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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Sem legislação adequada, Brasil está vulnerável a epidemias, diz pesquisador

AE
Legislação contra epidemias no Brasil é criticada
Estudo mostra que apesar de surto de gripe H1N1, Congresso e governo não encaminharam projetos para garantir enfrentamento adequado a epidemias
 
"Temos tido mais sorte que juízo." Essa é a definição do médico sanitarista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para a situação legislativa do Brasil frente a emergências sanitárias. Durante mestrado na Universidade de Brasília (UnB), ele avaliou que a produção de leis sobre como as autoridades devem agir em casos de epidemias não atende às necessidades atuais.
 
Romero explica que as autoridades sanitárias precisam tomar decisões em situações de emergência com respaldo legal. Por exemplo, uma pessoa com uma doença grave e endêmica, nos casos de emergência, pode ser internada mesmo contra sua vontade? E nos casos das nossas "epidemias" já comuns, como a dengue, os agentes de saúde podem avaliar focos do mosquito mesmo contra a vontade do morador?
 
Na avaliação do pesquisador, a situação nunca se tornou grave porque as pessoas atendem aos pedidos "de bom grado". "Daqui a pouco, teremos outra epidemia e não sei se as autoridades terão respaldo para atuar em situações mais grave. Temos um bom sistema de vigilância sanitária, mas ele precisa de um respaldo legal que não tem. Nossa lei sobre isso é muito antiga e foi criada antes do SUS", conta.
 
Segundo Romero, 90% dos países signatários do Regulamento Sanitário Internacional já atualizaram suas leis para atender às necessidades da proposta. O Brasil ainda não. "Nós somos um dos países mais atrasados nisso", garante. Estudioso do tema de Direito Sanitário da Fiocruz, Romero defendeu sua dissertação de mestrado esta semana no programa de Saúde Coletiva da UnB.
                          
Romero analisou as respostas dadas pelo Congresso Nacional a quatro emergências sanitárias: sétima pandemia de cólera (1991-2005), a pandemia de influenza H5N1 (1999-2006), a pandemia de sars (2003-2005) e a pandemia de influenza H1N1 (2009-2010). Todas, segundo o pesquisador, "independentemente do contexto político-institucional em que ocorreram", foram semelhantes.
 
"Houve pronunciamentos de denúncia da situação e de pedido de providências, e fiscalizando as ações do Poder Executivo por meio de requerimentos de informação, da convocação de autoridades e da realização de audiências públicas. A produção legislativa, no entanto, foi quase nula", afirma. Romero diz que as propostas de suplementação orçamentária que foram apresentadas partiram do Executivo.
 
Por isso, ele acredita - e torce -  que o Executivo terá de provocar o Congresso Nacional a aprovar projetos de lei mais atualizados no enfrentamento de epidemias. Ele ressalta que é o governo quem mais sente falta desse respaldo. De acordo com o pesquisador, há dois projetos formulados pelo governo que nunca foram encaminhados aos parlamentares.
 
Causas
O estudo de Romero não conclui sobre as causas de o parlamento deixar de lado essas atualizações da lei. Para ele, o contexto político do próprio Congresso não influenciou essas decisões já que as epidemias chegaram em momentos bastante distintos e, mesmo quando não havia outra grande preocupação interna, as atitudes dos congressistas foram as mesmas.
 
Para ele, a dificuldade em entender e atuar sobre o tema também não pode ser usada como justificativa. "Hoje, o Congresso possui consultorias legislativas muito eficientes, por conta da necessidade de lidar com temas muito complexos tecnicamente. Acho que é falta de sensibilidade mesmo", pondera.

Último Segundo

Ter espaço entre as coxas vira obsessão para adolescentes nos EUA

No Tumblr, no Pinterest ou no Facebook, meninas muito jovens, ávidas por demonstrar o sucesso em imitar as modelos
 
Washington - A última moda entre as adolescentes americanas obcecadas com a perda de peso é o chamado "thigh gap", ou seja, ter pernas tão finas que, mesmo posicionadas juntas, fica um espaço entre as coxas. Mas perseguir esta silhueta pode levar à anorexia ou à depressão.

No Tumblr, no Pinterest ou no Facebook, meninas muito jovens, ávidas por demonstrar o sucesso em imitar as modelos - ou em alguns casos, seus trágicos fracassos -, publicam fotos de coxas mais ou menos esbeltas no primeiro plano que revelam uma magreza às vezes insuportável.

"Meu 'thigh gap' (espaço entre as coxas) é enorme, tenham inveja, meninas", se vangloria no Tumblr 'foster-the-beatles', enquanto na mesma rede social, 'skinnysizezero', solidária, afirma: "Juntas podemos ser magras, ter um manequim 32 com um espaço entre as coxas lindo e uma barriga chapada".

"Tenho a impressão de que estou começando a ter um espaço entre as coxas, estou feliz", prossegue 'elleskyyy'. Quem assina 'starvingforperfection' ("faminta pela perfeição") lamenta, no entanto, seu "medíocre/inexistente espaço entre as coxas".

Esta obsessão não é nova, mas é amplificada pelas redes sociais, que atraem as adolescentes todos os dias. Assim, em uma conta no microblog Twitter, Cara Thigh Gap se dedica à magreza extrema da modelo britânica Cara Delevingne e dezenas de sites e páginas do Facebook disponibilizam planos ou exercícios de ginástica para conseguir o desejado espaço entre as coxas.

"Esse espaço entre as coxas é realmente algo muito difícil de alcançar", explica à AFP Barbara Greenberg, psicóloga de Connecticut (nordeste) especializada em adolescentes, porque, segundo ela, é "uma questão de estrutura óssea" que poucas mulheres têm.

Para uma adolescente, este tipo de obsessão "pouco realista" significa "ter que morrer de fome", prossegue a psicóloga.

"Por favor, Deus, permita que eu seja magra"
Mas as jovens preferem morrer de fome e contam sua luta no Tumblr. "Ontem somei 380 calorias e depois comi doces. Viraram 650 calorias. Gooooooordaaaaa!", desespera-se Anastasia, uma jovem alemã, que reza: "Por favor, Deus, permita que eu seja magra".

Outra diz estar feliz porque vai passar o dia "com amigos e minha irmã que deixam que eu não coma. Super!". As necessidades de um adolescente, no entanto, estão em torno de 2.500 calorias diárias, segundo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Estes regimes "provocam rapidamente transtornos alimentares", afirma Greenberg, inclusive danos físicos no cérebro ou nos ossos, depressão e comportamento suicida.

Este ideal de magreza - "magras em toda parte, exceto nos seios" - se propaga nas revistas, na televisão e nos filmes, afirma Shannon Snapp, socióloga da Universidade do Arizona, que pede aos consumidores que não comprem esta ideia.

"A mensagem é clara: 'se você se parece com isso, será aceita e bela'", continua a socióloga, para quem "as adolescentes são provavelmente as primeiras a sofrer a pressão", pois "pela primeira vez são comparadas com mulheres adultas".

Natalie Boero, socióloga da Universidade Estadual de San José, na Califórnia, concorda com Snapp. Essas obsessivas pela magreza "querem ser aceitas socialmente" e "sabem que em uma sociedade machista, seu corpo é uma moeda e querem aumentar o que elas acreditam que seja seu valor social", analisa.

Ser magra, uma questão de status social
Mas as adolescentes nem sempre veem assim. Uma menina, "mannddda", declara no Tumblr: "Odeio quando as pessoas dizem que sou burra por querer ter um espaço entre as coxas e ser magra. Não é para ninguém mais do que para mim. Quero me olhar no espelho e ficar contente para MIM".

De fato, "estudos demonstram que (os meninos) preferem um pouco mais de carne", continua Abigail Saguy, socióloga da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).

Mas para essa especialista em imagem corporal, a magreza é cada vez mais uma questão de status. "Ser magra é uma forma de destacar uma classe social elevada", diz.

Pior que isso: "A gordura denota uma classe social baixa", afirma. "Estudos mostram que as meninas e mulheres mais gordas têm menos possibilidades de conseguir trabalho e, quando conseguem, ganham menos", diz Saguy, acrescentando que mulheres com sobrepeso também têm menos chances de se casar.

No entanto, já existe um movimento conta o "espaço entre as coxas", no qual meninas ironizam esta obsessão nas mesmas redes sociais que enaltecem este ideal.

Um vídeo no YouTube, intitulado "Cinco formas de fingir um espaço entre as coxas", publicado por 'tadelesmith', sugere, por exemplo, que as jovens que querem um "thigh gap" devem afastar as pernas.

E no Twitter, Common White Girl declara que, graças ao fato de "não ter um espaço entre as coxas, evitou que (seu) telefone caísse na privada".

Correio Braziliense

Pílula feita com bactérias de fezes pode combater infecções intestinais

Especialista em doenças infecciosas Thomas Louie mostra cápsulas em gel com fezes em seu laboratório em Calgary, no Canadá. Comprimidos podem substituir transplantes fecais para tratar infecções (Foto: The Canadian Press, Jeff McIntosh/AP)
Foto: The Canadian Press, Jeff McIntosh/AP
Especialista em doenças infecciosas Thomas Louie mostra cápsulas
 em gel contendo bactérias de fezes em seu laboratório em Calgary,
 Alberta, no Canadá
Cápsulas em gel são capazes de substituir transplante fecal, diz médico. Análise de 27 pacientes com 'Clostridium difficile' teve bons resultados
 
Novas pílulas de gel contendo bactérias das fezes podem ajudar a tratar infecções intestinais graves e substituir transplantes fecais no futuro, segundo pesquisadores canadenses. Esses comprimidos contêm micro-organismos da flora intestinal de pessoas saudáveis e foram testados com sucesso em 27 pacientes com infecção por Clostridium difficile que já haviam sofrido pelo menos quatro ataques e recaídas e usado antibióticos fortes, sem resultado.
 
Segundo o médico Thomas Louie, da Universidade de Calgary, em Alberta, há um banco de doadores – geralmente parentes do doente – de onde as bactérias "do bem" são retiradas, processadas em laboratório e embaladas em cápsulas de gel triplamente revestidas, para que o conteúdo não se dissolva no organismo até que chegue ao intestino.
 
"Não há fezes restantes, apenas bactérias das fezes. Essas pessoas não estão comendo cocô, e não há arrotos com mau cheiro, porque o conteúdo não é liberado até que ele esteja bem além do estômago", explica Louie.
 
As pílulas também precisam estar "frescas", para que não se dissolvam em temperatura ambiente, já que seu teor de água pode romper o revestimento de gel. Dias antes de o tratamento começar, os pacientes recebem um antibiótico. Na manhã anterior à primeira ingestão, eles ainda fazem uma lavagem no ânus, para que as bactérias normais possam então começar a agir no intestino grosso.
 
Ao todo, são necessárias de 24 a 34 cápsulas, e nenhum dos pacientes analisados teve recaída por Clostridium difficile depois disso.
 
Dois anos de sofrimento
Segundo a auxiliar de enfermagem aposentada Margaret Corbin, de 69 anos, seu problema durou dois anos e foi "horrível".
 
"Pensei que eu estava morrendo. Que não podia comer. Toda vez que eu comia ou tomava água, estava no banheiro. Nunca ia a lugar nenhum, ficava em casa no tempo todo", lembra. A filha de Margaret foi sua doadora, e há dois anos a aposentada de Calgary tomou as cápsulas. Desde então, tem se sentido "perfeitamente bem".
 
Próximos passos
Agora, outros pesquisadores estão tentando descobrir quais bactérias podem combater o Clostridium difficile, para serem cultivadas em laboratório e administradas como probióticos em pílulas aos doentes, que não precisariam mais receber toda uma gama de bactérias.
 
Para Louie, suas cápsulas têm potencial para ajudar outras pessoas – não só as contaminadas por Clostridium difficile , como pacientes hospitalizados e vulneráveis a micro-organismos resistentes a antibióticos.
 
Além disso, especialistas de Minnesota, nos EUA, estão testando congelar as fezes, pois esse método não mata as bactérias e pode ser transportado para qualquer lugar até um paciente que precise das cápsulas.
 
500 mil infecções por ano nos EUA
Segundo médicos, 500 mil americanos por ano contraem infecções por Clostridium difficile, e cerca de 14 mil morrem. Esse micro-organismo provoca diarreia, cólicas e náuseas, muitas vezes incapacitando o indivíduo. Antibióticos potentes e caros são capazes de matar essa bactéria, mas acabam destruindo também as demais, que vivem no intestino e fazem bem. Isso deixa o intestino ainda mais suscetível a novos ataques inimigos.
 
Thomas Louie prepara frascos para produzir comprimidos com bactérias de fezes em seu laboratório em Calgary, Alberta, no Canadá, no dia 26 de setembro (Foto: The Canadian Press, Jeff McIntosh/AP)
(Foto: The Canadian Press, Jeff McIntosh/AP
Médico Thomas Louie prepara frascos para produzir comprimidos com bactérias de fezes em seu laboratório em Calgary, estado
 de Alberta, Canadá, no dia 26 de setembro
 
Pesquisas recentes mostraram que transplantes de fezes podem restaurar o equilíbrio da flora intestinal. Mas isso é feito por meio de procedimentos invasivos e caros, como colonoscopia ou endoscopia.
 
G1

Antibiótico é indicado para 60% com dor de garganta nos EUA, diz estudo

Cápsulas de amoxicillina, um antibiótico do grupo das penicilinas semissintéticas (Foto: ABO/Science Photo Library/Arquivo AFP)
Cápsulas de amoxicillina, antibiótico do grupo das penicilinas
 semissintéticas (Foto: ABO/Science Photo Library/Arquivo AFP)
Pesquisadores fazem alerta sobre prescrição excessiva desses remédios. Cientistas analisaram mais de 8 mil consultas entre 1997 e 2010
 
Médicos americanos prescrevem antibióticos para seis em cada dez pacientes com dor de garganta, embora apenas uma única infecção entre dez seja severa o suficiente para justificar essa indicação, anunciaram pesquisadores na quinta-feira (3), em San Francisco. Os resultados do estudo foram publicados no "Journal of the American Medical Association" (Jama).
 
O excesso de antibióticos é perigoso porque contribui para o aumento de bactérias resistentes aos tratamentos, alertaram os cientistas.
 
Autoridades americanas do setor de saúde advertem que quase todas as principais infecções bacterianas no mundo estão se tornando resistentes aos tratamentos mais comuns com antibióticos.
 
A atual pesquisa, conduzida por Michael Barnett e Jeffrey Linder, da Universidade Harvard e do Brigham and Women's Hospital, inclui dados de mais de 8.100 visitas a consultórios e salas de emergência, entre 1997 e 2010.
 
Inicialmente, os percentuais de prescrição de antibióticos ficavam em torno de 80%, e na década passada caíram para 60%, apontou o estudo.
 
"Entre os adultos que solicitaram tratamento para dor de garganta, a prevalência da infecção pelo grupo Streptococcus pyogenes – única causa comum de dor de garganta que requer antibióticos – foi de cerca de 10%", constataram os cientistas.
 
G1

'Escova de dente' feita em impressora 3D limpa os dentes em 6 segundos

Escova feita em impressora 3D promete escovar os dentes em seis segundos (Foto: Divulgação/Blizzdent)
Foto: Divulgação/Blizzdent
Escova feita em impressora 3D promete escovar os dentes
em seis segundos
'Blizzdent' usa molde da boca para criar escova de dentes única. 600 cerdas fazem a escovação; item é vendido por US$ 300
 
Uma escova de dentes inusitada, feita em impressoras 3D e que tem o formato dos dentes do "usuário", promete fazer a higiene bucal em apenas seis segundos. O motivo é que a escova, ao se encaixar na boca, consegue limpar todos os dentes ao mesmo tempo.
 
A escova, chamada de "Blizzdent", se parece com uma placa de acrílico usada por quem tem bruxismo para dormir.

Dentro dela há mais de 600 cerdas que, ao movimentar levemente a boca, limpa todos os dentes simultaneamente. O objetivo, segundo a empresa que fabrica a escova, é permitir uma escovação completa e com a mesma eficiência de uma limpeza bucal no dentista.
 
De acordo com a fabricante da escova de dentes ao site "Mashable", o processo de pedir uma começa com o dentista do usuário. Ele deve fazer um molde da boca do paciente e enviar para a empresa criar o item, trabalho que leva 12 semanas. As escovas são feitas em impressoras 3D de alta precisão, que faz com que o objeto seja liso. A maioria das impressoras atuais cria objetos com superfícies ásperas.
 
Foto mostra a escova feita em impressora 3D que tem o formato da boca do usuário (Foto: Divulgação/Blizzdent)
Foto mostra a escova feita em impressora 3D que tem o formato da boca do usuário (Foto: Divulgação/Blizzdent)
 
Inicialmente, "Blizzdent" será vendida nos Estados Unidos por US$ 300, o que não inclui o valor pago ao dentista pelo molde. A fabricante diz também que a escova tem durabilidade de um ano e é possível trocar as cerdas, que custam US$ 159.
 
600 cerdas escovam os dentes em 6 segundos, de acordo com a fabricante (Foto: Divulgação/Blizzdent) 
 600 cerdas escovam os dentes em 6 segundos, de acordo com a fabricante (Foto: Divulgação/Blizzdent)

G1

Clareamento dental: métodos caseiros nem sempre funcionam

Pastas de dente e géis têm baixas concentrações de produto clareador
 
Quem não quer ter dentes brancos? Antes de se decidir qual o melhor método de clareamento dental, precisamos saber como ele ocorre. O dente é revestido pelo esmalte, que é o tecido mais duro do nosso organismo. Esse tecido é composto 96% de minerais. No processo de clareamento dental, os clareadores penetram na estrutura do esmalte e reagem quimicamente com os pigmentos que causam as manchas. Após a reação com os clareadores, os pigmentos são quebrados em moléculas menores, tornando-as menos visíveis aos nossos olhos.
 
Há dois tipos de manchas que podem ocorrer nos dentes. As manchas intrínsecas - aquelas que se desenvolvem dentro do dente - que podem decorrer do uso de antibióticos ou da exposição ao flúor excessivo quando criança. As técnicas de clareamento dental não são suficientes para eliminar este tipo de mancha, porém consegue-se uma mínima melhora. Já as manchas extrínsecas ? na superfície do dente - são causadas principalmente pelo avanço da idade, pela presença da placa bacteriana e do tártaro, consumo de chás e o café e pelo uso do tabaco.
 
Processos de clareamento dental
Para as manchas extrínsecas, o clareamento pode ser feito efetivamente por dois processos: um é feito no consultório, com uma concentração maior de produto (peróxido de carbamida ou de peróxido hidrogênio). Este procedimento é feito pelo dentista em apenas uma sessão, com ou sem o uso de laser. O laser, além de ativar o processo, pode diminuir a sensibilidade pós-clareamento. E a outra maneira é o clareamento caseiro, que precisa de uma moldeira confeccionada pelo dentista. O paciente usa então o mesmo produto em uma concentração menor por cerca de 40 minutos a duas horas por dia durante duas a três semanas.
 
Cada técnica tem suas vantagens e desvantagens, no entanto ambas funcionam da mesma maneira, pois os produtos são iguais variando somente em suas concentrações. Antes de decidir, sempre se deve consultar um dentista, pois ele vai determinar a melhor opção de tratamento.
 
A durabilidade do clareamento dental depende dos alimentos ingeridos, da higiene dentária e da frequência do paciente ao consultório. Pacientes fumantes ou que tomam muito café, chás e vinho tinto, o clareamento dental dura pouco, tendo que ser repetido uma vez por ano. Os pacientes que não têm esses hábitos podem repetir o tratamento a cada dois ou três anos.
 
Atenção aos tratamentos sem prescrição
Aqueles produtos facilmente encontrados nas prateleiras de qualquer farmácia, que são vendidos sem prescrição médica, geralmente vêm em forma de pasta de dente, enxaguante bucal ou gel, muitas vezes trazem a concentração do produto para clareamento bem abaixo da necessária e indicada.
 
Alguns podem até ser considerados como mantenedores da cor.
 
As pastas de dente que têm a expressão whitening na embalagem não têm o mesmo mecanismo de ação que os clareamentos de consultório e caseiro. Essas pastas contêm partículas abrasivas que removem a camada superficial do esmalte junto com as manchas mais superficiais. Elas também ajudam a manter brancos os dentes recentemente clareados. O perigo das pastas dentais branqueadoras está na substância usada. Muitas vezes são utilizados agentes abrasivos para remover manchas e isto pode provocar desgaste dental, o que gera aumento de sensibilidade do dente.
 
Os géis clareadores também funcionam por meio da remoção de manchas, tanto as superficiais como aquelas entre os dentes. Existem também aplicadores moldáveis que nada mais são do que moldeiras que se ferve em água e adquirem a forma dos dentes quando as mordemos. Adiciona-se o material clareador a moldeira e o utiliza como se fosse uma moldeira confeccionada pelo dentista. Essas apresentam as maiores desvantagens, pois são fabricadas em tamanho único, podendo ficar apertadas ou folgadas, promovendo o derramamento do produto e irritando as gengivas.
 
As fitas adesivas apresentam o produto clareador em uma concentração menor. Segundo os fabricantes, as fitas devem ser aplicadas nos dentes duas vezes ao dia por 30 minutos, durante duas semanas. Um fator positivo desse tratamento é que as fitas não entram em contato com a gengiva e, se o resultado não for o esperado, elas podem ser reaplicadas. Como desvantagem, apresentam muitas vezes a falta de prática do paciente que não consegue adapta-las perfeitamente aos dentes.
 
Existe também o pincel que utiliza o produto do clareamento em concentração relativamente alta e, segundo o fabricante, basta aplicar o gel duas vezes ao dia por duas semanas e reaplicá-lo a cada seis meses. O problema é que há o risco de ingerir o produto, causando sérios danos a saúde.
 
E por último podemos citar a caneta, cuja qual o fabricante diz que basta pintar os dentes duas vezes ao dia durante duas semanas. É vendida apenas em consultórios autorizados e pode causar desconforto para aqueles com dentes sensíveis.
 
Lembre-se sempre! Todo procedimento de clareamento dental pede a supervisão de um dentista. É ele quem vai dizer qual o tratamento mais apropriado uma vez que as técnicas de clareamento são individualizadas, ou seja, nem todas funcionam em todas as pessoas.
 
Minha Vida

Obesidade agrava risco de disfunção erétil

Especialistas descobrem relação entre o excesso de peso e dificuldades no sexo
 
Conhecido fator de risco para doenças cardíacas, o tamanho da cintura também pode indicar a probabilidade de um homem ter disfunções sexuais e urológicas. É o que afirma um estudo da Faculdade de Medicina Weill Cornell (EUA) publicado no British Journal of Urology International
 
A pesquisa incluiu 409 homens com idade média de 40 anos, divididos em três grupos de acordo com as medidas da cintura: menos de 91 cm, entre 91 cm e 101 cm e mais do que 101 cm. No grupo com maior circunferência, 74,5% dos homens disseram ter disfunção erétil.
 
O problema foi relatado por 50% dos participantes de cintura média e por 32% dos que tinham medidas abaixo dos 91 cm. Aqueles com 101 cm de cintura também apresentaram maiores problemas com ejaculação precoce. Os pesquisadores identificaram a disfunção em 60% dos participantes desse grupo, contra 40% e 21% dos casos nos grupos de cintura média e normal, respectivamente. 
 
Segundo os autores, ainda não é possível definir os mecanismos que fazem com que o tamanho da cintura influencie a saúde sexual. No entanto, existe a hipótese de que a gordura abdominal prejudique o fluxo sanguíneo na pélvis e cause alterações hormonais, ambos fatores de risco par a dificuldade de ereção e problemas de ejaculação. 
 
Pratique os melhores exercícios contra obesidade
Enfrentar a obesidade e diminuir as medidas da cintura requer muita determinação. Além de alterar a dieta, é preciso dar início à prática de exercícios físicos ? sempre com orientação médica para descobrir a intensidade de treino que o seu corpo é capaz de suportar.
 
Se você quer eliminar peso e ganhar saúde, acompanhe as sugestões de exercícios: 
 
Trabalhe a respiração
"Pacientes acima do peso ficam ofegantes mais rápido porque os pulmões acabam pressionados com o excesso de gordura, não conseguindo se expandir direito durante a inspiração", diz o doutor em ciências da saúde Hildeamo Oliveira, do Centro de Excelência em Medicina do Exercício (CEMEx) Golden Spa. Fisioterapeutas podem recomendar séries de respiração voltadas a regular o funcionamento dos pulmões.
 
Invista nos exercícios aeróbios
Exercícios como caminhada, bicicleta e a dança podem fazer parte do treino de uma pessoa com obesidade. "Mas, para garantir que as aulas estão no ritmo adequado, é fundamental fazer uma avaliação física e solicitar orientação médica", diz o personal trainer Marcelo Joaquim, do Centro de Cirurgia da Obesidade e Metabólica. 
 
Hidroginástica previne lesões
Exercícios na água reduzem o peso sobre as articulações, favorecendo aulas mais longas e maior queima de calorias. Sessões de hidroginástica emagrecem e ainda relaxam o corpo. "A água consegue aliviar a tensão causada pelo excesso de peso, tornando a hidroginástica uma atividade revigorante", afirma Hidealmo. 
 
Esportes na água
Natação e outros esportes adaptados para a água contribuem para a perda de peso. Hidealmo explica que a piscina permite que a pessoa com obesidade faça movimentos mais amplos e consiga frear e acelerar os movimentos com mais facilidade. Vôlei e pólo são jogos que podem ser disputados na água.
 
Musculação para ganhar força
O personal Marcelo explica que a musculação vai auxiliar o paciente a ganhar força muscular, além de ajudar na perda de gordura. Peça ajuda ao seu médico e ao professor de educação física para obter um treino adequado ao seu grau de obesidade e nível de condicionamento físico.
 
Frequência sem riscos
Para perder peso com exercícios, você precisa treinar de 60 a 90 minutos por dia, pelo menos cinco vezes na semana. "Após três meses, já é possível elevar as cargas e aumentar a intensidade dos exercícios", afirma Marcelo Joaquim.
 
Minha Vida

Afine a cintura e perca peso com o bambolê

bambolê - Foto: Getty Images
Brincadeira queima calorias e previne as dores na lombar
 
Ele seria só mais um círculo dentro do universo infantil, onde brincadeiras de roda e jogos são tradição se não tivesse ganhado o mundo dos adultos e virado moda nas academias.

Uma hora está nas aulas de pilates, outra nas de circo e vira e mexe ele aparece animando a festa de quem quer se sacudir o esqueleto e não tem tempo de frequentar o treino. Mas será mesmo que o bambolê funciona?

O personal trainer Edson Ramalho explica que o bambolê faz bem para o corpo e para mente e que fazer da brincadeira uma atividade física traz muitas vantagens: "é uma atividade de baixa intensidade, por isso pode ser praticada por qualquer pessoa.

Além de relaxar, ela afina a cintura, alonga a coluna e trabalha toda a estrutura do abdômen", explica. 

bambolê - Foto: Getty ImagesCinturinha de pilão
Além de trabalhar a cintura, o bambolê trabalha todo a região do abdômen, deixando a barriguinha mais firme.

"No vai e vem da brincadeira, a região abdominal é a que mais trabalha para deixar o círculo equilibrado, por isso os músculos se fortalecem e ficam durinhos", diz Edson. 
 
bambolê - Foto: Getty ImagesQuer queimar calorias?
Existem vários tipos de exercícios físicos praticados com bambolê. O mais tradicional, onde a pessoa equilibra o círculo de plástico na cintura, é o de menos impacto e proporciona em média um gasto calórico de 40 calorias a cada 30 minutos. Já naqueles em que a pessoa pula entre os arcos, o gasto calórico chega a dobrar e os benefícios são maiores. "Quando exigem saltos, há um aumento da frequência cardíaca e pode-se perder até 100 calorias em 20 minutos", explica o personal trainer.  
 
bambolê - Foto: Getty ImagesQuadril soltinho só no bambolê
Uma das principais indicações do uso do bambolê é para soltar os quadris. A exemplo da ex-miss Brasil Nathalia Guimarães, muitas pessoas aliam aulas de dança com exercícios de bambolê para deixar o quadril mais cheio de gingado. Segundo o personal trainer Edson Ramalho, isso acontece porque ao usar o bambolê, tiramos do centro de nosso corpo as tensões, fazendo com que a pressão comum no local vá embora e deixe o quadril mais soltinho.

Para Edson, aliar a dança com o bambolê é a melhor opção para quem quer fazer bonito na pista, mas não tem o requebrado natural dos pés de valsa de plantão. "O bambolê trabalha o equilíbrio do corpo sobre seu eixo central. Para equilibrar o círculo de plástico na cintura é preciso coordenação motora e muita ginga, daí o uso dele para treinar quem quer fazer bonito nas pistas e na avenida", explica.  
 
bambolê - Foto: Getty ImagesPule de círculo em círculo e fique com as pernas durinhas
Além de provocar maior gasto calórico, pular entre os arcos fortalece a musculatura das pernas e as deixa durinhas: "as pernas fazem força para se equilibrar nos círculos por isso ficam torneadas depois de um certo tempo de prática", explica.  
 
bambolê - Foto: Getty ImagesCoordenação motora e resistência de dar inveja
Para conseguir equilibrar o bambolê na cintura sem deixar cair é preciso muito equilíbrio e coordenação motora para aliar os movimentos do corpo todo em função do eixo central. "Imagine debruçar sua força no centro de seu corpo? É difícil mesmo e precisa de muita concentração até conseguir o equilíbrio", explica Edson. Já quando o assunto é pular entre os arcos, é a resistência física que conta. Quanto mais pique a pessoa tiver, mais vai pular e o gasto calórico será maior. Se você não tem lá aquela disposição ainda. 
 
bambolê - Foto: Getty ImagesAcalme-se!
É uma questão de tempo: "depois dos primeiros 15 minutos, o bambolê já funciona como exercício aeróbico e trabalha a frequência cardíaca e a resistência física.
 
Para quem ainda não está com a corda toda, é só começar agora", sugere o personal. 
 
Minha Vida

Colesterol: novos limites variam conforme o risco de eventos cardiovasculares

Entenda as novas diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia
 
Neste ultimo final de semana aconteceu no Rio de Janeiro o Congresso da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Esse congresso é muito esperado pelo lançamento das novas diretrizes, que são orientações criadas em consenso por especialistas na área para guiar o tratamento de diversas doenças.
 
A mais esperada foi a V diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose, que já é anunciada há muito tempo e ainda não tinha sido lançada. Mas a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) já adiantou os pontos chave e o enfoque das novas orientações, que estão voltadas para prevenção e estratificação de risco em pessoas comuns, não afetadas pelas doenças.
 
No limite!
O primeiro passo é a avaliação do risco. Isso é feito por meio de escores, que somam pontos baseados no exame físico e historia do paciente.
 
As pontuações foram divididas entre alto risco, baixo risco e risco intermediário:
  
  • Alto risco: pessoas com doença aterosclerótica (infarto, acidente vascular cerebral, obstrução arterial, claudicação intermitente), cirurgia de revascularização prévia, diabetes, doença renal crônica e hipercolesterolemia familiar.
  • Baixo risco: pessoas que tem uma probabilidade menor que 5% em dez anos de acontecer um evento cardiovascular. Aqueles considerados de baixo risco, mas que tenham parentes de primeiro grau com doença prematura, passam a ser considerados de risco intermediário.
  • Risco intermiário: mulheres com 5 e 10% de chances de sofrer um evento cardiovascular em dez anos e homens que tenham de 5 a 20% de probabilidade.

  • Dentro disso, a presença de fatores agravantes automaticamente torna o risco mais elevado. Esses fatores podem ser encontrados em exames de imagem (ultrassonografia das carótidas, ecocardiograma e tomografia de coração), exames laboratoriais (sangue e urina) e medidas clínicas. Depois da avaliação, o tratamento é adequado ao risco da pessoa. Quanto maior o risco, mais agressivo o tratamento.
     
    E o colesterol?
    O principal foco do tratamento para diminuir o risco de doenças cardiovasculares é o colesterol LDL, que está diretamente relacionado a eventos cardíacos - quanto mais alta a taxa, maior o risco de complicações. O colesterol LDL responde relativamente pouco a mudanças de estilo de vida (que não devem ser abandonadas, já que essas medidas em si já reduzem o risco cardíaco independente da contagem de colesterol). Então, dieta e remédios são mais eficazes na redução dessa substância no organismo.
     
    Pensando na relação entre colesterol alto e eventos cardiovasculares, as novas diretrizes apresentam diferenças nos limites de colesterol entre pessoas com diferentes riscos:
    • Pacientes de alto risco: LDL abaixo de 70 mg/dL
    • Pacientes de risco intermediário: LDL abaixo de 100 mg/dL
    • Pacientes com baixo risco devem ter seus limites de colesterol individualizados pelo médico.
    Além do colesterol, o nível de triglicerídeos no sangue também é determinante no risco cardíaco. No entanto, ao contrário do primeiro, esse responde muito bem à dieta e pratica de exercícios para ter as taxas controladas, sendo rara a necessidade de associação de remédios. Por isso lembre-se: o cuidado preventivo é a chave para uma vida longa e saudável.
     
    Minha Vida

    Conheça os nutrientes mais deficientes na dieta dos brasileiros

    Nutrientes em falta na dieta dos brasileirosCálcio, vitamina D e ferro são algumas das carências importantes
     
    Uma coisa é fato: bons hábitos alimentares influenciam de forma significativa o bom funcionamento do seu corpo. Entretanto, é difícil saber se estamos realmente mantendo a dieta na linha, com a presença de todos os nutrientes importantes - e nesse deslize podem aparecer as carências, acompanhadas de sintomas graves.
     
    Esse é o conceito de fome oculta, que acontece quando há uma carência nutricional não aparente de um ou mais nutrientes em nosso corpo.
     
    Confira a lista dos nutrientes que são carentes entre a maioria dos brasileiros e veja se você se encaixa nesse perfil:
     
    Vitamina D
    De acordo com o The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) a vitamina D não é consumida adequadamente por mais de 99% dos brasileiros adultos ? sendo que a sua ingestão pode ser seis vezes menor que o recomendado (10 mcg até 70 anos e 15 mcg acima de 70 anos). "A causa principal da falta do nutriente é a não exposição ao sol", afirma a nutricionista Cátia Medeiros, da Clínica Atual Nutrição, em São Paulo. O sol, quando em contato com a nossa pele, torna o mineral disponível para uso em nosso organismo, explica a especialista. Entre outras causas da deficiência estão obesidade, sedentarismo, uso de alguns medicamentos por tempo prolongado e o baixo consumo de fontes do nutriente - como óleo de fígado de bacalhau, atum, sardinhas, leite, iogurte, queijos e gema de ovo. Além disso, a vitamina D também pode ser obtida por meio de suplementação, já que as suas fontes são no geral alimentos mais gordurosos e pouco consumidos.

    Os sinais de que o corpo está precisando de mais doses de vitamina D, de acordo com a nutricionista, são diminuição da imunidade - podendo se apresentar como resfriados e infecções frequentes - fraqueza muscular, inquietude e irritabilidade em alguns casos, principalmente em crianças e idosos. "Há também um sério impacto na massa óssea se a deficiência se prolongar, trazendo complicações como a osteoporose, principalmente em pessoas com obesidade ou idosos." Quando ela se encontra normalizada, é mais fácil o controle de peso, fortalecimento de ossos e dentes, crescimento em crianças e até mesmo na hipertrofia e controle de acne.                    
     
    Cálcio
    A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE, aponta que 90% da população consomem cálcio abaixo da quantidade recomendada de 1.000 miligramas por dia, não superando o total de 400 miligramas por dia. "O consumo de laticínios em geral vem diminuindo consideravelmente entre a população, pois muitas pessoas acreditam que o leite e os queijos não sejam alimentos saudáveis", afirma a nutricionista Cátia. Entretanto, a contraindicação para consumo desses alimentos só deve ocorrer perante um diagnóstico de alergia ou intolerância, por exemplo. "Isso porque o leite e seus derivados ainda são as principais fontes do mineral, já que ele é mais biodisponível e em quantidades maiores nessas fontes", diz a especialista.

    A diminuição do consumo de cálcio pode gerar câimbras, baixo rendimento em atividade física (já que o cálcio participa da contração muscular), irritabilidade, descontrole da pressão arterial, osteoporose (quando a deficiência é crônica), aumento de peso e até mesmo depressão. "Suas principais fontes são os lácteos como queijos, iogurtes e leite na forma desnatada, vegetais verde-escuro, tofu, sardinha, gergelim e amêndoas." Caso você seja intolerante ou alérgico à lactose e não pode obter o cálcio dessas fontes, o ideal é fazer a suplementação. Na dúvida, converse com seu médico.
     
    Ferro
    Essa deficiência acontece não só pelo baixo consumo de suas fontes, mas também por comportamentos alimentares que prejudicam sua biodisponibilidade ao organismo. "Por exemplo, o consumo diário do cafezinho após almoço ou jantar ou consumo excessivo de refrigerantes e alguns tipos de chás ou sobremesas à base de lácteos com frequência após as principais refeições", diz a nutricionista Cátia. Isso acontece porque a cafeína e o cálcio interferem na absorção do ferro, impedindo que ele seja 100% aproveitado pelo organismo.
     
    "Os sintomas de deficiência em ferro incluem anemia ferropriva, que desencadeia um estado de desânimo, lentidão de raciocínio, falta de foco e uma sonolência bem acentuada." Em crianças, sua deficiência pode causar retardo do desenvolvimento cognitivo - como ele participa da síntese de neurotransmissores, seu consumo é fundamental para o desenvolvimento e integridade do sistema nervoso central. Em alguns casos, essa deficiência pode resultar em câimbras nas pernas e estomatite, por exemplo.

    A POF afirma que apenas 10% dos brasileiros tem o consumo abaixo do ideal de ferro - entretanto, as deficiências podem atingir uma porcentagem muito maior devido as combinações alimentares. As principais fontes de ferro são as carnes de todos os tipos, com enorme concentração no fígado, seguidas de fontes vegetais como leguminosas, grão de bico, ervilhas, soja, lentilha, feijões (sendo as espécies preto e o azuki com maior concentração), além dos folhosos verde-escuros, suco de uva integral e açaí. "Mas vale lembrar que ele é melhor absorvido quando acompanhado da vitamina C presente em frutas frescas."
     
    Vitamina A
    Aproximadamente 50% da população brasileira não ingere as quantidades adequadas de vitamina A. Sua deficiência afeta as estruturas epiteliais de diferentes órgãos, principalmente os olhos. As principais causas da deficiência de vitamina A são falta de amamentação ou desmame precoce, baixo consumo das fontes de vitamina A e baixa ingestão de alimentos que contém gordura, pois é essa que facilita a absorção do nutriente. Entre os sintomas da carência estão cegueira noturna, perda de brilho ocular e baixa imunidade caracterizada por infecções frequentes.
     
    "Boas fontes de vitamina de origem animal, como vísceras, gema de ovo e leite integral e seus derivados", explica a nutricionista Nicole Trevisan, de São Paulo. Nos vegetais, a vitamina A é encontrada na forma de carotenoides, que quando ingeridos são transformados no nutriente pelo organismo. "Frutas e legumes alaranjados e vegetais verde-escuros são ricos em carotenoides, como manga, mamão, canoura, espinafre, chicória, couve e salsa."                   
     
    Vitamina E
    Segundo a BRAZOS, 99% dos brasileiros não atingem as quantidades recomendadas de vitamina E. O nutriente se destaca por proteger a gordura presente na membrana celular dos radicais livres, além de inibir a formação de placas nos vasos sanguíneos e favorecer a vasodilatação.
     
    Baixos níveis de vitamina E têm sido associados a diversos tipos de doenças sanguíneas genéticas, incluindo a anemia falciforme, talassemia e deficiência G6PD (uma enzima envolvida no desdobramento dos açúcares). Problemas no transporte das gorduras pelo organismo e má absorção de nutrientes também são as consequências da carência. Adultos com mais de 19 anos precisam ingerir, no mínimo, 12 miligramas de vitamina E por dia. Para atingir a recomendação, insira óleos vegetais e sementes como amêndoas, amendoim, nozes e castanhas no cardápio.                       
     
    Vitamina C
    A vitamina C está deficiente em 85,1% dos brasileiros. Obtido facilmente pela alimentação ou até por meio de suplementos vitamínicos, esse nutriente é essencial para o bom funcionamento do organismo. Sua carência causa uma doença fatal, o escorbuto, cujos sintomas são inchaço, dores nas articulações, hemorragia nas gengivas e feridas que não cicatrizam. Segundo a nutróloga Daniela Hueb, de São Paulo, hemorragia nasal frequente, anemia ferropriva, apatia, mudanças de humor, cicatrização lenta das feridas e aparecimento de pequenas varizes são alguns sintomas do problema. "A vitamina C protege contra baixa imunidade, doenças cardiovasculares, doenças dos olhos e até envelhecimento da pele", explica.

    Frutas cítricas como laranja e limão, verduras em geral, morango, tomate e acerola são algumas fontes de vitamina C. Recomenda-se uma ingestão diária de 90 miligramas para homens e 75 miligramas para mulheres, ambos acima de 19 anos. Quem fuma deve consumir uma quantidade adicional de 35 miligramas por dia, devido ao aumento do estresse oxidativo.
     
    Vitamina K
    De acordo com a BRAZOS, cerca de 81% dos brasileiros está com a ingestão de vitamina K abaixo do previsto. Entre diversas atividades, a vitamina K participa na coagulação sanguínea e na formação de proteínas a partir das células ósseas, favorecendo a mineralização dos tecidos ósseos e o crescimento. Assim como a vitamina E, quando em falta, a vitamina K está associada à má absorção de gordura, já que ela depende da gordura para ser transportada pelo organismo.
     
    "Além disso, uma dificuldade de coagulação do sangue também pode acontecer, apresentando-se em forma de hemorragias em casos mais graves", afirma a nutricionista Daniela. Óleos vegetais e folhas verde-escuras são boas fontes do nutriente. Para garantir que os benefícios do micronutriente apareçam, o consumo diário deve ser de 120 microgramas.  
     
    Magnésio
    A falta de magnésio pode provocar diversas doenças, sendo que aproximadamente 80% da população ingerem quantidades abaixo do recomendado (350 mg/dl em homens e 265 mg/dl em mulheres). Entre os principais sintomas de sua deficiência estão tremores, sensibilidade a ruídos, fadiga, insônia, TPM, cálculos renais, enxaqueca e cólicas menstruais. A recomendação diária é de 400mg para homens adultos e 350mg para mulheres adultas, o que equivale a, aproximadamente, três conchas cheias de feijão preto ou 300g de espinafre, por exemplo. Além desses dois alimentos, as principais fontes de magnésio são castanhas de caju, amêndoas, semente de abóbora, pistache, alcachofra e chocolate meio amargo. 
     
    Outros minerais
    De acordo com a POF, na faixa etária de 19 a 59 anos, outras prevalências importantes de inadequação nutricional são selênio, zinco, cobre e iodo - o estudo também pontuou que o consumo desses minerais é 40% abaixo do satisfatório.
     
    "Com uma dieta pobre em nutrientes gerais, o adulto terá baixa imunidade e estará mais exposto a infecções, além de um maior risco para doenças crônicas não transmissíveis, depressão, falta de libido e uma série de outros problemas", explica a nutricionista Nicole. Doenças cardiovasculares, hipertensão, câncer, colesterol alto e atrofia cerebral são as principais doenças relacionadas com o baixo consumo de nutrientes na fase adulta.
     
    "Existe hoje a chamada fome oculta, que acontece em decorrência da alimentação rica em produtos extremamente gordurosos e açucarados, que fazem com que as crianças e adultos tenham um excesso de gordura, sal e açúcar no organismo, mas uma carência de vitaminas e minerais por uma dieta inadequada", diz Nicole. Para aqueles que não mantêm uma alimentação balanceada e sofrem dificuldade para mudar seus hábitos alimentares, a suplementação vitamínica pode ser uma aliada.
     
    É importante também o acompanhamento com um profissional, como nutricionista ou nutrólogo, para que ele identifique possíveis deficiências e mostre qual a melhor forma de reverter esse quadro.
     
    Minha Vida

    Estudo demonstra que dano cerebral é comum após cuidados intensivos

    Pesquisas mostram que o delírio pode levar a atrofia cerebral,
     ao inflamar e matar neurônios
    Alguns pacientes chegaram a sofrer de delírio, um estado de confusão mental 
     
    Muitas pessoas internadas em unidades de cuidados intensivos para tratar problemas como um ataque cardíaco sofrem déficits mentais similares a danos cerebrais traumáticos, anunciaram cientistas americanos nesta quarta-feira (2), impulsionando as famílias a pressionar para que seus parentes recebam uma sedação mínima.
     
    O problema é "muito comum" e uma condição conhecida como delírio que afeta três quartos das pessoas tratadas em UCIs. O dano cerebral subsequente dura por pelo menos um ano em pelo menos um em cada três pessoas, destacou um estudo no periódico New England Journal of Medicine.
     
    Muitos destes pacientes vivem um "pesadelo particular", uma vez que a comunidade médica desconhece amplamente o fenômeno, afirmou o autor sênior Wes Ely, professor de Medicina da Universidade Vanderbilt em Nashville, Tennessee.
     
    — Que dilema nós temos na medicina, com tantas pessoas deixando os nossos cuidados com uma forma de dano cerebral que era essencialmente insuspeita para o profissional médico mediano. Trabalhamos tanto para ajudá-los a sobreviver e nós pensamos que quando deixavam de precisar dos aparelhos e saíam do choque nós teríamos feito nosso trabalho e poderíamos mandá-los seguir com suas vidas. Estas pessoas podem ter sobrevivido, mas estão saindo com uma série de problemas inteiramente nova.
     
    Sua luta se relacionou à duração em que os pacientes sofreram delírio, um estado de confusão mental que normalmente acomete pacientes seriamente doentes.
     
    Pesquisas anteriores já tinham mostrado que o delírio pode levar a atrofia cerebral, ao inflamar e matar neurônios, embora mais estudos sejam necessários para compreender porque e como funciona.
     
    Os cientistas também sabem que o delírio é mais provável de ocorrer quando doses mais altas de drogas como sedativos e analgésicos são dadas aos pacientes.
     
    O estudo foi feito com 821 pacientes, dos quais 6% se acredita ter algum tipo de prejuízo cognitivo quando entram no hospital.
     
    Os pacientes, entre os 18 e os 99 anos e idade média de 61, deram entrada aos cuidados intensivos após sofrerem ataques cardíacos severos, insuficiência respiratória ou choque séptico.
     
    O delírio se desenvolveu em 74% dos pacientes enquanto estavam no hospital e normalmente teve quatro dias de duração.

    AFP

    Como se alimentar após a gravidez

    Como Se Alimentar Após a GravidezTodas as mulheres engordam enquanto estão grávidas e isso é mais do que normal pois elas estão comendo por dois.  
     
    Após a gravidez, uma das preocupações da mulher é voltar ao seu peso ideal. A pesquisa mostra que o exercício mais uma dieta de baixas calorias é a melhor maneira de perder peso após a gravidez.
     
    1. Após o resguardo, você pode começar a fazer exercícios leves
    Talvez ela só vai ser por breves períodos em primeiro lugar. Preste atenção aos sinais do seu corpo e construa gradualmente até uma rotina de exercícios que duram 25 minutos ou mais. Certifique-se de pedir ao seu médico sobre quaisquer questões específicas para a sua situação.
     
    2. Não abra mão de amamentar seu filho
    Você usa um adicional de 250 a 500 calorias por dia, produzindo leite. A amamentação é a maneira da natureza destina de ajudar você a perder os quilos extras.
     
    3. Depois de 6 semanas você vai poder começar a se alimentar novamente
    Seu corpo precisa de tempo para cicatrizar. E, se você está amamentando, você também precisa de calorias extras para estabelecer a sua produção de leite.
     
    4. As calorias ingeridas devem ficar entre 1.800 e 2.200 por dia, a menos que seu médico diga para fazer o contrário
    Você precisa de comida suficiente para manter a sua energia. Certifique-se de incluir uma quantidade adequada de cereais integrais, fontes de proteínas e produtos lácteos na sua dieta.
     
    5. Alimente-se de forma sensata e beba muita água
    Mantenha uma variedade de frutas e vegetais frescos em torno de que você pode pegar quando você tem uma sensação de fome. Beba pelo menos oito copos de água. A água, além de te manter hidratado, ainda vai ajudar a manter sua temperatura interna, ajudando assim sua sensação de quentura.
                             
    Este artigo foi escrito por Bruno Loura e é propriedade do Como Fazer.

    Pesquisa aborda o papel materno na hemodiálise infantil

    Objetivo do estudo é criar a base inicial para futuros projetos de orientação das equipes médicas no amparo às mães
    Foto: Liga Contra o Câncer/LCC
    Objetivo do estudo é criar a base inicial para futuros projetos de
     orientação das equipes médicas no amparo às mães
    Os resultados apontaram que as mães podem apresentar papel mais positivo no tratamento se amparadas psicossocialmente
     
    Um estudo desenvolvido na Escola de Enfermagem (EE) da USP abordou o papel das mães no tratamento de hemodiálise dos filhos. Os resultados apontaram que as mães podem apresentar papel mais positivo no tratamento se amparadas psicossocialmente pelos profissionais de saúde.
     
    A dissertação de mestrado da terapeuta ocupacional Fernanda Mieto buscou avaliar qual o sentido que a figura materna dá para a experiência de hemodiálise sofrida pelo filho. Estudos desenvolvidos anteriormente na Alemanha já apontam para uma menor qualidade de vida das famílias com pacientes que fazem o tratamento hemodialítico, quando em comparação a um tratamento a base de medicamentos e ao processo de transplante. Segundo a pesquisadora, a ideia seria trazer essas observações de conflitos e problemas na família para o universo materno. "Muitas pesquisas investigavam a vivência da criança e do adolescente com insuficiência renal crônica, mas nenhuma tratava diretamente da experiência do tratamento, sobretudo com enfoque nas mães".

    A insuficiência renal crônica é uma lesão nos rins, os quais apresentam uma perda progressiva das suas funções. "Em um tratamento conservador, são utilizadas apenas a medicação e uma dieta rigorosa. Quando o paciente apresenta menos de 10% da função renal, utiliza-se tratamentos dialíticos, como a hemodiálise, e a pessoa também busca o transplante". No caso da hemodiálise, a pessoa é tratada em uma unidade hospitalar de três a cinco vezes por semana, por um período de 4 horas por dia.

    A pesquisa se baseou na teoria fundamentada em dados. Inicialmente as mães respondiam a uma pergunta aberta sobre a experiência de acompanhar o filho na hemodiálise. "A partir das respostas, abordávamos outros pontos e desenvolvíamos outras perguntas para complementar o relato".

    Ao todo, 11 mulheres participaram do projeto, sendo as sete primeiras selecionadas apenas pelo critério de que o filho realizava tratamento hemodialítico. Entre as demais mães, duas vivenciavam o início do tratamento e outras duas tinham filhos na fila de espera do transplante. "A função dos dois últimos grupos era permitir a observação do impacto inicial do tratamento e a possível mudança de perspectivas uma vez estando na fila do transplante".

    Fernanda conta que o primeiro grupo de mulheres disseram enxergar na máquina de hemodiálise um objeto de extrema ameaça, que poderia levar o filho à morte. "O receio da máquina é tamanho que muitas delas negam a necessidade do tratamento. Esse ponto inclusive também pode ser observado no segundo grupo, com o impacto inicial", afirma.

    O projeto observou também o grau de dependência criada pela máquina hemodialítica tanto nas crianças e adolescentes, quanto nas mães, e avaliou a influência do transplante na mudança dessa perspectiva. Fernanda cita que a vida das mães também estava fortemente presa à máquina, e que eram recorrentes os relatos de que a cirurgia de transplante poderia possibilitar a liberdade da vida delas. "Muitas mães abdicam do trabalhos, deixam de buscar o lazer e acabam criando um isolamento social. Isso deixa a criança ainda mais vulnerável a transtornos emocionais".

    Posturas profissionais
    A pesquisadora ressalta que o intuito do estudo é criar a base inicial para futuros projetos de orientação das equipes médicas no amparo às mães. "A ideia é sempre manter um canal de escuta para as mães. O profissional da saúde deve buscar a compreensão da dimensão do sofrimento para que possa auxiliar o acompanhante do paciente".

    Ela conta que, segundo o censo de diálise, atualmente em São Paulo existem 2.010 pacientes de 1 a 12 anos e 577 pacientes de 13 a 18 anos que estão em tratamento dialítico. Devido ao elevado número, Fernanda ressalta que somente na interação social é possível estabelecer um novo significado e obter um novo comportamento das mães frente ao tratamento. "Muitas abandonam o tratamento devido a falta de orientações mais assertivas, que só poderiam ser elaboradas a partir dessa compreensão de como elas encaram essa experiência".
     
    Isaude.net

    Altas doses de estatinas reduzem inflamação gengival em cardíacos

    O estudo sugere que as medidas tomadas para reduzir as doenças da gengiva também podem reduzir a inflamação nas artérias
     
    As estatinas, medicamentos comumente prescritos para diminuir o colesterol, foram associadas à redução da inflamação relacionada com a doença gengival .

    O mesmo estudo, publicado no Journal of the American College of Cardiology, afirma que as medidas tomadas para reduzir as doenças da gengiva também podem reduzir a inflamação nas artérias e vice-versa. "A doença periodontal é caracterizada pela inflamação crônica da gengiva e afeta cerca de 50 %da população adulta dos EUA", disse Ahmed Tawkol, MD, co-diretor do Programa de Estudos Cardíacos do Massachusetts General Hospital e Harvard Medical School . "A periodontite e aterosclerose são ambas impulsionadas pela inflamação."

    No estudo, pacientes com doença cardíaca ou alto risco de doença cardíaca passaram a tomar de forma aleatória doses de 10 a 80 mg de estatinas diariamente durante 12 semanas. Exames de Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET / CT) foram realizados após quatro e 12 semanas e comparados com varreduras tomadas antes do início do tratamento.

    Os 59 pacientes incluídos na análise final mostraram uma redução significativa da inflamação da gengiva após quatro semanas de tratamento com maior dose de estatina. Outro resultado do estudo foi que melhoria da inflamação da gengiva esteve diretamente ligada com melhoria na doença aterosclerótica.

    Os autores do estudo concluíram que a pesquisa fornece mais evidência de ligação entre a doença periodontal e a aterosclerose e demonstra que os tratamentos que visam a redução da inflamação em uma destas condições pode produzir melhorias à outra. Os autores também levantaram a possibilidade de que a melhoria da higiene oral para reduzir a inflamação das gengivas, levando à redução da inflamação das artérias.

    "As estatinas têm efeitos benéficos para além das suas propriedades antidislipémicos", disse Tawakol. "Os médicos devem levar isso em consideração quando se discute as opções de tratamento anti-hiperlipidémicos com seus pacientes."

    Tawakol acrescentou que os pacientes com doença cardíaca e acidente vascular cerebral devem informar seus médicos sobre qualquer doença gengival significativa e devem tomar cuidados especiais com as doenças da gengiva.
     
    Isaude.net

    Concurso Hospital de Clínicas da UFTM

    A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH publicou os editais 02, 03 e 04/2013 de concurso público para o preenchimento de 705 vagas em cargos de níveis superior e médio do quadro Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC - UFTM). Os aprovados que forem contratados perceberão remuneração inicial de até R$ 6.588,00.
     
    Entre as vagas, 74 são de nível superior em 42 especialidades médicas, 528 vagas de níveis médio e superior na área assistencial e 103 vagas para a área administrativa, além de formação de cadastro de reserva.
     
    As vagas são para Médicos em diversas especialidades, Advogado, Analista Administrativo, Engenheiro em várias especialidades, Pedagogo, Psicólogo, Assistente Administrativo, Técnico em Informática, Técnico em Segurança do Trabalho, Assistente Social, Biológo, Biomédico, Cirurgião Dentista, Enfermeiro, Farmacêutico, Físico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Nutricionista, Profissional de Educação Física, Tecnólogo em Radioterapia, Terapeuta Ocupacional, Técnico em Enfermagem, Técnico em Farmácia, Técnico em Laboratório de Patologia Clínica, Técnico em Óptica, Técnico em Radiologia e Técnico em Saúde Bucal. 
     
    O prazo para as inscrições é das 8h do dia 17 de setembro ao dia 20 de outubro de 2013, de acordo com o horário de Brasília (DF) e devem ser feitas, exclusivamente, no endereço eletrônico do Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) -  www.iades.com.br. As taxas variam de R$ 30 a R$ 50. 
     
    A data prevista para aplicação das provas para médicos, enfermeiros, técnicos de informática e técnicos em segurança do trabalho é o dia 1º de dezembro de 2013. Para os demais cargos, a prova será aplicada provavelmente no dia 08 de dezembro deste ano. Os locais, datas e horários de realização das provas serão disponibilizados no endereço eletrônico do Iades, na data provável de 18 de novembro de 2013. A seleção também constará de prova de títulos. 
     
    O resultado final do concurso público será publicado na íntegra no endereço eletrônico http://www.iades.com.br e no Diário Oficial da União.
     
    Ebserh
    Como uma empresa pública, a Ebserh é responsável pela gestão dos hospitais universitários federais e a assinatura do contrato de parceria garante que todos os serviços de saúde prestados à população sejam feitos integralmente no âmbito do Sistema Único de Saúde. 

    Concurso UnB

    A Universidade de Brasília (UnB), no Distrito Federal, lançou extrato do edital nº 171/2013 de concurso público com o objetivo de preencher 03 vagas para o cargo de Professor do Magistério Superior, na área de Pediatria Geral. A lotação será na Faculdade de Medicina e a remuneração pode chegar a até R$ 8.049,77.

    A solicitação de inscrição será exclusivamente via internet, no endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb, no período de 09 de setembro a 04 de outubro de 2013.
     
    As taxas variam de R$ 102,26 a R$ 201,24.

    O prazo de validade do concurso será de 1 (um) ano a partir da data de publicação do edital de homologação do resultado final do concurso, podendo ser prorrogado por igual período.

    O edital completo encontra-se disponível no endereço eletrônico www.dgp.unb.br/concursos, onde o candidato deverá acompanhar todas as fases do concurso público docente.

    Concurso Prefeitura de Ipueiras - CE

    A Prefeitura de Ipueiras, no estado do Ceará, promove concurso público por meio do edital nº 001/2013, com oferta 133 vagas em todos os níveis de escolaridade. Os candidatos aprovados, quando nomeados, farão jus a remuneração de até R$ 9.894,79 por jornadas de trabalho de 20 ou 40 horas semanais.
     
    As oportunidades são para os seguintes cargos: Mecânico de Veículos Automotores e Máquinas, Motorista - Categoria AB e D, Agente Administrativo, Agente de Endemias, Agente Municipal de Trânsito, Assistente de Auditoria da Saúde, Auxiliar de Saúde Bucal, Técnico Agrícola, Técnico em Enfermagem, Professor da Educação Básica (1º ao 5º ano), Professor de Educação Básica (Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Educação Física), Assistente Social, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Médico PSF, Veterinário, Odontólogo PSF, Psicólogo, Educador Físico, Terapeuta Ocupacional e Médico (Pediatra, Ginecologista Obstetra, Psiquiatra, Auditor, Anestesiologista, Cirurgião Geral, Ortopedista e Clínico Geral).
     
    As inscrições serão recebidas até 04 de outubro de 2013, na Central do Concurso, no Parque da Cidade José Costa Matos, nº 01, Centro, Ipueiras. Os candidatos também podem realizar suas inscrições pelo site www.consulpam.com.br. As taxas variam de R$ 60 a R$ 190. 
     
    De acordo com o edital, a seleção constará de prova escrita e avaliação de títulos, para todos os candidatos, prova de aptidão física, apenas para os candidatos que concorrem ao cargo de Agente Municipal de Trânsito, e prova prática para Motorista. A prova escrita será realizada na data prevista de 27 de outubro de 2013. 
     
    A validade deste concurso será de dois anos, contados da data de sua homologação, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

    Concurso Prefeitura de Cariús - CE

    A Prefeitura de Cariús, no estado do Ceará, publicou edital N° 001/2013 de concurso público, destinado a selecionar candidatos, para o provimento de vagas e formação de cadastro de reserva. Haverá 199 vagas para profissionais de níveis fundamental, médio e superior, por salários de até R$ 6.309,60 em carga horária de 30 ou 40 horas semanais. O concurso público será assessorado pela GR Consultoria e Assessoria.

    As vagas são para os cargos de Cirurgião Dentista - Ortodontista, Cirurgião Dentista – PSF,  Enfermeiro, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Medico, Medico Obstetra, Médico Pediatra, Nutricionista, Veterinário, Agente Administrativo, Agente Comunitário de Saúde, Atendente de Saúde, Auxiliar de Saúde Bucal, Secretário Escolar, Técnico Agrícola, Técnico em Enfermagem, Tratorista I (Operador de motoniveladora), Tratorista II (Operador de retroescavadeira), Tratorista III (Operador de penes), Auxiliar de Serviços Gerais, Continuo, Gari, Maqueiro, Motorista categoria B, Motorista categoria D, Porteiro, Vigia, Professor de Educação Básica – Educação Infantil e series iniciais do Ensino Fundamental,  Professor de Educação Básica  - Ciências da Natureza/Matemática (Biologia ou Ciências ou Matemática),  Professor de Educação Básica Ciências Humanas (Geografia ou História), Professor de Educação Básica  – Educação Física, Professor de Educação Básica  – Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa ou Língua Inglesa).

    As inscrições, nos valores de R$ 60,00 a R$ 100,00, serão realizadas, de forma presencial ou por procuração pública, no período de 1º a 11 de outubro de 2013 das 8h as 14h, EXCETO sábados, domingos e feriados, na Biblioteca Municipal, sito a Rua Raul Nogueira s/nº - Bairro Esplanada  - Centro, Cariús – Ceará.

    A data da realização e definição dos locais das provas objetivas, serão divulgados, após o encerramento das inscrições, através do site www.grserv.com.br e nos órgãos da Prefeitura Municipal de Cariús -CE.

    Os gabaritos para conferência do desempenho do candidato na prova objetiva serão divulgados no máximo em 72 horas, após a realização da prova, no site www.grserv.com.br e na sede da Prefeitura Municipal de Cariús.

    O concurso terá validade de 02 anos, a contar da data de sua homologação, podendo ser prorrogado, por ato da Administração Municipal, uma única vez, por igual período.

    Concurso Prefeitura de Sebastião Laranjeiras - BA

    A Prefeitura de Sebastião Laranjeiras, no estado da Bahia, republicou o edital de concurso público n° 01/2013, destinado a seleção de candidatos para o preenchimento de vagas no Quadro Permanente de Pessoal da Prefeitura Municipal.
     
    São distribuídas 156 vagas para profissionais de níveis fundamental, médio e superior, com salários de até R$ 3.500 por carga horária de 30 ou 40 horas semanais.
     
    Cargos
    As vagas são para os cargos de Assistente Social, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Médico – Clínica Geral, Nutricionista, Odontólogo, Psicólogo, Aux. Técnico de Enfermagem, Aux. Técnico em Saúde Bucal, Técnico em Radiologia, Agente Administrativo, Eletricista, Instrutor de Informática, Motorista Categoria “B”, Motorista Categoria “D”, Aux. de Abast. de Água, Aux. de Serv. Gerais, Gari, Porteiro e Vigilante/Guarda.
     
    Inscrições e Taxas
    Os interessados deverão fazer suas inscrições até 09 de outubro de 2013, pelo site www.planejarconcursos.com.br, ou de forma presencial até 25 de setembro de 2013, no posto de inscrição, localizado na Avenida Tiradentes, 32, Centro - Sebastião Laranjeiras/BA. As taxas variam de R$ 35 a R$ 90, de acordo com o cargo escolhido.
     
    Como o concurso foi suspenso cautelarmente através do Processo nº 0000519-70.2012.805.0185, de 03 de julho de 2012, o edital informa que todos os candidatos inscritos entre 14 e 22 de junho de 2012 estão automaticamente inscritos neste certame. Os que efetuaram o pagamento da taxa e não mais tiverem interesse no concurso, poderão optar pela devolução do valor e pelo consequente cancelamento da inscrição.
     
    Provas e Gabaritos
    As provas serão realizadas no município de Sebastião Laranjeiras, com data prevista para 24 de novembro de 2013, em horário e local a serem definidos e publicados no Quadro de Avisos da Prefeitura Municipal de Sebastião Laranjeiras, no Quadro de Avisos da Câmara Municipal de Sebastião Laranjeiras e pelo da internet, no endereço eletrônico www.planejarconcursos.com.br. Os candidatos também serão avaliados por meio de prova de títulos. 
     
    A divulgação dos gabaritos das provas objetivas (preliminar) será no dia 27 de novembro de 2013.