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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Emagrecer rápido pode comprometer a saúde da coluna

Foto: Reprodução
A perda da massa muscular abdominal deixa a coluna mais suscetível a lesões
 
Restringir a dieta e optar por alimentos menos calóricos é uma medida tomada por muitas pessoas que desejam obter o emagrecimento em curto período. Muitas vezes o cardápio é combinado ainda com inibidores de apetite, laxantes e diuréticos para conseguir chegar ao peso pretendido. O problema é que essas atitudes podem contribuir para o conhecido efeito sanfona e comprometer a saúde da coluna.
 
Segundo o fisioterapeuta Dr. Helder Montenegro, especialista em coluna vertebral, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRC) e sócio fundador da Sociedade Brasileira de Fisioterapia Esportiva (Sobrafe), ao eliminar peso de forma rápida a pessoa perde massa muscular, quando na verdade o objetivo deveria ser a queima de gordura. Com isso, deixa a coluna mais suscetível a lesões.
 
— A flacidez abdominal decorrente da perda de peso em curto prazo deixa a coluna cervical desprotegida. E, devido à falta de força dos músculos abdominais, as costas não recebem o aporte necessário para a sua sustentação, o que favorece uma modificação do centro de gravidade corporal, gerando uma sobrecarga na lombar. Isso leva a um desgaste das articulações e pode gerar artrose ou hérnia de disco — descreve o especialista em coluna vertebral.
 
O fisioterapeuta explica que quando os músculos perdem o tônus, ou seja, perdem a sua rigidez, eles se retraem e ficam menores.
 
— Outra consequência da aquisição de regimes restritivos é que eles contribuem para a perda de cálcio e porosidade do osso, deixando a coluna vertebral propícia a traumas. Por este motivo, o ideal é buscar ajuda de um especialista antes de recorrer a qualquer tipo de dieta — explica o Dr. Montenegro.
 
Além da coluna, as articulações do corpo também padecem com a carga da força da gravidade. Sendo que as dos membros inferiores são as mais prejudicadas, entre elas, as articulações do quadril e dos joelhos.
 
— O recomendado é fortalecer a musculatura da barriga. Para isso, mantenha a região abdominal contraída durante a realização de exercícios físicos, já que essa musculatura serve para realizar alguns movimentos de tronco, segurar as vísceras abdominais e, obviamente, para estabilizar a coluna enquanto a pelve e os membros se movem — descreve o fisioterapeuta.
 
Confira outras medidas preventivas:
 
- Ao amarrar os sapatos, sente-se e cruze as pernas.
 
- Ao transportar objetos muito pesados evite flexionar a coluna. O indicado é dobrar os joelhos e usar a força das pernas para empurrar ou levantar o artefato.
 
- No trabalho, mantenha uma boa postura ao sentar. Para isso, utilize cadeiras com encosto e coloque os pés apoiados em um suporte para pés, que ajuda a evitar sobrecarga na coluna.
 
- Tenha uma alimentação balanceada e evite o sobrepeso.
 
- Realize atividades físicas, pois elas ajudam a fortalecer a região lombar.

Zero Hora

Falta de desejo sexual já atinge quase 49% das mulheres

Foto: Reprodução
Alterações hormonais, doenças e fatores psicológicos estão entre as causas mais frequentes
 
Muitas mulheres desconhecem que a disfunção sexual feminina está associada à falta de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, lubrificação insuficiente, incapacidade de atingir o orgasmo ou dor durante a atividade sexual. Sem saber o motivo, elas se culpam por não conseguir sentir prazer durante a relação com o parceiro, sentem vergonha e não procuram ajuda.
 
Pesquisa recente realizada pela Secretaria de Saúde de São Paulo no Centro de Referência e Especialização em Sexologia (Cresex) do hospital estadual Pérola Byington, apontou que a falta ou diminuição do desejo sexual afeta 48,5% das mulheres.
 
Dezoito por cento das pacientes relataram dificuldade em alcançar o orgasmo, 9,2% sofriam de dispareunia (dor intensa durante a relação sexual) e 6,9%, possuíam inadequação sexual (níveis diferentes de desejo em relação ao parceiro). Somente 13% tiveram causas predominantemente orgânicas, como alterações hormonais ou problemas originados por alguma doença.
 
Segundo a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, fatores psicológicos e físicos podem influenciar na diminuição do desejo sexual feminino.
 
As causas são variadas, desde depressão e doença crônica até efeitos colaterais de medicamentos podem alterar a libido da mulher— afirma Erica.
 
O estresse no trabalho, trânsito e o cansaço podem fazer com que o sexo não seja realmente aproveitado. O que as mulheres esquecem é que as relações sexuais são ótimos calmantes, além de relaxar e ser um momento importante para melhorar o vínculo do casal.
 
A ginecologista listou algumas das causas físicas e psicológicas responsáveis por essa falta de desejo:
 
- Problemas de saúde: infecções vaginais, inflamação do colo do útero , diabetes, depressão, alterações da tireóide e deficiência hormonal podem afetar o desejo sexual.
 
- Álcool e drogas: em excesso, podem diminuir a libido.
 
- Medicamentos: anticoncepcionais, antidepressivos, antibióticos, anticonvulsivantes, anti-hipertensivos também interferem no problema.
 
- Problemas psicológicos como estresse pelo excesso de trabalho e tarefas em casa, bem como ansiedade, depressão, baixa auto-estima e eventual histórico de abuso sexual inibem a libido.
 
É importante ressaltar que muitas vezes a disfunção feminina ocorre devido à disfunção masculina, como ejaculação precoce, disfunção erétil e até mesmo inabilidade do parceiro.
 
Tratamento
— Se a causa for psicológica, a paciente deve iniciar uma terapia comportamental cognitiva com um profissional para tratar a disfunção. Caso seja orgânica, o tratamento pode ser medicamentoso— explica a médica.
 
O tratamento ideal pode requerer consultas multidisciplinares com ginecologistas e profissionais com experiência em sexualidade humana, psicólogo e fisioterapeuta.
 
Uma boa dica para recuperar o desejo é relaxar, reservar um tempo para jantar, ir ao cinema e aproveitar a vida a dois, deixando o cansaço e outros problemas que possam afetar o casal fora da cama.

Zero Hora

Brasil também tem adeptos do movimento antivacina

AP
Excesso de vacinas e possíveis efeitos colaterais preocupam pais
Excesso de vacinas e possíveis efeitos colaterais preocupam pais
 
Se nos Estados Unidos, pais que são contra vacinas fazem até festa para as crianças pegarem catapora, aqui no Brasil esse movimento é mais tímido, e o debate se dá muitas vezes em grupos de discussão online.
 
Excesso de vacinas, desconfiança com suas possíveis reações colaterais e pressão da indústria farmacêutica são alguns dos motivos que levam muitos pais e mães no país a decidirem não vacinar o filho.
 
Esse movimento antivacina entrou no radar do governo, quando uma pesquisa encomendada pelo ministério da Saúde detectou que a média da vacinação no Brasil era de 81,4%, enquanto que na classe A era de 76,3%.
  
Para Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, "essa queda no estrato mais alto se dá justamente porque alguns pais não vacinam, o que é um problema grave".
 
Ele cita casos de sarampo que surgiram em 2011, na Vila Madalena (zona oeste de São Paulo), que começaram com uma criança não vacinada por opção da família e que atingiram bebê menores de um ano, já que somente após essa idade é indicada a vacina.
 
— É preciso pensar na imunidade coletiva ou doenças já erradicas podem voltar. A criança bem nutrida pode não sofrer com a doença, mas, sim, ser a ponte para o filho da doméstica ou do porteiro sofra com ela.
 
Consequências
A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) vê como 'irresponsável' essa decisão de não dar as doses às crianças, segundo um de seus membros, o infectologista e pediatra Arondo Prohmann de Carvalho.
 
— Orientados de maneira errônea esses pais põem em risco não apenas a própria criança, mas toda a população.
 
Ele lembra que mesmo doenças consideradas simples, como catapora e sarampo, podem ter consequências graves em crianças que já sofrem com problemas como doenças pulmonares.
 
No entanto, para o pediatra e neonatologista Carlos Eduardo Corrêa, "é preciso não tornar o consultório uma questão de saúde pública."
 
— Sarampo, em criança bem nutrida não fica grave. Há o pacto social, mas isso é um elemento a mais na discussão, não te obriga a dar todas as vacinas.
 
O médico defende que sejam dadas as vacinas do calendário do governo.
 
'Pressão mercantil'
Para a terapeuta floral V., que tem dois filhos, a decisão de aplicar ou não as injeções acabou pendendo que fica longe das vacinas.
 
— Meus filhos só tomaram as primeiras doses, depois decidimos não dar mais. Já fui muito criticada, principalmente quando eles eram menores, mas ignoro. Nem conto para a minha família. Acredito que com tantas vacinas, estamos criando gerações de imunidade cada vez pior, criando um sistema imunológico burro.
 
Segundo a terapeuta, a decisão vai na linha do princípio de vida da família.
 
— Eu e meu marido temos como princípio não ter medo de doença. Acreditamos que ao ter uma alimentação adequada, hábitos mais saudáveis, estamos promovendo a saúde, que é o contrário da doença. E nunca tivemos provas do contrário. Meus filhos são saudáveis e lidam tranquilamente com as gripes e viroses eventuais.
 
Ela diz não ser contra a vacina, mas, sim, contra a obrigatoriedade de se vacinar e critica o que chama de "pressão mercantil", que faz com que pais deem cada vez mais vacinas e reforços nos filhos.
 
Se informar
A profissional do turismo P., de São Paulo, diz que mudou de opinião sobre as vacinas à medida que a segunda filha foi crescendo e que foi obtendo mais informações sobre o tema, especialmente na internet.
 
— Comecei a questionar tantas vacinas quando a pediatra disse para eu não dar a vacina de rotavírus, porque ela era um medicamento muito recente, que ainda não havia sido muito estudado.
 
Ela defende pesquisar sobre vacinação ao invés de apenas acatar as determinações de saúde pública.
 
— É preciso pesquisar os elementos das vacinas, esclarecer os prós e contras. O bom de viver na nossa época é justamente encontrar muita informação disponível.
 
P. deu as vacinas obrigatórias iniciais nas filhas, mas que não dá mais os reforços, a de gripe (influenza) e não pretende dar na filha a vacina de HPV, que o governo faz campanha atualmente.
 
Vacinas espaçadas
A opção de não dar as vacinas que não são obrigatórias pelo calendário do governo - caso da varicela (catapora) e da gripe, encontra respaldo na visão de alguns pediatras.
 
Segundo o pediatra e geneticista Jordão Corrêa, "o programa de vacinação da Secretaria da Saúde é correto e suficiente. Mas tenho restrições contra as vacinas fora do calendário".
 
— Tenho horror à vacina da gripe, vejo muita pneumonia depois de pacientes serem vacinados.
 
Também acho um problema a contra catapora, que pode dar reação, produzindo a mesma bolha da doença só que menos intensidade.
 
O pediatra, que recomenda que seus pacientes sejam vacinados com as doses obrigatórias, conta que já teve pacientes contrários a todos os tipos de vacinas.
 
— Não concordo. Acho que essas pessoas deviam, por exemplo, ver os pacientes de pólio internados. É uma doença horrível.
 
No entanto, ele vê problemas na concentração de muitas vacinas nos três primeiros meses da criança.
 
— É muita vacina para um bebê. São muitos elementos agressores de uma vez só. Prefiro espaçar um pouco essas doses ao longo dos meses. Se for criança saudável, sem doença crônica, não tem problema. É só não ficar indo em shopping, supermercado, igreja lotada.
 
BBC Brasil / R7

'Festas da catapora' são populares nos EUA

AFP
Alguns pais creem que vacinas têm efeitos graves, apesar de não haver
comprovação científica
Para muitos pais, expor os filhos à doença é menos arriscado do que optar pela vacina
 
Comuns até meados dos anos 1990, antes da introdução da vacina, as chamadas 'Festas da Catapora' continuam a ganhar adeptos nos EUA.
 
Auxiliados pela internet, pais de todos os cantos do país trocam informações sobre como colocar seus filhos em contato com crianças infectadas pelo vírus causador da catapora — ou varicela (Varicela-Zóster).
 
O objetivo é tentar fazer com que os filhos contraiam uma doença que, acreditam, se manifesta de forma bem mais branda em crianças do que em adultos, e fiquem assim imunizados para o resto da vida.
 
Para muitos pais, expor os filhos à doença 'naturalmente' é menos arriscado do que optar pela vacina.
"Somos um grupo nacional de pais unidos no apoio ao vírus da catapora na infância em vez da vacina", diz a apresentação da página Pox Party USA, no Facebook.
 
Na página, uma das várias dedicadas ao tema na rede social, integrantes trocam dicas sobre as 'Festas da Catapora' mais próximas de onde moram e debatem prós e contras da vacina e de contrair a doença.
 
"Este é um grupo para indivíduos/famílias que, por diversos motivos pessoais, preferem a exposição natural à catapora do que a vacina contra a varicela", afirma outro grupo, Chicken Pox Parties - Southeast US.
 
Pirulitos
Além do temor de que a vacina possa provocar efeitos colaterais graves — o que, segundo especialistas, não tem comprovação científica —, alguns pais questionam sua eficácia.
 
O Centers for Disease Control and Prevention (Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças, ou CDC, na sigla em inglês), agência ligada ao Departamento de Saúde dos EUA, afirma que a eficácia da vacina é de 98%.
 
Mas o fato de serem recomendadas duas doses — a primeira dos 12 aos 15 meses e a segunda dos quatro aos seis anos de idade — provoca desconfiança em certos pais, que acham mais seguro garantir a imunidade contraindo a doença.
 
Há inclusive os que recorrem a outros métodos, como enviar ou receber pelo correio pirulitos lambidos ou roupas usadas por crianças infectadas.
 
A prática ganhou as manchetes há cerca de dois anos, quando autoridades tiveram de alertar que quem enviasse materiais do tipo pelo correio estaria infringindo a lei e sujeito a pena de prisão.
 
Riscos
Para a epidemiologista Allison Fisher, do CDC, "alguns pais acham que a vacina contra varicela não é necessária, porque lembram que tiveram a doença quando crianças e, apesar do desconforto, ficaram bem".
 
— Acham que contrair a doença naturalmente é melhor que a vacina. É nossa função alertá-los sobre os riscos de não vacinar.
 
Seja na forma de 'Festas da Catapora' ou do compartilhamento de pirulitos, especialistas afirmam que expor as crianças ao vírus propositalmente é arriscado.
 
Segundo o CDC, apesar de complicações não serem tão comuns no caso da catapora, elas podem ocorrer, e incluem pneumonia, encefalite, infecções graves e até a morte.
 
De acordo com o CDC, até o início dos anos 1990 a doença atingia uma média de 4 milhões de pessoas por ano nos EUA. Destas, entre 10,5 mil e 13 mil tinham de ser hospitalizadas e entre cem e 150 morriam a cada ano.
 
A vacina foi introduzida em 1995 e atualmente atinge cerca de 90% das crianças até 35 meses de idade nos EUA.
 
De 2000 a 2010, os casos da doença no país registraram redução de 82%. As mortes de crianças e adolescentes de até 20 anos de idade em decorrência da doença caíram 98,5%, afirma o CDC.

BBC Brasil / R7

Sensores corporais podem prolongar vida dos usuários e aumentar transparência na hora da consulta

A Carenet Longevity lança sensor e aplicativo que “faz raio-x” da saúde dos usuários
 
Já parou para contar quantos passos você dá em um dia normal? Ou quantas calorias você queima durante o sono? Ou até mesmo que a qualidade das suas horas de descanso podem influenciar na sua expectativa de vida? Ao que tudo indica, as empresas de tecnologia têm muito interesse em entregar esses e vários outros dados para você –  com um bônus: seguindo as instruções e corrigindo comportamentos prejudiciais você pode aumentar em vários anos a sua expectativa de vida.
 
Reprodução
Sistema promete prolongar a vida dos usuários
 
Monitorar todas uma parte extensa da sua atividade diária é o objetivo de vários sensores, pulseiras e outros acessórios lançados por gigantes da tecnologia, como LG, Sony e várias outras empresas. Entretanto, é de uma startup fundada por dois suíços que os brasileiros devem ter o primeiro contato com esse tipo de gadget voltado para a busca de uma vida mais saudável.
 
Motivado a alcançar mais bem-estar, o empresário e sócio-presidente da Carenet Longevity,Immo Oliver Paul lançou o Klip Carenet– um sistema de monitoramento que deve usar a tecnologia para monitorar e melhorar a saúde dos usuários. A empresa se foca no desenvolvimento de um aplicativo que se comunica com um sensor, informando e incentivando os usuários a terem uma vida mais saudável.
 
— Estamos trazendo da Ásia, inicialmente, cinco mil biosensores para aprovar e apresentar o conceito da empresa e analisar a aceitação do consumidor brasileiro, que já está mais aberto para esse mercado e busca produtos para a qualidade de vida de toda família.
 
Suíço radicado no Brasil, o executivo explica que o sensor Klip é tem menos de 12 gramas e pode ser levado com o usuário em grande parte de seus dia, sem causar incômodo. A estratégia para transformar a atividade em algo divertido é usar a gameficação. Além disso, o aplicativo o compartilhamento de informações entre amigos, familiares, personal trainer e até mesmo com seu médico.
 
Divulgação
Gamificação e rede social
Enquanto o sensor Klip já pode ser comprado por R$ 199 na loja da Carenet Longevity, o aplicativo para monitoramento das informações estará disponível ainda em fevereiro nas lojas virtuais para Android (Google Play) e iOS (App Store). Immo explica que o aplicativo funciona filtrando informações e apresentar os dados de forma divertida, que deixe o usuário engajado com sua própria saúde.
 
Dentre os benefícios do sistema, o executivo comenta que está a possibilidade de cruzar dados de usuários. Por exemplo: imagine que você pegou uma gripe e o aplicativo explique para você que outros milhares de brasileiros com constituição parecida com a sua também se sentem gripados ao mesmo tempo. O aplicativo termina com uma indicação de que você durma melhor, tome mais líquido e não se preocupe. Parece legal, mas será que já é possível tornar essa situação em algo real?
 
— O desafio é pegar essa informação e filtrar, eliminar o que não é relevante e apresentar o que sobra de maneira estimulante, visual e instigante para o consumidor. Todos nós procuramos uma tecnologia que nos acompanhe de forma sutil, que não seja invasiva. No final do dia, nós queremos um sistema que diga: “Immo, você está bem, não vai morrer hoje, pode aproveitar o seu dia". Acho quem daqui uns cinco anos vamos chegar lá.
 
O aplicativo também estará preparado para ser sincronizado com outros sensores semelhantes, informa o executivo. Paul aposta que a “computadores de vestir” chegaram para ficar e tem um grande diferencial: entregam para as pessoas informações que antes elas só poderiam obter em um consultório ou laboratório médico.
 
— Os dispositivos wearables são extremamente importantes para o consumidor no momento. Eles vão ser a porta de entrada e a melhor forma de explicar, demonstrar que é possível medir com esse tipo de device. Medir informações que antes não eram transparentes para as pessoas.

R7

Câmara dos Deputados promoverá seminário sobre doenças raras

O evento tem como objetivo discutir os cuidados e direitos dos pacientes
 
A Câmara dos Deputados promove na próxima quarta-feira (27) um seminário para lembrar o Dia Mundial das Doenças Raras. O evento, que ocorre pelo terceiro ano consecutivo, tem como objetivo discutir os cuidados e direitos dos pacientes.

Participarão do seminário, segundo o portal da Câmara, os ministros da Saúde, Alfredo Chioro, e da Previdência, Garibaldi Alves, especialistas da área médica, representantes de entidades ligadas ao assunto e portadores dessas enfermidades.
 
O Ministério da Saúde classifica como doenças raras aquelas que afetam, no máximo, uma a cada duas mil pessoas, que têm grande potencial para diminuir a mobilidade dos pacientes e que exigem tratamento multidisciplinar.
 
Uma dessas enfermidades é a Esclerose Lateral Amiotrófica, caracterizada pela degeneração progressiva dos neurônios motores.
 
Estadão

Resfriado ou alergia? Saiba como diferenciar

Os sintomas são parecidos, confundem mesmo. Mas dá pra diferenciar. O resfriado também é causado por vírus, mas não existe um específico, como no caso da gripe.
 
São vários os vírus que causam resfriado. Ele não segue uma sazonalidade, ou seja, a criança ou mesmo o adulto podem pegar várias vezes ao ano.

Apesar de ser bastante incômodo, o resfriado não é grave e não costuma ter complicações sérias.
 
Os sintomas são os mesmo respiratórios que aparecem com a gripe, mas de uma maneira mais branda. Não derruba tanto a criança.
 
O tratamento:
Como o resfriado apresenta um quadro leve, às vezes é só esperar os sintomas passar. Se seu filho estiver muito incomodado, pode usar alguns medicamentos para aliviar os sintomas. Mais uma vez, indicado pelo médico.
 
Alergia, a chave para descobrir se o que seu filho tem é alergia respiratória é prestar atenção na duração dos sintomas.
 
A gripe e o resfriado, por exemplo, duram em média sete dias. Já a alergia é crônica, perene, todo dia está ali incomodando. Também aqui não há febre e nem os outros sintomas, como dor no corpo, de cabeça.
 
Os Sintomas, Espirro, coriza, sinusite, espirro, coriza, mais espirro… Quem tem alergia respiratória, sofre mesmo. Mas são esses sintomas e só.
 
Tratamento
O primeiro passo é descobrir o que está desencadeando a alergia e evitar esse agente alergênico, como os médicos chamam. Pode ser pó, poeira, pelo de algum animal e muitos outros. Depois, o tratamento é feito com medicamentos antialérgicos.
 
Para evitar que a criança entre em uma crise alérgica, não tem outro jeito senão evitar a substancia que esta causando a alergia. Se seu filho já tiver predisposição para alergia ou histórico na família, o ideal é que sua casa seja livre de pelos e pó.
 
Limpe o chão com um pano úmido e não use vassoura, para não suspender a poeira pelo ar.

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Catapora: saiba como proteger seu filho

Foto: Reprodução
Uma doença que vem acompanhada de pintinhas vermelhas por todo o corpo da criança e que, muitas vezes, causam coceira. Se você pensou em catapora, está correto
 
A doença é muito comum, e se você não teve na infância, certamente conheceu alguém que foi infectado e ficou todo pintadinho. Apesar de benigna, a catapora causa muito incômodo e é altamente transmissível.
 
A catapora é uma doença infectocontagiosa causada pelo vírus varicela-zóster (VZ). Por isso a doença é conhecida cientificamente por varicela. As marcas avermelhadas na pele são um dos sintomas da catapora, porém antes delas surgirem os pais podem observar outros problemas apresentados pelas crianças. Inicialmente o paciente com catapora apresenta febre e dores muscular, o que pode facilmente ser confundido com o diagnóstico de uma gripe.
 
As lesões costumam surgir primeiro no couro cabeludo e depois se disseminam em direção ao centro do corpo, podendo chegar também a locais como as mucosas da boca.
 
O pediatra explica que as lesões apresentam estágios diferentes durante a doença, são eles: a mácula; quando se tem um ponto vermelho, a pápula quando se consegue sentir esse ponto, a vesícula quando se forma uma bola pequena, a pústula quando a lesão se enche de cheia de pus e por fim a crosta; uma casca que se forma em cima da lesão.
 
O tratamento contra a catapora é basicamente sintomático, ou seja, tem o intuito de combater os sintomas. São usadas substâncias para diminuir a coceira, sabonete antisséptico para prevenir uma infecção secundária e antitérmico para combater a febre.
 
Mas lembre-se: só um médico está apto a fornecer os subsídios para a medicação. Nada de medicar seu filho sem orientação profissional.

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9 sintomas de estresse para saber se você já atingiu o seu limite

sintomas-estresseA rotina diária de trabalho e a grande carga de pressão a que a maioria tem sido submetida nos últimos anos, são apenas alguns dos motivos capazes de causar estresse nas mais variadas pessoas de todas as idades
 
Apesar de muito ser dito a respeito dos sintomas e de como evitar as situações que levam ao estresse, o fato é que por se tratar de um problema cumulativo, muitas vezes quando se percebe o mesmo já atingiu seu ápice, pelo que, se faz necessária a identificação de modo abrangente a fim de proceder com os cuidados mais específicos. Pensando nisso, na sequência mostraremos quais são os nove sintomas de estresse, através dos quais será possível avaliar se o limite já foi atingido.
 
Excesso de espinhas no rosto
Embora poucas pessoas saibam, o excesso de acne pode ser um sinal de que os níveis de estresse estão altos, isso ocorre porque ele é capaz de aumentar os níveis de inflamações na pele, o que em médio prazo acaba resultando em acnes. Para o bem ou para o mal, geralmente as espinhas decorrentes do estresse não costumam sair com a utilização de cremes e outros produtos de beleza, mas sim com sessões de relaxamento.
 
Dores na região abdominal e barriga como um todo
Todo incômodo em qualquer que seja a região do corpo deve ser investigada com um profissional qualificado, entretanto, algumas dores principalmente na região da barriga podem ter relação direta com as cargas de estresse a que uma pessoa é submetida.
 
Dores na mandíbula
Ocorrências de mandíbulas doloridas são sinais clássicos de que os níveis de estresse já estão passando do limite, esse tipo de sintoma geralmente surge quando os dentes ficam cerrados de tensão por um longo período de tempo, algo que normalmente ocorre durante o sono, se a dor e a incidência forem acentuadas, recomenda-se uma consulta a especialista.
 
Dor de cabeça no final de semana
Embora em um primeiro momento pareça controverso, o fato é que os níveis de estresse durante a semana, podem desencadear dores de cabeça no final da semana quando a carga é menor, por isso, o ideal é manter os mesmos horários todos os dias da semana.
 
Maior desejo por chocolate
Há quem diga que o desejo compulsivo por chocolate é uma característica das mulheres no período da TPM, entretanto, uma pesquisa Norte-americana concluir recentemente que esse desejo forte por chocolate pode estar mais relacionado aos níveis de estresse que às variações de hormônios propriamente ditas.
 
Coceiras pelo corpo
Grandes cargas de estresse, somadas à ansiedade e à tensão, podem desencadear até mesmo doenças de pele das mais diversas, dentre elas, aquelas que produzem coceiras pelo corpo, tais como a dermatite e a psoríase, além disso, somente o estresse pode ser capaz de desencadear esses sintomas, sem que o paciente tenha sequer qualquer tipo de doença dessa natureza.
 
Alergias mais persistentes e duradouras
Há quem duvide, mas, de acordo com uma pesquisa conduzida por uma faculdade Norte-americana, quando os níveis de estresse estão muito elevados, é possível que o corpo reaja de maneira a combater ineficazmente as crises alérgicas, ou seja, quando se está estressada uma crise alérgica pode durar até o dobro do tempo que duraria em uma fase normal.
 
Cólicas extremamente agudas
Um estudo conduzido por Harvard, uma das principais universidades dos Estados Unidos, mostrou que mulheres que são submetidas a altos níveis de estresse, podem sofrer com cólicas menstruais mais agudas e contundentes, a causa seria o fato de os hormônios ficarem inteiramente desregulados nesse período, sendo prejudicados ainda mais pelas cargas de estresse.
 
Doenças e sangramentos na boca
Estudos afirmam que pessoas submetidas constantemente a altos níveis de estresse, possuem maior pré-disposição a contrair algum tipo de doença, além disso, é bastante comum que pessoas estressadas sofram com problemas de sangramento na boca. Esse último sintoma é desencadeado principalmente devido ao aumento do Cortisol, que é o hormônio responsável pelo estresse, ele leva o sistema imunológico a agir com eficiência menor, o que permite o alojamento de bactérias na região das gengivas e eventualmente em outras regiões da boca.

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Aprenda exercícios que ajudam a controlar o estresse


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Até um certo tempo atrás, o estresse era normal apenas em época de trânsito intenso e longas rotinas de trabalho, mas, com a correria do dia a dia, ele passou a ser parte do dia da maioria das pessoas, até mesmo em dias normais ou momentos de comemorações e viagens.
 
Esse tipo de problema tem atingido tantas pessoas de maneira crônica e, de acordo com a OMS, o estresse chega a atingir 90% da população, sendo classificado já como uma epidemia global.
 
A maioria das pessoas atribui seu estresse à correria de inicio e final de ano, entretanto, na maioria das vezes, essas pessoas não percebem que esse tipo de problema, por vezes, está associado à forma com que encaram cada situação.
 
Na sequência você poderá acompanhar uma sequência de pilares importantes, bem como exercícios úteis no controle do estresse.
 
Os pilares e exercícios para controle do estresse
O primeiro pilar é a fisiologia, que é a parte que inclui os cuidados com a saúde, com a alimentação e com o corpo.
 
O segundo pilar é o das crenças,  que consiste em estimular algumas emoções positivas, olhando o mundo de forma diferente.
 
Terceiro pilar é a coerência cardíaca, que ajuda a controlar o estresse, sendo que nesse último pilar é que se concentra um exercício fundamental para o controle do problema.
 
Entenda:
Com ajuda de determinados aparelhos, especialista conseguem medir a variação do tempo entre uma batida e outra do coração, dessa forma consegue saber como o corpo reage aos estímulos do dia a dia.
 
Com a ajuda de exercícios de respiração e mentalização, é possível normalizar as batidas do coração, o que ajuda a equilibrar o padrão emocional.
 
Ao aprender o exercício de coerência cardíaca, um individuo é capaz de recuperar o equilíbrio em qualquer situação de estresse, esse exercício pode ser realizado a qualquer momento, desde que a pessoa esteja em um ambiente tranquilo e calmo.
 
De acordo com especialista esse tipo de exercício é muito importante antes de algum tipo de reunião ou apresentação, entretanto, esses profissionais alertam  que os benefícios adquiridos pelos exercícios só serão notórios depois de algum tempo de prática.
 
Algumas dicas de exercícios foram concedidas recentemente de maneira exclusiva por profissionais ao portal UOL Notícias na coluna de Saúde. Para assistir ao vídeo dos exercícios, e a matéria completa publicada, Clique aqui.

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Cuidados com bicos e chupetas

prejuizos-do-uso-de-bico-e-chupetaUma das primeiras coisas que um bebê recém nascido leva até sua boca, além das mãos, é um bico ou chupeta
 
Afinal de contas, na ponta de praticamente todas as mamadeiras que são utilizadas para levar os primeiros alimentos até a criança é um bico de plástico, que possui uma estrutura muito parecida com a de uma chupeta. Além disso, a chupeta logo é descoberta como uma forma de deixar a criança mais calma e tranquila nos períodos que ela está mais nervosa e chorosa.
 
Mas é importante também que os pais saibam realmente quais são os riscos de se usar, por um tempo muito grande, os bicos e também as chupetas. Um dos principais problemas relacionados a utilização de chupetas e bicos está diretamente ligado a posição dos dentes. A utilização constante deste tipo de artifício pode atrapalhar praticamente todo o desenvolvimento da arcada dentária da criança, mudando a posição dos dentes.
 
Mas hoje em dia já existem alguns modelos de chupetas e de bicos considerados ortodônticos, que são aqueles que realmente impedem que a criança desenvolva um risco muito grande de ter a sua arcada dentária modificada com o passar do tempo. Mas isso sempre vai depender da quantidade do tempo que a criança vai passar com um bico ou com uma chupeta na boca.
 
Além disso, médicos e especialista  esclarecem que, em alguns casos, o uso excessivo deste tipo de material pela criança pode causar a chamada troca articulatória na linguagem, a chamada fala infantilizada.
 
Um outro problema apontado em relação a utilização do bico e da chupeta é o atraso no desenvolvimento e no crescimento psicológico da criança. Estes dois elementos estão diretamente relacionados a um período da infância, e as crianças que acabam demorando mais para largar o bico e a chupeta também podem ter mais problemas na hora de crescer conforme sua idade.
 
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Moda de aparelhos dentários ‘do camelô’ traz riscos à saúde

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Ao longo dos anos a juventude parece ter se especializado em “inventar moda”, e a nova tendência entre os jovens agora é usar aparelhos ortodônticos diferenciados, com borrachinhas e fios coloridos que são comprados, na maioria das vezes, em camelôs ou em redes sociais a partir da internet
 
Apesar de ter se tornado uma grande novidade e de ter sido adotada por uma enorme quantidade de jovens, o que muitos desses jovens não sabem é que essa moda pode acabar mal.
 
De acordo com os dentistas, o uso indevido dos aparelhos pode causar uma movimentação nos dentes, pelo que, é possível que ocorra alguns problemas com a saúde bucal, como por exemplo, retração da gengiva, ou até mesmo perda de dentes e surgimento de deficiências na região óssea bucal.
 
O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo iniciou, recentemente, uma força tarefa com blitz e apreensões de produtos falsificados em camelôs, que culminou até mesmo com a apreensão de produtos odontológicos vendidos em lojas autorizadas, além disso, um novo projeto de lei que visa restringir a venda desse tipo de produto somente a médicos ortodontistas, foi protocolado. De acordo com o órgão competente envolvido na força tarefa, alguns camelôs têm vendido até mesmo cerdas coloridas de vassouras como se fossem fios ortodônticos.
 
De acordo com as informações, aparelhos ortodônticos “do camelô”, vinham sendo comprados e colocados por jovens sem um mínimo de preparo, alguns dos quais chegavam a cobrar  mais de cem reais pela implantação, e cerca de cinquenta reais pela manutenção do aparelho. Um jovem de 18 anos que atendia cerca de 50 pessoas em um salão alugado em Diadema SP, se encontra foragido desde o ano passado.
 
Muitos jovens colocam esse tipo de aparelho apenas para parecerem mais descolado em meio aos amigos, e sequer se preocupam com as consequências futuras. Muitos deles acreditam que o fato de o aparelho não ficar muito apertado, seja suficiente para evitar prejuízos à saúde bucal, entretanto, dentistas alertam que a simples aplicação errada das peças metálicas já pode fazer com que os dentes se soltem do osso podendo até mesmo causar o rompimento do nervo.
 
Por causa da moda de aparelhos, muitos jovens que usam os aparelhos verdadeiros tentam convencer seus dentistas a manter o aparelho por mais tempo mesmo que já tenham terminado o tratamento.
 
Como esses jovens não recebem a devida orientação de um profissional competente  sobre a higienização, eles acabam sendo submetidos ao risco de contrair uma gengivite, ou até mesmo lesões na mucosa da boca.
 
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