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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Pacientes do SUS poderão ter direito a medicamentos fora da tabela

Da Agência Brasil cidades@eband.com.br Um novo capítulo na Lei Orgânica de Saúde, aprovado nesta quarta-feira pelo Senado, prevê uma série de exigências ao Estado para garantir tratamento médico e fornecimento de medicamentos aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). Pelo projeto, o poder público não pode deixar de fornecer medicamentos e produtos de saúde aos pacientes, mesmo que a substância não conste nas tabelas do SUS. De autoria do senador Tião Viana (PT-AC) a matéria tramitou em caráter terminativo na CAS (Comissão de Assuntos Sociais) e agora vai à apreciação da Câmara. O projeto prevê também a atualização das tabelas do SUS e dos protocolos clínicos, pelo menos uma vez ao ano. A obrigatoriedade do fornecimento medicamentos ou produtos de saúde pelo SUS estará condicionada ao cumprimento de alguns requisitos como a eficácia do medicamento prescrito com o devido registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O projeto de lei estabelece que o SUS será obrigado a fornecer remédios ou produtos de saúde sem a necessidade de prescrição e laudo médico ou a comprovação do registro quando a atualização das tabelas deixarem de ser feitas no prazo estabelecido. Redação: Bruna Carolina Carvalho http://www.band.com.br/jornalismo/saude/conteudo.asp?ID=1000008151

Ministério pode premiar estados e municípios que melhorarem gestão do SUS

Da Redação, com Agência Brasil cidades@eband.com.br O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sinalizou nesta terça-feira que pode adotar a política de premiar os estados e municípios que optarem por medidas que melhorem a gestão do SUS (Sistema Único de Saúde) e ampliar o atendimento à rede pública. “Premiar quem faz mais e melhor para a população. Essa é a nossa estratégia em qualquer discussão de repasse para estados e municípios e na relação com o setor filantrópico”, disse ele. Desde que assumiu a pasta, Padilha tem declarado que uma de suas prioridades é aprimorar o funcionamento do SUS e de outros órgãos ligados à saúde. Seguindo orientação da presidenta Dilma Rousseff, o ministro tem conversado, por exemplo, com empresários para elaborar um plano de gestão para a Funasa (Fundação Nacional de Saúde). Na semana passada, ele se reuniu com integrantes do Instituto de Desenvolvimento Gerencial, de consultoria em gestão empresarial, que fará um diagnóstico da Funasa. A estimativa é que o levantamento seja concluído dentro de um mês. O instituto vai analisar ainda o sistema de compras de remédios e equipamentos do ministério. Padilha teve encontro também com o empresário Jorge Gerdau. PT e PMD em atrito Sobre a definição da diretoria da Funasa, alvo de atritos entre o PT e o PMDB, o ministro evitou falar da disputa partidária e reafirmou que seu compromisso é reorganizar a estatal para o cumprimento das metas estabelecidas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A fundação é responsável por levar saneamento básico a cidades com menos de 50 mil habitantes. Em relação à regulamentação da Emenda Constitucional 29, que fixa percentuais de repasse da União, estados e municípios para a saúde, Padilha disse que cabe ao Congresso Nacional “garantir um financiamento estável para a saúde, independente do governo” e definir a fonte de recurso. Redatora: Bárbara Forte http://www.band.com.br/jornalismo/saude/conteudo.asp?ID=100000392933

Conselho de Medicina vai discutir modelo para prontuário médico

Da Redação saude@eband.com.br O CFM (Conselho Federal de Medicina) deve discutir em 2011 o modelo do prontuário utilizado pelos médicos. Hoje em dia, o CFM aponta os itens que devem constar no documento, mas não há um padrão para a ficha. De acordo com o diretor do departamento de fiscalização do CFM, Emmanuel Fontes, a padronização deve facilitar a fiscalização dos registros. Médicos admitem que um prontuário modelo, com design funcional, estimularia o preenchimento completo das informações. Redação: Maria Alice Rangel Vila http://www.band.com.br/jornalismo/saude/conteudo.asp?ID=100000393304

Infecção Hospitalar

O que é?
Qualquer tipo de infecção adquirida após a entrada do paciente em um hospital ou após a sua alta quando essa infecção estiver diretamente relacionada com a internação ou procedimento hospitalar, como, por exemplo, uma cirurgia. O diagnóstico de infecção hospitalar envolve o uso de alguns critérios técnicos, previamente estabelecidos: Observação direta do paciente ou análise de seu prontuário. Resultados de exames de laboratório. Quando não houver evidência clínica ou laboratorial de infecção no momento da internação no hospital, convenciona-se infecção hospitalar toda manifestação clínica de infecção que se apresentar após 72 horas da admissão no hospital. Também são convencionadas infecções hospitalares aquelas manifestadas antes de 72 horas da internação, quando associadas a procedimentos médicos realizados durante esse período. Os pacientes transferidos de outro hospital são considerados portadores de infecção hospitalar do seu hospital de origem. As infecções de recém-nascidos são hospitalares, com exceção das transmitidas pela placenta ou das associadas a bolsa rota superior a 24 horas. Como se adquire?
Qualquer pessoa que é obrigada a internar-se em ambiente hospitalar para tratamento médico está sujeita a contrair uma infecção hospitalar, que está diretamente relacionada ao tempo de internação e procedimento a ser realizado. Em procedimentos cirúrgicos sempre existem mais riscos de contrair infecção do que em uma internação sem procedimentos já que Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) ou Centros Cirúrgicos são locais onde há muito mais chances de contrair infecção.
O que se sente?
Os sintomas são relacionados ao local do procedimento ou envolvem algum sistema, como respiratório ou urinário. Pacientes graves podem ter comprometimento de todo o organismo. Como se trata? Após o diagnóstico de infecção hospitalar, o tratamento é feito sempre com antibióticos injetáveis e por período de 14 a 30 dias.
Como se previne?
A prevenção de infecções hospitalares por todo o mundo depende muito mais da instituição hospitalar e de seus trabalhadores do que dos pacientes, já que ninguém se interna com intenção de contrair doenças dentro do hospital. Os cuidados para não ocorrer elevado número de infecções e sua prevenção e controle envolvem medidas de qualificação da assistência hospitalar, de vigilância sanitária e outras, tomadas no âmbito do município e estado. http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?257&-infeccao-hospitalar

Governo Federal reforça atendimento hospitalar em Rondônia

INTO ajudará a acabar com filas nos hospitais da capital. Governo estadual se compromete a contratar profissionais e descentralizar o atendimento O Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Traumologia e Ortopedia (Into), agilizará a realização de cirurgias de ortopedia em Rondônia, que decretou situação de emergência em saúde pública. De imediato, foram transferidos 81 pacientes para realização de cirurgias em hospitais da região. A especialidade é um dos principiais estrangulamentos do atendimento à população. O Estado também conta com R$ 16 milhões liberados em dezembro para a atenção hospitalar. Além disso, está sendo financiada a construção de três UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), no valor total de R$ 5,4 milhões. Uma equipe de quatro cirurgiões do Into deve chegar na próxima semana ao Estado. O instituto, ligado ao Ministério da Saúde, possui o projeto Suporte, que, além de ajudar na redução da lista de espera por uma cirurgia, capacita profissionais de saúde locais para esse tipo de atendimento. “A proposta do Ministério da Saúde é promover ações permanentes e estruturantes. O diagnóstico da visita técnica é que há uma grande demanda por cirurgias de ortopedia”, afirma Clésio Castro, coordenador de Urgência e Emergência, do Ministério da Saúde. Segundo relatório da equipe técnica do ministério, as causas externas são o principal motivo de óbitos na capital Porto Velho, respondendo por 22% das mortes anuais. Os acidentes de trânsito compõem 35,14% desse grupo. MEDIDAS IMEDIATAS - Desde o início da semana, os pacientes com problemas ortopédicos começaram a ser transferidos do João Paulo II para outros hospitais de Porto Velho e de Ji-Paraná, onde serão atendidos e as cirurgias realizadas. Após esta primeira etapa de transferências, que se concluirá até o fim da semana, o Hospital de Base receberá 40 pacientes, enquanto o Hospital Santa Marcelina, também na capital, receberá outros 16. Para o hospital de Ji-Paraná, no interior do estado, já foram levados 25 pacientes. Outros 72 pacientes vão continuar internados no João Paulo II e serão transferidos à medida que as cirurgias no Hospital de Base forem feitas e os pacientes recebam alta médica. Os profissionais do INTO trabalharão em duas etapas: na primeira, será feita uma triagem dos pacientes, verificando as necessidades de cada caso, na segunda fase, os médicos farão as cirurgias ortopédicas até desafogar a porta de entrada do João Paulo II. São três salas cirúrgicas disponíveis para o INTO no Hospital de Base. Os pacientes encaminhados a Ji-Paraná serão operados por profissionais do estado. ACORDO - Em reunião realizada nesta quinta-feira (20) com técnicos do ministério, o Governador de Rondônia, Confúcio Moura, comprometeu-se a ampliar o quadro de médicos na rede estadual, além de readequar a estrutura física da maior unidade de saúde da capital. No médio prazo, as metas são descentralizar o atendimento pelo estado e implantar um sistema em rede, que organize o fluxo de pacientes. Além de participar destas medidas, o ministério também reforçou que foram liberados recursos para o estado finalizar a construção de três Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h). “Esse entendimento entre o Ministério e o governo estadual vai permitir uma melhor organização da assistência em urgência e emergência. Quando estiver concluída uma rede descentralizada por todo o estado, vamos diminuir a demanda em Porto Velho e evitar que problemas como esse voltem a ocorrer”, afirma Castro. O Ministério da Saúde liberou, em dezembro de 2010, R$ 16,5 milhões para a ampliação da assistência de saúde em Rondônia. Deste total, R$ 10,5 milhões destinam-se ao funcionamento do Hospital Municipal de Cacoal. Outros R$ 6 milhões foram transferidos para o custeio e a ampliação da oferta de serviços de média e alta complexidade (como cirurgias e exames) nos hospitais de Porto Velho. Além disso, o Ministério da Saúde está priorizando a liberação de recursos de convênios com o estado de Rondônia para a compra de equipamentos. Por Gabriel Fialho e Juvenal Vicenzi, da Agência Saúde – Ascom/MS 61/3315-2509 e 3315-3713 http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=12130

Site para médicos mostra interações entre remédios

Ferramenta, de acesso gratuito, economiza tempo durante a consulta e previne erros de prescrição 26 de janeiro de 2011 0h 00 Marici Capitelli - O Estado de S.Paulo Um site de acesso gratuito para médicos traz uma relação com 155 mil interações possíveis entre remédios e as consequências adversas que elas podem causar. Isso permite aos profissionais evitar que suas prescrições - somadas a outras que o doente já toma - causem complicações. O software identifica também a combinação de drogas em que uma anula a outra. O endereço é www.saudedireta.com.br . "É um sistema que evita erros", define o dermatologista Paulo Freire, coordenador do núcleo de Tecnologia da Informação do Departamento de Dermatologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O software foi desenvolvido no Centro de Incubação de Empresas Tecnológicas da Universidade de São Paulo, em parceria com a empresa americana Lexi-Comp. Segundo Freire, o site vai economizar tempo. "Com o sistema, o médico tem o resultado pronto e mais tempo para conversar com o paciente." Ele explica que a interação medicamentosa é comum, principalmente em idosos e crianças. Estudos apontam que o risco de interação entre drogas atinge 13% dos pacientes que fazem uso de dois medicamentos. Quando esse número sobe para seis medicamentos, o risco aumenta para 85% e 100% para oito drogas. As interações podem ser leves e moderadas - como intoxicação -, mas também podem matar. No Brasil, existem 11 mil remédios com 18 mil princípios ativos. Com o sistema, o profissional insere os nomes do medicamentos e recebe as possíveis interações e consequências. O programa alerta se é necessário modificar a terapia prescrita. A ferramenta oferece um prontuário eletrônico que o médico pode acessar de qualquer lugar. As receitas são impressas, o que evita erros de prescrição e de interpretação dos farmacêuticos. Cerca de 3 mil médicos no Brasil usam o site, assim como dentistas. O objetivo é, a partir dessas informações, montar um banco de dados que poderá ser usados também pelos serviços públicos. http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110126/not_imp671177,0.php

Medicamentos: os riscos das interações

Remédios para a dor, associados sem orientação, podem causar problemas irreversíveis Lívia Machado, iG São Paulo O conhecimento da farmacologia dos medicamentos é fundamental – mas é uma competência de especialistas que estudam o assunto. Não há buscadores de internet, bulas virtuais ou experiências alheias que ofereçam garantias rápidas para aliviar uma dor com segurança. Tão importante quanto reconhecer um diagnóstico de câncer, rechaçar a automedicação tem como base uma medida de proteção aos pacientes. As interações entre remédios com princípios ativos diferentes podem ser bombásticas e irreversíveis. “O profissional precisa ter um conhecimento vasto sobre as propriedades dos medicamentos. É fundamental entender o histórico do paciente, as doenças crônicas, as possíveis rejeições. Para blindar os riscos, o especialista deve saber a via de absorção, principio ativo, quanto tempo dura, quais os efeitos colaterais, e por quais vias o remédio será eliminado”, explica Alfredo Salim Helito, clínico geral do Hospital Sírio Libanês de São Paulo. Na prática, é possível resumir o resultado dessas interações em três reações principais: potencializar o efeito, minimizar e anular a eficácia, ou criar uma terceira reação, que os tais medicamentos, sozinhos, não são capazes de provocar. “Independente do tipo de interação, os resultados, na maioria das vezes, não são brandos. As combinações são mútiplas, só o especialista tem repertório para indicar os uso conjunto de medicamentos”, afirma Paulo Olzon Monteiro da Silva, chefe da Disciplina de Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O terrorismo dos médicos não parece em vão. As interações podem provocar insuficiência renal, hepática, pulmonar, e até a morte. Abaixo, a pedido do iG Saúde, os médicos listam alguns exemplos de combinações perigosas: Anticoagulantes O uso de anticoagulantes como os dicumarínicos, medicamentos que inibem a produção do fator de coagulação dependente de vitamina K no fígado, associado com um analgésico, usado para aliviar sintomas de uma dor de cabeça, por exemplo, podem potencializar muito a função do anticoagulante e desenvolver uma hemorragia no paciente que fez uso concomitante dos dois. Câncer de mama Após um câncer de mama, é recomendado às pacientes o uso de um medicamento contra o aparecimento de novos tumores. O principio ativo desse remédio, entretanto, pode ser cortado caso a paciente enfrente uma depressão e seja medicada com um antidepressivo muito usado, a fluoxetina. “Ela tem o efeito de anular o medicamento que previne o reaparecimento do tumor.” Problemas cardíacos Remédio da classe dos digitálicos são muito usados para tratar problemas de coração. Se um paciente, com essa doença começa a tomar um betabloqueador, recomendado pra tratar enxaqueca, por exemplo, a associação entre os dois compostos químicos pode provocar um bloqueio cardíaco grave, que pode exigir a colocação de um marca-passo no coração. Viagra O uso de nitritos, remédios prescritos para tratar problema de coração, ao ser combinado com o Viagra, medicamento para combater a impotência sexual, resulta em hipotensão. “A pressão vai a zero e o paciente morre. A associação desses dois leva um caso muito grave de hipotensão.” http://saude.ig.com.br/minhasaude/medicamentos+os+riscos+das+interacoes/n1237862235059.html

Remédio usado na menstruação reduz mortes por hemorragia

Medicamento poderia salvar vítimas de acidentes e ajudar a reduzir número de mortes em combates Reuters Health 24/01/2011 13:37 Cientistas disseram na quarta-feira que um medicamento genérico barato, usado para interromper o sangramento de ciclos menstruais muito longos, poderia salva a vida de milhares de vítimas de acidentes e ajudar a reduzir o número de mortes em combates. Em uma revisão sistemática de estudos sobre a eficácia do ácido tranexâmico, ou TXA, pesquisadores britânicos constaram que ele reduz o risco de morte em pacientes feridos, com hemorragia grave, em aproximadamente 10% em comparação a outros tratamentos. Este percentual poderia ser o equivalente a mais de 70.000 vidas salvas por ano se o medicamento coagulador do sangue fosse usado em todo o mundo, relatou a equipe de pesquisa no estudo publicado na revista da Biblioteca Cochrane. Mais de 90% das mortes por trauma ocorrem em países de renda média ou baixa, onde o acesso a medicamentos geralmente é mais restrito devido à infraestrutura ineficiente e aos recursos escassos. “O TXA reduz o risco de morte do paciente com hemorragia grave após uma lesão e, aparentemente, tem poucos efeitos colaterais. Vidas poderiam ser salvas, tanto no contexto civil quanto no militar”, disse Ian Roberts, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e principal pesquisador do estudo. As descobertas foram baseadas em um grande ensaio, envolvendo 20.211 pacientes, e em outro menor, com 240 pacientes. As lesões são uma importante causa de morte em todo o mundo. A cada ano, mais de um milhão de pessoas morrem nas estradas, fazendo dos acidentes de trânsito a nona principal causa de mortes em todo o mundo. Além disso, tiros, esfaqueamentos e minas de subsolo, dentre outros, causam a morte de outros milhares de jovens. A hemorragia, ou sangramento excessivo, é responsável por aproximadamente um terço das mortes por trauma ocorridas em hospitais, além de poder também contribuir para mortes por falência múltipla dos órgãos. Especialistas calculam que cerca de 600.000 pacientes feridos morrem de hemorragia a cada ano em todo o mundo. Um estudo publicado no ano passado, incluindo 20.000 pacientes de 40 diferentes países, também constatou que o TXA reduz significantemente os riscos de morte em pacientes com hemorragia. Com base nessas descobertas, pesquisadores dizem que o TXA poderia salvar até 100.000 vidas por ano, dentre elas 13.000 na Índia, 12.000 na China, 2.000 nos Estados Unidos e outras mais na Europa. Eles também afirmam que o TXA, medicamento genérico produzido por diversas empresas com custo médio de US$4,50 por grama, deveria ser classificado como “medicamento essencial” pela Organização Mundial de Saúde. * Por Kate Kelland http://saude.ig.com.br/minhasaude/remedio+usado+na+menstruacao+reduz+mortes+por+hemorragia/n1237960536192.html