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sábado, 26 de outubro de 2013

FDA aperta o cerco a produtos que usam hidrocodona em sua fórmula

Vicodin na mira do FDA
O órgão reclassificou produtos como o Vicodin, com menos de 15 miligramas da substância, como classe II, ao lado da morfina
 
Os EUA Food and Drug Administration (FDA) recomendou, nesta quinta-feira (25) restrições mais rígidas sobre os produtos que contêm hidrocodona, um analgésico opioide muito prescrito pelos médicos, comum em fórmulas de medicamentos potencialmente viciantes como o Vicodin .

Até agora, o Vicodin e outros produtos que contêm menos de 15 miligramas de hidrocodona eram classificadas como substâncias controladas de classe III . O FDA reclassificou o produto como Classe II, na mesma faixa de opioides analgésicos como a oxicodona e morfina.

A reclassificação de um medicamento torna mais difícil sua obtenção. Neste caso, os medicamentos de classe II só podem ser obtidos com receita por escrito nas farmácias. Além de limitar a quantidade de medicamento numa mesma receita.

Os grupos que não concordam com a mudança da regra, integrados por muitos médicos, argumentam que as restrições trazem muitas dificuldades para pacientes que têm que conviver com a dor , especialmente os idosos.

Por outro lado, os profissionais que apoiam a medida afirmam que o número de mortes causadas pelo abuso destas substâncias é inaceitavelmente alto. Perto de três das quatro prescrições que causaram overdoses são compostas por analgésicos opioides, de acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O uso indevido de prescrição de analgésicos foi responsável por mais de 475 mil visitas ao departamento de emergência em 2009, índice que quase dobrou em apenas cinco anos, de acordo com o CDC.
 
Isaude.net

Guerra atinge 64% dos hospitais sírios. A fuga de médicos chega à 70%

Imagem fornecida pela agência de notícias estatal SANA
com as supostas vítimas de armas químicas
Riscos de epidemia aumentam em decorrência da falta de vacinas, saneamento básico e superlotação de abrigos públicos
 
A Organização Mundial da Saúde afirmou que 64% dos hospitais públicos da Síria foram atingidos pela guerra no país.
 
Segundo a OMS, 40% das instalações médicas estão fora de serviço. A maioria está na região dominada pela oposição síria.
 
Segundo a agência da ONU, a situação da saúde piorou muito desde o início da crise, em 2011, que resultou na fuga de médicos e na falta de remédios para a população.
 
A OMS calcula que a metade dos trabalhadores do setor deixou o país. Em algumas cidades, como Homs, o quadro é ainda pior já que 70% dos médicos abandonaram a região.
 
A indústria farmacêutica também sofreu com a violência. Antes da guerra, o país produzia 90% dos medicamentos, agora este índice não atinge mais que 25%.
 
A falta de combustível e de eletricidade diminuíram a capacidade de vários hospitais. Além disso, os riscos de epidemias aumentaram em decorrência da falta de vacinas e de saneamento básico e pela superlotação dos abrigos públicos de emergência.

Proteger 2,4 milhões de crianças
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) participa de uma campanha geral de vacinação na Síria. O objetivo é proteger 2,4 milhões de crianças de doenças como pólio, sarampo, caxumba e rubéola.
 
Segundo o Unicef, 500 mil crianças sírias não foram vacinadas contra a pólio nos últimos dois anos por causa da insegurança e da falta de acesso. Antes da guerra, o índice de imunização no país era de 95%.
 
Isaude.net

Pílula do dia seguinte: erros ao usar comprometem eficácia e ameaçam saúde

Uso abusivo e associação com outros medicamentos estão entre os problemas
 
Quem nunca sofreu um acidente de percurso durante o sexo? Esquecer a camisinha, ela estourar, ou então aquela pulga atrás de orelha que às vezes fica após a relação sexual - será que aquela camisinha não estava muito velha? Realmente não escapou nada? Estou mesmo protegida?... Estas são situações que levam muitas mulheres a recorrem à pílula do dia seguinte. Ela age inibindo ou retardando a ovulação, impedindo o espermatozoide que eventualmente entrou no útero da mulher de gerar a fecundação, além de provocar alterações no endométrio, bloqueando a implantação do óvulo.

Não existe idade mínima para tomar, basta ter uma vida sexual ativa, mas é importante a orientação de um médico, principalmente em mulheres mais novas, que iniciaram a vida sexual. A conversa com um (a) ginecologista garante que ela não terá problemas no futuro. "Em princípio, seu uso é contraindicado para mulheres com hipertensão descontrolada, problemas vasculares, doenças do sangue e obesidade mórbida - mas são contraindicações relativas, que dependem de avaliação individual", explica a ginecologista Felisbela Holanda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Entretanto, uma solução que parece muito simples pode trazer problemas e não for usada da forma adequada.
 
Conversamos com especialistas e listamos os maiores erros cometidos pelas mulheres ao usar a pílula do dia seguinte:
 
mulher tomando pílula - Foto: Getty ImagesIngerir antes da relação sexual
Por agir de forma muito parecida a pílula anticoncepcional, muitas pessoas podem acreditar que a pílula do dia seguinte também é indicada para evitar a gravidez antes que a relação sexual aconteça, mas não é essa a finalidade do produto. ?A pílula do dia seguinte é usada somente em casos de emergência, como relação sem proteção, camisinha furada, estupro, etc?, alerta a ginecologista Sueli Raposo, do laboratório Exame, em Brasília. Usá-la antes da menstruação como um método para impedir a gravidez não é seguro, pois a pílula nesse caso tem eficácia menor do que a de um anticoncepcional de rotina usado corretamente. "Caso a pessoa tenha relações com frequência, deve procurar o ginecologista e usar um contraceptivo adequado todos os dias", completa a especialista.
 
pílulas e calendário - Foto: Getty ImagesUsar continuamente como um anticoncepcional normal
Se a mulher ingerir a pílula com frequência e em um curto período de tempo, o recurso pode não funcionar como método de emergência. "O perigo é que, com o uso abusivo - uma vez por mês já é considerado um excesso - a pílula pode perder o seu propósito, ou seja, a mulher pode engravidar, pois o medicamento quebra o ritmo hormonal", alerta a ginecologista Felisbela Holanda, da Unifesp. Isso porque a pílula altera o fluxo normal da mulher, desregulando o ciclo menstrual e consequentemente a fertilidade da mulher. "Dependendo do dia em que foi tomada, a pílula pode provocar sangramento ou mesmo retardar a menstruação", conta Felisbela.

Mesmo se considerarmos o uso esporádico da pílula do dia seguinte como um parâmetro normal, ainda é possível que ela cause efeitos colaterais. "Pode causar diarreia, vômito, náuseas, dores de cabeça e no corpo e aumento de peso", explica a especialista. Se por um lado a pílula do dia seguinte pode favorecer uma gravidez não planejada, por outro essa dose imensa de hormônios ingerida continuamente pode causar em longo prazo uma gravidez ectopia ou então dificuldade para engravidar, já que essas desregulações no ciclo menstrual podem prejudicar o funcionamento do aparelho reprodutor feminino.
 
pílula anticoncepcional - Foto: Getty ImagesUsar em conjunto com outro método anticoncepcional
Segundo as especialistas, ingerir a pílula do dia seguinte mesmo usando outro anticoncepcional hormonal não a tornará mais eficaz. "Se a pessoa está usando o anticoncepcional corretamente, não é necessário tomar a do dia seguinte", afirma a ginecologista Sueli. Ela completa ressaltando a importância de se usar também a camisinha, pois no caso da pessoa ter se esquecido de tomar a pílula ou trocar o adesivo, ela está protegida.
 
mulheres bebendo e fumando - Foto: Getty ImagesCombinar com álcool ou tabaco
A ginecologista Felisbela explica que combinar a pílula do dia seguinte com alguns tipos de drogas pode ser prejudicial. Bebidas e cigarros possuem substâncias que potencializam os níveis do hormônio estrogênio no organismo. "A pílula com estrogênio é um vasoconstritor, que contrai os vasos sanguíneos, e a nicotina do cigarro também. Em associação, aumentam o risco de AVC e trombose", esclarece a ginecologista Denise Coimbra, do grupo de estudo e serviço de reprodução humana da Escola Paulista de Medicina. "Além disso, ingerir a pílula juntamente com bebida alcoólica pode causar um pouco de náusea devido a alta dose de hormônio - o ideal é tomar com estômago cheio ou com um copo de leite gelado", afirma a ginecologista Sueli. 
 
vários remédios - Foto: Getty ImagesCombinar com outros medicamentos
Algumas classes de medicamento podem reduzir a eficácia da pílula. Se você toma algum tipo de medicamento controlado ou está tomando antibióticos, certifique-se de que ele não irá interferir no efeito da pílula do dia seguinte e até mesmo cortar o seu efeito. Na dúvida, verifique a bula dos remédios para conferir essa possibilidade ou então pergunte ao farmacêutico ou ao médico.  
 
remédios e relógio - Foto: Getty ImagesEsperar até o dia seguinte para tomar a primeira pílula
Para os métodos que contém duas pílulas, a primeira deve ser tomada logo após o ato sexual, e a segunda depois de 12 horas. Isso garante que os hormônios serão efetivos na prevenção da gravidez. Também é importante ressaltar que no caso da pílula de duas doses, elas não devem ser ingeridas de uma vez - isso também compromete sua eficácia. "Caso você não tenha uma pílula a mão nem como comprá-la naquele momento, opte pela pílula do dia seguinte de dose única, que pode ser ingerida até 72 horas do coito", afirma a ginecologista Denise. Entretanto, mesmo para essa pílula única, o melhor é tomar até no máximo 12 horas após o ato para aumentar a eficácia do produto, aconselha a especialista.  
 
camisinha e anticoncepcional - Foto: Getty ImagesSubstituir a camisinha pela pílula
Ainda que a pílula do dia seguinte seja indicada para uma emergência, já sabemos que ela não pode ser ingerida em toda a relação sexual, sob o risco de efeitos colaterais e até a falta de sucesso no tratamento. Além disso, a pílula do dia seguinte - assim como outros métodos anticoncepcionais - não protege contra as DSTs, como gonorreia, HPV e AIDS. Portanto, o ideal seria usar a camisinha masculina ou a camisinha feminina sempre, e recorrer à pílula do dia seguinte apenas se acontecer algum imprevisto - ou então usar a camisinha em conjunto com um método anticoncepcional contínuo, como o adesivo. Isso se levarmos em conta que ela seja tomada nas primeiras 24 horas após o ato sexual. "É perfeitamente possível que a mulher engravide, afinal, a pílula do dia seguinte não é um método contraceptivo, e sim de emergência. O corpo não está preparado para ela", argumenta Felisbela. 
 
Minha Vida

Anticoagulantes regulam a "espessura" do sangue?

Dieta pode sobrecarregar os efeitos do medicamento e causar problemas
 
Atualmente, muitas pessoas têm de utilizar medicações para "afinar" o sangue. Mas o que isso quer dizer?

O sangue circula livremente por todo o corpo e é um líquido viscoso. Entretanto, quando machucamos o dedo cortando uma salada o sangue sai fluido e endurece/coagula assim que toca o chão da cozinha. Se o corte for pequeno, depois de um tempo de pressão o dedo para de sangrar e o sangue na borda do corte também está coagulado. Como isso acontece?

Dentro do corpo o sangue se mantém fluido através de um delicado mecanismo chamado de hemostasia. Ele tem de ficar líquido o bastante para que as células circulem livremente e não haja interrupção no caminho das hemácias que levam oxigênio para o corpo. Isso é feito através de anticoagulantes naturais do sangue, secretados pelo próprio corpo, mas o sangue tem que estar pronto para ficar duro e tampar qualquer vazamento importante (como o corte no dedo do cozinheiro acima). Isso vem do contato do sangue com algumas células lesadas e da falta destes anticoagulantes naturais.  
 
Atualmente, muitas pessoas têm de utilizar medicações para "afinar" o sangue. Mas o que isso quer dizer?

O sangue circula livremente por todo o corpo e é um líquido viscoso. Entretanto, quando machucamos o dedo cortando uma salada o sangue sai fluido e endurece/coagula assim que toca o chão da cozinha. Se o corte for pequeno, depois de um tempo de pressão o dedo para de sangrar e o sangue na borda do corte também está coagulado. Como isso acontece?

Dentro do corpo o sangue se mantém fluido através de um delicado mecanismo chamado de hemostasia. Ele tem de ficar líquido o bastante para que as células circulem livremente e não haja interrupção no caminho das hemácias que levam oxigênio para o corpo. Isso é feito através de anticoagulantes naturais do sangue, secretados pelo próprio corpo, mas o sangue tem que estar pronto para ficar duro e tampar qualquer vazamento importante (como o corte no dedo do cozinheiro acima). Isso vem do contato do sangue com algumas células lesadas e da falta destes anticoagulantes naturais.  
 
Os anticoagulantes mais utilizados no Brasil são a Varfarina e a femprocumona. Os dois agem no fígado, e evitam que a vitamina K, presente principalmente nas folhas verdes, abacate e outros alimentos, seja utilizada pelo corpo para produzir coagulantes. A diferença entre um e outro, principalmente, são o tempo que eles levam para perder o seu efeito: a femprocumona demora mais que a varfarina para sumir do corpo.

O maior problema destas medicações é que precisam de controle rigoroso de quanto o sangue está "coagulável". Se muito "fino", sangramentos graves podem ocorrer. Se muito "grosso", a medicação fica sem efeito. Isso pode variar de um dia para o outro.

Os dois fatores que mais causam variação do INR (o exame de sangue que usamos para ver se a coagulação está correta) são:


1- dieta:
folhas verdes são ricas em vitamina K. A ingestão aumentada de alimentos ricos nessa vitamina "sobrecarrega" o efeito do remédio, e esse não consegue mais conter a formação de coagulantes. O mais importante, no entanto, não é evitar completamente de comer folhas. É evitar variar a dieta dia a dia. Por exemplo: se você gosta de folhas, coma a mesma quantidade todos os dias. Se não come, não invente de comer uma tigela de salada uma vez por semana. Isso vai fazer com que seu sangue fique dia fino, dia grosso, e isso causa as complicações.

2- interação medicamentosa: muitos remédios usam o fígado como via de saída do corpo ou local de passagem. Alguns "cortam" o efeito do anticoagulante e outros aumentam. Sempre confira com seu médico quais os remédios que você pode tomar em caso de dor, gripe ou febre, por exemplo. Se for viajar, leve consigo uma opção de tratamento para os problemas mais comuns que não interfira com o anticoagulante.

Exercícios: eles são permitidos?
A pessoa que usa anticoagulantes não está impedida de praticar exercícios aeróbicos. Na verdade, deve fazer isso. É importante, no entanto, respeitar as limitações de qualquer outra doença coexistente. Os esportes de contato (lutas, futebol) devem ser observados com reservas. Isso porque uma pancada em uso de anticoagulante pode ter consequências graves, porque o sangue naquele lugar que faria um pequeno galo pode não coagular, e virar um AVC ou sangue dentro da articulação (hemartrose). Assim, eu recomendaria evitar estes esportes pelo risco de trauma corporal.

Qualquer sinal de alerta (fezes negras, vômitos tipo em borra de café, sangramento na urina) avise seu médico imediatamente. Converse com ele sobre alternativas em caso dele não estar disponível (vou para o pronto socorro? Telefono para algum colega?).Enfim, você deve viajar, praticar exercícios e, tomando seus cuidados, ter uma vida longa e cheia de realizações. 

Minha Vida

Gelatina: benefícios não só para a dieta

Hoje já é possível encontrar, em farmácias especializadas,
as gelatinas em cápsulas
Saiba como esse pozinho pode ajudar o seu organismo
 
Ela ganhou a fama de ser o alimento número 1 quando o assunto é dieta. Saborosa, refrescante, hipocalórica, que ajuda a combater aquela vontade aguda por doces e guloseimas e ainda, de baixo custo e fácil preparação. Sim, a gelatina é tudo isso. Mas se engana quem pensa que ela deve estar inserida apenas no cardápio das pessoas preocupadas com os ponteiros da balança. Na verdade, os benefícios dessa delícia são bem maiores do que possam imaginar. Duvidam? Pois então vamos desmistificar o que há por trás daquele simples pozinho.

A gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Dos indispensáveis para o organismo, dez precisam ser adquiridos através da alimentação porque o nosso metabolismo não consegue sintetizá-los. Para ter uma idéia da importância da gelatina, ela possui nove tipos deles, faltando apenas o triptofano (precursor da serotonina), o neurotransmissor que nos deixa feliz.

Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose. Ela promove também uma maior resistência física aos desportistas. E mais: colabora para a manutenção da juventude, deixando cabelo, unhas e pele mais bonitos. Ainda não está convencido do poder da gelatina? Então dá uma olhadinha nos detalhes abaixo.

Por que ela faz bem?
Por ser principal fonte de colágeno substância que tem como função impedir a deformação dos tecidos que fazem parte da estrutura de ossos, pele, cartilagens e tendões , a gelatina tem um papel importante na prevenção e no tratamento de doenças, como artrose e osteoporose. Também é bastante utilizada na recuperação de pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos, pois é um excelente agente cicatrizante. O ideal é ingerir dois potes por dia ou bater no liquidificador uma colher de sopa de gelatina em pó com um pote de iogurte. Pronto, sua manutenção de colágeno está garantida!

Composição:
A matéria-prima da gelatina é o colágeno, geralmente extraído da pele, tendões, ossos e cartilagens dos mamíferos. Embora os seres humanos sejam mamíferos, não se obtêm colágenos deles. Ideal nas dietas: Um dos benefícios dessa delícia é que ela é isenta de gordura. Das variadas marcas disponíveis no mercado, cada 100g fornecem 380 kcal, estas vindas praticamente dos carboidratos. A mesma quantidade, mas na versão diet , além de ser isenta de carboidratos, fornece aproximadamente 7 kcal, obtidas exclusivamente das proteínas. A diet é isenta de carboidratos. Por isso, se você está de regime opte sempre pela versão sem açúcar. No entanto, é interessante variar os sabores para não enjoar. Outra vantagem dessa delícia é que ela retarda o esvaziamento do estômago, deixando a pessoa saciada e hidratada por mais tempo. E ainda: dificulta a absorção dos carboidratos e das gorduras pelo estômago e pelos intestinos.

Pele mais firme
Você já deve ter ouvido falar que, quando envelhecemos ou emagrecemos, nossa pele vai perdendo elasticidade e firmeza. Isso acontece por conta do enfraquecimento gradativo do colágeno, que exerce essa função estrutural de sustentação e preenchimento da pele. Com uma dieta rica em proteínas (lembre-se, gelatina é proteínas), atividade física e pouca exposição solar é possível melhorar a saúde, como fortalecer unhas, ter um cabelo brilhante e a pele mais saudável. No entanto, é importante salientar: não existem milagres na área da saúde! Ou seja, não basta consumir grande quantidade de gelatina diariamente sem mudar o estilo de vida precário. Portanto, não esperem pelo milagre da gelatina que não vai funcionar.

Na mesa
Por apresentar facilidade em ser convertida para a forma sólida e líquida por meio do aquecimento, ela torna-se um produto ideal para fazer ou acompanhar sobremesas como gomas, caramelos, iogurtes, mousses, tortas, bolos e sorvetes. Além de ganhar na praticidade em prepará-la, a gelatina pode dar um charme todo especial ao doce por ser colorida e se adaptar facilmente a qualquer formato. Isso, claro, sem contar de todos os benefícios à sua saúde já citados anteriormente.
 
Em cápsulas
Hoje já é possível encontrar, em farmácias especializadas, as gelatinas em cápsulas. Elas apresentam os mesmos benefícios da gelatina em pó, porém, as versões em cápsulas são mais eficientes para a formação de colágeno por serem pura e sem adição de corantes. Quanto à absorção, as do tipo em pó são absorvidas em maior velocidade. A desvantagem da encapsulada é que para se obter 10g (dose mínima diária) é necessária a ingestão de 20 cápsulas, enquanto na versão em pó, a mesma quantidade é obtida em apenas uma colher de sobremesa. Sempre as utilize com a indicação de um profissional de saúde capacitado, pois a dose pode variar de acordo com a necessidade de cada organismo.

Não existe contraindicação para o consumo da gelatina, mas os diabéticos devem ter atenção especial para não consumirem as versões não diet . Já para os alérgicos a determinados componentes, o ideal é sempre consultar um especialista antes de consumi-la. O mesmo é recomendado para as pessoas que sofrem de insuficiência renal, para evitar sobrecargas renais.

Garantir a saúde e a beleza do nosso corpo é uma tarefa que requer mais do que o consumo a determinados alimentos. É, sobretudo, a combinação de práticas saudáveis adotadas no nosso dia-a-dia, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, uso de protetor solar e hidratante e evitar hábitos prejudiciais à saúde como consumir cigarros, drogas e bebidas alcoólicas. Devemos sempre partir da premissa de que só quem ama é que cuida de verdade. Portanto, ame-se e seja feliz! 
 
Minha Vida

Ingerir álcool durante a gravidez aumenta risco de ansiedade e depressão

Alimentação na gestação - Foto Getty Images
Cultivar uma alimentação balanceada, rica em vitaminas e minerais,
é uma das formas mais eficazes de combater o diabetes gestacional
 e fortalecer o sistema imunológico
Estudo constata que 12% das mães admitiu ter ficado bêbada no primeiro trimestre de
gestação
 
Uma pesquisa realizada na Noruega descobriu que boa parte das mulheres cai na bebedeira durante os primeiros três meses de gravidez - e que esse hábito pode aumentar as chances delas sofrerem sintomas de depressão e ansiedade. Os autores são do Instituto Norweigen de Saúde Pública, em Oslo, e o trabalho foi publicado na revista científica Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica.

Os autores analisaram dados de 66.111 mulheres grávidas e seus parceiros - todos fizeram parte do programa Norwegian Mother and Child Cohort Study (MoBa). As mães preencheram pesquisas relacionadas ao uso de álcool em a décima sétima e trigésima semanas de gestação. O teste Alcohol Use Disorder Identification Test-Consumption (AUDIT-C) foi utilizado no presente estudo para medir o uso de álcool leve (0,5 a 2 unidades ou 1 a 4 vezes por mês) e consumo excessivo de álcool (ingestão de cinco ou mais unidades de álcool em um único episódio). Na Noruega, uma unidade de álcool equivale a um copo (1/3 de litro) de cerveja, uma taça de xerez de vinho fortificado, ou uma dose de licor. Os autores também mediram a presença de emoções negativas durante o período da gestação analisado, utilizando o Symptom Checklist Hopkins, que mede a ansiedade e a depressão.

De acordo com a análise feita pelos pesquisadores, 12% das mulheres admitiu ter ficado bêbada durante os primeiros meses de gestação. Os resultados indicam ainda que quanto mais pensamentos negativos a grávida tinha, maiores eram as chances de ela ter ingerido álcool no primeiro e segundo trimestre, sendo 27% de chance no primeiro e 28% no segundo. Para cada ponto de aumento na escala de negatividade, as chances de a mulher ter feito consumo excessivo eram superiores a 55% no primeiro trimestre e maiores que 114% no segundo trimestre.

Os cientistas afirmam que os resultados mostram claramente uma ligação entre as emoções de uma mãe, como depressão e ansiedade, e uso moderado de álcool e consumo excessivo durante a gravidez. Entretanto, mais estudos são necessários para entender por que as mulheres continuam a beber álcool durante a gravidez, apesar das advertências de saúde.

Afaste oito inimigos da sua saúde na gravidez
Dormir pouco, enfrentar situações de muita tensão, comer mal e pular refeições são maus hábitos que devem passar longe de qualquer rotina, principalmente a da gestante. Durante a gravidez, o sistema imunológico da mulher é responsável por manter sua saúde e ainda garantir que o bebê tenha o desenvolvimento adequado. Por isso, ao longo dos nove meses, os cuidados precisam ser redobrados e seguidos à risca para evitar uma série de inconvenientes. "Qualquer ameaça à saúde da mãe pode se estender em riscos ao bebê", afirma a ginecologista Bárbara Murayama, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Para passar longe dos perigos, veja as dicas que a especialista recomenda e não deixe de fazer o acompanhamento pré-natal com o ginecologista.
 
Alimentação na gestação - Foto Getty ImagesDiabetes gestacional
Cultivar uma alimentação balanceada, rica em vitaminas e minerais, é uma das formas mais eficazes de combater o diabetes gestacional e fortalecer o sistema imunológico. Os perigos da doença incluem pressão alta, acúmulo excessivo de líquido amniótico (que pode distender demais a barriga da gestante), mortalidade fetal e malformações.

Isso não significa, entretanto, restrições à mesa: frutas, verduras, legumes, hortaliças, carboidratos, proteínas e gorduras devem formar pratos muito coloridos. "Não se esqueça também de comer a cada três horas, o que evita crises de fome e de hipoglicemia", afirma a médica.

A especialista aconselha ainda que sejam evitadas refeições com muitos condimentos ou temperos em cubinhos, que pioram os enjoos e agravam a hipertensão. Alimentos crus são outra ameaça, porque podem transmitir toxoplasmose e verminoses.
 
Vacinação da gestante - Foto Getty ImagesBaixa imunológica
Hepatite B, coqueluche e tétano são doenças evitadas com a vacinação da mulher. "Mas nem toda vacina pode ser tomada durante a gestação. Converse com seu médico e discuta o que pode ser feito caso haja alguma falha na carteirinha de vacinação", diz a ginecologista.

Vacinas que contêm organismos vivos atenuados, como a da rubéola, não são 100% seguras para o bebê e, por esse motivo, devem ser tomadas antes da gravidez. Outras, entretanto, contêm organismos mortos ou apenas partes deles, como a da gripe, e podem ser aplicadas durante a gestação
 
Hidratação da gestante - Foto Getty ImagesFalta de hidratação
Durante a gravidez, as mudanças no corpo vão muito além daquelas que são percebidas externamente. Entre elas, está o aumento do volume sanguíneo, que depende da boa hidratação para acontecer. "Água e suco de frutas são as melhores fontes para a hidratação saudável. Os refrigerantes, por outro lado, devem ser evitados, porque não possuem valor nutritivo", recomenda a especialista.
 
Sono da gestante - Foto Getty ImagesIndisposição e crises de mau humor
Repousar sem fechar os olhos não basta. É necessário dormir para recuperar energia e produzir hormônios que garantem o bom funcionamento do organismo. "A falta de descanso pode prejudicar a formação do bebê, fazer a pressão sanguínea da mãe aumentar e até aumentar as chances de rompimento da bolsa e de um nascimento prematuro", afirma a ginecologista. Ela recomenda dormir, pelo menos, oito horas durante a noite e fazer breves cochilos durante o dia ou sempre que a gestante se sentir cansada.
 
Vida sexual da gestante - Foto Getty ImagesInfecções urinárias e dificuldades sexuais
As gestantes podem levar uma vida sexual ativa normal, a não ser quando algum problema durante o pré-natal leva o médico a pedir restrições. "Fazer exames de urina rotineiramente é um cuidado importante. As mudanças que acontecem no corpo da mãe para receber o bebê causam uma pequena dilatação do ureteres e dos rins e promovem a compressão da bexiga, que terá menos espaço par acumular urina, favorecendo infecções", afirma a ginecologista.

É comum também que, nesta fase, a mulher prefira evitar relações sexuais, principalmente nos primeiros meses de gestação, devido à indisposição provocada pelos enjoos e pelas mudanças hormonais. "Quando se sentir disposta, entretanto, a mulher não pode abrir da camisinha para prevenir doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)".
 
Exercícios na gestação - Foto Getty ImagesExcesso de peso
A gestante deve praticar exercícios, pois eles ajudam a controlar o peso e o colesterol, além de prevenir contra a obesidade e o diabetes gestacional. "Prefira atividades de baixo impacto, como caminhadas e hidroginástica, e use roupas leves e confortáveis. Também cuide da hidratação antes, durante e após o treino", explica Bárbara.

Em relação às tarefas domésticas que, muitas vezes se assemelham a verdadeiras maratonas, é aconselhável evitar esforço. E escute seu corpo: qualquer sinal de desconforto deve ser motivo para interromper a atividade e avisar o médico.
 
Cigarro na gestação - Foto Getty ImagesFalta de ar
O tabaco está proibido durante a gestação. Uma fração mínima de consumo pode ser prejudicial ao bebê. Diversos tipos de câncer, a debilitação do sistema respiratório, agravando crises de falta de ar, e pneumonia estão entre os perigos relacionados ao fumo. Além disso, quem cultiva esses hábitos durante a gravidez tem mais chances de apresentar má qualidade de vida, com alimentação desregrada e sedentarismo.

Muito associado ao cigarro, o consumo de álcool também é nocivo na gravidez. Segundo a ginecologista, bebês cujas mães consomem bebidas alcoólicas durante a gestação podem manifestar problemas de crescimento antes e depois de nascer, incluindo má formação do rosto, anormalidades no sistema nervoso central e até a morte intra-uterina.
 
Estresse na gestação - Foto Getty ImagesHipertensão
A hipertensão é mais comum em gestantes acima de 35 anos, em mulheres grávidas do primeiro filho e em gestações múltiplas. Fora esses casos, a doença ameaça qualquer mãe que não repousa o suficiente ou está submetida a altos níveis de estresse, que ingere menos proteínas do que necessita, consome muito sal ou tem histórico familiar de hipertensão. A criança, por sua vez, não consegue ter seu desenvolvimento pleno e apresenta maior propensão a sofrer de problemas respiratórios.

Além disso, a hipertensão reduz a quantidade de líquido amniótico dentro do útero, o que reduz a passagem de oxigênio pela placenta. Consequentemente, o bebê movimenta-se pouco, eliminando menos urina e até parando de respirar para economizar energia. Nos casos graves, há a morte da criança. Monitorar a pressão rotineiramente, diminuir o consumo de sal e tomar muita água são essenciais para controlar a pressão alta.
 
Minha Vida

Osteoporose: saiba como evitar fraturas, dores e a progressão da doença

mulher subindo em uma balança - Foto Getty Images
Mantenha-se no peso ideal
Manter o peso ideal e fazer adaptações em casa evitam complicações
 
Caracterizada pela baixa densidade da massa óssea e deterioração do tecido dos ossos, a osteoporose deixa os ossos mais frágeis, facilitando fraturas.
 
Quem convive com a doença deve tomar certos cuidados, desde a alimentação até a prática de exercícios físicos para evitar quedas, dores nas articulações e a própria evolução da doença.
 
Conversamos com especialistas e temos as dicas para os pacientes com osteoporose caminharem sem medo.
 
Confira:
 
mulher subindo em uma balança - Foto Getty ImagesMantenha-se no peso ideal
Se a manutenção do peso é benéfica como um todo, para pessoas com osteoporose ela é a ainda mais importante. E não é só a obesidade que atrapalha a vida do paciente, não - aqueles que estão muito abaixo do peso também correm riscos. "Os pacientes acima do peso têm dificuldade de realizar exercícios e tendência a desenvolver outros problemas, como hipertensão arterial e diabetes, além de geralmente manterem uma alimentação inadequada, sem o aporte nutricional que a osteoporose pede", explica o ortopedista Roberto Santin, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. "Ao passo que os de peso muito baixo têm, em geral, deficiência alimentar por pouca ou má ingestão de nutrientes", completa. Inclusive, os mais magros são mais atingidos com a osteoporose, justamente porque a gordura periférica ? em menor quantidade naqueles abaixo do peso - ajuda a manter o aporte de cálcio, deixando os ossos mais fortalecidos. "Uma das explicações para isso seria o fato de que um paciente muito acima do peso se fraturaria mais facilmente ao se levantar pra caminhar, então a natureza dá a essas pessoas uma força extra para poder aguentar o seu próprio peso", explica o ortopedista Weldson Muniz, do Hospital Santa Luzia, em Brasília. No entanto, uma vez com osteoporose, o excesso de peso pode causar um esforço muito grande das articulações, favorecendo dores e quedas.  
 
idosa levantando halteres - Foto Getty ImagesPratique exercícios
A atividade física é fundamental para os pacientes com osteoporose. "Além de aumentar o aporte de cálcio ao osso, o exercício ajuda no equilíbrio para evitar quedas", diz o ortopedista Weldson. Praticar exercícios também ajuda a manter a densidade óssea à medida que envelhecemos, diminui a dor nas articulações e ainda por cima elimina os quilos que por ventura estiverem sobrando e forçando as articulações. Exercícios de fortalecimento e flexibilidade, bem como atividades aeróbicas, são as mais indicadas para os portadores de osteoporose. Os primeiros ajudam a manter a densidade óssea e fortalecer as articulações, já os exercícios de flexibilidade, como alongamento e ioga, além de beneficiar as articulações também ajudam a preservar a amplitude do movimento. Por fim, as atividades aeróbicas podem ajudar a construir ossos e manter as articulações saudáveis, bem como fortalecer os músculos, coração e pulmões. Segundo o ortopedista Weldson, hoje em dia muitas das academias já dispõem de sistemas de treino de equilíbrio. "Devemos lembrar, no entanto, que todos os pacientes devem ser avaliados para poder executar os exercícios corretos e na época adequada, especialmente os idosos", acrescenta o ortopedista Roberto. 
 
idosa cozinhando - Foto Getty ImagesNutrientes em dia
A osteoporose está intimamente ligada à alimentação. Se você não está ingerindo os nutrientes na quantidade certa, o seu corpo está em risco. Os nutrientes mais importantes na luta da osteoporose são o cálcio e a vitamina D. "O primeiro é essencial para a formação dos ossos, enquanto o segundo é quem permite que o cálcio seja absorvido e atue na formação da matriz óssea", explica a nutricionista Priscila. Os dois andam sempre de mãos dadas: se você ingerir muito cálcio, mas não tiver vitamina D, de nada adianta, pois não será absorvido. O mesmo vale para quem ingere muita vitamina D, mas não tem a quantidade de cálcio suficiente para ser absorvida. A recomendação diária de cálcio para adultos varia entre 1.000mg e 1.200mg, enquanto a vitamina D tem sua dose de 800 a 1.200 UI por dia. Boas fontes de cálcio são leite e seus derivados, bem como vegetais verdes escuros e produtos fortificados. Quanto a vitamina D, a melhor forma de obtê-la é se expondo ao sol. "É indicado no mínimo 30 minutos de sol por dia, lembrando que deve ser o sol da manhã ou o do final do dia", diz Priscila.  
 
maço de cigarros - Foto Getty ImagesPare de fumar
O cigarro é atualmente considerado não só um fator de risco, como um agravante da osteoporose, e como tal deve ser abandonado. Isso acontece porque a fumaça tóxica do cigarro, quando chega à corrente sanguínea, interfere no funcionamento das células osteoblásticas - uma das responsáveis por construir e reparar a matriz óssea. E nunca é tarde para largar o vício, pois ao parar de fumar, o risco de baixa densidade óssea e fraturas tende a se reduzir com o passar do tempo. "Todo fumante deveria ter consciência do grande mal que o cigarro causa", diz o ortopedista Roberto.  
 
cerveja - Foto Getty ImagesEvite o álcool
O consumo excessivo de bebida alcoólica diminui as reservas de cálcio e, como consequência, faz com que os ossos fiquem mais fracos. "Alguns estudos mostram que o aumento de álcool no dia a dia acarreta no aumento dos níveis do paratormônio, que é um hormônio responsável por equilibrar a quantidade de cálcio nos ossos", afirma a nutricionista Priscila Ceseke, do Hospital Santa Luzia, em Brasília. O álcool em excesso também interfere na absorção de cálcio e vitamina D pelo pâncreas, ambos nutrientes essenciais para os ossos.
 
banheiro com barras - Foto Getty ImagesFaça adaptações em casa
As mudanças para uma casa segura são muito importantes para evitar quedas no paciente com osteoporose. "Evitar tapetes soltos, sapatos de salto deslizante e pisos derrapantes em áreas como banheiro e cozinhas é fundamental para quem tem a doença", ressalta Roberto Santin. A colocação de apoio com barras fixas nas paredes ajuda na movimentação dentro de casa. "Prender ao solo móveis que podem escorregar é outro artifício eficiente." É importante também manter todos os objetos dentro do campo de visão, principalmente entre os mais idosos, pois eles apresentam uma redução do seu campo visual, e por isso objetos deixados em qualquer lugar são potencialmente perigosos.
 
vários remédios - Foto Getty ImagesTome os medicamentos quando necessário
 No geral, todos os pacientes com osteoporose precisarão ingerir algum tipo de medicação no decorrer da doença. "A receita dependerá de fatores como o grau de porose do osso e resposta ao tratamento", diz Weldson Muniz. Medicamentos à base de calcitocina e a reposição hormonal são alguns dos tratamentos que podem ser necessários. No entanto, não esqueça que toda a medicação deve ser receitada e acompanhada por um profissional especializado, bem como a necessidade de cessá-la.  
 
vidro de suplemento alimentar - Foto Getty ImagesNão esqueça a suplementação
É muito comum a pessoa com osteoporose precisar tomar suplementos de cálcio e vitamina D - que geralmente são combinados em um só produto. Entretanto, alguns pacientes precisarão da suplementação apenas de um dos nutrientes, e as quantidades também variam conforme o quadro. "Se você é diagnosticado com osteoporose, é importante para obter quantidade suficiente de cálcio e vitamina D e tomar os suplementos prescritos para a doença, pois eles garantem que você está absorvendo as quantidades nutricionais necessárias", lembra a nutricionista Priscila. 
 
homem no médico - Foto Getty ImagesFaça a densitometria óssea regularmente
O exame de densitometria óssea é usado para medir a densidade de nossos ossos, ou a massa óssea. "Ele usa um aparelho especial de raio-x, e é o melhor exame para controlar a evolução da osteoporose e de seu tratamento", explica o ortopedista Roberto. O controle com o exame geralmente é anual, mas a frequência pode mudar conforme orientação. "A densitometria avalia o grau da osteoporose e acusa a probabilidade de fraturas", lembra o ortopedista Weldson. 
 
Minha Vida

Dieta desintoxicante limpa o organismo e acelera emagrecimento

Dieta desintoxicante limpa o organismoAlimentos com poder anti-inflamatório fazem seu corpo funcionar melhor
 
Ao iniciar uma dieta, algumas pessoas notam que o resultado é mais lento do que o esperado para o emagrecimento e até mesmo algumas mudanças que costumam surgir por causa da alimentação saudável demoram a aparecer, como uma pele mais bonita, cabelos mais brilhantes e um sono tranquilo.
 
Esse é o seu caso? A culpa pode ser de alimentos tóxicos que você consumia antes que causam diversos processos inflamatórios no organismo e fazem com que ele não consiga mais exercer as funções corretamente. "É comum sentirmos sintomas dessa intoxicação, como dor de cabeça, fadiga e problemas intestinais", alerta a nutricionista Izabella Fratezi, consultora da Galgani Farmácia de Manipulação, em Belo Horizonte.

Para evitar esse problema, alguns nutricionistas recomendam adotar uma dieta desintoxicante antes de fazer a reeducação alimentar de fato. "Essa dieta ajuda o corpo a eliminar as toxinas acumuladas por causa do consumo de alimentos industrializados, açúcar refinado, gorduras saturadas e gorduras trans e hidrogenadas, além de vícios como álcool e cigarro", explica a nutricionista. A duração da desintoxicação dependerá de cada organismo.
 
Confira os alimentos que podem ser consumidos sem culpa durante essa desintoxicação: 
 
salmão com legumes - Foto: Getty ImagesSalmão
Esse peixe é rico ômega 3, ômega 6 e ômega 9, todos nutrientes com poderosa ação anti-inflamatória. "Além disso, durante esse processo de desintoxicação, não é aconselhável comer carne vermelha ou outros tipos muito gordurosos, que têm a digestão muito lenta e provocam inflamação", explica a nutricionista Izabella. O ideal é ingerir peixe de três a cinco vezes por semana. 
 
frutas e legumes - Foto: Getty ImagesFrutas e legumes
Além de terem uma digestão mais fácil, as frutas, legumes e verduras são ricas em vitaminas e minerais que atuam como antioxidantes. "Elas impedem ou neutralizam a formação de compostos denominados radicais livres, que são nocivos ao organismo", explica a nutróloga e dermatologista Cristiane Braga, da Associação Brasileira de Nutrologia. A quantidade diária para ingestão de frutas e legumes é de 3 a cinco porções. 

chá verde - Foto: Getty ImagesChá-verde
A bebida é rica em catequinas, substâncias que combatem a inflamação e os radicais livres. "As catequinas também possuem efeito termogênico, ajudando a reduzir a concentração de gorduras no sangue", afirma a nutróloga Cristiane. De acordo com a nutricionista, o chá-verde pode ser ingerido várias vezes ao dia, desde que não ultrapasse o limite de um litro diário. 

Gengibre - Foto Getty ImagesGengibre
Devido à presença de duas substâncias chamadas cineol e gingerois, o gengibre é um perfeito anti-inflamatório, antioxidante e bactericida. "Ele também é rico em vitamina B6, cobre, magnésio e potássio, todos nutrientes com propriedades anti-inflamatórias importantes", diz a nutróloga Cristiane. O gengibre pode ser ingerido cru, fatiado, ralado ou na forma de chás. 

arroz integral - Foto: Getty ImagesAlimentos integrais
Por serem ricos em fibras, os alimentos integrais atuam na melhora do funcionamento intestinal. "Com o intestino funcionando melhor, o corpo aumenta a capacidade de excreção de toxinas por meio das fezes, potencializando a desinflamação", explica Cristiane Braga. 

linhaça - Foto: divulgaçãoGrãos
Além de possuir vitaminas e minerais, os grãos integrais em geral possuem amidos resistentes, isto é, fibras que não são digeridas e agem promovendo a aceleração do trânsito intestinal. "Grãos como a quinua e linhaça também possuem ácidos graxos ômega 3, que são anti-inflamatórios", declara a nutricionista Izabella. Você pode consumi-los em saladas, com frutas e até batidos com sucos. 

lima da pérsia fatiada - Foto: Getty ImagesLimão e lima da pérsia
"Por possuir vitamina C, ácido cítrico e uma substância chamada d-limoneno, esses frutos estimulam o funcionamento do fígado e a expulsão das toxinas", explica a nutróloga Cristiane. Durante a desintoxicação, recomenda-se um copo de água com suco de meio limão em jejum, pela manhã, para limpar o organismo. "No entanto, essa prática não é recomendada para quem tem úlceras ou gastrite, pois pode piorar o quadro", lembra a médica. 

shitake - Foto: Getty ImagesShitake
Esse tipo cogumelo é uma importante fonte de ácido pantotênico, uma das vitaminas do complexo B que atua como cofator de outras vitaminas (B1, B2, B3, B6 e biotina) e ajuda na formação de hormônios e neurotransmissores. "O shitake também é rico em oligoelementos que realizam uma limpeza no organismo", diz a nutricionista Izabella. A necessidade diária do ácido pantotênico é de 5 miligramas, encontrados em 100 gramas de shitake. 

dois cocos na areia da praia - Foto: Getty ImagesÁgua de coco
Poderoso antioxidante, a água de coco combate os radicais livres e tem um alto potencial hidratante, o que estimula o funcionamento dos rins. A nutricionista Izabella afirma que a água de coco contém uma composição de minerais que satisfaz as necessidades do organismo quando é necessária uma reidratação. "Além disso, o coco também possui vitaminas A, B1, B2 e B5, que atuam na desinflamação."

mulher bebendo água - Foto Getty ImagesInvista na água
A maioria dos desequilíbrios orgânicos acontece no meio ácido. A ingestão de água pode ajudar a restabelecer o pH do organismo, sendo um elemento fundamental para a desintoxicação do corpo. Para combater o problema, a bebida precisa ser dotada de ORP negativo ou pH alcalino (acima de oito). Antes de comprar a sua garrafa, verifique na embalagem qual é o pH da água - se for acima de oito, o ORP já é negativo. "A ingestão adequada de água também aumenta a diurese, facilitando a excreção de toxinas pela urina, além de ajudar no bom funcionamento do organismo como um todo", complementa a nutróloga Cristiane. 
 
Minha Vida

Treino em circuito poupa tempo e rende o dobro

Treino em circuito poupa tempo e rende o dobroO método trabalha músculos e o sistema cardiovascular em 30 minutos
 
Falta de tempo para se exercitar é uma desculpa comum. E que cola, principalmente se você nunca teve o hábito de praticar um esporte ou frequentar a academia. Se você faz o tipo, precisa experimentar o treino do tipo circuito. Trata-se de uma mistura entre aparelhos de musculação e exercícios aeróbicos.

O número de aparelhos (aqui chamados de estações) utilizados varia de acordo com a combinação usada pelo professor e com os seus objetivos de treino. A coincidência, no entanto, vai agradar: basta menos de um minuto em cada estação para alcançar resultados.

"Step, cama elástica, halteres, corda, saco de boxe, caneleira, colchonete, bastão, power rubber e fitbal estão entre as opções possíveis em um circuito", afirma a professora Regina Bento Oliveira, da academia Contours, em São Paulo. O treino completo não passa de 30 minutos, mas os benefícios estendem-se por muito mais. 
 
Bom para poupar tempo - Getty ImagesBom para poupar tempo
O treinamento em circuito é ideal para quem não tem muito tempo. "O circuit training é uma forma de treinamento que possibilita um gasto alto de calorias em um curto espaço de tempo. Isso acontece porque a intensidade dos exercícios é alta, não há intervalo para descanso", afirma Stanley Isaias, personal trainer da academia Vip Training, em Brasília.
                    
Combina exercícios aeróbicos e neuromusculares - Getty ImagesCombina exercícios aeróbicos e neuromusculares
Além de trabalhar todas as regiões do corpo, o circuito também permite que sejam feitos dois tipos de exercícios: os aeróbicos e os neuromusculares (anaeróbicos). "Os circuitos são eficientes porque essa é a melhor combinação para queimar calorias tanto durante o exercício quanto depois dele", explica Jairo Diógenes, coordenador técnico da Academia Fitness Together, em São Paulo. Isso acontece porque, para recuperar as microlesões causadas pelo exercício neuromuscular, o corpo acaba gastando calorias enquanto você repousa. É também neste processo que a massa muscular aumenta.  
 
Treino mesmo em condições climáticas desfavoráveis - Getty ImagesTreino mesmo em condições climáticas desfavoráveis
Quem nunca usou a velha desculpa do mau tempo para não se exercitar? Mas ela não cabe quando o assunto é o treino em circuito. "Geralmente, circuitos são feitos em locais cobertos, não deixando espaço para desculpas em dias de chuva, frio ou calor demais", afirma Wallace Rocha, coordenador de musculação da Academia da Praia, no Rio de Janeiro.  
 
Sem espera para usar um aparelho - Getty ImagesSem espera para usar um aparelho
Um incômodo comum em academias, principalmente nas menores, é ter que esperar para usar determinado aparelho. A professora da Academia Contours conta que, por contar com várias estações, a rotatividade entre os aparelhos no treinamento em circuito é muito grande - cada pessoa fica, em média, 55 segundos por aparelho. Assim, não é preciso ficar esperando para se exercitar.  
 
Traz resultados em curto prazo - Getty ImagesTraz resultados em curto prazo
Se o objetivo for emagrecer e ganhar tônus muscular, o circuito promete trazer resultados rápidos. Segundo Rocha, isso acontece porque esse tipo de treinamento mantém a frequência cardíaca mais elevada, o que acelera o emagrecimento durante o exercício. Além disso, essa modalidade trabalha o corpo todo com um risco reduzido de lesões e pode ser feito todos os dias. "Dependendo da disciplina do aluno, é possível perder até 600 calorias por aula e os resultados começam a aparecer em 45 dias, em média", diz Regina. 
 
É altamente motivador - Getty ImagesÉ altamente motivador
Uma das palavras-chave deste treinamento é o dinamismo, o que traz mais motivação para o aluno. "Além de ser muito dinâmico e rápido, o circuito promove a interação entre aluno e o professor, formando um ciclo de amizades", aponta Regina. 
 
Dificulta a monotonia - Getty ImagesDificulta a monotonia
Treinar em circuito significa ter ao seu dispor uma série que não deixa a monotonia se instalar. Isso porque tem como variar a ordem dos exercícios, incluir ou retirar modalidades, aumentar a intensidade ou a frequência de repetições. "As variações são inúmeras, tanto no treino muscular quanto no cardiovascular", afirma Isaias.  
 
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