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sábado, 10 de janeiro de 2015

Humor: Parto normal ou cesárea?

Acidente de moto fez o coração desse cara rodar dentro de seu peito

Photo Credit: The New England Journal of Medicine
Raios- X e tomografia computadorizada do tórax do homem
que mostra a rotação do coração
Essa não é uma notícia sensacionalista. É sensacional mesmo
 
De acordo com um relatório recente feito no New England Journal of Medicine (NEJM), o coração de um homem foi parar do lado direito do peito em virtude de um acidente de moto. Nem preciso dizer que o caso é extremamente raro.
 
Como isso aconteceu?
Um homem de 48 anos de idade foi levado ao departamento de emergência de um hospital italiano após sofrer um acidente de moto e acabar com um trauma torácico. Na sequência de um exame para reunir informações sobre a sua frequência cardíaca, a equipe médica teve fortes suspeitas de que ele poderia estar apresentando um caso de dextrocardia, em que o coração está situado no lado direito do corpo, e não no esquerdo – como na maioria das pessoas.
 
Diagnóstico na mosca
Radiografias de tórax subsequentes e uma tomografia computadorizada demonstraram que o coração tinha girado 90 graus para a direita. Ele também tinha sofrido outras lesões, incluindo múltiplas fraturas de costela e pneumotórax, que é uma coleção de ar na cavidade pleural que faz com que o pulmão entre em colapso. Após a realização de uma tomografia computadorizada, eles descobriram que a artéria pulmonar, a aorta, os dois átrios e dois ventrículos tinham mesmo rodado para a direita.
 
É quase inacreditável
“Este é um achado anatômico muito interessante, e muito incomum”, disse o Dr. Gregory Fontana, presidente do departamento de cirurgia cardiotorácica do Hospital Lenox Hill, em Nova York, que não estava envolvido no caso. Ele também disse, espantado como todos nós, que nunca tinha visto nada parecido com aquilo.
 
De acordo com Fontana, a compressão do ar que foi espremido para fora dos pulmões em virtude do acidente provavelmente foi a responsável por empurrar o coração e o fazer rodar – e não o impacto do acidente em si.
 
Vivo e passando bem
O homem passou por drenagem torácica e 24 horas depois seu coração foi revertido para sua posição original. Infelizmente, ele também teve que ter seu baço removido em um procedimento de emergência.
 
Uma investigação após esses procedimentos descobriu que, apesar do trauma, que constringiu temporariamente os seus vasos sanguíneos, o coração do homem não pareceu ter sofrido qualquer dano.
 
Esse caso com certeza entra para a série de “enigmas da medicina”.
 
Iflscience / Hypescience

Cientistas descobrem como emagrecer com refeição imaginária

Ronald Evans, diretor do Laboratório de Expressão Genética do Instituto Salk, dos Estados Unidos, desenvolveu um composto chamado “fexaramine” que age como uma refeição imaginária. Ele engana o corpo a pensar que consumiu calorias, fazendo-o na verdade queimar gordura
 
Diferente da maioria das pílulas de dieta no mercado, esta não se dissolve no sangue, como inibidores de apetite ou medicamentos para emagrecer à base de cafeína, mas sim permanece nos intestinos, causando menos efeitos colaterais.
 
“Esta pílula é como uma refeição imaginária”, define seu criador Ronald Evans. Segundo ele, ela funciona porque dispara o envio dos mesmos sinais que normalmente são enviados quando a gente come, de modo que o corpo entende que deve começar a limpar espaço para armazenar essa nova leva consumida. Com o benefício incrível, claro, de não ter calorias e não provocar alterações no apetite.
 
A importância desse medicamento vai muito além da estética.
 
Só nos Estados Unidos, mais de um terço dos adultos são obesos e 29,1 milhões de pessoas têm diabetes, de acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças do país. Tanto a obesidade quanto a diabetes levam a um aumento das despesas de saúde, um maior risco de complicações e uma vida útil mais curta.
 
Desenvolvimento do fexaramine
O Laboratório Evans passou quase duas décadas estudando o receptor farensoid X (FXR), uma proteína que desempenha um papel na forma como o corpo liberta ácidos biliares a partir do fígado, digere os alimentos e armazena gorduras e açúcares. A FXR não só provoca a liberação de ácidos biliares para a digestão, como também altera os níveis de açúcar no sangue e faz com que o corpo queime algumas gorduras, em preparação para a refeição que está chegando.
 
As empresas farmacêuticas com o objetivo de tratar a obesidade, diabetes, doenças do fígado e outras condições metabólicas desenvolveram drogas sistêmicas que ativam a FXR. Mas essas drogas afetam vários órgãos e provocam alguns efeitos colaterais terríveis.
 
Foi aí que Evans resolveu mudar o rumo dessa história.
 
Ele estudou a possibilidade de ligar a FXR apenas aos intestinos, ao invés de ligá-la ao fígado, rins e às glândulas supra-renais de uma só vez. A expectativa dele era de que isso poderia ter um resultado diferente, como de fato teve.
 
Como o fexaramine funciona
“Quando você come, você tem que ativar rapidamente uma série de respostas por todo o corpo”, explica Evans. “E a realidade é que a primeira resposta para tudo isso é o intestino”. Então, a grande sacada de Evans e seus colegas foi fazer um medicamento para emagrecer que age apenas no intestino.
 
Sem transporte para a corrente sanguínea que levaria a droga em todo o corpo, o fexaramine não só reduz efeitos colaterais, como também faz o composto agir melhor para parar o ganho de peso.
 
Testes e resultados
Quando o grupo deu uma pílula diária de fexaramine por cinco semanas para camundongos obesos, os ratos deixaram de ganhar peso, perderam gordura e ficaram com níveis mais baixos de açúcar no sangue e colesterol do que os camundongos que não receberam o medicamento. Além disso, os ratos tiveram um aumento da temperatura do corpo, o que sinaliza um aumento na taxa de metabolismo.
 
Até mesmo a colônia de bactérias nos intestinos dos ratos mudou quando eles receberam a droga, embora o significado dessas mudanças ainda não esteja 100% claro.
 
Por que fexaramine funciona melhor do que os outros remédios?
De acordo com Evans, a resposta ara essa pergunta tem muito a ver com a ordem natural em que vias moleculares do corpo normalmente respondem a uma refeição.
 
“A resposta do corpo a uma refeição é como uma corrida de revezamento, e se você disser a todos os corredores para irem ao mesmo tempo, você nunca vai passar o bastão”, diz Evans. Dessa forma, o fexaramine é o resultado de um esforço de pesquisa que descobriu como acionar o “primeiro corredor” a fim de fazer com que o resto dos eventos aconteça em uma ordem natural.
 
Como o fexaramine não chega na corrente sanguínea, é provavelmente mais seguro em humanos do que outros remédios para emagrecer que também tem como alvo a FXR.
 
Os pesquisadores já estão trabalhando para criar testes clínicos em humanos e verificar a eficácia do fexaramine para tratar a obesidade e doenças metabólicas. O ideal é que o remédio seja administrado sob a orientação de um médico e acompanhado de um trabalho em conjunto com dieta e mudança de estilo de vida – algo semelhante ao acompanhamento de cirurgias de perda de peso ou outras remédios para emagrecer ou controlar diabetes.
 
Medicalxpress / Hypescience

Cuidados com higiene são fundamentais ao visitar bebês

Depois de a mamãe conhecer o rostinho do neném que esperou por tanto tempo, o momento após o parto é de adaptação e de aproximação com o filho
 
Ao mesmo tempo, todos os familiares e amigos não veem a hora de visitar o mais novo integrante da turma. Mas, ao visitar um recém-nascido, parentes e amigos muitas vezes exageram no carinho e acabam dando pequenos apertões na bochecha, beijos e toques não muito delicados nas mãos dos pequenos. O que eles não sabem é que algumas atitudes são inadequadas e podem trazer problemas ao bebê.
 
Para ajudar a planejar a visitação, a enfermeira da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Adriana Teixeira Reis dá dicas importantes para as futuras visitas. 
 
IFF - Carinho em excesso pode fazer mal ao bebê?
Adriana Teixeira - Carinho é sempre bom. Mas é claro que nem todas as atitudes estão livres de riscos. Devemos evitar beijar muito próximo ao rosto do bebê, por exemplo. O beijo pode ser dado em outras áreas, como nas perninhas ou nos pezinhos.
 
As mãos do bebê também devem ser evitadas, pois podemos deixar germes, e eles as levam muito à boca. Portanto, ao visitar e acarinhar o bebê devemos ter em mente sempre dois aspectos: a higiene e a ideia de que os visitantes devem estar sadios.
 
Como garantir a higiene do visitante?
Com bom humor, tudo pode ser resolvido. A mãe deve ser a primeira a dar o exemplo e higienizar as mãos com água e sabão ou fazer fricção com antisséptico antes de tocar o bebê, para que a visita perceba e repita esse cuidado básico [o álcool a 70% na forma líquida ou em gel é tão eficaz quanto a higienização com água e sabão, desde que não exista sujeira aparente nas mãos].
 
Sugerimos colocar o sabonete ou o álcool à vista, para garantir que o visitante perceba a necessidade de higienizar as mãos. Essa higiene é importantíssima. Lavar bem as mãos e o antebraço [até a altura dos cotovelos] ao chegar da rua para visitar a mãe e o bebê é uma medida imprescindível para minimizar a contaminação por vírus e bactérias.

Amigos e familiares que estejam doentes podem fazer visita?
Se algum parente ou amigo estiver apresentando febre, sinais de infecção respiratória, tais como nariz escorrendo e tosse [gripe ou resfriado], conjuntivite ou qualquer outra doença infectocontagiosa, suspenda a visita. A ideia de que "eu não vou chegar perto, nem segurar a criança” não basta. Como os sistemas de defesa do organismo da mãe e do bebê estão fragilizados, não é adequado arriscar.
 
Deixar para outro momento pode prevenir que o recém-nascido adquira doenças, para as quais ainda não foi vacinado e que não tem imunidade suficiente para combater. Na presença de doenças de pele, também é bom que o familiar evite o toque e o contato íntimo, para evitar transmissão de germes patogênicos para o bebê, ainda tão vulnerável. É importante saber que até mesmo roupas higienizadas inadequadamente podem ser fonte de infecções para o recém-nascido.

As visitas devem ser organizadas para não formar uma aglomeração em volta da criança. Esse tipo de ocasião favorece contágios, e o excesso de barulho pode causar estresse ao recém-nascido.

Visitantes que fumam podem visitar a mãe e o bebê?
Nem pense em fumar. Esta restrição vale para horas antes da visita. As toxinas do cigarro ficam impregnadas em roupas, cabelos e mãos dos fumantes. Os resíduos que permanecem são tão prejudiciais quanto a própria fumaça. O contato do bebê com o material tóxico o expõe a uma probabilidade dez vezes maior de adquirir uma pneumonia aguda e ao aparecimento de um fenômeno chamado de hiperresponsividade brônquica – uma resposta exagerada do pulmão, desencadeada quando a criança tem maior sensibilidade a infecções respiratórias como bronquite, rinite e otite.

Fonte: Fiocruz

Veja alguns sinais que podem identificar o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade na fase adulta

Falta de foco é um dos sintomas do TDAH
Doença pode ter sintomas diferentes quando diagnosticado na pós-adolescência
 
Nem todos adultos inquietos ou desatentos são portadores de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). O diagnóstico da doença é bastante complexo e leva em consideração diferentes aspectos comportamentais do paciente. Principalmente, o surgimento dos sintomas durante a infância.
 
Veja alguns sinais que podem indicar a existência da doença:
 
Falta de foco
Assim como crianças, adultos portadores de TDAH apresentam dificuldade de prestar atenção em detalhes e acabam cometendo erros por descuido em atividades cotidianas. No trabalho, eles tendem a adiar tarefas que julgam desinteressantes ou desagradáveis.
 
Atrasos frequentes
Ao contrário do que acontece com as crianças, que normalmente têm os pais para organizar suas tarefas, os adultos com o transtorno costumam se atrasar com frequência ou deixam de cumprir compromissos.
 
Rotina desorganizada
A dificuldade de estabelecer prioridades é frequentemente identificada nos portadores do transtorno, que demoram mais do que o normal para organizar ou terminar uma tarefa antes de iniciar a outra. Isso deixa a rotina deles desorganizada, e dá a impressão que não têm tempo para executar as tarefas.
 
Dificuldade de manter relacionamentos
Conforme a Associação Brasileira de Déficit de Atenção, aproximadamente 25% dos adultos com TDAH podem ter sérios problemas de conduta antissocial, o que prejudica tanto as relações sociais como afetivas.
 
Ansiedade e estresse
Nos adultos, sintomas como estresse e ansiedade são mais associados à rotina muito agitada e, raramente, levam as pessoas a um médico que possa fazer o diagnóstico preciso do transtorno. Pacientes com TDAH sofrem de ansiedade por não conseguirem se enquadrar nos padrões de trabalho, por exemplo, o que leva a quadros graves de estresse e depressão.
 
Problemas ao dirigir
Assim como as crianças, os adultos com TDAH têm dificuldades de realizar tarefas que exijam concentração por um tempo prolongado, como dirigir. Eles tendem a se distrair facilmente, olhando para rádio, celular e perdendo o foco na direção.
 
Perda de prazos
Com um estilo de vida bastante desorganizado, normalmente esses adultos esquecem de pagar contas em dia e cumprir prazos que são estabelecidos, tanto por não recordarem as datas como por não conseguirem estabelecer uma agenda para entregar tarefas.
 
Dificuldades sociais
Em geral, os portadores de TDAH são impacientes, tomam decisões precipitadas e, muitas vezes, se arrependem daquilo que fazem impulsivamente. Isso dificulta o convívio social e profissional.
 
Zero Hora

Conheça as consequências do diabetes e saiba como se prevenir

Excesso de peso e histórico familiar estão entre os principais fatores de risco
 
Após um exame de glicose de rotina, em 2006, Randi Sue Baker, uma senhora de 64 anos muito acima do peso e que mora em Nova York, descobriu que estava perto de desenvolver diabetes tipo 2. Com esse resultado, ela entrou para o grupo de 79 milhões de norte-americanos acima dos 20 anos que sofre de pré-diabetes. Desses, até 70% desenvolverá a doença, mas 90% nem sabe do risco que corre.
 
Há mais de cinco anos, Randi monitora a ingestão de calorias, os tipos e a quantidade de carboidratos que consome e o equilíbrio de sua dieta de forma geral. E se exercita cinco dias por semana, caminhando 30 minutos e nadando uma hora na piscina.
 
Também fica de olho no nível diário de glicose no sangue e toma um medicamento chamado metformina para mantê-lo normal. Periodicamente, seu médico verifica o volume da hemoglobina glicada (A1C), outro indicador de diabetes, para ter certeza de que não subiu.
 
Pessoas com peso normal também podem desenvolver o problema
Os fatores de risco mais importantes para desencadear uma situação como a de Randi incluem histórico familiar da doença, diabetes gestacional, estar acima do peso ou obeso, sedentarismo e idade.
 
Embora os quilos a mais sejam um dos principais pontos nessa lista, pessoas com peso normal também podem acabar sofrendo com a doença se tiverem muita gordura no abdômen. Segundo a endocrinologista e especialista em diabetes da Universidade de Minnesota Elizabeth Seaquist, a chamada obesidade central pode explicar por que os asiáticos desenvolvem o diabetes ao atingirem um peso bem abaixo do nível limite.
 
Elizabeth considera o pré-diabetes "um aviso de alerta" e enfatiza que mesmo um emagrecimento modesto ajuda: uma perda de 7% a 10% da massa corporal já mostra resultados. E ninguém precisa se tornar um fanático por exercícios para emagrecer.
 
— Atividade moderada, 30 minutos por dia, cinco ou mais dias por semana ajuda muito, e ainda pode ser dividida em segmentos de 10 minutos — diz.
 
E também dá um conselho para quem não costuma cuidar da saúde.
 
— A gente costuma comer muito mais do que precisa, o que não é saudável mesmo para quem não tem diabetes. Deveríamos evitar as bebidas altamente calóricas. Elas dificultam o controle do consumo de alimentos. Beber água é sempre melhor.
 
Os efeitos da doença
— Entre as graves complicações do diabetes estão as doenças cardíacas, AVCs, a problemas renais e nervosos, a doenças ópticas (que podem levar à cegueira), nos pés (que podem levar a amputações) e perda de audição.
 
— O diabetes é a principal fator que leva à cegueira, problemas renais e amputações, além de estar ligada à demência e ao Alzheimer.
 
— A obesidade e o sedentarismo são as duas principais causas do diabetes tipo 2.
 
— Os especialistas preveem que, até 2050, um em cada três adultos no mundo terá diabetes.
 
— O risco de desenvolver a doença aumenta com a idade. Atualmente, 25% dos norte-americanos com 65 anos ou mais são diabéticos.
 
O que é o pré-diabetes
— A pessoa que sofre de pré-diabetes tem um nível de glicose no sangue mais alto que o normal, mas ainda não no nível da doença em si — e embora nem todos a desenvolvam, com o tempo a condição pode causar praticamente os mesmos danos aos tecidos e órgãos do corpo.
 
— O problema começa antes mesmo de os níveis começarem a subir, quando o organismo se torna resistente aos efeitos da insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que regula o volume de glicose que circula livremente pelo corpo.
 
— Sua principal função é levar a glicose às células para ser usada como energia ou armazenada para futura necessidade. A resistência à insulina, prenúncio do pré-diabetes, faz com que as células beta do pâncreas produzam o hormônio cada vez mais para manter o nível normal da glicose.
 
— Aos poucos, elas se desgastam e levam ao aumento de glicose no sangue, o pré-diabetes e o diabetes em si.
 
The New York Times / Zero Hora

7 dicas para pedalar com saúde

As duas rodas estão em alta! Em São Paulo, por exemplo, o número de pessoas que usam as bicicletas como meio de transporte subiu 50% entre 2013 e 2014, com cerca de 261 mil adeptos, de acordo com pesquisa Ibope
 
Mas, antes de sair por aí, é importante estar ciente de alguns cuidados. Conversamos com Dr. Gabriel Ganme, especialista em Medicina do Esporte, para tirar todas as dúvidas.

Benefícios
Quem pedala perde peso e, além disso, a atividade ajuda a equilibrar a pressão arterial e os níveis de triglicérides. Pedalar também ajuda a prevenir doenças crônicas (obesidade, colesterol e hipertensão), contribui para a qualidade de vida e trabalha o equilíbrio e a confiança.

Previna dores e lesões
A prevenção de problemas começa pela escolha do equipamento adequado com um bom técnico de loja especializada, até a escolha de melhores horários (mais vazios) para pedalar. Deve-se também aumentar progressivamente as pedaladas, como em qualquer exercício.

Comece devagar!
Pedalar 20 km é pouco, mas já traz benefício cardiovascular, se feito com uma intensidade mínima. O benefício é quase imediato, logo após algumas semanas já é possível sentir o efeito. Como exercício, pedalar somente não basta. A pessoa deveria fazer um trabalho de musculação compatível com a atividade que deseja praticar, para prevenir as lesões. Caso surjam dores na coluna, por exemplo, não pense duas vezes e procure um médico.

Confira 7 dicas do especialista para pedalar com saúde:
 
1. Sempre use equipamento bom e em perfeitas condições
 
2. Preserve energia para o momento necessário e faça alongamentos corretos antes e depois de pedalar
 
3. Use roupas claras, chamativas e refletivas
 
4. Sinalize bem suas intenções com antecedência
 
5. Nunca ande na contramão (é a maior causa de acidentes graves)
 
7. Mantenha hidratação constante e cuide da alimentação
 
Universo Jatobá

Artrite e artrose: você sabe a diferença?

Artrite ou artrose. Você sabe a diferença? Essa é uma dúvida que muita gente tem. São doenças reumáticas que qualquer pessoa pode ter, sabia?
 
De acordo com Elisa Terezinha Hacbarth Freire, reumatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, artrite significa inflamação na articulação, ou seja, uma articulação aumentada de tamanho, dolorida e, às vezes, com calor e vermelhidão local que causa dificuldade na realização de movimentos cotidianos. “Ocorre em vários tipos de doenças reumáticas, sendo a artrite reumatóide a mais conhecida”, explica.
 
Já a artrose tem pouco ou nenhum sintoma específico que evolui lenta e progressivamente, geralmente em pessoas acima dos 50 anos. Normalmente, são deformações progressivas, pela alteração da cartilagem, como nódulos nos dedos de mãos e formação de osteófitos (os famosos ‘bicos de papagaio’), em especial na coluna vertebral. “A ocorrência de dor é variável e as alterações radiológicas podem ser apenas um ‘achado’ – ou seja, descobri-las ao fazer um RX por outro motivo qualquer”.
 
Tratamento
De acordo com a especialista, o tratamento de uma doença reumática varia conforme a sua classificação. Um ponto comum é a utilização de anti-inflamatórios, que podem ser de dois tipos: os não hormonais que, basicamente, inibem a produção de prostaglandina, um mediador da resposta inflamatória, e os anti-inflamatórios hormonais, que são o grupo dos corticosteroides (mais potentes em uso).
 
Prevenção
“Não existe uma forma útil para se prevenir muitas das doenças reumáticas porque existe, para algumas, um padrão genético que favorece o desenvolvimento da doença. Por isso, a informação da população e o diagnóstico precoce são aspectos cruciais para uma boa evolução de cada caso”, recomenda.
 
Receitas que ajudam a amenizar as dores da artrite
 
O suco de abacaxi é uma ótima dica para ajudar a amenizar as dores causadas pelas inflamações. Isso porque o abacaxi é uma fruta rica em vitamina C, manganês e bromelina, uma enzima com ação anti-inflamatória.
 
Para fazer o suco é simples: bata um abacaxi com meio litro de água, coe e beba em seguida.
 
Outra opção é o suco de limão com alho cru. O alho já é popularmente conhecido pelas suas propriedades anti-inflamatórias e o limão potencializa esse efeito.
 
Anote a receita: bata no liquidificador dois dentes de alho descascados e o suco de dois limões. Bata tudo no liquidificador e beba em seguida. Para adoçar os sucos, prefira o mel, uma opção mais saudável.
 
O gengibre é outro famoso anti-inflamatório natural. Neste caso, a dica é o chá. Para uma xícara de chá de água, use dois pedaços pequenos de gengibre. Coloque os pedaços de gengibre para ferver na água por cinco minutos, coe e sirva.
 
Não se esqueça de que os sucos e o chá devem ser tomados logo após o preparo para não perder parte das propriedades.
 
Dica: Para quem tem artrite, recomenda-se manter uma dieta equilibrada e rica em cálcio, pois a doença aumenta as chances de desenvolver osteoporose.
 
Conheça 2 chás que podem aliviar as dores da artrose
 
Na hora de montar o prato, não deixe faltar alimentos ricos em ômega 3 e vitaminas C e E. Confira uma lista deles: salmão, sardinha, nozes, kiwi, germe de trigo, grãos integrais, leite de cabra e vegetais verdes folhosos, gengibre, morango, laranja, limão, tangerina, ameixa, framboesa e morango. Use óleo de linhaça, de girassol ou o azeite de oliva no preparo das refeições.
 
Outra opção para aliviar as dores são os chás, que são naturais, fáceis de encontrar e de preparar.
 
Mas, atenção: grávidas ou pessoas que tomam remédios controlados devem consultar o médico antes de ingerir qualquer um deles.
 
Veja algumas dicas:
 
- Chá de gengibre
O gengibre tem propriedades anti-inflamatórias e é um termogênico natural. Para fazer o chá, separe duas colheres de sopa de gengibre descascado, uma rodela de laranja ou de limão e mel. Coloque o gengibre para ferver em 1 litro de água e acrescente a rodela de limão ou da laranja, como preferir.
 
Deixe por 15 minutos, desligue e espere esfriar. Em seguida, coe e adoce com o mel.
 
- Chá de semente de sucupira
A semente tem propriedades que combatem a artrite, a artrose, reumatismo, colabora para amenizar a amidalite, a dor de garganta, auxilia na cicatrização e ajuda a eliminar o excesso de ácido úrico.
 
Para fazer o chá, coloque 1 litro de água para ferver em fogo médio. Quando a água estiver fervendo, coloque 4 sementes de sucupira quebradas e deixe ferver de 5 a 10 minutos. Desligue o fogo, espere esfriar e coe. Beba este 1 litro ao longo do dia.
 
A semente de sucupira pode ser encontrada em lojas de produtos naturais.
 
Universo Jatobá

10 alimentos detox para voltar à forma e perder barriga depois da comilança

Final de ano já passou e os excessos dele já refletem na hora de fechar um zíper ou botão. Inserir alimentos certos na dieta ajudam o organismo perder o que foi adquirido
 
A dieta detoxificante é importante para aliviar o trabalho do fígado, cansado por trabalhar demais para metabolizar álcool, gorduras e outras toxinas por causa dos excessos das festas de fim de ano. Além disso, esses alimentos podem ser termogênicos, que estimulam o corpo a gastar mais energia em repouso.
 
O organismo funcionando bem, a perda daquela barriguinha recém-adquirida se torna muito mais fácil. E lembre-se: quanto mais rápido perder um quilo que foi adquirido, mais fácil ele vai embora.
 
A nutricionista Cintia Azeredo, do Vita Check-Up Center, lista 10 alimentos para inserir na dieta. Mas não se esqueça de também praticar exercícios físicos. Eles são importantes para manter uma boa saúde.
 
Confira:
 
1. Água de coco: É fonte de sódio, magnésio, potássio e fósforo. Ajuda na reposição de minerais perdidos durante as festas e atua como poderoso hidratante
 
2. Chá verde: tem ação diurética, aliviando a retenção de líquidos, o que leva à redução do inchaço e à eliminação das toxinas
 
3. Chá de cavalinha: Assim como o chá verde, possui ação diurética
 
4. Gengibre: Aumenta a produção de enzimas no fígado, que atuam na eliminação de toxinas. Possui ação anti-inflamatória e termogênica, acelerando o metabolismo
 
5. Aveia: É rica em fibra solúvel, magnésio e vitaminas do complexo B. Favorece o bom funcionamento do metabolismo, aumentando a sensação de saciedade. Reduz a absorção de açúcares e gorduras
 
6. Sementes (chia, linhaça, quinua, gergelim...): São ricas em nutrientes antioxidantes, possuem ação anti-inflamatória e fibras que aumentam a sensação de saciedade. São também fontes de gordura monoinsaturada, que atua no aumento do bom colesterol e na redução do mau colesterol
 
7. Salmão ou atum: Ricos em ômega 3, excelente antioxidante protetor do cérebro e do coração, é fonte de proteína de alto valor nutritivo e possui alta digestibilidade
 
8. Frutas da estação: são sempre bem-vindas, devido aos seus altos teores de vitaminas antioxidantes, minerais e fibras, o que ajuda na hidratação e eliminação de toxinas
 
9. Verduras: São ótimas fontes de fibras, vitaminas e minerais, que também atuam no processo de eliminação de toxinas pelo organismo
 
10. Alimentos integrais: contêm alto valor energético e possuem carboidrato de melhor qualidade, além de preservar nutrientes como vitaminas, minerais e fibras. Aumentam a sensação de saciedade, possuem absorção do carboidrato mais lenta, o que evita, assim, um pico de açúcar no sangue
 
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