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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Turma 82 São Camilo - Taubaté


Encerramento do Módulo de Gestão de Logística Hospitalar na Pós Graduação em Administração Hospitalar, Turma do Hospital Regional do Vale do Paraíba - Taubaté - SP 
Fevereiro 2016

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Mars anuncia recall de barras de chocolate em 55 países

Mars faz recall de barras de chocolate em 55 países (Foto: Fabrizio Bensch/Illustration/Reuters)Elemento plástico foi encontrado em um dos produtos do grupo. Recall também inclui bombons Celebrations

O gigante da fábrica de chocolates Mars ordenou nesta terça-feira (23) a retirada de suas barras Mars, Snickers, Milky Way, bombons celebrations e Mini Mix das lojas em 55 países, segundo a Associated Press. O chamado foi feito após ser encontrado um elemento plástico em um dos produtos do grupo.

Inicialmente, o recall foi anunciado nas lojas da Alemanha, informou a AFP. O recall de todos os produtos tem data de vencimento entre 19 de junho de 2016 e 8 de janeiro de 2017.

O porta-voz da empresa na Holanda, Roel Govers, confirmou à AP nesta terça que a ação de recall afeta 55 países, mas não especificou quais nem forneceu mais detalhes.

Segundo a agência alemã DPA, o problema afeta produtos produzidos na Holanda no começo deste ano. A autoridade de saúde holandesa reportou um comunicado da Mars afirmando que um pedaço de plástico encontrado em um produto poderia levar ao sufocamento.

Foto: Fabrizio Bensch/Illustratiom/Reuters

G1

Picada de escorpião: agilidade no atendimento diminui riscos para crianças e idosos

Parece inofensivo, mas não é. A picada de um escorpião provoca dor intensa e contínua por horas, podendo seguir-se de náuseas, vômitos, transpiração, choque e, em alguns casos, o óbito

Crianças menores de sete anos e adultos maiores de 70 anos merecem atenção redobrada, uma vez que a letalidade aumenta significativamente nesta faixa etária. O responsável pela equipe do Pronto-Socorro Adulto e cirurgião geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Dr. Pedro Ivo Monteiro Pacheco, ressalta a importância de um atendimento imediato, principalmente nesses casos. “A agilidade no atendimento eleva a chance de recuperação breve do paciente e diminui as complicações que a picada pode provocar”, afirma.

Segundo dados da Divisão de Zoonoses do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, mais de 14 mil ataques foram registrados no ano passado, o que significa cerca de 1.700 casos a mais se comparado a 2014.

O especialista orienta que a pessoa picada lave imediatamente o local atingido com água e sabão. Também é indicada a utilização de analgésicos e compressas mornas, para dar algum conforto ao acidentado durante o transporte até um hospital próximo.

Já nos casos mais graves, deve ser usado o soro antiescorpiônico. O médico aconselha, sempre que possível, a levar o escorpião ao serviço de saúde. “Esta atitude é muito importante, pois assim define-se com segurança a espécie que provocou o acidente e o tratamento a ser instituído”, orienta.

Para reduzir os riscos de um ataque deste tipo de aracnídeo, o especialista alerta para o uso de calçados e luvas durante atividades em locais rurais e de jardinagem. Além de examinar cuidadosamente os calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las. Não acumular lixo orgânico, entulhos e materiais de construção, vedar as frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros e rodapés e fechar ou tampar ralos de banheiro e pias e lavatórios são ações indispensáveis para evitar a entrada deste animal.

Entre os incidentes mais frequentes no Brasil estão os provocados pelo escorpião amarelo (Tityus serrulatus) e o escorpião marrom (Tityus bahiensis), comuns de serem encontrados em entulhos, pedras, cascas de árvores e dentro de domicílios - principalmente em sapatos e roupas.

Foto: Reprodução

Informações para a imprensa:
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Lucio Agberto – lucio.agberto@tree.inf.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Paciente morre após esperar 8 h em ambulância em frente a hospital

Paciente morreu após esperar 8h dentro de ambulância por vaga em UTI (Foto: Reprodução/ TV Morena)Idoso conseguiu vaga em UTI depois que polícia foi chamada, em MS. Ambulância ficou ligada para manter aparelhos funcionando, diz família

Um morador de Costa Rica, cidade a 338 km de Campo Grande, morreu na madrugada desta segunda-feira (22) depois de ficar 8 horas dentro de uma ambulância em frente ao Hospital Universitário (HU) da capital sul-mato-grossense à espera de uma vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele morreu no Hospital Regional, onde conseguiu leito depois que a polícia foi chamada.

O HU disse que informou a Secretaria de Saúde de Costa Rica que não havia vaga de UTI disponível. Falou ainda que a família do paciente tentou forçar a entrada dele no hospital.

Segundo informações da família da vítima, Sebastião Nogueria da Silva, de 62 anos, precisava de internação por conta de uma insuficiência respiratória aguda, mas o hospital de Costa Rica não tinha vaga.

A equipe médica local conseguiu autorização da Central de Regulação de Vagas de Mato Grosso do Sul para transferir o paciente para o HU, conforme documento entregue à família.

"Entubaram para garantir a vida dele na viagem e foi liberada vaga pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), que é a central, às 11h16", disse o filho do paciente, Wesley Campos da Silva.

A ambulância de UTI móvel saiu de Costa Rica com o paciente às 12h (de MS) de domingo (21) e chegou no HU por volta das 16h30. No hospital, a família foi informada por funcionários que não havia vaga. Enquanto a família tentava resolver o problema, o idoso ficou dentro da ambulância, em frente ao hospital, por 8 horas. Durante esse tempo, a UTI Móvel teve que ficar ligada para manter o funcionamento dos aparelhos essenciais ao paciente.

Segundo a filha de Sebastião, Tatiane Maria Campos Silva Rodrigues, uma enfermeira do hospital disse que a vaga do paciente tinha sido errada, porque o HU estava sem leito, e orientou que a família ligasse para a Central de Regulação de Vagas para tentar transferência para outro hospital.

"A gente mostrando o papel, falando que era para lá, e eles falaram que não, que não tinha vaga, que não tinha como atender, porque tinha muito paciente. Questionamos a enfermeira do hospital, ela falou que a vaga tinha sido errada porque não tinha leito para ele lá, que era pra gente ligar pra Central e vir para outro hospital. Para a gente esperar que de quatro a cinco horas ia sair vaga em outro hospital, só que a gente não podia sair de lá porque a nossa vaga era para lá", explicou a filha.

Diante do impasse, a família resolveu chamar a polícia. O idoso conseguiu vaga em outro hospital depois que o delegado Hoffman D'ávila, da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Piratininga, chegou no HU.

"É um absurdo. Eu fiquei pasma de ver a forma que a gente foi tratado lá. Eu já fui em outros lugares e nunca vi um pessoal tão mal educado. Sinceramente, eu fiquei boba de ver como eles tratam as pessoas", desabafou a filha.

Foto: Reprodução/TV Morena

G1

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

ICMS é reajustado em 12 estados brasileiros, chegando a 20% no Rio de Janeiro
 

Apesar dos medicamentos no Brasil terem uma das mais altas cargas tributárias do mundo, 12 estados decidiram aumentar ainda mais o percentual de um dos principais impostos do setor, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), alegando problema de arrecadação por conta da crise econômica. O ICMS incide sobre todos os medicamentos comercializados no Brasil.

A maioria dos reajustes é de 1,2%, sendo que no Rio de Janeiro o imposto passou de 19% para 20%. Em todo o país, a carga tributária média passou de 33,9% para 34,2%. Com isso, o setor teme que sejam necessários abatimentos nos descontos.

Veja os estados e o reajuste de ICMS previsto para 2016:

ESTADOALÍQUOTA 2015ALÍQUOTA 2016Início da
Vigência
MedicamentosMedicamentos
Amapá17%18%01/02/2016
Amazonas17%18%06/01/2016
Bahia17%18%10/03/2016
Maranhão17%18%01/01/2016
Paraíba17%18%30/12/2015
Pernambuco17%18%01/01/2016
Rio de Janeiro19%20%28/03/2016
Rio Grande do Norte17%18%28/01/2016
Rio Grande do Sul17%18%01/01/2016
Rondônia17%17,5%21/03/2016
Sergipe17%18%01/01/2016
Tocantins17%18%01/01/2016
Elaboração: Interfarma
O aumento da carga tributária pode forçar uma redução dos descontos oferecidos no varejo, especialmente porque a indústria farmacêutica também está sendo impactada por outros custos, como a desvalorização do Real e o preço da energia. “Se os descontos forem reduzidos e, por consequência, o preço do medicamento subir, há o risco de perder mercado. Por outro lado, o custo da indústria também está aumentando”, afirma Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

O desafio do acesso a medicamentos já era grande no país e, com o novo reajuste, se torna ainda maior. Pelo menos 75% da população conta com os próprios recursos para a compra de remédios, sendo que cerca de metade dela não consegue custear todas as terapias que precisa, pelo tempo necessário.
 
“Com o envelhecimento da população, as doenças crônicas e complexas, como diabetes e câncer, estão se tornando mais frequentes. E isso aumenta o gasto com saúde”, aponta Britto.
 
Sobre a Interfarma
Fundada em 1990, a Interfarma possui atualmente 55 empresas associadas. Hoje, esses laboratórios são responsáveis pela venda, no canal farmácia, de 80% dos medicamentos de referência do mercado e também por 33% dos genéricos produzidos por empresas que passaram a ser controladas pelos laboratórios associados. Além disso, as empresas associadas respondem por 46% da produção dos medicamentos isentos de prescrição (MIPs) do mercado brasileiro e por 52% dos medicamentos tarjados (50% do total do mercado de varejo).
 
Saúde Business

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Quando a teoria também faz bem à saúde

Entenda por que a produção de estudos científicos rompe as barreiras da comunidade médica, trazendo benefícios diretos para pacientes

São anos de estudo e muita vivência prática durante a graduação e residência em medicina. Mas muito se engana quem acredita que a atualização e os trabalhos de pesquisa de um médico terminam por aí. A constante elaboração de artigos científicos permite novas e importantes descobertas para a área – desde uma inovadora prática clínica até a possível cura de uma doença.

Por mais que um estudo não culmine na descoberta de um novo remédio ou na erradicação de uma doença, o paciente sempre é beneficiado, como é o caso de duas pesquisas realizadas por médicos de instituições brasileiras. Alberto Chebabo, infectologista integrante do corpo clínico do laboratório Sérgio Franco, Elisa Junko Ura Kusano e Antônio Carlos Pignatari, em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), identificaram e confirmaram um novo mecanismo de resistência que causava quadros de infecção hospitalar.

“A pesquisa levou seis meses e, com isso, desenvolvemos um plano de contingência com o objetivo de reduzir o impacto dessas bactérias”, afirma Chebabo.

Outro exemplo, no campo da radiologia, é a pesquisa do médico Leonardo Kayat, integrante do corpo clínico da CDPI. O especialista, em conjunto com uma universidade holandesa, desenvolveu, por quatro anos, um método padronizado e mais prático para a análise de exames de ressonância magnética da próstata. “É possível saber com maior grau de certeza, por exemplo, se tumores de próstata estão contidos no órgão ou já mostram sinais de extensão”, explica Leonardo.

Entretanto, mais do que definir um resultado, é importante democratizar a informação, garantindo que outros profissionais tenham acesso a esses dados.

“Quando uma pesquisa é divulgada, outros cientistas poderão usar essa informação para conduzir testes ou até alterar algum tipo de conduta. É uma atualização constante”, explica Alberto Chebabo, que teve um estudo publicado no Brazilian Journal of Medical and Biological Research.

Mas não são somente os resultados desses estudos que beneficiam os pacientes. Ter um corpo clínico qualificado e tecnologia de ponta também influencia. 

“Quando os pacientes buscam instituições que investem em pesquisa científica e têm um corpo médico atualizado, eles poderão ter certeza de que estão totalmente assistidos pelo que há de mais moderno em cada especialidade”, explica Leonardo Kayat, mestre e doutor pela UFRJ, com artigo publicado na Radiology no ano passado.

Além de um corpo clínico interessado na propagação do conhecimento, o estímulo à pesquisa demanda alto investimento em tecnologia. Laboratórios e clínicas bem equipados, com aparelhos de ponta, garantem resultados seguros não apenas na condução dos estudos, como também no atendimento diário dos pacientes.

Investimento reconhecido
O Brasil vem se destacando no campo científico. Prova disso é a posição de liderança que a CDPI vem ocupando nos últimos sete anos como a instituição brasileira com o maior número de resumos aprovados no principal evento de radiologia do mundo, promovido pela Sociedade de Radiologia da América do Norte (RSNA). Desde sua primeira participação, em 2008, a clínica carioca já levou ao congresso americano mais de 150 trabalhos.

Em 2015, foram, ao todo, 52 estudos, o que representou cerca de 60% da produção nacional. Todo esse investimento na produção de artigos e pesquisas foi reconhecido pela RSNA, que premiou, no último mês, a CDPI com seis títulos. Os trabalhos que se destacaram foram das áreas de medicina interna, estudos musculoesqueléticos e pediatria.

Priscila Pais 
Assessoria de Imprensa
ppais@saudeempauta.com.br