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domingo, 25 de maio de 2014

Alergia gravíssima: pele de adolescente começa a cair de todo o corpo após tomar uma única pílula de Ibuprofeno

Foto: Divulgação / Mirror
Laurence McCalla tem uma condição mortal que afeta um em
cada 500 mil pessoas 
Laurence McCalla, de 14 anos, tem uma condição mortal, que afeta uma em cada 500 mil pessoas, e passou dois meses em tratamento intensivo depois de uma reação grave ao ibuprofeno
 
Sua mãe deu-lhe uma medicação à base desse composto para curar uma dor de garganta, mas isso deixou cicatrizes permanentes e o garoto ainda corre risco de ficar cego.
 
Donnette, sua mãe, de 50 anos, disse: "Foi aterrorizante. Eu mal reconheci o meu próprio filho. Ele estava chorando de dor e medo, e sua pele estava literalmente se deteriorando na frente dos meus olhos. Eu não podia sequer tocá-lo, porque sua pele estava muito sensível e ele gritava de agonia”.
 
Donnette levou Laurence ao hospital. Ele recebeu antibióticos e foi mandado para casa com o diagnóstico de uma infecção de pele.
 
A condição de Laurence piorou e ele teve de se esforçar para comer ou respirar por causa das bolhas dolorosas em sua garganta. Donnette levou-o a outro médico, que afirmou ser uma reação ao ibuprofeno, devido à Síndrome de Stevens-Johnson.
 
Foto Mirror
Mais tarde ele foi diagnosticado com necrólise epidérmica tóxica, uma forma mais agravada da síndrome. Metade das vítimas doentes morrem e não há nenhuma cura conhecida.
 
Depois de sofrer uma recaída, Laurence acabou indo para os cuidados intensivos hospitalares, onde ele foi sedado e recebeu os devidos tratamentos. Os médicos afirmaram que ele tinha apenas 10% de possibilidade de continuar vivo.
 
Um mês depois, Laurence foi transferido para a UTI do Hospital Broomfield, em Chelmsford, na Inglaterra. Sua pele se deteriorou em níveis alarmantes e seus olhos estavam tão inchados que os médicos chegaram a temer que ele fosse ficar cego. Em abril, ele recuperou a consciência e ficou bem o suficiente para ir para casa, mas ele precisa de exames regulares nos olhos principalmente e de acompanhamento psicológico.
 
Ele não chegou a voltar mais para escola. Donnette acrescentou: "Ele nunca vai pode ter uma vida normal, mas eu estou apenas grata por ele estar vivo”.
 
Dr. Aomesh Bhatt, diretor Médico da Reckitt Benckiser, uma das empresas que faz comprimidos à base de ibuprofeno, escreveu a Donnette dizendo: "A incidência da síndrome de Steven-Johnson é um caso a cada 100 milhões de embalagens vendidas. Infelizmente, esta reação alérgica também é imprevisível”.
 
A empresa acrescentou um aviso em embalagens de que o analgésico pode conter efeitos colaterais graves, avisando também sobre uma possível reação alérgica.
 
Mirror /  Jornal Ciência

Máquina de venda automática influenciam a dieta das crianças

Foto: Wikimedia
Comer um almoço escolar retirado de uma máquina pode ser um quebra-galho, mas também tem efeitos de longo prazo na dieta das crianças
 
Comer um almoço escolar retirado de uma máquina pode ser um quebra-galho, mas também tem efeitos de longo prazo na dieta das crianças.
 
Os alimentos vendidos nas máquinas automáticas de escolas públicas influenciam a dieta das crianças que os consomem e podem afetar a dieta total e a saúde, de acordo com um estudo recente. O estudo, que os autores dizem ser o primeiro a examinar esse tópico com uma amostra nacionalmente representativa, foi publicado na edição de janeiro do Journal of Adolescent Health.
 
Oitenta e três por cento das 152 escolas amostradas tinham máquinas automáticas que vendiam, principalmente, alimentos de valores nutritivos mínimos (refrigerantes, batatas fritas e doces). As crianças mais novas foram mais influenciadas pelo tipo de alimento vendido nessas máquinas. Quando havia frutas e vegetais disponíveis, as crianças os comiam. Quando havia doces disponíveis, elas optavam por estes.
 
Segundo o estudo, nos primeiros anos escolares, as máquinas automáticas foram positiva ou negativamente relacionadas à dieta dos estudantes, dependendo do que era vendido nelas.
 
As escolas, de acordo com o estudo, ocupam uma posição com forte poder de influenciar a dieta das crianças durante uma grande parte do dia. Portanto, é preciso prestar atenção aos alimentos que vendem numa tentativa de melhorar a dieta das crianças.
 
Muitos dentistas estão preocupados com o fato de seus pacientes estarem consumindo números recordes de refrigerantes contendo açúcar, sucos de frutas açucarados e lanches não nutritivos que afetam os dentes, de acordo com a Associação Dental Americana. Esses itens geralmente têm pouco ou nenhum valor nutritivo e, com o tempo, poderão causar prejuízos aos dentes. Segundo a ADA, os padrões de alimentação e as escolhas de alimentos entre crianças e adolescentes são fatores importantes que afetam a rapidez com que os mais jovens poderão desenvolver cárie dentária.                
 
©2011 Associação Dental Americana. Todos os direitos reservados. Probida qualquer reprodução ou redistribuição sem permissão prévia por escrito da Associação Dental Americana.
 
Terra

A reinvenção da camisinha

Foto: Reprodução
Com nanopartículas, de colágeno de boi ou para serem colocados num segundo. Conheça os 11 preservativos que disputam em maio um prêmio de US$ 1 milhão e podem mudar para sempre a forma como fazemos sexo seguro

De longe, é o método mais eficaz para prevenir doenças transmitidas durante o sexo.

A camisinha funciona em até 95% dos casos e ainda é a maior arma contra a propagação da Aids. Só que está longe de cair nas graças dos homens. “Cerca de 95% relutam em usá-la. Se a transformarmos em objeto do desejo, estimularíamos a adesão”, diz Stephen Ward, da Fundação Bill e Melinda Gates. É com esse objetivo que a fundação entregará em maio um prêmio de US$ 1 milhão ao vencedor de um concurso para reinventar a camisinha.

De 812 equipes inscritas, restam 11 finalistas, que já ganharam uma bolsa no valor de US$ 100 mil. Todos miram as principais reclamações sobre os preservativos: são difíceis de colocar, reduzem o prazer sexual ou podem provocar perda de ereção.

 (Foto: Revista Galileu)

Por trás dessas justificativas (ou desculpas), apenas 43% dos brasileiros declaram ter o hábito de usar camisinha, por exemplo. Para mudar esse cenário, cientistas propõem preservativos ultrarresistentes, com tamanho único, que podem ser colocados em apenas um segundo e com substâncias que imitam as mucosas. Entenda a seguir quais são as estratégias dos finalistas.

 (Foto: Bruno Marçal)
Foto: Bruno Marçal

Usado nos projetos de dois dos finalistas, o grafeno é cem vezes mais forte do que o aço e tão fino que um fio de cabelo tem 100 mil vezes a sua espessura. "O látex funciona como isolante, já o grafeno conduz mais calor que o cobre", diz o pesquisador LakshminarayananRagupathy, da HLL Lifecare. Seu grupo pretende incorporar o material ao látex e reduzir a espessura das camisinhas de 0,07 mm para 0,04 mm, permitindo uma sensação mais próxima à do sexo sem preservativo. O problema é o valor alto do grafeno. “O custo tende a cair quando a demanda aumentar”, diz AravindVijayaraghavan, integrante do outro grupo finalista, de Manchester.
 
 (Foto: Bruno Marçal)
 
Três segundos. Este é o tempo médio de colocação do Rapidom, um aplicador automático de camisinha criado pelo sul-africano Willem van Rensburg.

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Reprodução
Aplicador de camisinha
Os mais habilidosos, diz, conseguirão “vesti-la” com um único movimento em um segundo, o que acabaria com o argumento de perda da ereção pela espera. Outro grupo de finalistas, da Austrália, busca o mesmo objetivo com uma versão que agiliza a colocação do preservativo. Batizada de CondomApplicator Pack (CAP), ela quer eliminar o risco de rasgar a camisinha ou aplicá-la de maneira errada.
 
 (Foto: Bruno Marçal)
 
O pesquisador Mark McGlothlin pretende usar colágeno do boi para fabricar camisinhas mais fortes, elásticas e resistentes. Segundo ele, a proteína que fica nos tecidos conjuntivos do animal, como ossos, tendões e cartilagens, oferece uma textura umedecida e pouco áspera, semelhante à da pele humana. Isso facilitaria a transferência de calor — ponto importante para aumentar o prazer, já que o látex tradicional é considerado um material isolante, dando uma sensação mais artificial.
 
 (Foto: Bruno Marçal)
 
O protótipo do pesquisador Ron Frezieres ainda não foi aprovado, mas já ganhou um apelido curioso: “camisinha wrap”. O conceito lembra um sanduíche: o objetivo é embrulhar o pênis com uma fina camada de polietileno, material resistente e ultrafino, como se fosse a massa do pão que enrola os ingredientes. Ao contrário do látex, que causa desconforto em 1% das pessoas, o polietileno é hipoalergênico.
 
 (Foto: Bruno Marçal)
 
O pesquisador Benjamin Strutt desenvolve um modelo com ajuste universal que se adapta a qualquer pênis. O preservativo deve apertar suavemente durante a relação e aumentar a sensação de prazer. Outro finalista, da Universidade do Oregon, persegue o tamanho único com um tipo de poliuretano que reage ao calor do corpo e se adapta. “A camisinha encolhe até chegar ao tamanho ideal”, explica o professor Richard Chartoff.
 
 (Foto: Bruno Marçal)
 
“Alguns se queixam da sensação de corpo estranho. Por isso, criei um modelo que reduz o atrito entre pele e camisinha”, afirma Karen Buch. A pesquisadora tenta criar uma camisinha durável e resistente com revestimento de nanopartículas que se transformam numa espécie de lubrificante em contato com a água. Além de reduzir o atrito, elas evitariam o rompimento do preservativo e, ainda, impediriam a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis e Aids.
 
 (Foto: Bruno Marçal)
 
O professor Patrick Kiser tenta sintetizar um novo material polimérico idêntico ou, pelo menos, similar ao tecido da mucosa, membrana que reveste vários órgãos do corpo humano, como boca, pênis e vagina, e que só se mantém úmida graças à secreção viscosa (muco). Um dos objetivos é conferir maior sensibilidade ao usuário.
 
 (Foto: Bruno Marçal)
 
Uma borracha que não rasga, fura ou deforma. O pesquisador Jimmy Mays desenvolve o conceito de superelastômero, um polímero que pode ser esticado mais do que qualquer outro material já usado em preservativos. Além de produzir camisinhas mais finas e resistentes, Mays pretende baratear o custo e, assim, torná-las acessíveis à população mais carente.
 
Breve história da camisinha
 
Já usamos carapaças de tartaruga, excrementos de crocodilo e tripas de cabra como preservativos
 
• 1850 a 1000 a.C.>Segundo o papiro de Petri, considerado o primeiro receituário médico, uma estranha mistura de mel com excremento de crocodilo era colocada na vagina para evitar a gravidez.
 
• 1350 a 1200 a.C.>Homens egípcios usavam um envoltório no pênis. Era feito de tripas de animais, como vesícula de cabra ou intestino de carneiro, muito semelhantes aos modelos atuais.
 
• 1564>Professor da Univ. de Pádua, o italiano Gabrielle Fallopio indicava o uso de uma carapuça de linho embebida em ervas para evitar a transmissão de doenças venéreas.
 
• 1649>O médico inglês Dr. Condom (daí o nome em inglês) criou um modelo feito do intestino de animais, como ovelha e cabra, para evitar que o rei Carlos II tivesse mais filhos ilegítimos.
 
• 1870>As primeiras camisinhas feitas de borracha eram grossas, duras e muito desconfortáveis. Por também serem caras, os homens costumavam lavá-las e usá-las por repetidas vezes. 
 
• 1900>Alguns dos primeiros modelos vieram da Ásia. Os chineses usavam versões de papel de seda untado com óleo e os japoneses, camisinhas feitas com carapaça de tartaruga.
 
• 1919>Frederick Killian deu início à produção com látex. Com a descoberta do processo de vulcanização da borracha, as camisinhas tornaram-se mais finas, resistentes e elásticas.
 
• 1994>EUA lançam a 1ª camisinha de poliuretano. Tem a mesma espessura da de látex, mas conduz melhor o calor e provoca menos alergia. Surgem os modelos coloridos.
 
Revista Galileu

Seringa interrompe sangramento de ferimentos a bala em segundos

A Xstat (Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação
A XStat
Invenção foi criada para interromper hemorragias de soldados em campos de batalha
 
A XStat, essa belezinha assustadora aí ao lado, é uma seringa cheia de esponjas não-tóxicas que são injetadas direto dentro de ferimentos a bala e interrompem o sangramento em cerca de 15 segundos.
 
A invenção, que teve sua criação motivada por guerras, pode ajudar a salvar soldados feridos a bala no campo de batalha e mudar completamente o modus operandi de médicos que atendem emergências do tipo.
 
A ideia é de um médico do exército dos EUA, John Steinbaugh, criador da startup RevMedx.
 
Hemorragia por conta de ferimentos de arma de fogo é a principal causa de morte de soldados americanos na guerra, e até agora, um médico em um campo de batalha tem um método doloroso e ineficaz para interromper esse sangramento: ele precisa enfiar a gaze dentro do ferimento e torcer para que o tecido estanque a hemorragia. Caso isso não funcione dentro de três minutos, é preciso tirar toda a gaze e repetir o processo. "Dói tanto que a gente costuma tirar a arma do soldado antes", disse Steinbaugh à revista Popular Science. Por isso ele pensou que deveria desenvolver um método mais eficaz pra tratar esses ferimentos.
 
O exército dos EUA acabou financiando a iniciativa em 5 milhões de dólares depois que Steinbaugh se inspirou em espuma para consertar pneus e percebeu que conseguiria fazer algo usando esponjas.
 
A versão final, a seringa com pequenos pedaços de esponja que absorvem o sangue, se expandem rapidamente e interrompem o sangramento, e aderem à umidade, o que impede que os corpo as empurre pra fora, já está em processo de avaliação pela FDA, a vigilância sanitária norte-americana.
 
 
A invenção é tão promissora que John já ganhou outro financiamento, dessa vez da The Bill & Melinda Gates Foundation, para desenvolver uma versão do XStats que funcione para sangramentos pós parto. Outro passo da empresa é desenvolver uma versão da esponja que seja biodegradável e não precise ser retirada do corpo depois.

Revista Galileu

Emigração dos jovens ameaça tradição milenar da medicina indiana

Foto: Wikimedia Commons
Vendedor de poções em Kolkata. 70% da população rural
depende do tratamento de curandeiros
Cientistas de Bengala e Chhattisgarh, em um estudo publicado nesta sexta-feira no "American Journal of Plant Science", alertam sobre a fragilidade da milenar medicina indiana relacionada à emigração dos jovens das zonas tribais
 
"O conhecimento das plantas medicinais está limitado aos curandeiros tradicionais, herboristas e idosos de tribos de zonas rurais, que ainda continuam dependendo delas", concluem os autores do estudo.
 
De acordo com os pesquisadores, o conhecimento dessas espécies, utilizadas para tratar "resfriados, tosse, febre, dor de cabeça, picadas venenosas, doenças de pele ou infecções bucais, pode perder sua riqueza em um futuro próximo".
 
O perigo de perda desta medicina tradicional se relacional em espacial à "falta de interesse das gerações mais jovens e de sua tendência a emigrar para as grandes cidades na busca de trabalho", asseguraram os cientistas.
 
Desta forma, os pesquisadores indicam a documentação e a identificação destas espécies, das quais pelo menos 104 foram encontradas somente em uma zona tribal do estado de Chhattisgarh.
 
A pesquisa inclui diversas aldeias de várias tribos que utilizam folhas, raízes, sementes, frutos e cascas para elaborar xaropes, pós e pomadas que se aplicam por via oral, por inalação ou mediante massagens.
 
Mais de 70% da população rural depende da medicina tradicional para tratamentos de saúde básicos na Índia, o segundo país mais povoado do mundo após China, com mais de 1,2 bilhão de habitantes.
 
Efe / Terra

Médicos retiram cabo de fone de ouvido da bexiga de homem


Paciente introduziu objeto pela uretra na China; ele queria curar problema urinário

Terra

Veja cinco sinais que você precisa comer mais carboidratos

Foto: Reprodução
Fontes de carboidratos
Eles não são vilões - e seu corpo não funciona direito se estiver dando sinais de deficiência do nutriente
 
A maneira como os carboidratos são tratados é, muitas vezes, injusta. Erroneamente associado a ganho de peso e calorias vazias, os carboidratos são, na verdade, parte essencial de uma dieta balanceada — especialmente se você faz exercícios. E são deliciosos.
 
Claro, não é para atacar o segundo prato de espaguete nem cair de cara nos doces. É possível apostar em cereais integrais, feijão, quinoa, aveia, frutas e legumes para atingir as recomendações de consumo: cerca de 45 a 65 por cento das calorias consumidas diariamente devem vir de carboidratos.
 
O Huffington Post reuniu cinco sinais para saber se seu corpo está recebendo carboidratos suficientes. Quer desculpa melhor para comer um sanduíche (com pão integral, claro)?
 
1. Você tem mau hálito
O objetivo de dietas low-carb é, claro, queimar os estoques de gordura do organismo em vez de carboidratos, embora a maioria dos especialistas concorde que essa não é uma técnica eficiente. Quando o corpo queima gordura, ele o faz por um processo chamado cetose, que libera químicos chamados de cetonas. Eles, infelizmente, tem um cheiro não agradável, e são comumente liberados pelo hálito. 
 
2. Seus exercícios estão falhando
Quando pessoas ativas não consomem carboidratos suficientes, o corpo pode recorrer às proteínas para fazer os músculos funcionarem direito. Reabastecer o corpo logo após o exercício com os carboidratos queimados durante o treino acelera a recuperação muscular, deixando você mais preparado para a malhação do dia seguinte.
 
3. Você se sente um pouco tonto
Assim como o corpo, o cérebro também depende de carboidratos, quebrados em glicose, para energia. E quando o cérebro não recebe a glicose de que precisa, ele pode não funcionar direito. Um estudo de 2008 descobriu que mulheres em dieta de pouco carboidrato se saíram pior em uma série de pequenos testes de memória do que mulheres com uma dieta de nutrientes balanceados. Assim que voltaram a comer carboidratos, o desempenho delas voltou ao normal.
 
4. Você está mal-humorado
Quem segue dietas low-carb consistentemente reportam que se sentem mais irritáveis, estressados e fatigados, mesmo quando a dieta resulta em perda de peso. Uma causa possível pode ser que os carboidratão são essenciais para a produção de serotonina, uma substância que é responsável por melhorar seu humor. E, se comparado a dietas de pouca gordura, parece ainda menos divertido cortar os carboidratos. Um estudo de 2009 analisou 106 pessoas obesas ou acima do peso que estavam em uma das duas dietas. Em ambos, os números da balança desceram. Mas quem cortou a gordura teve melhoria no humor, enquanto que os sem carboidratos sentiam-se pior com o passar do tempo.
 
5. Você é irregular
"Um dos primeiros lugares em que você vai perceber uma diferença é no trato gastrointestinal", diz Stephen Sondike, médico do Hospital Infantil de Winsconsin, nos Estados Unidos. Provavelmente, essas mudanças vão se manifestar na forma de constipação, devido à falta de fibras das dietas low-carb. Comer mais vegetais fibrosos pode ajudar.
 
Terra

Semana de combate ao glaucoma tem exames gratuitos em Salvador

Ação ocorrerá de segunda (26) até o dia 30 de maio, no Shopping Iguatemi. Objetivo é ressaltar a importância da consulta regular ao oftalmologista
 
Reprodução
 
Na segunda-feira (26), considerado o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, até o dia 30 de maio serão realizados exames gratuitos na semana de combate à doença, das 9h às 20h, no posto de atendimento do Alclin Hospital de Olhos André Lavigne, localizado no 1º piso do Shopping Iguatemi, em Salvador.
 
O objetivo é chamar atenção para os problemas da visão e ressaltar a importância da consulta regular ao oftalmologista para detectar possíveis doenças nos olhos. Exames de tonometria, que mede a pressão intraocular, num procedimento simples e indolor; e informações sobre doenças oculares estarão disponíveis durante a ação.
 
Glaucoma É uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão, que provoca lesões no nervo ótico e, como consequência, comprometimento visual. Caso não tenha tratamento adequado pode levar à cegueira. Para a forma mais comum de glaucoma há três tipos de tratamento: medicação através de colírios e comprimidos, laser e cirurgia de incisão.
 
Serviço
O que: Semana de Combate ao Glaucoma
Quando: Do dia 26 a 30 de maio
Onde: Posto de atendimento do Alclin Hospital de Olhos André Lavigne, localizado no 1º piso do Shopping Iguatemi, em Salvador
Horário: das 9h às 20h
Exames serão gratuitos
 
G1

25 de Maio: Dia Internacional da Tireoide

 
 

Mais uma mulher denuncia médico cubano por abuso sexual em Goiás

Foto: Reprodução
 Médico cubano foi afastado de posto de saúde em Luziânia
A vítima tem 30 anos, é mãe de três filhos, e abandonou o pré-natal por discordar da forma como eram feitos os exames; caso ocorreu em Luziânia (GO)
 
Assim que terminou o depoimento do médico cubano Luís Henrique Madruga na Delegacia da Mulher de Luziânia, no entorno do Distrito Federal, nesta quarta-feira, 21, um casal chegou ao distrito para registrar a quarta denúncia contra ele por abuso sexual. Desta vez, a vítima tem 30 anos de idade, é mãe de três crianças, tendo abandonado o pré-natal do último filho com o médico por discordar da forma de exame, "também achando que havia malícia e manipulação do seu corpo", afirmou a delegada Dilamar de Castro, responsável pelas investigações.
 
Para a delegada, o novo depoimento foi uma surpresa. "Esta novidade me leva a representar ao Judiciário solicitando a retenção do passaporte dele (Madruga)", informou ao Estado. Por meio da advogada, Tatiana Meirelles, o médico informou que não pretende comentar as denúncias. "Não estamos autorizados a falar", acrescentou a advogada.
 
O clínico-geral prestou esclarecimentos das 9h30 até as 13 horas. Ele já tinha sido por denunciado por três pacientes grávidas que alegam terem sido vítimas de abuso sexual durante os exames do pré-natal. Madruga é um dos 18 profissionais do Programa Mais Médicos, do governo federal, designados para Luziânia.
 
Conforme a delegada, que prefere não antecipar muitos detalhes do depoimento, será preciso uma análise cuidadosa das declarações dele, mas ela já viu "incongruências e discrepâncias muito grandes entre o que o médico afirma e o que as vítimas alegaram no depoimento delas".
 
Acompanhado de uma funcionária do Consulado de Cuba, de um representante do Ministério da Saúde e da advogada, segundo a delegada, Madruga ficou nervoso, demonstrou irritação e atribuiu a "más condições do consultório" a interpretação ruim das pacientes sobre a conduta dele.
 
"Ele alegou que a maca não é adequada, falta lençol para cobrir as pacientes e falta exames para confirmar problemas como o corrimento vaginal, por isto precisava demorar no exame para conferir melhor o aspecto", contou ela. A delegada convocou o secretário de Saúde de Luziânia para depor na segunda-feira.
 
Dilamar disse que já recebeu orientação informal do Conselho Regional de Medicina de Goiás a respeito das condutas adequadas nos exames ginecológicos das gestantes e que deve solicitar oficialmente essas informações para fazer uma análise comparativa com as justificativas do médico cubano.
 
Intimidades
Uma das gestantes que denunciaram o clínico disse que, ao questionar a demora do exame de toque vaginal, o cubano recomendou "relaxar e pensar que estava em uma praia". Já a mulher que procurou a delegacia nesta quarta informou que não denunciou antes "por medo de cometer uma injustiça". Contudo, ao tomar conhecimento das semelhanças entre as queixas das outras três gestantes, ela decidiu também formalizar a queixa.
 
Um dos detalhes que esta mulher relatou diz respeito a perguntas sobre a intimidade sexual da paciente, mesmo quando a consulta era na área de pediatria, para o recém-nascido, e não mais como ginecologista ou obstetra, já que ela não era mais paciente dele. "A depoente contou que o médico dizia que o marido da vítima deveria estar doido para subir em cima dela quando ela explicou que estava evitando manter relações sexuais por causa do resguardo do parto, assunto que ele abordou, quando a consulta era da criança".
 
Luís Henrique Madruga é um dos 18 profissionais do Programa Mais Médicos do governo federal designados para Luziânia. Ele está afastado preventivamente do cargo.
 
Estadão

Uso errado de colírio pode provocar glaucoma

Foto: Reprodução
Uso errado de colírio pode provocar glaucoma
Entidades médicas chegam a consenso sobre risco de produtos oftalmológicos com corticoide; atualmente, são vendidos sem controle
 
Em um ano, a visão do adolescente Alefe Nogueira passou de perfeita para quase inexistente. Aos 13 anos, ele está praticamente cego. Só enxerga feixes de luz. A causa do problema não foi uma doença hereditária nem um acidente. O uso contínuo de um colírio, vendido sem receita em qualquer farmácia, foi o causador da perda de visão. 
 
Alefe é um dos muitos jovens que ficaram cegos ou com baixa visão após desenvolver um tipo de glaucoma causado pelo uso inadequado de produtos oftalmológicos com corticoide. Esta segunda-feira, 26, é o dia nacional de combate à doença.
 
A falta de controle sobre a comercialização desse tipo de produto é alvo de críticas de entidades médicas. No mês passado, a Sociedade Brasileira de Glaucoma editou um consenso classificando esse tipo de glaucoma como o mais comum entre aqueles de causa conhecida e, portanto, o mais evitável.
 
“O uso do colírio com corticoide pode ser benéfico em muitas situações, mas seu uso crônico, sem indicação médica, é o que traz problema. Quando usado por anos, o corticoide provoca danos na estrutura do olho que levam ao aumento da pressão ocular, o que pode causar cegueira”, diz Augusto Paranhos Jr., professor livre-docente da Escola Paulista de Medicina e coordenador do consenso.
 
 
Foi o que aconteceu com Alefe. “Em 2008, ele teve uma conjuntivite alérgica e o médico nos receitou um colírio com corticoide. Depois, todas as vezes que ele voltou a ter essa mesma alergia nem voltei ao médico, já passava na farmácia e comprava. O médico não nos alertou do perigo. Se a farmácia exigisse receita, com certeza isso não teria acontecido”, conta o comerciante Alexandre da Silva Nogueira, de 36 anos, pai de Alefe.
 
O adolescente fez uso contínuo do colírio por quase quatro anos, até começar a apresentar problemas de visão. “Achei que ele precisasse de óculos. Só depois descobrimos o problema e já estava grave”, conta Nogueira.
 
Segundo Paranhos Jr., a falta de sintomas torna a situação ainda mais perigosa. “A pressão do olho vai subindo aos poucos, mas sem que o paciente sinta nada. Quando o problema é descoberto, costuma estar num estágio irreversível”, diz.

Regulação
Presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma, Francisco Eduardo Lopes Lima diz que a entidade já protocolou, sem sucesso, duas solicitações de regulação da venda desses produtos à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A sociedade defende que a retenção da receita médica seja obrigatória.
 
“A primeira solicitação foi feita em 2011 e ficou sem retorno. A segunda foi protocolada em 2013 e recebeu como resposta uma explicação sobre outro assunto. A impressão é que eles nem leram nosso pedido. É um total descaso”, diz ele.
 
Em nota, a Anvisa afirmou ao Estado que “todas as demandas referentes ao controle de medicamentos estão sendo tratadas em um grupo coordenado pela agência que avalia formas para fazer com que, no Brasil, a prescrição médica seja, de fato, respeitada”. A agência diz que “não adianta tratar cada medicamento de forma individual”, mas garantir que a receita seja exigida pelas farmácias.
 
Para Lima, alguns medicamentos com efeitos colaterais graves devem ser tratados de maneira individual. “Assim como passaram a exigir retenção de receita para antibióticos, o mesmo deveria ocorrer com os colírios com corticoide.”

Estadão

São Paulo tem 6 mil casos de dengue e bate recorde

Reprodução
Total registrado em cinco meses é mais que o dobro de todo o ano passado; sexta pessoa morreu por causa da doença em 24 de abril
 
Com mais de 6 mil casos no ano, a cidade de São Paulo bateu o recorde de número de registros de dengue, segundo novo balanço divulgado nesta quinta-feira, 22, pela Secretaria Municipal da Saúde. A Prefeitura confirmou mais uma morte pela doença - já são cinco óbitos neste ano.
 
De acordo com o levantamento, a cidade já registrou 6.005 casos entre 1.º de janeiro e 21 de maio. O recorde anterior, de 5.866 registros, foi verificado em todo o ano de 2010.
 
Em relação ao mesmo período do ano passado, o número de casos triplicou. Nos cinco primeiros meses de 2013, haviam sido 1.794 registros. Naquele ano todo, foram 2.617 casos. Em comparação com o mesmo período de 2010, quando o recorde anterior foi registrado, o número de casos dobrou - naquele ano, foram 3.046 casos entre janeiro e maio.
 
A nova morte por dengue aconteceu no dia 24 de abril. A vítima foi uma mulher de 33 anos, moradora do bairro Capela do Socorro, na zona sul da capital paulista, segundo a Secretaria Municipal da Saúde.
 
As outras quatro mortes já divulgadas haviam sido registradas nos bairros do Jaguaré (zona oeste) e Tremembé (zona norte), que têm alto índice de incidência da doença. Em todo o ano passado, a capital registrou duas mortes por complicações da dengue.
 
Segundo a Secretaria da Saúde, em comparação com o balanço divulgado na semana passada, o aumento do número de notificações foi de 17,9%, superior ao índice observado no balanço da semana anterior, quando a alta registrada havia sido de 13%.
 
Alerta
Dos 96 distritos do município, 93 estão registraram transmissão da doença. Desses, 27 têm nível de transmissão em alerta e quatro estão em nível de emergência: Jaguaré (844 casos), Rio Pequeno (425), Lapa (365) e Tremembé (347).
 
A Prefeitura afirma que, como a dengue segue avançando, as ações de combate aos criadouros do mosquito seguem sendo realizadas em toda a cidade. De acordo com a secretaria, até o próximo domingo, 13 subprefeituras das zonas leste e norte receberão medidas de combate aos criadouros e nebulização. Na zona oeste, a estimativa da administração municipal é que 3 mil imóveis sejam vistoriados até a próxima terça-feira.
 
Estadão

Saiba o que fazer se você for atacado por um pet

Saiba o que fazer se você for atacado por um pet Adriana Franciosi/Agencia RBS
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
Caroline teve a perna abocanhada por um pitbull e foi
acompanhada de perto por servidores do Sanatório Partenon
Crescimento da população canina e felina reforça a necessidade de se saber quais procedimentos adotar
 
Eles são os melhores amigos dos donos, isso não se discute, mas os mascotes podem se tornar subitamente agressivos e atacar. Então, como devem agir as pessoas que sofrem uma mordida de cachorro ou os arranhões afiados de um gato? Como se prevenir na incerteza de que o animal está ou não vacinado contra a raiva?
 
A primeira recomendação, se for possível, é não entrar em pânico. Vítimas de caninos ou garras devem lavar o ferimento com água e sabão, identificar o agressor — e o seu proprietário — e buscar atendimento. O médico veterinário do Programa da Raiva do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Giovani Diedrich, diz que a primeira ajuda deve ser no posto de saúde mais próximo da vítima. Todos devem dispor da vacina antirrábica.
 
Além de dolorosos, os ferimentos causados por pets impõem um calvário de procedimentos. Depois do posto de saúde, a vítima deve procurar um hospital de referência para tomar o soro antirrábico. Terá de se submeter a uma profilaxia completa, que pode incluir cinco doses de vacina, mais o soro.
 
— Com o crescimento da população canina e felina, é normal que aconteçam acidentes. Podem ser até em brincadeiras, as reações animais são imprevisíveis — avisa Diedrich.
 
Não há registro de raiva canina no Estado
Caroline Strussmann, 37 anos, jornalista especializada em marketing, já foi atacada três vezes por cães — na última teve a perna direita abocanhada por um pitbull. Foi em 2 de janeiro, em torno das 9h, quando andava de bicicleta na rodovia RS-030, no município de Glorinha.
 
Ela voltava para Porto Alegre, com barraca e mochila também na bike, quando o cachorro saltou de um pátio próximo.
 
— Ele pulou em mim como se tivesse molas nas patas. Dei um berro, foi uma dor absurda — lembra Caroline.
 
Atlética com seu 1m83cm de altura, ela não caiu da bicicleta. O sangue escorria, a carne perfurada, mas pedalou até encontrar um posto de saúde, em Glorinha, onde recebeu os primeiros socorros. Caroline foi trazida por um amigo a Porto Alegre, onde completou o tratamento no Hospital Sanatório Partenon.
 
— Eles (atendentes do hospital) ficaram me acompanhando depois. Telefonavam para saber se estava tomando as vacinas certinho — diz Caroline.
 
A raiva mata, mas o médico veterinário Diedrich tranquiliza que o Estado não registra as variantes que acometem cães e gatos há cerca de 30 anos. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná estariam prestes a receber o certificado de zonas livres dessa espécie de vírus, pelo Ministério da Saúde.
 
Como agir
Como deve proceder quem for mordido por um cachorro ou gato não vacinado contra a raiva:
 
— Lave imediatamente o ferimento com água corrente e sabão.
 
— Procure atendimento médico na unidade de saúde mais próxima, para ser examinado.
 
— Caso o médico prescreva profilaxia antirrábica completa (soro e vacina), o soro deverá ser feito em hospital de referência na região onde está a pessoa atacada.
 
— A busca pelo atendimento deve ser o mais rápido possível.
 
— Ao receber vacina antirrábica ou antitetânica, não abandone o tratamento.
 
— O efeito da profilaxia completa (cinco doses de vacina mais o soro) dura em torno de cinco anos. No entanto, se a pessoa for atacada por um animal antes de completado esse ciclo, deve buscar atendimento. Pode receber um reforço nas vacinas, para não deixar dúvidas sobre a imunização.
 
— Siga as indicações médicas.
 
Orientações
— Em caso de dúvida, ligue para o Disque Vigilância pelo telefone 150, que deve funcionar 24 horas.
 
O atendimento
— O primeiro atendimento é no posto de saúde mais próximo, que pode aplicar a vacina antirrábica.
 
— O soro antirrábico só pode ser aplicado em hospitais. Para cada região do Estado, há um de referência. Na Grande Porto Alegre, é o Hospital Sanatório Partenon (Avenida Bento Golçalves, 3.722).
 
Recomendações aos donos
— Vacine anualmente seus cães e gatos.
 
— Mantenha-os sob controle, para evitar acidentes com outras pessoas.
 
— Tente entender o comportamento e as reações dos animais, inclusive nas brincadeiras e no convívio em casa.
 
Fonte: Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), da Secretaria Estadual da Saúde (SES)

Zero Hora

Aplicativo ajuda a controlar a ingestão de medicamentos

Reprodução
Horários e dosagens podem ser organizados para seguir as recomendações médicas à risca
 
Tomar várias medicações por dia requer organização, cautela e orientação adequada. Para que o remédio seja eficaz é necessário seguir corretamente a prescrição médica, respeitando os horários e as dosagens.
 
O aplicativo Caixa de Remédios, idealizado por professores de Medicina e Farmácia ligados à Universidade de São Paulo (USP), ajuda o paciente ou seu cuidador a administrar corretamente os medicamentos.
 
Os criadores do app, Antonio Carlos Zanini, Marcelo Wadt e Maria Fernanda Carvalho, são conhecidos por terem escrito livros de ensino que se tornaram best sellers por mais de 20 anos, como o Guiamed e Farmacologia Aplicada.
 
Fundadores da Ambiente Medicamento, empresa de consultoria e banco de dados sobre medicamentos, os especialistas desenvolveram para o aplicativo uma linguagem de fácil entendimento.
 
– Além de detalhar a fórmula do produto e alertar se ele pode ser usado na gravidez ou se existe interação com alimentos, entre outras funções, o software ainda facilita o trabalho de cuidadores, que podem monitorar o paciente à distância – afirma a farmacêutica bioquímica e diretora da Ambiente Medicamento, Maria Fernanda Carvalho.
 
O médico farmacologista Antonio Carlos Zanini explica como a ideia foi pensada:
 
– Caso os remédios não sejam tomados no intervalo correto pode haver reações adversas. Tem que ter disciplina. Seguir o esquema de medicação no papel é complicado. Então, pensamos em adaptar esse método para mídia eletrônica, aproveitando os recursos disponíveis nos smartphones – revela.
 
Zero Hora

40 dicas certeiras para emagrecer 2kg

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Monte um bom prato de salada antes de partir para a comida quente
A pedido de muitos leitores, aqui vai este repost!
 
Especialistas garantem: adoção de pelo menos 10 dessas dicas pode emagrecer até dois quilos em um mês
 
1 - Monte um bom prato de salada antes de partir para a comida quente. Assim, você estará mais saciada quando for se servir dos alimentos mais calóricos
 
2 - Tem um amigo que precisa emagrecer? Forme dupla, assim um incentiva o outro nos dias de preguiça
 
3 - Tenha calma para comer. Não faça suas refeições de pé ou em frente à televisão. Sente-se em um local tranquilo e faça desse um momento de prazer
 
4 - Adeus, farinha! Corte alimentos que contenham esse ingrediente, porque ela transforma-se rapidamente em gordura no corpo. Ou, troque os alimentos com farinha branca pelos integrais!
 
5 - Pratique esportes. Para quem tem dificuldade em aderir ao treino da academia, esporte é uma ótima opção. Além de trazer mais motivação, você vai pensar duas vezes antes de desfalcar o time
 
6 – Durma bem e em quantidade suficiente para descansar. Diversos estudos já relacionaram a falta de descanso adequado ao excesso de peso
 
7 – Escove os dentes logo após a refeição. O hábito, além de garantir uma boca saudável, evita aquela vontade de comer um docinho
 
8 – Na hora de comer, que tal trocar o prato comum pelo de sobremesa? A falta de espaço vai obrigá-lo a comer menos
 
9 – Prefira alimentos frescos. Ao abandonar os industrializados, você reduz a quantidade de gordura e de sódio, retendo menos líquido. E ainda tem a vantagem de se alimentar de forma mais saudável
 
10 – Troque o frito pelo assado, você reduz as calorias em um terço só com essa mudança no preparo no alimento
 
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Tem um amigo que precisa emagrecer? Forme dupla, assim
um incentiva o outro nos dias de preguiça 
11 – Sai o refrigerante, entra a água. Substituir a bebida calórica e cheia de açúcar pela água economiza até 150 calorias
 
12 – Reduza o consumo de bebidas alcóolicas. Além de fazerem mal à saúde, elas não têm nutrientes
 
13 – Faça lanches entre as refeições. Comer de 3h em 3h acelera o metabolismo e evita que você coma demais
 
14 – Troque o elevador pela escada diariamente. A mudança pode significar um aumento de 15% no seu gasto calórico (dependendo de quantos andares você tem de subir)
 
15 – Faça como o André Guerato, jogador de tênis pelo Corinthians, que encontrou nas competições um incentivo para emagrecer. Inscreva-se em corridas, maratonas, torneios e o que mais e encontrar. Ninguém gosta de ficar em último lugar, portanto, é bem provável que você se empenhe mais
 
16 - À noite, no jantar, prefira alimentos light. Assim, você não dorme de barriga muito cheia e evita que os alimentos se acumulem e virem pneuzinhos
 
17 – Integral é a melhor opção. Troque a massa branca por essa variedade. As fibras ajudam no trânsito intestinal e dão sensação de saciedade por mais tempo
 
18 – Aposte nos alimentos naturais que ajudam a emagrecer como a linhaça, chia, quinoa e ração humana
 
19 – Apimente a refeição. A pimenta vermelha realmente ajuda a acelerar o metabolismo, basta acrescentar duas colheres de chá na sua comida
 
20 – Troque a dieta pela reeducação alimentar. Os especialistas garantem que quem faz dieta tem mais tendência a oscilações de peso, mas quem opta pela reeducação permanece magro
 
21 - Aprenda a dizer não. Os psicólogos já sabem: engolir sapo pesa na balança
 
22 – Mexa-se mais. Faça um parte do percursso a pé ou de bicicleta para o trabalho. Apenas 30 minutos de atividade por dia para sair do sedentarismo
 
23 – Não deixe de tomar café da manhã. Quem começa o dia com uma alimentação mais equilibrada tende a seguir os mesmos passos nas demais refeições
 
24 – Faça um blog e relate sua batalha contra os quilos a mais. A escrita, além de ajudar a desabafar, pode contribuir para que você perceba o quanto anda comendo
 
25 – Vai sair com os amigos? Faça opções lights no barzinho trocando o chopp por um suco, e a batata-frita por peixe assado
 
26 – Evite feijão, repolho, couve-flor e pimentão. Esses alimentos formam gases e podem dar “aquela barriguinha”
 
27 – Controle seus sentimentos. Quando se sentir ansiosa ou triste, tente não descontar no chocolate
 
28 – Desnatado, por favor! Troque o leite integral pelo desnatado e economize nas calorias. A dica também é válida para iogurtes
 
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Faça lanches entre as refeições
29 – Brócolis ajuda a emagrecer. Como? Ele tem poucas calorias e é rico em antioxidante, que combate as gorduras
 
30 – Faça dieta pelo menos dois dias da semana. Se está difícil seguir o plano alimentar a semana inteira, escolha pelo menos dois dias para cortar as calorias. Nesses, consuma o mínimo de gordura, zero de fritura ou doces e corte o refrigerante.
 
31 – Aveia. Esses flocos são poderosos aliados para quem quer emagrecer. Participantes de um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) emagreceram 2,6% do peso em seis semanas incluindo aveia na alimentação
 
32 – Não deixe de comer esse ou aquele grupo alimentar. Carboidrato é tão importante como a proteína e gordura (mas aquela do bem!). O prato ideal mistura todos os grupos alimentares de maneira equilibrada
 
33 – Tem um cachorro em casa? Saia para passear com ele todo dia, pelo menos 15 minutos. Os dois vão entrar em forma
 
34 – Mantenha a saúde em dia. Controle os níveis de hormônios e evite que qualquer disfunção possa atrapalhar seu emagrecimento
 
35 – Não faça exercícios de barriga vazia! Sem combustível suficiente para o esforço, a intensidade da atividade e a queima de calorias sofrem redução
 
36 – Faça 30 minutos diários de atividade física, pode ser uma caminhada, por exemplo, que tal?
 
37 - Planeje um passeio no fim de semana. Pode ser a pé, de bicicleta ou patins. Além de espairecer, você estará se exercitando e perdendo gordurinhas
 
38 – Morrendo de vontade de comer um chocolate? A melhor hora para o doce é depois do almoço. Segundo os especialistas, ele se mistura com os outros ingredientes e seu efeito é menor
 
39 – Verduras escuras como rúcula e espinafre contém uma quantidade significativa de fibras e ajudam na saciedade
 
40 – Adeus, queijo amarelo! Risque da sua lista o tipo prato, gorgonzola, provolone e cheddar e aposte no queijo cottage e na ricota
 
iG

“As drogas cumprem um papel social e farmacológico”, diz especialista

V Congresso da ABGLT reúne cerca de 200 ativistas em Niterói e promove,
 em seu primeiro dia, debates sobre a redução de danos e despatologização
 da transexualidade
Cerca de 200 ativistas do movimento LGBT estão reunidos em Niterói (RJ), no Espaço Cinema Petrobras, para o V Congresso da ABGLT, que acontece entre os dias 22 e 25 de maio. No primeiro dia de atividades, temas como despatologização da transexualidade, intersecção de pautas e redução de danos estiveram no centro das discussões
 
Na primeira roda de conversa de ontem (24), foi discutida a questão da participação dos ativistas LGBT nos mecanismos de controle social, principalmente no Conselho de Saúde, visto que, de acordo com os presentes, homens afeminados, travestis e transexuais e lésbicas ainda sofrem muito preconceito e maus tratos por parte de funcionários.
 
Sandra Munhoz, do Comitê Técnico de Saúde LGBT, disse que é urgente a participação dos ativistas nos Conselhos de Saúde, pois “é a partir da participação nos Conselhos de Saúde que a estrutura do SUS (Sistema Único de Saúde) vai ser alterada”, mas, reconheceu que a maioria das pessoas LGBT, principalmente as travestis e transexuais, não são otimistas quanto à efetividade da mudança a partir da participação no conselho.
 
Julio Moriera, do Grupo Arco-Íris, foi mais enfático e disse que o movimento “não ocupa o espaço público”, referindo-se aos mecanismos de controle social, e que a participação é “um direito” conquistado e que só assim “iremos alterar o atendimento dos postos de saúde”.
 
A ativista transexual Fernanda Benvennuty declarou que realmente é “constrangedor” quando chamam as travestis e transexuais pelo nome de registro e não o social, mas ressaltou que sempre que isso acontecer é necessário falar com o funcionário, “dizer que existe a lei” e que é necessário paciência, pois trata-se de um trabalho pedagógico que aos poucos vai tornar o SUS mais humanizado e menos preconceituoso.
 
A experiência abjeta 
Posteriormente ao debate de saúde, foi realizada a mesa “A luta pela cidadania LGBT e a sua interseccionalidade”, que tratou da questão LGBT na esfera da política, arte, feminismo e como todas elas se relacionam.
 
Djalma Tuller, pesquisador sobre sexualidades da Universidade Federal da Bahia (UFB), fez a sua fala inspirado no poema “Dama da noite”, de Caio Fernando Abreu e utilizou a alegoria da roda gigante que há no poema para dizer que “o movimento LGBT está desconstruindo a roda gigante, que antes era um privilégio da sociedade branca e heterossexual” e que hoje “lésbicas, gays, travestis e transexuais participam dessa roda gigante”.
 
Representando a Secretaria de Justiça do governo estadual do Pará, a ativista transexual Barbara Pastana disse que houve avanços das “políticas trans no Pará nos últimos anos” e revelou que não gosta de ser rotulada. “Não sou transexual, travesti, sou uma mulher e mãe de família”, disse. Posteriormente, disse que apenas conquistar o nome social não é suficiente. “É preciso capacitar os servidores para que utilizem o nome social, principalmente nas escolas”, criticou.
 
Um dos momentos que mais causou emoção no público presente foi a fala de Raul Capistrano, homem trans e artesão. Capistrano contou um pouco da sua experiência de transexualização de feminino para masculino. “Sozinho é a palavra que define a caminhada de um homem trans. A questão trans não é entendida pelos Centros de Referência e nem pelo movimento que carrega a letra T. Nenhum deles sabe acolher uma pessoa trans”, criticou o artista.
 
“Quero pensar nessas sopa de letras, nessa roda gigante e perguntar: qual é o fio condutor que nos une, que nos oprime e que nos coloca aqui. A nossa sociedade é centrada no homem branco, rico e heterossexual, e nós ousamos questionar e romper com isso”, disse a socióloga Carla Ayres, que também chamou a atenção para que sociedade o movimento LGBT está pensando.
 
“A médio e a longo prazo temos que pensar como a nossa ação vai transformar a sociedade. E de como seremos entendidos como algo dado e não como algo fora da caixinha. Até que ponto, quando utilizamos as letras LGBT não estamos reforçando o binarismo de gênero?”, questionou Ayres.
 
A função das drogas
A última roda de conversa de hoje tratou da questão das drogas e redução de danos. Ana Ferraz, do Departamento de DST-Aids do governo federal, iniciou questionando: “por que as pessoas usam drogas? Uma sociedade sem drogas é um mito, a droga faz parte da história. Desde sempre o homem tem relação com plantas, sempre houve uma busca pela transcendência. Dos ritos católico com o vinho ao Santo Daime com a ayuasca”, explicou Ferraz.
 
“As drogas têm uma função social, a busca pela transcendência, pelo prazer. Imagina se a gente não pudesse contar com um analgésico pra dor de cabeça. As drogas cumprem um papel social e farmacológico. Mas as convenções sociais criaram estigmas em torno das drogas”, comentou a especialista. Ana Ferraz ainda explicou como funciona o olhar da sociedade sobre o usuário de drogas. “Existe três olhares sob o usuário: 1- como doente; 2 – delinquente; 3 – pecador. Nós não trabalhamos com nenhuma das três. ”, concluiu.
 
Luana Maria, da Lanpud – Rede Latino-Americana de Pessoas que Usam Drogas, criticou o governo federal a respeito da política de drogas. “A redução de danos não existe no governo federal. A gente não pode mais tolerar essa política de drogas com as comunidades terapêuticas, pois elas ferem o Estado Laico e, pior, tentam converter as pessoas que as procuram”, criticou a ativista.
 
A integrante do Lanpud ainda atentou para o fato de que o Brasil ainda não possui nenhum levantamento a respeito da comunidade LGBT, do uso de drogas e sobre como isso pode afetar e criar situações de vulnerabilidade. Porém, Luana Maria trabalha com a hipótese de que há indícios do uso de drogas na questão de enfrentamento à homofobia e na assunção da identidade.
 
Por fim, a ativista declarou que é obrigação do Estado fornecer informações a respeito dos danos que a droga pode causar, da quantidade que se deve usar para evitar overdoses, porém, Luana Maria comentou que tal ação vai demorar para ocorrer, pois, ainda “vivemos sob um Estado proibicionista”.
 
Revista Forum

Hipotireoidismo acomete 8% da população, veja principais sintomas da doença

Foto: reprodução
Tireóide
Diagnóstico de disfunções da glândula é simples e barato; mais comum na pós-menopausa, doença atingir até 20% dos idosos
 
Quem não conhece alguém com problema na tiróide? No Dia Internacional da Tireoide, comemorado neste domingo (25), o alerta vai para hipotireoidismo, doença mais frequente entre as disfunções tireoidianas e que compromete cerca de 8% da população brasileira adulta. Mais comum na pós-menopausa, pode atingir até 20% dos idosos.
 
A doença pode ser classificada como a baixa produção dos hormônios produzidos pela tireoide e é dez vezes mais comum em mulheres do que em homens. Costuma surgir principalmente no climatério, última menstruação antes da menopausa, quando o tipo mais comum de hipotireoidismo, a Tireoidite de Hashimoto, se mostra mais comum.
 
O hipotireoidismo pode ser causado por uma série de motivos, embora o mais frequente seja uma variação autoimune, quando o próprio corpo começa a atacar a tireoide. Os testes de diagnóstico de disfunções tireoidianas são simples, de baixo custo, muito eficazes e acessíveis para maioria da população, incluindo os pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde).
 
Como os sintomas são muitas vezes confundidos com outras doenças (veja galeria abaixo), os indivíduos de risco, incluindo mulheres na pós-menopausa, idosos, pessoas com antecedentes familiares de doenças tireoidianas, com depressão e aumento de colesterol devem ser submetidos ao exame de triagem.
 
Sintomas do hipotireoidismo
 
1. Aumento de peso
 
2.  Dores musculares
 
3. Fadiga
 
4. Tristeza
 
5. Unhas quebradiças: o sistema imunológico deficiente atrelado à alimentação inadequada pode favorecer a fraqueza das unhas, em especial se faltar ferro no organismo
 
6. Alteração do humor
 
7. Ressecamento do cabelo
 
8. Ressecamento da pele
 
9. Cansaço excessivo
 
10. Constipação intestinal
 
"A mensuração do TSH é o exame de triagem inicial. Quando normal, afasta-se alterações da função tireoidiana e deve ser repetido a cada cinco anos em indivíduos acima de 35 anos. Quando alterado, um segundo exame deve ser realizado, acompanhado da dosagem de T4 Livre para confirmação do diagnóstico”, explica Dr. José Augusto Sgarbi, especialista da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM-SP).
 
Embora produza alterações mais agudas e sintomáticas, o Hipertireoidismo é geralmente curável por medicamentos, cirurgia ou iodo radioativo. Já o Hipotireoidismo, uma vez detectado, costuma ser definitivo, com utilização de medicamento para o resto da vida. No entanto, o tratamento é simples, de baixo custo, muito eficaz e praticamente desprovido de efeitos colaterais.
 
iG