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domingo, 7 de agosto de 2011

Humor - Overdose de Viagra

Veja como manter bons níveis de vitamina D também no inverno

Deficiência da vitamina, cuja produção é ativada principalmente pelo sol, é comum nesta época e pode trazer problemas
Além de gripe, rinite e pneumonia, o inverno pode trazer também problemas em razão da falta de sol. A exposição solar ativa a produção de vitamina D e, como o astro rei aparece menos no inverno, em razão do frio, passamos mais tempo ao ar livre e sob os seus raios. Um levantamento recente realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelou que 77,4% da população adulta apresenta uma deficiência da vitamina nesta época.

A vitamina D é essencial para a calcificação e mineralização dos ossos, o fortalecimento dos músculos, a imunidade e a absorção intestinal do cálcio, ou seja, segundo o médico Marcelo Pinheiro, fundamental para evitar fraturas e manter uma boa saúde.

Ainda que cerca de 80% da vitamina seja ativada pela exposição ao sol, alguns alimentos podem ajudar a manter o equílibrio dos níveis, quando o sol não é suficiente.

Veja dicas do reumatologista:

:: Aproveite os dias ensolarados
- O indicado é tomar sol entre 20 e 30 minutos por dia, obviamente, respeitando os horários recomendados de exposição solar: antes das 10h e depois das 16h;

- Mesmo que esteja com roupas quentes e fechadas, que diminuem consideravelmente a exposição e a produção da vitamina, tente manter as partes possíveis expostas;

:: Consuma alimentos ricos em vitamina D
Invista em alimentos como sardinha, atum e salmão. O leite e o queijo, assim como o ovo e a manteiga, também são fontes da vitamina.

Sintomas e consequências da deficiência da vitamina D
:: Falta de equilíbrio

:: Problemas ortopédicos

:: Fraturas após mínimos traumas

:: Unhas quebradiças

:: Queda de dentes

:: Fraqueza muscular

Fonte Zero Hora

Novas especialidades médicas exigirão mais um ano de estudos

Conselho Federal de Medicina reconheceu quatro novas áreas de atuação
Medicinas paliativa, da dor, do sono e tropical. Estas são as quatro novas áreas de atuação reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que serão acrescentadas a uma lista com outras 53 especialidades e 53 áreas de atuação, abertas a médicos mediante um ano extra de estudos.

— A gente entende que médico precisa ser médico antes de ser especialista. As especialidades são um acréscimo — afirma o cirurgião plástico e diretor do CFM Antonio Pinheiro.

O país tem cerca de 350 mil médicos e quase metade deles (48%) é especialista em algo. Segundo o diretor, a graduação é frágil e quem deseja ampliar sua área de atuação precisa de três a cinco anos extras de estudos. Cada médico só poderá se apresentar como especialista em duas áreas de atuação. Cada uma delas exige, como pré-requisito, outro tipo de especialidade.

O reconhecimento da medicina paliativa acontece menos de um ano depois de a Justiça reconhecer a prática da ortotanásia,a suspensão do tratamento para prolongar a vida de pacientes em fase terminal de doenças incuráveis, desde que autorizada pelo próprio paciente ou seu responsável. Mas o pedido de reconhecimento da área de atuação é mais antigo, de acordo com Maria Goretti Sales Maciel.A cada ano, estima-se que 650 mil pessoas no país precisam recorrer a cuidados paliativos.

A clientela potencial da área de atuação da medicina da dor seria muito maior, segundo cálculo do médico Nilton Barros, ex-presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor. Segundo ele, cerca de 60 milhões de brasileiros sofrem de dores crônicas. A área foi ampliada e está aberta como superqualificação a especialistas em acupuntura, anestesiologia, neurocirurgia, neurologia, ortopedia e reumatologia.

Já os especialistas em medicina do sono terão como pré-requisito a especialização em neurologia, otorrinolaringologia, pneumologia e psiquiatria.

A medicina tropical, outra nova área de atuação, exigirá especialidade em infectologia. O estudo de doenças dos trópicos já teve grande destaque entre os médicos no passado, mas acabou absorvida pela infectologia.
Fonte Zero Hora

Tiques: por trás de gestos repetitivos e cacoetes pode estar uma doença crônica

Conheça as histórias de quem conseguiu superar o problema

A estranheza que os gestos e as falas de Paula causavam nas pessoas fez com que a gaúcha de 31 anos vivesse dois anos saindo de casa apenas para o essencial. Os tiques que tanto envergonhavam a mulher, que pediu para ter o nome verdadeiro preservado, apareceram pela primeira vez aos 19 anos, com um piscar de olhos excessivo. A medicação indicada teve efeito inverso. Surgiram espasmos nos braços e nas pernas e alterações vocais. Os trejeitos nem incomodavam tanto a jovem, não fosse os olhares preconceituosos que a cercavam.

— É comum me perguntarem na rua se preciso de ajuda. Aprendi a conviver e nem ligo mais. Meus pais pediam para eu me acalmar, porque achavam que era ansiedade. Meu ex-marido insistia para eu me controlar em locais públicos — desabafa Paula,que se indignava em ter de repetir que não fazia caretas e emitia ruídos por vontade própria ou nervosismo.

Até Paula encontrar um diagnóstico correto, se passaram seis anos. Em 2005, recebeu o diagnóstico de Síndrome de Tourette. Já tomou 30 tipos de remédios, mas não está curada.

O problema de Paula atinge 1% da população e pode ter várias classificações. Mas esse número pode ser maior: só os casos mais graves são contabilizados, quando os pacientes procuram ajuda médica. A coordenadora do Departamento Científico do Transtorno do Movimento da Academia Brasileira de Neurologia, Vanderci Borges, lança um desafio:

— É comum conhecermos alguém que faz gestos repetitivos, que podem ser motores, como um balançar de cabeça ou um piscar de olhos constante, ou vocais, como pigarrear ou repetir palavras — destaca a especialista.

Os tiques tendem a ser mais prejudiciais pelo preconceito que a rodeia do que pelos sintomas em si. A psiquiatra Ana Hounie, autora do livro Tiques, Cacoetes, Síndrome de Tourette, um manual para pacientes, seus familiares, educadores e profissionais de saúde (Artmed, 2005) destaca que, apesar de corriqueira,ainda é pouco entendida pela população:

— A expressão tique nervoso é mentirosa. A ansiedade aumenta os ataques, mas alguém não começa a ter tiques depois de um forte estresse se já não tiver a doença no seu DNA — avalia.

Doença ainda obscura para a ciência, os tiques são desencadeados pela produção excessiva de dopamina, um dos principais neurotransmissores cerebrais. Essa disfunção pode ser desencadeada na infância, por infecções, ou mesmo com o uso de substâncias psicoativas, como a cocaína, mas depende de pré-disposição genética. Ainda não existe um medicamento específico para conter as crises. Drogas para doenças psicológicas e anti-hipertensivos são algumas alternativas.Como quanto maior a potência do medicamento, mais chances de efeitos colaterais, recomenda-se que eles só sejam receitados quando a convivência social do paciente e a autoestima estiverem abaladas.

— O melhor remédio é orientar quem cerca a pessoa, principalmente na fase escolar para evitar que a criança seja vítima de bullying — diz o coordenador do ambulatório de Distúrbios do Movimento do Hospital São Lucas da PUCRS, André Dalbem.

Afastando o preconceito
Não tem outro jeito de reverter o preconceito senão entender a doença. Até no Aurélio, dicionário da língua portuguesa, o primeiro significado que aparece para tique é “hábito ridículo”. Neurologistas e psiquiatras explicam que não se trata de um costume, mas sim de uma disfunção de uma área cerebral responsável pelos movimentos.

— Ele tem uma lógica funcional. O que o torna anormal é a repetição frequente. A pessoa até consegue se controlar, mas há uma necessidade imensa que faz com que ela se solte e faça os movimentos em maior quantidade — diz Carlos Mello Rieder, coordenador do Ambulatório dos Distúrbios do Movimento do Hospital de Clínicas da Capital.

O analista de sistemas Rafael Ligocki Silva, 31 anos, é portador da Síndrome de Tourette e nem se importa com o que os outros pensam. Sempre que pode esclarece sobre a doença que o acompanha desde os 13 anos. Como os tiques podem ir mudando e amenizando com o tempo, há três anos Rafael apresenta sinais bem leves: torce o pescoço vez ou outra e realiza movimentos com os pés e tosse constantemente.
Rafael é funcionário público e trabalha em um local bastante silencioso. Sabe que sua tosse pode incomodar as pessoas ao redor e já virou alvo de piadinhas. Na última campanha da empresa contra a tuberculose, dezenas de panfletos foram parar na mesa dele. Estão sempre dizendo: “tu tens que ver o que é essa tosse. Não pode ser normal”. Ele agradece, dizendo que é uma alergia.

— Não é que eu tenha vergonha. Só acho chato explicar toda hora o que eu tenho. E quando você fala que tem uma síndrome, as pessoas já te olham atravessado. Eu até me divirto com isso.

Tiques mais comuns
1) Motores

Simples:
> piscar os olhos
> virar a cabeça
> rodar ou levantar os ombros
> caretas e movimento de torção do nariz e boca
> trincar os dentes
> chutar
> gestos com as mãos, obscenos ou agressivos (se bater ou se beliscar)

Complexos:
> gestos faciais ou morder os lábios
> estiramento da língua
> bater palmas
> atirar objetos
> empurrar
> tocar ou bater em partes do corpo
> pular, bater o pé, rodar ao andar, girar e retorcer-se
> lamber mãos, dedos ou objetos,
> escrever a mesma letra ou palavra
> retroceder sobre os próprios passos

2) Vocais

Simples:
> coçar a garganta
> fungar ou cuspir
> cacarejar, latir, grunhir e uivar
> roncar, chiar, apitar, gritar, gemer e assobiar

Complexos:

> Mudança brusca no ritmo ou no volume da fala
> Expressões obscenas (coprolalia), repetir a mesma palavra várias vezes (palilalia) ou repetir palavras que outros disseram (ecolalia)
> Bloqueio da fala

Classificação
> Transitório: vocal ou motor, simples ou complexo, cuja duração não pode passar de três meses

> Crônico: podem ser motores ou vocais e duram mais de um ano

> Síndrome de Tourette: apresenta tiques motores e vocais, com duração de mais de um ano.

Causas
> Genéticas – A prevalência dos tiques na população é de 1%, mas quando uma pessoa da família é portadora, a chance entre os pares aumenta para 10% e para 70% entre irmãos gêmeos.

> Substâncias – Anfetaminas, cocaína, anticonvulsivantes e antipsicóticos e remédios que agem como estimulantes do sistema nervoso central, como as drogas usadas para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.

> Problemas do desenvolvimento – Retardo mental, anormalidades cromossômicas ou autismo.
Fonte Zero Hora

Conheça os alimentos que devem ser banidos da dieta

Alimentação tem um papel fundamental para garantir a prevenção de doenças
Nesta sexta-feira, 5 de agosto, comemorou-se o Dia Nacional da Saúde, data marcada para lembrar a importância de manter-se saudável para poder viver bem e com qualidade. Como já se sabe, a alimentação tem um papel fundamental para garantir a prevenção de doenças e, por isso, hoje é um bom dia para refletir sobre os seus hábitos alimentares e tirar do cardápio o que pode comprometer o seu bem-estar.

Confira a lista feita pela nutricionista da Rede Mundo Verde, Thais Souza, dos principais alimentos prejudiciais à saude e corte-os da dieta:

:: Margarina
A maior parte das margarinas são elaboradas com óleos vegetais líquidos e interesterificados (ácidos graxos) ou óleo vegetais líquidos hidrogenados. Estas gorduras são prejudiciais, pois promovem um aumento dos níveis do colesterol ruim e aumentam o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

:: Açúcar
O açúcar, especialmente o refinado, é muito calórico e sem valor nutricional. A sacarose é um carboidrato formado por glicose e frutose, conhecido por sua característica de palatabilidade que torna os alimentos saborosos. Contudo, quando é consumida em excesso, é armazenada sob a forma de triglicérides, aumentando o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Além disso, por ser calórica, estimula o ganho de peso e pode levar à obesidade e aumentar o risco de diabetes, hipertensão e dislipidemias.

:: Refrigerante
Além de possuir muitas substâncias artificiais, o refrigerante tem valor nutricional quase nulo. As variações "cola" contam com uma grande quantidade de fosfatos que, em excesso, provocam o enfraquecimento dos ossos através da liberação do cálcio. Dessa forma, é facilitada a incidência de doenças ósseas, como a osteoporose.

A bebida ainda é rica em açúcar, podendo contribuir para o ganho de peso, propiciar o surgimento de cáries, principalmente nas crianças. Para piorar, a ingestão de refrigerantes também faz com que as pessoas diminuam significativamente a ingestão de bebidas saudáveis como a água, sucos e chás naturais.

:: Caldos e temperos industrializados
Esses produtos contêm altos teores de sódio e glutamato monossódico. O sódio, se consumido além dos limites diários recomendados, pode levar ao desenvolvimento da hipertensão ou piorar o problema já existente. Estudos têm mostrado que o corpo usa glutamato como um transmissor de impulsos nervosos no cérebro e ele tem sido associado com dificuldades de aprendizado, mal de alzheimer, parkinson e câncer.

:: Embutidos
Os embutidos são alimentos à base de carne, que foram criados para facilitar a preparação e aumentar o prazo de validade do alimento. Como atualmente costuma-se optar pela praticidade e rapidez, a diversidade de alimentos processados vem aumentando a cada dia. Entre eles, estão a salsicha, linguiça, mortadela, presunto e salame.

O problema dos embutidos é que eles possuem maior teor de gordura saturada em relação à carne “natural” e essas gorduras são consideradas ruins, e em excesso, trazem riscos à saúde, pois estimulam o aumento do nível de colesterol, aumentando o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Eles também têm excesso de sódio e, além disso, constumam ser ricos em conservantes, como o nitrito e o nitrato, substâncias que podem favorecer o desenvolvimento de câncer. Os corantes também estão presentes para colorir os alimentos e fornecer uma aparência mais agradável e apetitosa, mas podem ocasionar alergias e problemas no estômago.

:: Biscoitos recheados
Contêm muitas gorduras saturadas, um risco para o colesterol. Além das gorduras, são ricos em açúcar.

:: Salgadinhos
Também são fontes de glutamato monossódico.

:: Frituras
Mesmo sendo realizadas com óleos vegetais de boa qualidade, elas devem ser evitadas. A fritura faz com que ocorram alterações químicas no óleo utilizado, deixando de ser uma fonte de gordura insaturada (no caso dos óleos vegetais), fundamental para nossa saúde, dando lugar a uma gordura chamada de gordura saturada, que em excesso pode causar diversas doenças.

A fritura pode também promover a formação da gordura trans, que é uma gordura que está diretamente relacionada com o aumento de doenças cardiovasculares e com a piora do quadro de saúde de uma maneira geral. Além disso, ela pode promover a formação de uma substância chamada acroleína, que é altamente cancerígena.

:: Churrasco
O problema aqui não está no que é consumido, mas no processo: durante a preparação do churrasco, a fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias com alto potencial cancerígeno.
Fonte Zero Hora

Cólica renal e urina turva ou com sangue podem ser sinais de pedra

Urologista e nefrologista esclareceram dúvidas sobre cálculos renais.
Prevalência é de 5% a 20% da população e aumenta entre 30 e 50 anos.


O urologista Marcelo Vieira, do Hospital Samaritano, e o nefrologista Celso Amodeo, do Hospital do Coração, ambos em São Paulo, participaram de uma conversa com o G1 nesta quinta-feira (4), na sequência do Bem Estar, para falar mais sobre pedra no rim.
Os médicos explicaram que o limão pode proteger contra cálculos renais, mas em excesso as substâncias ácidas facilitam a precipitação dos cristais de cálcio. Tanto faz tomar água com ou sem gás, e o que deve ser evitado são as bebidas hipertônicas, que contêm sódio demais.
A infecção urinária é um fator que pode favorecer o aparecimento de pedras, mas não necessariamente quem tem muita infecção vai desenvolver esse outro problema. De acordo com Vieira, a formação de cálculos renais é um processo que leva anos e, para haver danos irreversíveis, insuficiência renal e até necessidade de transplante, só se a pessoa se descuidar por muito tempo.
Se o caso precisar de tratamento cirúrgico, deve-se procurar um urologista, responsável por limpar o rim. A partir daí, o acompanhamento no consultório, com orientações para evitar a reincidência, é feito com um nefrologista.
Não há estudos que comprovem que pessoas com apenas um rim tenham mais pedras, disse Amodeo. O pico de incidência da doença vai dos 30 aos 50 anos, completou Vieira. E, apesar de os homens sofrerem mais, a ocorrência em mulheres tem aumentado por conta de novos hábitos de vida e trabalho.
Se a pedra no rim for decorrente de ácido úrico, recomendam-se dieta e medicamentos para baixar esses níveis na circulação. Caso seja necessário retirar o cálculo, o procedimento é o mesmo para os de ácido úrico e cálcio. O nefrologista ressaltou que esse ácido é considerado fator de risco para doenças cardiovasculares.
Cólicas e urina turva, às vezes com sangue, podem ser sintomas de pedras nos rins. Tomar refrigerante, desde que não seja em excesso, não causa a doença e pode ser uma forma de hidratação, segundo os médicos.
Por outro lado, proteína animal, sal e cálcio são os principais componentes para a formação de cálculo renal. A hiperconcentração da urina também faz muito mal à saúde. Atividades profissionais que mantêm os trabalhadores em pé por longos períodos podem propiciar o problema, pois o hormônio antidiurético concentra mais o xixi quando as pessoas ficam de pé.
Dieta balanceada, atividade física regular e hidratação contínua (inclusive durante os exercícios) são fundamentais para evitar pedras nos rins. De acordo com o nefrologista, 76% do sal que os indivíduos ingerem vêm de alimentos industrializados, como enlatados, congelados e embutidos.
Os especialistas falaram, ainda, sobre tendência familiar. Em geral, a prevalência de doença renal no mundo varia de 5% a 20% da população. Se parentes de primeiro grau, como pais e irmãos, tiverem cálculos, esse risco sobe para 40% a 50%.
O tratamento costuma ser primeiro clínico e depois cirúrgico. Se a pedra for pequena – menor que 6 milímetros –, o controle é clínico e há 40% de chances de o objeto ser eliminado naturalmente.
Fonte G1

Dormir em um bom colchão e travesseiro previne dor nas costas

Ortopedista Ivan Rocha deu dicas para uma noite de sono com qualidade.
Preparador José Rubens D'Elia ensinou exercícios contra dor na coluna.

Um terço da sua vida é gasto dormindo, sobre o colchão. Por isso, prestar atenção onde você passa a noite é fundamental para evitar dor nas costas e problemas de saúde. Cuidar do travesseiro e da posição em que você deita também é importante.
Peso, altura e o jeito de dormir de cada pessoa contam na hora de escolher um bom colchão e um ou mais travesseiros. Para comentar esse assunto, o Bem Estar desta sexta-feira (5) convidou o ortopedista Ivan Rocha, do Hospital das Clínicas de São Paulo. O médico participou ao lado do preparador físico José Rubens D'Elia, responsável por passar uma série de exercícios para prevenir a dor na coluna cervical e lombar, no pescoço e nos ombros.
Colchão (Foto: Arte/G1)
Quem dorme oito horas por dia passa quase três mil horas por ano na cama. Indivíduos que preferem deitar na rede passam muito tempo numa única posição, pois não conseguem se virar direito. Além disso, a forma em "V" concentra o peso nos quadris e na lombar, e a única vantagem é a elevação dos pés, o que pode reduzir eventuais inchaços e facilitar a respiração. Dormir no sofá ou em sofá-cama também não é a melhor solução e deve ser temporário, durante um breve cochilo.
Não se deve sentir vergonha de experimentar um colchão novo na loja. É preciso deitar nele, senti-lo nas mais diversas posições e considerar as características individuais de quem vai usá-lo, como tamanho do pescoço, altura do ombro e do quadril. Veja, ainda, se o material não causa nenhum tipo de incômodo, se não se deforma com facilidade e se as bordas não afundam.

É importante, ainda, que o parceiro ou a parceira esteja presente nessa ocasião, pois nem sempre o mesmo colchão vai agradar aos dois.
Ao deitar em um colchão, seja de lado ou de barriga para cima, a coluna deve permanecer alinhada e não pode haver dor nos quadris, ombros, coluna lombar ou cervical. A bacia também não deve ficar nem muito afundada nem levantada. E o colchão não pode ceder com facilidade. Para quem deita de frente, um travesseiro embaixo dos joelhos ajuda a alinhar o corpo.
Os fabricantes recomendam trocar o colchão de espuma a cada 5 anos e o de mola, a cada 10. Um travesseiro dura, em média, dois anos, mas depende do uso. É importante que o material não afunde muito ao longo da noite. E lembre-se de que tanto o travesseiro quanto o colchão têm vida útil e devem ser substituídos regularmente.
Ao analisar seu colchão, se houver abaulamentos ou afundamentos, infelizmente a hora da troca já passou faz tempo. Uma das maneiras mais fáceis de verificar se ele ainda está bom é experimentando um novo. Assim, você poderá compará-lo com o antigo.
Para dormir bem, também é fundamental que haja rotina. O local deve ser adequado e precisa haver uma desaceleração das atividades, para que o corpo comece a relaxar a ponto de conseguir pegar no sono.
No estúdio, o ortopedista destacou que o frio pode piorar a dor nas costas, principalmente ao acordar. Mas, à medida que o corpo se aquece, o desconforto costuma diminuir. Uma dica é acertar sempre a postura, não só à noite, mas também durante o dia, no trabalho e nas atividades em geral.

Veja abaixo o resultado da nossa enquete:
Enquete dor nas costas (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

BabyPlan: A planilha que calcula as datas de maior e menor risco de concepção

                 
           
BabyPlan é um programa especialmente desenvolvida para mulheres que desejam engravidar. O software ajuda na concepção oferecendo níveis de probabilidade de concepção conforme datas e de acordo com o período fértil de cada pessoa.

É claro que diversas variáveis influenciam na ovulação feminina, mas é possível estimar períodos aproximados em que a probabilidade de fecundidade é maior. Baseado nisso, a planilha BabyPlan oferece uma estimativa de cada mês, para cada mulher. Basta que você forneça informações sobre seu ciclo menstrual e a planilha sugere dados como período de pouca, média ou muita fertilidade (coloridos em verde), o dia previsto para o parto e até mesmo o sexo da criança! Assim, você poderá acompanhar de forma aproximada os dias em que a probabilidade de engravidar é maior ou menor e outras informações relacionados à gravidez. Dessa forma, torna-se mais fácil controlar os períodos e possibilitar ainda mais a concepção.

A chegada do bebê no momento certo

Da mesma forma que amplia as possibilidades da concepção, uma mulher que observa de perto seus períodos férteis através de BabyPlan pode ter muito mais controle em outros sentidos. É possível, por exemplo, planejar a data de nascimento do bebê ou ainda evitar uma gravidez indesejada.

Prevenção nunca é demais

Vale sempre lembrar que métodos como o usado por BabyPlan são próximo, e não exatos, dada a comuns irregularidades no período mestrual. Portanto, esse não pode ser usado como método único e isolado de contracepção.

Fonte O Globo

Os medicamentos podem afetar minha saúde bucal?

Não deixe de informar seu dentista sobre os medicamentos que você está usando.

Medicamentos podem afetar minha saúde bucal?

Sim, os medicamentos podem apresentar efeitos colaterais na boca, dos quais a "boca seca" é o efeito colateral mais comum. Não deixe de informar seu dentista sobre os medicamentos que você está usando, mesmo aqueles que comprou sem receita médica.
Os seguintes medicamentos podem causar o ressecamento da boca:
- Anti-histamínicos (Antialérgicos);
- Descongestionantes;
- Analgésicos;
- Diuréticos;
- Medicamentos para pressão alta;
- Antidepressivos.
Outros medicamentos podem causar inflamações, ulcerações, dormência, formigamento, distúrbios de movimento, alterações do paladar e, durante a escovação ou do uso do fio dental, sangramento excessivo da gengiva. Se perceber quaisquer desses sintomas, consulte seu dentista ou médico.

Fonte IG

A Saúde Bucal dos Idosos

É importante saber que a boa higiene bucal evita o aparecimento de enfermidades gengivais.

Como posso manter uma boa saúde bucal na terceira idade?
Se você cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza.


Cáries e problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade

 
Que informações sobre a saúde bucal um indivíduo da terceira idade deve ter?
Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido.
 
- As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme dental que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista
 
- A sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado.
- As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com freqüência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.

- Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.

- As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano.

- A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite, inclusive:
 
1- Má alimentação.
2- Higiene bucal inadequada.
3- Doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer.
4- Fatores ambientais, tais como o estresse e o fumo.
5- Certos medicamentos que podem influenciar os problemas gengivais.
 
- Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, é importante diagnosticá-las o mais cedo possível. As consultas periódicas garantem o seu diagnóstico e o seu tratamento precoce. É importante saber que a boa higiene bucalevita o aparecimento de enfermidades gengivais.

- As coroas e pontes são usadas para reforçar dentes danificados ou substituir dentes extraídos. Uma coroa é usada para recobrir um dente que sofreu perda de substância. Ela fortalece a estrutura do dente e melhora a sua aparência, sua forma ou seu alinhamento. As pontes ou próteses fixas são usadas para substituir um ou mais dentes faltantes e são fixadas nos dentes naturais ou nos implantes situados ao lado do espaço deixado pelo dente extraído.

Fonte IG