulo de gordura corporal, agravado pelo sedentarismo”, afirma.
 
Segundo Lara, a alimentação tem peso significativo para o controle do diabetes e prevenção às complicações no sistema nervoso, no sistema cardiovascular, na visão, no funcionamento dos rins, nos pés e até na dentição.
 
Medidas simples, como realizar de cinco a seis refeições equilibradas por dia, garantem o funcionamento adequado do metabolismo, a boa digestão, a absorção correta de nutrientes, evitando oscilações da glicose sanguínea causadas pelo jejum prolongado.
 
O programa “Meu Prato Saudável” visa conscientizar e reorientar a alimentação de crianças, jovens, adultos, e idosos de todo o Brasil.
 
A ideia do projeto é mudar, sem muitas restrições, os hábitos alimentares da população, por meio de orientações de como se alimentar de forma saudável em todas as refeições do dia, e assim, manter um peso saudável ou até mesmo reduzi-lo, evitando, desta forma, doenças relacionadas à má alimentação, como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.
 
Conheça outras dicas para o diabético manter o nível de glicemia regulado:
1) O café da manhã deve ter sempre uma porção de carboidrato rico em fibras (pães, biscoitos ou cereais, sempre integrais), uma de proteína magra (queijos magros, leite desnatado ou iogurte) e uma fruta;
 
2) Para o almoço e jantar o paciente deve preparar metade do prato com vegetais crus e cozidos. A outra metade deve ser preenchida com: 1/2 de carboidrato integral (arroz, macarrão, panquecas, batatas, mandiocas) e outra 1/2 com proteína animal (carne vermelha magra, frango sem pele, ovo, peixe) e vegetal (feijão, lentilha, ervilha, soja);
 
3) Não é necessário cortar carboidratos da dieta, mas sim controlar a quantidade e a qualidade. O ideal é preferir os que sejam ricos em fibras como cereais integrais, tubérculos, vegetais e frutas (com casca ou bagaço). As fibras estimulam o funcionamento intestinal, atuam na prevenção de doenças e influenciam na absorção de gorduras e açúcares simples;
 
4) Produtos light e diet devem ser consumidos com moderação. Apesar de serem indicados para indivíduos com diabetes, eles podem ser ricos em gordura ou outro nutriente;
 
5) É importante se acostumar a comparar o rótulo dos alimentos e verificar se os alimentos realmente atendem as necessidades;
 
6) Adoçantes precisam ser consumidos com cuidado. A Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda no máximo 10 gotas por copo, mas a orientação do nutricionista do paciente deve ser priorizada;
 
7) Bebidas alcoólicas devem ser evitadas e quando, eventualmente, consumidas não devem ultrapassar a quantidade de uma dose para mulher e duas para homens, tanto para bebidas destiladas, quanto para fermentadas;
 
8) Jamais se deve consumir bebida alcoólica com o estômago vazio ou estado de desidratação;
 
9) É importante evitar bebidas açucaradas ou que contenham leite condensado;
 
10) Recomenda-se que o diabético beba dois litros de água distribuídos ao longo do dia, porém que evite beber água durante o almoço e o jantar;
 
11) As frutas devem ser consumidas diariamente por serem ricas em fibras, vitaminas e minerais, porém não deve haver excessos no consumo no caso do diabético. O ideal é consumir três unidades de frutas diferentes por dia;
 
12) O diabético deve praticar 150 minutos de atividade física por semana (cinco vezes de 30 minutos).
 
Fonte: programa Meu Prato Saudável, do HC-FMUSP e Incor
 
Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

TI em saúde se beneficia com reeleição de Obama

O programa de incentivo para TI em Saúde do governo federal continuará, mas análises de mercado sugerem que a maior ameaça para o programa de incentivo EHR é o entrave fiscal
 
Após a reeleição do Presidente Obama e os democratas manterem o controle do Senado Americano, o futuro parece promissor para o campo da TI em Saúde.
 
O resultado da eleição sugere que os ataques ao programa de incentivo de registros eletrônicos de saúde do governo pelos Republicamos podem perder a força ou desaparecer completamente. Coincidentemente, o Comitê de Política de TI em Saúde reuniu-se para discutir suas recomendações para o Meaningful Use Stage 3.
 
Robin Raifor, diretora de pesquisas para a prática de Meaningful Use do Advisory Board Co., uma empresa de consultoria de saúde, participou da reunião do comitê, que foi presidida por Farzad Mostashari, coordenador nacional de saúde de TI. De acordo com Mostashari, o comitê “vai avançar e os trabalhos serão finalizados.
 
“Como muitos outros que estão trabalhando nessa área, eu esperava que o momento não passasse. Então foi com grande alívio que soubemos que ele continuaria”, diz Robin.
 
Mesmo antes da eleição, ela não esperava uma mudança abrupta no suporte federal para a TI em saúde. Uma razão para essa estabilidade, segundo ela, é que o Hitech Act que autoriza o programa de incentivo do EHR – parte do American Recovery e Reinvestment Act – não pode ser mudado ou revogado por ordem do executivo.
 
Pela mesma razão, os críticos do congresso ao programa de incentivo, que até o momento já desembolsou cerca de US$ 7,7 bilhões, não podem forçar o Departamento de Saúde e Serviços Humanos a suspender os pagamentos a não ser que consigam suporte político suficiente para revogar a lei. Isso só aconteceria se houvesse uma mudança Republicana no Congresso e na Casa Branca.
 
Robin também questionou a base na qual quatro comitês da Câmara e presidentes de subcomitês reclamaram sobre o programa para a Secretária de Saúde e Serviços Humanos, Kathleen Sebelius. Os líderes republicanos cobraram a falta de progresso em interoperabilidade, mas Robin observou que o Escritório de Coordenação Nacional de TI em Saúde “precisa começar de algum lugar. Não podem apenas encurralar as pessoa e dizer: ‘é isso que vamos fazer’”.
 
A maior ameaça para o programa de incentivo do EHR, segundo a diretora, é o entrave fiscal de gastos e taxas que o país está enfrentando. Com o impasse no Congresso entre Democratas e Republicanos, ela espera uma batalha feroz no que deve ser cortado para reduzir o benefício. Mas dado ao sucesso até o momento do programa, será difícil que os líderes do Congresso criem uma razão para acabar com ele.
 
O furacão Sandy talvez tenha fornecido outra razão para preservar o programa. Em contraste com a grande perda de registros médicos em Nova Orleans após o furacão Katrina, os registros que sobreviveram após o Sandy são os que tinham compartilhamento de informação em Nova York: “É preciso pensar no que isso significa quando vemos recém-nascidos sendo transferidos (de NYU Langone Medical Center). Como Farzad disse hoje, é preciso dar vida aos dados”.
 
Robin também apontou que é possível que o governo recupere alguns ou todos os fundos que está gastando em TI, nem que somente em multas: “O dinheiro virá (para financiar o programa de incentivo) das pessoas que não mostram o Meaningful Use e comecem a devolver o pagamento em ajustes, a partir de 2015.
 
A TI de Saúde também beneficiará os provedores de saúde de muitas outras maneiras. Assim que os médicos implementarem seu aprendizado que os ajudará a ficarem mais eficientes, possibilitando a consulta de mais pacientes quando a demanda começar a aumentar por causa do Affordable Care Act.

E também, a TI em saúde ajudará as organizações de saúde a melhorarem a qualidade e baixarem os custos, o que não só beneficiará os pacientes, mas também possibilitará que eles fiquem bem sob o programa de reembolso com base no valor da Medicare.
 
Por essas e outras razões, a TI em Saúde deve continuar a crescer na taxa atual por algum tempo: “Não é possível atingir nenhum desses programas por meio de papel”.
 
Tradução: Alba Milena, especial para o Saúde Web
 
Fonte: Ken Terry InformationWeek; replicada pela InformationWeek Brasil

SP: Secretaria irá contratar 51 profissionais para Incor

Entidade vai ampliar em 68% UTI pediátrica e neonatal. A contratação visa garantir 11 novos leitos especializados em cardiologia; obras do bloco 3 começam nas próximas semanas
 
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo irá contratar 51 funcionários para aumentar em 68% o número de leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica e neonatal do Instituto do Coração (Incor) do HC-FMUSP.
 
Mediante concurso público serão contratados 11 médicos, 21 enfermeiros e 19 técnicos de enfermagem. O número de vagas neonatais e infantis para terapia intensiva cardiológica passará de 16 para 27, aumentando a capacidade de assistência aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde).
 
Cada um dos leitos conta com equipamentos como berços automáticos, respiradores e monitores de sinais vitais, com um custo em equipamentos de cerca de R$ 160 mil por leito.
 
A área de atendimento da UTI foi projetada para criar um espaço funcional para as equipes e, simultaneamente, lúdico e agradável para as crianças e adolescentes em atendimento. Cerca de 70% dos leitos da unidade são ocupados para tratamento de pacientes em fase pré e pós-cirúrgica e 30%, para tratamento clínicos (cardiomiopatias adquiridas, arritmia, febre reumática, hipertensão pulmonar e transplante).
 
O Incor também dará início, nas próximas semanas, às obras de contrução do Bloco 3. Serão seis andares, em uma área total de 6,7 mil m², com impacto não apenas no atendimento dos pacientes, como no ensino e no desenvolvimento das pesquisas que são feitas no Incor. A expectativa é que as obras estejam concluídas em 36 meses.
  
O novo bloco do Incor permitirá a atualização tecnológica da unidade e aumento da estrutura da Unidade Clínica de Emergência, Central de Material Esterilizado, Unidade de Internação do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, Hospital-Dia e Central de Endoscopia Digestiva e Respiratória, além de tornar ainda melhor a qualidade da assistência, do acolhimento aos pacientes e de seus acompanhantes e das condições de trabalho dos médicos e demais membros da equipe que atuam na instituição.
 
Já as novas instalações da Unidade Clínica de Emergência terão salas de exames de ecocardiograma, ultrassom e raio-X no próprio serviço, além de acesso mais rápido, por meio de elevador, às áreas de diagnóstico de maior complexidade – hemodinâmica, tomografia, ressonância, angiografia – nos centro cirúrgico e nas unidades de internação.
 
Especializado em cardiologia, pneumologia e cirurgias cardíaca e torácica, o Instituto do Coração do HC-FMUSP realiza anualmente 5 mil cirurgias, 13 mil internações, 2 milhões de exames análises clínicas e 260 mil consultas médicas.

PS do Instituto Central
Já o Instituto Central do HC-FMUSP deverá inaugurar, no próximo semestre, as obras de modernização e ampliação de seu pronto-socorro, no valor de R$ 4milhões. A reforma irá triplicar as unidades para atendimento de pacientes gravíssimos que chegam ao OS.

Um dos principais objetivos da reforma será a modernização do atendimento, que receberá equipamentos de ponta como os utilizados nos melhores prontos-socorros do mundo. Também haverá aumento dos leitos de emergência preparados para receber, imediatamente, pacientes em estado gravíssimo, totalmente equipados e com equipe multidisciplinar em todos eles.
 
A reforma irá ampliar e melhorar a recepção e otimizar a classificação segundo a gravidade e o fluxo de pacientes, tornando ainda mais rápido o atendimento para os casos mais graves. Também haverá melhora nas condições de trabalho dos funcionários, que poderão oferecer um atendimento mais humanizado e com mais conforto e segurança, com o aumento do número de guichês de atendimento e com a contratação de profissionais. O pronto-socorro do HC atende uma média diária de 500 pacientes por dia.
 
Fonte SaudeWeb

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí - IFPI

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI) realiza concurso para provimento de três vagas para professores do campus Corrente.

Inscrições:
De 29 de outubro a 19 de novembro

Valor:
R$ 40,00

Áreas:
Ambiente e Saúde e de Informática e Comunicação.

Remuneração:
De R$ 2.215,54 a R$ 3.825,89

Provas:
Haverá prova de títulos e de desempenho didático

Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas - Ipaam

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) realiza concurso para provimento de 26 vagas

Inscrições:
De 19 a 22 de novembro pelo www.concursoscopec.com.br


Cargos:
Analista Ambiental,de Biólogo, Médico-Veterinário, Engenheiro Florestal, Engenheiro Civil, Engenheiro-Agrônomo, Geógrafo, Geólogo, Zootecnista, Advogado e Químico.

Remuneração:
Até R$ 4.320,00

Seleção:
Haverá análise curricular.

Hospital Guilherme Álvaro - SP

O Hospital Guilherme Álvaro, em Santos- SP realiza concurso para provimento de uma vaga para Médico

Inscrições:
Até 23 de novembro, no Setor de Serviços de Recursos Humanos, na Seção de Recrutamento e Seleção, Rua Oswaldo Cruz, nº. 197, Boqueirão, Santos, Ambulatório - 1º andar ou pelo www.saude.sp.gov.br


Valor:
R$ 60,85.

Área:
Medicina Intensiva.

Remuneração:
A partir de R$ 1.993,02

Provas:
Provas objetivas: 9 de dezembro
Haverá Prova de Títulos

Hospital Geral de São Mateus

O Hospital Geral de São Mateus Dr. Manoel Bifulco, realiza seleção para preenchimento temporário de 4 vagas

Inscrições:
De 29 de outubro a 22 de novembro de 2012 no Serviço de Recursos Humanos do respectivo Hospital, Rua Ângelo de Cândia, nº. 540, São Mateus, CEP 03.958-000.

Cargo:
Médico:

Seleção:
Haverá Análise Curricular

Escola Tocantinense do Sistema Único de Saúde

A Escola Tocantinense do Sistema Único de Saúde realiza seleção para preenchimento de 8 vagas para Facilitadores do Curso de Atualização para Auxiliares e Técnicos de Enfermagem com Ênfase em Urgência e Emergência

Inscrições:
Até 20 de novembro pelo www.saude
.to.gov.br ou na Escola Tocantinense do Sistema Único de Saúde- ETSUS/Palmas, situada na Quadra 606 Sul, Alameda Portinari, Lote APM 07, CEP 77.022-062, Palmas-TO.

Remuneração:
R$ 40,00 hora/aula

Seleção:
Haverá Análise Curricular e microaula.