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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Heinz faz recall molho de tomate por fragmentos de pelo de roedor

Convocação abrange 22 mil produtos produzidos em janeiro e com vencimento em 25 de julho de 2017

Heinz faz recall molho de tomate por fragmentos de pelo de roedor (Foto: Reprodução)

A empresa de alimentos Heinz Brasil anunciou um recall de mais de 22 mil unidades de molho de tomate devido a "identificação de não conformidade" com as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (24), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Heinz informou ter sido constatada a "existência de fragmentos de pelo de roedor acima do limite máximo de tolerância".

A convocação envolve 22.008 unidades do "Molho de tomate com pedaços" na embalagem sachê com conteúdo líquido de 340g, produzidos em 25 de janeiro de 2016, com vencimento em 25 de julho de 2017. Os produtos foram colocados no mercado de consumo com numeração de lote L25 20:54 M3-1.

"O Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina - LACEN/SC informou que a perícia, realizada nos produtos "apresentou resultado insatisfatório ao detectar matéria estranha indicativa de risco à saúde humana (pelo de roedor) acima do limite máximo de tolerância estabelecido", informou a Senacom, em comunicado, acrescentando que a campanha de recall foi apresentada em 12 de maior de 2017.

No aviso de recall estampado em sua página, a Heinz Brasil "reafirma seu foco total na rigidez do controle de qualidade em toda a sua cadeia produtiva".

A empresa pede que os consumidores que tiverem produtos deste lote entrem em contato pelo telefone 0800 773 7737 ou pelo site www.heinzbrasil.com.br para "substituição das unidades sem custos".

Em nota enviada por sua assessoria de imprensa após a publicação desta reportagem, a Heinz Brasil informou que "se trata do mesmo caso já amplamente divulgado no início do mês, quando a companhia anunciou voluntariamente o recolhimento do lote" e reiterou "seu rigor com o mais alto padrão de qualidade em todo o seu processo produtivo".

Os limites para a presença de "matérias estranhas macroscópicas e microscópicas em alimentos e bebidas", incluindo limites de tolerância para roedores e insetos, são definidos por resolução da Anvisa de 28 de março de 2014. Para fragmentos de pelos de roedor, o limite de tolerância estabelecido é de 1 em 100 g para produtos de tomate.

No ano passado, a Anvisa interditou um lote de extrato de tomate da Heinz após encontrar pelo de roedor em amostras do produto. Na ocasião, a empresa informou que todos os produtos foram recolhidos, "não havendo qualquer contraindicação ao consumo dos lotes presentes nos mercados".

G1

Condicionador da marca Cocoricó é proibido pela Anvisa

O condicionador Cabelos Normais da marca Cocoricó não possui registro ou notificação da Anvisa 

O condicionador Cabelos Normais, da marca Cocoricó foi suspenso pela Anvisa.

De acordo com o Laudo de Análise Fiscal da Fundação Ezequiel Dias (FUNED/MG), o condicionador trazia em seu rótulo o número de processo de autorização de outro produto.

O problema foi identificado no rótulo do lote 92307, mas na prática o produto é considerado clandestino.

Com isso, fica proibida a distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto, em território nacional.

A empresa deverá recolher o condicionador Cabelos Normais, da marca Cocoricó do mercado.

ANVISA

Inscrições abertas para o curso Regulação das Urgências

Profissionais de saúde interessados em ampliar os seus conhecimentos sobre processos regulatórios dos serviços de saúde já podem se inscrever no mais novo curso Regulação das Urgências desenvolvido pela Universidade Federal de Pernambuco, integrante da Rede UNA-SUS (UNA-SUS/UFPE), em parceria com a Coordenação Geral de Regulação e Avaliação do Ministério da Saúde. As inscrições podem ser realizadas até 21 de julho, pelo site

Voltado para os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente àqueles que exercem atividades operacionais de regulação nas unidades de regulação das gestões municipais e estaduais, o curso, que integra o Programa de Qualificação para Profissionais de Regulação do Sistema Único de Saúde, tem carga horária de 45h.

A versão com certificação da capacitação é direcionada aos trabalhadores previamente indicados por gestores estaduais, mas os demais interessados podem se matricular e acessar os conteúdos como visitantes pelo site do programa.

Segundo o médico Paulo Abrahão, que colaborou na construção dos conteúdos do curso, a relevância desse Programa de Qualificação está na possibilidade de muitos profissionais terem o conhecimento técnico do processo regulatório e de sua importância no acesso equânime e humanizado aos serviços de saúde de nosso país.

Abrahão explica que o curso tem como objetivo mostrar que o processo de trabalho da regulação desponta com enorme potencial de organização dos fluxos de atenção às urgências e, mais do que isso, como poderosa ferramenta de inclusão, de defesa dos direitos dos pacientes e garantia de acesso equânime aos acometidos por agravos agudos, de qualquer natureza.

“O curso destaca a necessidade de se ter profissionais qualificados para a determinação e orientação do atendimento, com o encaminhamento adequado dos casos agudos e agudizados para os serviços disponíveis na região, ponderando questões como gravidade, valência social, disponibilidade, complexidade e localização dos recursos. Sendo assim, sensibiliza os profissionais para o conceito imperativo das necessidades humanas como agudização de processos, e não somente com o conceito de urgência e emergência”, enfatiza o médico.

Para tanto, o curso orienta a aplicação de conceitos e ferramentas apresentados na Política Nacional de Atenção às Urgências; capacita os trabalhadores de saúde na utilização de dispositivos da Rede de Atenção à Saúde no processo de trabalho da regulação das urgências e também no gerenciamento das centrais de regulação das urgências em conformidade com a Política Nacional de Humanização.

Na visão de Paulo Abrahão, esses conteúdos são importantes para os profissionais de saúde porque “regular é ter um olhar ininterrupto das necessidades e das potencialidades imediatas e futuras, em um determinado território e para uma determinada população. Nas urgências, além disso, ainda tem a importância de acolher 100 % das demandas dos usuários e dar uma resposta sempre”.

De acordo com o consultor técnico do Ministério da Saúde e, também, conteudista do curso, Antonio Onimaro, os conteúdos trazem um conhecimento aprofundado da regulação no âmbito do SUS, contemplando todos os profissionais que fazem parte das centrais de regulação, que trabalham com internações, vagas, alta complexidades, centrais de acesso de maneira geral.

“O Brasil é muito grande, as pessoas vivem realidades muito diferentes e há que se considerar isso. A decisão do médico tem que ser bem tomada. Ele decide a vida do paciente e em uma regulação, ele pode minimizar os erros de tomada de decisão inadequada para o bem da população, melhorar o fluxo dos pacientes dentro do SUS”, reflete.

Para atender aos diferentes estilos de aprendizado dos trabalhadores-estudantes, os conteúdos são apresentados em formatos variados: vídeos, textos, hiperlinks, materiais para aprofundamentos dos estudos, infográficos e ilustrações. Além disso, para estimular a colaboração entre os participantes, no fórum de discussões são disponibilizadas uma série de questões para debate acerca dos temas tratados no curso e que têm relação direta com o dia a dia de quem atua na regulação das urgências.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS)

Hospital São Lucas cria um novo serviço especializado em atendimento às vítimas de traumas

Equipe multidisciplinar com mais de 15 especialidades para atendimento de traumas penetrantes, contusos, queimaduras e afogamentos; atendimento integral e ágil com equipamentos de diagnóstico por imagem de ponta; cirurgias de emergência 24 horas; suporte de monitoramento intensivo e profissionais atualizados nas mais recentes técnicas e protocolos do país e do exterior são alguns dos diferenciais do primeiro centro privado de trauma da zona sul do Rio de Janeiro, criado pelo Hospital São Lucas, em Copacabana

O cirurgião Paulo Silveira, coordenador do serviço, destaca: “Num centro de trauma, conseguimos ter uma visão global do paciente, ou seja, atendê-lo em sua totalidade, pois além de cirurgiões gerais, contamos com ortopedistas, cirurgiões torácicos, vasculares, plásticos, neurocirurgiões e toda a estrutura de um hospital de grande porte para atendimento de forma integral às vitimas de politraumas”, enfatiza.

Com capacidade de acolher o paciente durante toda a cadeia de atendimento ao trauma – emergência; diagnóstico; cirurgias e internações -, o hospital implantou protocolos internacionais de qualidade para atuar desde o atendimento, com acompanhamento multidisciplinar em todas as etapas até a alta hospitalar.

O Centro de Trauma já está em funcionamento 24 horas por dia e habilitado a receber as vítimas de politraumatismo que procuram diretamente o hospital ou as transferidas de outras unidades de saúde.

A médica Teresa Navarro Vannucci, chefe da Emergência do São Lucas, destaca que o novo Centro de Trauma está inserido na maior emergência da região: “Nosso pronto-socorro tem infraestrutura moderna e um fluxo de atendimento pensado para dar mais agilidade a procedimentos médicos. Nosso espaço conta com oito consultórios médicos, 14 boxes de repouso, salas cirúrgicas emergenciais com equipamentos de alta tecnologia e integração com o serviço de diagnóstico por imagem e a UTI do hospital”, explica a médica.

“O trauma é considerado uma doença que afeta todos os sistemas do corpo e uma epidemia mundial, no nosso país é a terceira causa de morte em geral e na faixa etária mais jovem, abaixo de 40 anos, ocupa, destacadamente, o primeiro lugar” relata o cirurgião Paulo Silveira.

Foto: Divulgação

Rachel Lopes
Assessoria de Imprensa
rachel@saudeempauta.com.br

Saúde de ex-fumante melhora em apenas 20 minutos após abandono do vício

O Dia Mundial sem Tabaco reforça os benefícios do abandono do tabagismo

Foto: Reprodução

Foi-se o tempo em que o hábito de fumar era visto como algo sofisticado e até mesmo uma forma de contestação social. Recentemente, pesquisas do Ministério da Saúde indicaram que o número de fumantes no Brasil caiu em 33,8% nos últimos 10 anos, por causa, principalmente, da maior conscientização da população em relação aos cuidados relacionados à saúde do corpo e da mente. Mais e mais pessoas estão deixando o cigarro de lado, o que traz muitos benefícios para o organismo em geral, aumentando até mesmo a qualidade e a expectativa de vida em relação ao que é esperado de uma pessoa que se mantém no tabagismo. E no Dia Mundial sem Tabaco, comemorado em 31 de maio, a endocrinologista Rosita Fontes, integrante do corpo clínico do laboratório Bronstein, relembra os efeitos positivos que acontecem no corpo de um ex-fumante com o abandono do vício.

As notícias já começam muito otimistas: depois de apenas 20 minutos que uma pessoa para de fumar, seu corpo já inicia a recuperação dos malefícios das substâncias nocivas à saúde, já que a pressão sanguínea e a frequência cardíaca voltam aos níveis normais e estabilizam o ritmo do organismo. Em duas horas, não há mais resquícios da nicotina no sangue e, depois de oito horas sem fumar, o nível de oxigênio na circulação já está normal. Parece promissor, não? Ao longo dos dias e das semanas seguintes, os aromas e sabores estão mais nítidos para o ex-fumante e a respiração melhora ainda mais.

Segundo a Dra. Rosita, os grandes benefícios vêm depois dos quatro meses de abstinência do fumo: a fadiga, a falta de ar e a tosse, comuns entre os fumantes, ficam mais leves e controláveis, melhorando o bem-estar pessoal. Ao completar um ano sem fumar, o risco de morte por doença cardiovascular cai pela metade, assim como acontece com o risco de morte por câncer de pulmão – que também diminui bastante depois dos cinco anos sem a nicotina.

Parar de fumar pode não ser uma tarefa fácil, mas seus benefícios a curto e longo prazos para o organismo valem o esforço. Segundo a Dra. Rosita, alguns hábitos que ajudam na transição para se livrar do vicio são beber bastante água para distrair o cérebro, mudar a rotina diária que incluía os momentos dedicados ao fumo e começar – ou intensificar – uma atividade física para que o corpo produza endorfina, gerando a mesma sensação de prazer e bem-estar vinda da nicotina.

Paula Borges
Assessoria de Imprensa
paula@saudeempauta.com.br