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sábado, 3 de maio de 2014

Anvisa determina apreensão de lotes de grampeador cirúrgico

Foto: Reprodução
J&J informou que não existe qualquer registro de fabricação associado ao Lote P6F914
 
Resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicada nesta sexta-feira (2) no Diário Oficial da União resolução que determina a apreensão e a inutilização, em todo o território nacional, do Lote P6F914 referente ao produto Grampeador de Código TLC55 e dos lotes H4397D (validade: 1/2016), F4R45T (validade: 11/2014) e G4R60M (validade: 12/2014), referentes ao produto Recarga de Código TCR55.

De acordo com o texto, a empresa Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda., detentora do registro dos produtos, informou que não existe qualquer registro de fabricação associado ao Lote P6F914 e que os demais lotes citados não foram importados e distribuídos pela empresa no Brasil.
 
Agência Brasil

Autoridades dos Estados Unidos confirmam primeiro caso de coronavírus no país

Coronavírus MERS
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) confirmaram nesta sexta-feira o primeiro caso nos Estados Unidos do coronavírus Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), doença que faz parte da mesma família da Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars)
 
Um viajante que ingressou em 24 de abril nos Estados Unidos por Chicago em um voo procedente da Arábia Saudita e fez escala em Londres foi identificado como primeiro caso de MERS no país.
 
"Antecipamos a chegada do MERS aos Estados Unidos e nos preparamos para realizar ações. Estamos fazendo tudo o que é possível com o hospital, as autoridades de saúde locais e estaduais para encontrar todas as pessoas que podem ter estado em contato com esta pessoa para que sejam avaliadas de forma adequada", declarou o diretor do CDC, Tom Frieden.
 
O paciente, cuja identidade não foi revelada, viajou de ônibus desde Chicago até Indiana antes de começar a sentir os sintomas da doença em 27 de abril, de acordo com as autoridades. Após sentir os sintomas comuns da doença, dificuldade para respirar, tosse e febre, o paciente foi internado em confinamento solitário em 28 de abril em um hospital de Indiana, onde se encontra atualmente em condição estável.
 
"É compreensível que algumas pessoas possam se preocupar perante esta situação, mas este é o primeiro caso de uma infecção de MERS-CoV nos Estados Unidos e representa um risco muito baixo para a população em geral", disse em entrevista coletiva Anne Schuchat, diretora do Centro Nacional para Imunizações e Doenças Respiratórias dos CDC.
 
O vírus MERS, que foi detectado pela primeira vez na Arábia Saudita em 2012, é relativamente novo em humanos e até agora, incluindo este caso, foram confirmados 401 casos em 12 países e 93 mortes.
 
As autoridades sanitárias desconhecem de onde provém o vírus ou como se contagia, mas até agora todos os casos reportados se originaram em seis países da Península Arábica.
 
EFE / R7

Taiwan informa sobre 1° caso de gripe aviária H5N2 em frangos de mercado

Foto: Reprodução
O Conselho de Agricultura de Taiwan informou sobre o primeiro caso de infecção com o vírus H5N2 da gripe aviária em frangos de um mercado registrado na ilha, concretamente na capital, Taipé
 
Até o momento, os casos de infecções com o vírus H5N2 registrados em Taiwan estavam restritos a frangos em fazendas dos distritos de Changhua e Tainan e das ilhas Pescadores, mas nunca em frangos à venda.
 
Este caso está ligado a um criador de um frango em uma fazenda do distrito sulista de Yunlin, que vendeu todas as aves em contato com a infectada em Taipé e outras cidades, informou na sexta-feira o Escritório de Inspeção Sanitária e Quarentenas de Plantas e Animais do conselho em comunicado.
 
Dita fazenda e todas as próximas foram desinfetadas e não está permitida a venda de aves até que se comprove que estão livres do vírus.
 
Em 15 de abril, o mercado por atacado de aves Taipé tomou amostras para a inspeção e uma delas apontou estar infectada pelo vírus H5N2 em uma análise realizada em 23 de abril, que foi confirmada em 2 de maio.
 
EFE / R7

Médicos nos EUA recomendam aspirina para reduzir risco de pré-eclâmpsia

Getty Images
Esta patologia causa complicações em entre 2% e 8% das gestações
Problema pode por em risco a vida de gestantes e bebês
 
Uma comissão médica federal americana recomendou a ingestão diária de pequenas doses de aspirina para reduzir o risco de pré-eclâmpsia, uma séria condição que pode pôr em risco a vida de gestantes e bebês.
 
A pré-eclâmpsia se caracteriza pela presença de proteínas na urina e por hipertensão arterial na segunda metade da gestação.
 
A doença placentária é o problema médico mais grave que pode afetar grávidas no mundo, segundo a comissão USPSTF (U.S. Preventive Services Task Force).
 
Esta patologia causa complicações em entre 2% e 8% das gestações, e representa um risco importante de mortalidade tanto para as mulheres quanto para os bebês.
 
A recomendação da USPSTF se baseia em vários testes clínicos que demonstram que doses baixas de aspirinas, entre 50 e 160 miligramas diárias, diminuem em 24% o risco de pré-eclâmpsia e em 14% o risco de nascimentos prematuros.
 
A USPSTF recomenda que as mulheres com grande probabilidade de ter pré-eclâmpsia tomem 81 miligramas de aspirina todos os dias depois de 12 semanas de gravidez.
 
As mulheres com risco importante de pré-eclâmpsia são as que já tiveram esta complicação médica em uma gravidez anterior, particularmente as que deram à luz antes do fim da gestação, as que sofrem de diabetes ou que tiveram hipertensão arterial no momento da concepção.
 
A comissão também considera que as grávidas com vários fatores de risco moderados, como obesidade, antecedentes familiares de pré-eclâmpsia, mais de 35 anos e pele negra poderiam tomar doses leves de aspirina.
 
O comitê indica, por fim, que a aspirina parece não provocar efeitos colaterais no curto prazo durante a gravidez, ao mencionar uma análise de 19 estudos clínicos.
 
AFP / R7

Após seis ataques cardíacos e três anos no hospital, irmãos comemoram sobrevivência

Sem saber o que o futuro reserva, Melissa não perde as
esperança e diz que os filhos “são meus pequenos milagres”. 
— Eles são lutadores. Passar por um ataque cardíaco já é
suficiente para mostrar força, mas juntos eles passaram por seis episódios 
Daily Mail
Toby e Jessica são portadores de doença genética rara no coração
 
Toby Jones, de seis anos, tinha apenas quatro meses quando teve seu primeiro ataque cardíaco e foi diagnosticado com uma condição rara que provoca fraqueza muscular. Sua irmã Jessica, de três anos, também tem a condição genética e teve seu primeiro ataque cardíaco com nove meses de vida. As informações são do site Daily Mail desta sexta-feira (2).
 
A mãe Melissa Jones, 31 anos, conta que desconfiou de que havia algo de errado com Toby logo nas primeiras semanas de vida porque ele tinha dificuldade para respirar e comer. 

— Quando ele teve o primeiro ataque cardíaco precisou ficar cheio de tubos e fios. Foi uma época horrível, mas felizmente os médicos conseguiram salvar seu coração.
 
Dois meses depois, Toby foi diagnosticado com síndrome de miastenia congênita, uma doença genética que pode causar problemas respiratórios mortais desencadeados por febre ou infecções.
 
Mesmo sabendo que o segundo filho teria grandes chances de nascer com o mesmo problema, Melissa engravidou. 

— Três semanas depois que Jessica nasceu, ela foi diagnosticada com a mesma doença no coração.
 
Jessica teve seu primeiro ataque cardíaco em maio de 2011. Sua mãe sabia que algo estava errado quando a bebê começou a engasgar e os médicos confirmaram que ela tinha tido um ataque cardíaco.
 
Ela sofreu o segundo episódio depois de contrair uma pneumonia.
 
Juntos, os irmãos passaram quase três anos de suas vidas no hospital. Eles tiveram seis ataques cardíacos — Toby teve quatro e Jessica dois. Constantemente, eles contraem infecções que podem desencadear os ataques.
 
Sem saber o que o futuro reserva, Melissa não perde as esperança e diz que os filhos “são meus pequenos milagres”. 

— Eles são lutadores. Passar por um ataque cardíaco já é suficiente para mostrar força, mas juntos eles passaram por seis episódios .

R7

Humor: É Friboi?

Maioria dos restaurantes das cidades-sede cumpre exigências higiênico-sanitárias

Wilson Dias/ Agência Brasil
Anvisa anuncia selo e notas para alimentação na Copa
Salvador é a única cidade-sede que não participou da inspeção
 
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) classificou na categoria B 40% dos estabelecimentos de alimentação localizados em 11 das 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Isso significa que eles atendem à maior parte dos itens exigidos na lista de verificações higiênico-sanitárias, mas registram algumas irregularidades.
 
O resultado é parte do primeiro ciclo da Categorização dos Estabelecimentos de Alimentação, divulgado nesta sexta-feira (2). Salvador é a única cidade-sede que não participou da inspeção.
 
De acordo com o levantamento, 24% dos estabelecimentos foram classificados na categoria C (número mais elevado de irregularidades) e 19% na categoria A (baixo número de irregularidades e cumprimento de itens considerados classificatórios), enquanto 15% constam como pendentes por terem alcançado baixa pontuação ou por terem descumprido itens considerados eliminatórios.
 
O diretor de Gestão da Anvisa, Ivo Kukaresky, explicou que todos os estabelecimentos que se enquadram nas três categorias podem ser usados pela população com segurança. Ele lembrou que a avaliação feita pela agência não está relacionada ao preço cobrado ou à qualidade do sabor do alimento.
 
— Avaliamos apenas a segurança sanitária.
 
Segundo ele, as notas do primeiro ciclo representam um primeiro retrato da classificação dos restaurantes inspecionados. O próximo passo é orientar os estabelecimentos sobre as correções a serem adotadas pois, após a divulgação do segundo ciclo de categorização, os selos vão começar a ser fixados nos restaurantes.
 
— A ideia não foi punir os estabelecimentos que estivessem eventualmente inadequados, mas prepará-los”, disse. “Nosso objetivo não é fechar os estabelecimentos de alimentação, mas torná-los mais adequados.
 
A gerente-geral de Alimentos da Anvisa, Denise Resende, o projeto de categorização de estabelecimentos de alimentação já é adotado em cidades como Los Angeles e Nova York. No Brasil, surgiu como uma demanda do Ministério da Saúde.
 
A expectativa da agência é que os restaurantes inspecionados corrijam as irregularidades e adquiram um selo que indique melhor qualidade do serviço.
 
— A gente espera encontrar um resultado melhor para que o projeto atinja o objetivo, que é o de movimentar o setor.
 
O resultado final da avaliação deve ser divulgado no final do mês, quando os estabelecimentos começam a receber o selo de classificação.
 
A categorização, segundo a Anvisa, permite, pela primeira vez, que o cidadão conheça a situação sanitária dos estabelecimentos de alimentação de sua localidade e permite que os governos locais cidades possam agir de forma mais estratégica, com foco nos restaurantes com pior desempenho.
 
Além das 11 cidades-sede, a Anvisa avaliou 13 municípios considerados de grande potencial turístico, como Búzios (RJ), Gramado (RS) e Olinda (PE). As informações podem ser acessadas por meio do site http://www.anvisa.gov.br/hotsite/hotsite_categorizacao/index.html.
 
R7

A linhaça realmente tem o poder de emagrecer?

A linhaça realmente tem o poder de emagrecer?
Foto: Reprodução
A linhaça é dividida entre as marrom-escuras e as amarelas douradas. A primeira é usada pela indústria e farmácia, já a segunda é mais adequada ao uso medicinal e alimentar
 
A linhaça dourada é um tipo mais caro de semente, por ser cultivada em campos orgânicos. Ela possui mais ácidos graxos que a marrom e também possui os ômegas 3, 6 e 9, diferentemente de sua irmã. Na casca da linhaça estão concentradas ricas quantidades de vitaminas, proteínas e minerais. Essa sementinha já ficou conhecida mundialmente por seus diversos benefícios, que incluem a regulação do intestino e o auxílio no emagrecimento.
 
Linhaça emagrece?
Um estudo da Universidade de Manitoba, no Canadá, verificou que a linhaça é capaz de diminuir o tecido adiposo dos animais, ou seja, ajuda a reduzir a massa de gordura no corpo. Os pesquisadores também foram capazes de perceber que os grãos tinham atuação anti-inflamatória, prevenindo as artérias de complicações como a aterosclerose. Para fazer uso da linhaça, os especialistas recomendam que se triture as sementes. Fazer isso irá potencializar as suas propriedades, já que a casca da linhaça é muito resistente e poderá impedir a liberação das substâncias benéficas se não for bem digerida.
 
Confira a seguir o que mais a semente proporciona de bom para a saúde (alguns destes outros benefícios também ajudam no processo de emagrecimento):
 
Demais benefícios da linhaça
 
- Auxilia no sistema digestivo e intestinos (ótimo para quem quer emagrecer);
 
- Se consumida regularmente, por ser rica em fibras, ela dá sensação de saciedade (propriedade perfeita para quem está de dieta);
 
- Faz com que a pele fique mais saudável;
 
- Combate a acne;
 
- Equilibra os hormônios;
 
- Reduz o colesterol;
 
- Controla a diabete;
 
- Contribui para a otimização do sistema imunológico;
 
- Combate os distúrbios na respiração e na digestão;
 
- Ajuda na perda de peso;
 
- Atenua os sintomas da menopausa nas mulheres;
 
- Regula o intestino;
 
- A vitamina E encontrada em sua casca estimula o bom funcionamento das células;
 
- Afasta o envelhecimento precoce e as doenças degenerativas.
 
Como consumir a linhaça?
Os nutricionistas recomendam consumir duas colheres de sopas da linhaça triturada no liquidificador pela manhã e tarde. Ao triturar as sementes, elas ficam um farelo que pode ser incluído nos mais diversos alimentos, como frutas ou sucos. É ideal consumir esse farelo logo fresco, pois suas propriedades ainda não terão recebido muita ação do ar, logo, ainda não oxidaram. Se desejar conservar o farelo, coloque em um frasco com tampa (bem firme) e o mantenha na geladeira por até uma semana.
 
Um adendo importante é: beba bastante água, assim a linhaça poderá otimizar o funcionamento de seu intestino.

remedio-caseiro.com

Physalis, a frutinha exótica que ajuda a emagrecer

Physalis, a frutinha exótica que ajuda a emagrecer
Foto: Reprodução
Há algumas frutas exóticas, geralmente não tão conhecidas, que fazem um bem enorme à saúde. A physalis (ou fisalis), também conhecida como juá, é uma delas
 
Esta bonita e delicada fruta traz muitos benefícios à saúde, inclusive auxiliando nos processos de emagrecimento, por apresentar riqueza de água, vitaminas, fibras e minerais em sua composição.
 
Originária do Amazonas, a physalis possui um sabor doce, levemente ácido e possui poucas calorias, sendo que 100 gramas da fruta contém apenas 50 calorias. A fruta é pequena, amarelada e envolta em folhas. Por desenvolver-se em um ciclo rápido, a physalis pode ser plantada em qualquer época do ano. Inicialmente, o cultivo desta fruta era voltado apenas à pesquisa, depois começou a sua produção no sul do estado de Minas Gerais, na região sul do estado de Santa Catarina e, mais tarde, no estado do Rio Grande do Sul.
 
Propriedades e benefícios
A physalis é rica em vitaminas A, C, fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides. Devido às suas propriedades, a physalis purifica o sangue, fortalece o sistema imunológico, alivia dores de garganta e ajuda a diminuir as taxas de colesterol. A fruta possui elevado poder antioxidante, evitando a formação dos radicais livres no organismo, protegendo-o de doenças.
 
Ela ajuda a emagrecer?
A physalis pode ser utilizada como uma aliada em dietas de emagrecimento, mas lembre-se que, para eliminar os quilinhos  extras de forma saudável, é necessário aliar uma alimentação saudável e balanceada à prática de exercícios físicos.
 
Por ser rica em fibras, a physalis ajuda a regular o funcionamento do intestino e a diminuir o apetite, dando a sensação de saciedade, auxiliando, assim, no processo de emagrecimento.
 
Os benefícios trazidos por suas propriedades não param por aí: além de nutritiva, a physalis tem poder terapêutico, devido a presença de uma substância denominada fisalina, que atua como anti-inflamatório.
 
Modos de consumir
A fruta pode ser consumida em sua versão natural (basta colocar as folhas que a protegem para trás e morder a fruta), assim como também pode ser utilizada na preparação de geleias, sorvetes e molhos para saladas.
 
remédio-caseiro.com

Flórida se torna o 22º Estado americano a permitir o uso medicinal da maconha

Reuters
Outros Estados americanos já aceitaram o uso da maconha
Pessoas com epilepsia ou câncer poderão usar a erva em baixo grau
 
A Flórida se tornou o vigésimo segundo estado americano a permitir o uso medicinal da maconha, depois de o parlamento local aprovar o projeto nesta sexta-feira (2).

O Senado deu luz verde à medida com 30 votos a favor e 9 contra. A lei, que já havia sido aprovada na quinta-feira pela Câmara dos Representantes, agora deverá ser promulgada pelo governador, o republicano Rick Scott.

O projeto é bastante restrito: autoriza o uso de um certo tipo da erva com baixo grau de tetrahidrocannabinol (THC) - a principal substância psicoativa da droga - para o tratamento de um número reduzido de doenças, principalmente epilepsia e câncer.

Outros 21 estados, além do Distrito de Columbia (onde fica a capital, Washington), já adotaram o usa medicinal da maconha. Colorado e Washington foram mais longe, e legalizaram o uso recreativo.

O Congresso da Flórida (sudeste), localizado em Tallahassee, aprovou a demanda de um crescente número de residentes e organizações que clamavam pela legalização, e que já haviam recolhido assinaturas para a realização de um referendo em novembro.

"Sou pai e avó. Quero que meus filhos e netos tenham acesso ao cuidado de saúde que desejarem", afirmou o governador Scott à imprensa local.

A maconha, entretanto, não poderá ser fumada, e sim ser usada em óleo. Somente quatro estabelecimentos em todo o estado estarão habilitados a vender o produto.

Além disso, um médico deverá estabelecer que nenhum outro tratamento deve ser realizado pelo paciente no período.

Outra lei, que estipula que jovens em situação ilegal possam pagar matrículas mais baratas em universidade públicas, também foi aprovada nesta sexta.

AFP / R7

Pó de sementes de limão e outros tratamentos caseiros para vermes

Foto: Reprodução
Não precisamos combater vermes e parasitas com drogas que agridem nosso corpo
 
A medicina natural nos oferece várias e eficazes opções de tratamento.
 
Os vermes e os parasitas são a causa de várias enfermidades. Eles entram no corpo por meio da água e da comida.
 
O corpo humano fica mais vulnerável à ação dos vermes quando existe má digestão, desequilíbrio da flora intestinal e uma dieta pobre em fibras.
 
A cenoura é uma das opções de tratamento natural.
 
De manhã, em jejum, coma duas cenouras raladas. Faça isso durante um mês.
 
Suco de hortelã com limão e sal é excelente para a remoção de parasitas.
 
Pelo menos uma vez por dia, beba a água de um coco médio.
 
A polpa da fruta, em jejum, também é muito boa para nos livrar de infestações de vermes e parasitas.
 
O óleo de rícino é outra opção.
 
Misture duas colheres de chá do óleo num copo de leite.
 
As sementes de limão, secadas ao sol, são ótimas também, para eliminar vermes e parasitas.
 
Depois de secá-las, triture-as até transformá-las em pó.
 
Tome uma pitada num copo de água todos os dias. Esse é um dos mais eficazes.
 
Beber um copo de suco de romã diariamente também é uma excelente alternativa.
 
Uma receita bem conhecida é feita com sementes de mamão.
 
Esmague um punhado e tome no leite, misturado com uma colher de óleo de rícino.
 
As sementes de abóbora também podem ser usadas.
 
Elas são eficazes principalmente contra a tênia, que entra no corpo através da carne de porco.
 
Seque as sementes, descasque-as e faça um pó. Beba uma pitada num copo de água todos os dias.
 
A Cura Pela Natureza

Uruguaios poderão comprar até 10 gramas de maconha por semana

Cliff DesPeaux/Reuters
Uruguai libera produção e venda de maconha no país
Droga chegará às farmácias para a venda ao público em dezembro deste ano
 
Os uruguaios poderão comprar até 10 gramas de maconha por semana, informou nesta sexta-feira (2) o governo em Montevidéu, ao apresentar a regulamentação da lei para a produção e a comercialização da droga no país.
 
Os inscritos na lista oficial de consumidores poderão comprar no "máximo 10 gramas por semana" de maconha, disse em entrevista coletiva o presidente da Junta Nacional de Drogas, Diego Cánepa.
 
O decreto que regulamenta a produção e a comercialização da maconha será firmado na segunda-feira (5), e o grama da maconha deverá custar menos de um dólar.
 
Cánepa antecipou que o governo fará um apelo a interessados privados em plantar cannabis "não mais de duas semanas depois da entrada em vigor do decreto". Segundo ele, serão concedidas de duas a seis licenças.
 
Nesse sentido, acrescentou, a maconha legal chegará às farmácias para a venda ao público em dezembro deste ano. A cannabis será vendida ao público por um preço entre 20 e 22 pesos por grama — o equivalente a cerca de R$ 2,00 (US$ 0,9).
 
— Não há nenhum tipo de subvenção do Estado.
 
No preço, estão calculados os custos de produção e o lucro das empresas e das farmácias.
 
Segundo o secretário-geral da Junta, Julio Calzada, "o volume total que se consome no Uruguai estaria em torno de 18 a 22 toneladas" de maconha ao ano.
 
— Em função disso, seria necessário um máximo de dez hectares para produzir para esse universo de usuários.
 
Em dezembro passado, o Uruguai se tornou o primeiro país no mundo a regular o mercado de maconha, em uma iniciativa promovida pelo presidente José Mujica como um experimento para combater o narcotráfico. Embora o consumo de drogas não seja penalizado no país há décadas, sua produção e comercialização eram.

AFP / R7

A imagem do idoso ao longo das décadas: de incapaz a 'coroa conservado'

Quer ser um idoso saudável?
Foto: Reprodução
Artistas da década de 60 quebram estigmas porque burlam estereótipo de velho, são vistos como gente que não envelhece
 
O século XX foi o século da revolução das mulheres, já o século XXI será o da revolução dos velhos. É o que defende a antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro A Bela Velhice, em que contesta mitos do envelhecimento. De fato, muitas mudanças já aconteceram e, de acordo com a autora, outras estão por vir.
 
“Os velhos estão se valorizando muito mais e impondo mais respeito. Não são mais invisíveis. Estão ocupando todos os espaços, inclusive espaços em que não estavam presentes antes, como universidades, lazer e vida cultural. Os velhos não ficam mais parados, escondidos, isolados. Com saúde e dinheiro, eles podem e querem estar em todos os lugares. É isso que esses velhos, que viveram a juventude nos anos revolucionários das décadas de 1960 e 1970 estão mostrando”, disse.
 
Um exemplo é que, há 40 anos, uma pessoa de 50 anos era considerada um velho, mulheres usavam coque e homens se vestiam formalmente e eram respeitados por serem velhos. Atualmente, “jovens idosos” de 70 anos demonstram plenos sinais de juventude. “Hoje é difícil classificar uma pessoa pela sua idade: somos ‘ageless’, sem idade, inclassificáveis. Temos pessoas de mais de 60 anos que têm muito mais energia, projetos e tesão do que jovens de 20 e poucos anos”, defende.
 
Mercado
A imagem do velho sentado na cadeira de balanço caiu de vez, seja nas grandes cidades, nas telenovelas ou na publicidade. De acordo com o professor da Universidade Metodista de São Paulo, Marco Antonio Cirillo, houve uma mudança muito grande sobre a forma como se retrata o velho na publicidade. “Há vinte anos, podíamos notar o idoso sendo retratado como um coitadinho da sociedade. Hoje o vemos ou como velho garotão, ou como quem toma conta da família, ou ainda como alguém ligado à tecnologia”, diz. Ele analisou, em 2012, a imagem do idoso nos anúncios das revistas.
 
“Esta evolução está ligada a uma questão financeira. Hoje, o idoso tem poder aquisitivo. Marcas de carro e agências de turismo fazem produtos e pacotes específicos para idosos. Mas não é uma evolução apenas dos idosos, é uma evolução da classe média mesmo”, disse.
 
Há uma questão matemática-mercadológica nisto tudo. Com o aumento da expectativa de vida no Brasil, a velhice, que tecnicamente começa aos 60 anos, pode ser considerada a fase mais longa da vida se comparada à infância, adolescência, vida adulta e meia idade. Além disso, dentro de 11 anos, em 2025, o Brasil se tornará o sexto País do mundo com maior número de pessoas idosas. Segundo cálculos da Organização Mundial da Saúde, serão 32 milhões de brasileiros nessa faixa etária. Ninguém pode ignorar este mercado.
 
Nem tanto assim
Mas ainda há muito por vir. É preciso considerar a heterogeneidade dessa população: diferentes faixas etárias, classes sociais e regiões do País. De acordo com estudo realizado pela psicóloga Tatiana de Lucena Torres, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), os estereótipos negativos sobre a velhice ainda persistem.
 
Em sua tese de doutorado, ela entrevistou 638 pessoas de todas as faixas etárias, para entender como o velho era visto. O resultado mostrou que muitos ainda veem o velho como uma pessoa ranzinza, solitária e doente. O maior porcentual está entre adolescentes que não convivem com idosos e entre os próprios velhos.
 
As menções positivas se referem à sabedoria e à experiência. “No entanto, esta ideia é pouco concreta, são apenas palavras soltas, principalmente entre os adolescentes que não convivem com idosos e também entre os próprios idosos”, diz Tatiana.
 
“No Brasil, diferente de países como Japão e Índia, não há muito a perspectiva de que o idoso vai passar experiência. No próprio ambiente de trabalho ele não é visto como um tutor. Isto porque a nossa sociedade valoriza cada vez mais o conhecimento rápido, a tecnologia e a habilidade de aprender várias coisas, sem aprofundar. Numa cultura rural isso não é tão forte, mas na sociedade urbana, os velhos são menos valorizados”, disse.
 
Isso significa, diz ela, que ainda é muito difícil ser velho no Brasil, mesmo com os avanços. “Os conceitos negativos são muito fortes e os positivos aparecem de forma muito abstrata.” Se for levado em conta o distanciamento dos adolescentes, é difícil prever o quanto de avanços haverá no futuro. Os futuros velhos não fazem a menor ideia do que é ser velho.
 
Para mudar esses conceitos, diz Tatiana, é preciso que se criem políticas públicas que valorizem projetos intergeracionais. Embora os revolucionários das décadas de 1960 continuem quebrando estigmas, eles são valorizados porque exatamente burlam o estereótipo de velho. As pessoas os enxergam como gente que não envelhece. O país terá realmente avançado quando olhar com essa mesma admiração aos “velhos convencionais”, aqueles que adoecem, precisam de cuidado e que têm muita história rica para contar.
 
iG

18 alimentos que ajudam a desinchar

Reprodução
O abacaxi é diurético e ajuda a desinchar
Enquanto bebidas e gorduras ajudam a inchar, há outros alimentos que aliviam o excesso de líquido no organismo
 
A causa pode ser prisão de ventre, estresse, alergias alimentares ou qualquer outro problema de saúde como intolerância a lactose ou problemas gastrointestinais. O fato é que ninguém gosta daquela sensação de barriga inchada, que pode durar horas.
 
Alguns hábitos colaboram com o inchaço, como a ingestão de gordura, de refrigerantes e de cerveja e, pasmem, o inocente chiclete, já que ao mascar ou chupa um caramelo mais duro, você engole mais do que o normal e parte do que é engolido é ar.
 
Por outro lado, é possível driblar o inchaço com alguns alimentos diuréticos.
 
Veja quais são: 
 
Abacaxi
 
Alcachofra
 
Alface
 
Berinjela
 
Beterraba
 
Cenoura
 
Chuchu
 
Limão
 
Manjericão
 
Maracujá
 
Melancia
 
Melão
 
Morango
 
Orégano
 
Pepino
 
Repolho
 
Salsa
 
Tomate
 
iG

Eles querem um lar, elas querem uma relação

Thinkstock/Getty Images
Descompasso: não fomos preparados para as complexidades do
 atual projeto de casamento
Terapeuta explica a diferença entre as expectativas masculinas e femininas sobre o propósito do casamento
 
Muitos dos problemas de relacionamento podem ocorrer devido às diferenças entre as expectativas masculinas e femininas sobre o propósito do casamento. E porque as expectativas podem ser opostas?
 
Porque homens costumam casar em busca de um lar e mulheres em busca de uma relação a dois. Duas metas que dificilmente coincidem, e que levam a desgastantes mal-entendidos e eventuais separações.
 
No próximo artigo falaremos sobre possibilidades de ajustar metas para que vocês possam ter uma verdadeira aliança de vida. Mas será que vocês têm mesmo expectativas desalinhadas? Leia a descrição abaixo e veja o quanto ela coincide ou não com seu caso.
 
Homens em busca de um lar
Fernando, após uma solteirice de farras e tendo consolidado a carreira profissional, sentiu-se pronto para casar com Lucia. Leonardo estava cansado da rotina de conquistador. Via os amigos à sua volta casando. Decidiu-se então por Márcia. Rogério, sempre foi tímido, ficou com a primeira que o escolheu e o aceitou. Ricardo casou-se por paixão sonhando com uma Penélope "pau para toda obra" e sexo ousado.
 
Todos vislumbravam um “lar, doce lar”. Um lugar de sossego, apoio e sexo. Queriam se estabelecer, fundar uma família, ter estabilidade, descansar da rotina de conquistas e sedução. Poder ter uma vida mais confortável, aconchegante. Uma verdadeira casa, um lar, uma família. E o que esperavam suas mulheres, Lucia, Márcia e Penélope dos seus casamentos?
 
Mulheres em busca de uma relação para compartilhar a vida
Elas imaginavam selar com o marido um pacto de união. Uma união para a aventura da vida.
 
Pensavam que usufruiriam de uma relação de intimidade profunda com um homem, que dividiriam com ele seus sonhos e medos, que teriam compartilhamento, cumplicidade e compromisso. Mas construir um lar não era a meta delas.
 
Para uma mulher, casar naturalmente implica montar um lar e, eventualmente, ter filhos e poder ser mãe com o apoio do parceiro. Entretanto, cuidar da casa, decorá-la, criar um ambiente aconchegante, apoiar e cuidar do marido e dos filhos só costuma valer a pena para ela se em troca houver compartilhamento, investimento e satisfação na relação a dois. Enfim, se ela sentir que o parceiro e ela vivem uma vida entrelaçada e não duas vidas paralelas, sem intimidade. Relação a dois e lar são projetos diferentes. Como você verá a seguir.
 
Os sonhos e desilusões de Lucia
Lucia era a mais romântica, queria ter com Fernando uma relação de trocas intensas. Compartilhariam os relatos sobre as miudezas do cotidiano, fariam planos e juntos explorariam a vida.
 
Para ela o namoro foi uma amostra do potencial da relação. Como namorado ele era um verdadeiro cavalheiro, sempre prestativo e romântico. Faziam viagens, programas prazerosos, tinham sonhos construídos ao pôr-do-sol.
 
Ela achava que tudo isto era só uma preliminar. Achava que agora, ao casar, começaria a grande aventura a dois! Não haveria mais tantas distâncias (moradias separadas, horários e compromissos individuais) que atrapalhavam o cotidiano de amor. Queria também fundar uma família, criar junto com Fernando dois ou três filhos.
 
Que decepção para Lucia quando ao longo do tempo foi ficando claro que Fernando não buscava nada disso. Em casa, Fernando agora aprecia a rotina, o sossego, sugere irem ao restaurante que fica ao lado, que é tão prático, ou próximo, ou custa menos, ou que ele já conhece. Só quer ler seu jornal, ou usa o tempo livre para encontrar seus amigos homens, colegas de trabalho, etc. Eventualmente, quando parece estar de verdade com ela, só ele quer contar do seu dia, mas na hora de ouvi-la, não interage, não se envolve com episódios que a ela parecem tão significativos, mas que para ele são apenas histórias de mulherzinha.
 
Ele mal nota seu empenho em promover a graça e o encanto da vida a dois, não enxerga os enfeites e arranjos da casa que ela tanto se esmerou em providenciar. Tudo a ele parecem miudezas irrelevantes.
 
Aos poucos, aquele namorado romântico, sintonizado, empático, inventivo e interessante se revela uma fraude. Foi tudo uma sedução provisória? Mesmo o sexo que ele tanto quer, ele apenas se dispõe a fazê-lo em casa e de modo conveniente, em horários que para ele são práticos, sem grande empenho (no máximo as preliminares protocolares, ou palavras românticas reservadas para a ocasião sexual, ou uma aflita busca de informação sobre se ela teve orgasmo, como que para confirmar a sua competência de macho).
 
Lucia agora percebe que foi enquadrada, tornou-se parte da moldura da vida dele. Queria tanto que ele fosse mais aventuroso, que celebrassem a vida, as datas, mas ele mal se lembra. Se ele não fosse sempre tão prático, tão sem graça. Tudo o que restou a ela é um cotidiano tarefeiro. Mesmo o lazer é programado, previsto e recebe tantas restrições de orçamento, de datas e de prazos. Ela gostaria que o trabalho, os amigos, os hobbies, o brincar com os filhos e outras atividades dele não estivessem sempre em primeiro lugar antes dela, e que ela não fosse a última opção quando finalmente sobra espaço na agenda dele.
 
De início ela tenta se fazer notar. Depois tenta falar com ele, fazê-lo entender. Explicar o que é investir na relação, ser prioridade. Mas ele não a entende, “o que ela afinal quer dele?”, “Afinal já não basta estarem juntos?”
 
Ele reclama que ela cobra demais, ou ele zomba dos pedidos dela, às vezes ele se fecha, silencia, ou vai enrolando. Mais adiante, ela, irritada, tenta se fazer escutar de modo mais contundente, aflita. Ele ainda parece não entender ou será que não está ligando a mínima? Ela começa a cobrar mais, a se tornar agressiva, amarga, entra em desespero e se torna irracional, descontrolada, sem paciência até com os filhos que ela tanto ama. Aos poucos ela desiste, definha, confinada ao “lar doce lar” sua seiva secou. Parou de lutar pela relação. Eventualmente ela terá um amante, alguém que parece notá-la, que a escuta, que a percebe (ao menos enquanto for amante).
 
Nos casais atuais é comum mulheres se sentirem mais insatisfeitas. Em média 70% dos pedidos de divórcio partem dela. Homens, mesmo insatisfeitos, tendam a “ir levando” por mais tempo. Muitos percebem a vida de modo compartimentalizado e vão compensando com outras válvulas de escape, elas vivem de modo mais interligado.
 
Mulheres tendem a se estressar com a vida doméstica, mesmo quando o marido divide com ela tarefas de casa e a criação dos filhos. Elas tendem a ser mais tensas e perfeccionistas, eles costumam ter um olhar mais superficial, complacente e relaxado. Além disso, quando a mulher dá uma pausa na carreira, ela tenta investir mais ainda na qualidade da relação. Mas tromba com um homem menos treinado (e desinteressado?) em como sintonizar com outra pessoa. É provável que ela se frustre com a qualidade da relação.
 
Os sonhos e desilusões de Fernando
Fernando aos poucos também se vê numa armadilha. Onde ficou a namoradinha tão companheira? Então tudo era só sedução até me fisgar? Quando as mulheres se sentem seguras passam a cobrar a conta? Ela cobra tanto e coisas tão estranhas, e está sempre insatisfeita. Ela reclama ou porque eu disse algo que não deveria ter dito ou porque não disse algo que deveria ter dito. É tudo muito complicado. Ela se ofende, se ressente e faz comentários ácidos. Conversar com ela é insuportável, ela logo se exalta, e como chora, e como grita, acusa, se põe como vítima. Ela é tão carente.
 
Tudo que ele queria era um lar, um lugar de sossego, e o que tem hoje? Uma mulher ressentida e impaciente que o sufoca. Não fazem mais sexo, ou quando o fazem, ela impõe restrições moralistas às fantasias dele e se mostra estressada por miudezas da vida. Ela se queixa de que ele não lhe dá atenção, mas quando lhe dá atenção ela não usufrui, diz que ele “não pensa em nada”, que para ele “tudo é fácil e simples”. Virou uma chata!
 
Thinkstock/Getty Images
As expectativas masculinas e femininas sobre o propósito
do casamento são diferentes
Além disso, ela parece não suportar que ele descanse ou relaxe. Ao vê-lo sentado lendo o jornal ela logo pede que se levante para resolver agora, neste momento, alguma tarefa doméstica. Seu senso de urgência para resolver afazeres é insensato, histérico, insuportável.
 
Ele precisa de um respiradouro para fugir deste massacre: uma amante, leve, divertida, com a qual possa exercer os dotes de namorado romântico, uma mulher meiga que o valorize, que lhe dê sossego, apoio e importante: sexo à vontade e sem tantas restrições (ao menos enquanto for amante).
 
É claro que há casais em que as coisas acontecem de modo inverso, ele quer investir na relação e ela não prioriza a vida a dois. E em outros casos pode ocorrer que ambos coincidam no propósito do casamento. Mas a maioria dos casais é parecida com Fernando e Lucia descritos acima. Qual é seu caso?
 
Não percebemos ainda quão complexo é o atual projeto de felicidade no casamento. Não fomos preparados para tal. Ainda pensamos que talvez o amor resolva tudo, ou que com bom senso equacionaremos as coisas. As estatísticas mostram que a maioria não consegue fazer isso. O número crescente de divórcios, o incremento das queixas e insatisfação matrimonial e a dificuldade dos solteiros acharem alguém, ou dos divorciados recasarem, são testemunhos da dificuldade em ajustar tantas expectativas. Este será o tema do próximo artigo: ajustes de casal.
 
* Luiz Alberto Hanns é terapeuta com mais de 20 anos de prática clínica e autor de “A Equação do Casamento -- O que pode (ou não) ser mudado na sua relação” (Paralela). Na coluna “Vida a Dois”, ele fala sobre os desafios da vida em casal.

Delas

É Friboi! Teste internacional confirma doença da vaca-louca em gado da JBS

Agência Brasil
Laudo que confirmará se caso em Mato Grosso foi atípico só
será publicado no dia 8 de maio
Exame complementar que indica se caso foi atípico só será divulgado na próxima quinta-feira (8)
 
Um exame de laboratório da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), no Reino Unido, confirmou nesta sexta-feira (2) a existência do mal da vaca louca em um animal do frigorífico JBS, dono da marca Friboi, em Mato Grosso.
 
De acordo com o órgão, as evidências epidemiológicas apontam para um caso atípico da EEB (Encefalopatia Espongiforme Bovina), nome científico da doença. Contudo, o resultado da tipicidade da doença, que dirá se o caso foi isolado, só será divulgado na próxima quinta-feira (8).
 
Caso o teste confirme a doença como atípica, significa que a contaminação ocorreu de forma espontânea, não relacionada à ingestão de alimentos. Em nota, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) informou que a confirmação mostrará se o caso "não representa risco algum para a sanidade animal e à saúde pública".
 
Os 178 países membros da OIE foram informados oficialmente do resultado do exame, de acordo com o órgão. O governo não adotará novas medidas de investigação do caso, informou a pasta da Agricultura.
 
Nesta quinta-feira, a União Europeia indicou, em nota enviada ao iG que poderia mudar as regras de importação para a carne brasileira se houvesse alguma recomendação da OIE sobre o caso suspeito.
 
A redação procurou a JBS para se manifestar, mas os porta-vozes não foram imediatamente localizados. 

Animal contaminado foi sacrificado em março
A suspeita da doença foi descoberta em março deste ano, quando uma vaca de 12 anos de idade, adquirida pela JBS de um pequeno pecuarista, foi encontrada caída entre o rebanho. O animal foi enviado para abate no dia 19 de março, devido a problemas reprodutivos pela idade avançada, mas os restos não chegaram ao consumidor final.
 
Testes de laboratório feitos em amostras do cérebro do animal  mostraram a existência de marcação priônica, um  dos sintomas da doença da vaca louca. O material foi então enviado ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
 
Investigações identificaram 49 animais de corte, nascidos um ano antes e um ano depois da vaca contaminada. Eles foram examinados e, sem qualquer constatação da doença no dia 30 de abril, foram sacrificados e seus restos, destruídos.
 
Entenda a diferença entre a EEB clássica e atípica:
 
A EBB clássica é transmitida por alimentos contaminados, após terem sido confeccionados com produtos obtidos a partir de animais infectados. Os sinais clínicos da enfermidade são nervosismo, reação exagerada a estímulos externos e dificuldade de locomoção, queda na produção de leite e diminuição de apetite.
 
A suspeita do gado contaminado em março recai sobre a EEB atípica, ligeiramente diferente da causa clássica. Costuma ocorrer em animais mais velhos, acima de 9 anos. Trata-se de uma manifestação rara, cuja origem não está totalmente esclarecida. A teoria mais aceita é que é uma forma espontânea da doença, não relacionada à ingestão de alimentos contaminados.
 
iG