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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Centro Hospitalar Lisboa Norte e Garcia de Orta seleccionados para estudo da UE

O Centro Hospitalar Lisboa Norte e o Hospital Garcia de Orta, em Almada, foram selecionados para participarem no projeto de investigação para Qualidade e Segurança nos Hospitais da União Europeia (QUASER).

O QUASER, refere um comunicado hoje divulgado, “pretende identificar as boas práticas hospitalares, nomeadamente sobre a eficácia clínica, segurança e satisfação dos doentes dos serviços públicos de saúde”.

Este projeto, promovido pela Comissão Europeia, tem como base um estudo comparativo, levado a cabo por seis universidades europeias que “estão investigar e a avaliar os sistemas de saúde em cinco países europeus (Portugal, Reino Unido, Noruega, Holanda e Suécia), através de uma amostra de dez hospitais públicos, dois por cada país”.

Em Portugal, onde foram selecionados o Centro Hospitalar de Lisboa Central e o Hospital Garcia de Orta, o estudo de três anos será levado a cabo pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e Empresa (ISCTE).

O programa QUASER, refere a nota, “além de propor um guia de orientação estratégico para as boas práticas hospitalares, irá contribuir com um quadro de referência que permitirá aos pagadores dos serviços de saúde acederem e monitorizarem a qualidade e segurança dos serviços prestados”.

O objetivo é “assegurar que qualquer cidadão tenha acesso a cuidados de saúde de qualidade, dentro do espaço europeu”.

O QUASER é financiado, em três milhões de euros, através do programa “Seventh Framework Programme - FP7”.

Cinco formas de acelerar o metabolismo

Está a comer de forma mais saudável do que nunca mas os seus músculos estão flácidos, a sua energia está em baixo e as suas calças de ganga estão apertadas? A triste verdade é que o seu metabolismo deve ser lento, por isso aqui vão algumas dicas para o acelerar e perder aqueles quilinhos que tanto incomodam.

1. Trabalhe os músculos. A partir do momento em que a gordura é queimada e se transforma em músculo, a ideia é activar o maior número de fibras musculares possével. Treine com pesos para ganhar massa muscular, de modo a aumentar as calorias gastas pelo corpo, mesmo em repouso. Se tiver menos gordura no corpo, o sangue circular melhor e vai sentir-se com mais energia, mesmo sem comer mais.

2. Comece a comer. O seu corpo é como uma máquina: precisa de combustível! Ao comer pouco várias vezes, vai estabilizar os níveis de açúcar no sangue e criar um equilíbrio hormonal, o que o impede de alojar os quilos extra. Coma uma hora após acordar para fazer arrancar o seu metabolismo e depois sempre a cada 3/4 horas e termine uma hora antes de se deitar.

3. Inclua proteínas em todas as refeições/snacks. As proteínas aumentam mais o metabolismo do que a gordura ou os hidratos de carbono. Trincar, mastigar, engolir e digerir a comida requer energia. Quanto mais complexa for a comida, mais calorias se queimam no trajecto pelo sistema digestivo. As proteínas contêm elementos que previne a perda de músculo quando se está em dieta. Como snack, tenha uns amendoins à mão ou uns ovos cozidos na frigideira.

4. Mexa-se. Faça cardio, pois aumenta o metabolismo. Corra na areia da praia ou suba colinas, altere a velocidade do passo.

5. Beba água. Estudos afirmam que uma pessoa que beba entre oito a 12 copos de água por dia tem um metabolismo mais acelerado do que quem beba apenas quatro. Beba meio litro de água antes do pequeno-almoço, pois de acordo com investigadores de Virginia, isso faz com que se consuma menos 75 calorias nessa refeição.

Hospitais públicos perdem 46 cirurgiões e 20 ortopedistas num só ano em Portugal

Os hospitais públicos perderam num ano 46 cirurgiões, 20 ortopedistas e 13 otorrinos, que são as especialidades que mais clínicos viram sair, segundo um relatório relativo a 2009 da Direção Geral da Saúde (DGS).

O documento, divulgado esta semana, mostra que globalmente os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) tinham em 2009 quase mais 300 médicos do que no ano anterior, mas muitas especialidades perderam clínicos.

É o caso da cirurgia geral, que ficou com menos 46 especialistas, da ortopedia, que perdeu 20, da dermatologia, com menos 12 médicos ou da psiquiatria, com menos 17 clínicos.

Obstetrícia, gastrenterologia, medicina interna, oftalmologia, otorrino e urologia são outras das especialidades que ficaram com menos médicos.

Para um saldo positivo contribui a pediatria, que ganhou 26 profissionais, e a pneumologia, com mais 17 especialistas. A cardiologia manteve em 2009 os seus 411 médicos.

Segundo o documento da DGS, houve um acréscimo de 47 especialistas, mas em áreas que não são as mais procuradas e que não surgem especificadas no documento. Além disso, para o saldo positivo de médicos por especialidade contam também os médicos do internato.

Já os enfermeiros registaram um acréscimo significativo nos hospitais públicos, com mais 1.021 profissionais em 2009, com crescimento em todas as áreas: cirurgia, saúde infantil, obstetrícia e saúde mental e psiquiátrica.

Hospital de Leiria implementa sistema para tornar mais segura administração de medicamentos a crianças


O Hospital de Santo André, em Leiria, vai implementar a partir de terça-feira no serviço de Pediatria um sistema para tornar mais segura a administração de medicamentos a crianças, disse hoje o diretor desta unidade.

“Estamos a lidar com vidas humanas e queremos reduzir ao máximo a possibilidade de erro”, justificou Bilhota Xavier, explicando que se trata de um sistema que vai permitir a execução da regra dos “cinco certos”: administrar o medicamento certo ao doente certo e na dose, via e hora certas.

Segundo o médico, o sistema, extensivo à Unidade de Cuidados Especiais Neonatais e Pediátricos e denominado “Medicheck”, possibilita “a redução em mais de 90 por cento da possibilidade de ocorrer um erro quer na preparação, quer na administração do medicamento”.

O “Medicheck” prevê, aquando do momento da prescrição do medicamento, a emissão de uma etiqueta com um código de barras anexa ao nome da criança que é colocada no medicamento a administrar no momento da sua preparação, explicou Bilhota Xavier à agência Lusa.

Depois, na administração do medicamento, o elemento da enfermagem, através de um “PDA”, valida “o código de barras do medicamento e o código de barras que se encontra na pulseira de identificação da criança”, confirmando se se trata do remédio para o utente em causa e que vai ser administrado na dose, via e hora determinadas.

De acordo com o responsável, todo este processo, incluindo a indicação de quem administrou o medicamento, é transmitida através da rede sem fios para o sistema informático do serviço e para o processo eletrónico de enfermagem, evitando-se a transcrição manual.

“O serviço tem uma política de segurança a vários níveis, mas queremos aumentar esta segurança na área do medicamento, que é um dos erros mais frequentes na medicina, principalmente em cuidados de saúde hospitalares”, assinalou Bilhota Xavier, que não dispõe de números de eventuais erros na administração de medicamentos no serviço que dirige, trabalho que “está a começar a ser feito”.

O diretor da Pediatria, que revelou desconhecer a existência de um sistema como este no país, pelo que o classificou de "pioneiro", adiantou que a unidade de saúde está a desenvolver sessões de formação, destinadas a todos os profissionais, incentivando a comunicação dos erros quando ocorrem.

“A comunicação pode ser anónima, o que interessa ao hospital é a identificação do erro para que não torne a acontecer”, declarou, sublinhando que “participar um erro é contribuir para a melhoria substancial dos cuidados de saúde, evitando que se perpetue”.

A implementação do “Medicheck” custou 46 mil euros e foi financiada pelo projeto “Missão Sorriso” dos hipermercados Continente.

Número de suicídios entre os mais idosos duplicou em oito anos em Portugal

Número de suicídios entre os mais idosos duplicou em oito anos | © DR
Foto DR

São muitas vezes esquecidos, desvalorizados por uma sociedade que lhes cola um rótulo: o de incapazes. A esta razão juntam-se várias outras, que tornam a depressão no idoso um problema cada vez mais grave e urgente, mas «pouco tido em conta», denuncia um especialista em psiquiatria.

Muitos vivem sós, tantas vezes abandonados por aqueles de quem mais gostam. Outros enfrentam a dor do luto, consequência da despedida de um amor da vida inteira. Outros ainda lutam para levar de vencida a doença. É assim a realidade de muitos idosos portugueses. E é também cada vez mais real um problema
que, segundo Medeiros Paiva, médico psiquiatra, tem sido «muito pouco tido em conta»: a depressão nos seniores.

«Segundo as estatísticas do INE de 2008, duplicou o número de suicídios na população com mais de 65 anos entre 2000 e 2008 (de 242 para 456suicídios). E o crescimento da população idosa só aumentou, no mesmo período, 17%», avança ao Destak o especialista, que defende existir «um grupo de idosos em risco que devia ser acompanhado de perto: os que vivem sós, em período de luto recente do cônjuge, vivendo em más condições económicas (pobreza) e com doenças somáticas incapacitantes.

Embora afecte entre 1% e 4% dos maiores de 65 anos, é no grupo acima dos 85 que o risco de depressão é maior, assim como o de suicídio, que é, explica o médico, uma das primeiras consequências da depressão não tratada.

A taxa de mortes auto-infligidas varia consoante a região do País. «Desde os 10 por 100 mil habitantes/ano na região norte, até aos 50 no Algarve e, assustador, aos 70 no Alentejo», a região onde este problema é mais grave. De resto, «a taxa de suicídio dos indivíduos com mais de 85 anos no Alentejo constitui a mais alta do mundo», revela ainda o psiquiatra, que confirma: são as mulheres que mais sofrem com a depressão. No entanto, é entre os homens que a doença assume uma maior gravidade «e numa percentagem superior terminam no suicídio (4 a 5 homens para uma mulher)».

Diagnóstico difícil

Diagnosticar o problema torna-se uma tarefa complicada. Isto porque, avança Medeiros Paiva, os idosos «não recorrem ao médico por apresentarem dificuldade em deslocar-se por limitações físicas», a que se junta ainda o facto de os sintomas depressivos não serem típicos, podendo «confundir-se com outras doenças, ou mesmo desvalorizados». Mas há outros factores que contribuem para a dificuldade de reconhecimento da doença: «As perdas múltiplas não são valorizadas, o estigma da depressão (negação de tristeza, considerada como uma fraqueza),os sintomas atípicos (agitação, raiva, irritabilidade e agressividade).»

Depois, há ainda a forma como a sociedade olha para os mais velhos. É que, embora «sejam bastante mais úteis e produtivos do que à primeira vista poderia parecer», os idosos continuam a ser desvalorizados. «E, principalmente», afirma o especialista, «a sociedade deve transformar-se radicalmente. Não é possível viver mais este futuro se, numa hierarquia de valores, for dada primazia ao poder económico. Será isto que irá matar a humanidade. Mas também estou em crer que o ser humano tem em si forças para o impedir».

Aipo

Aipo Resumo
Aipo: planta medicinal com efeito diurético, utilizada em caso de cistite, pode ser utilizada em forma de infusão à base de grãos.

Observações
O aipo é bastante consumido como legume, o seu uso médico é menos conhecido.

Para o seu uso em fitoterapia, são utilizados principalmente os grãos de aipo, muito ricos em óleo essencial. Estes grãos são recomendados em caso de cistite e devem ser tomados em forma de infusão.

Nomes
Nome em português: Aipo
Nome latim: Apium graveolens
Nome inglês: celery
Nome francês: Céleri, graines de céleri
Nome alemão: Echter Sellerie
Nome italiano: sedano

Família
Apiáceas

Constituintes
Óleos essenciais, cumarinas, flavonóides

Partes utilizadas
Grãos de aipo (foto) e ocasionalmente galhos de aipo
Propriedades do aipo
Diurético, antisséptico do sistema urinário, anti-reumatismal

Indicações do aipo
Cistites, infecção urinária, bronquite, artrite, gota.

Efeitos secundários
Desconhecemos

Contra-indicações
Gravidez, problemas renais.

Interações
Desconhecemos

Preparações à base de aipo
- Infusão de grãos de aipo (chá de grãos de aipo)
Preparação: 1.5 gr de grãos de aipo por xícara.

- Tintura de grãos de aipo

- Pó de grãos de aipo

Onde cresce o aipo?
O aipo é encontrado na Europa.

Quando colher o aipo?
O aipo é colhido no verão e no outono

http://www.criasaude.com.br/N3854/aipo.html

Saúde Municipal encerra ação com 773 testes rápidos para HIV

Os Programas Municipal e Estadual de DST/Aids de São Paulo fizeram, em três dias (20, 21 e 22 de junho), 773 testes rápidos para diagnóstico do HIV (quinze deles identificados como positivos).
A iniciativa foi parte da Campanha 'Fique Sabendo', lançada em 2003 pelo Ministério da Saúde. "Diante dos números alcançados, é nítida a relevância deste tipo de campanha de conscientização da população sobre a importância da realização do teste, principalmente para aqueles que não costumam frequentar os serviços de saúde", afirma o coordenador do Programa Municipal de DST/Aids, Celso Galhardo Monteiro. "Essa iniciativa é extremamente importante para identificar precocemente as pessoas com HIV e, com isso, garantir sua assistência e qualidade de vida", completa Monteiro.
A testagem aconteceu no Instituto Pasteur de São Paulo, região central da cidade. Além disso, foram distribuídos no local preservativos masculinos, gel lubrificante e folhetos explicativos.

O Teste Rápido para Diagnóstico (TRD) é um exame de tecnologia nacional e uma maneira prática e segura de chegar a um resultado rápido (30 minutos), a partir de uma amostra de sangue. Antes e após a testagem, a pessoa passa pelo "aconselhamento" realizado por profissionais especializados na área de saúde.

A metodologia foi implantada no Município de São Paulo em 2006 e, desde então, cerca de 350 profissionais de Saúde foram treinados. Além dos 24 serviços especializados em DST/Aids, 44 Unidades Básicas de Saúde (UBS) realizam o TRD. Atualmente, este exame representa 35% do total de sorologias realizadas na rede municipal especializada em DST/Aids.

www.dstaids.prefeitura.sp.gov.br

Novas regras dos planos de saúde valorizam pacientes e médicos

Medida da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada no Diário Oficial, normatiza a prestação de serviços para os planos de saúde com relação ao atendimento dos beneficiários.
A ANS passou a exigir das operadoras que os beneficiários sejam atendidos dentro do prazo de sete dias no que se refere a consultas para consultas básicas como pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia. Para os procedimentos de alta complexidade e cirurgias eletivas o atendimento será de até 21 dias úteis.

Na opinião da presidente da Academia Brasileira de Direito Médico e da Saúde, Sandra Franco, a ANS conseguiu, com a Resolução Normativa 259 (RN-259) atingir dois de seus objetivos: “melhorar as condições dos serviços oferecidos aos pacientes/usuários e colaborar para a valorização dos médicos, uma vez que será necessário ampliar a rede credenciada, consequentemente os médicos terão mais um argumento para que sejam reajustados os valores pagos pelas operadoras – sob o risco de elas não conseguirem cumprir os prazos fixados nesta Resolução.”

“Essa nova regra foi fruto da análise de mais de três mil contribuições realizadas em uma consulta pública da ANS, com a finalidade de regularizar dois aspectos que são objeto de constante conflito entre beneficiários e seus planos: tempo para a marcação de consultas e a rede credenciada”, explica.
A nova resolução também prevê que, nos casos em que inexistir prestador credenciado no município do beneficiário, a operadora do plano de saúde terá de pagar a prestação do serviço para o não credenciado. “Ou então a operadora terá de oferecer a realização do procedimento por prestador credenciado em qualquer localidade e se responsabilizar pelo deslocamento do beneficiário”, destaca Sandra Franco.

Centro de Câncer de Brasília recebe Acreditação nível ||

O Centro de Câncer de Brasília (Cettro) foi aprovado para receber a Acreditação Plena– segundo dos três níveis concedidos pela ONA. A Acreditação prevê a padronização dos processos, a mensuração de indicadores e a realização de melhorias contínuas.

Para adquirir respaldo, o Centro de Câncer de Brasília destinou mais de R$ 400 mil – entre consultorias, adequações estruturais, treinamentos e informatização – para que o serviço alcançasse a conformidade com as exigências da ONA Nível II.

Segundo a instituição, para receber o selo, o hospital foi submetido a auditoria por entidade independente. E precisou apresentar evidências de boas práticas.

O hospital acredita que para a opinião pública, a Acreditação deverá servir, muito em breve, como uma forma de seleção dos serviços. E ressalta que a certificação não é um prêmio, não basta ser aprovado em uma auditoria. Trata-se de um processo contínuo, ininterrupto. Caso contrário, a empresa até consegue alcançar a certificação, mas não viabiliza sua manutenção.

Oswaldo Cruz inaugura unidade cardiovascular feminina

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz inaugurou recentemente seu Centro de Atenção ao Coração da Mulher, com foco nas doenças cardiovasculares femininas, que têm se mostrado a maior causa de mortalidade entre as mulheres.

Segundo a instituição, o novo centro atua no tratamento das doenças cardiovasculares tentando levar em consideração as condições e particularidades femininas, além de aspectos técnicos, sintomas clínicos relacionados às alterações hormonais e emocionais das pacientes.

Sob a coordenação do cardiologista e especialista Roque Savioli, autor da obra “Um Coração de Mulher” (Editora Canção Nova), o Centro ainda contará com uma equipe que trabalhará integralmente focada nos diferenciais femininos.

Para complementar os serviços prestados, os exames de imagens diagnósticos serão realizados no Centro Diagnóstico de Cardiologia não-invasiva do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, que conta com equipamentos de última geração e equipe qualificada.

Dentro do escopo dos novos serviços e alinhado à missão do Hospital Alemão Oswaldo Cruz em cuidar da cadeia integral da saúde, o Centro também investirá em programas de esclarecimento sobre os riscos e particularidades das doenças cardiovasculares das mulheres.

Relação médico-paciente: humanização é fundamental

"Aquele médico de família, que acompanhava todos os seus integrantes ao longo de suas vidas, não existe mais", diz o expert

Vivemos tempos de grande avanço tecnológico. Com todas as vantagens da globalização, verificamos, ao mesmo tempo, entristecidos, o distanciamento entre as pessoas. Assim como em nossa vida particular, este distanciamento ocorre no campo profissional e também nos consultórios e hospitais. Cada vez é mais comum ver médicos e pacientes dando lugar a números, exames e diagnósticos tornarem-se códigos, e a comunicação perder sua essência.

Aquele médico de família, que acompanhava todos os seus integrantes ao longo de suas vidas, não existe mais. Ou restam pouquíssimos. Hoje temos um estranho avaliando outro estranho – em apenas alguns minutos de curto diálogo; provavelmente, nunca mais se encontrarão. É de se lamentar.

Entretanto, parece que, aos poucos, tanto os profissionais de medicina como pacientes vêm repensando conceitos. Constatam que nada substitui o tratamento humanizado, nada é mais importante do que o médico que tem nome e rosto e que conhece o nome e o rosto de seu paciente.

É tempo de recuperar nossas raízes, de resgatar do bom e velho médico, e suas principais qualidades sem, é claro, abrir mão de toda a modernidade a que temos direito. O resgate da humanização, tão bem inserida naquele contexto de antigamente, deve pautar sempre a prática da medicina, com principal objetivo de oferecer assistência digna e de qualidade à população.

Seja na rede pública ou privada, o médico necessita de tranquilidade e deve ter todas as ferramentas necessárias para um atendimento no qual possa oferecer o melhor do seu conhecimento, toda a sua atenção e, principalmente, todo o seu respeito. Ele precisa de tempo suficiente para conhecer o paciente, descobrir suas queixas, averiguar seu passado, seus anseios e angústias, e fazer com que saia aliviado, com perspectiva de ter seu problema encaminhado.

Enfim, queremos ver novamente o paciente confiando sua saúde com a mesma tranquilidade que confiávamos antigamente.

Ainda não é o que acontece na maioria dos casos. Em parte porque este profissional vestido de branco não dispõe de condições adequadas ao aprofundamento da relação com seu paciente. Pior, é pressionado por todos os lados. Na saúde pública pelas filas intermináveis, falta de equipamentos etc. Na rede privada, são as pressões das operadoras de planos de saúde, baixa remuneração e o constante descredenciamento da rede conveniada que frequentemente engessam o médico nas suas atividades.

A insegurança comum a médicos e população gera não apenas atraso em diagnósticos ou tratamentos; também traz consequências por vezes desastrosas. Ou seja, com todos os avanços, equipamentos de última geração e descobertas, temos hoje um dos piores cenários que este país já conheceu no sistema de saúde.

A medicina é humana em sua essência, feita de humanos para seres humanos. Não é possível mais assistir à sua fragmentação em duas medicinas – uma para os pobres e outras para os ricos. Dar e receber assistência médica de qualidade e universal, mais do que um anseio, é um direito de todos.

*Antonio Carlos Lopes é presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.

Hospital de Câncer de Barretos x Hospital de Base de Rondônia em uma só gestão

Todos os anos, milhares de pessoas de fora do Estado de São Paulo buscam tratamento nas unidades paulistas fazendo com que, a cada 30 segundos, um paciente seja atendido na rede hospitalar. É o que mostra um levantamento realizado em 2010 pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. A capital paulista, Campinas e a região de Barretos são os destinos mais procurados pelos estados para tratar seus pacientes. Uma das principais razões é a falta de acesso dos pacientes a tratamentos adequados nas cidades onde moram.

Percebendo o aumento desta demanda e a constante exposição da situação em que se encontravam os sistemas de saúde dos outros estados, o Hospital de Câncer de Barretos buscou uma solução para ajudar esta população carente e reduzir o número de pacientes que vêm em busca de tratamento em suas unidades de saúde, localizadas em Barretos e Jales, interior paulista.

“Percebemos que 40% de todo o serviço prestado pelo Hospital de Câncer de Barretos é destinado a pacientes de alta complexidade de outros estados, principalmente Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul”, afirma o diretor geral do Hospital de Câncer de Barretos, Henrique Prata.

Segundo Prata, expandir as instalações das atuais unidades do Hospital não seria suficiente para sanar a procura por tratamentos destes pacientes. “Abrir qualquer serviço dentro do Estado de São Paulo não resultaria na redução da demanda que vem para Barretos. A partir dessa premissa, chegamos a conclusão que deveríamos agir diretamente na origem do problema e intervir”.

A primeira iniciativa para ajudar a população veio em 2010, com a criação de um serviço de diagnóstico precoce no Estado do Mato Grosso. Um conjunto de parcerias entre o Hospital de Câncer de Barretos, governo estadual, o projeto e Avon, Fachini, Instituto Ronald Mcdonald na área de pediatria e Rede TV permitiu que, antes de serem encaminhados ao hospital paulista, os pacientes tivessem todo um serviço de diagnóstico, diminuindo a incidência de casos de câncer em estágio avançado.

Em 2011, o mesmo conceito foi levado até Porto Velho, capital de Rondônia, onde, segundo Prata, a saúde encontrava-se em estado de calamidade pública. “Eu considero que a situação neste estado esteja pior que no Haiti e que a população está órfã de saúde. Então resolvemos encampar um projeto e assumir a gestão do Hospital de Base de Rondônia”, ressalta Prata.

O executivo explica que ao fazer o diagnóstico da instituição em Porto Velho foram encontradas graves falhas na gestão no hospital e deficiências no atendimento ao paciente. “Para mudar isso teremos que fazer um choque de gestão lá. A gestão deles é uma medicina realizada da pior forma possível, por exemplo, um paciente é operado no Hospital de Base, após o procedimento é levado para uma instalação não apropriada, precária e sem nenhum conceito de Oncologia, lá ele faz a radioterapia em um local, a quimioterapia em outro. Então o paciente tem que passar por quatro serviços diferentes para conseguir o tratamento e nenhum deles está dentro do conceito adequado, não estando de acordo nem com as portarias do Ministério da Saúde”.

Com um serviço de Oncologia fragmentado e deteriorado, sem condições de atender toda a demanda da região, cerca de 95% dos mil casos de câncer que surgem todos os anos em Rondônia migram diretamente para Barretos para fazer tratamento, o custo dessa operação chega a R$18 milhões ao ano para os cofres públicos. De acordo com o executivo do hospital em Barretos, outro grande problema é que, devido a falta de um serviço de diagnóstico precoce, os casos de câncer vêm em estado avançado onde até um estudante de medicina do primeiro ano consegue identificar a doença.

No entanto, antes de realizar qualquer tipo de intervenção administrativa no hospital ou investir em equipamentos e tecnologia era necessário arrumar a casa. Por esse motivo, Prata, decidiu fazer um choque de gestão. “A única coisa que eu aprendi em meus 24 anos como gestor em saúde oncológica é que a gestão de câncer deve ser obrigatoriamente multidisciplinar. Você não pode oferecer um serviço de forma isolada, tem que haver integração entre as áreas para que o paciente não tenha que passar por cada uma delas separadamente aumentando seu sofrimento”.

Uma das mudanças acordadas com o governo de Rondônia, após assumir o hospital em abril de 2011, será reformular a gestão e disponibilizar os médicos em período integral, totalmente dedicados ao hospital, ao atendimento SUS e com caixa único, da mesma forma que ocorre em Barretos. Segundo Prata, dessa forma o médico terá tempo para pesquisar, discutir e tomar atitudes multidisciplinares na conduta que for adotar, e não de forma individual. “Essa medicina do médico decidindo tudo de forma única não existe sob minha gestão. Creio que ocorrerá um grande choque de culturas entre a atual realidade do hospital e a nova gestão a cargo do Hospital de Câncer de Barretos”.

De acordo com Prata, a mudança efetiva da gestão do Hospital de Base de Rondônia só ocorrerá após a reforma de parte do complexo, que está prevista para começar dia 20 de abril, e contará com a melhoria das instalações e novos equipamentos diagnósticos. A nova administração pretende oferecer um conceito de medicina diferente para os médicos que atenderão em período integral. “A ideia é que o médico tenha o atendimento clínico, cirúrgico e ambiente e horário para estudo e pesquisa, troca de opiniões com colegas por meio de videoconferência com o Hospital de Câncer de Barretos, vamos criar um ambiente propício para o desenvolvimento do profissional”.

Ainda não há um orçamento definido para as reformas, mas grande parte da verba será destinada por meio de ações sociais e parcerias do hospital. “A saúde de Rondônia está muito fragilizada e a falta de dinheiro é um dos grandes problemas”.

Além de levar qualidade ao tratamento oncológico ao estado, outro grande objetivo da nova gestão é oferecer um tratamento humanizado. “Precisamos levar atendimento para perto da casa do paciente, o povo não é bobo, ninguém vai se cuidar em um lugar onde não se é bem tratado. A diferença de atendimento entre Rondônia e São Paulo é tão grande que os pacientes viajam três mil quilômetros só para se tratar aqui. Precisamos mudar isso e lavar a saúde para perto deles. Se eles nunca viram um milagre, então verão pela primeira vez”.

TI em saúde salva a vida de bebês

Um estudo publicado no Journal of Political Economy revelou que o uso de registros médicos eletrônicos (EMRs) para monitorar, atualizar e compartilhar informação médica pode ajudar os médicos a salvarem vidas de bebês.

O relatório recentemente publicado – “Can Health Care Information Technology Save Babies?” (A Tecnologia da Informação da Saúde Pode Salvar Bebês?) – descobriu um aumento de 10% em hospitais usando o EMRs salvando 16 bebês a mais a cada 100.000 nascidos vivos. Uma transição completa nacional para o EMRs poderia salvar mais de 6.400 bebês a cada ano nos Estados Unidos.

Além dos EMRs, os investimentos em sistemas de informações obstétricos que armazenam dados de ultrassom do feto e automaticamente gravam as taxas do coração fetal e, como eles respondem as contrações maternas durante o nascimento, podem resultar em posterior prevenção em mortes de bebês logo após o nascimento.

O relatório descobriu que “um aumento de 10% em hospitais que adotam tanto o EMRs como as tecnologias de computação obstétricas na redução de mortalidade para 40 mortes para cada 100.000 nascidos vivos”.

A coautora do relatório, Catherine Tucker, que é afiliada Sloan School of Management do Massachusetts Institute of Technology, disse em uma entrevista que “houve considerável ceticismo entre alguns na comunidade médica que a TI da Saúde não cumpriria suas alegações. Entretanto encontramos um forte padrão quanto a TI da Saúde e salvamento significativo em neonatais e também que melhores cuidados de saúde, usando a integração com radiologia e fluxo de trabalho digitalizado pode salvar ainda mais vidas de bebês”.

O estudo comparou as taxas de mortes em hospitais com e sem relatórios médicos digitalizados em mais de 2.500 municípios dos Estados Unidos nos últimos 12 anos.

O conjunto extensivo dos dados também permitiu aos pesquisadores controlar outros fatores que talvez influenciem na mortalidade infantil, como o status socioeconômico do município.

O foco primário do estudo era a taxa de morte neonatal, definido como o número de mortes dentro de 28 dias por 1.000 nascidos vivos. Os pesquisadores também examinaram a mortalidade infantil no primeiro dia e primeira semana de vida, bem como as taxas de natimortos e morte materna.

Nas suas conclusões, o estudo revelou que: “a adoção do EMR é associado com uma diminuição relativa da mortalidade na primeira semana e primeiro dia de vida.

A magnitude destes efeitos sugere que a maioria dos ganhos em sobrevivência neonatal são devido aos melhores resultados dentro dos primeiros sete dias após o nascimento. Este padrão dos maiores ganhos ocorrendo logo após o momento do nascimento é consistente com os cuidados médicos desempenhados no hospital, consistindo em um fator importante na variação observada nos resultados da saúde”.

De acordo com Tucker, umas das lições mais importantes que ginecologistas e obstetras podem aprender com o estudo é que os EMRs foram mais úteis para salvar as vidas dos bebês que sofreram de complicações no período perinatal.
Segundo Tucker: “O EMRs não ajuda a prevenir mortes por causas congênitas, SIDS ou acidentes. Isso enfatiza a utilidade de EMRs em termos de fornecimento de documentação e um histórico fácil acesso do paciente”.

As autoras do relatório observaram que pesquisas anteriores sobre EMRs têm, na sua maior parte, o foco no efeito da tecnologia sobre a qualidade do atendimento e sobre a capacidade da EMR para reduzir custos, mas poucos dados empíricos para apoiar a visualização de EMRs para facilitar ginecologistas e obstetras observarem a identificarem gravidez de alto risco e coordenar a assistência.

Tucker e sua coautora Amalia Miller, da University of Virginia e o Rand Corporation, também descobriam que o custo-efetivo em comparação com outras intervenções de saúde.
Ambas pesquisadoras estimam que o custo para salvar um bebê por meio do EMRs é de cerca de US$531.000. Em comparação com a grande expansão na cobertura do Medicaid para crianças em 1980 sobre o custo de US$840.000 por vida salva.

As autoras concluem que “O estudo oferece evidências que sugerem um otimismo cauteloso sobre o valor potencial de TI da Saúde e EMRs na melhoria dos resultados de saúde neonatal e da política de saúde atual, que é direcionada para aumentar a disseminação dessas tecnologias”.

Miller e Tucker também observaram que os resultados do estudo validam os recentes investimentos do governo federal para incentivar a adoção de EMRs e outros sistemas de TI da saúde.

“Estes resultados fornecem uma base empírica para a intervenção política do governo para acelerar a difusão de TI da Saúde”, afirmaram as pesquisadoras.

http://saudeweb.com.br/21546/ti-em-saude-salva-a-vida-de-bebes/

TI em saúde: não basta terceirizá-la

A terceirização de serviços de apoio em unidades de saúde é uma atividade comum para todo o setor. Limpeza, segurança, alimentação e lavanderia são alguns dos exemplos que podem ser usados para explicar essa tendência no segmento de saúde brasileiro. Diferente de outros setores contidos em uma instituição, a TI requer um pouco mais de atenção na hora de terceirizar suas atividades, uma vez que grande parte das operações do hospital, tanto clínica quanto administrativa, depende deste setor.

Considerado a terceira fase do outsourcing, o Business Process Outsourcing ou BPO busca uma abrangência mais estratégica do que a simples transferência de atividades para uma empresa terceirizada, englobando contratos que envolvem processos de negócios completos fazendo com que o contratante do serviço possa direcionar seus esforços para o negócio, e não mais os processos daquela determinada área. Este modelo já é uma realidade nas instituições de saúde brasileiras, e vem ganhando força com o passar dos anos.

O BPO já pode ser considerado uma tendência aqui e em todo o mundo. De acordo com um levantamento feito pelo Gartner, o mercado mundial de terceirização de processos deverá movimentar cerca de US$ 234 bilhões somente em 2011. “O mercado mundial de BPO é forte e cresceu cerca de 35% nos últimos cinco anos”, diz o executivo da AeC Érico Carvalho.

De acordo com Carvalho, o Brasil segue a mesma tendência que o resto do mundo e avançou em torno de 36% entre 2008 e 2011. “O BPO brasileiro está extremamente acelerado, em outras palavras, ele é uma tendência de mercado em vários segmentos, principalmente no industrial e financeiro. Na saúde, com a complexidade da tecnologia empregada no cotidiano das instituições, que não estão inseridas no negócio do hospital, ele acaba se tornando oneroso para o gestor. Devido à falta de estrutura, os hospitais de pequeno e médio porte acabam tratando a área de TI simplesmente como custo e não como um agregador de valor nos processos da unidade, o que remete a falta de inovação”, completa.

Compartilhando da mesma opinião do executivo da AeC, a sócia diretora da Trevisan Outsourcing, Geuma Nascimento diz que o Brasil, atualmente, possui um mercado consolidado e maduro de BPO ocupando a quinta posição no ranking mundial de offshore outsourcing – processos transferidos para empresas terceirizadas fora do País – segundo um estudo realizado pela Global Services em 2009. “Nós temos aí um salto bem relevante desse crescimento que tem sido constante ano após ano”.

No segmento de saúde, o BPO em TI está diretamente ligado a capacidade competitiva da organização, uma vez que, depois de adotado, a instituição passa a destinar sua atenção ao foco do negócio, neste caso a saúde. “No segmento de tecnologia da informação, o BPO pode abranger toda a governança de TI do hospital, atuando como service desk de primeiro e segundo nível e com serviço de governança, que também ajuda a unidade a organizar e planejar aonde se quer chegar com a tecnologia empregada na TI do Hospital”, afirma Carvalho.

Essa governança em TI só será alcançada após hospital e parceiro planejarem todo o processo de desenvolvimento da TI, começando pela parte de modernização do parque tecnológico, passando pela reestruturação da rede de dados da unidade até a melhoria e padronização de processos e adoção de melhores práticas em TI. “Nesse caso é feito um estudo de maturidade da TI na instituição desenvolvido pelo Gartner, em conjunto com o Massachusetts Institute of Technology (MIT), que identifica quatro níveis de maturidade: básico, standard, intermediário e avançado, todos irão direcionar o desenvolvimento de toda a estrutura tecnológica do hospital”.

Para que o BPO seja adotado sem riscos por uma instituição de saúde alguns pontos devem ser levados em consideração. “A empresa deve saber exatamente qual área e quais competências de sua organização ela quer terceirizar. Além disso, é preciso identificar um prestador de serviço qualificado para executar as tarefas, alinhar o contrato de prestação de serviço e gerenciá-lo de forma que todos os direitos e obrigações sejam compridos por ambas as partes”, esclarece Geuma.

Segundo Carvalho, os hospitais, independente de seu porte, devem a todo o momento questionar a viabilidade de realizar a terceirização de seus processos em TI e qual será a relação custo benefício. O executivo lembra que o BPO é um subproduto do outsourcing e que neste modelo o hospital utiliza a tecnologia, o profissional e toda a metodologia empregada, ao contrário da terceirização que atende apenas a demanda do cliente.

BPO na Prática

Adotado há cerca de dois meses pela Santa Casa de Belo Horizonte, o BPO em governança de TI trouxe resultados significativos para a instituição, que já se prepara para adotar sistemas mais modernos para o tráfego de imagens diagnósticas, ERPs e prontuário eletrônico. “Nós ganhamos muito em eficiência, substituição de máquinas, instalação de softwares legalizados, maior segurança e menor vulnerabilidade em nossa rede além da substituição de servidores antigos por equipamentos de alto desempenho e serviço de redundância”, ressalta o superintendente geral do grupo Santa Casa de Belo Horizonte, Porfírio Andrade.

Ainda segundo o superintendente, a TI do hospital passou a atuar como um departamento estratégico e não mais operacional. “Hoje nossa TI está focada no desenvolvimento de informação, em gerar conteúdo para a Santa Casa, sem ter que se preocupar em manter o parque tecnológico do hospital em funcionamento.”

Andrade afirma que após um levantamento feito pelo hospital sobre governança em TI foi diagnosticado que a Santa Casa gastava muito tempo e energia com hardware, manutenção e substituição de equipamentos inoperantes. Além deste diagnóstico, a unidade de saúde também constatou um alto nível de ineficiência neste sentido e levando em conta os custos com manutenção e estocagem de peças e computadores decidiu-se terceirizar os processos de TI da instituição.

“O hospital filantrópico tende a achar que este tipo de serviço, sendo próprio, é mais barato devido a alguns incentivos ficais que temos, mas quando colocamos na ponta do lápis vimos que não é bem assim, que o número não é tão bom e o BPO seria mais favorável devido, não a relação custo benefício do helpdesk, cujo custo é praticamente o mesmo, mas na qualidade do serviço que é muito superior. Um exemplo disso é a substituição de computadores. Antes, uma máquina completamente danificada demorava em torno de 28 dias para ser substituída e após a terceirização esse tempo foi reduzido para oito horas” acrescenta Andrade.

Outra vantagem encontrada pela Santa Casa de Belo Horizonte foi a redução na depreciação dos equipamentos. Após o BPO, o padrão tecnológico dos dispositivos usado pelo hospital aumentou. Mais um benefício alcançado pela entidade foi o mapeamento de toda sua rede e computadores em operação, além da melhora na segurança de dados. “Ninguém mais pode colocar qualquer software nas máquinas com o objetivo de aumentar a segurança da rede e das informações utilizadas no hospital. Hoje, a máquina vem sem drive de CD e com as portas USB bloqueadas e a instalação de programas só pode ser executada com a permissão do administrador da rede”, completa o superintendente da Santa Casa.

O valor do contrato entre a Santa Casa de Belo Horizonte e a AeC, que abrange a administração de cerca de 500 computadores e todo o serviço de governança de TI da unidade é de R$ 3 milhões por um período de três anos. “Com isso poupamos logo de imediato R$ 3 milhões. Com a realização do BPO aplicamos um filtro na instituição e substituímos imediatamente os computadores sucateados e as outras máquinas serão substituídas gradativamente. Hoje nosso parque tecnológico é composto unicamente por equipamentos fornecidos pela Dell”.

Com a infraestrutura de TI organizada e uma nova rede capaz de suportar um alto tráfego de dados, a Santa Casa de Belo Horizonte já pode implementar novos processos em sua área de TI. Alguns dos projetos já planejados pela instituição são: a adoção de ERPs para a geração de dados estratégicos e maior controle de seus processos, implantação de softwares de gestão administrativa e clínica e instalações de um sistema de RIS/PACS para otimizar o tempo de espera e precisão dos exames diagnósticos feitos no hospital.

Veja perfil da pesquisadora de políticas públicas da OMS

A médica e pesquisadora brasileira Silvia Regina Brandalise é uma das autoridades brasileiras em câncer infantil e participa de grupos internacionais sobre o assunto. Uma das idealizadoras e fundadora do Centro Infantil de Investigações Hematológicas Dr. Domingos A. Boldrini, em Campinas (SP), a médica foi além das atribuições básicas da profissão e do ensino e hoje integra um grupo internacional de trabalho na Organização Mundial da Saúde (OMS), que discute políticas públicas de prevenção e controle do câncer da criança e do adolescente.

“Um aspecto importante é tentar entender porque o câncer da criança tem um aumento mensurável e o câncer do adolescente também tem um aumento mensurável nesses últimos 20 anos e nós temos que entender os fatores de risco. Conhecendo os fatores de risco podemos trabalhar em políticas de prevenção”, explicou sobre o trabalho no órgão internacional

Silvia também integrou recentemente o W.I.T.H. (Women Innovating Together in Healthcare), grupo com 63 mulheres, que se destacam no mundo em tecnologias inovadoras.

Veja salário de quem trabalha na área de credencimento

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Confira a média salarial de cargos da área de credenciamento hospitalar:

Cargo: Coordenador, Supervisor ou Chefe
Média salarial: R$ 3.509

Cargo: Analista Sênior
Média salarial: R$ 2.407

Cargo: Analista Pleno
Média salarial: R$ 2.042

Cargo: Analista Júnior
Média salarial: R$ 1.169

Cargo: Assistente
Média salarial: R$ 1.100

Cargo: Auxiliar
Média salarial: R$ 857


Metodologia:

O estudo é atualizado a cada três meses e traz dados de mais de 1.800 cargos,
de 218 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa.

Confira a média salarial de cargos da área de Operadoras de Planos de Saúde / Assistência Médica.

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Cargo: Gerente de Contas Médicas
Média Salarial: R$ 8.055

Cargo: Coordenador, Supervisor ou chefe de Contas Médicas
Média salarial: R$ 3.368

Cargo: Assistente Social
Média salarial: R$ 2.240

Cargo: Supervisor de Atendimento
Média salarial: R$ 2.224

Cargo: Analista de Contas Médicas
Média salarial: R$ 1.522

Cargo: Agente de Atendimento
Média salarial: R$ 947

Metodologia:

O estudo é atualizado a cada três meses e traz dados de mais de 1.800 cargos,
de 218 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa.

Confira a média salarial de cargos das áreas de Laboratório e Análises Clínicas, Medicina Cirúrgica e Clínica.

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Laboratório e Análises Clínicas

Cargo: Gerente
Média Salarial: Gerente R$ 4.459

Cargo: Coordenador, Supervisor ou Chefe
Média salarial: R$ 2.791

Cargo: Analista
Média salarial: R$ 2.132

Cargo: Biólogo
Média salarial: R$ 2.095

Cargo: Técnico
Média salarial: R$ 1.228

Cargo: Assistente
Média salarial: R$ 845

Cargo: Auxiliar
Média salarial: R$ 805

Medicina Cirúrgica

Cargo: Médico (4 horas/dia)
Média salarial: R$ 7.834

Cargo: Médico Anestesista
Média Salarial: R$ 6.873

Cargo: Instrumentador Cirúrgico
Média salarial: R$ 1.495

Medicina Clínica

Cargo: Coordenador, Supervisor ou Chefe
Média salarial: R$ 10.127

Cargo: Médico (4 horas/dia)
Média salarial: R$ 6.206

Cargo: Técnico
Média salarial: R$ 1.472

Cargo: Auxiliar
Média salarial: R$ 889

Cargo: Estagiário
Média salarial: R$ 692

Metodologia:

O estudo é atualizado a cada três meses e traz dados de mais de 1.800 cargos,
de 218 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa.

http://saudeweb.com.br/21927/coordenador-da-area-clinica-recebe-em-media-r-10-127/

Prefeitura de Ouro Preto (MG) abre 246 vagas em concurso

Inscrições ocorrem entre 27 de junho e 27 de julho; salários chegam a R$ R$ 7.583,10

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A Prefeitura Municipal de Ouro Preto (MG) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 246 vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de nível fundamental, médio, técnico e superior. Do total, 5% das vagas serão reservadas as pessoas portadoras de deficiência.

Entre as vagas oferecidas estão as funções de motorista, agente comunitário, agente administrativo, analista fiscal da receita federal, guarda municipal, técnico agrícola, técnico em enfermagem, analista de sistemas, engenheiro, jornalista, médico, professor e pedagogo. Os salários vão de R$ 666,23 a R$ 7.583,10.

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Prefeitura de Nova União (MG) lança edital com 55 vagas

Oportunidades são para todos os níveis de escolaridade, inscrições iniciam no dia 27 de junho e vão até 26 de julho

A Prefeitura Municipal de Nova União (MG) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 55 vagas e formação de cadastro reserva em cargos de nível alfabetizado, fundamental completo e incompleto, médio/técnico e superior.

Entre as oportunidades oferecidas estão as funções de agente administrativo (4), assistente social (1), auxiliar de enfermagem (3), bombeiro (1), enfermeiro (1), motorista (9), médico (8) e professor (11). Confira no edital todas as vagas oferecidas.

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Eletrobras Distribuição Acre abre vagas para cadastro de reserva

Inscrições vão até o dia 26 de julho; salários variam de R$ 1.593,43 a R$ 3.436,20

A Eletrobras Distribuição Acre lançou edital de concurso público para formação de cadastro de reserva em cargos de nível médio, operacional e superior. Os salários variam de R$ 1.593,43 a R$ 3.436,20, de acordo com a função pretendida.

As oportunidades para os candidatos de nível superior são para as áreas de: administração, análise de sistemas, ciências da computação ou administração de empresas com ênfase em informática, ciências econômicas, comunicação social - jornalismo, contabilidade, direito, engenharia de segurança do trabalho, engenharia elétrica, medicina do trabalho, psicologia, secretariado executivo e serviço social.

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Prefeitura de Corinto (MG) abre 216 vagas em concurso

Oportunidades são para candidatos de nível fundamental, médio e superior; inscrições vão até 24 de julho

A Prefeitura Municipal de Corinto (MG) abriu concurso público para o preenchimento de 216 vagas para cargos de nível fundamental, médio e superior. Do total, 10% das oportunidades para cada cargo serão destinadas a pessoas portadoras de deficiência Os salários variam de R$ 545,00 a R$ 2.129,30.

Entre as oportunidades oferecidas estão agente governamental, auxiliar de enfermagem, bombeiro encanador, supervisor de educação, motorista, professor e psicólogo. A validade do concurso será de dois anos, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.

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Prefeitura de Pedro Teixeira (MG) abre concurso com 46 vagas

Salários chegam a R$ 1.065,00; inscrições terminam em 20 de julho


A Prefeitura Municipal de Pedro Teixeira (MG) abriu 46 vagas em seu concurso público para candidatos de nível fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 545,00 a R$ 1.065,00.

As oportunidades oferecidas são para auxiliar de serviços interno/externo (7), motorista (8), operador de máquina (3), operário (6), auxiliar administrativo (3), auxiliar de secretaria (5), técnico em enfermagem (6), enfermeira (1), professor municipal (7).

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Prefeitura de Guiratinga (MT) abre 52 vagas em concurso

Inscrições vão de 20 de junho a 20 de julho; salários chegam a R$ 2.714,17

A Prefeitura Municipal de Guiratinga (MT) lançou edital de concurso para o preenchimento de 52 vagas. As oportunidades são para candidatos de nível fundamental, médio e superior.

Entre os cargos disponíveis estão agente de fiscalização, assistente social, contador, motorista, nutricionista, professor e técnico administrativo. Os salários variam de R$ 545,00 a R$ 2.714,17.

http://economia.ig.com.br/carreiras/prefeitura+de+guiratinga+mt+abre+52+vagas+em+concurso/n1597034331368.html

Prefeitura de Salvador (BA) oferece 3.457 vagas em concurso

Oportunidades são para atuação na área da saúde; inscrições vão até 17 de julho

A Prefeitura de Salvador (BA) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 3.457 vagas na área de saúde. As oportunidades são para candidatos de nível médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 1.255,47 a R$ 8.276,57.

Entre os cargos oferecidos estão: auditor em saúde pública (5), fiscal de controle sanitário (100), profissional de atendimento integrado (2032), sanitarista (10), técnico em serviços de saúde (1220) e auxiliar em serviços de saúde (90).

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Prefeitura de Coronel Murta (MG) abre concurso com 99 vagas

Inscrições vão de 13 de junho a 15 de julho; salários chegam a R$ 5 mil

A Prefeitura do Município de Coronel Murta (MG) abriu 99 vagas em seu concurso público para cargos de níveis fundamental, médio e superior.

Entre os cargos oferecidos estão: motorista, auxiliar administrativo, técnico em enfermagem, professor, assistente pedagógico, farmacêutico, médico e psicólogo. Os salários vão de R$ 280,00 a R$ 5 mil.

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Prefeitura de Araçagi (PB) abre 84 vagas

Inscrições vão até 15 de julho; salários chegam a R$ 5.101,80

A Prefeitura do Município de Araçagi (PB) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 53 vagas efetivas e 31 oportunidades para formação de cadastro de reserva.

Entre os cargos oferecidos estão: agente administrativo, agente comunitário de saúde, assistente social, digitador, fiscal de vigilância sanitária, professor, médico e técnico em enfermagem. Os salários vão de R$ 545 a R$ 5.101,80.

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Prefeitura de Pacajá (PA) lança concurso com 810 vagas

Inscrições vão de 15 de junho a 15 de julho; oportunidades são para vagas imediatas e formação de cadastro de reserva

A Prefeitura do Município de Pacajá (PA) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 461 vagas imediatas e 349 oportunidades para formação de cadastro de reserva. Do total, 10% das vagas são destinadas a pessoas portadoras de deficiência.

Entre os cargos oferecidos estão motorista, mecânico, assistente administrativo, fiscal de tributos, técnico em enfermagem, técnico em informática, professor, engenheiro, médico e psicólogo. Os salários variam de R$ 545 a R$ 6.100. A validade do concurso será de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período.

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Prefeitura de Flores de Goiás (GO) oferece 259 vagas

Oportunidades são para vagas imediatas e formação de cadastro de reserva; inscrições vão até 15 de julho

Os selecionados atuarão na Secretaria Municipal de Educação e na Secretaria Municipal de Saúde. Entre os cargos oferecidos estão as funções de agente comunitário de saúde, auxiliar administrativo, enfermeiro, médico, professor e técnico em enfermagem. Os salários vão de R$ 545,00 a R$ 7 mil.

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Prefeitura de Gravataí (RS) recebe inscrições para 163 vagas

Prazo encerra no dia 13 de julho; salários chegam a R$ 4.425,69

A Prefeitura de Gravataí (RS) abriu inscrições para seu concurso público que oferece 163 vagas e formação de cadastro de reserva. Do total, 10% das oportunidades serão destinadas aos portadores de deficiência. Os salários variam de R$ 822,19 a R$ 4.425,69.

Os cargos disponíveis são para agente administrativo, eletrotécnico, engenheiro de segurança do trabalho, engenheiro civil, fiscal, fiscal de trânsito, jornalista, médico (várias especialidades), motorista, técnico em contabilidade, zelador, assistente social, administrador, agente administrativo, arquivista, auxiliar de manutenção, auxiliar de serviços gerais, bibliotecário, contador, historiador, procurador jurídico, sociólogo, técnico em contabilidade, técnico em informática, técnico superior de artes visuais, técnico superior em artes cênicas, técnico superior literário e técnico superior musical.

Coren do Rio Grande do Sul abre 40 vagas para enfermeiro fiscal

Inscrições vão até 11 de julho; salário é de R$ 3.586,20

O Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (Coren-RS) lançou edital de processo seletivo para o preenchimento de 40 vagas e formação de cadastro reserva.

As oportunidades oferecidas são para o cargo de enfermeiro fiscal, com salário de R$ 3.586,20. Os candidatos devem ter formação superior em enfermagem, inscrição no Coren-RS, carteira de habilitação na categoria “B” e experiência na área de no mínimo três anos.

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Prefeitura de Embu das Artes abre 154 vagas em concurso

Inscrições vão até 11 de julho; oportunidades são para cargos de nível fundamental, médio e superior

A Prefeitura Municipal de Embu das Artes abriu concurso público para o preenchimento de 154 vagas e formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para cargos de nível fundamental, médio e superior.

Entre os cargos oferecidos estão serralheiro, eletricista, auxiliar de desenvolvimento infantil, assistente social, cirurgião dentista, médico diversas especialidades e professor. Os salários variam de R$ 727,83 a R$ 8.710,40.

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Coren de Alagoas abre vagas para cadastro de reserva

Inscrições vão de 20 de junho a 10 de julho; salários chegam a R$ 2 mil

O Conselho Regional de Enfermagem do Estado de Alagoas (Coren/AL) lançou edital de concurso público para formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para candidatos de nível médio, técnico e superior.

Os cargos oferecidos são de técnico administrativo, técnico em contabilidade, auxiliar de fiscalização, analista de sistema, enfermeiro fiscal e administrador. Os salários vão de R$ 800,00 a R$ 2 mil. Como benefícios, o Conselho oferece tíquete-alimentação e vale-transporte.

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Prefeitura de Guatapará (SP) abre 64 vagas

Inscrições terminam em 10 de julho; salários chegam a R$ 2.551,20

A Prefeitura Municipal de Guatapará (SP) abriu concurso público para o preenchimento de 64 vagas. As oportunidades são para candidatos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 579,34 a R$ 2.551,20.

Entre os cargos disponíveis estão as funções de auxiliar de recepção, auxiliar de enfermagem, motorista, assessor administrativo, fiscal tributário, monitor de informática, enfermeiro, professor, médico e nutricionista.

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Associação Paulista de Medicina realiza processo seletivo no RJ

São oferecidas 54 vagas para médicos e técnicos em farmácia; inscrições vão de 13 de junho a 8 de julho

As oportunidades são para técnico em farmácia (5), médico generalista (27), clínico geral (10), pediatra (11), psiquiatra (1). A validade do concurso é de um ano, podendo ser prorrogada uma vez por igual período.

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Prefeitura de Sapucaia (PA) lança concurso com 107 vagas

Inscrições vão até 8 de julho; salários chegam a R$ 2 mil

A Prefeitura Municipal de Sapucaia (PA) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 107 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 545,00 a R$ 2 mil.

Entre as oportunidades oferecidas estão os cargos de auxiliar de mecânico, agente administrativo, agente comunitário de saúde, técnico em enfermagem, professor, pedagogo técnico, psicólogo e assistente social.

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Prefeitura de Pouso Alegre (MG) abre 149 vagas em concurso

Inscrições vão de 13 de junho a 7 de julho; salários chegam a R$ 6.104,50

Entre as oportunidades oferecidas estão os cargos de auxiliar de enfermagem, assistente social, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e médico (várias especialidades). Os salários vão de R$ 528,48 a R$ 6.104,50.

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Prefeitura de Bom Jesus do Galho (MG) abre 107 vagas em concurso

Oportunidades são para cargos de nível fundamental, médio e superior; inscrições vão até 7 de julho

A Prefeitura do Município de Bom Jesus do Galho (MG) abriu 107 vagas em seu concurso público para candidatos de nível fundamental, médio e superior. Do total, 25 oportunidades são destinadas a pessoas portadoras de deficiência.

Entre os cargos oferecidos estão as funções de motorista, agente de atendimento, agente administrativo, auxiliar de enfermagem, analista ambiental, assistente social, nutricionista, enfermeiro, professor e psicólogo. Os salários vão de R$ 545 a R$ 2.094,34.

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Prefeitura de Cristalina (GO) abre 277 vagas em concurso público

Inscrições devem ser realizadas entre o dia 6 de junho e 6 de julho

A Prefeitura de Cristalina (GO) abriu concurso público para o preenchimento de 277 vagas para candidatos de nível fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 600 a R$ 2.687,34.

Entre as oportunidades disponíveis estão os cargos de mecânico, auxiliar administrativo, agente comunitário, assistente social, enfermeiro, biomédico, fisioterapeuta, médico nutricionista, técnico em enfermagem, técnico em radiologia, psicólogo, professor e pedagogo.

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Prefeitura de São Bento do Sul (SC) abre 210 vagas em concurso

Prefeitura de São Bento do Sul (SC) abre 210 vagas em concurso

A Prefeitura do Município de São Bento do Sul (SC) recebe inscrições para seu concurso público que oferece 210 vagas para cargos de nível fundamental, médio e superior. Do total, 5% das vagas serão destinadas aos portadores de deficiência.

Os selecionados serão distribuídos para atuação na Prefeitura, Fundação Cultural, Fundação Municipal de Desportos, Empresa Municipal de Habitação, Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto, e Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos.

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Prefeitura de Toledo (PR) lança concurso com 90 vagas

Inscrições vão até 5 de julho; oportunidades são para cargos de nível fundamental, médio e superior

A Prefeitura Municipal de Toledo (PR) recebe inscrições para seu concurso público que oferece 90 vagas para candidatos de nível fundamental, médio e superior. Do total, 5% das vagas serão reservadas as pessoas portadoras de deficiência. Os salários variam de R$ 548,01 a R$ 8.441,59.

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Prefeitura de Bragança Paulista (SP) lança editais com 226 vagas

Inscrições vão até 4 de julho; entre as oportunidades oferecidas estão os cargos de médico e guarda municipal

Os processos irão selecionar candidatos para as funções de médico (122), agente comunitário de saúde (38), guarda municipal (20) e cargos diversos (46), como agente comunitário de trânsito, agrônomo, coveiro júnior, cozinheiro júnior, engenheiro civil júnior, pajem e servidor braçal. Os salários variam de R$ 810 a R$ 2.830.

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Prefeitura de Itanhomi abre 112 vagas em concurso

Inscrições vão até 3 de julho; podem participar candidatos de nível fundamental, médio e superior

A Prefeitura de Itanhomi (MG) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 112 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários vão de R$ 545,00 a R$ 2.220,13.

Entre as oportunidades oferecidas estão as funções de analista de compras, auxiliar administrativo, motorista, engenheiro civil, médico, psicólogo e professor.

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Prefeitura de Davinópolis (MA) abre 129 vagas

Inscrições vão até 3 de julho; salários chegam a R$ 5.680,00

Entre os cargos oferecidos estão administrador escolar, advogado, assistente social, enfermeiro, nutricionista, professor, agente de trânsito, assistente administrativo, técnico em enfermagem e motorista. Os salários vão de R$ 545,00 a R$ 5.680,00.

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Prefeitura de Davinópolis (MA) abre 129 vagas

Inscrições vão até 3 de julho; salários chegam a R$ 5.680,00

A Prefeitura Municipal de Davinópolis (MA) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 129 vagas em cargos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior. Do total, 5% das oportunidades serão destinadas aos portadores de deficiência.

Entre os cargos oferecidos estão administrador escolar, advogado, assistente social, enfermeiro, nutricionista, professor, agente de trânsito, assistente administrativo, técnico em enfermagem e motorista. Os salários vão de R$ 545,00 a R$ 5.680,00.

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http://economia.ig.com.br/carreiras/prefeitura+de+davinopolis+ma+abre+129+vagas/n1597038298343.html

Prefeitura de Elói Mendes (MG) abre 155 vagas em concurso

Período de inscrições é de 20 de junho a 1º de julho; salários vão de R$ 545 a R$ 2.137

A Prefeitura Municipal de Elói Mendes (MG) lançou edital de concurso público para o preenchimento de 155 vagas em cargos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior.

Entre os cargos oferecidos estão agente administrativo, agente fiscal de rendas, auxiliar de serviços gerais, motorista, monitor de educação infantil, professor, médico e psicólogo. Os salários vão de R$ 545,00 a R$ 2.137,00.

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http://economia.ig.com.br/carreiras/prefeitura+de+eloi+mendes+mg+abre+155+vagas+em+concurso/n1597034617801.html

Prefeitura de Mogeiro (PB) lança concurso com 328 vagas

Inscrições devem ser feitas até 1º de julho; salários vão de R$ 545,00 a R$ 1.900,00

A Prefeitura do Município de Mogeiro (PB) abriu 157 vagas imediatas e 171 oportunidades para cadastro de reserva em seu concurso público para candidatos de nível fundamental, médio e superior.

Entre os cargos oferecidos estão agente de combate a endemias, auxiliar administrativo, bioquímico, médico, professor e técnico em enfermagem. Os salários vão de R$ 545,00 R$ 1.900,00.

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Prefeitura de Jacupiranga (SP) lança concurso com 41 vagas

Inscrições vão de 13 a 30 de junho; salários chegam a R$ 3.143,22

A Prefeitura do Município de Jacupiranga (SP) abriu 41 vagas em seu concurso público para o preenchimento de cadastro de reserva em cargos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior.

Entre as oportunidades oferecidas estão os cargos de mecânico, motorista, técnico de laboratório, professor, bibliotecário, engenheiro civil, médico, procurador jurídico e nutricionista. Os salários vão de R$ 628,48 a R$ 3.143,22.

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Prefeitura de Pinheiral (RJ) abre concurso para 183 vagas

Inscrições vão até 30 de junho; salários chegam a R$ 2.747,20

A Prefeitura do Município de Pinheiral (RJ) lançou dois editais, de concurso público e processo seletivo, para o preenchimento de 183 vagas para candidatos de nível fundamental, médio e superior.

Entre os cargos oferecidos no concurso público estão: cozinheiro, motorista, agente auxiliar de saúde, agende de recepção, agende técnico em contabilidade, engenheiro, médico e fisioterapeuta. Os salários variam de R$ 545 a R$ 2.747,20.

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Prefeitura de Calmon (SC) recebe inscrições para 74 vagas

Prazo encerra-se no dia 30 de junho; oportunidades são para candidatos de nível alfabetizado, médio e superior

A Prefeitura Municipal de Calmon (SC) abriu 74 vagas em seu concurso público para cargos de nível alfabetizado, médio e superior. Os salários vão de R$ 545,00 a R$ 8.004,00.

Entre as oportunidades oferecidas estão auxiliar de serviços gerais, agente administrativo, motorista, agente financeiro, técnico em enfermagem, psicólogo, assistente social, contador, advogado e médico.

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Universidade Federal de Pernambuco seleciona professores

São oferecidas 69 vagas para professor adjunto e assistente; inscrições vão até 29 de junho

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) está com 69 vagas abertas para os cargos de professor adjunto e professor assistente. O concurso público selecionará profissionais para Recife (61), Vitória (1) e Caruaru (7).

Entre os departamentos ou núcleos com vagas disponíveis estão os de Gestão, Tecnologia, Enfermagem, Comunicação Social, Letras, Física, Economia e Direito. Os salários podem chegar a R$ 7.333,67.

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Prefeitura de Pinheiral (RJ) abre concurso para 183 vagas

Inscrições vão até 30 de junho; salários chegam a R$ 2.747,20

Entre os cargos oferecidos no concurso público estão: cozinheiro, motorista, agente auxiliar de saúde, agende de recepção, agende técnico em contabilidade, engenheiro, médico e fisioterapeuta. Os salários variam de R$ 545 a R$ 2.747,20.

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