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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Conheça a pirâmide alimentar de Harvard

Modelo prioriza exercícios e libera consumo moderado de vinho
 
Apesar de a população brasileira acreditar que se alimenta bem, nosso cardápio é muito pobre em vitaminas e minerais. Segundo The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) [1], feito pela USP e pela Unifesp, os brasileiros sofrem com a chamada fome oculta, que é uma carência nutricional não aparente de um ou mais nutrientes em nosso corpo - ou seja, não existem sintomas muito claros para essa deficiência, mas isso pode refletir em diversas doenças com o passar do tempo.
 
Infográfico da Pirâmide Saudável
 
Muitos conhecem a pirâmide alimentar como inspiração para ter uma dieta saudável. Pensando nisso, a Escola de Saúde Pública de Harvard modernizou a pirâmide alimentar, utilizando as melhores e mais recentes evidências científicas disponíveis para oferecer à população uma ferramenta que facilite as escolhas alimentares proporcionando saúde e o bem-estar. Ela foi batizada de Healthy Eating Pyramid (Pirâmide da Alimentação Saudável) e suas recomendações são valiosas para iniciar um novo estilo de vida.
 
Adeus sedentarismo!
Ao contrário da pirâmide alimentar anterior, que tinha em sua base o consumo de carboidratos, o modelo de Harvard apresenta como pilares a prática de exercícios físicos e o controle do peso - recomendações que não existiam no esquema anterior. De acordo com a equipe de Harvard, esses dois elementos são essenciais para o corpo se manter saudável.
 
Segundo os pesquisadores, fazer uma caminhada de 30 minutos em cinco dias da semana basta para manter o corpo ativo. Se você é adepto de uma atividade mais rigorosa, pode fazer 25 minutos de exercício aeróbico, musculação, dança ou um esporte três dias por semana - ou então combinar tudo da forma que preferir. Aqui, é regra é não ficar parado. Além da atividade física, é importante estar sempre dentro do peso ideal e evitar o acúmulo de gordura abdominal, lembrando que o IMC ideal deve estar entre 18,5 e 25 Kg/m², e a circunferência abdominal não deve passar de 102 cm nos homens e 88 cm para as mulheres
 
Legumes, frutas e gorduras boas são priorizadas
 nessa pirâmide
Colorindo o prato
Fontes principalmente de vitaminas, as frutas e legumes são o carro chefe de toda a alimentação balanceada. Eles não só ajudam no emagrecimento, como também ajudam a reduzir a pressão arterial, o risco de doenças cardiovasculares, AVC e até mesmo de alguns tipos de câncer, além de ajudar o intestino a funcionar melhor. Nesse grupo é importante manter a variedade, pois cada tipo de fruta, verdura e legume oferece uma vitamina e mineral diferente. No antigo modelo, esses alimentos ocupavam todo o segundo nível da pirâmide. Algumas dicas para incluir mais alimentos desse grupo na sua dieta é ter sempre uma fruta a mão para os lanches e nunca se esquecer de incluir as verduras e legumes nas suas grandes refeições. Os pesquisadores de Harvard alertam ainda para o fato de que batatas não são a melhor escolha de vegetal, por conter um alto índice glicêmico. Em sua dieta, preencha metade do prato com legumes e frutas.
 
Nem toda gordura é vilã
Enquanto a pirâmide anterior condenava todos os tipos de gordura e as colocava lá no topo do consumo, os pesquisadores de Harvard valorizaram as gorduras mono e poli-insaturadas presentes nos óleos vegetais, sendo a principal o ômega 6. Essas gorduras atuam controlando os níveis de colesterol no sangue e ajudando a proteger o coração de doenças, sendo que a estrela desse grupo é o azeite. Outro nutriente muito importante presente nesse grupo é a vitamina E, que está deficiente em 99,7% dos brasileiros, de acordo com o The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS). Esse nutriente é abundante nos óleos vegetais, ovos e sementes. De acordo com esse modelo, o consumo de óleos vegetais deve ser de 60 g por dia. Uma dica é usá-los para temperar a sua salada ou um sanduíche, tentando ao máximo consumir os óleos crus - isso porque, quando expostos a altas temperaturas, os óleos vegetais sofrem uma alteração em sua composição, podendo se transformar em gordura trans.
 
Cheio de energia!
Esse grupo sim corresponde aos carboidratos, que agora não ocupam um lugar de tanto destaque nessa pirâmide. Outra mudança que podemos perceber nessa atualização está na diferenciação carboidratos simples (farinha branca), e os carboidratos complexos (massas e pães integrais, cereais integrais, etc), sendo que apenas os últimos ocupam esse lugar no novo modelo. Os carboidratos complexos são fontes de fibras e contém nutrientes importantes para mantermos a disposição durante o dia, além de melhorar o trânsito intestinal, controlar o colesterol, fortalecer a imunidade, beneficiar pacientes com diabetes e ainda proteger de doenças cardiovasculares. Os grãos integrais devem constituir um quarto do seu prato.
 
Opte pelas fontes mais saudáveis de proteína
Lanchinho saudável
Nozes, sementes e leguminosas fazem parte desse time. As sementes e leguminosas - como feijão, soja e linhaça - são boas fontes de proteína vegetal e antioxidantes, além de turbinarem o nosso consumo de fibras, cálcio, ferro e zinco. Já as oleaginosas têm nutrientes que ajudam no bom funcionamento do cérebro, como o selênio, e são fontes de gorduras benéficas, principalmente os ômegas 3 e 6. Nesse grupo também entram os derivados da soja, como otofu - que são fontes de proteínas alternativas às carnes.
 
Reduzindo a carne vermelha
A equipe de Harvard priorizou as versões mais magras de carnes, enquanto a pirâmide anterior colocava todas em uma mesma recomendação. Os peixes são ricos em ômega 3, o frango e o peru boas fontes de proteína com baixos índices de gordura saturada. Apesar de demonizados, os ovos estão nesse grupo, por serem uma importante fonte de proteína e um lanche mais nutritivo do que uma carne frita ou um pão de farinha refinada - entretanto, esse alimento tem consumo mais restrito para quem já sofre de doenças cardiovasculares. Um quarto do prato na grande refeição deve conter uma fonte desse grupo.
 
Leite e derivados
Essa turma contém as fontes mais ricas em cálcio da nossa dieta - os laticínios. Apesar de o cálcio ser um nutriente com alto índice de deficiência na população, o consumo desses alimentos deve ser limitado, uma vez que eles podem conter uma grande quantidade de gordura saturada e sódio. E mesmo com o grande consumo desses alimentos, aproximadamente 90% dos brasileiros ingerem quantidades inadequadas de cálcio, chegando a consumir três vezes menos do que o recomendado, de acordo com o BRAZOS. Isso pode acontecer por conta do baixo consumo de alimentos fontes de cálcio e também porque o cálcio não é tão facilmente absorvido por nosso corpo e pelo fato de ele interagir com outras substâncias, como a cafeína, sódio e ferro, que dificultam seu aproveitamento pelo organismo. Se você gosta de laticínios, coma de uma a duas porções por dia e complemente o consumo de cálcio e vitamina D com suplementação. Se você não gosta de produtos lácteos, os multivitamínicos são uma maneira fácil de atender às suas necessidades para estes micronutrientes.
 
Laticínios devem ser consumidos com moderação
Alerta para a gordura saturada
Nele estão a carne vermelha, a carne processada e a manteiga - são o grupo do consumo com moderação. Isso porque eles contêm grande quantidade de gordura saturada e, no caso das carnes processadas, sódio. Comer muita carne vermelha e processada tem sido associado ao aumento do risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer de cólon. Por isso, é melhor evitar carnes processadas e limitar o consumo de carne vermelha a no máximo duas vezes por semana, optando pelas outras fontes de proteínas. No caso da manteiga, ela pode ser substituída pelo azeite de oliva no preparo de alimentos ou pelo creme vegetal para acompanhar o pão integral no café da manhã. 
 
Sinal vermelho!
Pães, arroz e massas brancos, batatas, bebidas açucaradas e doces - esses alimentos dividem o topo da pirâmide com as carnes gordurosas. Por quê? Seu excesso favorece ganho de peso, diabetes, doenças cardiovasculares e outras condições crônicas. Por serem absorvidos muito rapidamente pelo organismo, os carboidratos refinados criam picos de produção de insulina, levando o corpo a ter fome mais rapidamente. Sempre que possível devemos evitar alimentos desse grupo, substituindo por versões integrais, verduras, frutas e legumes. No topo da pirâmide também fica o sal, que deve ser usado com extrema moderação por conta do sódio, que em excesso aumenta o risco de hipertensão. Como esse nutriente já está presente em nossa alimentação nos queijos, carnes processadas e alimentos industrializados, é importante dispensar seu uso ao máximo.
 
Suplemente se necessário
Ingerir um multivitamínico diariamente oferece uma maior segurança nutricional, especialmente quando se inclui alguma dose extra de vitamina D - isso porque o nutriente não é consumido adequadamente por mais de 99% da população, sendo que alguns são ingeridos seis vezes menos que o recomendado, como afirma a pesquisa BRAZOS. Embora um multivitamínico não possa substituta uma alimentação saudável, ele preenche os buracos de nutrientes que não são ingeridos na alimentação diária. Além disso, os alimentos interagem uns com os outros e podem interferir na absorção de alguns nutrientes, diminuindo a biodisponibilidade deles em nosso organismo mesmo quando acreditamos estar ingerindo as quantidades recomendadas. Nesse cenário, os multivitamínicos podem preencher essas lacunas. 
 
Álcool com moderação!
Dezenas de estudos sugerem que ingerir uma porção de bebida alcoólica por dia reduz o risco de doença cardíaca - principalmente o vinho tinto. A moderação é claramente importante, uma vez que o álcool em excesso traz muito prejuízos. Para os homens, um bom ponto de equilíbrio é de um a dois drinques por dia. Para as mulheres, o máximo é uma porção por dia, excluindo a gravidez. Entretanto, esse é um grupo opcional, que pode ou não ser adotado sem interferir na boa nutrição. Também é importante diminuir a frequência de consumo ao chegar na meia idade, afirma os pesquisadores de Harvard, pois a partir desse momento os riscos do consumo de álcool, mesmo com moderação, podem superar os benefícios.
 
Referências
[1] Medeiros Pinheiro et al. Antioxidant intake among brazilian adults - The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS): a cross-sectional study. Nutrition Journal 10:39, 2011;

Pesquisa de orçamentos familiares 2008-2009 : Antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos no Brasil / IBGE, Coordenação deTrabalho e Rendimento. - Rio de Janeiro : IBGE, 2011.150 p.
 
Minha Vida

Maca peruana auxilia no emagrecimento e aumenta a libido

Alimento ainda auxilia no tratamento da anemia e previne a osteoporose
 
Tubérculo originário da Cordilheira dos Andes, a maca peruana - como é mais conhecida no Brasil - é uma planta cujo formato se assemelha a um rabanete. Ao contrário deste, porém, ela costuma ser consumida em pó ou em cápsulas fora de seu país.
 
Fonte de vitaminas, minerais, proteínas, fibras e mais uma incansável lista de outros nutrientes, não demorou para que o alimento começasse a chamar a atenção do público brasileiro.

Com o objetivo de prevenir doenças, auxiliar em tratamentos e até ajudar a perder peso, a maca peruana se tornou a nova queridinha de quem cultiva uma dieta equilibrada.
 
"Ela pode ser encontrada em farmácias e laboratórios de manipulação, mas é um nutricionista, nutrólogo ou outro profissional que irá definir a dose a ser consumida por cada pessoa", aponta o nutricionista Israel Adolfo, especialista em fisiologia pela Unifesp.
 
Confira a seguir seus principais benefícios:

Casal na cama - Foto Getty ImagesEfeito afrodisíaco
Um dos grandes destaques da maca é seu divulgado efeito afrodisíaco. Um estudo publicado no Asian Journal of Andrology e conduzido por um pesquisador da Universidad Peruana Cayetano Heredia, no Peru, observou os efeitos da maca em homens com idades entre 24 e 44 anos durante quatro meses. Os resultados mostraram aumento da quantidade de sêmen, na contagem de espermatozoides e na motilidade espermática. Outras pesquisas destacaram ainda que a ingestão do tubérculo aumentava o desejo sexual e reduzia os níveis de estresse e ansiedade do indivíduo. Acredita-se que o alimento tenha ação sobre o hipotálamo e as glândulas suprarrenais, o que lhe conferiria tais efeitos estimulantes.

Mulher se pesando - Foto Getty ImagesAliada no processo de emagrecimento
"Muitas pessoas consideram carboidratos os grandes vilões do emagrecimento, mas isso não passa de mito", aponta o nutricionista Israel Adolfo. Quem deseja perder peso de forma saudável deve se preocupar com as calorias ingeridas e um plano que alie dieta e exercícios. Assim, embora mais da metade da composição da maca peruana seja de carboidratos (59%), ela pode ajudar quem deseja emagrecer por ser rica em fibras, que aumentam a saciedade, reduzindo o apetite. O profissional reforça, entretanto, que apenas o consumo do alimento sem qualquer mudança de hábito ou acompanhamento não apresentará mudanças significativas. Junto com um plano alimentar, por outro lado, pode se um grande aliado.

Pessoa medindo a glicemia - Foto Getty ImagesAtuante contra o diabetes
Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), a maca peruana pode prevenir o desenvolvimento do diabetes de duas maneiras. "Ela diminui a velocidade da absorção de glicose pelo corpo graças ao alto teor de fibras e também porque inibe a ação de uma enzima que atua no processo de digestão", explica. Isso evita a liberação de grandes quantidades de insulina de uma só vez, o que poderia levar à resistência celular à substância, favorecendo o diabetes.

Coração - Foto Getty ImagesBenéfica para o coração
"A maca peruana contém ômega 3, que protege a saúde cardiovascular graças a seu efeito vasodilatador e regulador do colesterol", afirma a nutricionista Roseli Rossi, especialista em nutrição clínica funcional da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. O ômega 9 nela presente também atua sobre o colesterol, diminuindo o nível total e do colesterol ruim (LDL) e aumentando as taxas do bom colesterol (HDL). Para completar, aminoácidos da maca peruana estão envolvidos no controle de gorduras no sangue e da hipertensão.

Exame de sangue - Foto Getty ImagesAuxiliar no tratamento da anemia
"Em 100 g de maca peruana é possível obter 16.6 mg de ferro, nutriente que em baixas concentrações no organismo pode levar à anemia ferropriva", explica o nutricionista Israel. A necessidade diária do nutriente varia de 11mg a 8mg para homens e de 15mg a 18mg para mulheres, conforme a idade. O ferro é um nutriente fundamental para a síntese de células vermelhas do sangue e para o transporte de oxigênio. Para aumentar a biodisponibilidade do nutriente no organismo, lembre-se de consumi-lo com alguma fonte de vitamina C para ajudar na absorção.

Mulher doente - Foto Getty ImagesReforço para a imunidade
A maca peruana também é conhecida por funcionar como um tônico revigorante. De acordo com a nutricionista Roseli, ela é conhecida como uma planta adaptógena, que como o próprio nome sugere, auxiliam na adaptação a condições adversas do ambiente, aumentando a força e a resistência muscular. "Fitoterapeutas afirmam terem bons resultados na recomendação da maca para tratamento de pacientes com Síndrome da Fadiga Crônica", conta.

Idosos andando de patins - Foto Getty ImagesInimiga da osteoporose
A osteoporose é uma grande preocupação principalmente do público feminino após a menopausa, quando os níveis de estrógeno, hormônio que protege os ossos, diminuem no organismo. "Neste caso, a indicação do uso da maca peruana pode funcionar como uma medida de prevenção da doença, já que 100 g oferecem 150 mg de cálcio", afirma o nutricionista Israel. Para se ter uma ideia do que isso significa, vale lembrar que 100 g de leite oferecem cerca de 100 mg do mineral. A prática regular de exercícios e a exposição solar saudável também são recomendadas para evitar a osteoporose.

Mulher com calor - Foto Getty ImagesCalmante da menopausa
"A maca alivia os sintomas comuns da menopausa, como ondas de calor, sem os efeitos colaterais de tratamentos químico-hormonais disponíveis no mercado", aponta a nutricionista Roseli. A atuação do alimento sobre os níveis hormonais é, até o momento, a melhor hipótese para explicar a relação. Diminuição da fadiga, elevação na libido e barreira contra a desidratação da pele são algumas das características observadas com o consumo do alimento.
 
Minha Vida

Estudo de Havard mostra que pessoas mentem mais na parte da tarde

"As pessoas honestas podem ser as mais suscetíveis às consequências negativas associadas com o efeito moral da manhã"
 
Estudo realizado nas Universidades de Harvard e Utah (Estados Unidos) comprovaram que as pessoas têm mais propensão a mentir e enganar na parte da tarde do que pela manhã.

Estudos anteriores já haviam mostrado que a falta de descanso e a necessidade de tomar muitas decisões podem resultar em um autocontrole mais baixo, condição que pode ser exaustiva o suficientes para aumentar a probabilidade de comportamentos desonestos no fim do dia.

Num primeiro experimento, estudantes universitários foram confrontados com desenhos formados por pontos em telas de computador. O objetivo era que eles identificassem a quantidade de pontos que aparecia do lado esquerdo e direito da tela.

Estes alunos foram recompensados com dinheiro. Se chegassem à conclusão que havia mais pontos do lado direito da tela, ganhariam 10 vezes mais quando identificavam que havia mais pontos no lado esquerdo.

Essa motivação financeira tinha como objetivo fazer com que eles escolhessem o lado "certo" mesmo quando o lado esquerdo tinha claramente mais pontos.

Os estudantes que participaram dos testes entre 08:00 e 12:00 horas tiveram um maior índice de respostas mentirosas em comparação com o grupo que participou entre 12:00 e 18:00 horas. Os pesquisadores chamaram esta condição de "efeito moral da manhã."

Em outro experimento, foram apresentaram fragmentos de palavras aos participantes, incluindo "...RAL" e "E....C.....".

A maior parte dos alunos do grupo da manhã complementaram as palavras como "moral" e "ética", e os da tarde, em sua maioria, como "Coral" e "efeitos".

Outro teste, que que envolveu adultos num levantamento online, os pesquisadores observaram que os participantes da tarde eram mais propensas a relatar a solução de um problema com correspondência de números, que na realidade não tinha solução, em comparação com os participantes da manhã.

As conclusões do estudo mostraram, ainda, que os participantes que tinham menos responsabilidade moral eram mais propensos a enganar tanto na parte da manhã e da tarde. Já os mais honestos tinham esta característica mais reforçada na parte da manhã.

Desta forma, afirmaram que as pessoas honestas são mais suscetível às consequências negativas associadas com o "efeito moral da manhã."
 
Isaude.net

Bebês de Camboriú não estão sendo vacinados, diz denúncia do Conselho Tutelar

Enfermeira da policlínica do Centro foi afastada e sindicância foi aberta pela prefeitura

O Conselho Tutelar de Camboriú protocolou, na tarde de quinta-feira, uma denúncia no Ministério Público (MP) que aponta que crianças da cidade não receberam as vacinas obrigatórias oferecidas pelo SUS. A suspeita é de que os medicamentos estariam sendo trocados por soro ou qualquer outro material. A Secretaria de Saúde do município já abriu uma sindicância para investigar o caso e afastou uma técnica de enfermagem, depois de receber denúncias de pais via ouvidoria da prefeitura.
 
Segundo o conselheiro Valmor Dalago, algumas famílias já procuraram o conselho para denunciar o caso, dizendo que as crianças não sentiam dor na hora da vacina e também ficavam sem marcas.
 
? Em um dos casos, a criança ficou doente e o exame não encontrou os anticorpos, sinal de que não teria sido vacinados, mesmo com a carteirinha em dia ? comenta Dalago.
 
Ele vai pedir ao MP que, caso seja comprovado o problema, as crianças voltem para receber as devidas vacinas. As denúncias apontam que o caso se restringiu apenas à policlínica, que fica no Centro da cidade.
 
Afastamento
A diretora da Vigilância Epidemiológica, Fabiola Rigo da Cruz, confirmou que a prefeitura também recebeu denúncias e avisou que uma profissional já foi afastada no início do mês. Uma sindicância interna foi aberta para apurar se realmente as vacinas não eram aplicadas. O nome da profissional não foi divulgado, mas Fabiola comentou que se trata de uma técnica de enfermagem que entrou pelo processo seletivo.
 
Nós preferimos acreditar na nossa profissional, mas se algo aconteceu, algumas medidas serão tomadas. Ela pode ser desligada e responder um processo administrativo ? comentou.
 
Fabiola disse também que, até agora, não há registro de crianças doentes por falta de vacina. Também não é possível afirmar, ainda, se caso a irregularidade for comprovada, as crianças terão de voltar para serem vacinadas.
 
Se for comprovado, conversaremos com o Ministério da Saúde e a secretaria de Estado para decidir o que fazer ? disse a diretora.
 
Hora de Santa Catarina

Saúde pessoal: avanços nos testes pré-natais

Saúde pessoal: avanços nos testes pré-nataisMais de 30 anos atrás, uma amiga de 37 anos, com uma quarta gravidez não planejada, ouviu de seu obstetra que uma amniocentese era "muito arriscada" e poderia causar um aborto. Ela finalmente deu à luz uma criança severamente afetada pela Síndrome de Down, que poderia ter sido detectada com o exame.
 
Hoje, a história da minha amiga poderia ter tido uma trajetória diferente. Ela teria passado por uma série de testes pré-natal e se os resultados sugerissem um alto risco de Síndrome de Down, uma amniocentese ou uma biópsia do vilo corial (BVC) seriam feitas em busca do diagnóstico. Ela teria tido a opção de interromper a gravidez.
 
No futuro, uma mulher que decida manter a gravidez afetada pela Síndrome de Down receberia tratamento pré-natal para atenuar os danos de desenvolvimento do feto.
 
O diagnóstico pré-natal, hoje parte rotineira do cuidado obstétrico, teve um grande progresso desde meados dos anos 70 e está agora na iminência de outros desenvolvimentos revolucionários.
 
Nas quase quatro décadas desde que a amniocentese tornou-se amplamente aceita, novas técnicas têm melhorado gradualmente a segurança e a precisão de diagnósticos pré-natais. Foram desenvolvidos testes pré-natais para mais de 800 desordens genéticas. E o número de mulheres que precisam passar por uma amniocentese ou por uma BVC caiu drasticamente.
 
O mais novo exame pré-natal, altamente preciso e não-invasivo, é baseado em fragmentos genéticos fetais encontrados no sangue da mãe. Distribuído comercialmente por quatro companhias, esse teste é tão preciso na detecção da Síndrome de Down que poucos, se houver algum, fetos afetados foram ignorados, e muito menos mulheres precisaram passar por testes invasivos para confirmar ou refutar a presença da Síndrome de Down, de acordo com pesquisas em diversos países.
 
O novo teste, feito ao final do primeiro trimestre de gravidez, também pode detectar outras doenças genéticas, como cromossomos 13 ou 18 a mais, e um cromossomo sexual faltando. No entanto, ele ainda não foi aprovado pelo FDA (órgão americano que regula o uso de medicamentos e alimentos), e o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia atualmente o recomenda apenas para mulheres com alto risco de ter um bebê com uma anormalidade cromossômica.
 
Todavia, qualquer mulher pode passar pelo novo teste se o médico recomendar e se ela estiver disposta a pagar pelos custos, de acordo com a Dra. Diana W. Bianchi, neonatologista e geneticista na Escola de Medicina da Universidade Tufts. Bianchi, que atua como membro no conselho de assessoria de uma companhia que vende testes de DNA fetal, disse esperar que esses testes virem rotina para todas as mulheres grávidas porque, além de sua "extraordinária precisão" para detectar Síndrome de Down, eles podem ser feitos antes dos outros testes, e reduzem os custos e o risco de ter complicações.

MSN

Garantia do acesso a medicamentos em debate no Senado

O V Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil será realizado em Brasília, no Interlegis, no dia 7 de novembro. A problemática acerca do acesso da população mais carente aos medicamentos, com ênfase nas doenças crônicas e complexas, será um dos pontos de relevância no evento

O mercado farmacêutico no Brasil vem se expandindo largamente nos últimos anos, sendo considerado um dos setores da economia mais crescentes. O país é o sexto maior mercado de fármacos e medicamentos do mundo e o segmento dos genéricos tem contribuído consideravelmente para esse crescimento. Com 27% de participação no mercado, os fabricantes de genéricos esperam atingir 30% em 2014.
 
Apesar do cenário positivo, a saúde é apontada como um dos graves problemas ainda enfrentados, sobretudo nos casos de tratamentos de doenças crônicas e complexas. Tendo em vista o panorama dos fármacos no país, o Instituto Brasileiro de Ação Responsável realiza, no dia 7 de novembro, o V Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil, que visa debater a problemática do acesso aos fármacos, entre outras questões correlacionadas. O evento será realizado no auditório Antônio Carlos Magalhães do Interlegis, Senado Federal. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site www.acaoresponsavel.org.br.

O fórum traz como tema central a produção e ampliação do acesso aos medicamentos estratégicos, entendendo ser de interesse nacional a promoção de um espaço para elucidar e debater os desafios presentes e futuros para o desenvolvimento e a produção local dos medicamentos considerados de alto valor agregado e fundamentais no sucesso do tratamento de doenças crônicas e complexas. O evento compõe as ações do Programa Ação Responsável, assuntos prioritários da agenda do Governo Federal, constante do PAC e do Programa Mais Saúde.

Serviço: V Fórum Nacional sobre Medicamentos no Brasil

Data: 7 de novembro, quinta-feira, das 9 às 14h

Local: auditório Antônio Carlos Magalhães do Interlegis - Senado Federal (Brasília/DF)

Realização: Instituto Brasileiro de Ação Responsável

Coordenação: Agência de Integração à Saúde, Meio Ambiente e Desenvolvimento

Social do Brasil - Íntegra Brasil - sob coordenação da doutora Edilamar Teixeira

Parceiras: Congresso Nacional; Ministério da Saúde ; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD; Agência Íntegra Brasil e Interlegis

Patrocínio: MSD, Sanofi, Medley e Bayer
 
Inscrições online: www.acaoresponsavel.org.br
 
JorNow

SUS amplia oferta de remédios contra Aids

Apesar de ser apontado como exemplo de sucesso mundo afora, o programa brasileiro de combate ao HIV/Aids ainda impede que uma parcela dos soropositivos tenham acesso aos medicamentos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente quem descobre a doença precocemente. É o caso de Lucas (nome fictício).
 
O estudante carioca, de 27 anos, descobriu que estava contaminado pelo vírus HIV há um ano, logo após o contágio. “Eu tive uma relação desprotegida e fiquei desconfiado. Fiz o teste logo depois e tive a confirmação”, relata ele. Mas a contagem das células de defesa CD4 — que indicam o grau de evolução da doença no organismo — estava em cerca de 700 unidades por milímetro cúbico de sangue. Pelas regras do SUS, os medicamentos antirretrovirais só são oferecidos quando essa taxa fica abaixo de 500/mm³.

Nos próximos meses, porém, o tratamento contra a Aids estará disponível na rede pública logo após o diagnóstico, independentemente do estágio da doença. É o que determina o novo protocolo do Ministério da Saúde, cuja publicação deve sair até o fim deste mês. O ministério estima que a mudança amplie em até 100 mil o número de pacientes com HIV com acesso ao tratamento. Com a publicação do novo protocolo, o Brasil se tornará o terceiro país a ofertar o coquetel de remédios logo após o diagnóstico — prática já adotada na França e nos Estados Unidos.

Também têm direito aos medicamentos os pacientes que apresentam outras doenças relacionadas à Aids, como tuberculose e hepatite, e os casais sorodiscordantes (quando um dos parceiros não tem o vírus). Atualmente, cerca de 313 mil soropositivos são atendidos pela rede pública.

Especialistas ouvidos pelo Estado de Minas aprovam a mudança. “O novo protocolo está de acordo com a pesquisa mais recente sobre o assunto. Quanto mais cedo se inicia o tratamento, melhor”, diz a professora Celeste Aída Oliveira, da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB). Mas ela faz uma ressalva: “Uma vez iniciado o tratamento, é muito importante que a pessoa dê continuidade. A interrupção faz com que a síndrome se torne mais resistente. O tratamento não se restringe a medicamentos”.

Gestores e especialistas da área são unânimes: é fundamental ampliar o número de testes, para que o tratamento seja iniciado ainda nos primeiros estágios da doença. “Hoje, 28% dos pacientes no Brasil iniciam o tratamento com a contagem de CD4 abaixo de 200/mm³, numa situação bem complicada. É necessário ampliar a oferta e a divulgação da testagem. É isso que garantirá que a estratégia tenha sucesso”, avalia a médica sanitarista Maria Clara Gianna, que coordena o Programa Estadual de DST/Aids de São Paulo.

Ludymilla Anderson Santiago trabalha há três anos no projeto Quero Fazer, que oferece testes instantâneos de HIV para populações de risco no Distrito Federal. Ela confirma: ainda há entraves para quem quer fazer o teste. “Especialmente no caso das pessoas mais vulneráveis, existe uma dificuldade para fazer o exame no SUS. Seja pelo horário, seja pelo medo de sofrer preconceito”, comenta. O governo informou que no ano passado disponibilizou 3,7 milhões de testes rápidos de HIV e que conta com uma rede de 345 centros de testagem e aconselhamento (CTA).

Memória
A revolução do coquetel

A evolução dos medicamentos antirretrovirais acompanhou, nos últimos 30 anos, os avanços sobre a compreensão da Aids e do vírus HIV. Apesar de os primeiros casos da síndrome terem surgido no fim dos anos 1970, a doença só foi identificada em 1982.

Em 1984, cientistas confirmaram que o HIV era o causador da doença, o que abriu caminho para as primeiras pesquisas de medicamentos. Em 1987, surgiu o primeiro remédio capaz de conter a multiplicação do HIV: a zidovudina, ou AZT.

O AZT foi também o primeiro antirretroviral a ser distribuído gratuitamente pelo SUS, a partir de 1991. Desde então, eles se diversificaram e passaram a ser combinados nos chamados coquetéis, quando medicamentos com funções diferentes são usados em conjunto.

Estado de Minas

Evento foca rastreabilidade de medicamentos em São Paulo

No próximo dia 8 de novembro, a Sunnyvale reúne especialistas em soluções de hardware e software para a indústria farmacêutica, além de representante do Sindusfarma, para levar informação aos profissionais dos laboratórios farmacêuticos sobre adequações à normativa da Anvisa

A Sunnyvale realiza o evento Rastreabilidade na Indústria Farmacêutica, no próximo dia 8 de novembro, em sua sede em São Paulo. Na oportunidade estarão presentes o gerente de Boas Práticas e Auditorias Farmacêuticas, do Sindusfarma, Jair Calixto, o diretor da T2 Software, Rodrigo Klein, e o especialista em Termo Ink Jet da Domino Printing, Phillip Parkins.

O Wagner Gennari, gerente da divisão de codificação industrial da Sunnyvale. objetivo é reunir representantes dos laboratórios farmacêuticos para que eles tenham maior conhecimento sobre o tema e o que será preciso fazer para adequar as linhas de produção dentro deste novo cenário de acordo com a lei 11.903/09. “Por isto juntamos especialistas da área de TI, de hardware e de soluções para a indústria farmacêutica, assim como um representante da Domino Printing, que vem da Inglaterra especialmente para este evento, além da importante presença de Jair Calixto do Sindusfarma”, explica

A tecnologia a ser adotada para a captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados necessários ao rastreamento de medicamentos no Brasil será o de código de barras bidimensional (Datamatrix). A Sunnyvale apresentará equipamentos que integram as tecnologias necessárias para uma solução completa para codificação de embalagens primárias, secundárias e terciárias.

As codificadoras Domino com as tecnologias Thermal Ink Jet, Laser e Termo-transferência atendem os requisitos exigidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a impressão do código bidimensional nas embalagens de medicamentos. São equipamentos em conformidade com o CFR 21 part 11 e GAMP 5, normas específicas que garantem validação dos processos e que definem as boas práticas para a indústria farmacêutica. “Também é importante citar que as codificadoras imprimem o Datamatrix com Grade A, uma especificação da GS1 (Associação Brasileira de Automação), que é responsável pelo desenvolvimento e aplicação de padrões globais de identificação”, acrescenta Wagner Gennari.
 
LogWeb

Vírus 'primo' do HIV é suprimido em macacos

H-C
Cientistas fizeram o teste com anticorpos em macacos rhesus
Boston, EUA. Injetar partes de anticorpos em um indivíduo com o vírus da Aids poderia ser uma forma de ajudar a combater o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) no futuro, apontam dois novos estudos publicados na revista "Nature" da semana passada.
 
Cientistas fizeram esse teste em macacos rhesus, que tiveram seus níveis do Vírus da Imunodeficiência Símia (SIV), "primo" do HIV, reduzidos significativamente. A tática também poderia contribuir para destruir o vírus da Aids em seus "esconderijos" dentro do corpo, algo que os medicamentos atuais ainda não conseguem fazer.
 
Os macacos não foram "curados", mas o tratamento aparentemente melhorou o sistema imunológico dos bichos o suficiente para manter o vírus sob controle. Dois outros macacos que tinham os maiores níveis de SIV ao começarem a receber cuidados tiveram a quantidade de vírus reduzida.
 
Em setembro, cientistas dos EUA afirmaram ter descoberto uma vacina capaz de controlar a resposta imunológica em macacos contra o SIV. As informações foram publicadas na "Nature".
 
São Paulo. O Estado de São Paulo registrou o menor índice de mortalidade por Aids da história. A divulgação foi feita ontem, em comemoração aos 30 anos do Programa Estadual DST/Aids-SP.
 
Levantamento do programa aponta que em 2012 foram registrados 2.760 óbitos no Estado, o que representa uma taxa de mortalidade de 6,6 por 100 mil habitantes. Em 1995 foram 7.739 óbitos, com taxa de mortalidade de 22,9.
 
Segundo a Secretaria de Saúde, foi constatado que a sobrevida dos pacientes é cada vez maior e de melhor qualidade. A secretaria afirma que continuará investindo no diagnóstico precoce da infecção pelo HIV.
 
O Tempo - BH

Por que os médicos odeiam os prontuários eletrônicos

Teriam os incentivos à adoção apenas impulsionado as vendas de muitos softwares vagabundos?
 
Talvez essa seja uma pergunta cuja resposta é “claro que não!” para aqueles que trabalham com saúde ou TI em saúde, mas muitos médicos realmente odeiam o software de registro eletrônico de saúde (electronic health records, ou EHR).
 
Tendo sido recentemente encarregado de escrever sobre o assunto após ter coberto apenas ocasionalmente o segmento de TI para saúde, fiquei surpreso quanto ao quão unanimemente insatisfeitos estão a maioria dos médicos com relação à usabilidade do software, que eles enxergam como atraso, e não melhoria, da produtividade. Tenho certeza que há exceções, médicos mais entusiastas com a tecnologia ou que usam softwares de melhor qualidade, ou um pouco dos dois. Mas ao começar uma conversa sobre o quão horrível os softwares de registro médico são, a papo durará um tempo.
 
Eis no que estou me baseando. Tendo passado os últimos meses escrevendo sobre cursos online abertos de massa (massive open online courses, ou MOOCs) para a área de educação, fiquei feliz ao descobrir um curso na Coursera [empresa americana de tecnologia educacional] sobre Health Informatics in the Cloud (informática de saúde na nuvem) começando bem a tempo de obter mais informações sobre minha empreitada em saúde.
 
Fiquei feliz ao saber que o instrutor, o médico Mark L. Braunstein, da Georgia Tech [Instituto de Tecnologia da Geórgia], contribuirá como colunista da InformationWeek. Braunstein passou a maior parte da carreira na área de TI para saúde, então acredito ser justo dizer que ele realmente acredita no potencial e na necessidade da digitalização de informações médicas. Entretanto, quando fui em busca das discussões em fóruns do curso, encontrei um tópico intitulado “Health IT Doesn’t Fix Problems – Good Health IT Does” (TI em saúde não acaba com os problemas – Boa TI em Saúde sim).
 
Um dos meus colegas de curso era um pediatra chamado Dave Denton, e ele dizia não ter encontrado muita TI para saúde de qualidade. “Uso inúmeros EHRs em minha clínica e hospital”, escreveu Denton, que é médico na cidade de Portneuf, estado de Idaho. “Nenhum deles possibilita a transmissão de dados entre os sistemas. Todos estão sobrecarregados com gráficos e interfaces de usuário pobres que tornam difícil a visualização de dados do paciente de forma que faça sentido ou que ajude na assistência. Na verdade é muito mais difícil prestar atendimento a pacientes em Unidades de Terapia Intensiva com sistemas hospitalares novos. O sistema também tende a esconder os dados pertinentes ao dispersá-los no programa e mostrar todos os tipos de dados auxiliares, contadores de tempo e observações formatadas que são inseridas para garantir a codificação adequada, mas que só atrapalham a visualização do que é realmente importante. Cometi inúmeros erros por não conseguir achar a informação correta no prontuário porque estava enterrada nas observações. Encontrar o que é importante tornou-se uma caçada ao tesouro”.
 
Em outra postagem falando sobre o workflow disfuncional imposto pelo software, ele acrescentou: “Não sou um dos médicos resistentes às mudanças e à implementação do HER. Essa tecnologia pode acrescentar muito valor à medicina. Sou o porta-voz do comitê de sistema de informações no nosso hospital que luta para fazer as coisas funcionarem, mas frustrado com a baixa qualidade de produtos que entraram no mercado abruptamente, forçados por deadlines surreais”.
 
Em suas postagens e em uma entrevista em que falou sobre o mesmo tema, ele deixou claro que percebe potencial na TI de Saúde, mesmo estando até o momento muito desapontado com a realidade. Ao mesmo tempo em que me informava sobre as ideias de Denton no fórum do curso, uma conversa negativa similar apareceu, vinda do grupo HIMSS do LinkedIn, sob o título “Can we turn EHR dissatisfaction around?” (Podemos reverter o descontentamento com o EHR?) – conversa iniciada por Jennifer Bresnick, editora da Xtelligent Media.
 
A resposta para a maioria (e não todos) os médicos e funcionários da área de saúde que estavam na discussão foi, essencialmente, não, não acontecerá enquanto houver tanta disparidade entre o software, a saúde funcional e a forma como as pessoas da área trabalham. Claramente, as agências do governo são escravas dos fornecedores de software. De outra forma, por que estariam obrigando o uso com tanto empenho?
 
Reclamação típica: “Como a área de TI tem mais poder do que as pessoas que verdadeiramente cuidam dos pacientes? A resposta é que a área de TI cobra por hora, enquanto os médicos trabalham mais por menos dinheiro, isso é, acrescentam duas horas a mais de trabalho por dia sem compensação adicional. Se pedirmos para a área de TI fazer o trabalho pesado, teremos que pagá-los”. Não quero citar nomes sem permissão, mas outro comentarista, identificado como um diretor médico para um grupo de saúde, apontou que qualquer medicação ou dispositivo médico teria que ser aprovado pela FDA em testes antes de ser adotado em um hospital, enquanto o software EHR “impacta na qualidade do atendimento e a expectativa de aprimorá-lo ‘durante o trabalho’ gera atrasos no atendimento, complicações e morte. Um conselho: se você ou sua família precisar ir ao um hospital, fique com o paciente, porque as enfermeiras estarão nos computadores”.
 
Fora do mundo virtual, ouvi comentários similares no grupo Toastmasters de um amigo que é um médico de pronto socorro. Treinando para um discurso que daria em uma organização de saúde na qual trabalha, deu quase tanta ênfase na queda da produtividade por causa dos registros eletrônicos (e os horrores que virão com a expansão dos números e códigos ICD-10 para lembrar) quanto aos aspectos do estrangulamento de recursos do Obamacare.
 
Nas duas discussões online que citei, há pessoas da área de tecnologia defendendo as boas intenções da área de TI. Eles propõem soluções como um software melhor orientado para separar recursos generalizados das exigências de uma instituição específica, ou melhor uso do reconhecimento de voz ou transcrições para evitar que os médicos tenham que inserir tantos dados. Mas mesmo aqueles que argumentam que um bom EHR é possível tendem a reconhecer que muitos dos softwares atuais são ruins. Ouvi o mesmo de fornecedores de EHR quando falam sobre os produtos da concorrência.
 
Até o momento, os únicos médicos que ouvi elogiar os EHRs são os que dão referências para os fornecedores de software. (Vale lembrar, sou novo na área, então há tempo para mudanças a respeito disso.)
 
Seria fácil diminuir as reclamações dos médicos e enfermeiros dando ênfase à história do gerenciamento, onde as pessoas reclamam de tudo com que não estão acostumadas. Provedores de saúde não são a primeira força de trabalho a reclamar da mudança do papel para os computadores, com pedidos de que mudem seus hábitos de trabalho para ficar de acordo pelo workflow ditado pelos softwares. Os trabalhadores que reclamaram do advento do automação ou se adaptaram ou encontraram outro emprego, e, uma vez que está tudo em ordem, a automação tem uma eficiência indiscutível. Eventualmente, o EHR pode realizar todas as promessas de eficiência e segurança do paciente. Mas foi um erro apressá-lo?
 
Os partidários de Obama também podem ficar tentados a verem uma crítica antiObama, já que este é um elemento de sua reforma de saúde, juntamente com as mudanças nas regras de seguro saúde. Mas é sentimento muito amplo para ser menosprezado.
 
Por telefone, Denton reiterou que vê “um grande potencial de benefício” para a TI de Saúde. O problema: “Muito disso foi empurrado à força por causa do uso significativo”.
 
Quer dizer, antes do governo federal introduzir seu sistema de incentivos imediatos para implementação do EHR, combinado com as eventuais penalidades pela falta de uso, seu hospital estava começando a introduzir a tecnologia, mas devagar. “Estava acontecendo aos poucos porque os produtos não eram muito utilizáveis”, disse. O HITECH Act, estabelecendo os objetivos do uso significativo, foi registrado como lei em 2009 como parte das medidas de estímulo econômico, apesar de poder ser visto como um acompanhamento da reforma de saúde O Affordable Care Act veio em seguida, em 2010. De repente, a implementação do EHR virou algo que tinha que ser feita, estando o software pronto ou não.
 
Se não fosse pela intervenção governamental, a tecnologia teria sido introduzida de forma mais lenta e cuidadosa, com tempo para correções, ele acredita.
 
Enquanto isso, o uso significativo “desviou parte do desenvolvimento” voltando-se para tornar os produtos de EHR melhores, explicou Denton. Ou isso é parte de sua teoria sobre as coisas terem dado tão errado. Em vez de trabalhar em melhorias na interface de usuário, fornecedores desviaram seus esforços para satisfazer as exigências do governo para ter seus produtos certificados como apoiadores do uso significativo, ele suspeita.
 
Uma das justificativas para a implementação da TI em saúde é que ela deveria reduzir os erros médicos causados pela papelada desorganizada e as prescrições ilegíveis. Mais uma vez, Denton diz “o potencial para isso existir é um sistema bem-projetado”, mas o software genérico que tenta suprir toda a população e especialidade médica pode ter o efeito exatamente contrário, ele disse. Truques em interface de usuário com o objetivo de melhorar a produtividade pode levar a erros.
 
A autocomplet search (pesquisa de autocompletar) quando uma palavra começa a ser digitada e aparece uma sugestão para o médico, a partir das primeiras letras, de uma medicação, pode tornar a escolha de um remédio na lista que está abaixo do que era o intencional. Como resultado, ele já viu remédios de doenças cardíacas prescrito no lugar de um remédio para dor, por exemplo. “Então ele apresenta novas erros potenciais”. Mesmo quando o software está tentando se livrar de potenciais erros, por exemplo, ao detectar possíveis interações medicamentosas, é “realmente fácil se cansar de todos os pop-ups” e não prestar mais atenção.
 
Seu hospital usa um produto McKesson, Paradigm, e gastou bastante dinheiro com ele e provavelmente não mudará. Então, como chefe do comitê que fiscaliza a área de TI, o papel de Denton é buscar maneiras de melhorar a implementação do produto. Ainda assim, mesmo o EHR e os sistemas relacionados do hospital supostamente estarem em conformidade com a HL-7, não compartilham dados e eles ainda lutam para produzir os documentos de “continuidade de atendimento” que os provedores de saúde supostamente têm que conseguir compartilhar de forma online no novo mundo de TI digital.
 
“Mesmo na nossa própria clínica, nos sentimos presos”, Denton acrescentou. Sua clínica pediátrica teve que abrir mão do primeiro EHR com base na nuvem porque era simplesmente inútil.
Adicionando ainda mais problemas, ele teve que pagar 10.000 dólares em multa por quebra de contrato e exportação de seus dados. Parte do acordo continha ordem de sigilo, então ele não pode revelar a empresa de software, apesar de ter revelado que “não é uma das grandes”. A partir daí ele passou a usar a OfficePracticum, mas também não parece tão entusiasmado.
 
Uma das razões para seu desapontamento é que quando na época de sua residência no Intermountain Healthcare, nos anos 90, ele trabalhou com um sistema personalizado de registro eletrônico de saúde construído para seu hospital e ficou impressionado. Apesar de não ter todos os recursos dos EHRs de hoje “funcionava de uma maneira que permitia realmente uma melhor realização de seu trabalho. Mas era próprio deles, e passaram anos e anos o desenvolvendo”.
 
Em contraste, os softwares EHR comerciais têm que ser genéricos suficientes para funcionar em muitos hospitais e com todas as especialidades. O resultado é um projeto comprometido que não atende realmente bem as necessidades de ninguém, explicou Denton.
 
Assim, Denton chegou ao curso de informática Coursera querendo estudar como toda essa tecnologia deve funcionar. Tive que perguntar se ele acha que nosso professor, Dr. Braunstein, estava descrevendo um mundo diferente em TI de Saúde do que aquele no qual ele está trabalhando.
 
“Acredito que esse mundo exista”, Denton afirmou. Parece havar lugar nos Estados Unidos, provavelmente hospitais acadêmicos com as fontes para invesitir no aperfeiçoamento de TI, onde resultados positivos do compartilhamento do EHR e informações de saúde entre provedores é uma realidade. Mas o efeito do uso significativo tem o fodo em espalhar a tecnologia através do país em comunidades que não têm essas fontes. “É provavelmente o caso de tentativa de fazer muita coisa ao mesmo tempo”, ele finalizou.
 
* Por David F. Carr, da InformationWeek Healthcare USA
** Tradução por Alba Milena, especial para o InformationWeek Brasil
 
SaudeWeb

Padilha anuncia incentivos 50% maiores para santas casas

Incentivos pagos por atendimentos de média e alta complexidade subirão de 25% para 50%. Santas casas e filantrópicas respondem por 41% das internações no SUS
 
O Ministério da Saúde anunciou na quinta-feira (31) medidas de fortalecimento para as santas casas e hospitais filantrópicos do País, responsáveis por 41% das internações do Sistema Único de Saúde (SUS). O governo quer ampliar o atendimento de pacientes do SUS nessas instituições.
 
Será ampliado de 25% para 50% o incentivo pago às santas casas e entidades filantrópicas pelos atendimentos de média e alta complexidade, como exames e cirurgias. O incentivo é um bônus pago sobre o valor total do procedimento médico. O bônus vai direcionar R$ 1,7 bilhão para as instituições em 2014.
 
“Isso é recurso para as santas casas fazerem mais cirurgias, mais exames, fazer aquela internação de que o município mais precisa e, com isso, reduzir as filas, dar apoio à atenção básica de saúde e à média complexidade nos municípios”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
 
Atualmente, as dívidas tributárias das entidades totalizam R$ 15 bilhões. Uma das medidas detalhadas é a que possibilita o parcelamento da dívida de tributos federais devidos à Receita Federal e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. As dívidas somam R$ 5,4 bilhões e poderão ser quitadas em até 15 anos.
 
Todos os 5,6 mil estabelecimentos de saúde que prestam serviço ao SUS poderão aderir à medida de parcelamento de dívidas, desde que apresentem um plano de estabilidade financeira e aumentem em 5% a oferta de atendimento da rede pública. Segundo o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, a partir de novembro serão recebidas propostas para plano de recuperação e, no início de 2014, será finalizada a negociação.
 
A concessão e renovação dos títulos de filantropia às unidades hospitalares também foi facilitada. A validade da certificação foi prorrogada de três para cinco anos. Para a renovação, o ministério considerará a média de atendimentos pelo SUS realizados nos últimos três anos e não apenas a produção do último ano, como era feito. Assim, se a entidade não cumpriu o percentual mínimo de atendimento no último ano, mas ultrapassou nos demais, consegue efetivar a renovação.
 
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que foi publicada nesta sexta-feira (1°), no Diário Oficial, uma portaria para determinar que, quando o ministério repassar recursos para as santas casas por meio dos fundos Municipal e Estadual de Saúde e o pagamento não for efetuado às entidades em cinco dias, o ministério poderá suspender a transferência e repassar o recurso por outro meio.
 
Recepção
Em comunicado, o diretor-presidente da Fehosp (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo), Edson Rogatti, elogiou o anúncio do governo federal. “As Santas Casas e entidades beneficentes tem agora uma grande oportunidade nas mãos”, disse a gerente técnica da entidade, Maria Fátima da Conceição.
 
Para os representantes do setor, agora há a possibilidade de regularizar os débitos tributários, reclamação constante das instituições – que dizem não ter dívidas de impostos, mas sim de financiamentos bancários. “Temos muitas dificuldades ainda pela frente, mas com esse incentivo os obstáculos devem ser mais facilmente superados”, concluiu Rogatti.
 
* com Agência Brasil
 
SaudeWeb

Dilma sanciona lei que livra operadoras de dívida bilionária

Cobrança do PIS/Cofins era motivo de disputa entre empresas e Receita Federal. Texto também concede anistia tributária por 15 anos a 2,1 mil santas casas
 
Foi sancionada com vetos nesta sexta-feira (25), pela presidente Dilma Rousseff, a Lei 12.873, derivada da Medida Provisória (MP) 619. Entre os diversos temas tratados inicialmente pela matéria – como a ampliação da capacidade de armazenagem de grãos e estímulo à agricultura familiar no País – foram incluídos itens importantes para área de saúde, incluindo inciso que livra as administradoras de planos de saúde de uma cobrança bilionária do PIS/Cofins.
 
A dívida era motivo de disputa entre a Receita Federal e os planos de saúde. Estes últimos buscavam excluir da base de cálculo do tributo os custos assistenciais das operadoras com clientes, incluindo despesas com hospitais e com funcionários, entre outros. Com a aprovação da Lei, a disputa deve pender para as operadoras.
 
Além do perdão do passivo tributário, a base de incidência de tributos devidos pelas operadoras foi reduzida em 80%. No entanto, o texto eleva em 1% a alíquota da Cofins que incide sobre o faturamento das empresas, que agora será de 4%.
 
A Lei também criou o Programa de Fortalecimento das Entidades Filantrópicas e sem fins lucrativos, que anistia 2,1 mil Santas Casas de Misericórdia do País que se tornarem adimplentes nos próximos 15 anos.
 
* com informações do jornal O Estado de S. Paulo

Médico brasileiro transmite cirurgia usando o Google Glass

Foto: Divulgação
Primeira experiência do tipo conduzida no Brasil - Hospital São Camilo de Salto, em São Paulo - utilizou dispositivo para orientar cirurgia a distância e aumentar recursos de cirurgiões
 
Um médico do Hospital São Camilo, de Salto, no interior de São Paulo, foi o primeiro no Brasil a utilizar o Google Glass – óculos inteligentes do Google – para transmitir uma cirurgia em tempo real, via web. Miguel Pedroso utilizou o acessório durante uma laparoscopia colectomia direita, procedimento para a retirada parcial do cólon (porção do intestino grosso), realizada no último dia 25 de outubro.
 
A consultoria especializada Onoffre Consulting e o Instituto Lubeck, especialista em ensino e pesquisa de cirurgias laparoscópicas, foram parcerias do hospital para a experiência. Pedroso usou o equipamento para duas simulações. Na primeira, transmitiu vídeos do procedimento cirúrgico para uma sala de aula, sendo orientado pelo cirurgião Mauro Pinho, que orientava o procedimento à distância – sendo observado pelos alunos do Lubeck.
 
Na segunda, Pedroso assistiu no próprio Glass vídeos pré-gravados de instrução para laparoscopias. Os vídeos didáticos buscam orientar um médico com pouca experiência neste tipo de procedimento, dando-lhe mais segurança. Para Pedroso, o uso do acessório significa uma “nova era” para a telemedicina.
 
Em seu canal no YouTube, a Onoffre Consulting publicou um vídeo com detalhes da experiência.
 
Veja abaixo:
 

 
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ANS lança campanha para informar compradores de planos

Agência Nacional de Saúde Suplementar quer que consumidor entenda critérios de precificação de planos. Meta é reduzir índices de reclamações
 
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lança esta semana uma campanha nacional para o consumo consciente de planos de saúde privados.
 
O objetivo é divulgar os critérios para facilitar a vida do consumidor na hora de contratar um plano e prevenir armadilhas, bem como reduzir o número de queixas nos Procons.
 
A meta da agência é atingir quase 50 milhões de usuários no País.
 
A ANS produziu um vídeo explicativo [veja abaixo] e publicou em seu site na internet um material de divulgação, que pode ser baixado aqui.
 
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Concurso SES - RS 2013 oferece 1.500 vagas

A Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul (SES - RS) disponibilizou o regulamento do concurso público nº. 01/2013, que se destina ao provimento de cargos efetivos do seu quadro de pessoal. Os candidatos serão selecionados através da aplicação de provas teórico-objetivas, sob a coordenação técnico-administrativa da FUNDATEC. 
 
No total, a oferta é de 1.500 vagas distribuídas entre funções de Nível Superior - Especialista em Saúde (Administrador, Analista de Sistemas, Analista de Políticas e Sistemas de Saúde, Arquiteto, Arquivista, Assessor Jurídico, Assistente Social, Analista em Políticas Públicas, Bibliotecário, Biólogo, Contador, Economista, Enfermeiro, Engenheiros de diversas especialidades, Estatístico, Farmacêutico, Físico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Jornalista, Médicos de várias áreas, Nutricionista, Odontólogo, Pedagogo, Psicólogo, Químico, Recreacionista, Relações Públicas, Sanitarista, Sociólogo e Terapeuta Ocupacional), Nível Técnico - Técnico em Saúde (Técnico em Edificações, Técnico em Enfermagem, Técnico em Informática, Técnico em Radiologia, Técnico em Vigilância em Saúde) e funções de Nível Médio - Assistente em Saúde.
O maior salário oferecido é de R$ 6.234,14.

As inscrições foram prorrogadas e podem ser feitas até o dia 25 de novembro de 2013,  somente pela internet, na página da FUNDATEC (www.fundatec.org.br), link referente ao concurso da Secretaria da Saúde do RS – 2013. A taxa de inscrição poderá ser de R$ 137,19 para as funções de nível superior e R$ 60,17 para as funções de nível médio/técnico.
 
As provas para todas as funções serão realizadas nas cidades de Porto Alegre, Pelotas, Santa Maria, Caxias do Sul, Passo Fundo, Bagé, Cachoeira do Sul, Cruz Alta, Alegrete, Erechim, Santo Ângelo, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa, Palmeira das Missões, Lajeado, Ijuí, Osório e Frederico Westphalen.
 
O edital contendo informações referentes à realização das provas teórico-objetivas (data, hora e locais) será disponibilizado no dia 17 de janeiro de 2014. A previsão é de que essas provas sejam aplicadas no dia 26 de janeiro de 2014, em dois turnos, conforme a função pretendida, com divulgação dos gabaritos no dia seguinte.
 
 Veja o edital completo e todos os outros documentos do concurso no site da FUNDATEC.

Prefeitura de Campinas - SP lança edital de processo seletivo

A Prefeitura de Campinas, no estado de São Paulo, publicou edital de processo seletivo n° 006/2013, destinado ao provimento de 42 vagas para Médico Clínico Geral e Pediatria. Todos os contratos serão firmados em regime celetista, com duração de um ano, prorrogável por igual período.

A remuneração oferecida poderá ser de R$ 2.059,89, R$ 4.119,80 ou R$ 6.179,75, dependendo da carga horária do profissional contratado (12, 24 ou 36 horas semanais). Também serão pagos: prêmio de produtividade de R$ 1.300,00 a R$ 3.900,00, bem como Adicional de Atendimento Emergencial, no valor de 2,5% do salário inicial de carreira (referente à jornada de 36 horas semanais) por plantão de 12 horas, Auxílio Refeição, no valor de R$ 590,00 para jornadas acima de 20 horas semanais; e Auxílio Transporte.

As inscrições seguem abertas até o dia 5 de novembro de 2013, pelo site www.campinas.sp.gov.br, sem cobrança de taxa de participação.
 
A escolha dos profissionais será por meio de pontuação dos títulos apresentados. A classificação preliminar dos candidatos habilitados no certame será publicada em Diário Oficial do Município, podendo ser consultado através do endereço eletrônico www.campinas.sp.gov.br/diario-oficial. A data prevista para esta publicação é 08 de novembro de 2013.

Prefeitura de Domingos Martins - ES realiza processo seletivo

A Prefeitura de Domingos Martins, no estado do Espírito Santo, lançou edital de processo seletivo nº 004/2013, destinado ao provimento de 06 vagas, além de formação de cadastro reserva, para contratação profissionais de níveis médio e superior. Os salários variam de R$ 914,90 a R$ 2.342,80.
As oportunidades serão preenchidas nos cargos de Assistente Social, Psicólogo, Procurador Municipal, Auxiliar Administrativo e Auxiliar de Educação Social.
 
Os interessados deverão fazer suas inscrições nos dias 4 e 5 de novembro de 2013, na Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, situada na Travessa Xavier, s/nº, Centro, Domingos Martins - ES. O horário de atendimento ocorrerá das 8h30 às 11h e das 13h30 às 16h.
 
Os candidatos que tiverem suas inscrições deferidas serão submetidos à verificação dos documentos entregues; dinâmica em grupo e/ou Entrevista; e Entrevista Individual, previstas para serem realizadas nos dias 18 e 19 de novembro de 2013.
 
O certame terá validade de 12 meses, a partir da data da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por até igual período, a critério do Município.

Prefeitura de Apiacá - ES promove processo seletivo

A Prefeitura de Apiacá, no estado do Espírito Santo, divulgou edital n° 001/2013 de processo seletivo. A meta é a contratação temporária de servidores de níveis fundamental, médio e superior, por salário de até R$ 6.000,00. Os contratados cumprirão jornada de trabalho entre 10 e 40 horas semanais.

Cargos
Assistente Social, Bioquímico, Dentista, Enfermeiro, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico (Cardiologista, Clínico Geral, Ginecologista, Ortopedista, Otorrinolaringologista, Pediatra, Psiquiatra e Urologista), Nutricionista, Odontólogo, Psicólogo, Assistente Social, Contador, Engenheiro Civil, Veterinário, Procurador Jurídico, Técnico (Agrícola, Contábil, Enfermagem, Informática e Segurança do Trabalho), Agente de Fiscalização, Auxiliar Administrativo, Técnico Administrativo, Agente Comunitário de Saúde, Agente de Endemias, Atendente de Consultório Dentário, Motorista e Operador de Máquina.

Inscrição
As inscrições serão efetuadas das 14h00min do dia 7 de novembro até às 23h59min do dia 5 de dezembro de 2013, no site www.idecan.org.br. A taxa de inscrição custa R$ 30,00, R$ 40,00 ou R$ 60,00, dependendo do nível exigido pelo cargo pretendido.

Prova
O processo seletivo será constituído de prova objetiva e prática (somente para os cargos de Motorista e Operador de Máquina).

As provas objetivas serão aplicadas na cidade Apiacá/ES, com data prevista para o dia 12 de janeiro de 2014, das 09h às 12h e das 14h30min às 17h30min, em local a ser divulgado a partir do dia 06 de janeiro de 2014 no site www.idecan.org.br. Os gabaritos oficiais preliminares serão divulgados a partir das 16h00min do dia subsequente ao da realização das provas objetivas.

Validade
O processo seletivo será válido por 1 ano, contados da data de sua homologação, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período.

Concurso RBTRANS 2013

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco (RBTRANS), no estado do Acre, promove o concurso público nº. 001/2013, executado pela Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt - FUNCAB. A finalidade do certame é o preenchimento de 50 vagas, mais cadastro reserva, em cargos de níveis fundamental, médio e superior
 
Os profissionais efetivados exercerão suas atividades na administração pública indireta do município de Rio Branco, fazendo jus a remuneração que varia de R$ 695,74 a R$ 1.776,34.

Cargos e inscrições
As oportunidades se distribuem entre os cargos de Motorista, Agente (Administrativo, Campo, Trânsito e Transporte) e Analista (Administrativo, Educação, Informática, Jurídico, Técnico em Trânsito - Arquitetura/Engenharia Civil, Técnico em Transporte – Arquitetura/Engenharia Civil). 
 
As inscrições serão realizadas no período entre 1º e 24 de novembro de 2013, através do site www.funcab.org, onde também é possível acessar o edital completo e demais atualizações.
 
Para os candidatos que não têm acesso à internet, será disponibilizado, no Posto de Atendimento - Sede Social do Rio Branco Futebol Clube – Av. Getúlio Vargas, nº 82, Centro, CEP: 69.900-060. Rio Branco/AC, das 9h às 12h e das 13h às 17h,  de segunda a sexta-feira (exceto feriados).
 
A taxa de inscrição é de R$ 42,00 (ensino fundamental), R$ 66,00 (ensino médio) e R$ 78,00 (ensino superior).
 
Provas
O certame será composto de prova objetiva para todos os cargos, teste de aptidão física (Agente de Campo, Agente de Trânsito e Agente de Transporte) e discursiva (Analista Jurídico). As provas objetivas e discursivas estão previstas para 08 de dezembro de 2013, em locais e horários a serem divulgados a partir do dia 02 de dezembro de 2013, pela FUNCAB.
 
O gabarito oficial será disponibilizado a partir das 12 horas do 2º dia útil após a data de realização da prova (10/12/2013).
 
O teste de aptidão física será realizado provavelmente nos dias 11 e/ou 12 de janeiro de 2014, em local e horário a serem informados.
 
O prazo de validade do concurso público será de dois anos, a contar da data da publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma vez, por igual período.

Prefeitura de São José dos Pinhais - PR anuncia processo seletivo

A Prefeitura de São José dos Pinhais, no estado do Paraná, abriu edital de processo seletivo nº. 166/2013, com a intenção de ocupar 97 vagas temporárias para Médicos no Hospital e Maternidade Municipal São José dos Pinhais, Hospital Municipal Dr. Attilio Talamini, UPA Rui Barbosa, Unidades 24h (Afonso Pena e Borda do Campo) e SAMU. A remuneração é de R$ 60,00 p/hora trabalhada e a  jornada de trabalho será de 12, 24 e 36h semanais.

As oportunidades são para Médico de Clínica Geral, Clínica Médica, Neurocirurgião, Ortopedista, Ginecologista e Obstetra, Pediatra, Psiquiatra, UTI Geral, Anestesista e Infectologista. Para exercer essas funções, os candidatos devem ter curso superior de Medicina, especialização e registro no Conselho Regional de Medicina.
 
Às pessoas com deficiência, serão reservados 5% do número total de vagas providas durante a validade do presente teste seletivo, desde que as atribuições do cargo sejam compatíveis com a deficiência.

Os interessados deverão fazer suas inscrições até às 23h59 do dia 14 de novembro de 2013, por meio do endereço eletrônico www.sjp.pr.gov.br.

A seleção constará de prova escrita objetiva de conhecimentos gerais em medicina e específicos, de caráter eliminatório e classificatório, tendo duração total de 04h, incluindo nesse tempo a marcação da folha de respostas. A avaliação será aplicada provavelmente em 23 de novembro de 2013, com início às 14h, em local a ser informado através de edital disponibilizado no endereço eletrônico www.sjp.pr.gov.br.

O gabarito preliminar contendo o resultado oficial das questões, antes dos recursos, será divulgado no portal www.sjp.pr.gov.br e publicado no diário oficial do Município – Jornal Correio Paranaense no dia 26 de novembro de 2013 e em edital na Secretaria Municipal de Saúde.

A contração dos candidatos classificados para o certame será realizada pelo período de 01 ano, prorrogável por igual período.

Prefeitura de São Pedro do Butiá - RS abre vaga para Médico

A Prefeitura de São Pedro do Butiá, no Estado do Rio Grande do Sul, lançou extrato do edital nº. 003/2013 para a realização de processo seletivo. O certame oferece 01 vaga para Médico de Atenção Básica, a ser avaliado por meio de análise de currículo.
 
As inscrições serão recebidas no período entre 11 e 19 de novembro de 2013, das 08:00 às 11:30 e 13:30 às 16:00, na Prefeitura Municipal, situada na Av. Júlio Schwengber, nº 1645, Centro, São Pedro do Butiá/RS.
 
A contratação do aprovado será por prazo determinado de 01 ano, podendo ser prorrogado por igual período de 01 ano.
 
O extrato do edital encontra-se publicado na Imprensa Oficial do Rio Grande do Sul, de 31 de outubro de 2013, pág. 61.

Concurso Prefeitura de Viamão - RS

A Prefeitura de Viamão, no estado do Rio Grande do Sul, através da empresa Fundatec, abriu edital de concurso público n°01/2013, com objetivo de preencher 107 vagas voltadas para cargos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações variam de R$ 10,18 a hora até R$ 1.506,26 mensais, por jornadas de trabalho de 20 a 40 horas por semana.

Cargos
- Nível Fundamental: Motorista e Operador de Máquina Pesada;
 
- Nível Médio/Técnico: Desenhista Projetista, Fiscal de Meio Ambiente, Inspetor Sanitário e Topógrafo;
 
- Nível Superior: Analista de Sistemas, Arquiteto, Engenheiro Civil, Engenheiro Florestal, Engenheiro Químico, Geógrafo, Geólogo, Professor de Educação Artística, Professor de Educação Infantil, Professor de Geografia, Professor de História, Professor de Língua Moderna - Inglês, Professor de Língua Moderna - Espanhol e Turismólogo.

Inscrições e Taxas
Os interessados deverão fazer suas inscrições através do site www.fundatec.org.br, até o dia 27 de novembro de 2013. A taxa de inscrição é de R$ 38,31 para todos os níveis.

Provas e Gabaritos
Todos os inscritos passarão por prova teórico-objetiva, que será plicada provavelmente no dia 12 de janeiro de 2014. Entre os dias 15 e 16 de janeiro de 2014 haverá prova de títulos para Professores e em 23 de fevereiro de 2014 será realizada a prova prática para as funções de Motorista e Operador de Máquina Pesada.
 
A publicação dos programas e bibliografias está prevista para 5 de novembro de 2013.

O gabarito preliminar será divulgado na data prevista de 13 de janeiro de 2013.

Validade
O certame valerá por 02 anos, a contar da homologação, com possibilidade de ser prorrogado pelo mesmo período.