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domingo, 23 de setembro de 2012

Óleo de gergelim é tão eficaz quanto medicamento na redução da pressão arterial

Utilizada em conjunto com óleo de farelo de arroz, substância também provoca melhora nos níveis de colesterol
 
Pessoas que cozinham com uma mistura contendo óleo de gergelim experimentam uma redução significativa da pressão arterial e melhoram seus níveis de colesterol, de acordo com pesquisa realizada na Fukuoka University Hospital, no Japão.
 
O estudo revela que a combinação do gergelim com óleo de farelo de arroz funciona tão bem quanto medicamentos no controle da pressão arterial elevada, e que a utilização da mistura de óleo com a medicação produziu resultados ainda mais impressionantes.
 
"Óleo de gergelim e óleo de farelo de arroz possuem pouca gordura saturada e parecem melhorar o perfil de colesterol de um paciente. Além disso, pode reduzir o risco de doenças cardíacas em outras maneiras, inclusive sendo um substituto para os óleos e gorduras menos saudáveis da dieta", afirma o pesquisador Devarajan Sankar.
 
O estudo de 60 dias em Nova Deli, Índia, dividiu 300 pessoas com pressão arterial leve, moderada e alta em três grupos. Um grupo foi tratado com um medicamento comum chamado bloqueador do canal de cálcio (nifedipina). O segundo grupo recebeu a mistura de óleo e utilizou cerca de um grama por dia em suas refeições. O último grupo recebeu o bloqueador do canal de cálcio e a mistura de óleos.
Todos os três grupos, com homens e mulheres com idade média de 57 anos, notaram redução na pressão arterial sistólica, número mais alto na leitura da pressão arterial que mede a força do sangue contra as paredes das artérias quando o coração está bombeando.
 
A pressão arterial sistólica caiu uma média de 14 pontos para aqueles que utilizam apenas a mistura de óleo e 16 pontos para aqueles que tomaram medicação. Aqueles que utilizam ambos os tratamentos tiveram uma queda de 36 pontos.
 
No caso do colesterol, aqueles que utilizaram os óleos, notaram uma queda de 26% em seu LDL (colesterol "ruim") e um aumento de 9,5% no HDL (colesterol "bom"), enquanto nenhuma alteração nos níveis de colesterol foi observada entre os pacientes que utilizaram apenas o bloqueador de canal de cálcio.
 
Segundo os pesquisadores, os ácidos graxos mais saudáveis e os antioxidantes, tais como a sesamina, sesamol, sesamolina e orizanol, encontrados nas misturas do óleo podem ser os responsáveis pelos resultados.
 
Apesar dos resultados promissores, a equipe destaca que estudos adicionais são necessários para determinar se a mistura de óleo é tão benéfica quanto parece.
 
Fonte isaude.net

Consumo de chocolate provoca efeito entorpecente no cérebro

Alimento leva à produção de uma substância química semelhante ao ópio que o torna quase irresistível
 
Pesquisadores da Universidade de Michigan, nos EUA, descobriram que o consumo de chocolate provoca a produção de uma substância química no cérebro semelhante ao ópio, entorpecente que também é ingrediente da heroína.
 
A pesquisa ajuda a explicar os desejos súbitos e quase incontroláveis de comer chocolate.
 
"Isso significa que o cérebro tem sistemas de recompensa por consumo excessivo mais complexos do que se pensava anteriormente. Isso pode ajudar a explicar o atual aumento na ingestão de doces e gorduras pela população mundial", afirma a líder da pesquisa Alexandra DiFeliceantonio.
 
DiFeliceantonio e seus colegas deram a camundongos uma droga artificial que ativa diretamente uma região do cérebro chamada estriado, que controla os movimentos.
 
Após receberem a droga, os pesquisadores notaram que os animais ingeriram duas vezes mais chocolates que o normal.
 
A equipe também verificou que a quantidade de encefalina, uma droga natural secretada pelo cérebro, semelhante à morfina, aumentou quando os ratos começaram a consumir os pedaços de doce. Isso não significa que essa substância leve os animais a comerem mais, apenas que ela aumenta o desejo e o impulso pelo alimento.
 
Segundo os autores, os resultados revelam uma surpreendente extensão do papel do estriado no desejo pelo chocolate que também pode ser aplicado para os seres humanos. "A área do cérebro que testamos aqui é a mesma ativada quando pessoas obesas veem os alimentos e quando viciados veem imagens de drogas. Parece provável que os nossos achados de encefalina em ratos significam que esse neurotransmissor pode dirigir algumas formas de consumo excessivo e dependência também nas pessoas", conclui DiFeliceantonio.
 
Os pesquisadores agora pretendem descobrir o que acontece com a mente quando um indivíduo passa em frente ao seu restaurante de fast food favorito e sente aquela vontade súbita de parar e comer.
 
Fonte isaude.net

Massa de macarrão enriquecida com linhaça traz mais benefícios à saúde

Produto desenvolvido na USP utiliza os resíduos da extração do óleo de linhaça, cereal rico em Ômega 3 e Ômega 6
 
Um novo tipo de macarrão com farinha da semente de linhaça é desenvolvido no Centro de Energia Nuclear da Agricultura (Cena) da USP, em Piracicaba. O produto utiliza os resíduos da extração do óleo de linhaça, cereal rico em Ômega 3, Ômega 6, fibras e fitormônios, substâncias benéficas à saúde humana. A preparação da massa é igual a do macarrão convencional, para facilitar sua adoção pelas indústrias. O sabor também é semelhante ao original.
 
O aproveitamento mais comum da linhaça é na forma de óleo, que é comestível. " O óleo é extraído a frio das sementes, por meio de prensagem" , afirma a física Márcia Lage de Oliveira, que realiza a pesquisa. " No experimento, o resíduo foi transformado em farinha e adicionado aos ingredientes do macarrão" .
 
Para obter a farinha, os resíduos das sementes foram triturados e submetidos a tratamento. " As sementes que vêm da indústria e, devido ao contato com o maquinário usado na extração do óleo, apresentam alguns contaminantes" , aponta Márcia. " Por essa razão, a farinha foi esterilizada a frio com o método de irradiação, sendo submetida a várias dosagens de radiação para poder ser utilizada sem riscos à saúde" .
 
O macarrão foi preparado com uma receita básica, apenas adicionando a farinha de linhaça aos ovos e a farinha de trigo. " A linhaça foi adicionada em várias concentrações, compondo entre 10% e 40% da massa" , conta a física. " O aspecto visual é semelhante ao do macarrão integral, apresentando uma cor caramelo, que fica mais intensa conforme aumenta a quantidade de linhaça. No entanto, o sabor é muito semelhante ao do macarrão convencional"

Benefícios
Márcia explica que a prensagem não extrai todo o óleo das sementes de linhaça. Parte dele ainda permanece nos resíduos mantendo suas propriedades funcionais. " A linhaça também possui fibras solúveis e insolúveis, que auxiliam no trato gastrointestinal e fitormônios, importante para as mulheres na menopausa" , descreve a pesquisadora.
 
Segundo ela, o macarrão irá passar por testes de dureza, firmeza e textura para certificar a sua qualidade. Também será testada a aceitabilidade junto aos consumidores. " Nas primeiras avaliações, a textura apresentou resultados muito bons" , diz. " Além do sabor ser similar ao do macarrão comum, a sensação de saciedade é maior, ou seja, quem come o macarrão com linhaça fica mais satisfeito" .
 
A irradiação da farinha de linhaça e os testes com macarrão são realizados nos laboratórios do Cena. A pesquisa é orientada pelo professor Walter Arthur. " A linhaça pode ser inserida em qualquer tipo de massa que utilize farinha de trigo em sua composição, como pães e biscoitos" , acrescenta Márcia.
 
A física planeja disponibilizar a tecnologia e a técnica de produção do macarrão para a indústria, de modo que o produto possa ser aproveitado na merenda escolar. " A linhaça é um alimento muito rico, no entanto, ainda é pouco aproveitado" , conclui.
 
Fonte isaude,net

Sete maneiras de melhorar a convivência com o portador de Alzheimer

Evite crises de estresse e falta de paciência, além de retardar a evolução da doença
 
Somente quem convive com o paciente de Alzheimer sabe o quanto é importante o contato e o carinho dos familiares. Não apenas na relação de cuidado, mas também no manejo da doença junto ao médico e outros profissionais de saúde fazem toda a diferença. "É estabelecida uma relação de confiança entre médico, paciente e cuidador", afirma o psicogeriatra Cássio Bottini, coordenador do programa de terceira idade do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Mesmo em famílias com muitas pessoas, em geral alguém é eleito para cuidar do paciente e aprender como lidar com os desafios que surgem a cada dia. O Minha Vida conversou com os especialistas e preparou uma lista para te ajudar a dar suporte à pessoa com Alzheimer sem que tantas obrigações se tornem um problema para a sua própria saúde.
 
Agenda - foto: Getty ImagesElabore uma agenda semanal
Manter uma rotina bem estruturada garante o número de horas de sono adequado, evita erros com a medicação e ainda reserva um tempo para outras atividades. Cássio Bottini recomenda que seja estipulada a rotina para toda a semana. "Uma agenda bem feita não preenche o tempo todo do idoso, mas garante que seja reservado um espaço para atividades que vão melhorar a qualidade de vida dele". Além disso, a rotina bem organizada ajuda o paciente a se localizar - perda de referências de tempo e espaço é um dos problemas característicos do Alzheimer. "Muitos não reconhecem a própria casa e nem os parentes e acreditam que fatos acontecidos há muito tempo são recentes".
 
Cuidando do paciente com Alzheimer - foto: Getty ImagesIncentive a independência
"O recomendado é estimular o paciente a fazer as atividades do dia a dia com supervisão e oferecer ajuda somente nos casos de dificuldade, sempre com o objetivo de evitar riscos', recomenda o psicogeriatra Cássio. Já atividades potencialmente perigosas, como cozinhar, dirigir e até mesmo fazer operações bancárias, devem ser evitadas.
Idoso com familiares - foto: Getty ImagesFique atento às reações
"Não existe nenhuma restrição à exposição do portador de Alzheimer a pessoas de fora do ambiente familiar", afirma Cássio Bottini. "Mas é importante que o familiar fique atento às reações do idoso, já que muitas vezes ele pode se sentir ansioso na presença de estranhos e acabar ficando inseguro". Mas não deixe estimular o contato com outras pessoas, isso é muito importante para a qualidade de vida do portador da doença.
 
Portador de Alzheimer - foto: Getty ImagesAprenda a lidar
Muitas vezes acaba sendo estressante lidar com quem tem Alzheimer. As informações têm que ser repetidas várias vezes, a compreensão é difícil, os gestos são mais lentos: é preciso muita paciência. Mas, segundo Cássio Bottini, mais que calma, é preciso aprender a lidar com essas características da doença. "Além de entender as limitações, é muito importante manejar os problemas sem deixar de estimular o idoso", conta. "Aceitar a limitação é um erro grave, sufoca um contato de qualidade".
 
Idoso em casa - foto: Getty ImagesOrganize um ambiente seguro
É importante que a família e o cuidador façam adaptações na casa para que ela se torne um ambiente seguro para o portador de Alzheimer. Existem diversas dicas de como ajustar o lar ao idoso com esse tipo de demência. A psicóloga Fernanda Gouveia Paulino, presidente nacional da Associação Brasileira de Alzheiemr (ABRAZ) dá algumas delas: "Retire tapetes (que podem causar quedas), coloque proteção nas janelas, corrimão de apoio no box e próximo ao vaso sanitário, além de piso antiderrapante no chão, é importante sempre supervisionar o idoso na hora do banho". É importante também manter o fogão longe do acesso do idoso.
 
Conversa - foto: Getty ImagesFaça perguntas simples
Muitas vezes fica difícil manter um diálogo com o portador de Alzheimer em função da confusão mental quase sempre presente. Mas a conversa não é impossível, basta um pouco de calma e uma fala bem ordenada para melhorar o bate-papo. Cássio Bottini explica que a informação precisa ser transmitida de maneira simples, tocando em um assunto por vez. Falar de dois temas ao mesmo tempo aumenta as chances de desentendimento, o idoso acaba misturando os assuntos. "Também é importante fazer frases curtas e manter o contato visual o tempo todo para aumentar a atenção do paciente e vale falar de assuntos mais simples, nada muito complexo", recomenda.
 
Idoso fazendo exercício físico - foto: Getty ImagesEstimule o exercício físico
Fernanda Gouveia explica que o tratamento do paciente com Alzheimer é feito com remédios e estimulações. Além de todo estímulo cognitivo, o exercício físico é uma excelente forma de estimular o portador de Alzheimer. Mas a profissional adverte: "Ele deve sempre ser feito com recomendação médica e acompanhado por um fisioterapeuta, nunca sozinho". Quem foi sedentário a vida toda, encontrará ainda mais dificuldade para fazer atividades físicas se for afetado pela doença.
 
Fonte Minha Vida

Sete hábitos que evitam o mau hálito

Escovar os dentes é a principal medida contra o problema, mas existem outros cuidados
 
Escovar os dentes após cada refeição é requisito básico para evitar o mau hálito. Mesmo assim, a maior parte das pessoas já passou por algum aperto por conta da halitose, como o problema é chamado pelos profissionais. De acordo com o cirurgião-dentista Marcos Moura, presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), o mau hálito pode ser um alerta de que o organismo não está equilibrado ou de que a higiene não está sendo feita corretamente.

O problema ainda tem impacto social, causando constrangimento tanto ao portador, que evita o contato com outras pessoas, quanto a quem está por perto e fica sem jeito de manifestar incômodo e buscar distância do mau cheiro. Hábitos que evitam a situação, entretanto podem ser empregados sem muita dificuldade e afastar momentos inconvenientes.
 
Homem comendo sanduíche - Foto Getty ImagesComa de três em três horas
Em jejum, o organismo começa a queimar gordura armazenada para obter energia. "Nessa reação, há liberação de compostos à base de enxofre, que é absorvido pela corrente sanguínea e, via pulmonar, expelido na respiração", afirma o cirurgião-dentista Marcos. Segundo o especialista, essa é uma halitose considerada sistêmica, pois não tem relação com as condições bucais do paciente. Por isso, fazer três grandes refeições ao longo do dia, intercaladas com lanchinhos, é uma boa estratégia para evitar o mau hálito, além de ser fundamental para uma dieta equilibrada.
 
Homem bebendo água - Foto Getty ImagesBeba água
A salivação é uma das principais armas contra o mau hálito e, como 90% da saliva é água, a hidratação também ajudar a evitar a halitose. "No ato da ingestão ainda é possível lavar a boca, eliminando boa parte das bactérias ali presentes", afirma o especialista Marcos.
 
Mulher com raspador de língua - Foto Getty ImagesEscove a língua
Você tem o costume de limpar a língua quando escova os dentes? Se não tem, é bom criar o hábito. Um dos sítios que promovem maior liberação de compostos de enxofre é a língua, quando há presença de saburra lingual, originada pelo acúmulo de restos de alimentos e células da mucosa bucal, além de bactérias. Para evitar o problema, o cirurgião-dentista Ruy Francisco de Oliveira é diretor do Centro de Excelência no Diagnóstico e Tratamento da Halitose (CETH) recomenda o uso de raspadores de língua. "Eles removem 98% da massa bacteriana depositada na língua", afirma.
 
Mulher comendo maçã - Foto Getty ImagesPriorize alguns alimentos
"Mastigar estimula a salivação, o que ameniza o mau hálito, mas alguns alimentos promovem uma limpeza bucal ainda maior", diz o cirurgião-dentista Marcos. Entre eles, estão as frutas cítricas, como laranja e kiwi; opções cruas e com casca, como a maçã e o pepino; e adstringentes, como o gengibre.
 
Chiclete sem açúcar - Foto Getty ImagesMasque um chiclete sem açúcar
Embora não substitua a escovação, o chiclete sem açúcar é um coringa que não pode faltar na bolsa ou mochila de quem não para em casa. "A mastigação da goma ajuda a higienizar os dentes e seu sabor disfarça o mau hálito", afirma o especialista Ruy. Assim que possível, entretanto, faça uma boa limpeza com escova, raspador e fio dental. Se recomendado pelo seu dentista, ainda, invista em um enxaguante bucal.
 
Homem usando fio dental - Foto Getty ImagesUse fio dental
"Uma higiene bucal completa inclui escovação dos dentes, raspagem da língua e uso do fio dental", diz o cirurgião-dentista Marcos. Embora o terceiro item seja frequentemente desprezado, ele é fundamental para uma boa limpeza e, consequentemente, para evitar o mau hálito. "Ele tira os resíduos acumulados entre os dentes, local que a escova nem sempre alcança", explica.
 
Consulta médica - Foto Getty ImagesDescubra a causa
Não é apenas o jejum ou a má higiene bucal que podem levar a um quadro de halitose. Doenças como o diabetes também podem estar por trás do problema e, em muitos casos, o paciente nem sabe que é portador do problema. "O profissional deve fazer uma avaliação cuidadosa do paciente com o objetivo de eliminar todas as doenças que predispõem a formação da saburra", alerta o cirurgião-dentista Ruy. Para não levar um susto durante a consulta de rotina com o dentista, realize check-ups anualmente.
 
Fonte Minha Vida

Britânica passa por cirurgia para retirar larvas no cérebro

Suki perdeu os sentidos gustativo e olfativo; ela também sofre de epilepsia e depressão
 
Suki-Jane Taylor, de 42 anos, passou por uma cirurgia de emergência depois que seu cérebro ficou repleto de larvas de tênia.
 
A mãe de quatro crianças, que mora em Londres, Inglaterra, foi diagnosticada com neurocisticercose em 2009, uma infecção do sistema nervoso central, causada por ovos de tênia do porco.
 
A pessoa é infectada, geralmente, quando ingere alimentos que contêm esses ovos, água ou superfícies que foram contaminadas com fezes, segundo o site Daily Mail.
 
Essas larvas ficaram locadas no cérebro de Suki formando cistos. Quando eles começaram a morrer, eles desenvolveram um aneurisma do tamanho de uma tangerina no cérebro da mulher.
 
Suki foi levada às pressas a hospital e durante os exames foi revelado que um vaso sanguíneo estava bastante inchado.
 
Durante a cirurgia, os médicos inseriram um tubo em seu crânio para drenar um acúmulo de fluído. Como consequência, Suki sofreu a perda dos sentidos gustativo e olfativo. Além disso, ela também tem epilepsia e depressão.
 
Doença
A neurocisticercose é uma doença rara em países desenvolvidos, causando apenas 24 casos por ano no Reino Unido e 1.500 casos nos EUA.
 
Ela é contraída pela ingestão de ovos que são eliminados por uma pessoa que tem tênia intestinal. Uma vez ingerida, as larvas incorporam nos tecidos, incluindo o cérebro, formando cisticercos. Estes podem causar convulsões, dores de cabeça, confusão mental, dificuldade de equilíbrio e excesso de líquido ao redor do cérebro (hidrocefalia). Se não for tratada, a doença pode levar a pessoa à morte.
 
Os sintomas podem se desenvolver durante meses ou até anos após a infecção, geralmente quando os cistos estão em processo de morrer. Por isso é quase impossível para um paciente saber quando pegou.
 
Essas infecções são geralmente tratadas com antiparasitários junto com anti-inflamatórios. Cirurgia, às vezes, é necessário para o tratamento de cistos em determinados locais.
 
Fonte R7

Jogar futebol ou tênis regularmente pode ajudar os homens na prevenção contra a osteoporose

Jogar vôlei, basquete ou praticar esportes como futebol ou tênis, por quatro horas ou mais, por semana, aumenta a massa óssea e pode ajudar os homens a prevenir a osteoporose.
 
O maior estudo sobre o tema – Increased physical activity is associated with enhanced development of peak bone mass in men: A five‐year longitudinal study – publicado no Journal of Bone and Mineral Research destaca que homens jovens que resistem à tentação de adotar um estilo de vida sedentário lucram com uma maior saúde dos ossos, no futuro.
 
Segundo os autores do estudo, os homens que aumentam a sua carga de atividade física, na faixa etária entre 19-24 anos, não só desenvolvem mais seus ossos, como também apresentam ossos maiores em comparação aos homens sedentários. Ossos maiores, com mais massa óssea, oferecem uma proteção maior contra a osteoporose.

“O novo estudo revela um dado importante para os homens jovens: quanto mais atividade física, mais saúde óssea no futuro. Esportes que envolvem saltos ou arranques rápidos e paradas aumentam a carga colocada sobre os ossos do corpo, o que favorece uma maior proteção óssea para os homens.
 
Segundo os autores, o basquetebol e o voleibol parecem ser as melhores opções para a construção de massa óssea nos homens, seguidos pelo futebol e pelo tênis”, informa o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, diretor do Iredo, Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares.

Atividades físicas que não provocam um aumento de carga sobre os ossos – tais como natação e ciclismo – não estão associadas com a construção de ossos maiores ou com a formação de mais massa óssea, mesmo assim, oferecem outros benefícios à saúde.
 
Atividade física na prevenção da osteoporose
Para realizar o estudo, os pesquisadores analisaram dados de 833 homens, entre 18 e 20 anos de idade. No início da pesquisa, eles tiveram sua massa óssea registrada, bem como as informações sobre suas práticas de atividade física. Cinco anos mais tarde, os participantes voltaram ao laboratório dos pesquisadores para relatar seus níveis de atividade física e para aferir sua massa óssea novamente.
 
Os pesquisadores descobriram que tanto os homens que começaram o estudo com um alto nível de carga de exercícios, como aqueles que trocaram um ritmo leve por uma prática mais puxada apresentaram um maior ganho de massa óssea do que os homens que permaneceram sedentários.
 
De acordo com os pesquisadores, para cada hora de aumento da atividade física, durante os cinco anos do estudo, os homens ganharam mais massa óssea. O estudo descobriu que os participantes que realizavam uma carga de exercícios de quatro horas por semana (ou mais) apresentaram um aumento na densidade óssea do quadril de 1,3%.
 
Ao mesmo em tempo que os homens que permaneceram sedentários, durante o cinco anos do estudo, perderam cerca de 2,1% da massa óssea no quadril. “Uma constatação muito preocupante porque os ossos do quadril são mais propensos a sofrer com fraturas na velhice. As fraturas de quadril em homens, muitas vezes, levam à incapacidade grave e complicações sérias de saúde”, diz Sergio Lanzotti, que também é o idealizador da V Caminhada de Combate à Osteoporose, evento que acontece em outubro, na Mooca, na cidade de São Paulo.
 
Fonte Corposaun

Fazer as unhas é coisa séria

Um salão de manicure é coisa séria e tanto a profissional quanto a cliente precisam ter certos cuidados para evitar riscos à saúde. Muita coisa pode acontecer quando estamos trabalhando na unha de uma pessoa. Pode ser um fungo ou outro microorganismo que se aloja na unha ou até doenças graves, como hepatite e HIV, quando há cortes e machucados em pele ou cutículas.
 
Basicamente é recomendado que cada pessoa utilize o seu próprio material de unhas, kit individual contendo os materiais necessários para a manicure efetuar seu trabalho. A utilização de itens de manicure (alicates, lixas, esmaltes) que foram usados por uma pessoa com micose de unha pode transmitir a micose para outra cliente. As lixas em especial devem obrigatoriamente ser descartáveis e não devem ser reutilizadas. Importante também que a manicure saiba identificar qualquer anormalidade na unha de suas clientes e traçar as soluções necessárias.

O esmalte também pede cuidados. Embora não haja ainda pesquisas científicas seguras que comprovem por quanto tempo exatamente os microorganismos como os fungos viveriam dentro de um esmalte e poderiam contaminar novas pessoas devemos, por cautela, não utilizar o mesmo esmalte que vem sendo utilizado por uma pessoa com micose de unhas.
 
E os instrumentos, principalmente o alicate, companheiro inseparável do público feminino? O melhor é que cada cliente leve o seu próprio alicate para o salão, principalmente se o estabelecimento não conta com processos seguros de esterilização, como autoclave. A hepatite C, causada por um vírus, é muito frequente em usuárias de salões – um risco para cliente e manicure também.
 
Por isso é importante a correta esterilização de todo material que entra em contato com sangue, como alicate, palitos e cortadores. Os vírus da hepatite podem sobreviver vários dias nesses instrumentos ou até mesmo nos frascos de esmaltes. E onde se pega hepatite pode-se ter contato também com o vírus HIV e outras enfermidades. As estufas e autoclaves eliminam todo microorganismo através de altas pressão e temperatura, mas é importante que a operadora desses equipamentos saiba utilizá-los.
 
Por fim a higiene do local e dos funcionários denota o cuidado nos bastidores. Se a manicure não tem cuidados no trato com a cliente é grande a chance de não tê-lo também com a esterilização dos materiais e até com ela mesma – lavando as mãos, por exemplo.
 
Fonte Corposaun

Ameixa: saborosa, nutritiva e com poucas calorias

Conheça os benefícios deste pequeno e gostoso fruto e usufrua dele em suas refeições que é rico em vitamina C, potássio e outras vitaminas do complexo B, a ameixa é um alimento muito nutritivo e de baixo valor calórico, seja quando inserida em pratos doces ou salgados, como geléias, pudins, saladas de frutas, purês e molhos.“A ameixa fresca tem apenas 36 calorias e é uma excelente fonte em fibras importantes para as dietas.
 
Elas ajudam a estimular o intestino, além de fornecer boas quantidades de vários tipos de nutrientes, que proporcionam energia e são uma ótima pedida para o lanche”, explica Adriana Cardoso, nutricionista supervisora do Hospital.
 
Outros benefícios desta frutinha estão na vitamina A, boa para a pele, na vitamina E, antioxidante, que a converte em uma boa aliada contra o envelhecimento e na vitamina C, pois ajuda a reforçar as defesas do organismo e também contém o cálcio, o potássio, o ferro e o magnésio.
 
Para a nutricionista, devido a amplitude de suas propriedades, a ameixa auxiliar na melhora de estados depressivos e, sobretudo, na anemia. “Hoje, ela pode ser encontrada em qualquer época do ano e vale, com certeza, ser inserida na alimentação diária”, recomenda.
 
Conheça agora os tipos de ameixas e suas particularidades:
  • Ameixas japonesas: são consumidas cruas, cozidas ou enlatadas, porém nunca secas. A maioria delas têm polpa suculenta, avermelhada ou amarela, e casca de cor que varia do carmim ao vermelho escuro.
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  • Ameixas europeias: também chamadas de ameixas comuns, de casca azul ou roxa e polpa amarelo-dourada. Elas são mais densas, menores e menos suculentas que as variedades japonesas. São vendidas frescas e secas.
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  • Ameixas Damson: com polpa e casca escuras, se parecem com as ameixas europeias, mas são menores e têm o saber mais ácido. Geralmente, são utilizadas para geleias e compotas.
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  • Ameixas ornamentais: são mais utilizadas em geléias e gelatinas.
Fonte Corposaun

Uso de cafeína pode trazer alívio para quem sofre com olho seco

Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Tóquio demonstraram, pela primeira vez, que a ingestão de cafeína pode aumentar significativamente a capacidade do olho de produzir lágrimas. A descoberta pode melhorar o tratamento da Síndrome do Olho Seco. Segundo os pesquisadores, todos os 78 participantes do estudo começaram a produzir mais lágrimas após consumir cafeína.
 
“Não há dados precisos sobre a incidência da doença na população brasileira em decorrência principalmente da ausência de método bem definido de diagnóstico clínico para olho seco. Alguns estudos epidemiológicos nos EUA sugerem que a doença atinge aproximadamente 10% da população geral, ou seja, cerca de 18 milhões de pessoas podem sofrer com a doença no Brasil. Para muitos, a Síndrome do Olho Seco é simplesmente uma condição desconfortável e chata, mas para outros, ela se transforma em uma doença que pode colocar em risco a visão”, afirma Virgílio Centurion, oftalmologista, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

A Síndrome do Olho Seco envolve o mau funcionamento da produção de lágrimas, tanto em relação à quantidade, quanto à qualidade das lágrimas (e / ou a taxa de evaporação a partir da superfície do olho). “Qualquer um pode experimentar a sensação de olho seco, porém, esta condição é mais comum entre as mulheres. Os sintomas podem incluir ainda a sensação de estar sendo arranhado, ardor, lacrimejamento excessivo, e / ou produção de muco pegajoso”, explica a oftalmologitsa Sandra Alice Falvo, que também integra o corpo clínico do IMO.
 
A equipe de pesquisadores, liderada por Reiko Arita, foi motivada a realizar o trabalho em função de um estudo anterior, que havia demonstrado uma redução do risco de olho seco em usuários de cafeína: 13 % dos usuários tinham a síndrome em comparação com quase 17% dos não-usuários.
 
Assim, a equipe sabia que a cafeína é capaz de estimular as glândulas lacrimais, uma vez que a substância é conhecida por aumentar outras secreções, tais como a saliva e os sucos digestivos.
 
Como os pesquisadores sabiam que as pessoas respondem diferentemente à cafeína, resolveram analisar amostras de DNA dos participantes do estudo, buscando duas variações genéticas que desempenham papéis importantes no metabolismo da cafeína. A produção de lágrimas mostrou-se superior nos participantes do estudo que apresentavam as duas variações genéticas.
 
“Se confirmada por outros estudos posteriores, a pesquisa japonesa sobre a cafeína pode ser muito útil no tratamento da síndrome do olho seco. Enquanto aguardamos mais pesquisas sobre o tema, o uso da cafeína deve ser seletivo para pacientes que são mais sensíveis aos efeitos estimulantes da cafeína”, observa a médica.
 
Segundo Sandra Alice Falvo, as opções atuais de tratamento variam de compressas mornas, colírios e lágrimas artificiais ao uso de medicamentos e dispositivos de drenagem lacrimal. “Buscando o conforto do portador do olho seco, o oftalmologista costuma testar vários colírios lubrificantes até encontrar o que melhor se adapta a cada indivíduo. Outro coadjuvante no tratamento da doença que tem demonstrado bons resultados é a terapia oral com óleo de linhaça – em cápsulas na dose de 1 ou 2 g/dia – que reduz a inflamação da superfície ocular e melhora os sintomas de olho seco. Estudos de longo prazo estão sendo realizados para confirmar o papel desta terapia como auxiliar no tratamento da ceratoconjuntivite seca de portadores da síndrome de Sjögren também”, afirma Sandra Alice Falvo.
 
Fonte Corposaun

Brasileiros vivem menos por causa de doenças psiquiátricas

Uma série de estudos sobre o Brasil, publicada no periódico médico Lancet, aponta as doenças mentais como responsáveis pela maior parte de anos de vida perdidos pelos brasileiros devido a doenças crônicas. Os transtornos psiquiátricos passaram a ocupar lugar de destaque entre os problemas de saúde pública do país.
 
Essa metodologia calcula tanto a mortalidade causada pelas doenças como a incapacidade provocada por elas para trabalhar e realizar tarefas do dia a dia.
 
Segundo esse cálculo, problemas psiquiátricos foram responsáveis por 19% dos anos perdidos. Entre eles, em ordem, os maiores vilões foram depressão, psicoses e dependência de álcool.
 
Em segundo lugar, vieram as doenças cardiovasculares, responsáveis por 13% dos anos perdidos.
Outros dados do estudo mostram que de 18% a 30% dos brasileiros já apresentaram sintomas de depressão. Somente na região metropolitana de São Paulo, entre os anos de 2004 a 2007, a depressão atingiu 10,4% dos adultos.
 
A dependência de álcool está entre os fatores de incapacidade também, constatado inclusive por pesquisas recentes do Ministério da Saúde que apontam um aumento no consumo abusivo de bebidas.
A população brasileira está com uma longevidade maior e o envelhecimento contribui para o aparecimento de transtornos psiquiátricos. De acordo com o estudo, a mortalidade por demência aumentou de 1,8 por 100 mil óbitos, em 1996, para 7 por 100 mil em 2007.
 
A série de estudos do Lancet coloca como outros problemas emergentes de saúde diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer, como o câncer de mama. Eles estão associados a mudanças no padrão alimentar, como o aumento do consumo de produtos ricos em sódio.
 
Um dado positivo do trabalho foi a queda na mortalidade por doenças respiratórias, principalmente devido à redução do número de fumantes.
 
Entretanto, mais estudos para saber de que forma o modo de vida nas cidades pode influenciar o aparecimento da depressão, além das causas bioquímicas, serão elaborados, afirma Maria Inês Schmidt, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma das autoras da pesquisa.
 
Fonte Corposaun

Depressão poderá ser motivo de incapacidade no futuro

No Brasil são cerca de 30 milhões de brasileiros que convivem com a depressão. E a doença afeta de 15% a 20% da população mundial, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Ainda segundo a OMS, a depressão é responsável por cerca de 14% do ônus mundial com incapacidade para o trabalho. Somente nos Estados Unidos, as perdas anuais com tratamentos, internações e doenças coadjuvantes causadas pela depressão atingem um montante de exorbitantes US$ 83 bilhões.

O psiquiatra José Cássio Pitta, professor da Universidade Federal de São Paulo e diretor do setor de psiquiatria do Hospital São Paulo, na capital paulista, afirma que os quadros que mais comprometem o desempenho profissional são os depressivos, os de transtorno bipolar, o de alcoolismo e o de esquizofrenia, que incapacita 1% da população. Segundo o médio, alguns estudos mostram que 44% dos pacientes com depressão têm sua capacidade de trabalho afetada, enquanto 11% atribuem o desemprego à doença.
 
E de acordo com uma infinidade de especialistas, a depressão é uma forte candidata a ser, em 2020, a segunda causa de incapacidade no mundo, depois das doenças cardiovasculares.
 
Para a psicóloga Marilda Lemos Vieira, o problema é que há um excesso de diagnóstico de depressão e há pessoas com bipolaridade sendo tratadas como pacientes de depressão. Isso pode ser muito prejudicial ao paciente. O transtorno bipolar associa depressão com mania; a depressão apresenta um quadro clássico de sintomas que não se resume à tristeza, mas se alia ao desânimo, à apatia e a outros sinais, avalia ela.

Os sinais da depressão, mesmo que a moderada, surgem quando há dificuldades de lidar com perdas ou incertezas. Geralmente, são caracterizados pela falta de ânimo na realização de tarefas simples, como, por exemplo, trabalhar ou o ato simples de tomar um banho.
 
Mas, de acordo com pessoas que sofreram com o problema, a depressão não é o fim. Existe saída e tratamento.
 
Fonte Corposaun

Chá de cabelo de milho contra o inchaço

O acúmulo de líquidos no organismo pode ser causado por vários fatores, como excesso de sal na alimentação ou uso de alguns medicamentos, como corticoides e anti-inflamatórios. Para se livrar do inchaço, temos uma dica super simples: o chá de cabelo de milho (Zea mays).
 
Benefícios do Cabelo de Milho:
- Poderoso Diurético

- Baixa a Pressão

- Desintoxica o Sangue

- Previne Afecções da Bexiga e dos Rins

- Indicado Para Cistite

- Indicado Para Areia e Dores ao Urinar

- Retenção de Urina

- Inchaço das Pernas e Nefrite
 
Para obter o efeito desejado, o ideal é tomar de duas a três xícaras de chá ao dia, em infusão, ou uma xícara pequena no final do dia. Ainda para esta finalidade, os chás verdes e chá preto são recomendados, pois possuem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
 
Fonte Corposaun

Obesidade pode ser auxiliada com acupuntura

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Método milenar ajuda a controlar a ansiedade e o apetite
 
Um dos maiores problemas de saúde ao redor do mundo são as pessoas que sofrem de obesidade, fator este que pode desencadear dezenas de outras doenças no corpo humano, como problemas cardiovasculares, diabetes, colesterol alto etc.
 
“Para quem pretende controlar o peso, a acupuntura tem se mostrado um auxiliar terapêutico bastante efetivo, pois além de ajudar a reduzir a massa corporal, o método controla a ansiedade, a “fissura” para comer, promove a saciedade precoce, ajuda na diurese onde há retenção hídrica, regulariza a prisão de ventre e ainda ajuda no controle da glicemia”, comenta Dr. Márcio De Luna, presidente da Associação Brasileira de Acupuntura – RJ (ABA-RJ) e coordenador do programa de pós-graduação em acupuntura e shiatsu do IBMTC (Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa).

Dr. Luna, que trabalha com acupuntura há 28 anos, explica que os pontos estimulados pelas agulhas liberam neurotransmissores que promovem o equilíbrio das funções orgânicas ao mesmo tempo em que desinflamam centros hipotalâmicos responsáveis pela fome, saciedade e metabolismo geral, mantendo assim o corpo trabalhando em perfeita harmonia.
 
“Como todo tratamento, a periodicidade e o comprometimento é muito importante, pois é possível perder até 4 kg por mês se o paciente mantiver a regularidade das sessões”, comenta Dr. Luna.
 
“O que muita gente pensa é que as sessões de acupuntura são doloridas por causa da inserção das agulhas de acupuntura. Isso é um mito, pois as agulhas são da finura de um fio de cabelo e o método pode ser aplicado em todas as pessoas – obesas ou não, tanto para tratar como para prevenir doenças”, completa Luna.
 
Sobre a Obesidade:
Obesidade, nediez ou pimelose (tecnicamente, do grego pimelē = gordura e ose processo mórbido) é uma doença crônica multifatorial, na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. É resultado do balanço energético positivo, ou seja, a ingestão alimentar é superior ao gasto energético.
 
Fonte Corposaun

Hormônios antienvelhecimento o risco vale a busca pela juventude?

O aumento da expectativa de vida, tanto do homem como da mulher, leva a uma procura incansável pela “fonte eterna da juventude”. Além disso, como o processo de envelhecimento está normalmente associado a um maior número de problemas de saúde ou a uma maior chance de desenvolvê-los, diferentes substâncias, como o famoso “hormônio antienvelhecimento”, têm sido usadas com o objetivo de retardar este processo. Entretanto, será que o risco do uso sem critério vale a busca pela juventude?
 
Ainda que a maioria dos hormônios apresente um declínio com a idade, o uso indiscriminado destas substâncias representa perigo à saúde. Os conhecidos hormônios “antienvelhecimento” ou, do inglês, “anti-aging” podem ser de vários tipos: sexuais (estrógenos e testosterona), hormônios tiroidianos, hormônios produzidos pela glândula adrenal (DHEA e DHEA-S), melatonina e até o hormônio de crescimento (GH).
 
A curva de declínio hormonal inicia-se após os 30 anos de idade, mas esta “queda” tem um sentido bastante diferente daquele que os endocrinologistas conhecem como “deficiência”, ou seja, uma coisa é um declínio fisiológico esperado para a idade, outra seria uma deficiência hormonal com manifestações ou sintomas decorrentes disso. Assim, mulheres na menopausa, que apresentam muitos sintomas relacionados à deficiência hormonal e que não têm contraindicação (câncer de mama prévio, por exemplo), são fortes candidatas à terapia de reposição, sem problema algum. Da mesma forma, homens na andropausa (menopausa masculina) que apresentam queixas de diminuição de libido, disfunção erétil e outras queixas gerais relacionadas à deficiência dos níveis da testosterona (como cansaço e desânimo) também têm indicação de reposição hormonal.
 
Nos exemplos citados, há uma nítida “deficiência” hormonal, mas sem contraindicação ao uso da medicação. Sendo assim, os benefícios da reposição hormonal são indiscutíveis. Logo, nunca deixaremos de tratar um paciente cuja tireoide não está funcionando conforme deveria (hipotiroidismo), diferentemente de receitar “hormônio tiroidiano” a pacientes que não apresentam a disfunção da glândula, expondo-os a um risco desnecessário que pode resultar em problemas como batimentos cardíacos irregulares (arritmia).
 
Há alguns anos surgiu o termo “hormônios bioidênticos”, ou seja, substâncias que, na teoria, seriam semelhantes ao hormônio produzido pelo próprio organismo. Contudo, esta “nova” nomenclatura se refere simplesmente a todos os hormônios já existentes e conhecidos no mercado e que sempre foram utilizados pelos endocrinologistas para reposição naqueles pacientes que apresentam sabidamente déficits. Até aí, nada de novo…
 
Um exemplo interessante de quem “bebeu na fonte da juventude” e não se beneficiou foi na época em que a melatonina era a bola da vez. Não deu certo e, hoje, o candidato é o hormônio do crescimento (GH). Como disse anteriormente, referindo-me a todos os hormônios de modo geral, o GH também tem um declínio com a idade. Mas será que isto é tão ruim assim? Por exemplo, existe uma condição na qual alguns pacientes produzem em excesso este hormônio (acromegalia) e estão em risco maior de morte, seja por problemas cardiovasculares, seja pela maior frequência de câncer. Por outro lado, um estudo publicado este mês pela revista Archives of Neurology apontou uma melhora significativa na memória de idosos, tanto os saudáveis como aqueles com início de comprometimento após uso do hormônio GHRH (que estimula a formação do GH).
 
Fonte Corposaun

AVC está entre as principais causas de internações em hospitais públicos de São Paulo

São Paulo – O acidente vascular cerebral (AVC) é uma das principais causas de internações nos hospitais públicos do estado de São Paulo. Levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde constatou que no ano passado ocorreram 39 mil internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de pacientes paulistas vítimas da doença. Em 2010, foram internados 38,9 mil pessoas.
 
Ainda segundo a Secretaria da Saúde, em 2010 morreram 21,2 mil pessoas em decorrência de AVC no estado. O médico do Grupo de Resgate e Atendimento à Urgências, Gustavo Seriane, disse que, depois das doenças cardiovasculares, o AVC é a segunda causa de morte no mundo e no Brasil. Por isso, alerta que é importante saber reconhecer os sintomas do AVC para prestar o socorro o mais rápido possível, e assim evitar a morte e sequelas. “Os sintomas podem ser variados, desde um embaçamento visual, uma dor de cabeça, até os sintomas mais importantes que são alteração da fala, da marcha, força, perda de movimentos”.
 
Seriane disse que os sintomas podem ser desde os muito leves até os claramente reconhecidos por qualquer pessoa, como a perda de movimentos de um lado do corpo e do rosto. “Quando a pessoa perde o movimento todo mundo sabe que pode ser um AVC, o problema é quando ela está com uma dor de cabeça leve, toma um remédio e vai deitar, depois tem dificuldade para acordar, tem sonolência excessiva, dor de cabeça que não melhora”. Além do esquecimento, que muitas pessoas acreditam ser normal e passageiro, mas na verdade se não houver o tratamento no tempo adequado pode deixar sequelas definitivas, ressaltou.
 
O médico alerta ainda que o atendimento ao paciente que está sofrendo um AVC precisa ser rápido e quem estiver por perto não deve esperar o serviço de emergência. “É preciso levar a pessoa por conta própria ao pronto-socorro mais próximo. A não ser em caso de queda, pois aí é importante um atendimento com a imobilização adequada. Se não houver trauma, o transporte pode ser feito por meio comum e simples”, disse o médico. No caso de a pessoa estar inconsciente, com um AVC grave, é importante o resgate e o cuidado para passar as informações mais corretas.
 
Entre os fatores de risco que podem levar ao AVC estão a idade avançada, pressão alta, tabagismo, colesterol elevado, diabetes, arritmia ou problemas com as válvulas cardíacas, histórico familiar de derrames, reincidência (quem já teve o problema anteriormente).
 
Fonte Agência Brasil

Dieta sem glúten emagrece?

Ultimamente o glúten tem sido visto como um vilão para quem deseja eliminar peso. A nova sensação do momento para conquistar um corpo mais magro e ter mais disposição é a dieta sem glúten, que "promete" eliminar os quilos extras excluindo da alimentação todo alimento que contenha glúten em sua composição.
 
O glúten é um complexo proteico encontrado em diversos alimentos como pães, cereais, massas, achocolatados, certos queijos, molhos, maioneses, embutidos, congelados, carnes à milanesa, sorvetes, algumas bebidas alcoólicas, leites aromatizados, patês enlatados e por aí vai.
 
No Brasil e em outros países, a grande acusação contra o glúten é ele ser de difícil digestão e se transformar em uma espécie de “cola” no intestino, causando males à saúde de qualquer pessoa. Alguns afirmam que o glúten provoca doenças como obesidade, depressão, danos nas articulações, enxaqueca, intoxicação e irritabilidade. Mas não é bem por aí, pesquisas cientificas mostram que o único motivo que pode levar a pessoa a excluir o glúten de sua alimentação é ser portador da Doença Celíaca e pessoas com alguma intolerância específica ao glúten. Somente para os celíacos o glúten pode ser considerado um vilão, pois essas pessoas tem hipersensibilidade e quando consumido, interfere no intestino delgado.
 
Em relação que o glúten se transforma em cola no intestino, quando este é ingerido na proporção correta sua digestão ocorre normalmente, apenas quando se consome em grande quantidade e na ausência de fibras e de líquidos, o intestino pode ser congestionado.
 
Na verdade, como o glúten está presente na maioria dos alimentos e está amplamente consumido na forma de produtos de panificação e junto de outros ingredientes (cremes, patês, sanduíches) um teor representativo de energia pode ser consumido, excluindo-os da sua dieta, como consequência, acabará consumindo menos calorias e poderá eliminar peso. Então essa redução de peso não se deve a restrição do glúten e sim a exclusão de diversos alimentos da sua alimentação.
 
É obrigatório por lei, desde 1992 que nas embalagens dos alimentos informe aos consumidores a presença do glúten, apenas para prevenir seu consumo por pessoas com a doença celíaca.
 
Mas se você não tem doença celíaca e o seu objetivo é somente eliminar peso, não há motivo para excluir o glúten da sua alimentação. Basta se alimentar de forma saudável, balanceada, fracionada, variada, praticar atividade física regularmente e consultar sempre um nutricionista.
 
Fonte Meu Nutricionista

Cansaço e insônia podem ser sintomas de problema na tireoide

Conheça outros sinais de que essa glândula tão importante para o corpo não anda bem e saiba quando procurar o médico
 
Cansaço, insônia, suores, queda de cabelos e até sintomas opostos como perda de peso ou dificuldades para emagrecer podem ser sinais de que algo não vai bem com a glândula tireoide.
 
Se este é o seu caso, segue o alerta: é importante procurar um endrocrinologista o quanto antes, pois problemas como hipotireoidismo, hipertireoidismo, nódulos benignos e malignos de tireoide e tireoidites (inflamações da glândula tireoide) são problemas mais comuns do que se pensa e alguns deles podem se transformar em problemas graves de saúde.
 
Conhecida por sua forma de borboleta, a tireoide está localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão (ou popularmente, gogó). Ela exerce um papel importante no funcionamento de coração, cérebro, fígado e rins, e tem ação sobre o crescimento das crianças, a fertilidade, o peso corporal, a concentração, os ciclos menstruais e até mesmo as emoções. Apesar de pesar entre 15 e 25 gramas, trata-se da maior glândula do corpo humano.
 
Entre as doenças mais comuns envolvendo a tireoide, estão o hipotireoidismo (mais frequente) e o hipertireoidismo (menos frequente). Enquanto o primeiro é caracterizado pela redução da produção dos hormônio T3 e T4 pela tireoide, o segundo ocorre quando há aumento da produção desses hormônios. Nos dois casos, é preciso procurar ajuda de um especialista quando um sintoma ou um conjunto deles começam a aparecer.
 
A endrocrinologista Andresa Balestro explica que o tratamento do hipotireoidismo consiste na reposição do hormônio da tireoide em doses que variam conforme o peso e idade da pessoa.
 
“A dose é ajustada periodicamente com base em exames de sangue por meio da dosagem do TSH. É essencial que o paciente siga as recomendações médicas, usando diariamente o medicamento em jejum”, alerta a médica.
 
Já o tratamento do hipertireoidismo normalmente é feito com o uso de propiltiouracil ou metimazol – o endocrinologista é quem definirá qual destes medicamentos está indicado e a dose adequada a ser administrada.
 
“O uso de iodo radioativo pode ser necessário se, após mais de um ano de tratamento medicamentoso, o quadro clínico não se resolver”, diz Andresa, completando que, em alguns casos, a cirurgia da tireoide pode ser indicada.
 
Inimigo da tireoide
O anti-TPO (anticorpo antitireopperoxidase) é um anticorpo contra a tireoide. Por motivos ainda pouco conhecidos pelos médicos, o organismo passa a produzir anticorpos contra a própria glândula tireoide, mas o processo de destruição da glândula costuma ser lento e gradual.
 
Conforme as células da tireoide vão sendo destruídas, a capacidade da glândula em produzir os hormônios T3 e T4 é prejudicada. A presença de anti-TPO em uma pessoa com hipotireoidismo indica que a causa da doença é a doença de Hashimoto, também conhecida como tireoidite crônica autoimune, cujo tratamento é diário e contínuo.
 
Pacientes com anti-TPO positivo e níveis normais dos hormônios da tireoide têm 5% de chance ao ano de desenvolver hipotireoidismo. Por isso, recomenda-se revisão a cada 6 a 12 meses com um endocrinologista com o objetivo de iniciar tratamento quando necessário.
 
A seguir, a endocrinologista Jacqueline Rizzolli lista alguns sintomas que podem indicar problemas na tireoide.
 
Hipotireoidismo: cansaço, sonolência excessiva, pele seca, queda de cabelos, sensação de frio mais intensa que o normal, constipação intestinal, dificuldade para perder peso, inchaço em pálpebras, mão e pés.
 
Hipertireodismo: agitação, insônia, sensação de calor mais intensa, taquicardia, tremores nas mãos, sudorese excessiva, evacuações frequentes e/ou diarreia, perda de peso, irritabilidade.
 
Tireoidites: podem não apresentar sintomas ou causar dor na região do pescoço, dificuldade para engolir, febre, sensação de inchaço no pescoço.
 
Nódulos e tumores de tireoide: geralmente não geram sintimas. Eventualmente, com a tireoide aumentada de tamanho, podem causar sensação de aperto ou sufocação na região do gogó. Saiba mais sobre o câncer de tireoide.
 
QUANDO PROCURAR UM ENDOCRINOLOGISTA:
  • - Se tiver história familiar de alteração da tireoide
  • - Quando perceber atraso no crescimento de crianças
  • - Caso note aumento do diâmetro do pescoço
  • - Se tiver sintomas e sinais compatíveis com doença da tireoide
  • - Caso use medicamentos que podem afetar a tireoide, como carbolítio, amiodarona e interferon
  • - Se teve exposição prévia ao iodo radioativo ou radiação na região da cabeça, pescoço e tronco
  • - Em caso de gestação com alteração dos exames de tireoide
  • - Se já tiver feito alguma cirurgia da tireoide
Fonte iG