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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Mais especialistas para a área da Saúde

Governo lançará edital para investir R$ 100 milhões em vagas de médicos residentes
 
Rio - Dos 400 mil médicos brasileiros, quase metade — 180 mil — não tem título de especialista. São profissionais que não conseguiram vaga no serviço de Residência Médica e trabalham como clínicos gerais.
 
Por ano, se formam no Brasil 15 mil profissionais que entram na disputa por 11 mil vagas de residentes. Para mudar esse quadro será anunciado amanhã edital para ampliação do serviço. É a primeira parte do programa Mais Médicos, do Ministério da Saúde, que investirá R$ 100 milhões no setor. A meta é criar 4 mil oportunidades em residência para zerar o déficit até 2014.
 
O pacote de ações é uma tentativa de acalmar os ânimos dos manifestantes que foram às ruas cobrando melhorias na Saúde. O governo deverá abrir até duas mil novas vagas para médicos residentes nos hospitais públicos, a maioria nas áreas de Pediatria, Oncologia e Anestesiologia, além dos programas de Saúde da Família. O salário será de R$ 2 mil.
 
Segundo o canal de TV a cabo Globonews, o ministro da pasta, Alexandre Padilha, passou o fim de semana trabalhando no programa. Hoje, a presidenta Dilma se reúne com governadores para tratar da ampliação de vagas nas universidades. Entidades médicas aprovam a ação, mas cobram investimentos nas unidades de saúde.
 
“Não é quantidade de médicos que vai garantir qualidade ao sistema público. O médico precisa de condições de trabalho”, diz Florentino Cardoso, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB).
 
Profissionais no interior
O programa pretende fixar profissionais no interior, onde a carência é maior, já que o Sudeste concentra 56% dos médicos e mais da metade dos especialistas. “Muitos municípios poderiam ampliar o programa Saúde da Família, mas não têm médicos. Acaba que a equipe inteira é desmobilizada”, diz o sanitarista Alcindo Ferla, presidente da Rede Unida.
 
Segundo pesquisas, o que mais atrai médicos são a capacidade dele de se reciclar em congressos ou universidades próximas, infraestrutura hospitalar, como CTI, equipamentos de ultrassonografia e tomografia e laboratório para exames, e só, em terceiro, a remuneração. “Fora dos grandes centros, temos que fazer medicina de guerra, porque falta tudo ”, diz o cirurgião plástico, José Carlos Pereira Pinto.
 
A precariedade do atendimento no SUS e a contratação de estrangeiros foram criticadas por associações, entre elas o Conselho Federal de Medicina e a AMB, em carta aberta à população. “Será que médicos importados compensarão falta de leitos, medicamentos, ambulâncias paradas por falta de combustível, infiltrações nas paredes e goteiras nos hospitais?”, ressaltou o texto
 
Investimentos
O governo destinará R$100 milhões no primeiro ano a unidades de saúde que criarem ou ampliarem vagas em residência.
 
Adesão de hospitais
O Ministério da Saúde vai abrir edital para seleção de novos hospitais
 
Bolsa-auxílio
Médicos residentes receberão remuneração mensal de R$ 2 mil.
 
Novas vagas
O programa prevê, até 2014, a abertura de 2.415 vagas em cursos de graduação em medicina nas universidades brasileiras.
 
Contratação já foi discutida
A contratação de médicos estrangeiros anunciada pela presidenta Dilma, em pronunciamento na sexta-feira, já havia sido tema de discussão, em maio deste ano, entre os ministérios da Saúde, da Educação e das Relações Exteriores e da Casa Civil.
 
Além de um acordo para a contratação de 6 mil médicos cubanos, o governo brasileiro busca parcerias para trazer profissionais de Portugal para atender municípios carentes no interior do país. A medida polêmica faz parte do programa Mais Médicos e tem sido muito criticada por entidades médicas do país.
 
Fonte O Dia

Terapia familiar é mais indicada para tratar anorexia

anorexia Terapia familiar é mais indicada para tratar anorexia
De acordo com a psicóloga, a rotina familiar pode ter
relação com a determinação ou a continuidade da doença
Uma pesquisa da Universidade de Stanford em parceria com a Universidade de Chicago, ambas nos Estados Unidos, comparou dois tipos de tratamentos para anorexia nervosa, a terapia familiar e a terapia individual.
 
No estudo realizado com 121 pacientes, na faixa etária de 12 a 18 anos, com ambos os sexos, a terapia familiar foi duas vezes mais eficaz no tratamento da doença do que a terapia individual. Aqueles que tiveram apoio e acompanhamento de pais e irmãos se recuperaram mais rapidamente e melhor.
 
Ester Zatyrko Schomer, psicóloga clínica e terapeuta familiar do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (Ambulim) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, concorda com a pesquisa e confirma que tratar a família toda é mesmo mais eficaz do que acompanhar apenas o paciente com transtorno.
 
De acordo com a psicóloga, a rotina familiar pode ter relação com a determinação ou a continuidade da doença. E com a participação da família na terapia, cada indivíduo descobre o que pode e precisa fazer para ajudar na recuperação.
 
Uma pessoa com anorexia é capaz de desestabilizar toda a casa. Em geral, quando os pais procuram ajuda para os filhos, eles mesmos já estão precisando de apoio e não sabem mais como proceder. Por isso, se sentem impotentes e cansados dos conflitos, das agressões das duas partes e da perda do diálogo entre os familiares.
 
A forma mais comum do tratamento familiar coloca o paciente, irmãos e pais na mesma sessão. A primeira lição que os pais aprendem é que eles não são e nem devem se sentir culpados. Todos os integrantes da família devem estar abertos ao diálogo, esquecer as cobranças e fazer acordos para um bom resultado no tratamento, afirmam os psicólogos.
 
Os especialistas alertam que sem orientação, muitas vezes as famílias tomam rumos errados e prejudicam o doente e fazem com que o transtorno se agrave.
 
Fonte Corposaun

Terapia PST é o mais novo recurso para controle da dor

Milhares de pessoas sofrem de dor aguda ou crônica todos os anos e sentem os efeitos dessa condição que resulta em perda de produtividade, autoestima e bom humor.
 
As doenças musculoesqueléticas são a maior causa de morbidade, pondo em risco a saúde e a qualidade de vida das pessoas, além de provocar grande impacto socioeconômico. “Um em cada quatro adultos é afetado pela artrose, por exemplo, doença que limita até mesmo as ações mais simples do dia a dia por causa da dor. Daí a importância de sermos pioneiros, no estado da Bahia, no uso da Terapia PST.
 
Trata-se de um tratamento não invasivo que estimula cartilagens, articulações e ossos à regeneração, aliviando a dor e evitando a progressão da doença”, diz a doutora Vera Lúcia Argollo Vênere, especialista em Medicina da dor. 
 
Na opinião da especialista, geralmente a pessoa com dor sente-se indisposta e deprimida, gerando impacto negativo nos relacionamentos pessoais e dificultando ainda mais qualquer iniciativa que dependa de seu esforço pessoal. Isso reforça a importância de se investir em novas tecnologias que atuam no controle da dor de forma não invasiva. “A PST atua na reconstrução do campo elétrico biológico.
 
Os pulsos são recebidos como se tivessem sido produzidos pelo próprio corpo humano, estimulando o metabolismo, atuando na reparação dos tecidos afetados e interrompendo o ciclo de dor. Em geral, são necessárias nove sessões de uma hora cada. Sem dor, sem barulho, só um sinal luminoso indicando que as ondas eletromagnéticas estão agindo”.
 
De acordo com a American Academy of Pain Medicine, mais de 1,5 bilhão de pessoas no mundo inteiro sofrem de dor crônica. Pesquisas indicam que a mais comum é a dor nas costas (27%), seguida pela dor de cabeça (15%) e pescoço (15%).
 
Quase 30 milhões de norte-americanos sofrem de dor nas costas com frequência – o que acaba contribuindo três vezes mais para que a pessoa tenha saúde frágil e sinta-se emocionalmente abalada. “Embora não existam dados estatísticos oficiais no Brasil, a ocorrência da dor tem aumentado significativamente, exigindo um esforço mais direcionado da classe médica no sentido do diagnóstico e controle, a fim de proporcionar alívio ao paciente.
 
A gestão da dor é fundamental para que o paciente possa levar uma vida normal”, diz a Dra. Vera Lúcia.
 
Fonte Corposaun

Diabetes: um problema alimentar em ascensão

diabetes dieta dedo 600 Diabetes: um problema alimentar em ascensão
A expressão usada pela ciência para o Diabetes Mellitus significa
 literalmente, “adoçada com mel”, uma nítida alusão
 à quantidade de açúcar contida na urina
Pesquisas realizadas pela Federação Internacional de Diabetes revela que o número de pessoas com essa doença metabólica, no mundo, está em franca ascensão. Segundo os estudos em 1985 estimava-se que existissem 30 milhões de adultos com diabetes no mundo.
 
Dez anos após o valor cresceu para 135 milhões em 1995, e em 2002 atingiu 173 milhões, estima-se que o número de pessoas com diabetes será de 300 milhões no ano 2030.
 
Já foi o tempo em que, abnegadamente, o médico experimentava a urina do seu paciente para lhe sentir o gosto adocicado, que sugeria o diagnóstico de Diabetes. “A expressão usada pela ciência para o Diabetes Mellitus significa literalmente, “adoçada com mel”, uma nítida alusão à quantidade de açúcar contida na urina”.
 
Tudo começa em decorrência de nossas opções alimentares. O diabete é uma enfermidade que afeta a capacidade do indivíduo de aproveitar os alimentos de modo eficaz. A insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, auxilia o organismo a converter alimento em energia. A doença advém, quando o pâncreas não consegue produzir esse hormônio ou, o corpo não consegue utilizar a insulina produzida de maneira apropriada.

A prática terapêutica ortomolecular tem como base, a prevenção e o tratamento das doenças, através do combate aos radicais livres, que geram o chamado fenômeno da glicação, uma reação química semelhante à “caramelização”, capaz de afetar o desempenho de nossas células ao comprometer suas proteínas, deixando-as menos flexíveis e elásticas. Esta é a principal causa de doenças cardiovasculares em pacientes diabéticos.
 
Pesquisas realizadas pela Federação Internacional de Diabetes revela que o número de pessoas com essa doença metabólica, no mundo, está em franca ascensão. Segundo os estudos em 1985 estimava-se que existissem 30 milhões de adultos com diabetes no mundo. Dez anos após o valor cresceu para 135 milhões em 1995, e em 2002 atingiu 173 milhões, estima-se que o número de pessoas com diabetes será de 300 milhões no ano 2030.
 
Já foi o tempo em que, abnegadamente, o médico experimentava a urina do seu paciente para lhe sentir o gosto adocicado, que sugeria o diagnóstico de Diabetes. “A expressão usada pela ciência para o Diabetes Mellitus significa literalmente, “adoçada com mel”, uma nítida alusão à quantidade de açúcar contida na urina”.
 
Tudo começa em decorrência de nossas opções alimentares. O diabete é uma enfermidade que afeta a capacidade do indivíduo de aproveitar os alimentos de modo eficaz. A insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, auxilia o organismo a converter alimento em energia. A doença advém, quando o pâncreas não consegue produzir esse hormônio ou, o corpo não consegue utilizar a insulina produzida de maneira apropriada.

A prática terapêutica ortomolecular tem como base, a prevenção e o tratamento das doenças, através do combate aos radicais livres, que geram o chamado fenômeno da glicação, uma reação química semelhante à “caramelização”, capaz de afetar o desempenho de nossas células ao comprometer suas proteínas, deixando-as menos flexíveis e elásticas. Esta é a principal causa de doenças cardiovasculares em pacientes diabéticos.
 
Fonte Corposaun

Desintoxicação alimentar: por que isso é tão importante para a saúde?


A rotina acelerada, horários apertados, a impossibilidade de se fazer as refeições em casa – comum nas grandes cidades, principalmente, as campanhas na mídia que nos convidam o tempo todo a provar uma guloseima. Tudo isso contribui para que frituras, alimentos ricos em cafeína, excesso de sal e de açúcar tomem conta do cardápio e comecem a causar uma certa agressão ao organismo.
 
Os métodos de desintoxicação interessam a todas as pessoas. As fontes de toxinas incluem aquelas produzidas pelo próprio corpo durante seu funcionamento normal. Por exemplo: as proteínas, que são utilizadas na construção e manutenção das células, devem ser quebradas para serem aproveitadas.

Nesse processo de quebra, o próprio organismo produz amônia, uma substância tóxica. Já as fontes de tóxicos externos incluem determinadas substâncias xenobióticas, que é denominada qualquer substância química ou molécula estranha no organismo, como aditivos alimentares, poluição, metais pesados, tais como: chumbo, mercúrio, cádmio, alumínio e diversos pesticidas organoclorados.

A sobrecarga desses tóxicos causam uma deficiência nutricional e hormonal, alteração nos neurotransmissores, estresse oxidativo, envelhecimento precoce, processo inflamatório, constipação intestinal, imunidade baixa, dificuldade para emagrecer devido à deficiência metabólica.
 
O resultado final desse estado crônico de intoxicação inclui vários sintomas, tais como: problemas digestivos, dores de cabeça, fadiga, unhas quebradiças, pele desnutrida, queda de cabelo, dores musculares, insônia, ansiedade, irritabilidade, menor capacidade de concentração, diminuição de memória, mau-hálito, anemia, hiperpigmentação na pele, câimbras, danos hepáticos, deficiência de minerais, cólica abdominal, entre outros.
 
Então, de tempos em tempos, é preciso que se faça uma limpeza. O processo de desintoxicação envolve a retirada de alimentos industrializados do cardápio, além de alimentos refinados, ricos em sal, cafeína, açúcares e aqueles ricos em aditivos alimentares e gorduras prejudiciais à saúde.
 
O objetivo é eliminar do cardápio, por alguns dias, tudo o que prejudica o organismo, causando inchaço, elevando as taxas de colesterol e triglicérides e propiciando o aumento de gordura corporal.
 
Isso é importante porque o corpo necessita passar por um processo de reeducação alimentar e de desintoxicação. Precisamos então, “zerar“ a memória celular e reprogramar o metabolismo para que atue a favor daquela nova programação.
 
Fonte Corposaun

Produto orgânico ajuda quem sofre com intolerância alimentar

produtos organicos1 28811214142687 Produto orgânico ajuda quem sofre com intolerância alimentar
O tratamento da maioria das intolerâncias alimentares é feito com a
exclusão dos alimentos causadores ou pela redução de seu consumo na dieta
Para quem tem rejeição à lactose ou ao glúten, a dieta alimentar é muito importante e determina a qualidade de vida do portador. Desenvolveram polpas e sorbets, livres de produtos químicos, sem leite e substâncias nocivas ao organismo.
 
Um dos grandes prazeres da vida é o de comer e ingerir o que se tem vontade. Mas, para algumas pessoas, há alimentos que não caem bem.

Quem não conhece alguém que sente um desconforto ou apresenta um problema digestivo depois de ingerir leite ou seus derivados ou saborear algo com trigo, centeio ou cevada?

No primeiro exemplo, a pessoa sofre de intolerância à lactose, como cerca de 40% dos brasileiros. No segundo caso, o quadro é de doença celíaca, ou seja, intolerância ao glúten, que atinge aproximadamente um milhão de cidadãos no País.

Além de afetar um grande número de pessoas, a intolerância alimentar também não faz distinção entre elas: aparece em crianças e adultos. Nem sempre é fácil de ser identificada e interfere na qualidade de vida, por isso deve ser controlada.
 
Para o diagnóstico de alergia ou intolerância alimentar deve ser feito o levantamento do histórico familiar, descrição dos sintomas, tempo decorrido a partir da ingestão do alimento, lista dos alimentos suspeitos e a quantidade dos mesmos para o aparecimento dos sintomas, exame físico, diário alimentar e de sintomas e testes bioquímicos e imunológicos.
 
Depois da intolerância alimentar ser diagnosticada, é preciso evitar produtos que provoquem reações orgânicas pela falta de alguma enzima específica necessária para o metabolismo de carboidratos. Não basta fechar a boca, mas sim monitorar o que entra por ela.
 
O tratamento da maioria das intolerâncias alimentares é feito com a exclusão dos alimentos causadores ou pela redução de seu consumo na dieta. Fazer substituição de alimentos por outros com os mesmos nutrientes e ler rótulos com cuidado para identificar seus ingredientes são recomendações relevantes.
 
Para quem sofre de intolerância à lactose ou ao glúten, alergia a corantes, dentre outros problemas. Atualmente, oferecem-se polpas de frutas e sorbets (sorvete sem leite), sem ingredientes químicos, nem transgênicos ou substâncias nocivas ao organismo.
 
Fonte Corposaun

Dieta vegetariana faz enxergar melhor

Dieta+vegetariana Dieta vegetariana faz enxergar melhorAs dietas que restringem o consumo de carne vermelha fazem bem ao coração, principalmente depois dos 40 anos. Estudo realizado na Universidade de Oxford (Reino Unido) revela que, entre os vegetarianos, há uma redução de 32% no risco de morte por doenças cardíacas – principalmente pelos benefícios sobre o colesterol e a pressão sanguínea. A boa notícia é que esse tipo de dieta também é excelente para os olhos, reduzindo o risco de catarata em 40%. 

Na opinião do oftalmologista Renato Neves, o modelo ideal de refeição saudável deve incluir grandes quantidades de frutas, legumes e verduras frescas – que podem ser consumidas ao longo do dia.

A ideia é aumentar a ingestão de vitaminas, minerais, proteínas saudáveis, ômega-3 e luteína, já que os alimentos antioxidantes oferecem grandes benefícios à saúde ocular, retardando doenças como catarata, degeneração macular, olho seco e tantas outras.
 
“Frutas de várias cores e verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que protegem os olhos, reduzindo os danos provocados pelos radicais livres. Ovos, milho verde, mamão, laranja e kiwi também contêm luteína, substância fundamental no combate à degeneração macular relacionada à idade. A esses alimentos, acrescentamos cenoura e abóbora, que também são ricas em vitamina A e contêm muita vitamina C”, diz o especialista.
 
Para evitar a síndrome do olho seco, Neves também recomenda incluir na dieta fontes de ômega-3: peixes, castanhas, óleo de linhaça e canola.

O médico ainda faz um alerta: “Não adianta comer mais frutas e verduras sem reduzir drasticamente a ingestão de sal. O sódio pode colocar tudo a perder quando ingerido em altas quantidades, levando ao desenvolvimento de catarata. Por isso é tão importante ficar de olho nas embalagens e preferir comprar alimentos prontos com baixa quantidade de sódio”.
 
De acordo com o especialista, uma refeição completa e boa para a saúde ocular deve trazer uma salada acompanhada de um salmão ou atum grelhado.

Renato Neves dá ainda uma receita de salada para enxergar bem: 1 maço de espinafre cortado; 6 folhas frescas de alface romana; 2 cenouras raladas; 1 berinjela pequena levemente cozida e cortada em cubos; 1 maço de brócolis; cubinhos de pimentões amarelo, vermelho e verde, sem pele; 6 couves de Bruxelas; sementes de linhaça dourada; castanhas do Pará trituradas.

Fonte Corposaun

O que esperar da cirurgia de catarata?

em cima: aspiração ultra-sónica do núcleo do cristalino (facoemulsificação)
  • em baixo, da esquerda para a direita:
    • abertura da cápsula do cristalino (capsulorexe)
    • aspiração ultra-sónica do núcleo do cristalino (facoemulsificação)
    • inserção da lente artificial

  • A catarata é a opacificação do cristalino, a lente natural do olho, que gradualmente perde a sua transparência normal com a idade. No início, o sintoma mais comum é reação à luz, causando um grande incômodo na visão quando a pessoa é exposta ao sol ou à luz dos faróis dos veículos à noite. Como o cristalino torna-se turvo, a visão fica desfocada. O olho pode eventualmente tornar-se completamente cego, a menos que a cirurgia de catarata seja realizada. 
     
    Para esclarecer como a cirurgia de catarata é feita atualmente, o oftalmologista Virgílio Centurion (CRM-SP 13.454), diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares, membro da ALACCSA, (Associação Latino-Americana de Cirurgiões de Córnea, Catarata e Cirurgias Refrativas), lista dúvidas muito comuns sobre o procedimento.
     
    01) A cirurgia de catarata mudou muito ao longo do tempo?
    Oftalmologista - Tremendamente. Nos primórdios da cirurgia de catarata, a única coisa que o cirurgião podia fazer pelo paciente era remover o cristalino opaco. E a ausência da lente era suprida pelos famosos óculos “fundo de garrafa”, com lentes muito grossas. A mudança mais importante neste sentido foi o desenvolvimento e a melhoria das lentes de reposição artificial do cristalino.
     
    As novas lentes intraoculares (LIO) são inseridas dentro do olho para substituir o cristalino opaco que foi removido. Além das novas lentes, as técnicas cirúrgicas que usamos, hoje, para remover a catarata também evoluíram muito. Agora, realizamos a facoemulsificação, que é na verdade uma microcirurgia, onde o cirurgião utiliza um microscópio e opera através de uma pequena incisão, que normalmente é tão pequena que não requer sutura e não há sangramento.
     
    02) O que mudou em relação às lentes intraoculares?
    Oftalmologista - As lentes intraoculares que usamos hoje são flexíveis, para que possamos dobrá-las e inseri-las através da pequena incisão cirúrgica. Assim como as lentes de contato, as lentes intraoculares apresentam-se sob as mais diversas formas.
     
    Cabe ao cirurgião indicar a melhor lente a ser implantada para cada indivíduo, de modo que o paciente não necessite mais usar óculos após a cirurgia. Ao contrário das lentes de contato, as lentes intraoculares não podem ser retiradas pelo paciente. Elas são permanentes e não precisam ser limpas ou substituídas. São biologicamente inertes, ou seja, não provocam reação de corpo estranho dentro do olho.
     
    03) A cirurgia de catarata é dolorosa?
    Oftalmologista - Não. A maioria das cirurgias de catarata é feita usando colírios anestésicos para anestesiar o olho, ao invés de uma injeção de anestésico. Como a maioria das pessoas não gosta da ideia de alguém mexendo nos seus olhos, os pacientes se sentem mais relaxados durante o procedimento graças a um sedativo. Assim, os pacientes não vêem a cirurgia enquanto ela é realizada, o que se percebe, às vezes, são apenas luzes e cores do centro cirúrgico. Nós usamos um dispositivo de mola para segurar delicadamente as pálpebras abertas, assim o paciente não precisa se preocupar em não piscar.
     
    04) Quanto tempo geralmente demora a cirurgia de catarata?
    Oftalmologista – Algo em torno de 30 minutos, do início ao fim, para a maioria dos pacientes.

    05) E como é o pós-operatório?
    Oftalmologista – A maioria dos pacientes pode ver bem o suficiente para caminhar e cuidar de si quase que imediatamente após a operação. Os pacientes geralmente usam colírios – antibióticos para prevenir infecção e anti-inflamatórios para acelerar a recuperação – por várias semanas após o procedimento. Inicialmente, a visão é borrada, mas geralmente melhora muito até o final da primeira semana. Como não operamos ambos os olhos ao mesmo tempo, quase todo mundo pode ver bem o suficiente para cuidar de si mesmo e para retomar a maioria de suas atividades normais, no pós-operatório. As restrições do passado, não são mais aplicáveis à moderna cirurgia de catarata, que conta com uma incisão muito pequena. As pessoas podem até voltar a trabalhar quase que imediatamente.
     
    06) Como a catarata se forma gradualmente, como decidir quando ela deve ser removida?
    Oftalmologista – Não há nenhuma maneira de prevenir ou reverter a catarata com medicamentos, e à medida que a doença progride, o único tratamento é a remoção cirúrgica. Se a taxa de perda de visão for acelerada ou se a catarata começa a prejudicar a execução de atividades importantes, como dirigir ou ler letras pequenas, a maioria dos pacientes concordará com o cirurgião que o problema precisa ser corrigido imediatamente.
     
    07) As novas lentes intraoculares, além de corrigirem a catarata, podem corrigir também problemas de visão, como os vícios de refração. Isso significa que elas podem acabar definitivamente com a necessidade do uso de óculos ou lentes de contato após a cirurgia?
    Oftalmologista – Sim. Para muitas pessoas, após a cirurgia de catarata, a lente intraocular irá proporcionar uma boa visão de longe sem óculos. Este é um bônus para pacientes com catarata que anteriormente usavam óculos de grau para assistir TV ou para ver o outro lado da sala. Se o paciente quiser também corrigir a visão de perto, para ler sem óculos, por exemplo, a cirurgia de catarata também pode ser útil, o que muda, neste caso, é o tipo de lente intraocular que será implantado, uma lente multifocal. Estas lentes têm o funcionamento totalmente diferente dos óculos bifocais, proporcionando ao cérebro a capacidade de encontrar automaticamente o foco correto. O importante é saber o desejo do paciente e realizar um exame minucioso para saber qual a melhor indicação de lente intraocular para cada caso.
     
    08) Há ocasiões em que a cirurgia de catarata não pode ser realizada?
    Oftalmologista – Se o paciente tem outras doenças oculares, como degeneração macular ou glaucoma, a decisão de fazer ou não a cirurgia de catarata pode ser um pouco mais complicada. Mesmo assim, o paciente pode se submeter à cirurgia, sabendo que a cirurgia de catarata não vai resolver os outros problemas. Alguns problemas de retina podem impedir o paciente de obter os benefícios do implante de uma lente multifocal. Mas ainda assim, a substituição do cristalino turvo por uma lente intraocular convencional irá pelo menos melhorar o grau de visão deste paciente.
     
    09) A catarata pode ser evitada?
    Oftalmologista – Não, só se pudéssemos atrasar o início do envelhecimento, o que não é possível. O envelhecimento é a principal causa do aparecimento da catarata. Existem muitos estudos que visam determinar se os antioxidantes podem retardar a progressão das doenças oculares, incluindo a catarata, mas até agora não temos nada conclusivo neste sentido. O que pode ser prevenido é a perda de visão grave provocada pela catarata em um número significativo de pessoas em todo o mundo. A incidência de catarata também é maior em fumantes, assim, parar de fumar é uma boa medida preventiva.
     
    10) Por que a catarata permanece como a principal causa de cegueira em todo o mundo?
    Oftalmologista – Porque a cirurgia de catarata ainda não está amplamente disponível na maioria dos países em desenvolvimento. E a cada ano, mais de um milhão de pessoas ficam cegas devido à catarata porque elas não têm acesso à cirurgia restauradora da visão. Muitos oftalmologistas e ONGs em todo o mundo estão trabalhando no sentido de disponibilizar a cirurgia de catarata mais amplamente por meio de diversos projetos sociais.

    Fonte Corposaun

    Novo tipo de bomba de insulina reduz eventos de hipoglicemia em diabéticos

    No Brasil, o uso das bombas de insulina é restrito
     devido ao alto custo
    Um novo estudo mostrou que um dispositivo de liberação de insulina para diabéticos que interrompe a liberação do hormônio quando o nível de açúcar no sangue está baixo evitou episódios de hipoglicemia, um dos maiores problemas do tratamento do diabetes.
     
    Segundo o fabricante, trata-se de um novo passo rumo a um "pâncreas artificial", mas os médicos presentes na reunião da ADA (Associação Americana do Diabetes) lembram que se trata de uma variação das chamadas bombas de insulina já existentes.
     
    Nesses dispositivos, um aparelho do tamanho de um celular é ligado ao corpo por um cateter com uma agulha na extremidade, inserida na região subcutânea do abdômen, braço ou da coxa.
     
    A diferença entre os dispositivos convencionais e o novo é que ele interrompe o fornecimento de insulina por duas horas se o nível de glicemia ficar abaixo de 70 mg/dl. A hipoglicemia por causar desde fraqueza até problemas cardíacos.
     
    No trabalho, publicado no "New England Jornal of Medicine", 247 pacientes com diabetes tipo 1 foram divididos em dois grupos: um usou a bomba "inteligente"; o outro, as convencionais.
     
    O grupo com o aparelho que interrompia a insulina teve 32% menos eventos de hipoglicemia noturna.
     
    O resultado deve abrir caminho para a comercialização do produto nos EUA. Ele já é comercializado na Europa.
     
    No Brasil, o uso das bombas de insulina é restrito devido ao alto custo. O aparelho custa em média R$ 15 mil, e a manutenção consome cera de R$ 1.500 por mês.
     
    Além da Medtronic, outras empresas estão desenvolvendo dispositivos inteligentes.
     
    Fonte Folhaonline

    São Paulo tem 20 casos de pancreatite aguda para cada 100 mil habitantes

    A cada 100 mil habitantes, 20 desenvolvem a pancreatite
    aguda por ano no estado de São Paulo
    São Paulo – O Pronto-Socorro da Santa Casa de São Paulo atende dois novos pacientes com pancreatite aguda por semana. Cerca de 20% dos casos são considerados graves, sendo que metade resulta em morte.
     
    De acordo com o professor da Faculdade de Ciências Médicas do hospital, Tércio de Campos, a cada 100 mil habitantes, 20 desenvolvem a pancreatite aguda por ano no estado de São Paulo.
     
    O médico foi um dos palestrantes da 3ª Jornada do Departamento de Cirurgia da Santa Casa de São Paulo, que ocorreu nesta semana. O encontro reuniu médicos brasileiros e estrangeiros para discutir, durante quatro dias, vários temas da área.

    A pancreatite aguda é uma inflamação no pâncreas e pode afetar outros órgãos, como rins, pulmões, e fígado. O pâncreas produz insulina e enzimas que ajudam na digestão dos alimentos. A doença é causada pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas ou pela presença de pedras na vesícula.
     
    “Isso provoca a inflamação do pâncreas e faz com que a pessoa tenha dores fortes que irradiam para as costas, além de vômitos. Se [o paciente] não procurar o médico rapidamente, pode agravar e comprometer outros órgãos”.
     

    “Quem tem cálculos neste órgão [vesícula] deve procurar o médico para tirar as pedras ou mesmo verificar se há necessidade da retirada da vesícula”, acrescentou.
     
    A preocupação é que não existe tratamento e remédio específicos para a pancreatite aguda. Na maioria dos casos, o procedimento é internar o paciente, deixá-lo em jejum e hidratar com soro e analgésicos na veia. “Em casos mais graves, [o paciente] pode precisar ir para a UTI [unidade de terapia intensiva], tomar antibióticos, [fazer] cirurgia e retirar um pedaço do pâncreas”, explicou o médico.

    Fonte Agência Brasil

    Como o choque térmico faz mal à saúde

    Temperaturas baixas: frio prejudica as defesas do corpo
     e favorece problemas cardíacos
    Mudança brusca de temperatura facilita infecções respiratórias e doenças cardíacas
     
    A mudança brusca de temperatura, uma das características do aquecimento global, preocupa especialistas da medicina por trazer uma série de complicações à saúde.
     
    Segundo os médicos de diversas especialidades, as infecções respiratórias são facilitadas nessas condições e todo o sistema cardiovascular é comprometido, ampliando o risco de infartos  e acidente vascular cerebral (AVC) .
     
    Entre hoje e amanhã (6 e 7), quem vive no sul do País estará exposto a todas estas consequências. Em São Paulo, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de que a temperatura caia 10 graus. Até sexta-feira (8), é provável que os termômetros registrem outros 5 graus a menos, uma amplitude térmica de 15 graus acumulada em 48 horas.
     
    No corpo
    Quando os termômetros apresentam variação tão repentina na temperatura, uma das primeiras sequelas no organismo se dá no nariz, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Roberto Sturbulov.
     
    “Os cílios nasais – pequenos fios responsáveis por fazer o filtro das substâncias tóxicas que entram nos corpo – ficam com dificuldade de movimentação”, explica o médico.
     
    A imobilidade na parte corpórea que realiza a “faxina” de vírus e bactérias antes da passagem dos mesmos por garganta, faringe, laringe e pulmões , acarreta o acúmulo de germes nessas regiões, transformando-se em uma esponja de doenças respiratórias de todo tipo, como gripes , pneumonias , sinusites , asma e alergia .
                
    Em grupos da população mais vulneráveis a estas contaminações – idosos e crianças menores de 5 anos têm o sistema imunológico mais deficiente – esta maior probabilidade de adoecimento respiratório traz também mais problemas cardíacos.
     
    Para tentar vencer a contaminação, o corpo reage produzindo substâncias de defesa, que são inflamatórias e prejudicam o movimento do coração . O resultado é uma chance maior de infarto, paradas cardíacas e AVC, principalmente para quem já convive com os conhecidos vilões da saúde: diabetes, hipertensão , obesidade e colesterol alto .
     
    Na ponta do lápis            
    Os técnicos do Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo (USP) estudaram os efeitos da amplitude térmica e constataram que ela é o gatilho para o registro de sete mortes a mais de idosos por dia.
     
    Em análise feita no Sistema de Informação sobre a Mortalidade do município paulistano, os pesquisadores constataram que nos dias em que a temperatura cai bruscamente e fica abaixo dos 10 graus, 92 pessoas com mais de 65 anos morrem, sendo que a média geral é de 75 óbitos.
     
    Uma das explicações dos autores do estudo, apresentado em 2009, na época da publicação, é que o corpo humano não está adaptado para a amplitude térmica, e funciona melhor em temperaturas que não fogem da zona de conforto (entre 21ºC e 25ºC).
     
    Além disso, a ação das bactérias e vírus afeta toda a circulação sanguínea, deixando o sangue mais espesso o que acelera complicações cardiovasculares.
     
    Também com fórmulas matemáticas, a meteorologista especializada em saúde pública, Micheline Coelho, encontrou outro impacto direto da virada do tempo: em dias em que a amplitude térmica é de 15 graus em 24 horas, as internações hospitalares por asma aumentam 95%.              
     
    Mais danos
    Apesar de serem as áreas do corpo mais afetadas, o sistema respiratório e cardíaco não são os únicos comprometidos pelas mudanças na temperatura. As pesquisas já identificaram que o acúmulo de poluição – o principal responsável pelo aquecimento global – também acarreta mais apendicite , compromete a fertilidade e afeta o sistema psíquico, aumentando os casos de depressão .
     
    Fonte iG

    Pés exigem cuidados no inverno

    Imagem da internet
    Os pés podem ficar "escondidos" em sapatos fechados.
    Ainda assim, é preciso cuidado com eles
    Sapatos fechados podem facilitar problemas nas unhas e também o aparecimento de calos
     
    É tempo de deixar as sandálias, rasteiras e chinelos no armário e desfilar as botas, coturnos e sapatos fechados. As unhas vão ficar escondidas e os esmaltes coloridos nem sequer vão aparecer. Para muitas mulheres, esta é a senha para relaxar na hora de cuidar da saúde dos pés.
     
    É bom lembrar, no entanto, que dentro do mais fino scarpin também cabem micoses, frieiras, calos e “cantinhos” de unhas que machucam (e muito), desacostumados com o espaço tão restrito agora enfrentado após longa temporada de folga e conforto dos calçados abertos.

    “O brasileiro tem a cultura de só pensar nos pés por causa da estética, para exibi-los na praia e na piscina. Vem o inverno e junto com ele o desleixo”, diagnostica Orlando Madella Júnior, podólogo de São Paulo.
     
    Esquecer de cuidar dos pés no frio é agravado por outras características do inverno, afirma o coordenador do curso universitário de podologia da Universidade Anhembi Morumbi, Armando Bega. Primeiro porque após o banho quente muitas correm para colocar as meias e proteger os pés do frio antes de secar bem a região. O resultado são mais fungos, bactérias e frieiras. Além disso, lembra ele, o uso de calçados muito fechados faz com que os pés transpirem e o ambiente úmido é ideal para micoses.
     
    “Sem contar que nessa época do ano, as pessoas andam mais encurvadas e na defensiva por causa da temperatura mais fria. Se elas já tiverem algum problema postural, o calçado errado e um pé mal cuidado aumentam os episódios de dores lombares, dores no joelho e até dor de cabeça”, explica o professor.
     
    Por isso, mesmo escondidos, os pés merecem toda atenção no inverno. Os dois especialistas deram seis dicas essenciais para cuidar deles na temporada de baixas temperaturas.
     
    Acerte o pé
    - Na hora do banho não esqueça de esfregar os pés (em especial os cantos das unhas) com uma escovinha macia e secá-los bem antes de colocar a meia
     
    - Dê preferência por meias de algodão. Elas são ideais para permitir que o pé respire. Se não for possível usá-las (qual mulher vai usar sapato de salto com meia de algodão?), higienize bem os pés após descalçá-los
     
    - Nem tanto ao céu nem tanto à terra. Salto muito alto e tão nocivo quanto salto nenhum. Prefira o conforto e quando exagerar (numa festa, por exemplo), dê descanso aos pés nos dias seguintes
     
    - Mesmo no inverno, procure o podologista ao menos uma vez a cada dois meses. Em casa, não cutuque as unhas e não corte os cantos delas (prefira o corte quadrado)
     
    - Se usar esmalte, dê um descanso para as unhas de pelo menos dois dias na semana
     
    - Hidrate os pés com um creme específico para a região. Nas unhas, passe um óleo de cravo a cada três dias para protegê-las

    Fonte iG

    Emagreça a sopa

    Sopa pode ser uma ótima aliada na perda de peso,
    desde que feita com os ingredientes certos.
    Aprenda a escolher bem os ingredientes que vai adicionar ao preparo para que ela permaneça saudável e pouco calórica
     
    Com o friozinho chegando, uma das coisas mais confortáveis é saborear uma sopa bem quentinha. Mas é preciso ter cuidado para que o caldo tão apreciado não se torne uma bomba calórica e sem muito valor nutricional.
               
    Uma alimentação balanceada é um ponto muito importante para manter a boa saúde. Variar nos legumes e verduras que compõem o preparo deixa o prato muito mais rico.
     
    A nutricionista Roseli Rossi, especialista em nutrição clínica funcional, da clínica Equilíbrio Nutricional , explica que um dos principais erros na preparação de sopas é a adição de carnes gordurosas e embutidos, como linguiças ou paio. Exagerar na quantidade de alimentos fontes de carboidratos, segundo Roseli, não é bom.
     
    "O maior erro é colocar tudo que se tem na geladeira em uma sopa, sem a preocupação de elaborar um prato equilibrado nutricionalmente."
     
    A nutricionista clínica  Alessandra Coelho  alterta que a adição de queijos e leites (integral, creme de leite e leite de coco) deixam o caldo mais calórico. Usar caldos industrializados também não é recomendado, pois eles são ricos em gordura e sódio.
     
    "Além disto, vale ressaltar que a sopa com pão não é uma combinação muito interessante", diz.
     
    Veja abaixo as dicas das nutricionistas de ingredientes magros para uma boa sopa:
     
    Substitua as carnes gordas, como picanha, cupim e carnes fritas, por carnes magras, como o peito de frango ... ou carne bovina magra, como patinho ou músculo.
     
    Ovos são uma boa fonte de proteína magra.
     
    Para que a sopa fique mais nutritiva, mas sem extrapolar nas calorias, aposte nas leguminosas, como feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilha....
     
    A soja também é uma leguminosa ótima para adicionar nas sopas.
     
    Como fonte de carboidratos, necessários no dia a dia, escolha o arroz integral, que traz mais saciedade.
     
    Outra opção é a batata.
     
    A abóbora é uma alternativa ao arroz ou à batata ... assim como a cará.
     
    A beterraba é carboidrato, e pode ser adicionada à sopa sem somar muitas calorias.
     
    Folhas: a escarola é ótima para ser adicionada à sopa.
     
    A couve não tem restrições calóricas para ser adicionada à sopa, cortada bem fininha... assim como a acelga... o espinafre e as demais folhas.
     
    Para deixar a sopa cremosa, evite o creme de leite. Você pode substituí-lo por queijo cottage, por requeijão light, por tofu, ou por ricota, sem perder a cremosidade
     
    Fonte iG