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sábado, 19 de março de 2011

Pediatra explica como observar reações alérgicas a medicamentos em bebês

maior parte da dificuldade dos pais em decifrar os problemas dos filhos pequenos tem origem na barreira da linguagem verbal. Recém-nascidos não são capazes de falar se estão sentindo cólicas ou com fome, a maneira de compreendê-los é observar os sinais do corpo. "Da mesma forma que os alimentos, os medicamentos podem induzir à alergia, sendo os antibióticos os principais culpados. Igualmente aos alimentos, a maioria das reações é moderada, especialmente quando o medicamento é administrado pela primeira vez", explica o pediatra norte-americano Michel Cohen. Em seu livro "The News Basics", publicado recentemente no Brasil pela editora Integrare, o especialista aponta que "uma típica reação alérgica se manifestará em forma de vergão e coceira alguns dias após o início do tratamento. Um surto não significa necessariamente uma alergia grave. Pode ser apenas uma sensibilidade e talvez não ocorra novamente." "Uma reação alérgica intensa com dificuldade de respirar indica uma grave alergia ao medicamento, o que requer que se evite cuidadosamente a droga. Felizmente, tais reações graves são muito raras. Se algum dos pais for alérgico a uma droga específica, o risco para a criança é apenas levemente alto", completa. O volume não substitui as recomendações de um médico. Em todos os casos, é importante não medicar sem a orientação de um profissional. O guia ajuda a escolher serviços e produtos de saúde mais adequados. Para facilitar a consulta, os artigos estão dispostos em ordem alfabética e tratam com clareza de todas as preocupações que mães e pais costumam enfrentar. O exemplar é repleto de informações científicas sobre dúvidas frequentes. Com mais de dez anos de experiência, Cohen é fundador da Tribeca Pediatrics, em Nova York, colunista da revista "Child" e escreve artigos para outras publicações nos Estados Unidos, como "The New York Times", "New York Observer", "Vanity Fair" e "Instyle". Além disso, o autor é pai de três filhos. http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/890159-pediatra-explica-como-observar-reacoes-alergicas-a-medicamentos-em-bebes.shtml

Hospital abre inquérito após bebê morrer sem atendimento

Um hospital britânico abriu um inquérito para investigar as circunstâncias da morte de uma criança prematura deixada sem atendimento por conta de uma diretriz de saúde do país. O bebê prematuro, nascido com 22 semanas, foi deixado sem atendimento porque o serviço público de saúde britânico orienta os médicos a não tentar ressuscitar crianças nascidas com menos de 23 semanas. "Quero que o hospital mude esta política e que isso não aconteça com outras mães", disse à BBC, emocionada, a mãe, Tracy Godwin, 31. criança, Tom, sobreviveu por apenas 46 minutos antes de morrer nos braços de Tracy. "Os médicos deveriam ter me dado mais informações sobre o que estava acontecendo", disse ela. O caso ocorreu no hospital universitário de Southend, no condado de Essex. A mãe contou que, depois do nascimento da criança, foi levada para uma sala onde foi deixada a sós com a criança. "Eles nos puseram em uma salinha especial, e eu pensei que é porque meu bebê era tão pequenino", contou. ERRO Tracy disse que sentia muitas dores e estava sob anestesia, e não se deu conta dos acontecimentos. "Pensei que iam nos dar um cuidado especial, não simplesmente me dar o meu bebê e me deixar só", afirmou Tracy. "Meu parceiro estava implorando que eles ajudassem nosso bebê, e eles simplesmente foram embora da sala e nos deixaram a sós." A mãe pediu que os hospitais revejam o seu procedimento e tratem crianças prematuras com menos de 23 semanas na incubadora, se nascerem vivos. "Eles deviam ter me preparado para o que ia acontecer." Uma porta-voz da instituição disse que a equipe "errou" no procedimento e que uma investigação foi aberta para apurar as circunstâncias do caso. "Peço desculpas à mãe e à família, porque erramos. Seguimos as orientação nacional de não ressuscitar bebês nascidos com menos de 23 semanas", disse a diretora do hospital, Jacqueline Trotterdale. "Precisamos conversar melhor com as mães. Isso não acontece de forma sistemática e é uma grande lacuna que estamos estudando." http://www1.folha.uol.com.br/bbc/890542-hospital-abre-inquerito-apos-bebe-morrer-sem-atendimento.shtml

Conjuntivite pode ter complicações, dizem médicos

Se os sintomas da conjuntivite durarem mais de quatro dias ou se houver pus, é preciso buscar atendimento médico, de acordo com Arnaldo Gesuele, oftalmologista do hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. "A doença pode complicar e causar inflamação na córnea." Nas últimas semanas, cidades do litoral e da Grande São Paulo registraram um surto do tipo viral da doença. Conjuntivite desse tipo pode causar micro-hemorragias: os olhos ficam mais vermelhos. A principal diferença em relação ao tipo bacteriano é o fato de não ter pus, mas há uma secreção transparente. Há um tratamento para cada tipo, diz a oftalmo Daniella Fairbanks, do Hospital São Luiz. "Tratamos a bacteriana com antibióticos. Na dúvida, é melhor procurar orientação." A melhor forma de se prevenir é lavar as mãos com frequência e ficar longe de pessoas contaminadas. http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/890378-conjuntivite-pode-ter-complicacoes-dizem-medicos.shtml

Terapia genética tem sucesso para tratar Parkinson

Terapia genética pode vir a ser opção para tratar rigidez muscular, tremores e lentidão de movimentos, sintomas da doença de Parkinson. Opções atuais incluem drogas e cirurgias Pesquisadores de sete centros dos Estados Unidos mostraram que a transferência de uma enzima chamada GAD (descarboxilase glutâmica), implantada diretamente no cérebro do doente, recupera parte de seus movimentos. Esse foi o primeiro estudo bem-sucedido sobre transferência genética em Parkinson. Os resultados foram divulgados ontem na edição virtual do periódico médico "Lancet Neurology". A doença de Parkinson provoca a degeneração dos neurônios na área da substância negra do cérebro, diminuindo a produção de dopamina e comprometendo o circuito nervoso envolvido na coordenação motora. No trabalho, os pesquisadores de instituições como a Universidade de Stanford e Massachusetts General Hospital usaram um vírus como vetor da enzima GAD, responsável por produzir o neurotransmisor Gaba (ácido gama-aminobutírico), encontrado em pouca quantidade em quem sofre de doença de Parkinson. Ao todo, 45 pessoas que tinham a doença havia mais de cinco anos foram divididas em dois grupos. No primeiro grupo, a enzima foi injetada no cérebro. O neurotransmissor Gaba ajudou a regular o excesso de glutamato, causado pela diminuição da dopamina. Os pacientes do outro grupo, em vez de material genético, passaram por cirurgia em que só receberam solução salínica inócua no cérebro. Seis meses depois do experimento, houve recuperação de 23% dos movimentos nos pacientes tratado com a terapia genética. No grupo-controle, a melhora foi de 12%. A hipótese dos autores é a de que o efeito placebo causou isso. PROMISSOR Os resultados são "seguros, benéficos e promissores", diz o neurologista Henrique Ballalai Ferraz, da Unifesp. "Abre um rumo para que nos novos estudos sejam testados com mais pessoas. O caminho é por aí." Ferraz afirma que a terapia genética poderá até substituir os atuais procedimentos cirúrgicos. "É menos invasiva e mais natural", compara. Para Carlos Roberto de Mello Rieder, do departamento científico de transtornos do movimento da Academia Brasileira de Neurologia, falta comparar a eficácia dessa terapia com as tradicionais. "O estudo mostrou um avanço. O próximo passo é checar se ele recupera mais do que o que já existe." Para a neurologista Patrícia de Carvalho Aguiar, do setor de transtornos dos movimentos da Unifesp, o melhor é que a terapia se mostrou segura, mas falta provar a durabilidade dos efeitos. http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/890346-terapia-genetica-tem-sucesso-para-tratar-parkinson.shtml

São Paulo confirma epidemia de conjuntivite

Capital registrou 50 mil casos em 45 dias; oftalmologista critica falta de campanha Fernanda Bassette - O Estado de S.Paulo A capital está sofrendo uma epidemia de conjuntivite viral desde fevereiro. Segundo o Centro de Controle de Doenças (CCD) da Prefeitura, foram registrados 50.405 casos da doença em 45 dias - mais de mil casos por dia. Assim que o aumento foi detectado, os profissionais de saúde foram orientados a ampliar as ações de vigilância e foi enviado um alerta a escolas e creches, que receberam orientações sobre as medidas de controle. A doença passou a ser de notificação compulsória caso a caso. Isso significa que todos os serviços de saúde do município, particulares ou públicos, foram obrigados a informar os registros individualmente. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, o pronto-socorro oftalmológico da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está atendendo cerca de 400 casos da doença por dia - o esperado eram 60. No Hospital das Clínicas, são ao menos 300 novos casos - o triplo do esperado para o período. Na Santa Casa, cerca de 70% dos 330 atendimentos diários são por causa da conjuntivite. No Beneficência Portuguesa, foram notificados 114 casos nos primeiros 15 dias deste mês. Problema viral. Existem três tipos de conjuntivite: alérgica, provocada geralmente por uso de filtro solar na região dos olhos; bacteriana, que provoca vermelhidão e coceira, além de uma secreção amarelada e grudenta; e a viral, a mais comum e contagiosa, que provoca coceira, vermelhidão e uma secreção aquosa. No caso da epidemia de São Paulo, os casos foram associados à forma viral da doença. Segundo Milton Ruiz Alves, oftalmologista do HC e professor da USP, depois de instalado em um olho, o vírus demora cerca de 48 horas para passar para o outro. Depois, o doente transmite o vírus por cerca de dez dias. Nos casos mais graves, a evolução é lenta e pode demorar até três semanas para curar. Nos casos leves, o problema pode regredir sozinho em dez dias. O vírus sobrevive por várias horas na superfície. Por isso, espaços públicos, como metrô, ônibus e escadas rolantes, são potenciais locais de transmissão. "Imagine a pessoa que segura no corrimão da escada rolante e leva a mão ao olho. Se o corrimão estiver contaminado, certamente ela vai se infectar", diz Alves. Segundo a oftalmologista Elisabeth Nogueira Martins, da Unifesp, as pessoas não devem usar água boricada nem soro fisiológico para fazer a compressa. "Eles aumentam o risco de irritação e de contaminação, porque são embalagens grandes que não são descartadas na hora." Ao contrário do que ocorre com outras doenças, como sarampo e catapora, a conjuntivite não garante imunidade para o paciente. Como o vírus sofre mutações frequentes, a pessoa pode estar contaminada, curar-se e voltar a se infectar. Para o oftalmologista Milton Ruiz Alves, do HC, a epidemia acontece porque faltam políticas de saúde pública específicas para o problema. "Não há uma campanha de esclarecimento, especialmente nessa época do ano, para mostrar às pessoas que a conjuntivite é um problema sério e pode causar mais prejuízos, como diminuição da visão." Incômodo. A notícia de que não precisaria ir ao colégio por uma semana deixou Ian Mota dos Santos, de 8 anos, animado. O inchaço no olho direito foi diagnosticado como conjuntivite. Mas a felicidade dele durou pouco, conta a mãe, Márcia Arruda, de 32. "Agora, ele reclama por não aguentar ver televisão ou ficar no computador por muito tempo", diz. A doença foi transmitida na por colegas de escola Marion Guerra, de 62 anos, crê que pegou a doença no trabalho. "O pessoal de outros setores foi dispensado. Na segunda, cheguei com o olho vermelho e me mandaram para o médico da firma." / COLABOROU FELIPE ODA, JORNAL DA TARDE http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110318/not_imp693508,0.php

Ministro da Saúde discute compra de remédios para Aids

Estoque de remédios deve ser normalizado na próxima semana O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convocou nesta quinta-feira (17) uma reunião com sua equipe para discutir falhas no sistema de aquisição de remédios de Aids. Já foram registrados no país problemas no abastecimento de três medicamentos indicados para pacientes com HIV: atazanavir, uma das apresentações de didadosina e saquinavir. Segundo Padilha, “não podemos deixar que pacientes sejam submetidos a um ambiente de insegurança”. O ministro afirmou que não houve falta de remédios, mas, sim, atraso no reabastecimento dos estoques. No entanto, em alguns pontos do país, como a região de São José do Rio Preto – interior de SP – e cidades do Rio Grande do Sul, pacientes relataram a falta do atazanavir. Nesta semana, nota técnica divulgada pelo Departamento Nacional de DST-Aids e Hepatites Virais recomendava a substituição do atazanavir por outras drogas em regiões com desabastecimento. No início do mês, diante dos estoques em baixa, um comunicado encaminhado às autoridades estaduais recomendava o remanejamento entre serviços e, se necessário, a redução da quantidade de remédios entregue para pacientes, o fracionamento. A nota sugeria a entrega do suficiente para apenas 15 dias. Nesta quinta, o ministro afirmou que a compra havia sido feita pela gestão anterior da pasta. De acordo com integrantes do ministério, a expectativa inicial era de que o atazanavir fosse entregue no país no fim de janeiro. Lotes do remédio, no entanto, foram embarcados somente anteontem. A expectativa é de que, na próxima semana, o produto chegue aos serviços. No caso do didadosina e do saquinavir, os problemas já foram resolvidos, afirmou o ministro http://noticias.r7.com/saude/noticias/ministro-da-saude-discute-compra-de-remedios-para-aids-20110318.html

Cirurgia Plástica terá cartilha para garantir segurança de pacientes

Material indica necessidade de ter UTI e banco de sangue próximo ao local da operação A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica lança, nesta sexta-feira (18), uma cartilha que estabelece novos limites para os procedimentos de cirurgia plástica, com o objetivo de garantir a segurança do paciente. O material será apresentado pelo presidente da SBCP Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, durante a 12ª edição do Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, pelo presidente que acontece hoje em São Paulo. Entre os pontos principais, a cartilha afirma que todo procedimento deve ser realizado em um local (hospital ou casa de saúde) com equipamentos adequados e atualizados para o procedimento, sempre com desfibrilador disponível. O local deve ainda ser próximo a uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e de um banco de sangue onde haja pelo menos duas unidades disponíveis de imediato em caso de emergência. E, antes de operações de grande porte, o paciente deve fazer testes detalhados de sangue. O material frisa ainda a necessidade da presença de um anestesista antes e durante a operação, sendo proibido ao profissional fazer dois procedimentos ao mesmo tempo. Em trecho, a cartilha diz: - A resolução do CFM nº 1363, art. 1, parag. 5, determina que todas as consequências do ato anestésico são de responsabilidade direta e pessoal do médico anestesista. Assim, o cirurgião pode pedir ou sugerir a aquele profissional um determinado método de anestesia mas não pode, de modo algum, exigir que isto seja feito. Este item é bem claro e não admite dúvidas. E para garantir o sucesso da cirurgia, a cartilha afirma que o paciente tem direito a uma sala de recuperação, sendo de responsabilidade do anestesista o transporte do paciente até lá, com segurança. O texto diz ainda que, junto com a ficha de anestesia, haja uma descrição das condições do operado no momento que chegar a essa sala, em forma de um documento. http://noticias.r7.com/saude/noticias/sociedade-de-cirurgia-plastica-lanca-cartilha-para-garantir-seguranca-de-pacientes-20110318.html

Estudo adverte que avanços contra tuberculose estão ameaçados

Aids, tabagismo e diabetes são fatores de risco para o aumento da doença As novas cepas de tuberculose são cada vez mais resistentes aos remédios para curar a doença, o que ameaça os avanços realizados nas últimas décadas, segundo um relatório publicado nesta quinta-feira (17) pela revista The Lancet. O relatório, divulgado nas vésperas do Dia Mundial contra a Tuberculose (24 de março), ressalta o impacto causado por outros fatores de risco, como tabagismo e diabetes, no aumento da incidência da doença no mundo todo. A tuberculose mata, anualmente, 1,7 milhão de pessoas e o número atual de doentes (cerca de 9 milhões) é o mais alto registrado na história, segundo o trabalho coordenado pelos professores Alimuddin Zumla, do University College de Londres, e Stephen Lawn, da Universidade da Cidade do Cabo (África do Sul). Um total de 80% dos casos ocorre em 22 países pobres e emergentes, com especial incidência na África Subsaariana, onde são registrados quatro de cada cinco casos de tuberculose associados ao vírus da Aids, uma combinação com "efeito devastador". - O aumento das taxas de tuberculose resistente aos remédios no leste da Europa, Ásia e África Subsaariana ameaça prejudicar os avanços realizados mundialmente com os programas de controle da tuberculose. O relatório assinala que os principais fatores de risco para contrair e desenvolver plenamente a doença são o vírus da Aids - que multiplica por 20 a probabilidade de ter tuberculose -, viver em situação de pobreza e superpopulação. No entanto, outros elementos preocupam os especialistas, como "a epidemia global de diabetes e as altas taxas de consumo de tabaco em países pobres e emergentes", indicaram Zumla e Lawn, que asseguraram que a diabetes multiplica por três o risco de adquirir tuberculose e que o tabagismo multiplica por dois. - Estes são os elementos que podem fazer a epidemia de tuberculose disparar. Há, além disso, outros muitos fatores de risco: câncer, carência de vitamina D, alcoolismo, poluição em espaços fechados, problemas renais crônicos, herança genética, e uso de corticoides e de remédios antagonistas do fator de necrose tumoral (FNT), para tratar dores como a artrite reumatoide. Estudos na América do Norte demonstraram que os FNT aumentam em 50% o risco de desenvolver a doença em pacientes infectados e que os corticoides aumentam em 100%. O estudo conclui que os principais problemas a serem superados são a falta de exames acessíveis de diagnóstico, a excessiva duração dos tratamentos, a falta de uma vacina eficaz, o surgimento de cepas resistentes aos remédios e a fragilidade dos sistemas públicos de saúde nos países pobres e em desenvolvimento. Apesar disso, afirma que "há razões para o otimismo", porque este é um momento de excelência nas pesquisas para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Mas este impulso não servirá de nada, advertem, "se não houver um grande compromisso político e financeiro para garantir que possam ser cumpridos os objetivos do Plano Global da OMS (Organização Mundial da Saúde) 'STOP TB' para o período 2006-15". "Copyright Efe - Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe." http://noticias.r7.com/saude/noticias/estudo-adverte-que-avancos-contra-tuberculose-estao-ameacados-20110318.html

Tabela SUS não permite que instituições sobrevivam"

por Verena Souza 18/03/2011 Secretário de São Paulo, Giovanni Cerri, mostrou-se inconformado com a não regulamentação da EC 29 e falou sobre a situação das Santas Casas Em discurso durante seminário sobre "Perspectivas do setor de Saúde no Brasil", o Secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri, mostrou-se inconformado com a não regulamentação da Emenda Constitucional 29, tendo em vista tamanho clamor político e social pela sua aprovação. De acordo com ele, a regulamentação não resolveria os problemas de recursos do setor, mas seria um importante passo. Além disso, o secretário comentou sobre a difícil situação financeira das Santas Casas e os programas que o governo tem feito para subsidiar os serviços. "55% dos atendimentos SUS são feitos através das Santas Casas e hospitais filatrópicos. No entanto, alguém acredita que é possível atender dentro da tabela praticada, hoje, pelo SUS? A tabela não permite que as instituições sobrevivam", disse. assista parte do discurso AQUI:http: // www.saudebusinessweb.com.br/webcasts/index.asp?categoria=&video=1964

Entrevista Côrtes: entenda gestão compartilhada no RJ

por Verena Souza 18/03/2011 Secretário da Saúde apresenta balanço positivo do modelo implantado no Estado fluminense. E, ainda, aborda questões como a EC 29 Durante seminário sobre as "Perspectivas do de setor de Saúde no Brasil", na última quarta-feira (16), o secretário de Estado da Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes apresentou um balanço do modelo de gestão compartilhada em funcionamento no Estado do Rio. A despesa dos laboratórios de análises clínicas com exames, anterior à implantação da gestão compartilhada, era de R$ 135 milhões para fazer 1,200 milhão de exames por ano. Hoje, o Estado do Rio de Janeiro gasta R$ 45 milhões para fazer 8 milhões de exames. Em entrevista à Saúde TV, do Saúde Business Web, Côrtes falou também sobre a Emenda Constitucional 29. Segundo o secretário, ela não pode ser vista como a panacéia para o problema da falta de recurso do setor. Entenda a gestão compartilhada no Rio e outros assuntos abordados com o secretário AQUI, na Saúde TV: http://www.saudebusinessweb.com.br/webcasts/index.asp?categoria=&video=196

Fleury medicina e saúde estréia no facebook e no youtube e amplia presença em redes sociais

Notícia enviada por Silvana Cordeiro (cordeiro.silvana@gmail.com) 18/03/2011 às 11:49 Quem está no Facebook já pode “curtir” a página do Fleury Medicina e Saúde que estreou nesta quinta-feira (17/3) e tem por objetivo compartilhar informações sobre saúde e bem-estar com o público leigo e conhecimento científico com os médicos. Simultaneamente também entrou no ar o perfil no You Tube e um perfil no Twitter para médicos. Além de acompanhar as novidades sobre saúde e informações relacionadas à medicina diagnóstica e preventiva, os seguidores terão acesso a vídeos informativos e poderão interagir com os especialistas do Fleury em chats. "Nossa proposta é fazer circular conteúdo que ajude os usuários dessas mídias sociais a administrar sua própria saúde e, no caso dos médicos, fomentar a troca e disseminação de conhecimento. Não será um espaço para consultas médicas sobre casos particulares, mas de esclarecimento público sobre dúvidas gerais acerca de determinados temas de saúde", explica William Malfatti, o gerente sênior corporativo de Comunicação do Fleury. Com a entrada no Facebook, a rede de Medicina Diagnóstica amplia a sua presença digital. Há cerca de dois anos, o Fleury criou seu perfil no twitter (http://twitter.com/fleury_online). No ano passado, também lançou a versão do seu site para iPad. Curta o Fleury no Facebook: http://www.facebook.com/pages/Fleury-Medicina-e-Saúde Siga o Fleury no Twitter: http://twitter.com/fleury_online Compartilhe no Youtube: http://www.youtube.com/FLeuryMedicinaeSaude http://www.saudebusinessweb.com.br/voce_informa/interna.asp?cod=19903

HNSG adota novas pulseiras de identificação

por Saúde Business Web 18/03/2011 Principal finalidade do uso das pulseiras é ajustar as medidas de segurança aos pacientes e garantir que o procedimento seja realizado O Hospital Nossa Senhora das Graças (HNSG) implantou, neste ano, três novas pulseiras de alerta. Entre as novidades está a pulseira amarela - utilizada em paciente com infecção por microrganismos multirresistentes, para evitar a possibilidade de transmissão pelo contato; a verde - utilizada em paciente com riscos de acidente vascular cerebral (AVC), infarto agudo do miocárdio e dor torácica (IAM) ou infecção generalizada (Sepse); e a azul - utilizada em pacientes alérgicos a medicamentos ou látex. De acordo com a gerente de risco do HNSG, Célia S. Valeixo, a principal finalidade do uso das pulseiras é ajustar as medidas de segurança aos pacientes e garantir que o procedimento seja realizado corretamente. "São descritos os cuidados que aquele paciente deve ter em cada protocolo ou rotina de atendimento", disse a gerente de riscos. Para os pacientes em protocolo de prevenção de queda, portador de microrganismos multirresistentes e alergia, além das pulseiras, são emitidos alertas especiais no prontuário eletrônico. Pulseiras As pulseiras funcionam como alerta a todos os profissionais que atuam no atendimento ao paciente, para prevenção de danos. Veja o que cada um significa: Pulseira branca: utilizada para identificação de todos os pacientes quando realizam a internação no HNSG; -Pulseira amarela: utilizada para alerta de paciente em precaução por microrganismos multirresistentes e que sejam transmitidos através do contato. Pulseira verde: utilizada para alerta de paciente em protocolos de AVC (Acidente Vascular Cerebral), IAM (Infarto Agudo do Miocárdio / Dor Torácica) e Sepse (conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzido por uma infecção, conhecido como infecção generalizada). Cada Protocolo tem tempo crítico e que define a prioridade e sucesso do atendimento ao paciente, para coleta, realização de exames e início de antibioticoterapia. -Pulseira azul: utilizada para alerta em pacientes alérgicos à medicamentos ou látex. Indica a necessidade de substituição de medicação ou de luvas isentas de látex. Alerta ao profissional para que confirme qual o medicamento que o paciente tem alergia e de maneira alguma este seja administrado. -Pulseira vermelha: utilizada para alerta de paciente em protocolo de prevenção de queda, principalmente na realização de exames em que há a necessidade de remoção do paciente. E pessoas com risco para queda que tenham déficit físico, neurológico, visual ou idoso. -Pulseiras azul claro e rosa claro: utilizada na identificação de recém-nascidos e mães, para prevenir troca e rapto infantil. O kit mamãe e bebê são compostos pelas pulseiras da mãe e do bebê e clamp do cordão umbilical e possuem uma mesma numeração e código. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76731

SP zera ICMS de equipamentos hospitalares importados

por Saúde Business Web 18/03/2011 Hospitais privados beneficiados com a medida deverão oferecer cotas de exames para o SUS As Secretarias de Estado da Saúde e da Fazenda assinaram nesta sexta-feira (18) resolução estabelecendo isenção da cobrança de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) para a importação de equipamentos médico-hospitalares, realizados por clínicas ou hospitais paulistas. De acordo com comunicado referente à medida, a iniciativa visa liberar totalmente do imposto as aquisições de equipamentos importados feitas por unidades privadas de saúde, desde que elas ofereçam atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). As unidades que forem beneficiadas pela anistia fiscal precisarão apresentar, à Secretaria da Saúde, plano de trabalho para atendimento aos usuários do SUS, vinculado à aquisição dos equipamentos. Pela nova resolução, o valor financeiro da prestação de serviços ao SUS deverá ser igual ou superior ao do ICMS que deixará de ser recolhido com a isenção obtida na importação. "Com esta iniciativa pretendemos estimular a renovação e modernização dos equipamentos hospitalares em todo o Estado, levando tecnologia de ponta para melhor atender aos usuários do SUS", disse, em nota, o secretario de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri. A isenção valerá para importação de aparelhos médicos sem similar produzido no País. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76729

Saúde lidera produção científica no Brasil

por Verena Souza 18/03/2011 Em entrevista ao SBW, Secretário do Ministério, Carlos Gadelha, fala sobre os rumos da ciência no País e PPPs do setor farmacêutico Durante Seminário sobre "Perspectivas do setor de Saúde para o Brasil", promovido pelo Valor Econômico e Interfarma, o Secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, falou ao Saúde Business Web sobre os rumos do País na pesquisa ciêtífica, apresentando dados importantes, e sobre as Parcerias Público Privadas (PPPs), relacionadas ao setor farmacêutico, programadas para acontecer nos próximos meses. Para se ter uma ideia, o Brasil gasta 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em Pesquisa & Desenvolvimento, valor aumentado em 50% nos últimos anos. De acordo com ele, o setor de Saúde é líder no campo da produção científica, com 20% dos doutores na área, 17% dos grupos de pesquisa e 40% dos institutos nacionais de ciência e tecnologia. "Avançamos na ciência, na capacidade de produção, mas estamos muito aquém na capacidade de inovação e com relação às fronteiras tecnológicas mundiais", afirmou à Saúde TV. Para assistir ao webcast, CLIQUE AQUI: http://www.saudebusinessweb.com.br/webcasts/index.asp?video=1959