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sábado, 20 de abril de 2013

Risco de câncer retal aumenta entre pessoas com menos de 40 anos

As taxas de câncer retal podem estar aumentando em pessoas com menos de 40 anos, segundo um novo estudo. Os investigadores encontraram uma taxa constante de diagnósticos crescente entre os jovens que começou em 1984 – uma observação que eles ainda não sabem explicar.
 
Segundo os pesquisadores, embora a taxa esteja aumentando, ainda é um fenômeno relativamente raro. O risco total de câncer retal ainda é muito baixo na população menor de 40 anos.
 
O estudo abrangeu cerca de um quarto da população dos EUA. Os pesquisadores procuraram pessoas com menos de 40 anos diagnosticadas com câncer de cólon e reto entre 1973 e 2005. Casos de câncer de cólon e reto são geralmente colocados juntos, pois parecem ter fatores de risco similares.
 
Durante o período de estudo, eles identificaram 5.125 pessoas menores de 40 anos com câncer de cólon (uma taxa de cerca de 1 em 90.000) e 1.922 com câncer retal (aproximadamente 1 em 240.000).
 
Porém, enquanto as taxas de câncer de cólon permaneceram iguais ao longo dos anos, as taxas de câncer retal avançaram. A partir de 1984, a taxa de jovens diagnosticados com câncer de reto aumentou quase 4% a cada ano até 2005. As taxas de aumento foram consistentes em todas as raças e foram encontradas tanto em homens quanto em mulheres.
 
Já que os riscos de câncer de cólon e de reto são praticamente os mesmos, os cientistas não encontraram nenhuma evidência em particular que pudesse explicar porque os casos do último aumentaram.
 
Esses fatores de risco comuns incluem ter um histórico familiar de câncer ou outras doenças hereditárias relacionadas ao câncer de cólon e reto, ou ter uma história pessoal de outros tipos de câncer, incluindo mama e ovário para as mulheres.
 
As pessoas diagnosticadas com cancro retal antes dos 40 anos muitas vezes ficam piores do que os idosos com a doença, em grande parte porque ela é descoberta muito tarde. A taxa de sobrevida global em cinco anos para o cancro retal nos Estados Unidos está entre 50 e 60%. Casos diagnosticados em fases iniciais têm melhores taxas de sobrevivência.
 
As recomendações atuais sugerem que exames retais comecem entre as idades de 45 e 50. No entanto, os médicos devem considerar fazer o teste em pacientes mais jovens caso eles exibam alguns dos sinais mais comuns de câncer retal, tais como sangramento retal. Normalmente, os médicos diagnosticam como hemorróidas, mas tendo em vista o aumento dos casos de câncer, é melhor fazer o teste para ter certeza.
 
Fonte Reuters

Remédios comuns para osteoporose podem dobrar risco de câncer de esôfago

Os bifosfonatos são uma classe de drogas prescritas para
ajudar a prevenir fraturas ósseas e compensar a fraqueza do
osso associada com menopausa e osteoporose
Segundo um estudo britânico, o uso de medicamentos a base de bifosfonatos, comuns para tratar osteoporose, por mais de cinco anos pode dobrar o risco de ter câncer de garganta ou de esôfago.
 
O estudo analisou dados de homens e mulheres com idade superior a 40 anos que tiveram ou câncer de esôfago, ou câncer de estômago, ou câncer de cólon e reto, diagnosticados entre 1995 e 2005.
 
Pessoas com 10 ou mais prescrições de bisfosfonatos, ou que tomaram esses remédios durante cerca de cinco anos, tinham quase o dobro de risco de câncer de esôfago.
 
Na Europa e na América do Norte, a incidência do câncer de esôfago entre a idade de 60 a 79 anos é normalmente de 1 por 1.000 habitantes ao longo de cinco anos, e este número aumenta para cerca de 2 por 1.000 considerando cinco anos de bifosfonatos orais.
 
Em pessoas que tinham uma ou mais prescrições anteriores para bifosfonatos orais, o risco de desenvolvimento de câncer de esôfago foi de 30% mais elevada do que naqueles que nunca tinham tomado a droga. Já com o câncer de estômago e intestino, os investigadores não encontraram nenhuma ligação.
 
Os bifosfonatos são uma classe de drogas prescritas para ajudar a prevenir fraturas ósseas e compensar a fraqueza do osso associada com menopausa e osteoporose. Alguns exemplos são Merck & Co’s Fosamax, Roche’s Boniva, Novartis’s Reclast e Warner Chilcott’s Actonel.
 
Como esses remédios são bastante prescritos, especialmente para pessoas mais velhas, os especialistas acreditam que ainda não devem discutir sua retirada do mercado, apesar dos resultados preocupantes.
 
Os motivos para tal é que essa é a primeira pesquisa no assunto, o que, para os cientistas, significa que mais estudos são necessários para se tirar uma conclusão, além da raridade do câncer de esôfago – o que significa que mesmo um risco dobrado continua sendo baixo.
 
No entanto, os pesquisadores afirmam que é preciso tomar cuidado. Como os medicamentos são bastante comuns e os casos de osteoporose estão aumentando, seria interessante que os médicos ficassem atentos e considerassem risco versus benefício quando prescrevessem as drogas.
 
O conselho dos pesquisadores, enquanto não saem mais pesquisas sobre os riscos a longo prazo do remédio, é que os médicos acompanhem os casos prescritos da medicação para cortar seu uso se for preciso.
 
Fonte Reuters

Beber muita cerveja aumenta o risco de câncer de estômago

Quem costuma abusar da cerveja tem um novo motivo para mudar seus hábitos. Cientistas descobriram que bebedores frequentes de cerveja ​​têm mais chances de desenvolver câncer no estômago, principalmente se eles possuírem uma determinada variante genética.
 
Pessoas que bebem de duas a três cervejas por dia durante muitos anos possuem um risco 75% maior de câncer gástrico. Quem tem a variante de gene chamado rs1230025, mesmo não sendo bebedor contumaz, é 30% mais propenso a sofrer da doença em comparação com pessoas que bebem menos de uma cerveja diariamente, segundo o estudo.
 
“Por sua vez, quem é bebedor crônico de cerveja e ainda ​​possui o rs1230025 corre um risco 700 vezes maior de desenvolver câncer de estômago em comparação com as pessoas sem a variação do gene que consomem menos de um drinque por dia”, afirma Eric Duell, epidemiologista do Instituto Catalão de Oncologia, em Barcelona, ​​Espanha. A variação do gene é comum e está presente em cerca de 20% da população em geral, informa.
 
Vinho e licor não parecem trazer os mesmos riscos, lembra Duell.
 
“O câncer parece estar mais ligado ao álcool especificamente da cerveja”, diz. Isso pode ocorrer porque bebedores contumazes são mais propensos a exagerar na cerveja do que em outras bebidas alcoólicas.
 
Os resultados são correlacionados, ou seja, existe uma relação entre o ato de beber cerveja e o risco de câncer de estômago, mas não se chegou à conclusão de que um causou o outro ou se há outro fator desconhecido na história.
 
Duell e seus colegas analisaram o consumo de álcool de 521 mil pessoas entre 35 e 70 anos que faziam parte da Perspectiva de Investigação Europeia em Câncer e Nutrição entre os anos de 1992 e 1998. Os pesquisadores observaram se os participantes do estudo consumiam vinho, cerveja ou outras bebidas alcoólicas regularmente, bem como a localização e a severidade do câncer de estômago, se houvesse.
 
Descobriu-se que as pessoas que consumiam mais de 60 gramas de álcool (o equivalente a quatro ou cinco cervejas) por dia tinham um risco 65% maior de desenvolver a doença no período do estudo do que pessoas que consumiam regularmente de 0,1 a 4,9 gramas de álcool por dia (menos de uma cerveja).
 
Quando os pesquisadores observaram puramente o consumo de cerveja (em vez do consumo de álcool em geral), o risco de câncer foi ainda mais alto. O mesmo aconteceu no caso de quem bebia muito e ainda contava com a variante genética rs1230025.
 
O câncer de estômago causou 10.570 mortes nos Estados Unidos ano passado e geralmente atinge pessoas com 65 anos ou mais, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. Uma em cada 114 pessoas serão diagnosticadas com o câncer em algum momento de sua vida.
 
Os pesquisadores não sabem ao certo porque só a cerveja parece aumentar o risco de câncer gástrico, e o vinho ou licor, não. Entretanto, eles acreditam que seja uma combinação de maior consumo de cerveja do que vinho ou licor, com uma substância cancerígena específica, que é produzidas quando a cerveja é metabolizada.
 
Quando o álcool é metabolizado no organismo, uma substância cancerígena conhecida como acetaldeído é produzida. A cerveja, em particular, também contém níveis de uma substância cancerígena animal chamada de N-nitrosodimetilamina (NDMA). A exposição prolongada tanto ao acetaldeído quanto ao NDMA, através do hábito diário de beber cerveja, pode desempenhar um papel no risco de câncer gástrico, Duell explica.
 
“Por causa destes riscos, as pessoas devem evitar o consumo pesado de álcool, embora o consumo de leve a moderado seja aceitável”, diz.
 
Em seguida, Duell e seus colegas esperam fazer pesquisas adicionais para encontrar mais variantes do gene que pode ter um efeito sobre o risco de câncer de estômago.
 
Fonte Live Science

Sutiã pode fazer com que os seios fiquem caídos mais cedo, sugere estudo

Desde 1997, um grupo de pesquisadores da França estuda os possíveis benefícios do uso de sutiãs e, de acordo com resultados preliminares desses últimos quinze anos, a peça de roupa não necessariamente evita que os seios fiquem “caídos” com o passar do tempo.
 
Depois de analisar os seios de 330 voluntárias de 18 a 35 anos, eles concluíram que aquelas que não usavam sutiã apresentaram seios mais firmes e até mesmo um pouco mais “altos” (usando como parâmetro a distância entre os mamilos e os ombros no início das medições).
 
Fonte Hypescience

Um milhão de bebês poderiam ser salvos com um simples teste

Uma vez diagnosticada, a sífilis pode ser combatida com uma
 simples e também barata injeção de penicilina
A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) de fácil transmissão. Se uma mulher portadora de sífilis está grávida e não se submete a nenhum tratamento, a doença pode levar a um aborto, parto prematuro com baixo peso ou a morte do bebê após o nascimento. Esta é a razão da morte de 400 mil crianças por ano apenas na África.
 
Mas esse índice poderia ser significativamente reduzido ao custo de 1 libra esterlina (o equivalente atual a R$ 2,73): um simples teste de diagnóstico da doença.
 
A Parceria Global de Sífilis Congênita é uma das entidades que apoia o acesso a este teste para as regiões mais pobres e remotas do planeta. Além de barato, o teste é fácil de se aplicar, e sua execução leva menos de 15 minutos. Uma vez diagnosticada, a sífilis pode ser combatida com uma simples e também barata injeção de penicilina.
 
Uma mulher gestante tem enormes chances de salvar o bebê e garantir sua saúde se for curada da doença até a 28ª semana de gestação, aproximadamente até o final do sétimo mês. A sífilis pode ser transmitida tanto por relações sexuais quanto pela própria genética, de forma que o bebê pode já nascer com sífilis.
 
A doença atinge, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde, entre 3% e 15% das gestantes do mundo. A cada ano, um milhão de mulheres no planeta (metade do total de infectadas) passam sífilis a seus bebês.
 
No ano de 2000, metas foram traçadas para 2015 no que diz respeito à melhora de vários índices sociais e humanos, incluindo o combate à sífilis. Os especialistas apontam para a necessidade de acelerar o processo de diagnósticos e tratamento em países remotos para que os números previstos possam se concretizar até lá.
 
Fonte Hypescience

Surto de sarampo ameaça 2 milhões de crianças no Reino Unido

Ao todo, 214 casos foram confirmados e 220 estão sob investigação. Cerca de 3,7 mil crianças já receberam a vacina tripla
Um surto de sarampo ameaça dois milhões de crianças no Reino Unido. Desde a semana passada, o número de casos aumentou 10%.
 
Ao todo, 214 casos foram confirmados em laboratório e 220 estão sob investigação.
 
O governo está fazendo uma intensa campanha de vacinação para prevenir a doença e 3,7 mil crianças já receberam a dose da vacina tripla.
 
Segundo as autoridades, existe um potencial para mais surtos, já que muitas crianças estão contraindo a doença. Há cerca de dois milhões de crianças que são suscetíveis, porque não foram vacinadas.
 
Metade das crianças que não foram vacinadas há dez anos vive em Londres.
 
Algumas famílias optaram por não vacinar seus filhos acreditando que a imunização pode estar ligada ao autismo, o que nunca foi comprovado. Essa possível ligação foi levantada por um médico inglês em 1998, e levou a uma desconfiança generalizada sobre a vacina.
 
A comunidade científica descobriu que ele havia falsificado os dados da pesquisa, mas a relação já havia vazado para a população.
 
O pesquisador Andrew Wakefield publicou um estudo na revista The Lancet, em 1998, sugerindo que a vacina MMR aumenta o risco do bebê desenvolver autismo. O British Medical Journal (BMJ) mais tarde descreveu a pesquisa como "uma fraude elaborada".
 
Um jornalista investigativo descobriu em 2011 que os estudos de Wakefield haviam sido falsificados.
O estudo de 1998 assustou os pais por vários anos. De 1998 a 2003 milhões de crianças no Reino Unido não receberam as vacinas MMR porque seus pais se recusaram.

Imunização
As crianças normalmente recebem sua primeira injeção MMR com um ano d eidade, e, em seguida, uma vacina de reforço, antes de começar a escola primária. Há cerca de dois milhões de alunos com idade entre 11 e 12 anos que não foram imunizados há uma década, de acordo com os pesquisadores.
 
Essas crianças estão começando no ensino fundamental, onde existem mais crianças, fazendo com que elas sejam mais vulneráveis à doença.
 
A pesquisadora Helen Bedford, do University College London, incentiva os pais a descobrir o estado de vacinação MMR de seus filhos e a se certificarem de que eles estão imunizados.
 
Só nos últimos cinco meses mais de 700 pessoas contraíram o vírus, que é altamente contagioso.
 
Os casos se concentram na cidade de Swansea, no País de Gales, e são mais graves em crianças entre 10 e 18 anos.
 
Setenta e sete crianças com sarampo foram hospitalizadas desde o início do surto, em novembro de 2012.
 
Em algumas partes do Centro e do Sul de Gales vacinas MMR estão sendo oferecidas nas escolas.
 
Fonte isaude.net

Partículas de ouro encontradas em produtos de higiene causam danos ao organismo

Tatsiana Mironava (de preto ao centro), líder do estudo, junto aos colaboradores da pesquisa
Foto: Stony Brook University
Tatsiana Mironava (de preto ao centro), líder do estudo,
junto aos colaboradores da pesquisa
Nanopartículas podem inibir retenção de gordura, acelerar envelhecimento, retardar cicatrização de feridas e desencadear diabetes
 
Cientistas norte-americanos descobriram que nanopartículas de ouro puro encontradas em produtos de uso diário, tais como produtos de higiene pessoal e agentes de contraste podem causar danos ao organismo.
 
A pesquisa sugere que as pequenas partículas podem inibir o armazenamento de tecido adiposo (gordura), acelerar o envelhecimento e o aparecimento de rugas, retardar a cicatrização de feridas e desencadear o início do diabetes.
 
 
A líder da pesquisa Tatsiana Mironava e seus colegas da Stony Brook University, testaram o impacto das nanopartículas em vários tipos de células in vitro, incluindo o tecido adiposo (gordura), para determinar se suas funções básicas foram interrompidas quando expostas a doses muito baixas de nanopartículas de ouro.
 
Tecido adiposo subcutâneo atua como isolamento do calor e do frio, funciona como uma reserva de nutrientes e é encontrado em torno dos órgãos internos para o preenchimento, na medula óssea e no tecido mamário.
 
Os resultados mostraram que células do estroma derivadas do tecido adiposo humano, tipo de células-tronco adultas, foram penetradas pelas nanopartículas de ouro quase que instantaneamente e que as partículas se acumularam nas células sem nenhum caminho óbvio para eliminação.
 
A presença das partículas interrompeu várias funções celulares, tais como o movimento, replicação (divisão celular) e contração do colágeno, processos que são essenciais para a cicatrização de feridas.
 
De acordo com os pesquisadores, o achado mais preocupante foi que as partículas interferiram na regulação genética, expressão do RNA e inibiram a capacidade de se diferenciar em adipócitos maduros ou células de gordura. "Reduções causadas por nanopartículas de ouro podem resultar em mudanças sistêmicas para o corpo. Uma vez que foram consideradas inertes e essencialmente inofensivas, assumiu-se que as nanopartículas de ouro puro também seriam seguras. Provas contrárias estão começando a surgir", afirma Mironava.
 
Este estudo também é o primeiro a demonstrar o impacto das nanopartículas em células estaminais adultas, que são as células do nosso corpo utiliza para a regeneração contínua de órgãos.
 
Os pesquisadores descobriram que as células estromais derivadas do tecido adiposo envolvidas na regeneração de múltiplos órgãos, incluindo pele, nervo, osso e cabelo, não se diferenciam quando expostas a nanopartículas. A presença de nanopartículas de ouro também reduziu a adiponectina, proteína envolvida na regulação dos níveis de glicose e degradação dos ácidos graxos, que ajuda a regular o metabolismo.
 
Segundo os pesquisadores, a boa notícia é que, quando as nanopartículas foram removidas, funções normais acabaram por ser restauradas.
 
Fonte isaude.net

Sábado é o 'Dia D' da campanha contra a gripe em todo o país

O objetivo da mobilização é facilitar o acesso de pessoas que trabalham e que não podem tomar a vacina durante a semana
 
Postos de saúde em todo o país funcionam neste sábado (20) para o dia de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Idosos, gestantes, mulheres em período de puerpério (até 45 dias após o parto), crianças de 6 meses a 2 anos, índios, profissionais de saúde e doentes crônicos devem receber a dose.

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, o objetivo do dia de mobilização é facilitar o acesso de pessoas que trabalham e que têm dificuldade de comparecer às unidades de saúde durante o período comercial. " Apesar de ter toda a próxima semana, até o dia 26, não vamos deixar para a última hora. Procure a unidade de saúde mais próxima da sua casa para receber a vacina" , apelou.

A imunização começou no dia 15 de abril e segue até o dia 26. A meta é vacinar 32 milhões de pessoas que integram os chamados grupos prioritários, que incluem também a população carcerária.

Durante a campanha, serão distribuídos cerca de 43 milhões de doses que, este ano, protegem contra os seguintes subtipos de influenza: A (H1N1) ou gripe suína, A (H3N2) e B.

Com informações da Agência Brasil
 
Fonte isaude.net

Vírus respiratório grave pode ser transferido durante a gravidez para o feto

Pesquisa indica que o RSV é capaz de se espalhar através da placenta a partir do trato respiratório da mãe para o feto
Pesquisa indica que o RSV é capaz de se espalhar através da
 placenta a partir do trato respiratório da mãe para o feto
Estudo desafia paradigma de que infecção por RSV é adquirida apenas após o nascimento e alerta para efeito pré-natal do vírus
 
A causa mais comum de infecções do trato respiratório inferior em lactentes e crianças pequenas, o vírus sincicial respiratório (RSV), pode ser transferido durante a gravidez para o feto. É o que mostra pesquisa realizada no Cleveland Clinic Children's Hospital, nos EUA.
 
A pesquisa indica que, em modelos animais, o RSV é capaz de se espalhar através da placenta a partir do trato respiratório da mãe para o feto, e está presente no pulmão após o nascimento, ao longo do desenvolvimento e na vida adulta.
 
RSV é considerada a principal causa de pneumonia infantil e tem sido implicado no desenvolvimento de asma.
 
"Evidências epidemiológicas sugerem que a infecção por RSV no início de vida predispõe as crianças a sibilância recorrente e asma. Este estudo desafia o paradigma atual que a infecção por RSV é adquirida apenas após o nascimento e desloca a atenção para o efeito pré-natal do vírus, que pode resultar em consequências mais graves e duradouras, por interferir com os processos críticos de desenvolvimento de um feto", afirma o principal autor da pesquisa Giovanni Piedimonte.
 
Para o estudo, a equipe utilizou um modelo animal, em que os ratos foram inoculados com o RSV durante a gravidez intercalar.
 
Daqueles animais infectados, RSV foi encontrado em 30% dos fetos, assim como nos pulmões de 40% dos recém-nascidos e 25% dos animais que atingiram a idade adulta.
 
A pesquisa foi publicada na revista PLoS ONE.
 
Fonte isaude.net

Fator de risco que predispõe pessoas à depressão pode ser 'contagioso'

Pesquisa sugere que estar rodeado por indivíduos 'pessimistas' pode tornar as pessoas mais propensas à doença
 
A depressão e as emoções associadas a essa doença podem ser contagiosas, de acordo com estudo de pesquisadores da University of Notre Dame, nos EUA.
 
A pesquisa sugere que estudantes que passam muito tempo rodeados por pessoas pessimistas podem estar mais propensos à depressão seis meses mais tarde.
 
Estudos mostram que pessoas que respondem negativamente a eventos estressantes da vida, interpretando os eventos como resultados de fatores que não podem mudar e como um reflexo de sua própria deficiência, são mais vulneráveis à depressão.
 
Segundo os pesquisadores Gerald Haeffel e Jennifer Hames, esta "vulnerabilidade cognitiva" é um potente fator de risco para a depressão que pode ser usado para prever quais indivíduos são propensos a experimentar um episódio depressivo no futuro, mesmo aqueles que nunca tiveram um episódio depressivo antes.
 
As diferenças individuais nesta ' vulnerabilidade cognitiva' parece se solidificar no início da adolescência e permanecem estáveis durante a vida adulta, mas os pesquisadores notaram que elas ainda podem ser maleáveis em determinadas circunstâncias.
 
Eles supuseram que a vulnerabilidade cognitiva pode ser "contagiosa" durante grandes transições da vida, quando os ambientes sociais estão em fluxo.
 
A equipe testou a hipótese usando dados de 103 pares de companheiros de quarto que tinham acabado de começar a faculdade como calouros.
 
Um mês após entrarem no campus, os companheiros de quarto responderam a um questionário online, que incluiu medidas de vulnerabilidade cognitiva e sintomas depressivos. Eles completaram as mesmas medidas novamente 3 e 6 meses mais tarde e também completaram um questionário sobre eventos estressantes na vida em dois momentos.
 
Os resultados revelaram que os calouros que foram aleatoriamente designados para um colega de quarto com altos níveis de vulnerabilidade cognitiva eram susceptíveis de "pegar" o estilo cognitivo de seu colega de quarto e desenvolver níveis mais elevados de vulnerabilidade cognitiva. Já aqueles relacionados a colegas que tinham baixos níveis iniciais de vulnerabilidade cognitiva experimentaram redução nos seus próprios níveis.
 
O efeito de ' contágio' foi evidente em ambos os 3 e 6 meses de avaliação.
 
Segundo os pesquisadores, as mudanças no risco de vulnerabilidade cognitiva afetaram o risco de sintomas depressivos futuros. Os alunos que mostraram um aumento na vulnerabilidade cognitiva nos primeiros 3 meses de faculdade tinham quase o dobro do nível de sintomas depressivos aos 6 meses do que aqueles que não apresentaram esse aumento.
 
Os resultados fornecem evidência marcante para o efeito de contágio, confirmando a hipótese inicial dos pesquisadores.
 
Com base nestes resultados, Haeffel e Hames sugerem que o efeito de contágio pode ser aproveitado para ajudar a tratar os sintomas da depressão. "Nossas descobertas sugerem que pode ser possível usar o ambiente social de um indivíduo como parte do processo de intervenção, seja como um complemento às intervenções cognitivas existentes ou, eventualmente, como uma intervenção sozinha", concluem os autores.
 
 
Fonte isaude.net

Anticorpos humanos para o vírus do tabaco podem proteger contra o Parkinson

Vírus tipicamente associado ao tabaco pode ajudar a proteger as pessoas da doença de Parkinson
Foto: Divulgação/StartUp Org.
Vírus tipicamente associado ao tabaco pode ajudar a
proteger as pessoas da doença de Parkinson
Fumantes têm anticorpos para o vírus do mosaico do tabaco que interagem com proteína e inibem progressão da doença neurológica
 
Um vírus tipicamente associado com a planta do tabaco, mas também conhecido por estar presente no espinafre, tomates e outros vegetais e plantas domésticas, pode ajudar a proteger as pessoas da doença de Parkinson. É o que mostram pesquisadores da Universidade de Louisville, nos EUA.
 
O estudo demonstra que homens que fumam têm anticorpos para o vírus do mosaico do tabaco (TMV). Estes anticorpos podem interagir com uma proteína de uma célula do sistema de geração de energia e inibir o desenvolvimento da doença neurológica.
 
Segundo os pesquisadores, este é o primeiro relato da presença de anticorpos para o TMV em seres humanos.
 
A pesquisa foi publicada na revista PLoS ONE.
 
A equipe de pesquisa, composta por Ruolan Liu, Vaishnav Radhika, Roberts Andrew e Robert Friedland analisaram amostras de sangue de 60 homens entre fumantes e não fumantes.
 
Eles descobriram a presença de níveis mais elevados de anticorpos de TMV nos homens que fumavam.
 
"É notável que uma planta que cria tantos problemas de saúde para as pessoas possa abrigar um vírus que tem um papel de proteção para as pessoas. Nós ainda temos uma quantidade significativa de pesquisa para empreender para determinar quais os mecanismos que podem estar envolvidos, as vias moleculares que estão em jogo e muito mais. No entanto, é importante considerar as implicações potenciais de vírus de plantas para a saúde e doenças humanas", conclui Friedland, autor sênior do estudo.
 
Fonte isaude.net

Holograma 3D do cérebro melhora compreensão da dor de cabeça

Pesquisador Alexandre DaSilva testando equipamento 3D
Reprodução: University of Michigan
Pesquisador Alexandre DaSilva testando equipamento 3D
Cores diferentes no cérebro 3D fornecem pistas sobre processos químicos que ocorrem durante ataque de enxaqueca real
 
Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, desenvolveram uma espécie de holograma tridimensional do cérebro que pode ajudar a entender melhor como o cérebro processa a dor de cabeça.
 
Cores diferentes no cérebro 3D fornecem pistas sobre os processos químicos que acontecem durante um ataque de enxaqueca usando exame de tomografia por emissão de pósitrons.
 
O líder da pesquisa Alexandre DaSilva e seus colegas utilizam um joystick e óculos especiais para girar e cortar através de um grande holograma colorido 3D do cérebro para aprender como nosso cérebro produze químicos naturais que combatem a dor durante as crises de enxaqueca.
 
"O cérebro 3D é uma nova maneira de analisar dados a partir de imagens tiradas durante um ataque de enxaqueca real de um paciente", afirma DaSilva.
 
Segundo os pesquisadores, as cores diferentes no cérebro 3D tem potencial para fornecer pistas sobre os processos químicos que acontecem durante um ataque de enxaqueca de um paciente utilizando uma varredura por PET, ou tomografia por emissão de pósitrons, um tipo de imagens médicas.
 
"Este alto nível de imersão (em 3D) efetivamente coloca nossos investigadores dentro do cérebro real do paciente", conclui DaSilva.
 
 
Fonte isaude.net

Descoberta pode impedir formação de 'reservatórios' de HIV no organismo

Pesquisa pode prevenir multiplicação do vírus nas células brancas do sangue e levar a novas abordagens para tratar a Aids
 
Pesquisadores do Albert Einstein College of Medicine da Yeshiva University, nos EUA, descobriram como ocorre a regulação da proteína que impede a multiplicação do HIV-1 nas células brancas do sangue.
 
A descoberta pode levar a novas abordagens para tratar o HIV-1 "escondido", ou seja, eliminando reservatórios do vírus que persistem em pacientes submetidos à terapia antirretroviral.
 
 
A terapia antirretroviral pode reduzir os níveis sanguíneos de HIV-1, até que não sejam detectáveis. No entanto, apesar da terapia com drogas, reservatórios de HIV-1 podem persistir em vários tipos de glóbulos brancos, particularmente os macrófagos, células imunes importantes que ajudam a remover patógenos e outras substâncias prejudiciais do organismo.
 
"Se você parar a terapia antirretroviral, o vírus emerge destes reservatórios e retorna para a circulação geral em questão de dias, como se o paciente nunca tivesse sido tratado. Agora sabemos que a proteína que precisamos controlar para impedir a formação dos reservatórios de HIV-1", afirma o autor sênior Felipe Diaz-Griffero.
 
Os cientistas sabem que uma proteína chamada SAMHD1 impede o HIV-1 de se replicar em certas células do sistema imunológico. Mas, até agora, não foi entendido por que SAMHD1 não funciona em células do sistema imunológico, como os macrófagos, que são vulneráveis à infecção pelo vírus.
 
Utilizando uma ferramenta para determinar a composição molecular, os pesquisadores descobriram que SAMHD1 pode existir em duas configurações conhecidas como fosforilada e não fosforilada. (A fosforilação é um importante processo celular no qual os grupos de fosfato se unem a outras moléculas, ativando assim sinalizações e mecanismos de regulação diferentes no interior da célula).
 
Quando SAMHD1 é fosforilada, a célula não está protegida de ser infectada com HIV-1. Quando a proteína não é fosforilada, a célula está protegida contra infecção pelo vírus.
 
"No momento, estamos explorando maneiras de manter esta proteína não fosforilada para que os reservatórios de HIV nunca sejam formados", conclui Diaz-Griffero.
 
Fonte isaude.net

Estado do Rio abre 1500 postos de saúde sábado no dia D contra a gripe

 
A campanha tem o slogan "Quem se lembra da vacina se protege da gripe" e imunizou 7% do público alvo no estado até agora
 
No estado do Rio de Janeiro, 1.500 postos de saúde funcionarão neste sábado (20), que é o dia 'D' da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe deste ano. Os postos ficarão abertos de 8h às 17h. A campanha tem o slogan " Quem se lembra da vacina se protege da gripe" .

Até o momento, a campanha imunizou 7% da população do Rio, pouco mais de 212 mil pessoas. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar 80% do público alvo em todo o país, formado por idosos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses até 2 anos, gestantes, indígenas e trabalhadores da área da saúde. Este ano foram incluídas no público alvo da campanha mulheres no período de até 45 dias após o parto.

Outra novidade é que os doentes crônicos poderão receber a imunização em qualquer posto de saúde e não apenas nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIEs). A cobertura vacinal em todo país está em 9,6%.

O grupo dos indígenas é o que tem, até agora, a maior cobertura vacinal neste início de campanha. Nos 92 municípios do Rio, foram imunizados 26% de indígenas; 11% de mulheres que recém deram à luz, 7,7% de idosos, 6% de gestantes; 5,9% de crianças e 4,9% de profissionais da saúde. A campanha vai até o dia 26 de abril.

Em 2012, o estado do Rio de Janeiro atingiu 83,7% de cobertura, ultrapassando a meta do Ministério. Porém, entre os grupos de idosos e gestantes, a meta não foi alcançada.

O imunizante deve ser tomado todos os anos. A escolha pelo período do outono para a aplicação é estratégica, pois a vacina precisa de duas semanas para induzir alguma proteção e de quatro a seis semanas para que a máxima proteção seja alcançada. Como o inverno é período de maior circulação do vírus, tomando a vacina no outono garante-se máxima proteção no período de maior circulação do vírus influenza.
 
Fonte isaude.net

Dispositivo portátil detecta grupo sanguíneo em cinco minutos

Dispositivo ajuda a eliminar erros humanos e deslocamentos ao laboratório
Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Dispositivo ajuda a eliminar erros humanos e deslocamentos
 ao laboratório
Aparelho, criado para ajudar em situações de emergência, pode ser usado para detectar doenças como pneumonia, sífilis e malária
 
Pesquisadora da Universidade do Minho, em Portugal, desenvolveu um novo dispositivo que consegue detectar automaticamente o grupo sanguíneo em cinco minutos.
 
O projeto, que recebeu o nome de ' For a Better World' foi desenvolvido com o intuito de ajudar em situações de emergência, sendo que o tempo de detecção, menos da metade dos detectores atuais do gênero, se adequa perfeitamente a estas situações.
 
Segundo a responsável pelo aparelho, Ana Ferraz, o fato de o processo ser completamente automatizado, sem intervenção de técnicos, faz com "que se eliminem erros humanos e que sejam desnecessárias deslocações ao laboratório. Desta forma os riscos de incompatibilidade são reduzidos".
 
A coleta do sangue é feita normalmente com uma seringa. Depois, o sangue é introduzido em cada uma das cavidades do aparelho. Então, é colocado um reagente e em pouco tempo é feita a identificação entre Rh e ABO.
 
Além desta função principal, o dispositivo pode ser utilizado ainda para detectar várias doenças, como pneumonia, sífilis e malária.
 
Através de uma aplicação informática, os dados podem ser enviados diretamente para o hospital para, por exemplo, começar a preparar a transfusão, mesmo antes de o paciente chegar.
 
O projeto venceu a edição nacional do Imagine Cup, uma competição tecnológica de nível mundial organizada pela Microsoft e dirigida a estudantes universitários, e vai representar Portugal na final mundial, que será realizada em St. Petersburgo, na Rússia, entre 8 e 11 de Julho.
 
Fonte isaude.net

Porto Alegre estabelece parceria com a ONU para combater Aids

Discussões em torno do Plano Integrado em Apoio à Resposta Nacional à Epidemia do HIV/Aids acontecem em hotel da Capital
 
Uma parceria entre o Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas(ONU) sobre HIV/Aids (Unaids) e o município de Porto Alegre resultou na construção de um plano integrado de prevenção e enfrentamento à doença. As discussões em torno do Plano Integrado da ONU em Apoio à Resposta Nacional à Epidemia do HIV/Aids - " Aids Tchê" , abordarão a temática, nos dias 24, 25 e 26, no Hotel Continental, localizado, no Largo Vespasiano Julio Veppo, 77, na Capital.
 
De acordo com o programa, o plano foi formulado em cinco eixos. O primeiro é a prevenção entre jovens, com ênfase no Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), e também com atividades fora do ambiente escolar. Este tema já abordado na Rede de Ensino, por meio do projeto Galera Curtição apresentado no formato de um programa de auditório que é desenvolvido pela Secretaria de Saúde com o objetivo de discutir com os professores, alunos e estudantes, temas como: sexualidade, gênero, e diversidade sexual, prevenção de DST/Aids, saúde sexual e reprodutiva, raça e etnia, além do uso abusivo de álcool e outras drogas.
 
O segundo é o combate à epidemia entre mulheres, gays e homens que fazem sexo com outros homens. Os outros três eixos são o fortalecimento dos movimentos sociais, ações preventivas junto à população negra e a fortificação de ações entre diferentes setores.
 
Neste momento, a discussão é em torno dos planos de enfrentamento do HIV/Aids entre as mulheres e na população de homens que fazem sexo com homens. Apoiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, os planos de enfrentamento serão discutidos com o movimento social. Além disso, a Unaids irá fazer o lançamento da campanha Mulheres e Direitos no Brasil, que tem como objetivo contribuir para a conscientização da população sobre a redução da violência contra a mulher e promover a equidade de gênero e a saúde feminina.
 
Com informações da Prefeitura de Porto Alegre
 
Fonte isaude.net