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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Nota de esclarecimento: Natulab

30/05/16 - A Natulab Laboratórios S.A., responsável pela fabricação e comercialização do produto Espinheira Santa 380mg (Maytenus Ilicifolia), esclarece que realizou testes de reanalise de amostra do lote 90005 e aguarda a contraprova da Fundação Ezequiel Dias (Funed). O lote citado foi interditado de forma cautelar pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), segundo a resolução 1.348/2016

Como todos os produtos da Natulab Laboratórios S.A., os lotes da Espinheira Santa passam por análises durante o processo de produção, além de análises microbiológicas e de estabilidade. No caso desse produto, especificamente, também são realizados testes de teor de taninos. A Espinheira Santa está disponível no mercado brasileiro há três anos e tem distribuição nacional.

A Natulab reitera seu compromisso com a qualidade de seus produtos e transparência com seus clientes, e se coloca à disposição dos consumidores por meio do SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor número (75) 3311-5555, para quaisquer informações e esclarecimentos adicionais.

Foto: Reprodução

Assessoria de Comunicação

Problemas na rotulagem motivam suspensão de saneante e de lote de cosmético

Foto: Reprodução
Após resultado de Laudo de Análise Fiscal, a Anvisa suspendeu o lote C115/2015 do Shampoo Argan Frizon, 1L, valido até março de 2018

O cosmético da empresa Aimer Cosméticos Ltda apresentou resultados insatisfatórios nos ensaios de contagem total de mesófilos e na fórmula exibida em sua rotulagem.

Além de suspender a venda e o uso do produto, Agência determinou ainda, que a empresa deve promover o recolhimento do estoque no mercado.

Confira a Resolução 1.384 publicada nesta sexta-feira (27/5) no Diário Oficial da União (DOU).

Outra irregularidade com rotulagem também gerou a suspensão de produtos.

Dessa vez, são saneantes fabricados pela empresa Citromax Indústria e Comércio Ltda.

A suspensão determinada pela Anvisa é para os saneantes Gramizap Imazapir e Origina Nim Citromax, ambos são da empresa citada acima, e foram fabricados em desacordo com o registro na Agência, porque apresentaram informações alteradas ou não autorizadas nos rótulos.

Confira a Resolução 1.385 publicada nesta sexta-feira (27/5) no Diário Oficial da União (DOU).

ANVISA

Menino picado por cascavel fica 12h à espera de UTI em hospital do Piauí

Hospital Natan Portela (Foto: Reprodução/TV Clube)
Hospital Natan Portela. Foto:Reprodução/TV Clube
Criança teve insuficiência renal e foi transferida por precisar de hemodiálise. Justiça expediu liminar determinando que hospital procurasse vaga

A família de um garoto de 7 anos picado por uma cobra cascavel recorreu ao Plantão Judiciário ontem, domingo (29) em Teresina para conseguir internação da criança após o seu estado de saúde se agravar e ele precisar de uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital de Urgência de Teresina (HUT). Com quadro de insuficiência renal, a criança só conseguiu ser internada 12h após dar entrada na unidade de saúde.

Segundo o pai da criança, Claúdio Fernando da Silva Pires, o filho brincava com alguns colegas quando foi picado por uma cobra na terça-feira (24). A família é natural de Timbiras, no Maranhão. Ao buscar atendimento no hospital da cidade, foi administrado o soro antiofídico e o médico manteve a criança internada para observação.

O pai relatou ainda que o médico chegou a dizer que o seu filho estava bem. No entanto, o estado de saúde se agravou e o hospital solicitou a transferência para o Hospital de Doenças Tropicais Natan Portela, em Teresina.

Ainda conforme Claúdio Fernando, o menino teve duas paradas cardiorrespiratórias antes da transferência, fato não informado no prontuário enviado pelo hospital. Ao chegar no Natan Portela, a família foi informada que a criança precisaria de uma UTI e ainda passar por hemodiálise e solicitou uma nova transferência, desta vez para o Hospital de Urgência de Teresina. Com a notícia de que no HUT também não tinha vaga na UTI, a família resolveu procurar a Justiça e conseguiu uma liminar determinando que o hospital internasse a criança, seja em leito público ou na rede privada.

Conforme a direção do HUT, o menino deu entrada às 6h deste domingo na unidade de saúde com insuficiência renal. Aos prantos, o pai da criança aguardava ainda por volta das 18h30 deste domingo que o filho fosse levado para a UTI. Somente após 12h de espera, o menino conseguiu a internação no Natan Portela.

Segundo o HUT, a criança realizou exames laboratoriais e fez no final da tarde a primeira sessão de hemodiálise. Em nota enviada, o HUT disse que a criança estava “respirando normalmente, com monitorização, frequência cardíaca normal, hemodinamicamente estável e em antibioticoterapia”, informou.

A direção do HUT esclareceu que o paciente foi encaminhado sem contato prévio entre as Centrais de Regulação dos Estados do Maranhão e Piauí e que a ausência deste tipo de procedimento coloca em risco a vida de pessoas.

Gilberto Albuquerque, diretor geral do HUT, explica que as transferências de pacientes sem prévio comunicado ou autorização pela Central de Regulação, conforme normas vigentes, prejudica o atendimento acarretando, inclusive, sérios riscos à saúde desses pacientes. “São casos que se repetem e o HUT não tem como assegurar este atendimento sem que ocorra esta comunicação entre as instituições”, ressaltou o diretor.

Leitos insuficientes
De acordo com os dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), o Piauí conta com 309 leitos de UTI’s, sendo 180 do Sistema Único de Saúde (SUS), menos da metade do que é preciso, segundo o que preconiza o Ministério da Saúde. Conforme o diretor do HUT, cerca de 10 pessoas precisam por dia de uma UTI na unidade de saúde.

A direção do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) afirmou ao G1 nesta segunda-feira (16) que em média três pessoas chegam diariamente com liminar judicial, obrigando a unidade de saúde a liberar vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O problema, segundo o diretor Gilberto Albuquerque, é que em muitos casos o paciente não possui indicação médica para ser internado em uma unidade de tratamento intensivo.

G1