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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz 2016!


Obrigado por ter nos acompanhado 
em 2015!
Que todos tenhamos paz e saúde e que possamos refletir muito sobre o mundo que queremos daqui para frente!

" A mudança que desejas ver no mundo, deve começar em você!
Mahatma Gandhi

As dificuldades dos idosos que tomam muitos remédios

Pílulas demais em horários diversos confundem usuários

“Imagine que seu médico prescreveu esses remédios”, disseram os pesquisadores a pessoas com idades entre 55 e 74 anos que estavam participando de uma experiência em vários centros de saúde de Chicago. “Por favor me mostre quando você tomaria esses medicamentos ao longo de um dia.” Depois de ler as instruções em sete bulas de pílulas, foi pedido que os participantes as dividissem em uma caixinha de remédios com 24 espaços, um para cada hora do dia.

O ideal é que os sete remédios fossem divididos em apenas duas doses por dia. Mas só 15% dos 464 participantes pensaram nessa possibilidade. O mais comum foi a decisão de tomar as pílulas seis vezes por dia; um terço organizou os medicamentos em sete doses diárias. Dois dos remédios tinham instruções idênticas, mas um terço dos participantes não percebeu que eles poderiam ser tomados juntos.

Quase 80% não entenderam que poderiam tomar duas pílulas juntas se uma bula dizia “a cada 12 horas” e outra “duas vezes por dia” – mesmo que, nesse contexto, elas significassem a mesma coisa.

“Aprendemos de novo como é desafiador manter uma rotina de medicamentos”, conta Michael Wolf, epidemiologista da Escola de Medicina Feinberg na Universidade Northwestern, que liderou a experiência.

A adesão aos remédios, uma ampla preocupação de saúde pública, é um problema especial para pessoas mais velhas. Eles tomam mais remédios do que os pacientes mais novos – não é incomum que tenham sete receitas. Ainda assim os estudos têm mostrado repetidamente que “quanto mais vezes por dia você tem que usar remédios, menor a sua adesão”, explica Wolf. Quando os pacientes não conseguem pensar em um plano que funcione, ou se ater a um, pode haver consequências ruins.

O remédio X parece não fazer efeito, levando o médico a prescrever também o Y quando o problema real é que o paciente não entendeu a dose ou não está tomando o suficiente de X. Ou um paciente mais velho simplesmente desiste de uma rotina complexa de remédios e fica sem medicamentos ou com menos do que o necessário, arriscando-se a cair severamente doente.

Confusão potencial
“Eu vejo isso todos os dias em minha prática clínica. Existe uma possibilidade tremenda de confusão”, diz o doutor William Hall, geriatra que dirige o Centro para o Bem Estar da Vida da Universidade de Rochester em Nova York. Vamos deixar claro que algumas das razões pelas quais os idosos tomam seus remédios de maneira errada são difíceis de resolver. Os custos, por exemplo. No caso de cidadãos dos EUA, apesar de o Medicare e o Obamacare resolverem parte do problema, alguns idosos não conseguem pagar por seus remédios com a frequência necessária.

Ou pior: “Talvez você não compre os remédios porque o farmacêutico diz que não está no seu formulário do Medicare e você terá que pagar do seu bolso”, explica Tood Semla, farmacêutico e ex-presidente da Sociedade Americana de Geriatria. Problemas cognitivos, claro, também afetam a habilidade dos pacientes mais velhos de lidar com seus medicamentos. Os idosos podem deliberadamente parar de tomar remédios quando não gostam dos efeitos colaterais. Mas os lapsos com os medicamentos também acontecem por problemas que, em um mundo mais racional, deveriam ser muito simples de resolver. Os pesquisadores e reformadores descobriram maneiras fáceis.

– O calendário universal dos medicamentos: em lugar de pedir aos pacientes para decifrar bulas complexas (algumas usam abreviações em latim, como TID para três vezes ao dia), elas deveriam ter quatro padrões de tempo – de manhã, ao meio-dia, de noite, na hora de dormir – para tomar os remédios. Quase todos os medicamentos podem seguir esse calendário, que ajuda os pacientes a agrupar as pílulas para que não seja necessário tomar as doses frequentemente, pular algumas ou desistir totalmente.

Em uma conferência do Instituto Nacional de Saúde no mês passado, Wolf e seus colegas relataram um teste (ainda não publicado) envolvendo 845 pacientes no norte da Virgínia. Aqueles que receberam a chamada bula focada no paciente usando o calendário universal – em letras grandes – erraram significativamente menos na hora de usar seus remédios. As melhoras mais notáveis aconteceram entre pacientes com maior risco de não adesão aos remédios: os menos escolarizados e com rotinas complexas.

A Califórnia começou a pedir (não exigir) que se use o calendário universal – junto com bulas mais simples e com letras grandes – em 2011, apesar da resistência da indústria de medicamentos. Mas até agora nenhum outro estado fez o mesmo.

Alterações cosméticas
Uma aparência consistente: pessoas mais velhas geralmente usam o tamanho, o formato e a cor das pílulas para lembrar o que tomar e quanto. Mas como as farmácias constantemente negociam preços mais baratos em medicamentos genéricos e frequentemente trocam de fornecedores, a aparência das pílulas muda muito.

Em um estudo com mais de 11 mil pessoas que saíram de hospitais depois de um ataque cardíaco e a quem foram prescritos remédios cardiovasculares, por exemplo, 29% tomaram pílulas que mudaram de formato ou cor durante o primeiro ano. Os pacientes precisam tomar esses remédios por anos, então facilmente irão se deparar com essas alterações.

“O primeiro ano depois de um infarto do miocárdio é um período na vida da pessoa em que a adesão aos remédios é extremamente importante”, explica Aaron Kesselheim, interno e pesquisador de políticas de saúde do Hospital Brigham and Women em Boston e principal autor do estudo.

Essas alterações cosméticas levam a problemas. Enquanto a maioria dos pacientes permaneceu com suas rotinas, aqueles cujas pílulas mudaram de cor eram 34% mais propensos a parar de tomá-las, comparados com um grupo de controle. Quando as pílulas mudavam de formato, os pacientes tinham um risco 66% maior de abandoná-las.

Kesselheim e sua equipe sugerem que a FDA exija que os fabricantes façam remédios genéricos iguais em cor e formato àqueles com nomes de marca que substituem. Em junho o FDA produziu um guia de recomendações não obrigatórias, afirmando que as mudanças em tamanho (não mencionava cor) poderiam afetar a maneira como as pessoas seguiam a rotina. “Achamos que não foi amplo o suficiente.

As coisas se movem lentamente”, afirma Kesselheim, cuja equipe está desenvolvendo outro estudo que podem fazer com que o FDA tome mais ações. Enquanto espera por melhorias que poderiam ajudar os idosos a lidar com suas rotinas de remédios, alguns se aproveitam de um programa gratuito disponível por meio do Medicare.

A Terapia de Gerenciamento de Medicamento, oferecida por seguros privados que cobrem os remédios, vai rever as prescrições, as doses, os custos e outras questões para os idosos que possuem várias condições crônicas e tomam muitos medicamentos. Isso poderia ajudá-los a se manter na rotina. Ainda assim, deveria ser mais fácil fazer isso. “O incrível é que ninguém faz direito”, diz Hall.

O Globo

Justiça Federal decide que enfermeiros não podem exercer atividade de farmacêuticos

Ação civil pública foi proposta pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul

Nenhum órgão público ou privado no país pode designar enfermeiros para exercer atividades de farmacêuticos. A decisão é da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que confirmou sentença em ação proposta pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (Coren/RS), mas vale para todo o país. A ação civil pública foi ajuizada para impedir que o município de Uruguaiana (RS) de colocar profissionais de enfermagem para fazer a dispensação de medicamentos em unidades de saúde locais.

A ação foi proposta após a fiscalização constatar que profissionais de enfermagem estavam praticando a atividade. A dispensação é o ato de fornecer um ou mais medicamentos a um paciente, normalmente como resposta à apresentação de uma receita elaborada por médico ou dentista.

A tarefa costuma ser realizada em farmácias e é vedada ao profissional de enfermagem, de acordo com a Lei 7.492/86. A 2ª Vara Federal de Uruguaiana concedeu liminar em maio de 2014, determinando a imediata suspensão da prática sob pena de multa diária de R$ 800.

A decisão foi confirmada no julgamento de mérito do caso, levando a prefeitura a recorrer ao tribunal. O Município corrigiu a irregularidade e tentou desistir da ação após a concessão da liminar, requerendo a extinção do processo sem resolução do mérito.

Entretanto, a desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, responsável pela relatoria do processo no TRF-4, reforçou em seu voto os argumentos da sentença. Para ela, o fato de o réu, por força da liminar, ter comprovadamente retirado da enfermagem o papel de dispensação de medicamentos não conduz à extinção do processo sem julgamento de mérito.

Conforme a decisão de primeiro grau, “a prática daquela conduta pelo profissional ligado à área de enfermagem consubstancia, na prática, desrespeito aos termos da Lei 3.820/60 e da Lei 5.991/73, diplomas que estabelecem que tal atividade é privativa dos profissionais farmacêuticos”. A decisão foi unânime.

Arroto pode ser sintoma de refluxo ou gastrite

Saiba quando a eructação deixa de ser normal e busque ajuda médica

Dr. Leonardo Peixoto

GASTROENTEROLOGIA - CRM 780553/RJ

A eructação, mais comumente chamada de arroto, é o ato de expulsar o ar do estômago ou esôfago através da boca e, habitualmente, é um processo fisiológico. Em toda deglutição, junto à saliva, bebida ou comida, entra uma pequena quantidade de ar no trato digestivo. Ocorre geralmente como uma resposta à distensão gástrica após as refeições. Esta distensão leva a um relaxamento transitório do esfíncter inferior do esôfago (o músculo que ao ficar contraído impede o refluxo do conteúdo do estômago para o esôfago), permitindo que o ar vá para o esôfago e então seja expulso pela boca. Dessa forma, evita-se a passagem de quantidade excessiva de ar para o intestino.

A eructação só é considerada uma doença quando se torna muito frequente e incomoda o paciente. A principal causa de eructação excessiva é a eructação supragástrica, na qual o ar, que é puxado para o esôfago pela contração do diafragma e relaxamento do esfíncter esofagiano superior, é imediatamente liberado, sem chegar ao estômago. Geralmente está associado a fatores como ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo, bulimia e outras alterações do sistema nervoso central.

Outra causa comum de eructação é a doença do refluxo gastroesofágico, além de síndrome dispéptica, doença ulcerosa péptica, gastroparesia, gastrite, esofagite, neopalsia e acalásia, mas nesses casos habitualmente a eructação é apenas um entre vários sintomas apresentados. A presença de emagrecimento, pirose, dor abdominal, vômitos, regurgitação, febre e anemia são sinais de alerta para doenças orgânicas e indicam a necessidade de avaliação por um médico.

O tratamento da eructação supragástrica envolve reconhecer o problema e, em casos selecionados, ser avaliado por psiquiatra ou psicólogo. Por fim, um médico deve ser consultado se a eructação for muito frequente e causar incômodo ou se houver a presença dos sinais de alarme descritos acima.

A prevenção é feita evitando tabagismo, estresse emocional, bebidas gaseificadas, chicletes, balas e alimentos de difícil digestão, que retardem o esvaziamento gástrico, ou que relaxem o esfíncter esofagiano inferior, como alimentos gordurosos, menta e chocolate. As refeições devem ser feitas com calma e sem conversar.

Minha Vida

Como identificar os primeiros sinais de demência?

O mal de Alzheimer tem se tornado uma doença cada vez mais comum em idosos. Só no Brasil, estimativas indicam que existem pelo menos 1,2 milhão de pessoas vivendo com esse problema. No mundo, são mais de 35 milhões, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde

Cerca de 1,2 milhões de brasileiros sofrem do Mal de Alzheimer

Considerado o tipo mais frequente de demência, ele pode ser reconhecido por pequenos sinais já nos primeiros estágios – o que ajudaria muito no tratamento para retardar o avanço da doença. O problema é que muitas vezes as pessoas demoram para procurar ajuda porque ignoram ou desconhecem os sintomas.

Uma pesquisa realizada entre 4 mil pessoas no Reino Unido pela YouGov revelou que a maioria das pessoas ainda se confunde com os sinais de demência. Por exemplo, 39% dos entrevistados acredita que entrar em um lugar e esquecer o que foi fazer lá pode ser um sinal de demência – e, na verdade, isso pode acontecer com qualquer pessoa. Para quem tem a doença, esquecer o motivo pelo qual entrou na sala não é o problema, mas sim não reconhecer aquela sala.

A Sociedade do Alzheimer aproveitou o período de festas de fim de ano, em que as famílias costumam se reunir, e divulgou quais são os principais "sintomas" possíveis de serem identificados quando uma pessoa começa a sofrer esse e outros tipos de demência – segundo a instituição, há um considerável aumento de pessoas buscando informações sobre isso nessa época do ano.

Saiba aqui quais são os principais sinais:

Repetições
Enquanto a maioria acredita que esquecer nomes de conhecidos repetidamente pode ser um sinal de demência, poucos sabem que repetir as mesmas frase por várias vezes também pode ser um indício.

Gaguejar ou pronunciar palavras de forma errada são outros sinais que merecem atenção.

Mudança de humor
O risco de demência aumenta com a idade – cerca de um em cada seis idosos acima de 80 anos sofrem com o problema. Mas ela pode começar na meia-idade.

Dianne Wilkinson, de 57 anos, recebeu o diagnóstico relativamente cedo.

"Sempre fui uma pessoa super positiva, então achei estranho quando comecei a me sentir mais devagar e 'para baixo'. Mas eu achava que isso era apenas uma fase. Não achava que poderia ser um sinal de demência", afirmou.

Esquecimentos corriqueiros
"Depois de alguns meses, alguns familiares me incentivaram a ir ao médico. Mas foi depois do meu diagnóstico que as pessoas começaram a me falar que tinham notado mudanças no meu comportamento, como repetir as coisas várias vezes, não lembrar onde eu tinha colocado algumas coisas e confundir os dias da semana", contou Wilkinson, que também não havia percebido esses "esquecimentos" corriqueiros.

Ela diz que se sentiu aliviada após o diagnóstico. "Senti um alívio porque agora eu sei que a demência é a explicação para meu comportamento estranho."

"É muito importante que as pessoas busquem ajuda rapidamente, assim que notarem sinais, porque aí elas conseguirão entender o que está acontecendo e poderão buscar ajuda para poderem viver da melhor maneira possível", aconselhou.

Tratamento
Por tudo isso, Jeremy Hughes, CEO da Sociedade do Alzheimer, reforçou a importância de se identificar os sinais de demência para poder tratar o problema o quanto antes.

"Sabemos que demência é uma das doenças mais temidas para muitos e não há dúvidas de que ela pode ter um grande impacto para quem tem o problema e também para a família e os amigos", disse.

"Por isso, é importante que a gente esclareça essa confusão sobre o que são e o que não são sinais de demência para que as pessoas fiquem mais confiantes para conversar com seus familiares que estão sofrendo esses sintomas, para que eles possam buscar ajuda o mais rápido possível."

"A demência pode quebrar as conexões que você tem com as pessoas que ama, mas nós temos inúmeros tratamentos que podem ajudar a brecá-la ou a diminuir seus danos."

Alzheimer é doença degenerativa e causa perda gradual e irreversível dos neurônios

Sinais de demência

Procure ajuda médica se sua perda de memória está afetando sua vida diária e especialmente se você:

- Tem dificuldades para lembrar coisas recentes, mas consegue se lembrar facilmente do que aconteceu no passado

- Acha difícil acompanhar conversas ou programas de TV

- Esquece nomes de amigos bem próximos ou de objetos que você usa todos os dias

- Não consegue lembrar as coisas que ouviu ou leu

- Frequentemente perde o fio do que está dizendo

- Tem problemas de pensamento e raciocínio

- Se sente ansioso, depressivo ou com raiva

- Se sente confuso até quando está em um ambiente conhecido ou se perde em caminhos que faz frequentemente

- Descobre que pessoas começaram a notar ou a comentar sobre sua perda de memória

BBC Brasil

Anvisa suspende medicamento falsificado

A Anvisa determinou a apreensão e inutilização do medicamento Hormotrop 12 Ul, pó liófilo injetável, lote CC40492, com validade até abril de 2017

A determinação também é válida para o Diluente Bacteriostático da fórmula, lote 091196587.

O Laboratório Químico Farmacêutico Bergamo Ltda, detentor do registro dos produtos, desconhece a existência do lote citado, o que caracteriza a falsificação do medicamento.

A Resolução 3.553/2015 foi publicada nesta quarta-feira (30/12), no Diário Oficial da União (DOU).

ANVISA

Anvisa suspende pomada sem registro

A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, comercialização, divulgação e uso da pomada analgésica Doresmil

O fabricante da formulação é desconhecido e o produto não tem registo na Agência.

Assim, a Anvisa determinou a apreensão e a inutilização do produto citado.

A Resolução 3.552/2015 foi publicada nesta quarta-feira (30/12), no Diário Oficial da União (DOU).

Foto: Reprodução

ANVISA

Anvisa suspende medicamento irregular

A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, comercialização, divulgação e uso do produto Anavar (Oxondrolona), 20 mg, identificado como distribuído pela empresa DNA Labs

O produto não possui registro na Agência.

A determinação ocorreu após a Policia Civil do Distrito Federal (PC-DF) constatar a venda irregular do produto.

Agência determinou a apreensão e a inutilização das unidades existentes no mercado.

A Resolução 3.551/2015 foi publicada nesta quarta-feira (30/12), no Diário Oficial da União (DOU).

ANVISA

Anvisa suspende produtos desconhecido que alega redução de apetite

A Anvisa determinou a suspensão da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto Natu Diet

A propaganda do composto, que não tem registro na Agência, era veiculada nos sites www.comprenatudiet e www.comprenatudiet.com.br, com alegações terapêuticas de redução de apetite, aceleração do metabolismo, eliminação de gordura localizada e efeito diurético.

Não há qualquer identificação do fabricante no rótulo do produto, nem nos endereços eletrônicos em que a fórmula era comercializada.

A Resolução 3.549/2015 foi publicada nesta quarta-feira (30/12), no Diário Oficial da União (DOU).

Foto: Reprodução

ANVISA