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sábado, 16 de agosto de 2014

Temor de que ebola se espalhe mobiliza populações em todo o mundo

Foto: Carl de Souza  / AFP - Médico veste roupa de segurança em Serra Leoa, que está no epicentro
do pior surto de Ebola do mundo
No Brasil, circulam na internet mensagens falsas sobre a chegada da doença ao país 

Rio - Disseminada por quatro países da África Ocidental e ainda fora de controle, a devastadora epidemia do ebola se alastra por todo o mundo quando a via de transmissão é o medo. A transferência de doentes e mesmo o deslocamento de habitantes não infectados dos locais afetados vêm gerando alerta e temor sobre novos casos. No Brasil, circulam na internet mensagens falsas sobre a chegada da doença ao país.

Monitoramento realizado pela FGV/DAPP em redes sociais mostra que “risco” e “medo” estão entre as palavras mais associadas às citações ao surto. Entre 7 e 14 de agosto, foram registradas 61 mil menções à doença que já matou mais de mil pessoas e infectou quase duas mil em Serra Leoa, Libéria, Guiné e Nigéria. Nos Estados Unidos, uma pesquisa divulgada pela rede Fox News mostrou que seis em cada dez americanos temem que o surto chegue ao país. Ontem, o Comitê Olímpico Internacional (COI) informou que restringirá a participação de atletas procedentes de regiões infectadas nos Jogos Olímpicos da Juventude, que começam hoje, na China. E a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou informe tratando da ansiedade gerada pela epidemia.

Segundo o monitoramento da FGV/DAPP em redes sociais, o pico de menções ao ebola ocorreu na sexta-feira da semana passada, dia em que o Ministério da Saúde elevou de 0 para 2 o nível do chamado Centro de Operações de Emergência em Saúde (o máximo é 3), o que significa que uma equipe médica da pasta será deslocada e atuará caso se confirme a chegada de qualquer pessoa infectada. Além de “medo” e “risco”, “voos”, “subestimado” e “chega” aparecem na nuvem de palavras associadas às citações à doença.

— As pessoas manifestam preocupação de que o ebola possa chegar ao Brasil e têm dúvidas em relação à capacidade de as autoridades brasileiras lidarem com a questão — analisa Rafael Martins, pesquisador da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV. — É importante que sejam construídas políticas públicas integradas, entre o Ministério da Saúde e o Itamaraty, por exemplo, que mostrem o posicionamento estratégico do país.

Morte no Maranhão é desmentida
Por meio das redes, boatos sobre a chegada do ebola no Brasil têm se disseminado. Uma mensagem contendo a notícia de que um nigeriano infectado pelo vírus teria morrido em São Luís, no Maranhão, se tornou viral e vem sendo repassada até por médicos. Segundo o texto, outras cinco pessoas estariam internadas em estado grave. O Ministério da Saúde nega registros da epidemia no Brasil. Sobre o anúncio de que estaria estudando a compra do remédio experimental para tratamento da doença, feito esta semana, informou que mantém contato com o laboratório norte-americano Mapp Biopharmaceutical, mas ainda não há previsão de que o medicamento seja adquirido pelo país.

Outro rumor sobre a doença circulou na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio. Funcionários receberam um e-mail informando que o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI) está se “preparando e se atualizando continuamente” para receber casos suspeitos da infecção. Embora a mensagem explique que as medidas estão sendo tomadas porque a unidade foi indicada como referência e sustente que não há casos identificados ou pacientes com suspeita de infecção no estado, há temor entre profissionais que trabalham na manutenção em Manguinhos.

O virologista Fernando Portela Câmara, professor associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirma que, mesmo que casos da doença cheguem ao Brasil, o risco de que o ebola vire uma epidemia no país é baixo.

— Essa é uma doença da pobreza, da miséria e da imundície. As condições boas de higiene do indivíduo e do ambiente atuam como barreiras eficientes para o vírus. Quando são usados luvas, aventais e máscaras para lidar com doentes, a transmissão não acontece — explica, sem minimizar os perigos do ebola. — Só há risco quando se entra em contato com as secreções dos infectados. No entanto, quando há esse contato, a transmissão é muito eficiente.

No comunicado divulgado ontem, a Organização Mundial da Saúde afirma que “a escala, duração e letalidade da epidemia de ebola têm gerado um elevado nível de medo e ansiedade do público, que se estende bem além de África Ocidental. Tais reações são compreensíveis, dada a elevada taxa de mortalidade e ausência de uma vacina ou cura”. Mas desmentiu a disseminação do vírus para outras regiões.

A organização foi consultada pelo COI antes da decisão de vetar a participação de atletas vindos de regiões infectadas nas modalidades de combate e de natação nos Jogos Olímpicos da Juventude. Durante as duas semanas de competição, os atletas que vieram das regiões mais afetadas pela doença serão submetidos diariamente a exames físicos e terão a temperatura aferida. Segundo o presidente do comitê, Thomas Bach, as medidas foram tomadas “para garantir a segurança de jovens atletas”. O COI divulgou também uma nota: “Lamentamos que por este problema alguns jovens atletas sofram em dobro, pela angústia provocada pela epidemia em seus países de origem e por não poderem participar nos Jogos”, diz o texto. Serra Leoa e Libéria decidiram nem ir à China.

Remédios falsos na internet
O receio de que o vírus se espalhe pelos EUA atinge 62% dos entrevistados por pesquisa feita pela Anderson Robbins Research e pela Shaw & Company Research e divulgada pela Fox News. A parcela inclui uma fatia de 30% “muito preocupados”. A consulta a 1.001 eleitores registrados mostra que, apesar da apreensão, a maioria dos americanos (68%) concorda com o fato de o governo ter autorizado a transferência do médico Kent Brantly e da missionária Nancy Writebol para o país. Infectados na Libéria, eles estão sendo tratados nos EUA. Na ocasião, houve manifestações contra a entrada deles no país, e o empresário Donald Trump chegou a afirmar que “quem viaja para lugares longínquos para ajudar os outros é uma ótima pessoa, mas deve sofrer as consequências.”

Há, ainda, aproveitadores que estão usando o temor causado pela epidemia para impulsionarem seus negócios. Sites de internet estão oferecendo um extrato milagroso para combater o vírus. O pó de Garcínia Cambogia é descrito como um suplemento para o controle do apetite e redução do peso, mas alguns revendedores destacam que entre os “possíveis benefícios” da droga está o combate a “vermes e parasitas intestinais e o vírus ebola”.

Em comunicado, a FDA (agência americana que regula alimentos e medicamentos) alertou os consumidores sobre os produtos vendidos on-line. “Embora existam vacinas e tratamentos experimentais, esses produtos estão em estágios iniciais de desenvolvimento, não foram completamente testados para segurança e efetividade. Não existem drogas e vacinas aprovadas especificamente para o ebola disponíveis para compra na internet”, alertou a agência (Colaboraram Antonella Zugliani, Sergio Matsuura e Vivi Fernandes Lima).

O Globo

Cinco motivos que mostram como sexo faz bem

 
Os benefícios de uma relação sexual vão muito além do prazer proporcionado pelo ato. De anticorpos a melhorias na pressão arterial, conheça alguns benefícios que o sexo pode trazr 

1. Anticorpos 
Pessoas que fazem sexo têm níveis mais elevados de defesa corporal contra germes, vírus e outros invasores. Pesquisadores da Universidade de Wilkes, na Pensilvânia, descobriram que estudantes que tiveram relações sexuais uma ou duas vezes por semana tinham níveis mais elevados de um determinado anticorpo, em comparação aos que fizeram sexo com menos frequência.

2. Prevenção
Homens que ejaculam com frequência - pelo menos 21 vezes por mês - são menos propensos a ter câncer de próstata, segundo estudo divulgado em publicação da Associação Americana de Medicina. A pesquisa, entretanto, não confirma se a ejaculação é o único fator por trás do resultado. 

3. Pressão
Pesquisas sugerem que a prática sexual (e não a masturbação) reduz a pressão arterial sistólica, segundo o site de informações médicas americano "WebMD". 

4. Calorias 
Especialistas afirmam que o sexo é uma ótima forma de exercício, apesar de não substituir uma corrida na esteira. Uma relação gasta cerca de cinco calorias por minuto, quatro a mais do que assistir TV. 

5. Dores
Segundo médicos, o orgasmo feminino tem o poder de bloquear a dor, através da liberação de hormônios. "Descobrimos que a estimulação vaginal pode bloquear dores crônicas nas costas e na perna, e muitas mulheres disseram que a masturbação pode reduzir cólicas menstruais, dores da artrite e, em alguns casos, até mesmo dor de cabeça", diz o professor Barry R. Komisaruk, da Universidade Estadual de Nova Jersey, ao site "WebMD". 

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O Globo / G1

Bebida alcoólica não diminui consciência, mas inibe remorso

Pesquisa mostra que a consciência sobre os erros não diminui, mas o sentimento de culpa e vergonha, sim 

Pode ser fácil culpar o álcool por ligações ou mensagens inesperadas para um ex, por exemplo, mas um novo estudo mostrou que essa não é uma desculpa aceitável. 

Os pesquisadores da University of Missoury, liderados pelo professor Bruce Bartholow, sugerem que o álcool não inibe a capacidade de as pessoas saberem o que estão fazendo, mas inibe o sentimento de culpa, remorso ou vergonha. O estudo mediu as respostas baseando-se em padrões cerebrais. 

Os pesquisadores dividiram os 67 participantes em três grupos e pediram que um ingerisse álcool antes de completar tarefas de reconhecimento de erros em um computador. Aqueles que beberam álcool se mostraram tão conscientes diante dos erros quanto o grupo de sóbrios, com a diferença que o primeiro grupo mostrou se importar menos, segundo informações do site do jornal britânico Daily Mail.

A um grupo – formado por homens e mulheres – foi dado refrigerante; outro grupo tomou um placebo e um terceiro ingeriu vodca com tônica.

Cada um deles tinha que completar uma tarefa de reconhecimento de erros. De acordo com as conclusões, os três grupos estavam conscientes sobre os erros, embora a preocupação ou o remorso com os erros tenha se mostrado menor entre os que ingeriram bebida alcoólica.

Terra

Bebidas zero são seguras à saúde, diz especialista

Bebidas adoçadas artificialmente conhecidas no mercado como "light" ou "zero" ainda são vistas com desconfiança por uma parcela de consumidores preocupados com a ingestão de ingredientes usados pela indústria

Para a engenheira de alimentos Maria Cecilia de Figueiredo Toledo, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), não há motivos para preocupação: todos os adoçantes aprovados para uso em alimentos no Brasil são seguros.

"Não há registro na literatura científica de danos à saúde causados pelo uso desses adoçantes como parte de uma dieta equilibrada. Pelo contrário, quando substituem o açúcar, esses aditivos trazem benefícios não só para diabéticos, mas também para aqueles que visam perder peso ou reduzir a ingestão calórica", comenta Maria Cecilia, que trabalha há 35 anos com aditivos alimentares e é especialista em adoçantes.

O motivo para tanta desconfiança, diz ela, são informações equivocadas que circulam na internet associando esses ingredientes a problemas de saúde.

A principal diferença entre o refrigerante zero e o normal, explica Maria Cecilia, é que a versão regular contém açúcar e a versão zero substitui esse nutriente por adoçante, o que faz com que ele não tenha calorias.

"Em geral, a única fonte de calorias do refrigerante é o açúcar. Na versão zero, ao excluí-lo, a bebida deixa de fornecer calorias para a dieta", explica Maria Cecilia.

A engenheira da Unicamp explica ainda que todos os adoçantes usados em alimentos e bebidas no Brasil foram aprovados por comitês científicos de especialistas, que estabeleceram valores de Ingestão Diária Aceitável (IDA) para cada um deles.

A IDA, expressa em mg/kg de peso corpóreo, representa a quantidade máxima do aditivo que pode ser ingerida diariamente sem danos à saúde humana.

"Em geral, é muito difícil ultrapassar esse limite, já que seria necessário o consumo de muitos litros da bebida", afirma.

A especialista cita os adoçantes que são mais comumente utilizados em bebidas: sacarina, aspartame, ciclamato, acessulfame-K, sucralose.

"A indústria costuma utilizar uma variedade de adoçantes, e não apenas um, para desenvolver o sabor do produto. Essa prática é positiva, pois diminui o consumo individual de cada substância", detalha.

No caso do aspartame, por exemplo, a IDA estabelecida pelo JECFA - Comitê de Especialistas vinculado à Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO) e à Organização Mundial da Saúde (OMS) - é de 40mg/kg de peso corpóreo.

Isso significa que uma pessoa de 60kg pode consumir até 2.400mg de aspartame por dia, por toda a vida.

"Uma lata de refrigerante zero de 350ml costuma ter em média 30mg de aspartame. Para alguém atingir o limite da ingestão de aspartame, teria que consumir diariamente 80 unidades", calcula.

Algumas bebidas zero podem apresentar uma quantidade de sódio maior do que a versão regular, em função do uso de adoçantes que contêm sódio, como é o caso da sacarina de sódio e do ciclamato de sódio.

"No entanto, ainda assim a quantidade de sódio é muito baixa se comparada à de outros alimentos e, por isso, essas bebidas são consideradas produtos com baixa concentração de sódio", esclarece.

Diferenças entre diet. light e zero:

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EFE / Terra

Navegar na internet pode prevenir demência em idosos

Além disso, a perda de memória é menos reincidente naqueles que utilizam computador 

Uma simples ação na internet, como mandar um e-mail, pode prevenir a demência em idosos, apontou um estudo britânico. Além disso, a perda de memória é menos reincidente naqueles que utilizam computador. 

A pesquisa avaliou quase 6,5 mil pessoas com idades entre 50 e 90 anos. O cérebro das pessoas que utilizaram regularmente a internet regrediu mais lentamente do que aqueles que não o fizeram.

Ao longo de oito anos, as habilidades mentais das 6.442 pessoas foram medidas juntamente com outros fatores que poderiam afetar seu declínio cognitivo. Os participantes passaram por testes com uma série de palavras e teriam de se lembrar delas.

Os pesquisadores disseram que os usuários de e-mail e internet foram 3% melhor em recordar as palavras do que os não internautas.

A perda de memória começa geralmente em adultos com idade entre 45 e 60 anos. Estima-se que 56% dos britânicos com idades entre 65 e 74 anos têm acesso à internet.

Zero Hora

Cinco razões para você dormir mais

Dormir pouco pode acarretar doenças sérias, além de prejudicar a produtividade 

Dormir pouco acarreta problemas relacionados a diabetes, obesidade e baixa produtividade. Porém, um novo estudo mostrou que, entre os malefícios, também estão distúrbios na memória.

No pesquisa elaborada pela Michigan State University e pela University of California, os participantes que dormiram menos de cinco horas — ou que não dormiram — lembraram de menos detalhes de uma situação simulada pelos pesquisadores do que aqueles que estavam bem descansados.

Além disso, nos Estados Unidos, cerca de 8 mil pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito provocados pelo sono.

Veja motivos para dormir mais:

1. Falta de sono prejudica a produtividade
Você está ignorando o sono para trabalhar mais? De acordo com a divisão de medicina do sono da universidade de Harvard, deixar de dormir para realizar algum trabalho que tem de ser entregue em pouco tempo afetará a produtividade a longo prazo.

Não dormir o suficiente — seja por apenas uma noite ou ao longo de semanas ou meses — tem um efeito significativo sobre a produtividade. A privação de sono afeta negativamente o humor e a capacidade de concentração.

2. Falta de sono acarreta doenças graves
Entre os piores efeitos da falta de sono, estão todos os tipos de problemas cardíacos (incluindo o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral), diabetes e obesidade.

3. Falta de sono pode prejudicar outras pessoas
Se você dirigir com sono, pode se envolver em acidentes e machucar outras pessoas. Nos EUA, 8 mil pessoas morrem a cada ano em colisões envolvendo motoristas sonolentos.

4. Falta de sono prejudica a sua aparência
Além das famosas olheiras, a falta de sono pode envelhecer a pele. Quando você não dorme o suficiente, seu corpo libera mais cortisol, o hormônio do estresse. Em quantidades excessivas, o cortisol pode quebrar o colágeno da pele — que é a proteína que mantém a pele macia e elástica. A perda de sono também faz com que o corpo libere pouco hormônio de crescimento.

5. Falta de sono diminui desejo sexual
Não é apenas uma questão de estar cansado demais para fazer qualquer outra coisa na cama: falta de sono mata libido. Para os homens, há estudos que afirmam que dormir pouco também pode diminuir níveis de testosterona .

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Zero Hora / G1