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segunda-feira, 24 de março de 2014

Aprenda a espantar o sono e a preguiça depois de comer


Thinkstock
Alimentos gordurosos deixam a digestão mais lenta e aumentam
 a sonolência
Especialistas dão dicas para amenizar o sono após o almoço
 
Bom dia! Você sente aquela preguiça e sono depois de se alimentar, especialmente após o almoço? Saiba que existem alguns truques que podem evitar o sintoma e melhorar sua produtividade. A sonolência após as refeições é normal, mas ela pode ser minimizada.
 
Segundo a endocrinologista Cláudia Cozer, selecionar bem os tipos de alimentos a serem consumidos no almoço é essencial para evitar o problema. Pratos muito volumosos e com muitos carboidratos, como massas, babata e arroz geralmente causam mais sonolência.
 
— Não coma grande volume de comida de uma vez. Quando você processa os alimentos durante a digestão, eles passam por uma série de reações químicas que tornam o sangue menos ácido. Nessas reações há um aumento do gás carbônico, porque o organismo está trabalhando mais e gastando mais energia, e isso dá sonolência.
 
A ingestão de gorduras também deve ser evitada, pois fituras e alimentos gordurosos como a rabada e a feijoada fazem com que a digestão fique mais lenta.
 
Veja algumas dicas para acabar com a preguiça após alimentação:
 
— Faça refeições à base de folhas legumes e proteínas
— Tome café ou outra bebida energética após as refeições
— Não coloque mais do que um carboidrato e uma carne no prato
— Beba pouco líquido durante a refeição para não deixar a digestão mais lenta
— Durma pelo menos oito horas todas as noites
— Fique em um local arejado. Lugares muito quentes aumentam a preguiça
 
Soneca
Outra possível causa da "preguicinha" depois do almoço pode ser a diminuição da temperatura do corpo. O pneumologista e especialista em sono, Maurício Bagnato, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, explica que a sonolência é um processo fisiológico que acontece porque a temperatura do corpo diminui.
 
— Essa oscilação térmica durante o dia é parecida com a que o corpo alcança quando estamos adormecendo, por isso sentimos sono. Depois que acordamos, essa temperatura começar a subir, mas logo depois do almoço a temperatura começa a diminuir de novo. Isso é um sinal que a natureza mostra para gente que dormir um pouco não faz mal, afirma o pneumologista.
 
Tanto Bagnato quanto a neurologista Anna Karla Smith, médica do sono do Instituto do Sono, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), são entusiastas da soneca. Os médicos recomendam algo em torno de 15 a 30 minutos para quem puder se dar ao luxo.

- [Tirar uma soneca] é saudável, desde que o indivíduo sinta a necessidade, mas não deve passar de 30 minutos. Ela ajuda até a melhorar a produtividade, pois a pessoa se sente mais disposta depois, afirma a neurologista.

R7

Óleo de amendoim é mais saudável que muitos óleos

Óleo de amendoim
Fotot: Reprodução
Os óleos fazem parte de nossa alimentação e, diferentemente da maioria deles, o óleo de amendoim, derivado do grão de amendoim, traz muitos benefícios à nossa saúde. Rico em vitaminas e sem cheiro ou sabor, ele traz benefícios ao coração, ao humor e à pele.

Propriedades e benefícios
O óleo de amendoim é rico em vitamina E e Ômega 6, que previnem a formação dos radicais livres. A vitamina E é um antioxidante que fortalece as células, auxiliando no combate ao envelhecimento precoce; o Ômega 6 é um renovador celular. O óleo tem grande quantidade de gorduras monoinsaturadas/insaturadas, que previnem a formação de coágulos nas artérias, protegendo o coração. Por este motivo, é indicado aos que sofrem de problemas cardíacos. Converse com o seu médico a respeito do uso deste óleo.

Este óleo também auxilia na diminuição do LDL (colesterol ruim) mantendo a quantidade do colesterol bom (HDL). Outro benefício do óleo é que ele possui vitaminas do complexo B em sua composição, que ajudam a manter o mau humor longe.

Além de fazer bem ao coração e ajudar a prevenir o envelhecimento precoce, este alimento não é contraindicado a pessoas alérgicas e possui a mesma quantidade de calorias de qualquer outro óleo, 9 por grama, sendo 90 calorias para 1 colher de sopa.

O óleo de amendoim também atua na prevenção de doenças neurológicas, estimula o sistema imunológico e o sistema nervoso.
 
Como utilizar o óleo na cozinha?
Ao contrário dos outros óleos, o de amendoim não perde as suas propriedades e nem libera substâncias nocivas ao ser aquecido acima de 180ºC, mantendo os seus nutrientes e dando um sabor suave aos alimentos. O óleo de amendoim pode ser usado em frituras, ele é mais resistente à oxidação do que os demais óleos e azeites, além de não engrossar, não soltar fumaça e nem escurecer durante o processo de fritura.
 
Óleo de amendoim na estética
Além de ser utilizado na cozinha, o óleo de amendoim auxilia na reconstrução dos tecidos, sendo ideal para grávidas e para evitar estrias e flacidez. A dica para manter a pele hidratada é misturar o óleo de amendoim com água e aplicar sobre a pele. A mistura deve ser muito bem feita. É recomendado não aplicar em regiões mais sensíveis, como o rosto.
 
Cautela no uso
Embora tenha muitos benefícios, o uso do óleo de amendoim deve ser moderado, pois pode perder o efeito se consumido em excesso.
 
remedio-caseiro.com

Humanos são capazes de detectar até 1 trilhão de cheiros

Humanos são capazes de detectar até 1 trilhão de cheiros Andres Rodriguez/Deposit Photos
Foto: Andres Rodriguez / Deposit Photos
Voluntários testaram a habilidade de distinguir misturas de aromas
Nariz tem a sensibilidade de perceber várias combinações complexas de odores
 
Uma nova pesquisa comprovou que o nariz humano pode distinguir mais de um trilhão de combinações diferentes de cheiros - muitos mais do que os pesquisadores pensavam. Esse foi o resultado de estudo realizado na Rockefeller University, nos Estados Unidos, liderado pelo cientista Andreas Keller.
 
Ele testou a capacidade dos voluntários selecionados para distinguir entre várias misturas complexas de aromas. Com base na sensibilidade dos narizes e cérebros dessas pessoas, a equipe calculou que o olfato humano pode detectar mais de um trilhão de misturas. O número até então geralmente aceito no meio científico era de apenas 10 mil.
 
— Na verdade, até mesmo um trilhão pode ser um total subestimado. A mensagem que oferecemos com esse estudo é de que temos mais sensibilidade em nosso sentido do cheiro do pensamos. Nós simplesmente não prestamos atenção a nosso olfato, e não o usamos devidamente no dia a dia— diz o cientista Leslie Vosshall.
 
A qualidade de um cheiro tem múltiplas dimensões, pois os odores que encontramos são compostos de misturas complexas de moléculas.
 
— O cheiro característico da rosa, por exemplo, tem 275 componentes, mas apenas uma pequena porcentagem deles é percebida. Isso faz com que o olfato seja muito mais difícil de se estudar do que a visão e a audição, que nos obrigam a detectar variações em uma única dimensão— explica Vosshall.
 
Para efeito de comparação, os pesquisadores estimam que o número de cores que podem ser distinguidas pelo homem varia entre 2,3 e 7,5 milhões; e os sons audíveis chegam até 340 mil.
 
Para superar essa complexidade, Keller combinou odores e pediu aos voluntários que diferenciassem as misturas com alguns componentes em comum.
 
— Usamos misturas de moléculas de odor e calculamos a porcentagem de sobreposição entre duas misturas para medir a sensibilidade do sentido de uma pessoa— apontou ele.
 
Para criar as suas misturas, o cientista inspirou-se em 128 moléculas responsáveis por aromas, tais como laranja, anis e hortelã. Foram feitas várias combinações com diferentes proporções dos componentes em comum. Os voluntários receberam três frascos, dois dos quais continham misturas idênticas, e eles foram convidados a escolher um cheiro estranho.
 
Os resultados mostraram que, em média, os participantes conseguiram diferenciar as misturas que continham até 51% dos mesmos componentes. Quando o porcentual era maior, menos pessoas conseguiram fazer a diferenciação. Ao analisar os dados, os pesquisadores puderam calcular o número total de misturas distintas que podemos identificar.
 
Zero Hora

Saiba como evitar a anemia em crianças e adolescentes

Saiba como evitar a anemia em crianças e adolescentes Reprodução/Reprodução
Foto: Reprodução
Ferro pode ser obtido através de alimentos como beterraba,
 feijão e espinafre
Alimentos industrializados, ricos em açúcar, favorecem o sobrepeso e tendem a disfarçar a percepção da doença
 
A praticidade dos alimentos industrializados pode favorecer quadros de anemia em crianças e adolescentes devido à falta de nutrientes fundamentais ao desenvolvimento. Por outro lado, o excesso de sódio, açúcar e gordura, que realçam o sabor desses produtos, pode contribuir para quadros de sobrepeso e obesidade, que tendem a camuflar a desnutrição da doença. Esse é um quadro que pode desencadear outros problemas, como diabetes e hipertensão arterial.
 
A anemia é um distúrbio de redução de células do sangue (eritrócitos) ou de hemoglobina. As hemácias são as células que conduzem o oxigênio para o corpo e, quando a quantidade delas se reduz, a anemia aparece. O coração bombeia uma quantidade de sangue suficiente para suprir a oxigenação e os nutrientes de todo organismo.
 
— Se a criança está anêmica, ela acaba não recebendo a oxigenação necessária, o que descompensa o coração e traz desconforto ao paciente— explica a médica Patrícia Elías.
 
O sangue que circula pelo corpo precisa de nutrientes e oxigênio suficientes para um bom funcionamento do organismo, do contrário a criança se sentirá mais cansada. Para evitar a patologia, é preciso garantir a ingestão de alguns alimentos. As folhas verdes, por exemplo, são ricas em ácido fólico. Já a vitamina B12 é encontrada em produtos de origem animal, enquanto o ferro pode ser obtido a partir do feijão, da beterraba, do espinafre e das carnes vermelhas.
 
— No exame clínico, é possível identificar sinais da anemia, como fraqueza, cansaço, palidez de pele e mucosas. Para o diagnóstico, é necessário realizar exame de sangue regularmente— enfatiza Patrícia.
 
Se a má alimentação for mantida, a criança poderá sentir alteração com o processo de aprendizagem. Com isso, a memória é afetada. O pequeno irá sofrer com falta de concentração, o que pode comprometer seu rendimento escolar.
 
Quando diagnosticado, o tratamento para o distúrbio poderá ser feito com sulfato ferroso e alimentação saudável. Em casos mais graves de anemia, o tratamento poderá ser transfusional, que é o processo de transferir sangue de um doador para o sistema circulatório de um receptor.
 
Zero Hora

Sexo do futuro tem orgasmo por controle remoto e robôs

Reprodução / CSI Science
Mutsugoto: Formado por câmeras, luzes artificiais e computadores, a ferramenta
possibilita ao casal desenhar fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros
que estão longe. O casal usa anéis ativados pelo toque e captados por uma câmera.
Os movimentos são transmitidos simultaneamente
Tecnologia a serviço do prazer transforma as relações e rompe paradigmas de comportamento
 
Que a tecnologia já invadiu a nossa vida ninguém duvida. Presente em carros, casas e empresas, os dispositivos eletrônicos nos mantêm conectados e estão ocupando cada vez mais espaço na nossa rotina. Mas é entre quatro paredes que eles prometem, em um futuro próximo, revolucionar as relações sexuais.
 
Segundo previsões de especialistas em todo o mundo, engana-se quem pensa que as relações serão mais frias e mecânicas. A aposta é de um futuro “high tech”, com o sexo pegando fogo com transas entre humanos e robôs ou em naves espaciais, orgasmos por controle remoto, exames para detectar o amor, entre outras novidades.
 
A sexualidade seria uma das primeiras coisas impactadas no futuro, segundo a presidente da Federação Europeia de Sexologia, Chiara Simonelli. Ela afirma que, com a disseminação de métodos de reprodução artificial, o sexo já deixou de ser voltado para a reprodução e passou a ser mais recreativo, o que significa que a humanidade caminha para a bissexualidade. “No futuro, como homens e mulheres fariam sexo só por prazer, não teriam por que transar apenas com o sexo oposto. Os impactos disso para a sociedade em geral seriam de menos conflitos e mais respeito”, acredita.

Mulheres com dificuldade para atingir o orgasmo também podem vislumbrar um horizonte mais prazeroso. Foi enquanto pesquisava nos Estados Unidos as formas de tratar a dor crônica na coluna que o anestesiologista Stuart Meloy viu que os eletrodos implantados na medula do paciente, quando estimulados, eram interpretados pelo cérebro como sinal de um orgasmo. Por acidente, surgiu então o orgasmatron – dispositivo do tamanho de um marca-passo que, implantado na coluna, pode ser acionado por controle remoto. Não há uma previsão de ser venda para fins não medicinais. A neurocientista americana Lucy Brown também já deu um importante passo para que a ciência se torne capaz de detectar o verdadeiro amor e verificar se, por trás de um beijo, há apenas interesse ou algo mais.
 
Através da ressonância magnética do cérebro de pessoas apaixonadas e rejeitadas, os cientistas estão aprendendo muito sobre a ciência do amor. “Os sistemas cerebrais ativados quando você está sexualmente excitado são diferentes daqueles ativados quando você está apaixonado. O amor romântico é diferente da excitação sexual, embora muitas vezes eles andem juntos”, diz Lucy.

Estranho amor
O especialista em inteligência artificial e autor do livro “Love and Sex With Robots” (“Amor e Sexo com Robôs”), David Levy, vai além. Em 2007, o pesquisador britânico previu que passaríamos a fazer sexo com robôs em cinco anos e que seríamos capazes de amá-los em 40 anos.
Paula Aguiar, presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme), acredita que não haverá receio. “As pessoas estão querendo e buscando cada vez mais novas experiências e novas formas de chegar até o prazer”, afirma.
 
Minientrevista
Você acredita que o sexo no futuro vai ser mais tecnológico? Não posso ser contrário aos avanços tecnológicos, mas tenho medo da tecnologia desumanizante e que comprometa os relacionamentos. Por outro lado, concordo que, em termos de sexualidade, ainda estamos muito primitivos se compararmos a outras indústrias, como a da alimentação. O que se tem de tecnologia no sexo hoje é praticamente o vibrador e algumas substâncias com gosto. A tecnologia erótica é pouco acessível, e o uso no Brasil e em Minas também é muito pequeno.
 
As pessoas estão preparadas para essas mudanças? A maioria não está preparada para usar nem o pouco que é oferecido. Há 35 anos, ouço que o potencial do Brasil no comércio erótico é enorme, mas nesse período avançou pouco.

Como a tecnologia poderia ajudar? Acredito que a tecnologia e novos produtos se consolidem para enriquecer a humanidade
, mas não acredito que o sexo com robôs emplaque porque o ser humano está vivendo um momento de fragilidade. As relações humanas estão caminhando para o descarte e tenho medo de essa tecnologia realmente afastar as pessoas delas mesmas ou dos outros, e deixar as relações muito mais virtuais, descartáveis e superficiais.
 
Como você projeta o sexo no futuro?Vejo no futuro o sexo absorvendo tecnologias que possam enriquecer as relações humanas. Eu torço para que apareçam várias escolas de amor pelo mundo, e uma nova ciência – a “amorologia”. No passado, já tivemos o sexo-reprodução, o sexo-culpa, agora estamos vivendo o sexo-performático, e no futuro seria o sexo-amor.
 
Fazer amor é colocar foco na brincadeira e no prazer que isso propicia. Já quando faço sexo, foco na ereção e no orgasmo. Amor é entrega, é gratuidade. Para fazer amor precisamos de três habilidades, de três H’s: humor (é brincar), humildade (tem que ter aprendizado) e honestidade (com seus sentimento e do outro). Quero um futuro menos máquina (para melhorar a performance) e mais amor. (LM)
 
O Tempo

"Espero que as pessoas não sigam dieta rica em gordura saturada", diz cientista

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Cientistas divergem sobre qual a melhor forma de ter uma
alimentação saudável
Em visita ao Brasil para participar de Congresso de Cardiologia, pesquisadora chefe da Unilever defende consumo de margarina
 
O duelo histórico entre manteiga e margarina foium dos temas do Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), neste domingo (23). A renomada pesquisadora da área da saúde cardiovascular, Elke Trautwein, falou sobre como a ingestão diária de dois gramas de fitoesterois, encontrados na margarina, podem reduzir o colesterol ruim.
 
“Existem vários novos estudos de meta-análises que têm mostrando claramente que a ingestão diária de 2 g de fitoesterois reduz em média 10% do LDL. O efeito é independente da dieta de pano de fundo e é aditivo a uma dieta saudável e ao uso de medicamento como as estatinas”, disse ao iG Elke, que também é pesquisadora Chefe da área de saúde cardiovascular da Unilever em Vlaardigen, na Holanda, a maior produto de margarina.
 
Ela afirma que também há provas de que fitoesterois atuam na redução modesta dos triglicérides. “Uma boa notícia principalmente para pessoas com diabetes tipo 2, ou o chamado síndrome metabólica”, disse.
 
Recentemente duas publicações bateram feio nas convicções sobre os benefícios da margarina. O editorial do periódico científico Open Heart, do considerado British Medical Journal, afirmou que a dieta pregada pela Associação Americana de Cardiologia, pobre em gordura saturada (gordura presente principalmente em produtos de origem animal), não diminui os riscos de doenças cardíacas, nem ajuda a obter uma vida mais longeva.
 
Na semana passada, um estudo publicado na Annal of Internal Medicine colocou mais uma vez em cheque um dos pilares usados até hoje para a prevenção de doenças cardiovasculares. Rajiv Chowdhury, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra afirmou que gordura insaturada, a encontrada em vegetais, pode não ser tão boa quanto se diz. O estudo ainda questiona se a gordura saturada, encontrada em animais, leva mesmo a doenças cardíacas.
 
Chowdhury disse em comunicado que os resultados do estudo potencialmente estimulam novas linhas de investigação científica. “Os resultados incentivam a cuidadosa reavaliação dos nossas atuais orientações nutricionais”, disse.
 
Elke condena as duas pesquisas. “Seria uma pena se estas conclusões que não estão em consonância com as provas globais se tornem uma espécie de "luz verde" para comer mais alimentos ricos em gordura saturada, em vez de adotar hábitos mais saudáveis da dieta”, disse.
 
Para ela os estudos são infelizes e não apresentam dados novos. “Além disso, existem agora também sérias dúvidas sobre esta meta-análise de Chowdhury. Ela contém vários erros e omissões, e as conclusões são seriamente enganosas”.
 
Levando em conta que as doenças cardiovasculares correspondem a principal causa de morte no mundo, seria muito bom que cientistas entrassem em acordo sobre a melhor dieta para o coração.
 
iG

Novo surto de Ebola mata 59 na Guiné

Foto: Reprodução
Vírus Ebola
Autoridades confirma que misteriosa febre hemorrágica é Ebola. Há risco que o vírus se espalhe para a vizinha Serra Leoa
 
Amostras de sangue vítimas de febre hemorrágica viral que matou 59, sendo três crianças, na Guiné confirmaram que se trata do vírus Ebola, afirmam funcionários do governo . Há risco que o vírus se espalhe para a vizinha Serra Leoa.
 
Um comunicado do Ministério da Saúde disse no sábado que foram notificados 80 casos, incluindo 59 mortes. Os casos da doença foram registrados em três cidades perto de Serra Leoa e Libéria e na capital Conakry desde 9 de fevereiro. O vírus está entre os mais letais conhecidos – a taxa de morte pode variar de 25% aé 90% dos casos.
 
A doença altamente contagiosa, que é transmitida entre humanos através do contato com sangue, secreções ou outros fluidos corporais, é mais comumente relatada na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul.
 
"Na Guiné, um país com fraca infraestrutura médica, um surto como este pode ser devastador," disse o médico Mohamed Ag Ayoya, representante do Unicef no País.
 
Surtos de Ebola já foram relatados no Congo e em Uganda, recentemente em 2012. O primeiro caso de um humano que contraiu o vírus ocorreu na África Ocidental, em 1994. Um cientista ficou doente enquanto pesquisava casos de ebola entre chimpanzés, em um parque nacional na Costa do Marfim. O cientista conseguiu se recuperar.
 
"Podemos ver que grande parte das pessoas que morreram estavam ligadas e estiveram em contato um com os outros", disse Esther Sterk, consultora de doenças tropicais do Médicos sem Fronteiras.
 
"Isso é típico para epidemias de Ebola. Vemos que há uma corrente de transmissão nas famílias".
 
Autoridades não sabem determinar como o vírus Ebola foi introduzido, embora o mais provável seja que tenha resultado do contato com algum animal infectado, como morcegos e vacas. Também não se sabe ainda qual subtipo do Ebola é o responsável pelo novo surto. A informação daria uma ideia mais apurada sobre a taxa de mortalidade.
 
(Com informações da Reuteres e AP)

iG