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sábado, 12 de julho de 2014

Em apenas 2 dias, ebola mata 21 pessoas e infecta outras 44 na África

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Foto: ANGOP - Simulação de um funeral de doente com Ébola na Guiné-Conacri
O surto de ebola que assola a África Ocidental causou 21 mortes e infectou outras 44 pessoas nos últimos dois dias, segundo a última apuração realizada pela Organização Mundial da Saúde

A situação em Serra Leoa e na Libéria ainda é preocupante já que no primeiro país foram registrados 32 novos casos e 15 mortes, enquanto no segundo ocorreram 11 novas infecções e 4 mortes.

Já na Guiné, entre os dias 8 e 10 de julho apenas um novo caso foi detectado, o que parece indicar que a epidemia está diminuindo nesse país, mas outros dois infectados morreram.

"Na Guiné, a tendência da epidemia evidencia uma redução da transmissão viral na comunidade, com apenas um caso registrado nos últimos dias", disse a OMS em comunicado.

Os números acumulados até o momento são de 888 contágios e 539 mortes. Destes, 409 casos e 309 mortos foram na Guiné, 142 infecções e 88 mortes na Libéria e 337 casos e 142 mortos em Serra Leoa.

Além disso, foi estabelecido um Centro de Coordenação Epidêmico em Conacri, a capital da Guiné, para coordenar e harmonizar o apoio técnico oferecido aos países afetados e a prevenção nas nações vizinhas.

A doença - que é transmitida através do contato direto com o sangue e os fluidos corporais de pessoas e animais infectados - causa hemorragias graves e pode ter uma taxa de mortalidade de 90%.

A OMS ativou a Global Alert and Reponse Network (Goarn) - uma rede formada por agências internacionais, governos, universidades, e outras entidades - e solicitou especialistas de diversas áreas que possam viajar aos três países para tentar conter o surto de ebola.

Esta é a primeira vez que uma epidemia de ebola é identificada e confirmada na África Ocidental, pois, até agora, os surtos sempre tinham ocorrido na África Central.  

Efe / Terra

Gás malcheiroso da flatulência pode evitar câncer e AVC

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Getty Images
Segundo pesquisa, o sulfureto de hidrogênio, presente em gases malcheirosos, ajuda a evitar câncer, acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e demência 

O odor de uma flatulência pode ter benefícios à saúde, ajudar a evitar câncer, acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e demência, de acordo com um estudo realizado pela Universidade Exeter. As informações são do Daily Mail.  

O sulfureto de hidrogênio, presente em gases malcheirosos, quando inspirado em pequenas quantidades, ajuda a proteger as células contra as doenças citadas. Segundo os pesquisadores, quando o corpo é tomado por um dos problemas, as células tentam atrair enzimas para que produzam o sulfureto de hidrogênio.

O componente ajuda a preservar a mitocôndria, que é o que impulsiona a produção de energia e regula a inflamação. A mitocôndria é vital para as células. Os pesquisadores estão estudando um novo composto chamado AP39 que lentamente proporcione pequenas quantidades desse gás para reverter os danos mitocondriais.

Testes mostraram que com o produto até 80% das mitocôndrias podem sobreviver sob condições de doenças destrutivas.

Terra

Tabela de Calorias: Bebidas alcoólicas

Alimento Medida caseira Peso(g) Calorias(Kcal)
Aguardente 1 dose 50 ml 115
Batida de frutas com leite condensado 1 copo 200 ml 504
Caipirinha de limão com açúcar (aguardente) 1 copo 200 ml 300
Caipirinha de limão com açúcar (vodca) 1 copo 200 ml 310
Caipirinha de limão com adoçante (aguardente) 1 copo 200 ml 240
Caipirinha de morango com açúcar (saquê) 1 copo 200 ml 340
Cerveja 1 lata 350 ml 151
Cerveja Malzbier "Brahma" 1 long neck 355 ml 199
Cerveja sem álcool 1 long neck 355 ml 89
Champanhe 1 taça 125 ml 110
Chope 1 tulipa 300 ml 180
Conhaque 1 dose 50 ml 125
Cuba Libre 1 copo 250 ml 170
Gim 1 dose 30 ml 60
Margarita 1 copo 150 ml 131
Mojito 1 copo 200 ml 250
Quentão
100 ml 294
Prosecco 1 taça 125 ml 106
Rum 1 dose 50 ml 110
Saquê 1 cálice 35 ml 50
Smirnoff Ice 1 long neck 275 ml 240
Tequila 1 dose 50 ml 110
Uísque 1 dose 50 ml 120
Vinho branco doce 1 taça 125 ml 173
Vinho branco seco 1 taça 125 ml 107
Vinho Quente
100 ml 120
Vinho tinto 1 taça 125 ml 107
Vodca 1 dose 50 ml 120

Boa Forma UOL

Hostilidade, estresse e depressão aumentam risco de AVC, diz estudo

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Foto: Voisin/Phanie
Estudo constatou que altos níveis de estresse,hostilidade e depressão aumentam risco de AVC
Raiva, porém, não demonstrou aumentar riscos cardiovasculares. Estudo mostra que fatores psicológicos também são importantes para AVC 

Ter sentimentos de agressividade, cinismo ou hostilidade em relação às outras pessoas pode dobrar os riscos de acidente vascular cerebral (AVC) em adultos com mais de 45 anos, revelou um estudo divulgado nesta quinta-feira (10).

O estudo, publicado no periódico "Stroke", da Associação Americana do Coração, revelou que a depressão e o estresse excessivo também aumentam o risco de AVC, popularmente chamado de derrame.

Para fazer a pesquisa, mais de 6.700 adultos com idades entre 45 e 84 anos responderam a questionários sobre seu estado mental e seu comportamento.

Essas pesquisas avaliaram estresse crônico, depressão, raiva e hostilidade nesses indivíduos durante dois anos.  Os voluntários, que incluiam caucasianos, afro-americanos, hispânicos e asiáticos, não reportaram doenças cardíacas no início do estudo.

Eles foram acompanhados por um tempo que variou entre 8 e 11 anos, período no qual 147 tiveram AVC e 48 tiveram ataques isquêmicos transitórios (AITs), um bloqueio temporário do fluxo sanguíneo no cérebro.

Os cientistas descobriram que os indivíduos com os maiores níveis de hostilidade - medidos pela avaliação das expectativas cínicas de uma pessoa a respeito das motivações dos demais - foram mais de duas vezes mais propensos a sofrer AVC ou AIT, em comparação com aqueles indivíduos com menos hostilidade.

De forma similar, taxas elevadas de sintomas depressivos representam um risco 86% de sofrer AVC ou AIT. Nos cronicamente estressados, esse risco foi 59% maior.

De forma surpreendente, a raiva não foi associada com qualquer risco maior de derrame.

A associação entre os fatores psicológicos e o risco de AVC se manteve mesmo depois que os cientistas consideraram fatores como idade, raça, sexo, cuidados com a saúde e outros fatores reconhecidamente ligados ao AVC.

"Dão muita ênfase em fatores de risco tradicionais - níveis de colesterol, pressão sanguínea, tabagismo e assim por diante - e estes realmente são muito importantes, mas estudos como este mostram que as características psicológicas são igualmente importantes", disse a principal autora do estudo, Susan Everson-Rose, professora associada de medicina na Universidade de Minnesota, em Mineápolis.

"Em vista do envelhecimento da nossa população, é importante considerar estes outros fatores que podem representar um papel no risco da doença", destacou.

G1

Habilidade em matemática e leitura é favorecida por mesmos genes

Mesmo grupo de genes qhttp://gestaodelogisticahospitalar.blogspot.com.br/2014/07/habilidade-em-matematica-e-leitura-e.html
Foto: AJ Photo/BSIP 
Mesmo grupo de genes que favorecem habilidades em matemática também contribuem com leitura
Pesquisa envolveu leitura do DNA de crianças e testes cognitivos. Família e escola também são importantes para aprendizado, diz estudo 

A habilidade para matemática e para leitura é favorecida em boa medida pelos mesmos genes, segundo um estudo publicado nesta terça-feira (8) na revista "Nature Communications", que ressalta, no entanto, a importância do meio para desenvolver esses conhecimentos.

Cientistas do King's College de Londres, liderados por Robert Plomin, utilizaram dados do chamado Estudo do Desenvolvimento Precoce dos Gêmeos (TEDS, em sua sigla em inglês) para ver a influência dos genes nas habilidades de leitura e cálculo de adolescentes de 12 anos de 2.800 famílias britânicas. 

A equipe acompanhou gêmeos, com genes compartilhados, e outras crianças, com quem fizeram testes leitura e matemática, conforme as exigências do sistema escolar britânico.

A combinação dos resultados desses testes e dos dados de DNA indicou que há uma "sobreposição significativa" dos genes que determinam a habilidade para a leitura e para os números.

Aproximadamente metade dos genes que influenciam a habilidade de leitura da criança incide também em sua capacidade para as contas, de acordo com o estudo. No entanto, os pesquisadores ressaltam que o entorno familiar e a educação escolar são estratégicas para o desenvolvimento dos pequenos.

"As crianças diferem geneticamente em relação à facilidade aprender e devemos reconhecer e respeitar estas diferenças individuais", afirma Plomin.

Segundo o cientista, "descobrir que há uma forte influência genética não significa que não se possa fazer nada quando uma criança custa a aprender: o fato de ser hereditário não implica que seja imutável, apenas significa que será preciso um esforço maior dos pais e das escolas para apoiar esse aluno".

A pesquisa não identifica genes específicos que determinem essas habilidades, mas estabelece conjuntos de genes ou de diferenças genéticas que, individualmente, contribuem em pequena medida para moldar à pessoa.

G1

Estudo diz que tuberculose infantil é um problema subestimado pela OMS

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Foto: Reprodução - Criança com tuberculose
53 milhões de crianças vivem com uma forma latente da infecção, suscetível de evoluir a qualquer momento para uma tuberculose ativa

Paris - Mais de 650.000 crianças desenvolvem tuberculose anualmente nos 22 países mais afetados pela doença, entre eles o Brasil, uma estimativa 25% superior à da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo um estudo.

Além disso, 53 milhões de crianças vivem com uma forma latente da infecção, suscetível de evoluir a qualquer momento para uma tuberculose ativa, acrescentam os autores do estudo publicado na revista britânica especializada em medicina The Lancet.


Em seu relatório de 2013, a OMS estimou em 530.000 os casos de tuberculose detectados em crianças menores de 15 anos em 2012. Mas a estimativa depende dos casos apontados pelos pediatras, um método criticado por muitos especialistas, em particular porque sua confiabilidade varia consideravelmente de um país para outro.

Os 22 países apontados no estudo são Brasil, Afeganistão, África do Sul, Bangladesh, Camboja, China, Congo, Etiópia, Índia, Indonésia, Quênia, Moçambique, Mianmar, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Rússia, Tailândia, Uganda, Tanzânia, Vietnã e Zimbábue.

Correio Braziliense

Chikungunya já matou 33 pessoas nas Antilhas e na Guiana Francesa

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Sintomas da Dengue X Febre Chikungunya
No Brasil, dados do sistema de vigilância do Sistema Único de Saúde (SUS) confirmam 20 casos da doença este ano

O Ministério da Saúde da França informou nesta quinta-feira (10) que o vírus Chikungunya já provocou indiretamente a morte de 33 pessoas, sobretudo idosos, nas Antilhas e na Guiana Francesa. Os dados mostram ainda um total de quase 100 mil pessoas atingidas pela febre chikungunya e o registro de cerca de mil atendimentos hospitalares em decorrência da doença.

“A epidemia que afeta as Antilhas e a Guiana é um problema importante de saúde pública", ressaltou o ministério. “O início do período de verão e a estação de chuvas propiciam a reprodução do mosquito vetor, o que aumenta os temores de um crescimento no número de casos'”, informou em nota.

A febre chikungunya é causada por um vírus do gênero Alphavirus e transmitida por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes aegypti, transmissor da dengue, e o Aedes albopictus os principais vetores. Passados os sintomas (parecidos com os da dengue), o paciente deixa de transmitir a doença.

No Brasil, dados do sistema de vigilância do Sistema Único de Saúde (SUS) confirmam 20 casos da doença este ano. Segundo o Ministério da Saúde, todos são considerados importados, ou seja, envolvem pessoas que foram infectadas fora do Brasil, quando viajaram para países onde há transmissão da doença

Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que, desde 2004, o vírus já foi identificado em 19 países. Porém, apenas no final de 2013, foi registrada a transmissão autóctone (dentro do mesmo território) em vários países caribenhos e, em março de 2014, na República Dominicana. Até então, apenas a África e a Ásia tinham circulação do vírus.

Correio Braziliense

Teste com vacina contra dengue da Sanofi tem resultados promissores

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Criança recebendo vacina contra dengue na Tailândia, em estudo de fase 3


O teste foi realizado entre 2011 e 2013 em Indonésia, Malásia, Filipinas, Vietnã e Tailândia, com mais de 10 mil crianças

A candidata a vacina contra a dengue mais avançada do mundo, desenvolvida pela farmacêutica francesa Sanofi Pasteur, confirma os resultados promissores em um longo teste de eficácia, publicado nesta sexta-feira (11/7) na revista médica The Lancet.

Os resultados detalhados do teste de eficácia, conhecido como de fase 3, realizado em cinco países da Ásia com crianças entre os 2 e os 14 anos que receberam três doses da vacina, confirmou uma redução significativa de 56,5% dos casos de dengue.

Uma redução de mais de dois terços (67%) dos riscos de internação na duração do estudo deve ser observada, afirmaram os pesquisadores, assim como a redução consequente (88,5%) dos casos de dengue hemorrágico, forma severa da doença potencialmente mortal, que provoca a cada ano mais de meio milhão de internações (essencialmente de crianças).
 
A dengue é uma infecção viral transmitida pelo mosquito 'Aedes aegypti'. O desenvolvimento de uma vacina contra a doença é complexo porque existem quatro subtipos do vírus.

O teste, realizado entre 2011 e 2013 em Indonésia, Malásia, Filipinas, Vietnã e Tailândia, foi realizado com mais de 10 mil crianças, algumas das quais receberam a vacina e outras, um placebo.

Durante o período do estudo, 117 casos de dengue foram registrados no grupo, mais numeroso daqueles que foram vacinados, e 133 no outro grupo, demonstrando uma eficácia de 56,5%.

A proteção, entretanto, varia segundo o subtipo, mais de 75% contra os vírus de tipo 3 e 4, de 50% contra aqueles de tipo 1, mas de 35% contra o vírus de tipo 2.

Em um comentário publicado na revista, o professor Annelies Wilder-Smith, de Cingapura, estima que uma vacina que reduz à metade os casos anuais de dengue representará uma "vantagem importante no campo da saúde pública", sem ser, portanto, uma solução milagrosa. O acompanhamento dos participantes do estudo se manterá até 2017.

A incidência mundial da dengue avançou de forma espetacular ao curso das últimas décadas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que calcula em 100 milhões o número anual de casos de dengue no mundo. Segundo a OMS, atualmente, a metade da população mundial está exposta ao risco da doença.

Os países da Ásia e da América Latina, como o Brasil, são os mais afetados. Mas o mosquito vetor da doença tem se disseminado e a Europa, que já registrou uma série de casos de dengue, não foi poupada.

Um outro teste de eficácia foi conduzido pela Sanofi em cinco países (Brasil, Colômbia, Honduras e Porto Rico) com 20 mil voluntários.

A empresa francesa revelou no fim de abril passado o resultado global do teste asiático, indicando esperar poder comercializar sua vacina em 2015.

Correio Braziliense

Como a gordura marrom queima energia

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Acima gordura marrom e abaixo a gordura branca
A gordura branca serve para armazenar o excesso de calorias até que elas sejam necessárias pelo corpo. Ou seja: ela nos deixa gordos

Já a gordura marrom é o contrário: ela queima a gordura comum, transformando-a em calor. Portanto, pode nos ajudar a emagrecer.

Desde que foi descoberto que humanos adultos possuem altas quantidades de gordura marrom, pesquisadores tentam compreender melhor as suas propriedades de queima de gordura com o objetivo de desenvolver novas terapias para combater a obesidade e a diabetes.

Entendendo o processo
Cientistas demonstraram que o fator de transcrição IRF4 (fator regulador de insulina 4) desempenha um papel fundamental no processo termogênico da gordura marrom, que regula nosso gasto de energia e tolerância ao frio.

Ativada por temperaturas frias e por certos hormônios e drogas, incluindo epinefrina, a gordura marrom gera calor através das ações de um grupo de genes chamados coletivamente de “programa termogênico da expressão do gene”, o mais conhecido dos quais codifica a proteína termogenina (UCP1).

A UCP1 dissipa energia na mitocôndria das células de gordura marrom, e a geração de calor é um subproduto.

Já uma molécula chamada PGC-1 alfa, descoberta há 15 anos no laboratório do coautor do estudo Bruce Spiegelman, é um cofator de transcrição, o que significa que indiretamente conduz a transcrição de genes como UCP1, porque lhe falta a capacidade de se ligar ao DNA por si própria.

Isto sugeriu que deve haver um fator de transcrição ou proteína de ligação ao DNA que media os efeitos da PGC-1 alfa.
No entanto, apesar de anos de trabalho e vários candidatos promissores, nenhum parceiro tinha sido descoberto que pudesse aumentar a termogênese. IRF4 é esse parceiro.

O novo estudo
De acordo com o novo estudo do Beth Israel Deaconess Medical Center (EUA), IRF4 é um elemento chave no desenvolvimento e manuseio de gorduras, sendo que a expressão de IRF4 é induzida pelo jejum em gordura.

Os cientistas teorizavam que, além de servir como um regulador chave da lipólise, IRF4 também podia desempenhar um papel termogênico direto na gordura marrom.

Experimentos com ratos confirmaram essa hipótese, demonstrando que IRF4 é induzido pelo frio e pode promover o aumento da expressão do gene termogênico, gasto de energia e tolerância ao frio.

Por outro lado, a perda de IRF4 em gordura marrom resulta em expressão termogênica reduzida, gasto energético, obesidade e intolerância ao frio.

Finalmente, os pesquisadores mostraram que o IRF4 interage fisicamente com PGC-1 alfa para promover a expressão de UCP1 e termogênese.

Com esta nova descoberta do papel chave de transcrição do IRF4, talvez possamos identificar novos alvos de drogas que afetam diretamente essa via, o que pode ser mais específico do que simplesmente dar epinefrina ou drogas parecidas que fazem subir a frequência cardíaca e a pressão arterial.

“A descoberta de que a gordura marrom tem um papel ativo no metabolismo sugeriu que, se pudéssemos manipular o número ou a atividade dessas células de gordura, podemos forçar nossos corpos a queimar calorias extras”, explica Evan Rosen, principal autor do estudo, da Universidade de Harvard. “Agora que identificamos um fator importante da condução deste processo, podemos procurar novas abordagens de explorá-lo para o benefício terapêutico”.

Como é feito um transplante de coração?

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Foto: Reprodução - Transplante de coração
Há duas técnicas principais 

Uma delas é chamada de clássica e a outra de bicaval. A diferença básica está no quanto de tecido do coração velho permanece no corpo do transplantado. 

A bicaval é a técnica que usa menos "sobra" do antigo órgão. Permanece no paciente apenas um restinho do átrio esquerdo (uma das quatro câmaras que formam o coração), que é conectado ao novo órgão. 

Hoje a cirurgia bicaval é usada em cerca de 60% dos transplantes realizados no mundo. No Brasil, só em 2003, foram realizados 175 transplantes desse órgão. No planeta são mais de 3 mil casos por ano. 

A freqüência com que a cirurgia é feita mostra que ela não é mais um mistério. Mas, em dezembro de 1967, todos ficaram assombrados quando o médico sul-africano Christian Barnard fez o primeiro transplante de coração inter-humanos. 

Apenas cinco meses depois, em maio de 1968, o cirurgião brasileiro Euryclides de Jesus Zerbini, que havia estudado com Barnard nos Estados Unidos, fazia o primeiro transplante na América Latina e o quinto do mundo! Apesar de hoje essa operação ser superconhecida, ela só é utilizada como último recurso. 

"Primeiro tentamos o uso de medicamentos ou uma cirurgia convencional. O transplante só é indicado para pacientes em fase de evolução avançada de uma doença cardíaca", diz o cirurgião cardíaco Noedir Stolf, chefe do setor de transplantes do Instituto do Coração (Incor), de São Paulo. Isso porque a operação envolve vários fatores de risco, como infecções e a possibilidade de o novo coração ser rejeitado pelo organismo do paciente. Mesmo assim, o índice de sobrevivência após o transplante é grande. "Ele é de 80% durante um ano ou mais. 

Com o passar do tempo, claro, esse índice vai se reduzindo. Até chegar a cerca de 50% de chance de o transplantado sobreviver ao longo de dez anos ou mais", afirma Noedir. Pode parecer pouco, mas para quem tinha um órgão cambaleante e estava à beira da morte, é como nascer de novo.

Operação de guerra   

Prazo para retirar o órgão do doador e levá-lo até o transplantado é de apenas quatro horas

1. Quando um doador tem a morte cerebral constatada, os médicos verificam se seu coração é saudável e pode ser doado. Após ser retirado, o órgão é mergulhado numa solução salina gelada, é recoberto por sacos plásticos e colocado em um isopor com gelo. Enquanto tudo isso ocorre, a Central de Transplante é avisada de que há um doador

2. A Central de Transplante, em geral vinculada às secretarias estaduais de saúde, controla as listas de todos os transplantes. No topo da lista fica quem precisa de um novo órgão com mais urgência. Se o "número 1" não é compatível com o doador em questão — pesa bem menos ou tem sangue diferente, por exemplo — é chamado o número 2, e assim por diante

3. Se o paciente que receberá o coração está em casa, ele é localizado pelo telefone. Se já está no hospital onde será feita a cirurgia, começa a ser preparado para a operação. É uma corrida contra o relógio: o tempo ideal entre a retirada do órgão doado e a chegada do coração no hospital do transplantado não pode passar de quatro horas

4. O transplante começa com a abertura do peito do paciente. Em seguida, o sangue dele é desviado do coração doente por meio de duas cânulas (pequenos tubos) colocadas nas veias cavas — as duas grandes veias por onde o sangue entra no coração. Essas cânulas passam a conduzir o sangue para uma máquina ao lado da mesa de operação

5. Essa máquina de circulação extracorpórea funciona como coração e pulmões artificiais: ela retira o dióxido de carbono do sangue e o oxigena. A seguir, uma bomba devolve o líquido para o paciente por meio de outra cânula, que é ligada à aorta — grande artéria por onde o sangue sai do coração para percorrer o corpo todo

6. Só após as veias cavas e a aorta estarem conectadas à máquina de circulação é que o coração doente pode ser retirado. Dependendo da técnica usada na cirurgia, maiores ou menores pedaços do órgão permanecem no corpo do paciente. Após ser extraído, o velho coração é encaminhado para estudos

7. O passo seguinte é colocar o novo coração. Os médicos costuram os principais segmentos do órgão doado às partes correspondentes do velho coração que permaneceram no peito do paciente. Quanto tudo já está conectado, a circulação sanguínea do órgão é restabelecida

8. Após cerca de quatro horas de cirurgia, o transplante acaba e o médico especialista se retira. Cabe à sua equipe fechar o peito do paciente e finalizar os procedimentos cirúrgicos. Em geral, após 15 dias de recuperação no hospital, o transplantado volta para casa com um coração novo no peito

Assista o vídeo de 5 minutos de como é feito um transplante cardíaco:


Mundo Estranho

Diminuir a ingestão de álcool pode melhorar doença coronária

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Foto: Divulgação / Morgue File
Mesmo baixo ou moderado, consumo diário é prejudicial à saúde cardíaca, dizem especialistas 

A redução do consumo diário de álcool decresce os riscos de doença coronária, de pressão arterial elevada e ajuda a perder peso, mostra estudo publicado no British Medical Journal.

Ao contrário dos conselhos que muitos médicos dão aos pacientes, de que um copo ou dois de álcool por dia é bom para o coração, a pesquisa vai em sentido oposto e diz que essa medida "passa da marca".

O trabalho foi feito por pesquisadores que se basearam em 50 pesquisas sobre hábitos de consumo de bebidas alcoólicas e sua relação com a saúde em mais de 260 mil europeus. Os especialistas deram atenção especial às pessoas que tinham uma variante de um gene chamado ADH1B e correm menos risco de alcoolismo.

O novo estudo apurou que os indivíduos com essa variante genética bebiam 17% menos por semana e tinham 78% menos probabilidade de consumir álcool ao longo do dia. Paralelamente, demonstravam um risco 10% mais baixo de doença coronária, além de pressão arterial e índice de massa corporal reduzidos.

— Esses resultados sugerem que a diminuição da ingestão de álcool, mesmo sendo o consumo diário baixo a moderado, é benéfico para a saúde cardíaca— conclui o estudo.

No entanto, o assunto não é consensual, visto que outros especialistas têm alertado para o fato de que os consumidores com a variante genética podem ter outros fatores de saúde que influenciem a diminuição dos riscos causados pela bebida.

Agência Brasil

Canela pode ajudar na luta contra o Parkinson

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Foto: Reprodução - Canela
Fonte de benzoato de sódio, substância química que pode proteger o cérebro, o condimento se mostrou eficaz quando testado em laboratório

A canela pode ser uma carta na manga na batalha contra a doença de Parkinson. Cientistas descobriram que o tempero é fonte de uma substância química que pode proteger o cérebro. 

Nosso fígado converte canela em benzoato de sódio, um medicamento aprovado e usado no tratamento de distúrbios neuronais.

Em um estudo com camundongos no Centro Médico da Universidade de Rush, em Chicago, uma equipe de pesquisadores observou que a substância, quando entra no cérebro, interrompe a perda de proteínas que ajudam a proteger as células, protegendo os neurônios e melhorando as funções motoras.

— Isso poderia ser uma das abordagens mais seguras para deter a progressão da doença em pacientes de Parkinson— diz o professor Kalipada Paha. 

Testes anteriores mostraram que a canela do Sri Lanka, pelo seu grau de pureza, é mais eficaz para frear o avanço da doença. 

A investigação demonstrou que, após ser consumida, a canela em pó é convertida em benzoato de sódio. Penetrando no cérebro, protege os neurónios e normaliza os níveis de neurotransmissores nos ratos com mal de Parkinson. 

— A compreensão de como a doença funciona é importante para o desenvolvimento de medicamentos eficazes que protejam o cérebro da progressão do mal de Parkinson— acrescenta o pesquisador. 

O mal de Parkinson é uma patologia de progressão lenta que afeta uma pequena área de células dentro do meio do cérebro conhecida como substantia nigra. A degeneração celular acaba provocando uma redução em neurotransmissor químico vital, a dopamina. 

A diminuição da dopamina resulta em um ou mais dos sinais clássicos de doença de Parkinson, que inclui tremor em repouso, de um lado do corpo; lentidão de movimentos; rigidez dos membros e problemas de equilíbrio.

A origem da doença é desconhecida, mas ambas as causas ambiental e genética têm sido apontadas pelos especialistas. Embora um em cada seis pacientes sejam diagnosticados antes dos 50 anos, é geralmente considerada uma doença que atinge idosos, pois afeta uma em cada 100 pessoas com mais de 60 anos de idade.

Zero Hora

OMS recomenda que gays tenham acesso a antirretrovirais para prevenção do HIV

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Antiretrovirais são mais usados para o tratamento de pessoas já infectadas pelo HIV
Chamada profilaxia pré-exposição é uma opção para pessoas que não são soropositivas; quando adotada corretamente, estratégia pode reduzir até 92% de novas infecções 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta sexta-feira (11) que homens que fazem sexo com homens tenham acesso a medicamentos antirretrovirais na tentativa de prevenir novas infecções pelo HIV. A chamada profilaxia pré-exposição é uma opção para pessoas que não são soropositivas, mas que apresentam grande risco de contrair o HIV.

O método consiste em tomar um único comprimido (geralmente, uma combinação de dois antirretrovirais) todos os dias. Quando adotada de forma consistente, a estratégia pode reduzir em até 92% novas infecções entre grupos de risco. 

“Pela primeira vez, a OMS recomenda fortemente que homens que fazem sexo com homens considerem tomar medicamentos antirretrovirais como um método adicional de prevenção à infecção por HIV, juntamente ao uso de preservativo”, informou o órgão.

Por meio de nota, a organização destacou que os índices de infecção por HIV entre homens que fazem sexo com homens permanecem altos em quase todo o mundo e que novas opções de prevenção se fazem urgentemente necessárias.

A estimativa é que a profilaxia pré-exposição poderia reduzir entre 20% e 25% a incidência da doença nesse público, chegando a evitar até 1 milhão de novas infecções entre o grupo nos próximos dez anos.

Segundo a entidade, estudos indicam que homens que fazem sexo com homens têm 19 vezes mais chance de contrair o HIV do que a população em geral, enquanto o risco entre mulheres profissionais do sexo é 14 vezes maior do que entre as demais mulheres. Já mulheres transgênero (homens que se identificam como mulheres) têm quase 50 vezes mais chance de contrair o HIV do que os demais adultos. Para usuários de drogas, o risco também chega a ser quase 50 vezes maior que a população em geral.

“Falhas no provimento de serviços adequados relacionados ao HIV para grupos-chave – homens que fazem sexo com homens, presidiários, usuários de drogas, profissionais do sexo e pessoas transgênero – ameaçam o progresso global na resposta ao HIV”, alertou a organização.

Essas pessoas, segundo a OMS, apresentam maior risco de contrair infecção por HIV e, ainda assim, têm menos acesso à prevenção, aos testes rápidos e ao tratamento. “Em muitos países, elas são deixadas de lado por políticas nacionais de HIV, enquanto leis discriminatórias e políticas são as principais barreiras para o acesso”, acrescenta na nota.

Agência Brasil

5 motivos para exigir teste do pezinho

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Foto: Reprodução - Teste do pezinho
O bebê está chegando, mas você, mãe, sabe a real importância do teste do pezinho? Gotas de sangue são coletadas do calcanhar da criança, entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê, e ajudam a detectar precocemente várias doenças

Segundo Dra. Adília Segura, diretora-médica e patologista clínica do laboratório Pasteur, reuniu 5 dos principais motivos para as mamães não abrirem mão do teste do pezinho:

1. Diagnóstico precoce
O teste é capaz de detectar várias doenças que provocam deficiência mental e que podem ocasionar sequelas importantes à saúde da criança. Essas doenças podem ter evolução catastrófica, mas, se diagnosticadas precocemente, podem mudar o curso da vida da criança e da família, possibilitando uma vida absolutamente normal.

2. Identificação de muitas doenças importantes
A análise das gotinhas de sangue pode diagnosticar doenças como a anemia falciforme, fibrose cística e hipotireoidismo congênito. Além destas, a deficiência da enzima glicose 6-fosfato desidrogenas e a toxoplasmose são exemplos de outras patologias que também podem ser detectadas por meio do teste do pezinho.

3. Detecção de doenças que não apresentam sintomas 
A maioria das doenças detectadas neste exame é assintomática no período neonatal, ou seja, só serão percebidas quando a criança já estiver com mais idade. Por isto, a importância de realizar a triagem neonatal nos primeiros dias de vida. Ao se detectar precocemente uma anormalidade, pode-se intervir rapidamente e minimizar os efeitos maléficos da doença.

4. Teste de triagem 
O teste do pezinho é um exame de triagem, ou seja, as alterações identificadas deverão ser confirmadas por meio de testes laboratoriais mais específicos, para instituição de tratamento apropriado. Todos estes passos devem ser realizados no menor tempo possível, visando reduzir as sequelas que podem ser causadas pelas doenças diagnosticadas.

5. Um furinho que salva vidas
Muitas mamães ficam receosas quando vão levar os bebês para fazer o teste, pois normalmente eles choram durante a realização do exame. Mas, o teste do pezinho é fundamental para prevenir várias doenças, que se não tratadas ad até mesmo levar a óbito. O calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos, o que facilita a coleta, tornando-a quase indolor para a criança.

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9 dicas para reconhecer a depressão

Será que é depressão ou uma tristeza passageira? O grande desafio é identificar o problema. Tem quem diga que é besteira, mas, no mundo, já são mais de 350 milhões de pessoas com depressão, segundo a Organização Mundial da Saúde

O tratamento com psicoterapia aliada a medicamentos antidepressivos pode ser um caminho eficaz para que a pessoa retorne ao trabalho, reassuma hobbies ou até mesmo resgate relacionamentos pessoais. Isto refletirá em significativa melhoria da qualidade de vida. Mas, como identificar a depressão?

Separamos 9 perguntas que podem funcionar como uma ferramenta valiosa para te auxiliar a desvendar o problema e buscar ajuda o quanto antes. 

Confira: 

1. Tem pouco interesse ou pouco prazer em fazer as coisas? 

2. Sente-se ‘para baixo’, deprimido ou sem perspectiva?

3. Tem dificuldade para dormir, permanecer dormindo ou dorme mais do que de costume? 

4. Sente-se cansado ou com pouca energia?

5. Tem falta ou excesso de apetite?

6. Sente-se mal consigo mesmo ou acredita que é um fracasso, ou que decepcionou sua família ou você mesmo?  

7. Tem dificuldade para se concentrar em atividades simples, como ler jornal ou ver TV?

8. Apresenta lentidão para se movimentar ou falar, a ponto de outras pessoas perceberem? Ou, ao contrário, está tão agitado ou inquieto que fica andando de um lado para o outro muito mais do que de costume?

9. Pensa em se ferir de alguma maneira ou acredita que seria melhor estar morto?

Se você respondeu afirmativamente à maioria dessas perguntas, consulte o seu médico e informe-se sobre o melhor caminho.

Alguns medicamentos conseguem equilibrar a disponibilidade da noradrenalina e a serotonina, dois neurotransmissores importantes no combate à depressão.

Vale lembrar que cada caso é um caso e as informações publicadas aqui não dispensam a consulta médica.

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6 maneiras de ser mais produtivo

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Foto: Reprodução
Se você quiser obter o máximo possível do trabalho a cada dia, você ficaria melhor se mantivesse o seu smartphone escondido quando você chega ao escritório

O uso pessoal de tecnologia é um dos principais culpados por trás da atividade improdutiva no trabalho, de acordo com um novo estudo do CareerBuilder.

Quase 25 por cento dos trabalhadores dizem que, durante um dia de trabalho típico, passam pelo menos uma hora com chamadas pessoais, e-mails, ou mensagens, enquanto 21 por cento estima gastar pelo menos uma hora do seu tempo no escritório a pesquisar na Internet.

No geral, os funcionários pesquisados ​​classificaram o celular e as mensagens de texto, a Internet e as mídias sociais como três dos quatro melhores fatores destruidores de produtividade no local de trabalho.

Entre outras coisas que os trabalhadores dizem diminuir a produtividade estão as fofocas, as pausas para lanche ou para fumar, os colegas de trabalho barulhentos, reuniões, e-mails, colegas de trabalho a conversar e colegas de trabalho que atendem chamadas em alta-voz.

Rosemary Haefner, vice-presidente de recursos humanos da CareerBuilder, disse que, para manter-se produtivo a cada dia, é importante ser organizado e designar tempos para trabalhar em diferentes produtos.

"Minimize as interrupções e guarde as comunicações pessoais para a sua hora de almoço ou para o final do trabalho", afirma Haefner. O estudo revelou que cerca de três quartos dos empregadores têm implementado algumas medidas para mitigar os assassinos de produtividade no trabalho.

As suas táticas incluem bloquear determinados sites de Internet no trabalho, proibir as chamadas pessoais ou o uso pessoal de telefones celulares, e-mails e monitorizar o uso da Internet, o agendamento de horas de almoço e não permitir comunicação entre os funcionários.

Eles também têm limitado reuniões e restringido o uso de telefones por funcionários que não têm o seu próprio escritório privado. Haefner oferece aos funcionários seis dicas para evitar o desperdício de tempo no trabalho. 

Organizar e priorizar
Coloque ordem no seu espaço de trabalho e claramente defina o seu plano para a semana. O que você precisa para realizar a cada dia? Quanto tempo vai levar cada projeto? Que projetos têm a prioridade mais alta?

Limitar as interrupções
As chamadas recebidas e os colegas de trabalho a conversar sobre o seu fim de semana podem quebrar a sua concentração e consumir o seu tempo. Tente bloquear uma sala de conferências para trabalhar num projeto e evitar distrações na sua mesa. Leia o seu e-mail em intervalos.

Evite reuniões desnecessárias
Não reserve uma hora para atender a um problema ou iniciativa que podem ser resolvidas com um telefonema rápido. Educadamente recuse convites para reuniões que ocuparão demasiado tempo e serão improdutivas.

Coloque as pessoas no seu próprio tempo
Quer você queira chamar um amigo, tirar proveito de uma venda on-line ou postar uma foto do seu cão no seu perfil social, faça-o durante a sua hora de almoço ou depois do trabalho cabar.

Comunique-se com sabedoria
Não gaste 20 minutos a elaborar um e-mail para a pessoa sentada no cubículo ao lado. Economize tempo e pegue o telefone ou a vá a pé até à mesa do seu colega.

Não adiar o inevitável
Encontrar outras coisas para fazer para que você possa adiar um projeto menos preferido só vai acabar por perder mais tempo. Não procrastine. Mergulhe e enfrente a tarefa em mãos. [Businessnewsdaily]