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sábado, 8 de setembro de 2012

Técnica injeta células geradoras de calor no abdômen para induzir perda de peso

Camundongos testados apresentaram perda de cerca de 20% da gordura localizada na barriga após 80 dias de tratamento

Pesquisadores da Ohio State University, nos EUA, descobriram que a injeção de uma pequena cápsula contendo células geradoras de calor no abdômen de camundongos levou esses animais a perderem gordura.

A pesquisa revela que a abordagem provocou queima de gordura abdominal inicialmente e a perda de cerca de 20% da gordura da barriga após 80 dias de tratamento.

Segundo os cientistas, as células injetadas agiram como "missionárias", convertendo as células de gordura da barriga nas chamadas células termogênicas, que utilizam gordura para gerar calor.

Com o tempo, os ratos ganharam de volta um pouco de peso. Mas resistiram a um ganho de peso dramático em decorrência de uma dieta de alto teor de gordura e queimaram mais de um quinto das células que compõem a gordura visceral, que envolve os órgãos e está associada a um maior risco de diabetes tipo 2, câncer e doenças cardíacas.

Os cientistas se aproveitaram das propriedades de geração de calor de uma gordura boa no corpo, chamada gordura marrom, para eliminar as células brancas que compõem a gordura visceral, que tende a se acumular na barriga.

Os cientistas combinaram estas células de gordura marrom termogênicas com células geneticamente modificadas sem uma enzima que leva ao crescimento da gordura visceral. As células modificadas foram colocadas dentro de uma cápsula de gel, o que permitiu a liberação do seu conteúdo sem desencadear uma resposta imune.

"Com um número muito pequeno de células, o efeito da injeção desta cápsula foi mais pronunciado no princípio, quando os ratos perderam cerca de 10% do seu peso. Eles ganharam algum peso depois. Mas, então, começamos a olhar para a quantidade de gordura visceral presente, e vimos uma redução de 20% nos lipídios", afirma a autora da pesquisa Ouliana Ziouzenkova.

Após 80 dias da injeção, os pesquisadores notaram que a cápsula não quebra ou causa qualquer cicatriz ou inflamação. Segundo eles, isso sugere que a terapia é segura para combater a obesidade.

"Se essa técnica for aprovada um dia para uso em seres humanos, ela seria mais adequada para pacientes que desenvolvem gordura visceral com o envelhecimento, não são capazes de exercitar e não devem reduzir drasticamente suas calorias porque isso pode causar a perda da gordura subcutânea benéfica", observa Ziouzenkova.

A equipe ressalta que estudos em animais maiores ainda são necessários antes que os estudos em seres humanos possam começar.

Fonte isaude.net

Pesquisadores utilizam composto de vidro para regenerar osso lesionado

Invento de brasileiros utiliza material altamente bioativo capaz de interagir e promover a regeneração do tecido ósseo

Estudos desenvolvidos na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) estão propondo novas técnicas e produtos para o desenvolvimento de enxertos ósseos artificiais. Os pesquisadores do Laboratório de Materiais Vítreos (LaMaV) da Instituição recentemente patentearam um invento que utiliza o Biosilicato, um material obtido a partir de um processo de cristalização de vidros que é altamente bioativo e possui a habilidade de interagir com o tecido ósseo e promover sua regeneração.

A dimensão da importância do invento dos pesquisadores pode ser medida pela relevância dos tratamentos de lesões ósseas, já que o tecido ósseo é considerado, depois do sangue, o segundo tecido mais comumente transplantado. Além disso, os pesquisadores do laboratório ressaltam que o envelhecimento da população e o aumento de cirurgias ortopédicas que utilizam enxertos ósseos têm ampliado, a uma rápida taxa de crescimento, esse tipo de necessidade clínica e o mercado para os tratamentos baseados em biomateriais.

Atualmente, a forma mais utilizada pelos médicos no tratamento de fraturas ósseas é o enxerto autógeno, realizado com material proveniente do próprio paciente. No entanto, a pequena quantidade de material disponível, os riscos de infecção e a necessidade de cirurgias adicionais, dentre outras complicações, tornam essa terapia insatisfatória.

Segundo a pesquisadora do LaMaV Ana Rodrigues, o uso do enxerto autógeno, que depende do uso de ossos do próprio paciente, é muito restrito, porque necessita da definição de um local para extração do osso que não comprometa a saúde da pessoa. "É um fator limitante e que, ao realizar a retirada do material, acaba criando uma lesão numa outra área" , afirma a pesquisadora.

Desafios
No tratamento de fraturas ósseas a partir do novo invento, o desafio tem sido desenvolver um tipo de material que seja altamente poroso ao mesmo tempo que tenha propriedades mecânicas o mais próximo possível do osso com o qual irá interagir. Segundo os pesquisadores, a proposta que utilizaria o enxerto a partir dos scaffolds à base de Biosilicato tem a vantagem do material projetado possuir uma estrutura porosa que permite o crescimento do tecido ósseo em seu interior e uma posterior reabsorção do material bioativo pelo organismo do paciente. Os Scaffolds são enxertos aloplásticos, ou seja, artificiais. Na prática são estruturas porosas que servem como matrizes para o crescimento do tecido ósseo. Há vários materiais que podem ser utilizados na síntese de scaffolds, dentre eles, alguns tipos de vidros.

As parcerias mantidas com o LaMaV para os testes com os scaffolds envolvem pesquisadores dos departamentos de Fisioterapia e Morfologia e Patologia da UFSCar, além do Departamento de Biociências da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Odontologia da USP de Ribeirão Preto.

A próxima fase é o teste clínico, que envolve a aplicação em seres humanos. Nessa fase há rigorosos protocolos éticos a serem seguidos até que seja comprovada a eficácia ou não da proposta. Os pesquisadores estimam que entre 5 e 10 anos a proposta possa ter avançado e estar disponível como uma opção cirúrgica no tratamento de fraturas ósseas.

Fonte isaude.net

Como se manifesta a terrídor de dente

Anatomia de um  dente saudável
O pós tratamento odontológico, pode ocorrer se o paciente venha a queixar-se de dores de cabeça ou na articulação temporo mandibular (ATM) – que podem ocorrer juntas ou separadamente – causadas pelo esforço e fadiga nas estruturas durante o procedimento, que no momento está sob efeito anestésico.

Dor referida
A dor de cabeça apresentada no caso acima pode ser chamada de “dor referida”. Significa que ela tem origem de outra região, neste caso ocasionado pelo problema mandibular. Outro bom exemplo é a dor de dente de procedencia da falta de oxigênio no coração que é acompanhada da angina ou de ataque cardíaco também pode causar dor de dente. É comum ter dor de dente após ter feito um trabalho corretivo em um dente, mas esta não deve persistir por mais de 1 semana (se persistir comunique seu dentista).

Mesmo quando realizados com grande habilidade e cautela, a maioria dos procedimentos odontológicos produz trauma tecidual que resulta na liberação de mediadores inflamatórios e dor. Embora essa dor fosse anteriormente considerada inevitável e inofensiva, sabemos hoje que a dor não aliviada após cirurgia ou trauma possui conseqüências físicas e psicológicas negativas.

Os pacientes que evitam comer ou beber após um procedimento odontológico podem ficar desidratados ou desnutridos e a respiração superficial, bem como a supressão da tosse, para tentar aliviar a dor podem levar à pneumonia. Além disso, muitas pessoas podem deixar de procurar os dentistas para cuidados odontológicos por medo da dor que poderão sentir.

Os dentes são ricamente inervados com fibras nervosas A-delta mielinadas e não mielinadas e esses nervos podem ser ativados por estímulos térmicos, osmóticos, elétricos e químicos. Muitos procedimentos odontológicos são invasivos, o que leva ao desenvolvimento de dor após o paciente deixar o consultório do dentista.

A dor dentária aguda pode ser classificada como leve, moderada ou grave. Para avaliar o grau de dor que pode ser apresentado após um procedimento, os dentistas contam com o seu conhecimento sobre o procedimento a ser realizado, bem como com o relato de dor e desconforto do próprio paciente (a auto-avaliação da dor pelo paciente é considerada o indicador mais preciso e confiável da existência e intensidade da dor e do sofrimento).

Os pacientes que apresentam dor dentária podem manifestar sinais de dor, tais como ansiedade, angústia, diminuição da capacidade funcional, mas muitos não os manifestam. Além disso, os pacientes algumas vezes apresentam dor significativa na ausência de qualquer patologia observável, tal como vermelhidão ou edema. O nível de dor apresentado após procedimentos específicos pode variar consideravelmente de um paciente para outro, o que complica a seleção do tratamento analgésico.

Fonte MSD

Conhecendo o sistema esquelético

Conheça ao conjunto de ossos que compõem o esqueleto humano, sua funções e sua capacidade!
  • Sua principal função é proporcionar suporte para o corpo e protege os órgãos internos
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  • Saiba quantos ossos é composto o esqueleto de uma criança e de um adulto
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  • Os ossos são unidos por uma membrana chamada Fontanela
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  • A coluna vertebral como base de sustentação do corpo e a variação de tipos de ossos de acordo com cada função a ser exercida
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  • A caixa toraxica formada pelas costelas flexíveis permitindo a abertura dos pulmões
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  • Os braços com suas articulações são as mais perfeita obra de engenharia. Conheça sua funcionabilidade e formação
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  • O papel da pélvica unindo a parte infeior, as pernas
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  • A resistência dos ossos das pernas na sustentação de todo o corpo
  • Vinte e seis ossos nos pés nos proporcionam movimento e distribui todo o peso de nosso corpo

Assista!
 
Fonte quiropraxia.tv.br

Fibromialgia: Educação é fundamental no tratamento

A informação é a base para um bom tratamento. No post abaixo, você saberá porquê é importante conhecer a doença e os meios de combatê-la. Além dos recursos fisioterpêuticos apresentados, devemos ressaltar que um bom acompanhamento nutricional contribuirá significativamente com o tratamento.
 
Geralmente os pacientes já consultaram vários médicos, se submeteram a uma série de exames caros e evasivos e receberam poucas respostas para as suas perguntas, o que gera um alto grau de frustração. A muitos se fala que o sintomas estão relacionados com ansiedade e stress de tal maneira que eles acabam se sentindo culpados pelo fato de não conseguirem controlar as suas emoções. Por outro lado, muitos desses pacientes tendem a exagerar os sintomas procurando, com isso, provar que o que dizem é verdade. Obviamente o efeito produzido é exatamente o oposto.

Educar um paciente que dizer discutir realisticamente e completamente o diagnóstico e o prognóstico. Deve-se explicar ao paciente que a fibromialgia é uma doença comum. Deve-se esclarecer que o diagnstico é clinico e que não existem alterações laboratoriais. Além disso, é importante esclarecer que tal doença não altera a sobrevida e nem é deformante.

Tricíclicos são medicamentos com efeito benéfico em fibromalgia. Amitriptilina e ciclobenzaprima tem sido utilizados. A amitriptilina tem demonstrado aumentar a duração do sono, tem efeito analgésico (por potencializar apióides endógenos) e tem efeito relaxante muscular por reduzir a atividade de neurônio motor. Embora o efeito antidepressivo da droga possa a ajudar na melhora de um paciente com dor crônica, pacientes sem evidencia de depressão respondem a esse tratamento. As doses utilizadas são relativamente baixas (5 a 50 mg / dia) quando comparadas com as doses antidepressivas (75 a 300 mg / dia). A fluoxetina não se tem mostrado benéfica para tais pacientes.

Antiinflamatórios não-hormonais e corticóides têm sido utilizados, porem não são efetivos. Outras modalidades de tratamento utilizadas são fisioterapia, acupuntura, quiropraxia, tratamento com laser, estimulação nervosa transcutânea e infiltração dos pontos gatilho.

Um estudo que submeteu tais indivíduos a um programa de condicionamento aeróbico mostrou melhora importante da sensação generalizada de dor e diminuição de sensibilidade nos pontos gatilho, mas não melhorou a qualidade do seu sono.

Pacientes com apnéia durante o sono devem ser tratados com cirurgia ou com pressão positiva continua.

Recurso Fisioterapêuticos

Quiropraxia:
É um dos métodos mais utilizados pelos pacientes fibromialgicos, podendo ser utilizada em conjunto com outros recursos terapêuticos, incluindo massagem e alongamento.
 
A inibição da dor é gerada por:
  • Mobilidade espinhal devido a manipulação, diminuindo a transmissão central da dor de estruturas adjacentes à manipulação.
  • Aumento da amplitude de movimento.
  • Melhora nas adesões articulares nos caos crônicos.

Mobilização e alongamento muscular:
A mobilização e o alongamento muscular proporcionam importantes ganhos funcionais em relação à mobilidade do tronco, mobilidade torácica e relaxamento muscular. Há também uma melhora do quadro doloroso, o sono mais continuo e com menor tempo de latência.
 
Reeducação Postural Global (RPG):
Neste recurso, os pacientes são avaliados de acordo com a postura da RPG e a partir desta avaliação é feito um tratamento de alongamento das cadeias musculares afetadas.

Alongamento muscular é conceituado como sendo qualquer manobra terapêutica que alongue as estruturas de tecido mole encurtadas e sua aplicação é indicada quando estes encurtamentos alteram a realização das atividades da vida diária (AUD).

Na maioria dos casos há melhora da dor há melhora da postura e o índice de flexibilidade é normal ou próximo do normal.

Hidroterapia:
Exercícios em piscina aquecida são benéficos na fibromialgia, pois reduz as forças excêntricas e favorece movimentos lentos, reduzindo as chances de microtraumas. Um programa gradual de exercícios para melhorar a condição aeróbica é um beneficio terapêutico para os pacientes com fibromialgia, com melhora dos pontos dolorosos, condição,cardiovascular e utilização do oxigênio pelos tecidos.

Exercícios de alongamento ajudam a manter ou melhorar a flexibilidade e a relaxar os músculos contraídos e rígidos. Exercícios de fortalecimento ajudam a reduzir as distensões musculares.

Um programa de exercícios para a hidroterapia pode incluir atividades com duas sessões por semana, começando com três repetições de cada exercício e ir gradativamente aumentando a intensidade destes. O programa para fortalecimento é indicado desde de que se alterne durante as sessões, a parte do corpo a ser trabalhada, evitando trabalhar membros superiores e inferiores em uma mesma terapia.

Massagem:
É utilizado a massagem dos tecidos profundos nas áreas sintomáticas de acordo com a tolerância do paciente. Este procedimento deve ser personalizado porque o paciente pode refletir a piora da dor ao invés da melhora. A massagem tem efeito de relaxante muscular, melhora e remove os catabólitos, auxiliando na redução da dor.

Eletro – acupuntura:
A eletro-acupuntura com agulhas inseridas nos locais dos tecidos profundos na fibromialgia tende a exacerbar a dor. Isto ocorre porque os nocireceptores situados nos tecidos profundos estão em um estado de ativação e sensibilizados, e o estimulo dado pelas agulhas torna-se muito grande. A já a eletro-acupuntura inseridas nos pontos tradicionais chineses tem permitido alivio aos pacientes com fibromialgia, com razoável tempo de duração. A vantagem da eletro-acupuntura é que não necessita de alguém com treinamento na acupuntura tradicional chinesa para a aplicação desta terapia.

Eletrotermoterapia:
Os procedimentos fisioterapêuticos como o uso do forno de Beer, ondas curtas e ultra-som não têm eficácia no tratamento da fibromialgia.

O uso do calor superficial (bolsas quentes, banhos, toalhas úmidas, infra-vermelho, parafina) são benéficos na terapia para a redução da dor. A eletroterapia também é utilizada, principalmente com as eletroestimulação transcutânea (TENS) e corrente interferencial (CI).

Prognóstico
A remissão completa ocorre em cerca de 25% dos pacientes. As recidivas são freqüentes. Apesar de sua natureza aparentemente benigna, essa doença causa, naqueles que portam e em seus familiares, uma diminuição importante da qualidade de vida. Esses indivíduos trabalham e produzem menos, e têm tendência ao retraimento físico e psíquico.

A redução da função muscular de tais pacientes e o seu índice de incapacidade são semelhantes ao de pacientes com artrite reumatóide.

Fonte: Doutor Google

Travesseiro inadequado pode causar dores e doenças crônicas

Uma recente pesquisa realizada pelo Hannover Medical School, na Alemanha, e publicada no jornal científico internacional Journal of Rehabilitation and Research, indica que dores na coluna, no pescoço, torcicolo e cansaço podem ser consequências de uma noite mal dormida com travesseiro inadequado.
 
A pesquisa reuniu 149 pessoas que sofriam com dores na coluna e cervical para o teste: um grupo utilizou o travesseiro considerado correto e o outro grupo utilizou o travesseiro habitual. Depois de um ano, o grupo que utilizou o travesseiro correto deixou de sentir os desconfortos na região do pescoço e passou a acordar mais descansado.

Uma noite de sono mal dormida compromete a qualidade de vida de uma pessoa e o uso de um travesseiro inadequado pode causar dormência nas mãos. A longo prazo, pode causar dor crônica nas costas, artrose, pequenos desgastes nas vétebras, e desvio na coluna. O uso de um travesseiro inadequado faz a pessoa acordar coma aquela sensação ruim de que não dormiu bem, não descansou. É importante observar, no entando, que esses sintomas são também muitas vezes causados por outros fatores como genética, erros de postura, obesidade, falta de atividade física e e movimento repetitivos.

  • Ao dormir, a posição correta é de lado em posição fetal
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  • A altura do travesseiro não deve ser alta nem baixa. Deve apenas completar o espaço do ombro até a cabeça, mantendo o pescoço alinhado a coluna.
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  • Utilize também um travesseiro entre as pernas, que devem estar enconhidas. Isso alivia as dores nos joelhos e mantém a perna alinhada a coluna.
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  • Para quem tem problemas com refluxo, procure se alimentar e se deitar em seguida. Espere pelo menos 1 hora antes de dormir. Se não puder esperar esse tempo, então esqueça o tradicional jantar - evite alimentos pesados. Faça apenas uma ceia, sempre com alimentos leves e de fácil digestão, tais como um suco verde, um chá, um copo de leite ou uma sopa rala.
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  • Escolha travesseiros que não se deformem e que permitam uma boa ventilação, principalmente para quem costuma transpirar durante a noite.
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  • Periodicamente troque seu travesseiro, por causa da deformidade e dos ácaros que se acumularam com o tempo.

Atitudes simples podem preservar sua qualidade de vida e o bom uso de seu principal patrimônio. Seu corpo!

Fonte: CREB30

Conheça as principais causas de dores nas sostas

Curvatura da Coluna Vertebral
Dor nas costas é um dos mais comumente ocorrem complicações de saúde anormal nas pessoas. Quase todos de nós sofre com a dor nas costas mais de uma vez na vida.
 
Anteriormente, dor nas costas foi associado principalmente com a velhice, mas hoje em dia até mesmo os jovens ou mesmo os adolescentes encontram-se estar enfrentando o problema da dor nas costas.
 
As causas mais comuns de dor nas costas são as seguintes:

1. Maioria dos casos de dor nas costas estão a ser observado devido à idade avançada. Muitos idosos encontram-se estar sofrendo com a dor nas costas. Quando uma pessoa fica velha sua medula espinal fica fraco e é incapaz de controlar o peso de corpo inteiro corretamente. Isso resulta em dores nas costas.

2. Osteoartrite e osteoporose são a causa das dores nas costas. Devido à osteoartrite, o líquido sinovial nas articulações é menor. Isso aumenta o atrito da parte inferior da medula espinhal que termina com os outros ossos. Assim, ela provoca a dor na região lombar. Na osteoporose, os ossos se tornam porosos, o que enfraquece a medula espinhal. Isso resulta na ocorrência de dor nas costas.

3. Estenose espinhal causa a dor nas costas em geral, as pessoas idosas. Isso acontece devido ao estreitamento do canal vertebral. Como resultado, o canal vertebral fica apertado e resulta na dor nas costas.

4. As lesões são anotados para ser uma das causas mais comuns de dor nas costas. Qualquer lesão da coluna vertebral, ou fraturas ou entorses, causar a dor nas costas, na pessoa. Você pode enfrentar o problema da dor nas costas permanente ou temporariamente devido a essas lesões. Quando uma pessoa sofre com as lesões dos ligamentos que sustentam o trabalho espinha indevidamente, o que resulta em dores nas costas.

5. Levantar as coisas pesadas, com uma técnica inadequada faz com que a dor lombar súbita como o que levantar o seu diretamente coloca a pressão em sua medula espinal. Então, siga a técnica correcta ao levantar pesos pesados. Isso irá ajudá-lo a ficar longe de dor nas costas.

6. Sentar-se por mais tempo em um lugar certamente coloca a medula espinhal no stress. Isso resulta em dores nas costas em muitos casos, como medula espinhal, não obtém o descanso adequado. Se você sentar-se curvado, dobrando a medula espinhal, que resulta em anomalias ósseas. A curvatura natural dos resultados da medula espinhal na escoliose. Isso resulta em dores nas costas.

7. Espondilolistese é uma das causas mais comuns de dor nas costas. Ela ocorre devido à alteração na estrutura normal de estabilização da coluna vertebral. Isso faz com que a medula espinhal instável, o que resulta em dores nas costas.

8. Ganho de peso excessivo é anotado para ser a causa da dor nas costas. Devido ao excesso de peso, um monte de pressão é colocada sobre a medula espinhal. Não é capaz de sustentar o peso e começa a flexão anormal ou começar a colocar pressão sobre as costas. O resultado final é a dor nas costas ou por vezes na dor lombar.

9. Tensão muscular provoca dor nas costas, em muitos casos. Muitas vezes, o músculo fica tensão devido ao excesso de atividade física a mais de pressão é colocado na parte de trás, que provoca dores nas costas. Esse problema é observado em especial as pessoas que estão continuamente e fazer muitos trabalhos relacionados com a elevação de qualquer mercadoria.
 
10. Dor nas costas é também observado em mulheres grávidas, devido ao peso da criança que coloca o esforço de sua parte traseira. Então, por isso, necessidade de evitar a pé por mais tempo e manter a boa dieta.
 
Estas são as causas mais comum de dor nas costas. Algumas outras razões que estes também podem causar dor nas costas, mas em casos muito raros.

Sobre o Autor
John Fitzgerald é o autor principal de cuidados de saúde Ele é um palestrante freqüente de grupos da comunidade sobre os temas de moléstias, Medicina, Saúde da Mulher e da saúde em geral etc...

As unhas podem dizer muito sobre nossa saúde

Unhas podem dizer muito sobre nossa saúde

A unha saudável é rosada, forte, sem manchas e tem crescimento normal – em média, 0,03 milímetros por mês. “As unhas dizem muito sobre nossa saúde, mas infelizmente a maioria das pessoas só lhes dá atenção quando a estética incomoda”, alerta a dermatologista Robertha Nakamura, coordenadora do Centro de Estudo das Unhas (CEU) da Santa Casa do Rio de Janeiro. Uma coloração diferente na unha, assegura a médica, pode ser o reflexo de alguma doença.
 
Imperfeições na coloração, na espessura e no formato da unha podem ser consequências do contato com agentes externos, sobretudo produtos químicos, mas também podem indicar doenças sistêmicas – aquelas que afetam vários órgãos do corpo, como fígado, coração, rins, pulmão e a glândula tireoide.

O primeiro passo ao notar uma alteração é procurar orientação médica. “Mas sem desespero”, aconselha o dermatologista Emerson Vasconcelos, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). “Nem sempre vai significar alguma doença. Somente um médico dermatologista pode traduzir a alteração e, assim, encaminhar o paciente, se for necessário, para outro especialista”, explica.

Esmaltes
Dosar o uso de esmaltes, sobretudo os escuros, facilita a análise das unhas no dia a dia. “Quem retira o esmalte e aplica outro em seguida não tem tempo de observar bem o aspecto que está por baixo da coloração”, alerta Vasconcelos.

Deficiências alimentares são as principais responsáveis pelo enfraquecimento das unhas. “Muitas doenças que se refletem nas unhas estão ligadas ao sistema nutricional”, afirma a nutróloga Daniela Jobst, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional “Fortalecer o organismo é importante e, por isso, devemos ingerir regularmente fontes de enxofre, como o alho; zinco, presente no açafrão e no gengibre; ômega 3, disponível no salmão e na linhaça; além de castanhas e cereais integrais”, recomenda a especialista.

Conheça alguns dos problemas mais comuns:
 
Baqueta de tambor ou vidro de relógio – Tem a espessura arredondada e se assemelha aos objetos que lhe dão o nome popular. Pode indicar problemas pulmonares crônicos, doenças circulatórias e falta de oxigenação.
 
Unhas amarelas – Pode ser sinal de anemia ou de problemas pulmonares e nos vasos linfáticos.
 
Unha patela – A meia-lua tem forma triangular. Pode indicar problema nos ossos.
 
Unha de Terry – A unha fica toda branca. Pode indicar doenças relacionadas ao fígado.
 
Manchas pretas – Pode sinalizar um melanoma ungueal. “Este câncer tem alto índice de mortalidade,apesar de não ser comum. Se não tratado, leva à amputação do dedo ou à morte”, diz Robertha Nakamura, do CEU.
 
Unhas quebradiças – Bastante comum, sugere deficiência alimentar, desidratação das unhas ou hipotireoidismo. “Para hidratá-las, use óleos. Os cremes não adiantam”, aconselha Vasconcelos, da SBD.
 
Outros problemas:

Fonte A Tribuna

Osteoporose é a causa de 2/3 das fraturas de coluna

Dois terços das fraturas na coluna vertebral decorrentes da osteoporose não são diagnosticados e acabam não tendo tratamento adequado.

O alerta foi feito pela IOF (Fundação Internacional da Osteoporose, na sigla em inglês).

Segundo estimativa da organização, a cada 22 segundos ocorre uma fratura vertebral no mundo, a maior parte em função da osteoporose.

Muitas dessas fraturas são confundidas com dores nas costas, daí o subdiagnóstico, explica o reumatologista Ari Radu Halpern, do Hospital Israelita Albert Einstein.

“É comum que essas dores passem com o tempo e que a pessoa nem procure um médico para investigar. Às vezes, nem dor a pessoa sente.”
Halpern diz que um problema da osteoporose é a falta de sintomas.

A aposentada carioca Eva Saraiva, 77, só descobriu a doença depois de quebrar o fêmur e procurar um médico. Passou 23 dias internada e outros seis meses na cama. Pouco depois da recuperação, teve outra fratura, dessa vez em uma das vértebras.

“Eu já caía muito, mas não sabia que tinha osteoporose. Foi só depois de fraturar o primeiro osso que descobrimos a doença”, conta ela.

Hoje, a aposentada usa muletas para se movimentar nas ruas e tem a casa inteira adaptada para evitar quedas.

“Não tenho tapetes espalhados e há suportes no banheiro para eu não escorregar. Se preciso alcançar algum objeto que fica no alto, uso um cabo de vassoura.”

Grupos de Risco
A osteoporose é caracterizada pela progressiva diminuição da densidade óssea. Fatores como histórico familiar, idade avançada e a queda nos níveis de estrogênio durante a menopausa acabam afetando os suprimentos de cálcio e tornando os ossos mais frágeis.

Segundo Jamil Natour, que é professor de reumatologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), pessoas que pertencem a esses grupos ou mantêm hábitos como o sedentarismo e o consumo de álcool e cigarros devem despertar a atenção médica.

“Se há uma fratura em alguém que tenha esses fatores de risco, então o diagnóstico de osteoporose se impõe.”

Natour lembra que a imobilidade prolongada decorrente das fraturas pode até matar: “A qualidade de vida da pessoa diminui. Se ela fica de cama muito tempo, acaba tendo mais chances de desenvolver uma pneumonia ou uma embolia pulmonar”.

Para Halpern, o ideal é a prática de exercícios físicos e uma dieta rica em cálcio e proteína, tanto para prevenir a doença quanto para controlar os seus sintomas.

Fonte Folhaonline

Será que maconha "não dá nada"?

Psiquiatras afirmam que a droga mais consumida do mundo pode trazer lesões permanentes no cérebro. Conheça os argumentos

Que uma certa parcela de adultos fuma ou já fumou maconha, não é nenhuma novidade. Que ela causa efeitos para a cognição e cérebro, também não. Mas enquanto cientistas e usuários divergem em posições antagônicas que passam pelo viés do proibicionismo ou da legalização, milhares de pré-adolescentes continuam experimentando a droga e seguindo o trilho da falta de informação, com o sentimento de impunidade de que o hábito não terá consequências posteriores.

No Brasil, atualmente cerca de 7% da população adulta já experimentou a Cannabis sativa, representando 8 milhões de pessoas. Para avaliar uso frequente, considera-se o uso no último ano, e neste quesito se enquadram 3% da população adulta, o equivalente a mais de 3 milhões de pessoas (o Brasil tem uma população de 192 milhões). Não é muito, de acordo com o psiquiatra e chefe do setor de dependência química do hospital Mãe de Deus Sérgio de Paula Ramos.

— Trata-se daquela história do copo meio cheio, meio vazio. Por um lado, é muita gente. Por outro, encerra-se definitivamente a conversa do "todo mundo puxa fumo". Não só não é todo mundo, como trata-se de uma parcela reduzida da população — afirma o especialista.

O problema está na idade de início do consumo: mais de 60% dos usuários experimentaram a droga antes dos 18 anos. A escalada do consumo está associada a cigarro e álcool e ocorre por volta dos 12 anos, na classe média, explica a psiquiatra Fernanda de Paula Ramos. Em classes sociais mais baixas, pode vir, em alguns casos, muito antes, por volta dos sete anos. A tendência, segundo a especialista, é que, após experimentar a maconha, o adolescente siga para o consumo de outras drogas, como cocaína e crack.

A médica afirma que entre os principais efeitos, está a redução do desempenho acadêmico.

— Dos usuários, um número menor de jovens consegue finalizar o colégio e tem baixa no desempenho profissional. Também aumenta taxa de desemprego. O que se sabe é que, quanto maior for o uso em relação à quantidade e frequência, aumentam as chances de problemas.

Segundo pesquisas recentes, a maconha traz prejuízos em uma série de aspectos psíquicos: ela aumenta de duas a seis vezes as chances de alguém ter distúrbios psicóticos, incluindo a esquizofrenia. A erva também faz dobrar o surgimento de sintomas depressivos e triplica chance de tentativas de suicídios. Em pacientes com bipolaridade, aumenta a probabilidade de ter distúrbios e, de todas as drogas, é a que mais está associada a psicose.

Especialistas apostam na prevenção para redução de danos
Apesar dos estudos confirmando que a maconha tem propriedades terapêuticas, uma pesquisa conduzida pela Duke University, nos Estados Unidos, aponta que o uso contínuo da droga causa redução na capacidade cognitiva, sobretudo quando o hábito iniciou antes dos 18 anos de idade.

Esta é a conclusão de um levantamento que analisou mil pessoas na Nova Zelândia desde o nascimento até os 38 anos de idade. Assim, foi possível comparar os resultados de testes de inteligência realizados aos 13 anos, antes que qualquer um deles começasse a usar maconha, com a pontuação conseguida na fase adulta. Entre uma prova e outra, uma boa parte dos participantes se tornaram consumidores da droga.

O estudo mostrou que aqueles que usaram a droga por mais tempo perderam, em média, seis pontos de QI na fase adulta. Neste grupo, as pessoas que começaram a fumar maconha antes dos 18 anos tiveram uma perda ainda maior: de oito pontos no teste.

Coordenadora do departamento de dependência química da Associação Psiquiátrica do Rio Grande do Sul, a psiquiatra Carla Bicca diz que a maconha traz tudo aquilo de ruim que a o cigarro dá, com efeitos maiores ou menores de acordo com a quantidade e a idade de início.

—A falta de programas de prevenção é, na opinião da especialista, o que pode barrar o consumo nessa faixa etária. Segundo ela, a maconha ainda é considerada inócua:

— O pessoal tem uma visão do passado, quando a droga tinha menor concentração do THC (Tetrahidrocanabinol, principal substância psicoativa da planta). Como hoje o livre arbítrio está em alta, cria a impressão de que a maconha não é tão ruim. Usa sem pensar nos impactos que ela pode causar.

Chefe do setor de dependência química do hospital Mãe de Deus, Sérgio de Paula Ramos diz que a prevenção é mais segura do que a legalização. Ele explica que, nos locais onde houve política de abrandamento dos controles sociais das drogas, houve aumento do consumo, como ocorreu nos EUA e em Portugal:

— O Brasil falha por não tratar o assunto preventivamente nas escolas. Esta é a saída.

Uso medicinal
A Cannabis não cura o câncer ou a Aids. O que ela faz com eficiência é aliviar o sofrimento decorrente dessas doenças. A partir de 1975, os médicos perceberam que a substância psicoativa ajudava a superar crises de náusea e vômitos provocadas pela quimioterapia, tratamento que busca controlar os tumores cancerígenos.

O mal-estar que decorre da quimioterapia pode se tornar intolerável se não for controlado e há pacientes que não conseguem dar continuidade ao tratamento. Por isso, o uso da maconha é considerado por alguns médicos.

A psiquiatra Fernanda de Paula Ramos explica, porém, que a medicina está muito avançada em termos de fármacos para oncologia.

— A medicina tem outras drogas que não tem os efeitos colaterais da maconha — afirma.

Fonte Zero Hora

Entenda as principais lesões causadas pela prática do futebol

Mudanças rápidas de direção, saltos, excesso de treinamento ou até más condições do campo geram contusões
 
O futebol do fim de semana pode gerar lesões que exijam tirar o time de campo nas atividades mais corriqueiras do dia a dia. O tempo no departamento médico varia conforme o tipo e a gravidade da contusão, que muitas vezes é acidental, pelo constante contato físico entre jogadores.

Segundo o ortopedista Rogério Teixeira, do Hospital e Maternidade São Luiz, a cada seis segundos, o jogador faz um movimento brusco, que pode gerar lesões. As contusões provocadas pela prática desse esporte podem acontecer como consequência de mudanças rápidas de direção, saltos, excesso de treinamento ou até mesmo por conta de condições inadequadas do campo.

A seguir, Teixeira detalha as principais lesões que afetam os jogadores — profissionais ou não:

Tíbia: a fratura nesse osso é uma das mais frequentes no futebol. Antigamente, quando o uso de caneleira não era obrigatório, as contusões eram ainda mais comuns. Em casos de fratura da tíbia, outros ossos mais finos também podem ser afetados, pois nem todos estão protegidos.

Púbis: o local onde o músculo da coxa se encontra com o púbis também é um dos mais sobrecarregados no futebol. Os movimentos repetitivos nessa região provocam inflamação no tendão que une o músculo e o osso. Ocorre um tipo de tendinite, o tendão não se rompe, mas acontece a conhecida "puxada na virilha".

Joelho: os movimentos de rotação são os principais culpados pelas lesões no joelho, que costumam ser o rompimento (total ou parcial) do ligamento cruzado anterior, do ligamento colateral-tibial ou do menisco. Esses ligamentos funcionam como elásticos que esticam com a rotação da perna. Quando sobrecarregados, eles se rompem e então é preciso reconstruí-los por meio de tratamento cirúrgico usando outros tendões, como o de trás da coxa.

Tornozelo: além de sofrer com a rápida movimentação do futebol, os tornozelos estão mais vulneráveis a batidas e aos impactos causados pelos buracos do campo. As lesões mais comuns são torções nos ligamentos que conectam os pés aos ossos da perna.

Fratura por estresse: decorrente de movimentos repetitivos, esse tipo de fratura, apesar de gerar muita dor, não é detectado em exame de raio-X. Os ossos que mais sofrem por estresse são os dos pés, por serem finos e estarem sempre em movimento no futebol.

Distensões
Lesões nos tornozelos, na parte inferior de uma perna e nos joelhos (em geral distensões) são as lesões mais freqüentes relacionadas ao futebol. Depois da distensão do tornozelo, as mais comuns são as distensões do joelho do ligamento colateral medial. Os movimentos laterais e os giros durante o futebol contribuem para essas lesões.
 
A distenções musculares odem ser causadas por:
  • Movimento para estender um músculo na direção contrária ao mesmo
  • Contração forte de um músculo contra uma resistência
  • Contração forte de um músculo quando não está pronto
No futebol, as distensões musculares mais comuns são as da virilha, panturrilha e quadríceps. Essas lesões podem ser dolorosas e deixar o jogador fora de campo por diversos dias ou semanas. As lesões relacionadas ao futebol ocorrem frequentemente devido à parada constante e movimentos de arranque ou por dar um passo maior do que o músculo pode suportar.

Fonte MSD e Zero Hora

O que é ortodontia? - Repost

O tratamento ortodôntico torna a boca mais saudável e proporciona uma aparência mais agradável.

O que é ortodontia?
Ortodontia é uma especialidade odontológica que corrige a posição dos dentes e dos ossos maxilares posicionados de forma inadequada. Dentes tortos ou dentes que não se encaixam corretamente são difíceis de serem mantidos limpos, podendo ser perdidos precocemente, devido à deterioração e à doença periodontal. Também causam um estresse adicional aos músculos de mastigação que pode levar a dores de cabeça, síndrome da ATM e dores na região do pescoço, dos ombros e das costas. Os dentes tortos ou mal posicionados também prejudicam a sua aparência.

O tratamento ortodôntico torna a boca mais saudável, proporciona uma aparência mais agradável e dentes com possibilidade de durar a vida toda.

O especialista neste campo é chamado de ortodontista. Os ortodontistas precisam fazer um curso de especialização, além dos cinco anos do curso regular.

Como saber se preciso de um ortodontista?
Apenas seu dentista ou ortodontista poderá determinar se você poderá se beneficiar de um tratamento ortodôntico. Com base em alguns instrumentos de diagnóstico que incluem um histórico médico e dentário completo, um exame clínico, moldes de gesso de seus dentes e fotografias e radiografias especiais, o ortodontista ou dentista poderá decidir se a ortodontia é recomendável e desenvolver um plano de tratamento adequado para você. Se você apresenta algum dos problemas abaixo, pode ser um candidato para o tratamento ortodôntico:

- Sobremordida, algumas vezes chamada de "dentes salientes" - este problema é caracterizado por um excesso vertical da região anterior da maxila e/ou uma sobre-erupção dos dentes dessa região. Nos casos de sobremordida, os dentes anteriores superiores recobrem quase 100% dos dentes inferiores, conferindo um sorriso desagradável e problemas mastigatórios. Os dentes inferiores podem, inclusive, estar tocando no palato e na gengiva do arco superior.
 
- Mordida cruzada anterior - uma aparência de "bulldog", quando a arcada inferior está projetada muito à frente ou a arcada superior se posiciona muito atrás.
 
- Mordida cruzada - ocorre quando a arcada superior não fica ligeiramente à frente da arcada inferior ao morder normalmente.
 
- Mordida aberta - espaço entre as superfícies de mordida dos dentes anteriores e/ou laterais quando os dentes posteriores se juntam.
 
- Desvio de linha mediana - ocorre quando o centro da arcada superior não está alinhado com o centro da arcada inferior.
 
- Diastema - falhas, ou espaços, entre os dentes como resultado de dentes ausentes ou dentes que não preenchem a boca.
 
- Apinhamento - ocorre quando existem dentes demais para se acomodarem na arcada dentária pequena.

Como funciona um tratamento ortodôntico eficaz?
Diversos tipos de aparelhos, tanto fixos como móveis, são utilizados para ajudar a movimentar os dentes, retrair os músculos e alterar o crescimento mandibular. Estes aparelhos funcionam colocando uma leve pressão nos dentes e ossos maxilares. A gravidade do seu problema é que irá determinar qual o procedimento ortodôntico mais adequado e mais eficaz.

Aparelhos fixos podem ser:

- Aparelho fixo — este é o tipo mais comum de aparelho; consiste de bandas, fios e/ou braquetes. As bandas são fixadas em volta de vários dentes ou um só dente, e utilizadas como âncoras para o aparelho, enquanto que os braquetes são presos na parte externa do dente. Os fios em forma de arco passam através dos braquetes e são ligados às bandas. Apertando-se o arco, os dentes são tracionados, movendo-se gradualmente em direção à posição correta. Os aparelhos fixos são geralmente apertados a cada mês para se obter os resultados desejados, que podem ocorrer no prazo de alguns meses até alguns anos. Atualmente eles são menores, mais leves e exibem bem menos metal que no passado. Podem apresentar cores vivas para as crianças, bem como estilos mais claros, preferidos por muitos adultos.
 
- Aparelho fixo especial — utilizados para controlar o hábito de chupar o dedo ou a língua "presa", estes aparelhos são fixados aos dentes através de bandas. Por serem muito desconfortáveis durante as refeições, devem ser utilizados apenas como um último recurso.
 
- Mantenedor de espaço fixo — se o dente de leite é perdido precocemente, um protetor de espaço é utilizado para manter este espaço aberto até que o dente permanente nasça. Uma banda é cimentada ao dente próximo ao espaço vazio e um fio é estendido até o dente do outro lado do espaço.

Aparelhos móveis incluem:

- Niveladores — uma alternativa para os aparelhos convencionais para adultos, niveladores em série estão sendo utilizados por um número crescente de ortodontistas para mover os dentes da mesma forma que os aparelhos fixos, mas sem os fios de aço e os braquetes. Os niveladores são virtualmente invisíveis e removíveis para que o usuário possa se alimentar, escovar os dentes e passar o fio dental.
 
- Mantenedores de espaço móveis — estes aparelhos têm a mesma função que os mantenedores fixos. São feitos com uma base acrílica que se encaixa sobre a mandíbula e têm braços de plástico ou arame entre determinados dentes que devem ser mantidos separados.
 
- Aparelhos reposicionadores de mandíbula — também chamados de talas, estes aparelhos podem ser utilizados no maxilar superior ou mandíbula, e ajudam a "treinar" a mandíbula a fechar em uma posição mais favorável. São utilizados para disfunções da articulação temporomandibular (ATM).
 
- Amortecedores de lábios e bochechas — são destinados a manter os lábios e bochechas afastadas dos dentes. Os músculos dos lábios e bochechas podem exercer pressão sobre os dentes e os amortecedores ajudam a aliviar esta pressão.
 
- Expansor palatino — um mecanismo utilizado para alargar o arco da mandíbula superior. Consiste em uma placa de plástico que se encaixa sobre o céu da boca. A pressão externa aplicada sobre a placa por meio de parafusos força as juntas dos ossos do palato a se abrirem para os lados, alargando a área palatina.
 
- Contentores móveis — utilizados no céu da boca, estes aparelhos de contenção previnem que os dentes voltem à posição anterior. Podem também ser modificados e utilizados para evitar que a criança chupe o dedo.
 
- Aparelho extrabucal — com este aparelho, uma faixa é colocada em volta da parte de trás da cabeça, e ligada a um elástico na frente, ou um arco facial. Este aparelho retarda o crescimento da maxila e mantém os dentes posteriores onde estão, enquanto os dentes anteriores são empurrados para trás.

Tipos de Mordidas

Fonte Colgate-Palmolive

Óleo de peixe retarda envelhecimento

Ingestão diária de ácidos graxos melhora a força muscular de pessoas idosas, diz estudo

A ingestão diária de ácidos graxos provenientes de óleos de peixe associada à prática de exercícios físicos ajuda a retardar o envelhecimento, sugere um estudo realizado na Universidade de Aberdeen, na Grã-Bretanha.

Os resultados da pesquisa mostraram que mulheres com mais de 65 anos que receberam doses diárias de ácidos graxos ricos em ômega-3 ganharam quase o dobro de tônus muscular após se exercitarem, quando comparadas com aquelas que ingeriam azeite de oliva.

Uma expansão do estudo está prevista para confirmar tais resultados e determinar com maior exatidão as razões da melhora da força muscular.

O processo de envelhecimento, conhecido como sarcopenia, implica numa perda muscular de 0,5 a 2% por ano e pode implicar em fraqueza e perda de mobilidade em idosos.

Há poucos dados sobre a incidência na Grã-Bretanha, mas informações provenientes dos Estados Unidos mostram que 25% das pessoas com idade entre 50 e 70 anos têm sarcopenia e isto aumenta para mais da metade daqueles com mais de 80 anos.

Para Stuart Gray, um dos líderes do estudo, o custo da sarcopenia é imenso, tanto pela necessidade de cuidado direto ou por internações hospitalares motivadas por quedas. "Cerca de 1,5% do orçamento total de saúde americano é gasto com assuntos relacionados à sarcopenia", diz.

As conclusões dos pesquisadores estão sendo apresentadas no Festival Britânico de Ciência, em Aberdeen.

Estilo de vida e benefícios
A taxa de perda muscular é ditada, até certo ponto, pelo estilo de vida das pessoas, sobretudo o baixo consumo de proteínas e o sedentarismo, conhecidos fatores que aumentam o risco de desenvolver o problema.

Essas foram algumas das premissas levadas em conta quando Gray decidiu levar o estudo adiante, recrutando 14 mulheres de mais de 65 anos e dividindo-as em dois grupos. Todas praticaram exercícios durante 12 semanas, em duas sessões de 30 minutos de movimentos focados nos músculos das pernas. Metade ingeriu ácidos graxos EPA e DHA, ricos em ômega-3, e a outra metade recebeu um placebo de azeite de oliva para controle.

O tônus muscular das pernas dessas mulheres foi medido antes e depois do experimento, e na comparação, as idosas que ingeriram azeite de oliva aumentaram sua massa muscular em 11% enquanto as que receberam os óleos EPA e DHA tiveram aumento de 20%.

Mas nem todos os óleos de peixe apresentam estes benefícios, disse Stuart Gra. "Um dos problemas com muitos desses suplementos é que a quantidade de EPA varia. Uma cápsula contendo 1 grama de óleo de peixe pode conter somente 100 miligramas de EPA e outras podem conter 400 miligramas".

Ele aconselha que aqueles que desejam melhorar sua ingestão de ômega-3 deveriam ingerir suplementos que contenham os níveis mais altos de EPA e DHA.

Homens e mulheres
Os pesquisadores receberam financiamento para expandir o estudo, desta vez com 60 pessoas com mais de 65 anos, incluindo números similares de homens e mulheres. O organizador da pesquisa diz que há diferenças quanto à capacidade de sintetizar proteínas e na resposta a exercícios físicos.

"As mulheres mais velhas têm capacidade de sintetizar proteínas similar a de mulheres mais novas, enquanto os homens mais velhos apresentam diminuição quando comparados aos mais novos. Homens mais velhos se adaptam à prática de exercícios e aumentam sua capacidade de sintetizar proteínas. As mulheres não conseguem fazer isso, em sua maioria, embora os níveis basais de síntese já sejam maiores". Um dos principais objetivos da nova etapa do estudo é justamente determinar as diferenças entre homens e mulheres em relação à sarcopenia e sua prevenção.

Veja outros alimentos que ajudam a combater o envelhecimento:
  • Framboesa
  • Estragão
  • Nozes
  • Pimenta Vermelha
  • Pimenta Preta
  • Pimenta Branca
  • Chocolate Meio Amargo
  • Manjerona Fresca
  • Tomilho Fresco
  • Tomilho Seco
  • Semente de Mostarda Amarela
  • Gengibre em Pó
  • Curry em Pó
  • Semente de Cominho
  • Cacau em Pó
  • Manjericão Seco
  • Noz Moscada
  • Salsa
  • Açaí
  • Baunilha em Fava
  • Açafrão da Terra
  • Canela
  • Alecrim Seco
  • Orégano Seco
  • Cravo
  • Farelo de Sumagre
 
 Fonte iG

Sucos para ficar em forma e deixar a saúde em dia, Veja as receitas

Com menos de 60 calorias por copo, eles são ricos em antioxidantes e ainda ajudam a emagrecer, combater a prisão de ventre e acelerar o metabolismo

A nutróloga Liliane Oppermann preparou cinco sucos diferentes para ajudar a manter a boa forma, limpar o organismo e acelerar o metabolismo.

Eles são todos da família “verde” e, segundo ela, são energia e ainda melhoram o humor.

Confira as receitas

1) Suco de couve
Auxilia no bom funcionamento do intestino e tem ação anti-inflamatória e cicatrizante.

Calorias : 40 calorias por copo

Receita: 2 folhas de couve, 2 folhas de couve-de-bruxelas, 1 rama de couve-flor, 1 rama de brócolis, 4 cenouras, 1 maçã pequena (pode ser feito com outras frutas) e 1 copo de suco de laranja. Bata no liquidificador, adoce com mel e sirva.

2) Suco de espinafre com gengibre
Auxilia no funcionamento do metabolismo e no emagrecimento.

Calorias: 25 cal por copo

Receita: 2 xícaras (chá) de espinafre, 2 copos de pepinos cortados, 1 cabeça de aipo, 1 colher (chá) de gengibre, 1 porção de salsa, 2 maçãs cortadas e suco de limão. Bata no liquidificador, adoce com mel e sirva.

3) Suco de salsinha
Auxilia no efeito diurético e é desintoxicante. Dá energia e limpa o organismo.

Calorias : 60 cal por copo

Receita: 2 fatias grossas de melancia, 1 maço pequeno de salsinha, 2 maçãs, 2 talos de salsão com as folhas, 3 talos de erva-doce (ou funcho), 1 cenoura, 2 laranjas, 2 folhas de couve, 1 pepino inteiro, 1 pera e 1 punhado de broto de alfafa. Bata no liquidificador, adoce com mel e sirva.

4) Suco de salsão
Auxilia principalmente as mulheres grávidas e na produção de leite.

Calorias : 45 cal por copo

Receita: 1 cenoura, 1 maçã descascada, 2 talos de salsão, ramos de hortelã, suco de 1 limão e ½ copo de água mineral. Bata no liquidificador, adoce com mel e sirva.

5) Suco de hortelã com manga
Auxilia na saúde da pele e é rico em antioxidantes.

Calorias: 50 cal por copo

Receita: ½ xícara de manga cortada em cubos (pode ser mamão ou caqui também), 1 cenoura cortada em rodelas, ½ maço de hortelã e suco de 1 limão médio. Bata no liquidificador, adoce com mel e sirva.

Fonte iG