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domingo, 8 de novembro de 2015

Hímen rompido sem sexo? Conheça 5 maneiras disso ocorrer

himen-rompido-doutissima-shutterstock
Hímen não é um indicador confiável quanto à atividade
sexual da mulher
Como definir se uma mulher é virgem ou não? Parece simples, mas a verdade é que há uma grande confusão na mente das pessoas quando elas relacionam virgindade e hímen rompido
 
Há diversas formas de romper o hímen sem ter tido relações sexuais, e por isso tirar conclusões a partir dessa circunstância nem sempre é o melhor e mais seguro caminho.
 
Para que serve o hímen?
A função do hímen ainda é um mistério para ciência. Acredita-se que esse tecido seja um vestígio de desenvolvimento vaginal e que, de forma embriológica, visava manter os germes e a sujeira fora da vagina.
 
Em culturas que proíbem atividades sexual antes do casamento, o hímen intacto sempre foi considerado a “prova da pureza” de uma mulher. Essa ligação continua a ter impacto psicológico e cultural ainda hoje, mas a verdade é que esse conceito não passa de um mito já derrubado pela ciência.
 
Cada hímen pode variar em forma, tamanho e espessura. Entre as múltiplas possibilidades, ele é capaz de cercar toda a entrada vaginal, com um espaço aberto no centro ou uma linha fina de pele no meio. A maioria não cobre totalmente a entrada vaginal para que o fluido menstrual possa ser liberado.
 
O hímen também é capaz de ser grosso em casos raros, cobrindo toda a abertura vaginal e impedindo a mulher de menstruar, ter penetração durante a atividade sexual ou qualquer outra coisa inserida na vagina. Muitas vezes um profissional de saúde pode corrigir isso com uma simples incisão.
 
É importante perceber que o hímen não é um indicador confiável quanto à atividade sexual da mulher. Ele pode ser rompido ou esticado pelos dedos ou absorventes internos e também em outras atividades não sexuais.
 
Além disso, em alguns casos ele sequer é rompido durante o sexo. De acordo com um estudo publicado na revista Archives of Pediatric Adolescent Medicine, 52% das meninas que admitiram ter relações sexuais ainda não tinham o hímen rompido.
 
Hímen rompido: atividades diárias entre as causas
Muitas meninas têm o hímen rompido sem relações sexuais. Fatores como tipo de tecido e atividades praticadas são capazes de rompê-lo – até mesmo na infância.
 
Conheça quando isso pode acontecer:
 
1. Práticas esportivas
 
Esportes como atletismo fazem o corpo se esticar bastante e, nesses casos, o hímen pode se romper sem causa sexual. Não há como prevenir, mas isso costuma ocorrer apenas com aquelas que tenham a membrana muito sensível.
 
2. Absorventes
Alguns tipos de absorventes internos podem rompê-lo. Nesses casos, geralmente contam fatores como tamanho da vagina e modelo e tamanho do absorvente.
 
3. Masturbação
Quem experimenta a masturbação e insere dedos dentro da vagina pode ter o hímen rompido. Um mito muito comum é que isso causa dor e sangramento, mas a verdade é que eles costumam estar mais associados à tensão do que ao hímen.
 
4. Queda
As crianças costumam cair com facilidade e, nesses tombos, é possível que, além de algum ferimento visível, ocorra também o rompimento dessa membrana vaginal.
 
5. Sem motivo aparente
Muitas mulheres têm o hímen rompido sem motivo aparente em atividades do dia a dia, podendo ocorrer até mesmo de terem nascido sem ele. Em outras palavras, relacionar a virgindade com o hímen não é uma boa ideia.
 
Doutíssima

Amamentação não evita alergias em bebês

Novo estudo mostrou que crianças que tomam leite materno sofrem dos mesmos problemas alérgicos em relação às que são alimentadas com mamadeira
 
O aleitamento materno no primeiro ano de vida não previne alergias alimentares, asma e rinite alérgica em crianças. É o que diz um estudo apresentado na reunião anual científica do Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia (Acaai, na sigla em inglês), realizada entre os dias 5 e 9 de novembro, em San Antonio (Texas), nos Estados Unidos.
 
Os pesquisadores, do hospital médico da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, examinaram 194 pacientes com idades entre 4 e 18 anos, diagnosticados com alergias por meio de teste cutâneo. Os resultados não mostraram diferença significativa entre alergias encontradas em crianças amamentadas pela mãe e nas alimentadas com mamadeira.
 
Estes resultados contradizem pesquisas anteriores que afirmavam que o aleitamento materno reduzia o risco de diversos tipos de alergia.
 
"São necessários estudos maiores para determinar como estes resultados se aplicam à grandes populações. O leite materno ainda é o melhor alimento para os bebês. Nós definitivamente ainda encorajamos todas as mães a amamentarem", afirmou Quindelyn Cook, um dos autores do estudo.
 
Em entrevista ao jornal O Globo, a pediatra e alergista Renata Rodrigues Cocco afirmou que, em muitos casos, os benefícios da amamentação se dão de maneira indireta. "O leite materno pode até não prevenir a alergia. Mas, talvez, a ausência dele exacerbe o problema. O leite materno comprovadamente reduz as infecções virais. E sabe-se que as crianças infectadas podem acabar desenvolvendo asma", disse Renata.

Veja

Estudo da Unicamp alerta que clareamento dental prejudica restaurações

A prática possibilita o surgimento de novas manchas e até o desprendimento de resinas
 
O sorriso pode ser revelador: manchas nos dentes entregam anos de tabagismo, consumo regular de vinho tinto e café ou desleixo com a própria saúde. A solução estética mais viável e acessível é o clareamento, apesar de riscos como o aumento da sensibilidade dentária e a irritação gengival. Interessados no procedimento, contudo, precisam estar atentos ao fato de que ele pode deteriorar as resinas, especialmente as de restaurações antigas. O alerta vem de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo.
 
A cirurgiã-dentista Thayla Hellen Gouveia, que fez o trabalho sob orientação da professora Débora Lima, explica que o contato entre o produto clareador e a resina é inevitável. Por causa do carbopol, um espessante importante para rações clareadoras, há deterioração na superfície e redução na microdureza dos materiais já presentes no dente. “A grande preocupação está relacionada ao fato de que nem sempre essas restaurações precisam ser substituídas depois (do clareamento), além de não haver um consenso na literatura acerca dos possíveis efeitos deletérios da ação química dos géis”, complementa.

Thayla Hellen não só constatou, em laboratório, que os clareadores alteram negativamente a cor, o brilho, a rugosidade e as microdureza das resinas, como também produziu um gel menos nocivo. As pesquisadoras contam que a rugosidade, um dos aspectos mais prejudicados pelo clareamento, está diretamente ligada à alteração da superfície e da reflexão do brilho das resinas. O aumento da rugosidade pode favorecer, por exemplo, o aparecimento de novas manchas.

“Restaurações com superfícies muito rugosas tendem a refletir pouco brilho, destacando-se negativamente no dente. Além disso, uma superfície rugosa facilita o acúmulo de pigmentos provenientes da dieta do paciente, levando ao manchamento e comprometendo o tratamento estético”, reforçam Débora Lima e Thayla Hellen.

Outros materiais

O estudo engrossa o acervo de pesquisas sobre danos às restaurações. Outros especialistas acusaram que o clareamento agressivo reage quimicamente com a resina composta e também com o cimento de ionômero de vidro, os selantes e as coroas cerâmicas, reduzindo a estabilidade e a durabilidade dos reparos odontológicos. Pesquisa desenvolvida na Fujian Medical University, na China, e publicada no Journal of Dentistry em 2013 mostrou que resinas expostas a um gel clareador com 40% de peróxido de hidrogênio (ou H2O2, o princípio ativo de muitos tratamentos) sofreram amolecimento da superfície, especialmente quando expostas a 37ºC, temperatura média de uma pessoa saudável.

As condições das experiências não incluíram escovação com dentifrício (pasta de dente) e, por isso, não reproduzem a realidade humana, que pode ser bem pior. Isso porque, além de amolecimento, há o risco de a escovação provocar a perda de materiais usados no reparo dos dentes. Na Near East University, na Turquia, pesquisadores avaliaram os efeitos de cinco clareadores já comercializados em amostras de resina. Conforme relataram em 2013 no Journal of Color and Appearance in Dentistry, todos os tratamentos promoveram significativa e “inaceitável” mudança de cor nas resinas.

Coordenadora de Odontologia da Faculdade de Medicina de Petrópolis (RJ), Vera Soviero esclarece que pessoas com restauração dentária não estão impedidas de fazer o clareamento. No entanto, devem chegar ao consultório conscientes de que o resultado pode não ser o esperado. “Dentes com canal tratado que sofreram um processo de escurecimento podem necessitar de outro tipo de procedimento, chamado de clareamento interno”, exemplifica. Provocada por traumatismos, medicação no canal ou vazamento de sangue, essa mancha costuma ser amarelada ou cinzenta.

Orientação

Para os demais casos, é consenso entre os dentistas que os clareamentos mais eficientes são feitos no consultório. A concentração de H2O2 varia de 10% a 35%, dependendo da técnica. “O resultado vem mais rápido, mas há maior risco de ocorrência de sensibilidade, pois a concentração do agente clareador é mais alta”, alerta Soviero. Ela enfatiza que não há evidência científica de que o uso de luz intensa ou laser durante a aplicação do gel clareador no consultório torne o processo mais rápido ou eficiente.

A especialista acrescenta que clareadores vendidos em farmácias, como pastas de dentes, enxaguantes e fitas branqueadoras, costumam oferecer resultados inferiores. Apesar de menos concentrados, esses produtos, que contêm ou liberam peróxido de hidrogênio em concentração acima de 3%, tiveram a venda restrita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no início deste ano. O órgão regulador determinou que o uso seja prescrito por um dentista.

Correio Braziliense

Consumo de bebidas açucaradas é associado a maior risco de insuficiência cardíaca

Consumo de bebidas açucaradas é associado a maior risco de insuficiência cardíaca Brent Hofacker/ShutterstockSegundo estudo, beber dois copos por dia aumenta em 23% o risco de sofrer com a doença
 
Consumir dois ou mais copos de bebidas açucaradas diariamente está associado a um risco maior de insuficiência cardíaca entre os homens, revelou uma pesquisa publicada na revista científica Heart.
 
Estima-se que essa doença afete mais de 23 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo mais comum entre homens e idosos.
 
Buscando avaliar uma possível ligação entre o consumo dessas bebidas – como refrigerantes, sucos e chás adoçados e achocolatados – e o risco aumentado de insuficiência cardíaca, pesquisadores analisaram a saúde de 42,4 mil homens suecos entre os anos de 1998 e 2010 por meio de dados do registro nacional daquele país. Todos os participantes tinham entre 45 e 79 anos quando ingressaram na pesquisa. Eles preencheram um questionário sobre seu consumo médio de 96 itens de comida e bebida.
 
Não foi feita qualquer distinção entre as bebidas adoçadas com açúcar, frutose ou adoçante artificial. Frutas, sucos e chás naturais não foram incluídos na pesquisa. Os participantes foram monitorados por uma média de 12 anos, período em que foram diagnosticados 3.604 novos casos de insuficiência cardíaca e 509 voluntários morreram por causa da doença.
 
A pesquisa levou em consideração outros fatores que podem influenciar o desenvolvimento da doença e, a partir disso, concluiu que o consumo de duas ou mais porções diárias de bebidas açucaradas está associado a um risco 23% maior de desenvolver insuficiência cardíaca.
 
O consumo regular dessas bebidas tem sido associado a alterações na pressão sanguínea, nos níveis de insulina e nos marcadores inflamatórios, assim como ao ganho de peso – fatores que, por sua vez, estão relacionados a problemas como síndrome metabólica, diabetes, doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).
 
Os pesquisadores destacam que esse foi um estudo de observação e, portanto, não é possível afirmar que as bebidas açucaradas causam insuficiência cardíaca – apenas encontrou-se uma relação entre o consumo e a doença. Além disso, a pesquisa analisou somente homens brancos e mais velhos, o que indica que os resultados podem não ser aplicáveis a outros grupos.
 
Em um editorial publicado na mesma revista científica, os professores Miguel Martínez-González e Miguel Ruiz-Canela, da Universidade de Navarra, na Espanha, enfatizaram que pessoas que consomem bebidas açucaradas em grande quantidade costumam ter uma alimentação pobre de forma geral, o que tende a ser determinante no desenvolvimento de doenças.
 
“A associação já conhecida de bebidas adoçadas com obesidade e diabetes tipo 2, que são fatores de risco para insuficiência cardíaca, reforça que as conclusões da pesquisa são plausíveis”, escreveram os professores.
 
Ainda segundo o editorial, “com base nos resultados do estudo, a melhor mensagem para uma estratégia de prevenção é recomendar o consumo ocasional de bebidas açucaradas ou evitá-las completamente”.
 
Zero Hora

Genéricos podem ficar 7% mais baratos em São Paulo

Lei prevê redução de 18% para 12% no ICMS sobre os medicamentos

Os genéricos devem ficar 7% mais baratos no estado de São Paulo, caso seja aprovado o projeto de lei que prevê redução de 18% para 12% no ICMS sobre os medicamentos, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos).
 
Em alguns casos, a redução pode chegar a 9%, como no da substância losartana, indicada para o controle da hipertensão e que hoje é vendida a R$ 10,94 nas farmácias e poderá custar R$ 9,60.
 
Estimativas da entidade apontam ainda que a medida poderá gerar uma economia de cerca de R$ 280 milhões por ano ao consumidor. "Como esses medicamentos são de uso contínuo, facilitar o acesso pode ajudar a evitar desistências nos tratamentos", afirma presidente da PróGenéricos, Telma Salles.
 
O governo de São Paulo deverá se encontrar hoje (06/11) com representantes da indústria de genéricos e do setor farmacêutico, que irão apresentar um estudo sobre o impacto da tributação nos valores dos produtos.
 
O projeto de lei ainda precisa passar pela análise dos deputados estaduais e ser sancionado pelo governador antes de entrar em vigência.
 
Folha Ob Line